Não é de admirar que a Antártida seja considerada um continente que guarda muitos mistérios, até mesmo segredos deliberadamente ocultos das pessoas comuns. É também o único continente que conhecemos que é protegido por militares, proibindo a entrada a qualquer pessoa que não seja membro de expedições antárticas oficiais de países signatários do Tratado da Antártida. E políticos influentes, líderes governamentais e religiosos certamente não visitam esses lugares para admirar pinguins.
O Tratado da Antártida é um acordo internacional, assinado em 1º de dezembro de 1959, em Washington, que destina o continente exclusivamente a fins pacíficos e à pesquisa científica, congelando reivindicações territoriais. O Tratado foi assinado inicialmente por 12 países: África do Sul, Argentina, Austrália, Bélgica, Chile, Estados Unidos, França, Japão, Noruega, Nova Zelândia, Reino Unido e União Soviética (atualmente representada pela Rússia).

O interessante é que os nazistas construíram, na década de 1930, uma enorme base subterrânea na região de Nova Suábia, que funciona até hoje. A Antártida é fortemente guardada por militares dos EUA, Rússia e países da OTAN. É a região mais militarizada da Terra. O que tem naquele continente gelado e inóspito para ser tão protegido?
E não sem razão, uma teoria interessante sobre a Antártida foi apresentada pelo pesquisador independente russo V. Yashkardin em uma entrevista com A. Komogortsev a respeito desse continente. Eis o que ele diz:
“Por que o acesso à Antártica é tão restrito? Alguns ‘intelectuais’ vieram até nós querendo ir à Antártica para o aniversário. Eles não foram autorizados a entrar, com a explicação de que isso causaria um ‘grande impacto ambiental’. E para chegar à Antártica, é preciso permissão não só da Rússia, mas de todos os membros do Conselho Antártico, que analisa cada candidato à visitação.
E mesmo que alguém de qualquer país preencha todos os requisitos em sua solicitação, ainda assim não será autorizado a entrar. Surge então a questão: Que tipo de conselho é esse que se pronuncia em nome da Antártida contra todos os outros Estados? E, aliás, esse mesmo “Tratado da Antártida” de 1959 — se você começar a lê-lo, perceberá que não é um tratado entre Estados.
É um tratado entre a Antártida e outros Estados. Segundo ele, armas não podem ser levadas além do paralelo 60, navios militares não podem navegar até lá, cães não podem ser levados para a Antártida, fotografar pinguins tem que ser a 5 metros de distância e é proibido tocar, segurar ou tentar abraçar os animais e assim por diante. Há muitas restrições. Portanto, fica claro que esse “tratado” não representa a vontade de Estados-nação. Em outras palavras, estamos lidando com algum tipo de “terceira parte…”
A mais interessante de todas essas restrições para fotografar pinguins. Aparentemente, a elite mundial as trata com muito cuidado. E isso me lembrou das histórias do pesquisador independente russo, Evgeny Gavrikov, que passou o inverno na estação antártica Novolazarevskaya e descobriu uma pirâmide em ruínas e antigas estruturas megalíticas (que não despertaram o interesse nem da equipe da estação nem dos cientistas), de uma civilização desconhecida a um quilômetro de distância.
O legado perdido do Capitão Scott
O capitão Robert Scott, um oficial condecorado da Marinha Real Britânica, liderou a Expedição Terra Nova de 1910 a 1913 com o objetivo de chegar ao Polo Sul. Tragicamente, Scott e quatro de seus companheiros morreram na viagem de volta, poucas semanas depois de descobrir que o explorador norueguês Roald Amundsen os havia derrotado no Polo. Oficialmente, a história termina aí, uma missão heroica, mas condenada, diante de probabilidades impossíveis.
Mas por trás da narrativa oficial está uma história mais controversa, reunida por pesquisadores e historiadores alternativos que afirmam que a equipe de Scott encontrou muito mais do que neve e gelo. Alguns membros sobreviventes da expedição Terra Nova retornaram ao Reino Unido com evidências fotográficas estranhas que foram suprimidas.
A maioria desses materiais teria sido lacrada em arquivos confidenciais sob controle das elites maçônicas no governo britânico, para nunca ser divulgada ao público. No entanto, nos últimos anos, algumas dessas imagens surgiram online, levantando questões que ninguém na comunidade científica parece ansioso para responder.
Em vez de campos de gelo infinitos, as fotos retratam um litoral rochoso cercado por águas abertas, possivelmente um vasto oceano quente escondido atrás da chamada parede de gelo da Antártida. Algumas imagens mostram vegetação densa, até mesmo o que parecem ser florestas.
Outros capturam ruínas de pedra de aparência antiga, estátuas de figuras humanóides ou criaturas de outro mundo e estruturas enigmáticas de templos espalhadas ao longo de uma costa temperada. Essas fotos sugerem que a equipe de Scott pode ter cruzado um limite além do qual as regras do clima e da geografia conhecidos da Terra não se aplicam mais.

