O sistema britânico de “livre comércio” permitiu que corporações globais, incluindo as corporações chinesas que são fortemente subsidiadas pelo governo chinês, dominassem o comércio global contra os interesses das nações soberanas. Considere o Brasil. No período conhecido como “Milagre Econômico” (1968-1973) a economia brasileira cresceu a taxas médias anuais de cerca de 11%, alavancada pela industrialização e obras de infraestrutura, tornado o Brasil na oitava maior economia do mundo, ultrapassando a França e o Reino Unido em Produto Interno Bruto (PIB) em 1973.

Após a Segunda Guerra Mundial, o Brasil construiu uma base industrial sólida, desde aeronaves, automóveis e aço até máquinas, energia hidrelétrica e bens de consumo. Hoje, as exportações industriais do Brasil estão em colapso. Embora o minério de ferro, petróleo bruto, soja e milho dominem, o país se tornou um exportador de matérias-primas, um modelo colonial, não uma nação industrial. Este é o efeito pretendido da globalização do Império Britânico.

O Brasil passou por um processo de desindustrialização. Quando a China comunista ingressou na Organização Mundial do Comércio (OMC) em 11 de dezembro de 2001, o Brasil foi completamente reestruturado como exportador de commodities para a máquina industrial chinesa. Este é o sistema britânico de livre comércio em pleno vigor. E o governo comunista chinês quer destruir o que ainda restou da indústria brasileira, e está fazendo isso com ajuda do governo Lula e de seu “Partido dos Trabalhadores”.

A indústria automotiva brasileira é um dos pilares da economia nacional, respondendo por cerca de 5% do PIB total e 20% do PIB industrial, além de gerar mais de 1,3 milhão de empregos diretos e indiretos.  O Brasil figura entre os dez maiores produtores mundiais de veículos, com uma capacidade instalada de aproximadamente 4,5 milhões de unidades por ano distribuídas em cerca de 65 fábricas em 11 estados.

São 1,3 milhões de brasileiros que colocam comida em casa por causa da indústria automotiva. Isto é 20% do PIB industrial do nosso país. E isto foi construído ao longo de 70 anos no país, desde a instalação da Volkswagen em São Bernardo. Só que agora esta cadeia inteira está sendo desmontada pela China, um país que sequer vendia carros no Brasil em 2019.

E esse desmantelamento da indústria automotiva brasileira, que deixará muitos brasileiros desempregados, está sendo feito com a total ajuda do golpista Lula, o amigão da ditadura chinesa. A participação das marcas chinesas cresceu exponencialmente, passando de menos de 1% em 2019 para cerca de 10% do mercado em janeiro de 2026. Repetindo, tudo que levou 70 anos para ser construído pode levar apenas 5 anos para ser destruído.

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A indústria automotiva brasileira em 2026 vive uma fase de transformação, marcada pela forte ascensão dos carros elétricos ocupando cerca de 15% do mercado, e pelo protagonismo de montadoras chinesas, como a Build Your Dreams (BYD), que ameaçam a liderança tradicional. Só para você ter uma ideia, a montadora alemã Volkswagen passou a ser ameaçada pelos carros chineses que não existiam nas ruas do Brasil em 2022. A BYD quer dominar o mercado automotivo mundial com um eletrodoméstico barato e fortemente subsidiado pelo Estado chinês.

A Volkswagen anunciou um corte de 50.000 postos de trabalho na Alemanha até 2030, devido a concorrência dos carros chineses subsidiados que inundaram a Europa. A Stellantis, formada em 2021 pela fusão da Fiat Chrysler (FCA) com a Peugeot Citroën (PSA), que detém 14 marcas, incluindo Fiat, Jeep, Peugeot, Citroën, RAM, Abarth, Alfa Romeo, Chrysler, Dodge, DS, Lancia, Maserati, Opel e Vauxhall, teve o primeiro prejuízo da sua história, 26 bilhões de dólares, devido aos carros chineses elétricos.

Enquanto isso, a Fiat, que liderou as vendas totais no Brasil em 2025, já foi ultrapassada no varejo pela BYD em novembro. E se e quando a indústria brasileira morrer de vez e neste ritmo ela vai morrer, o que você acha que vai acontecer? Muito simples, o preço do carro chinês vai simplesmente disparar pois é sempre assim que acontece quando acaba a concorrência.

O preço sempre sobe. Duvida? Então, pergunta para quem tentou comprar aço barato nos últimos 5 anos ou pergunta para quem tentou montar uma fábrica de painéis solares aqui no Brasil, ou melhor, pergunta para o setor têxtil que foi atingido nos anos 2000 pelos mesmos chineses.

A China destruirá em 5 anos toda indústria automotiva brasileira que levou 70 anos para ser construída. 1

O jogo é sempre o mesmo. Baixa o preço agora, quebra a concorrência local e depois cobra o que quiser do consumidor, que ficou sem nenhuma alternativa. Mas isso, infelizmente, pouco importa para o brasileiro médio que é muito estúpido. Afinal de contas, o brasileiro médio quer apenas carro barato agora, certo? Bom, seja como for, eu acho que podemos dizer que a BYD não é apenas uma montadora de carros, ela é um instrumento, ela é um plano.

