Um artigo do Daily Mail intitulado “Documentos chocantes revelam que elites globais exploraram o controle remoto de células humanas“, descreve uma patente registrada em 2018, concedida a uma instituição de pesquisa biomédica de elite na cidade de Nova York, a Universidade Rockefeller, que permite que nanopartículas sejam ativadas remotamente por meio de ondas de rádio. De acordo com a patente, essa tecnologia poderia ser usada para tratar uma variedade de doenças e distúrbios, ativando remotamente funções celulares específicas dentro do corpo.
Aparentemente, eles estão descrevendo como ondas 5G ou 6G, usando grafeno condutor, podem ativar a proteína spike e o mRNA contidos nas “vacinas contra a Covid”. Eles negam que essa patente possa ser usada para controle mental ou vigilância populacional, e a patente descreve potenciais aplicações médicas destinadas ao tratamento de doenças por meio da ativação de respostas celulares específicas.
Quando expostas a ondas de rádio, as partículas aquecem e ativam canais sensíveis à temperatura dentro das células-alvo. Esse calor desencadeia uma resposta biológica dentro da célula, como ativar certos genes ou estimular a produção de proteínas. Segundo a patente , a tecnologia poderia potencialmente ser usada para tratar uma ampla gama de doenças e distúrbios, ativando remotamente funções celulares específicas dentro do corpo.
Essa patente gerou receios devido aos laços históricos da universidade com a influente família Rockefeller, a mesma que criou a máfia médico farmacêutica que envenena o mundo com vacinas e tratamentos tóxicos. Essa dinastia satânica, iniciada por John D. Rockefeller, há muito tempo tem influenciado a política global e as finanças para a criação de um governo mundial das elites maçônicas financeiras. Afinal, a farsa pandêmica do Covid estava descrita na Operação Lockstep lançada em 2010 pela Fundação Rockefeller.
Operação Lockstep: A pandemia viral foi idealizada em 2010 anos pela Fundação Rockefeller
Em 1901, John D. Rockefeller fundou o Instituto Rockefeller de Pesquisa Médica, agora conhecido como Universidade Rockefeller, dedicado ao avanço da pesquisa biomédica e foi “instrumental no pioneirismo em vários tratamentos médicos, incluindo vacinas, antibióticos e medicamentos sintéticos, que se tornariam os pilares da crescente indústria farmacêutica”.
Rockefeller gastou US$ 100 milhões de seu próprio bolso, o equivalente a US$ 2,6 bilhões hoje, para contratar, treinar e, em seguida, alocar seus médicos, pesquisadores clínicos e químicos que realizariam e seguiriam suas diretrizes, proibindo tratamentos naturais em favor da nova plataforma.
E advinha quem causou a “Gripe Espanhola” que matou milhões de pessoas em 1918? O Instituto Rockefeller, que realizou um experimento bruto de vacinação contra meningite bacteriana, derivada de cavalos, em tropas dos EUA. A chamada “Gripe Espanhola” foi um experimento de vacina bacteriana que deu MUITO errado. O exército dos EUA então entrou em guerra e espalhou doenças pelo mundo.

Concedida à Universidade Rockefeller em 2018, a patente descreve o uso de minúsculas partículas projetadas, chamadas nanopartículas, que podem ser direcionadas a tipos específicos de células, seja de fora da célula ou sendo colocadas dentro dela. Usuários de redes sociais especularam online que a tecnologia estaria sendo usada indevidamente para manipulação neurológica e comportamental, apesar da patente se concentrar em aplicações de pesquisa médica.
É óbvio que eles não seriam estúpidos de mencionar na patente os usos nefastos dessa tecnologia contra as pessoas. Eles sempre tecem louvores para nos enganar, fingindo que é para “nosso bem”. É o manjado “Confie na Ciência”.
A patente descreve um sistema chamado “Excitação de Circuito Induzida por Nanopartículas” (NICE, na sigla em inglês), que usa ondas de rádio e minúsculas partículas magnéticas para ativar remotamente células específicas dentro do corpo. Em termos científicos, o uso da expressão “controle remoto da função celular” na patente refere-se à ativação remota de respostas biológicas em células-alvo por meio de sinais de radiofrequência.
Os pesquisadores afirmaram que o sistema poderia potencialmente ser usado para “tratar” doenças como diabetes, doença de Parkinson, dor crônica, acidente vascular cerebral, distúrbios hormonais, distúrbios imunológicos e algumas condições neurológicas. A máfia da Big Pharma não está interessada em curar doenças, eles faturam trilhões tratando doenças, muitas deles causados por vacinas e outros medicamentos.
A patente também descreve o uso de uma proteína sensível ao calor chamada TRPV1, às vezes referida como o receptor de capsaicina do corpo, porque reage ao calor da mesma forma que o corpo reage a alimentos picantes como pimentas.
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Em termos científicos, o uso da expressão “controle remoto da função celular” na patente refere-se à ativação remota de respostas biológicas em células específicas por meio de sinais de radiofrequência. A tecnologia funciona através da fixação de nanopartículas projetadas a determinadas células. Quando essas partículas são expostas a um campo de radiofrequência, elas aquecem ligeiramente e ativam canais sensíveis à temperatura dentro das células-alvo. Essa ativação pode desencadear respostas biológicas como ativar genes, produzir proteínas e liberar hormônios como…insulina ou neurônios ativadores

