Megalitos – um dos principais mistérios do nosso planeta, que ainda não foi resolvido. São estruturas enormes feitas de blocos de pedra. Cientistas determinam a idade de muitos megalitos em milhares de anos, e está provado que as estruturas misteriosas são de origem artificial. Que tipo de civilização poderia construí-los na Terra, a resposta a esta pergunta ainda não foi recebida. Nas profundezas das montanhas Shoria, no sul da Sibéria, um segredo estava escondido há milhares de anos. Neste deserto remoto, longe da civilização, foi feita uma descoberta que poderia mudar a nossa compreensão da história humana.
Este local oferece pistas de que civilizações muito mais antigas do que a história registrada podem ter existido. Na extensão selvagem e intocada das Montanhas Shoria, uma região remota longe da civilização moderna, os pesquisadores se depararam com uma descoberta misteriosa: enormes blocos de pedra de granito, cortados com precisão e dispostos de maneiras que desafiam os processos geológicos naturais.

Estas não são simples formações rochosas moldadas pela natureza. As pedras são separadas do terreno circundante, de formato uniforme, com lados planos e cantos angulares de 90 graus. Alguns são até empilhados, formando o que só pode ser interpretado como estruturas. Nos últimos anos, este canto obscuro da Rússia ganhou atenção devido a estas enormes rochas. Alguns são singulares; outros estão empilhados uns sobre os outros, sugerindo os restos de uma civilização antiga e sofisticada.
Em 2013, uma equipe de 19 pesquisadores, liderada por Georgi Sidorov, partiu em uma expedição para explorar esta região enigmática. Seu destino era Gornaya Shoria, uma montanha que se eleva 3.600 pés acima do nível do mar em uma parte remota do sul da Sibéria. Intrigada com relatos de estranhas estruturas megalíticas, a equipe aventurou-se no deserto isolado. O que encontraram foi nada menos que extraordinário: pedras enormes e cortadas com precisão que pareciam ser evidência de uma civilização antiga muito mais antiga do que se imaginava anteriormente.

Os blocos que eles descobriram eram diferentes de tudo visto antes, supermegálitos compostos de granito, essas pedras apresentavam superfícies planas, ângulos retos nítidos e formas geométricas precisas, qualidades difíceis de explicar por meio de processos naturais. O detalhe mais surpreendente foi o seu tamanho: algumas pedras pesavam mais de 3.000 toneladas, tornando-as os maiores megálitos já descobertos. Eles foram cuidadosamente empilhados, atingindo uma altura de 140 pés, e pareciam ter sido deliberadamente dispostos.
Embora alguns geólogos sugiram que as pedras podem ser formações naturais, as evidências visuais apoiam fortemente a ideia de que elas foram feitas pelo homem. A precisão com que essas pedras gigantes foram moldadas e empilhadas aponta para o uso de tecnologia avançada, especialmente considerando a dureza do granito. Mas esses blocos gigantes devem ter sido empilhados há milhares de anos.

Isto levanta questões profundas: como poderiam pedras tão enormes ter sido esculpidas, transportadas e montadas nesta paisagem remota e acidentada? Poderiam ser remanescentes de uma civilização tecnologicamente avançada há muito esquecida? O próprio Georgy Sidorov teorizou que o local já abrigou uma estrutura enorme, possivelmente um grande edifício construído a partir desses blocos megalíticos. Com o tempo, ele pode ter sido destruído por um evento catastrófico, como uma explosão massiva ou atividade sísmica.
A equipe encontrou evidências de calor intenso, incluindo pedras queimadas e partes de paredes jogadas a mais de 500 metros de suas posições originais. Algumas rochas na área também apresentavam campos magnéticos negativos, o que fazia com que as agulhas da bússola apontassem para longe das pedras, um fenômeno que desafia a explicação convencional.
Esta descoberta se soma a uma lista crescente de sítios megalíticos na Rússia e na antiga União Soviética. Durante séculos, essas ruínas foram negligenciadas, ganhando atenção apenas nas últimas décadas. Outros locais ao redor do mundo, como as pirâmides da Bósnia (que se acredita terem cerca de 30.000 anos) e as antigas pirâmides da China, oferecem mais evidências de uma civilização global perdida.