O Partido Comunista Chinês (PCC) quer dominar o mundo com carros elétricos e ele está conseguindo. O único mercado onde a BYD não conseguiu ainda se estabelecer e dominar foi nos Estados Unidos, mas com Donald Trump na presidência, isso não irá acontece.

A BYD não venceu a Volkswagen, a Fiat e outras empresas automotivas porque fabrica um carro muito melhor. Nada disso. Ela venceu porque recebeu bilhões em subsídios e ajuda do governo chinês. A BYD venceu porque contou com a ajuda do PCC para acabar com a indústria automobilística do Ocidente. E tudo isso aconteceu bem diante dos olhos de todo mundo e ninguém fez nada por anos e anos a fio.

Lembrado que TODAS as empresas chineses que exportam carros e outros produtos industrializados para os países ocidentais são subsidiadas pelo governo chinês, o que faz delas PROPIEDADE do PCC. A ditadura chinesa injetou bilhões de dólares na BYD para invadir outros países com carros baratos subsidiados visando DESTRUIR sua indústria automotiva.

Os lucros da BYD estão no vermelho mas isso não importa para o PCC pois seu único propósito é o destruir TODAS as marcas de automóveis ocidentais. A China não é “parceira comercial” de ninguém. O PCC é um parasita que pretende destruir as indústrias dos países exportando produtos chineses baratos subsidiados para dominar o mercado. O único que entendeu esse golpe e resolveu revidar foi Donald Trump que impôs altas tarifas aos produtos chineses. Da mesma forma que o Brasil, os EUA foram desindustrializados através da farsa do “livre comércio” da City de Londres, que beneficiou principalmente as multinacionais ocidentais que abriram fábricas na China.

E a BYD e outras marcas de carros elétricos chineses são controladas pelo PCC. Um relatório divulgado pelo Congresso dos Estados Unidos em 26 de fevereiro denunciou que a China montou bases militares secretas no Brasil e outros países latino americanos. No Brasil, a base fica na Bahia, o mesmo estado onde está a “fábrica” de carros elétricos da BYD. As fábricas e sedes de empresas chineses no exterior servem de fachada para infiltração do PCC.

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A ditadura chinesa morre de rir dos hipócritas países “democráticos” ocidentais, pois é fácil para os chineses comprarem de baciada os corruptos “representantes do povo”, através de suborno. E esses políticos pro$tituta$, ligados à Maçonaria, criam leis que beneficiam as empresas chinesas e facilitam a infiltração comunista. Afinal, são os maçons a serviço dos banqueiros da City de Londres que empurram o comunismo por todos os países do mundo. A criação da China comunista e do Partido Comunista Chinês contou com o financiamento dos oligarcas globalistas Rockefeller e Rothschild.

A Mercedes achou que a elegância dos seus carros alemães era um escudo contra tudo e contra todos. Eles estavam errados. O governo comunista chinês planejou e definiu 20 anos atrás que iria dominar o mundo com carros elétricos “Made in China”. Existem outras indústrias brasileiras que estão no caminho de destruição pelos chineses nos próximos anos. Será que o brasileiro está apenas comprando um “carro elétrico barato chinês” ou está financiando o fim de uma indústria que emprega 1,3 milhão de brasileiros?

Os carros elétricos da BYD estão espionando e transmitindo dados de volta para a China?

Carros elétricos usados ​​”zero quilômetro” da China estão invadindo o Brasil.

China em chamas: Carros elétricos explodem como bombas em ruas e estacionamentos.

A China está abandonando milhares de carros elétricos em campos por todo o país

O governo chinês fornece grandes subsídios as montadoras chinesas para exportar o máximo de veículos elétricos, com a intenção de invadir os países ocidentais com VEs mais baratos do que a concorrência, e dominar o mercado. Esse esquema predatório é feito com todos os produtos exportados “Made in China”. Cerca de 400 empresas chinesas de veículos elétricos faliram entre 2018 e 2025, deixando os clientes na mão, mas isso não é nenhuma surpresa quando você considera os subsídios.

Todos os fabricates chineses de VEs foram criados rapidamente para se beneficiar de generosos subsídios estatais, e a maioria deles com expertise automotiva mínima. A explosão de startups de veículos elétricos na China foi impulsionada por subsídios generosos, isenções fiscais e fácil acesso a licenças de produção local entre 2015 e 2019. De acordo com a Agência Internacional de Energia (AIE), isso levou a um mercado superlotado de mais de 500 empresas, muitos sem tecnologia essencial, cadeias de suprimentos ou escala.

O mercado automobilístico chinês está em colapso. Uma guerra de preços já dura anos. Agora está explodindo. O que aconteceu? A BYD cortou drasticamente os preços. Em até 34% em 22 modelos. Os competidores tiveram que seguir. O resultado? Os preços das ações estão caindo, junto com os lucros.

