Quetzalcoatl é uma das divindades mais importantes da antiga Mesoamérica. Conhecido como a “Serpente Emplumada”, o deus asteca e maia simbolizava a união entre a terra e o céu. Acredita-se que ele trouxe conhecimentos avançados de astronomia, matemática, agricultura e arquitetura para as civilizações antigas. A adoração de uma “Serpente Emplumada” foi documentada pela primeira vez na cidade de Teotihuacan, no México, no primeiro século a.C. ou no primeiro século d.C. A veneração dessa figura se espalhou por toda a Mesoamérica.

Segundo informações dos Taygeteanos, o conceito de Quetzalcoatl, a “serpente emplumada”, seria, na verdade, uma interpretação primitiva e simbólica das espaçonaves usadas por raças estelares que visitavam a Terra com frequência na antiguidade. As plumas fariam referência à forma ou ao rastro de energia deixado por essas naves na atmosfera. Quetzalcoatl, que não era exatamente uma pessoa, nem um deus emplumado, era uma espaçonave em voo atmosférico.

As espaçonaves avançadas que utilizam propulsão magnética, eletromagnética ou motores de plasma não deixam rastros de condensação convencionais (como os jatos comerciais na atmosfera). Os rastros brancos comuns (contrails) são formados pela queima de querosene e pela liberação de vapor d’água superaquecido que congela em contato com o ar frio em grandes altitudes.

As naves com turbina magnética de alta energia ou reatores de plasma não emitem água como subproduto de exaustão, pois funcionam através da manipulação de campos eletromagnéticos e do éter, sem queimar combustíveis fósseis.

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Naves que utilizam tecnologia magnética avançada costumam operar gerando um campo de força ou distorção ao seu redor (similar a um campo de dobra ou isolamento). Isso significa que a nave, na verdade, não entra em atrito direto com o ar da atmosfera na mesma proporção que um avião, evitando o choque térmico que gera condensação. Em manobras de alta energia em baixa atmosfera, o que pode ser visível para as pessoas na superfície não é condensação de água, mas sim “rastros” de plasma, luminescência ou ionização do ar ao redor da nave.

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A alta energia eletromagnética interage diretamente com as moléculas de ar e gases atmosféricos, podendo emitir luz ou correntes visíveis (como azul ou laranja), dependendo da frequência e potência do motor no momento. Os rastros visíveis atrás de naves avançadas são interações dos motores de plasma de alta frequência e radiação eletromagnética com a atmosfera. Quando uma nave interestelar sai do hiperespaço na atmosfera da Terra, ela pode produzir ondulações de energia altamente visíveis, como flashes de raios gama localizados, que são percebidas por observadores humanos como anomalias incomuns no céu.

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A luz laranja ou azul que as pessoas veem no céu é consistente com o brilho da atmosfera, que é superaquecida pelo contato com um campo magnético produzido pelos motores de uma espaçonave ou drone não humano. O fato é que os motores magnéticos aquecem a atmosfera até que ela se torne plasma, produzindo um brilho que revela a presença da espaçonave, mesmo que ela esteja em modo furtivo invisível. O que algumas pessoas dizem ser uma nave espacial de plasma, é na verdade seu tubo de escape.

Quetzalcoatl é retratado como um ser altamente avançado (uma figura benevolente não-humana) que trouxe conhecimentos de engenharia, matemática, astronomia e agricultura para os povos da Mesoamérica, como os maias, toltecas e astecas. Um dos primeiros registros monumentais dessa divindade está no Templo de Quetzalcóatl, localizado na antiga cidade de Teotihuacan, onde era símbolo de água, fertilidade e poder.

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A identidade exata dos fundadores de Teotihuacan permanece um mistério. A cidade foi construída muito antes da chegada dos astecas, e os arqueólogos acreditam que tenha sido uma metrópole multiétnica. Seu nome significa “Cidade dos Deuses” ou “o lugar onde os homens se tornam deuses”. Quem projetou Teotihuacan a fez para funcionar como um espaçoporto. A “Serpente Emplumada” Quetzalcóatl representa a união entre a terra e o céu. Basicamente se refere a um “deus” extraterrestre que voava numa espaçonave.