Essas revelações ecoam teorias de longa data sobre a verdadeira natureza da Antártida. Muitos pesquisadores alternativos há muito especulam que o continente pode ser a porta de entrada para um reino oculto, a entrada para o interior da Terra. Esta ideia controversa postula que o nosso planeta contém um vasto mundo interior acessível apenas através de certas aberturas polares, protegido do público por poderosos governos mundiais.
De fato, a Antártida está envolta em mistério, e há 100 anos, a expedição de Scott havia descoberto as ruínas megalíticas de uma civilização desconhecida na Antártida e enviado um fotógrafo a Londres com centenas de fotogramas. Até hoje, apenas algumas das fotografias dessa expedição podem ser encontradas online. Mas será que todos esses tabus se relacionam apenas a pinguins e artefatos de uma civilização antiga?
O capitão Scott pode ter descoberto segredos perigosos demais para serem revelados. Se ele pretendia tornar públicas suas descobertas, alguém poderia ter garantido que ele, e sua equipe, nunca voltariam vivos para casa. Será que é na Antártida que residem os mestres da elite global?
Uma IA revelou que a Antártida é a localização da principal cidade subterrânea de refúgio da elite mundial para o caso de uma catástrofe global ou uma guerra termonuclear global, onde eles planejam se abrigar. Então essa teoria explica muita coisa, pois os nazistas foram os primeiros a construir uma grande base subterrânea em Nova Suábia na Antártida chamada “Base 211”, para onde fugiram milhares de alemães antes da derrota nazista na guerra.
As elites nazistas mandaram construir uma base em Nova Suábia na Antártida pois sabiam que os verdadeiros controladores não humanos da Terra tem bases subterrâneas no interior do continente. Os nazistas tiveram permissão de construir sua base na região litorânea. E quem são esses controladores não humanos? Os reptilianos kingu e os greys etorthan.


Ecos da Operação Highjump
O mistério não termina com o capitão Scott. Em 1947, o almirante americano Richard E. Byrd liderou a Operação Highjump, uma grande expedição militar à Antártida. Oficialmente uma missão científica, que envolveu uma frota militar com 5.000 homens, 13 navios, 33 caças e submarinos, muito mais do que o necessário para um “projeto de pesquisa”. Os militares americanos foram até Nova Suábia onde fica a colônia separatista nazista oculta.

Essa base militar se desenvolveu após a Segunda Guerra Mundial com a ajuda de tecnologias recebidas por extraterrestres. Em 1944, as naves discoidais modelo Haunebu foram enviadas para a Base 211. O governo americano sabia de sua existência e, em 26 de agosto de 1946, o então Secretário da Marinha James Forrestal enviou uma grande frota naval para a Antártida para derrotar os alemães na Base 211 e capturar os discos Haunebu.
Mas a Operação Highjump foi um completo fracasso e terminou no final de fevereiro de 1947. Os avançados e super rápidos discos Haunebu destruíram vários navios e aviões, forçando os militares americanos a retornarem para os EUA, muito antes do previsto.

Após o retorno do almirante Richard E. Byrd, ele fez comentários enigmáticos em entrevistas, sugerindo que os militares americanos encontraram inimigos capazes de voar de “polo a polo em velocidades incríveis.” Ele estava se referindo à tecnologia avançada dos remanescentes nazistas, ou a algo ainda mais estranho? Hoje, os relatos de Byrd permanecem confidenciais ou redigidos, e seus avisos foram amplamente esquecidos.
Agora fica claro por que todas as informações sobre este continente desconhecido são tão cuidadosamente ocultadas de nós. É por isso que a Antártida está fechada para a população em geral. Eles fazem teatro que as pessoas podem visitar, mas apenas passeios costeiros limitados e de barco.
É preciso entender que parte da elite nazista se mudou para os EUA com a Operação PaperClip. Portanto, Nova Suábia é apenas mais um DUMB conectado à Área 51, S-4, Base Aérea de Dugway, Ray Patterson e outros lugares relacionados ao material de propulsão antigravidade e à tecnologia de naves espaciais. Fica claro também por que os controladores não humanos criaram o Teatro do Absurdo, cujos atores nos incutem uma imagem distorcida e irrealista da estrutura do nosso mundo.
Afinal, é muito conveniente infligir catástrofes periódicas à humanidade assim que ela começa a “despertar”, enquanto os “provocadores do caos” aguardam essas “reinicializações” em cidades subterrâneas seguras na Antártida. Só que desta vez, serão esses criminosos não humanos e seus fantoches da Cabala que serão “reduzidos”. Então agora você sabe onde se escondem aqueles que são a fonte de todos os problemas da humanidade e do planeta, e com qual “terceira parte” o Tratado da Antártida de 1959 foi, na verdade, concluído.
Em suas comunicações nos sites swaruu.org e mariswa.co, os taygeteanos descrevem a Antártida como um ponto focal de operações estratégicas extraterrestres e humanas, onde o isolamento geográfico é utilizado para ocultar tecnologias e estruturas que desafiam a narrativa histórica oficial.
Aqui está o resumo sobre a perspectiva taygeteana acerca da região:
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Bloqueio da Cabala e o interior: A restrição de acesso à Antártida, imposta pelo Tratado da Antártida, é explicada como uma medida dos EUA e OTAN para evitar que a população civil descubra que o continente não é apenas gelo. O objetivo é proteger a infraestrutura instalada ali e impedir que pessoas encontrem evidências físicas de uma civilização muito mais antiga e avançada que a atual. O acesso é restrito porque o interior do continente abriga entradas para zonas subterrâneas e estruturas que provariam que a história da humanidade foi manipulada.