A patente descreve diversas experiências em ratos geneticamente modificados foram utilizados para testar se cientistas poderiam desencadear remotamente alterações biológicas no interior do corpo usando ondas de rádio e nanopartículas. Em um estudo, pesquisadores implantaram células geneticamente modificadas em ratos, projetadas para liberar insulina quando ativadas.
As células foram equipadas com canais sensíveis à temperatura e minúsculas nanopartículas de óxido de ferro. Quando os ratos foram expostos a um campo magnético de radiofrequência, as nanopartículas aqueceram e ativaram as células, fazendo com que elas liberassem insulina. Os pesquisadores afirmaram que isso reduziu os níveis de açúcar no sangue dos animais sem cirurgia ou implantes de dispositivos elétricos.
As nanopartículas de óxido de ferro (como a magnetita e a maghemita) são estruturas nanométricas (1 a 100 nm) que se destacam por suas propriedades superparamagnéticas e biocompatibilidade. Elas são amplamente utilizadas em biomedicina (agentes de contraste e entrega de fármacos), meio ambiente (absorção de poluentes) e eletrônica.
Os gráficos incluídos na patente mostraram que os níveis de glicose no sangue caíram rapidamente após os ratos foram expostos ao sinal de radiofrequência, enquanto os níveis de insulina aumentaram. A patente também descreve experimentos envolvendo células cerebrais ligadas à recompensa e ao comportamento alimentar. Os cientistas afirmaram que a tecnologia poderia ativar remotamente neurônios específicos no mesencéfalo e no hipotálamo, áreas associadas ao apetite, à motivação e à sinalização da dopamina.
Outros experimentos com ratos testaram células-tronco modificadas com o sistema, mostrando que os pesquisadores conseguiam ativar remotamente certas funções celulares após expor os animais a ondas de radiofrequência. A patente afirma ainda que as nanopartículas poderiam ser injetadas no corpo ou geneticamente modificadas diretamente em células usando ferritina, uma proteína natural de armazenamento de ferro encontrada no organismo humano.
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Os pesquisadores também testaram a exposição repetida à radiofrequência em ratos e monitoraram as alterações na temperatura corporal para determinar se o sistema poderia ativar com segurança as células-alvo sem superaquecer o tecido circundante. Segundo a patente, o objetivo geral era criar um método não invasivo para ativar remotamente células específicas dentro do corpo para potenciais tratamentos médicos, como diabetes, distúrbios neurológicos e doenças relacionadas a hormônios.
Isso é para quem acredita que essa tecnologia de nanopartículas ativadas por ondas de rádio, e outras similares, já não estão sendo usadas nas vacinas e medicamentos sem as pessoas saberem. Como a descoberta do Prof. Pablo Campra e outros pesquisadores de óxido de grafeno e nanorrobôs nas vacinas do COVID em vacinas do Covid da Pfizer, Moderna e outras empresas farmacêuticas. Tudo para o sem bem é claro!
O verdadeiro propósito da tecnologia dessa patente está resumido nessas duas imagens:

As pro$tituta$ imundas da mídia e verificadores de fatos receberam muito dinheiro dos governos maçônicos, USAID e Bill Gates para rotular de “teóricos da conspiração” todos que denunciassem a farsa pandêmica do Covid e as vacinas tóxicas. TUDO o que eles rotularam como “conspiracionista” e “anti-ciência” durante a histeria do Covid está sendo revelado como verdade.
Durante anos chamaram de conspiração. Agora a verdade sobre a COVID está vindo à tona






