Quetzalcoatl: o deus serpente das antigas lendas mesoamericanas

As ruínas de Teotihuacán, uma das maiores cidades do mundo antigo, ficam a cerca de 50 km a nordeste da Cidade do México. Acredita-se que a cidade foi fundada em 1 AC. No ano 2 DC, era uma metrópole próspera com uma população de cerca de 150.000 a 200.000 residentes. Seu nome foi dado pelos astecas que fizeram peregrinações às ruínas em anos posteriores.

As ruínas revelam dezenas de edifícios de apartamentos, a maioria com telhados planos que apoiam a teoria de jardins ou terraços. Outras estruturas que parecem residências são pequenos edifícios agrupados em torno de um pátio central. Suas pirâmides serviam como usinas de energia livre e portais artificiais, pois a cidade servia como espaçoporto para os Elohi ou Homo Capensis, uma das raças extraterrestres das Plêiades.

Quem ou o que construiu a cidade de Teotihuacán?

Teotihuacan foi abandonada há séculos atrás por causa de um dilúvio que cobriu a “Cidade dos Deuses” com terra e sedimentos. Antes das escavações que começaram no final do século XIX e início do século XX, as grandes pirâmides pareciam apenas morros ou colinas naturais cobertas de mato. As escavações e os principais projetos de restauração começaram sob a direção do arqueólogo Leopoldo Batres, a partir de 1905, para preparar o local para o centenário da independência do México em 1910.

Foi graças a esse trabalho de remoção de toneladas de terra e escombros que a monumental Pirâmide do Sol, a Pirâmide da Lua e a Avenida dos Mortos foram reveladas ao mundo moderno. Até hoje, a cidade continua sendo alvo de escavações. A Pirâmide de Teotihuacan parecia apenas um morro aleatório, até que começarem as escavações e limpeza.

Espalhados por uma área isolada da província de Shaanxi, perto da antiga capital de Xi’an, estão 38 montes piramidais, pouco conhecidos pela arqueologia ocidental. As estruturas piramidais têm topos planos e, portanto, têm formatos mais similares aos pirâmides de Teotihuacan do que com as pirâmides de Gizé. Todas estão cobertas de terra, sedimentos e mato como era Teotihuacan em 1900, antes de ser escavada.

Segundo a propaganda chinesa, as pirâmides cobertas de terra são antigos mausoléus e túmulos construídos para abrigar os restos mortais de vários dos primeiros imperadores da China e das suas famílias imperiais. Tudo mentira. O governo chinês proíbe escavações no local pois tem medo que seja revelado ao público que essas pirâmides foram construídas por uma civilização avançada que existiu muito antes dos chineses. A grande Pirâmide Branca da China foi descoberta pela primeira vez no final da Segunda Guerra Mundial pelo piloto americano James Gausman.

E é simplesmente enorme. Sua altura é de cerca de 300 metros e 500 metros de comprimento de cada lado, mais do que o dobro da Pirâmide de Quéops, com 138 metros de altura. Essas dimensões dariam à estrutura um volume dez vezes maior que o da Grande Pirâmide do Egito. Gausman examinou cuidadosamente a pirâmide. Lajes gigantes são cuidadosamente empilhadas e encaixadas. Os verdadeiros construtores das pirâmides chinesas foram extraterrestres, da mesma forma que as pirâmides do Egito, México e outros locais.

A prática de alongar crânios era um costume difundido em várias civilizações mesoamericanas e pré-colombianas. Entre os astecas, maias e toltecas a deformação craniana artificial era uma prática intencional e cultural em que a cabeça dos recém-nascidos era moldada usando talas de madeira e faixas de tecido. O bizarro é que povos de outros locais distantes do mundo tinham o mesmo costume de alongamento dos crânios. Mas qual o motivo disso? A quem eles estavam imitando ou reverenciando?