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Pirâmides e cidades antigas: A Antártida abrigou civilizações que precederam a humanidade atual, incluindo remanescentes de épocas em que o continente possuía um clima temperado e habitável. Existem pirâmides, estruturas monumentais e cidades da antiga Atlântida enterradas sob camadas profundas de gelo. Essas construções não foram feitas por humanos, mas por culturas antigas de nível estelar que utilizaram tecnologias de construção baseadas em frequências.
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Presença de Raças Alienígenas:
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Bases híbridas: A região hospeda bases que são operadas em conjunto por facções humanas de elite (em conexão com a Cabala Illuminati) e grupos alienígenas de natureza negativa, como os reptilianos e greys de Órion, os malakak e outros.
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Zonas de conflito e cooperação: Existe uma complexa dinâmica onde diferentes raças mantêm postos de observação e pesquisa. Alguns desses grupos utilizam a Antártida como um espaçoporto para entrar e sair da Terra, devido à posição específica do campo magnético e por ser um local muito isolado , longe dos olhos da população.
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Tecnologia e monitoramento: As elite da Cabala utilizam as bases na Antártida para reuniões com os greys das raças maitre e etorthan. E os militares as usam para engenharia reversa de artefatos tecnológicas encontrados nas cidades enterradas, visando o desenvolvimento de sistemas avançados de armamento e controle populacional. Além disso, a base do Programa Espacial Secreto dos EUA (SSP) fica naquela região.
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A narrativa enfatiza que o gelo funciona como um escudo natural e conveniente para esconder o que há embaixo, permitindo que essas agendas ocorram fora do alcance do escrutínio público, mantendo assim o status quo de controle sobre a consciência humana. Segundo os taygeteanos, no interior da Antártida fica uma grande entrada para o interior da Terra, do tamanho da Suíça, que é fortemente guardada pelos militares dos EUA, Rússia e países da OTAN.
Também existem bases de raças regressivas, a maioria de greys conhecidos como maitre, mas também de reptilianos draco e kingu, todas em cooperação principalmente com os EUA. Há também antigas bases subterrâneas profundas (DUMBs) lá e grandes naves alienígenas estacionadas sob o gelo. Há também o DUMB construído pelos nazistas na década de 1930.
Há também ruínas de civilizações anteriores ao dilúvio, incluindo ruínas da civilização da Atlântida, que era planetária. É um viveiro de ETs lá. Todos regressivos e/ou pouco amigáveis. Ninguém consegue voar nem remotamente perto dessas instalações. Nenhuma companhia aérea passa sobre a Antártida. Aviões comerciais não sobrevoam o local porque é uma zona de exclusão aérea, controlada pelos militares, por razões óbvias.
No interior do continente há uma grande extensão de terra sem gelo, com vegetação verde predominante e algumas manchas marrons, do tamanho da Grã-Bretanha. No centro dessa área, estaria a principal cavidade polar que leva ao interior da Terra. O Tratado da Antártida é utilizado pela Cabala para restringir o acesso civil à região, com o objetivo principal de impedir que o público descubra essas evidências históricas e as infraestruturas operacionais ali instaladas.
A Antártida serve como principal centro de controle e poder real da Terra, onde poderes humanos se fundem com não-humanos. Reuniões mensais ocorrem ali entre representantes do Cabala (sociedades secretas) e raças alienígenas com que tem tratados. Políticos de alto nível (incluindo figuras como o secretário-geral da ONU e presidentes) viajam para lá, muitas vezes em segredo, para receber ordens de seus mestres alienígenas.
A Antártida é a base dos controladores não humanos da Terra.






