Uma das descobertas mais notáveis em Gornaya Shoria foi um poço vertical profundo e estreito descoberto durante a expedição. Forrado com lajes de pedra paralelas, o poço parecia ser feito pelo homem, suas paredes polidas e retas. À medida que os pesquisadores continuam investigando, o mistério se aprofunda. Essas estruturas poderiam fazer parte de uma pirâmide perdida que ficava na superfície da montanha? Que forças antigas ou civilizações esquecidas deixaram a sua marca neste canto remoto do mundo?
Megalitos em Gornaya Shoria na Rússia. Vestígios de uma civilização desconhecida.
Os megalitos são encontrados em vários locais pelo mundo todo e esses grandes e pesados blocos de pedra foram cortados, levitados e assentados para construir grandes edifícios e estruturas funcionais por uma civilização global avançada que existiu a milhares de anos. Alguns blocos são pedra artificial feita de geopolímero, já outros foram cortados em pedreiras. Essas grandes estruturas foram construídas antes e depois do grande dilúvio que aconteceu supostamente há 12.500 anos atrás, segundo afirma a Federação Galáctica.
Algumas estruturas megalíticas que foram construídas antes do dilúvio, eram da civilização da Atlântida, ou da civilização da Lemúria. A Atlântida foi fundada pelos reptilianos de Órion e a Lemúria pelos humanos lyrianos de Lyra. Essas duas civilizações guerreavam entre sí e foram destruídas pelo dilúvio causado pelas águas do planeta aquático Tiamat, que foi destruído numa batalha espacial. E as estruturas megalíticas que foram construídas após o dilúvio, foram feitas pelas raças estelares da Federação Galáctica que fundaram a primeira civilização humana no Egito após o dilúvio.

Estrutura antiga gigantesca que nossa tecnologia não pode replicar: Baalbek
Antes do dilúvio, a Terra tinha um ecossistema muito diferente. Embora hoje, a maior parte do oxigênio venha dos mares, naquela época ele vinha das florestas, pântanos e pastagens verdes que cobriam mais de 80% da superfície da Terra. Onde hoje estão os oceanos, havia mais 5 continentes: Oceana, Appalachia, Tirannia, Fennoscandia e Beringia. O continente da Oceânia era praticamente toda a área do que hoje é o Oceano Pacífico e algumas partes do que hoje é o Oceano Índico. Incluindo Austrália.
O Polo Sul e o Polo Norte estavam em lugares diferentes e vice-versa. O que faz a Terra parecer de cabeça para baixo. Sem oceanos, e vice-versa, nosso planeta é quase irreconhecível. Isso ocorre porque os polos foram posteriormente invertidos pelo cataclismo das águas de Tiamat (dilúvio). O Polo Norte era onde hoje fica a Austrália e o Polo Sul era onde hoje ficam o norte dos Estados Unidos e o Canadá.
Os círculos azuis representam as cidades mais importantes da civilização Atlante. E os círculos verdes, as cidades mais importante da civilização Lemuriana. As estruturas megalíticas na montanhas Shoria, no sul da Sibéria, devem ter sido construídas há mais de 13.000 anos pela Atlântida ou Lemúria e foram destruídas pelo dilúvio e atividade sísmica. Isso porque estão praticamente em ruínas.


As pessoas da raça Adâmica (Homo Sapiens) que fugiram da repressão da Atlântida e conseguiram sobreviver ao dilúvio, se refugiaram nas terras mais altas que não foram submersas. Eles eram pessoas brancas de olhos claros, com cabelos loiros, ruivos e escuros. Eles se dispersaram por diferentes locais e formaram suas próprias tribos, pequenos núcleos populacionais e até mesmo civilizações.
É possível que grupos de sobreviventes migraram para a região da Sibéria e Groelândia e fundaram uma civilização nessa vasta região, e foram ajudados por alguma raça avançada, e acredito que sejam os Karistus de Júpiter, que gostam de aparecer aos humanos como anjos ou até os Agarthianos, uma avançada raça intraterrena que são descendentes dos lemurianos.
Tanto os Karistus como os Agarthianos, que são positivos, podem ter ajudado os povos eslavos da Sibéria e Groelândia a construírem uma civilização que muito mais tarde se tornou a Grande Tartária. Há 500 anos, o clima nessas regiões era muito diferente do atual, era subtropical e havia vastas florestas.






