4 Problemas que desestabilizam o mercado chinês

O mercado automobilístico chinês enfrenta quatro grandes problemas:

1. Excesso de capacidade

A indústria automobilística da China pode fabricar quase o dobro de carros do que vende. As fábricas operam com apenas 49,5% da capacidade. Existem 3,5 milhões de carros não vendidos em estoque. Aqueles que querem manter as linhas de produção funcionando, cortam os preços. Um ciclo vicioso.

2. Corte de custos desesperado

Os fabricantes devem reduzir os preços. Ao mesmo tempo, eles precisam proteger suas margens de lucro finas. Então eles cortaram custos em todos os lugares. O perigo disso é que peças mais baratas podem danificar a segurança. A imagem “Made in China” pode sofrer.

3. Fornecedores sob pressão

A BYD levou em média 275 dias para pagar seus fornecedores em 2023. Os fornecedores tornam-se efetivamente bancos. De acordo com a GMT Research, a dívida real da BYD é de cerca de €39 bilhões. Oficialmente, eles relatam apenas €3,3 bilhões. A diferença vem dos atrasos nos pagamentos aos fornecedores.

4. “Carros usados com quilometragem zero”

As montadoras vendem veículos novos para empresas financeiras ou revendedores para atingir metas de vendas. Esses carros aparecem então como “carros usados” com zero milhas e descontos de até 40%. Isso faz com que os números de vendas pareçam melhores do que são e atrapalha os preços.

O que estamos vendo na China não é concorrência normal. É uma disputa predatória encabeçada pela BYD, que é controlada pelo PCC. Das cerca de 170 marcas de automóveis chinesas, apenas 5 a 7 sobreviverão. A BYD conseguirá sobreviver sem os bilhões em subsídios do governo chinês devido a sua enorme dívida?

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Após uma ascensão meteórica que viu a BYD superar a Tesla como a maior vendedora mundial de veículos elétricos, a gigante automobilística chinesa está enfrentando um choque de realidade. O que antes era celebrado como uma ascensão imparável agora está se revelando uma construção frágil de magia financeira, manipulação da cadeia de suprimentos e forte intervenção estatal. Desenvolvimentos em 2025 revelaram as vulnerabilidades por trás do sucesso da BYD, desde a desaceleração das vendas e queda nos lucros até repressões regulatórias que ameaçam as mesmas táticas que a BYD usou para impulsionar seu crescimento.

Enquanto a BYD e a Tesla trocaram a liderança pelas vendas globais de veículos elétricos em 2024 – a BYD transferiu cerca de 1,76 milhão de unidades para 1,77 milhão da Tesla – os fundamentos da expansão da BYD parecem cada vez mais instáveis. Este mergulho profundo atualizado desvenda como o maior fabricante de veículos elétricos do mundo construiu seu império com base em práticas insustentáveis, e como essas práticas estão agora a alcançar a empresa chinesa.

O iceberg da dívida. Uma das revelações mais alarmantes sobre a BYD é seu verdadeiro peso da dívida, que, segundo analistas, excede em muito os números do balanço oficial da empresa. A consultoria de contabilidade GMT Research – conhecida por descobrir o escândalo Evergrande – estimou que a dívida líquida real da BYD era de cerca de 323 bilhões de yuans (cerca de US$ 44 bilhões) em meados de 2024. A Evergrande era a maior empresa imobiliária chinesa e faliu em 2021 com uma dívida de 300 bilhões de yuans, dívida menor que a BYD.

Já pensou a BYD e outras montadoras chinesas falirem por causa de dívidas, depois de terem destruído o setor automotivo brasileiro e deixando muitas pessoas desempregadas? O que acontece quando as baterias derem problema? Quem fará a reposição de peças ou manutenção desses carros? Qual será o prejuízo dos milhares de trouxas que compraram os carros elétricos da BYD e similares acreditando na propaganda chinesa e dos petistas corruptos? Lembre-se, quem compra carros e outros produtos chineses está FINANCIANDO UMA DITADURA COMUNISTA BRUTAL.

BYD vai quebrar? A verdade sobre a dívida de $323 bilhões que a China esconde

Será que a BYD vai quebrar em 2026? Neste documentário exclusivo do Drive RPM, mergulhamos fundo nos bastidores da maior montadora de carros elétricos do mundo para revelar o que os grandes portais de notícias não estão contando. Enquanto a China projeta uma imagem de dominância absoluta, relatórios financeiros da GMT Research apontam para uma dívida oculta de 323 bilhões de yuans que pode implodir a indústria.

Analisamos como a BYD utiliza sua cadeia de suprimentos como um banco sem juros, a polêmica dos “carros fantasmas” em cemitérios de elétricos e por que o governo da China está sendo obrigado a rever os subsídios que sustentam esse império. Além disso, mostramos por que a Tesla de Elon Musk adotou uma estratégia genial para lucrar com a própria expansão chinesa. Se você investe em ações da BYD, possui um carro elétrico ou quer entender se a BYD vai quebrar como a Evergrande, este vídeo é obrigatório.

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Renato Cunha
O blog Stylo Urbano foi criado pelo estilista Renato Cunha para apresentar aos leitores o que existe de mais interessante no mundo da moda, artes, design, sustentabilidade, inovação, tecnologia, arquitetura, decoração e comportamento.

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