A raça extraterrestre Elohi da estrela Asterope nas Plêiades, também conhecida na Terra como Homo Capensis ou Elohim. Esta raça são “parentes distantes” dos humanos Lirianos. Eles têm um crânio muito maior que o dos humanos, mas não uma densidade cerebral maior. A maior concentração de populações de Homo Capensis na Terra ficava no Egito, Peru e nos Montes Cárpatos. Os Elohi começaram a influenciar ativamente a Terra como uma elite dominante a partir da época do Antigo Egito.

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Um dos exemplos mais citados da linhagem Elohi no poder foi o rei Akhenaton e sua esposa Nefertiti, que governaram o Egito por volta de 1353 a.C. a 1336 a.C. Essa é uma das várias evidências de extraterrestres vivendo na antiguidade, junto com humanos. Se um povo tinha a prática de alongar crânios, é para que seus filhos se parecessem com os “deuses” Elohi.

Com suas naves, eles podiam se mover rapidamente para qualquer lugar da Terra, mas eles utilizavam muito portais artificiais, pois o transporte é instantâneo. Dessa forma, os Elohi viajavam pelo mundo todo levando conhecimentos sobre astronomia, matemática, agricultura e arquitetura para os povos antigos. Mas nem todos os Elohi fizeram coisas boas para a humanidade, Akhenaton e Nefertiti, por exemplo, foram os responsáveis por criar a primeira guerra religiosa na Terra e dar início a Cabala.

Como seria um extraterrestre Elohi (Homo Capensis):

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Uma das centenas de crânios alongados que foram descobertos em 1928 na Península de Paracas, no Peru. A deformação craniana foi praticada pela civilização Paracas, entre 800 a.C. e 200 d.C., envolvendo fortemente a cabeça em pano, durante os primeiros anos de vida, a fim de alongar o crânio. Esta imagem mostra uma reconstituição forense de uma mulher da Cultura Paracas. Quem deformava a cabaça dessa maneira queria se parecer com os “deuses” Elohi.

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Mas alguns dos crânios descobertos no Peru não foram alongados artificialmente. Eram dos Elohi que morreram e foram enterrados naquela região.

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CRÂNIOS ALONGADOS: MISTÉRIO, CULTURA E HISTÓRIA DAS ANTIGAS CIVILIZAÇÕES

Ao redor do mundo, diferentes civilizações antigas deixaram registros impressionantes de crânios alongados, uma característica que até hoje desperta debates entre arqueólogos, historiadores e curiosos. De esculturas do Egito Antigo até múmias encontradas no Peru, essas representações aparecem em culturas separadas por milhares de quilômetros e épocas diferentes da história.

Mas afinal… por que isso acontecia?

A explicação mais aceita pela arqueologia é a prática da deformação craniana intencional, realizada ainda na infância. Faixas, tábuas e amarrações eram utilizadas para moldar lentamente o formato do crânio durante o crescimento. Em muitas sociedades, essa prática tinha significados importantes:

  • Status social e poder – Crânios alongados podiam representar nobreza, liderança ou posição elevada na sociedade.
  • Espiritualidade e conexão divina – Alguns povos acreditavam que o formato diferenciava indivíduos “mais próximos dos deuses” ou ligados ao mundo espiritual.
  • Identidade cultural – O costume também funcionava como símbolo de pertencimento cultural e distinção entre grupos.

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Civilizações que apresentam registros semelhantes:

  • Egito Antigo
  • Cultura Paracas (Peru)
  • Povos Maias e Olmecas (México)
  • Regiões antigas da Síria
  • Povos africanos como os Akans
  • Povo misterioso da Sibéria

O mais fascinante é perceber como diferentes povos desenvolveram costumes parecidos mesmo estando separados por oceanos e continentes. E como isso pode ter acontecido? Da maneira que mencionei acima mas a clara interferência extraterrestre na sociedade humana nunca será mencionada pela arqueologia acadêmica controlada por maçons e jesuítas.

Egito Antigo – Homo Capensis – Akhenaton/Nefertiti – Transcrição

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Renato Cunha
Renato Cunha Oliveira é o fundador e editor do Stylo Urbano. Desde 2014, publica conteúdos independentes sobre tecnologia, cultura, ficção científica, teorias alternativas, traduções e opiniões, sempre deixando ao leitor a liberdade de refletir e concluir por conta própria.

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