Dizem que a história sempre foi contada pelos vencedores, mas a versão deles nem sempre foi verdadeira. Vários eventos e personagens que estão nos livros de história e que são ensinados nas escolas e universidade foram inventados por grupo de pessoas que não buscavam o nosso bem-estar, mas o controle da sociedade.

Os jesuítas fundaram escolas, faculdades e seminários por vários países e são reconhecidos mundialmente pela excelência em educação. Eles são os Illuminati originais e os engenheiros sociais da Nova Ordem Mundial, e se você quer controlar a percepção das massas, precisa controlar a educação, e é isso que fizeram os jesuítas, eles escreveram a história segundo os interesses do Império Romano, ou seja, do Vaticano.

“Nada neste mundo funciona da maneira que você pensa. Os bancos não emprestam dinheiro, os governos não têm o poder de protegê-lo, a polícia não está lá para servi-lo, as instituições de ensino superior, faculdades e institutos educacionais, não estão lá para educá-lo. Toda a superestrutura da civilização no mundo ocidental é uma combinação de esquemas brilhantemente elaborados e planejados, bem estruturados, para direcionar as mentes das pessoas de forma a servir seus mestres.”

Jordan Maxwell, Matrix do Poder: Segredos do Controle Mundial

Era uma vez, antes do ano de 1066, o povo da Inglaterra detinha o título alodial (terras possuídas livremente, sem obrigação de servir a qualquer senhor). Nem mesmo o rei podia tomar posse da terra sem efetuar um pagamento. Em 1066, Guilherme, o Conquistador (nascido c. 1027-1028), Duque da Normandia, invadiu a Inglaterra e derrotou Haroldo II na Batalha de Hastings em 14 de outubro de 1066.

Coroado no Natal de 1066, consolidou o poder normando, introduziu o feudalismo e construiu a Torre de Londres. Guilherme assumiu o título de rei e reivindicou a posse de todas as terras em seu próprio nome. O povo aceitou que o rei era dono de TODAS as terras e que se tornaram seus servos.

Isso continuou até a ascensão do rei João ao trono em 1199, após a morte de seu irmão Ricardo. Entretanto, o Papa, autodenominando-se “Vigário de Cristo”, reivindicou todas as terras do mundo conhecido para o Vaticano. O Vaticano também considerava seus paroquianos meros servos e, portanto, quando morriam, seus bens passavam para a Igreja.

O auto intitulado “Vigário de Cristo” e “dono de todas as almas e terras do mundo”, o Pontifex Maximus de Roma, o Papa.

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Isso gerou conflito entre o rei e a igreja sobre a posse das terras. Duzentos anos depois, o rei João devia dinheiro ao Vaticano. Portanto, o Vaticano reivindicou a posse prioritária de toda a Inglaterra. Para tentar impedir isso, o Rei invocou a Lei de Mortmain, “a mão do morto”, de modo que as pessoas não podiam transferir suas terras para a igreja ou qualquer outra pessoa sem a permissão do Rei.

Em 1208, o Vaticano respondeu colocando a Inglaterra sob bloqueio papal e o rei foi excomungado. O rei João foi humilhado e sofreu na tentativa de recuperar seu prestígio. Ele se prostrou perante o Papa, oferecendo-lhe os reinos da Inglaterra e da Irlanda, e jurou submissão e lealdade ao Vaticano.

Este foi o Tratado de 3 de outubro de 1213, pelo qual o Rei João entregou seus reinos ao Papa, e como “Vigário de Cristo”, o Papa reivindicou a posse de tudo e de todos na Terra, conforme sua crença. Em que parte da Bíblia Jesus deu a algum homem esse tipo de poder sobre todos os homens e toda a terra? Ele não deu. Ele não criou uma religião nem o cargo de Papa.

Os barões da Inglaterra não aceitaram o acordo feito entre o Papa e o Rei João, forçando-o a assinar a Magna Carta. A Magna Carta, que significa “A Grande Carta”, estabeleceu o princípio de que todos estão sujeitos à lei, inclusive o rei, e garante os direitos individuais, o direito à justiça e o direito a um julgamento justo.

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O Papa Inocêncio III, no entanto, declarou a Magna Carta como: “…ilegal e injusta…”. O Papa argumentou que, como o Tratado de 1213 foi firmado apenas entre o Rei e o Vaticano, os Barões não tiveram participação e, portanto, a Magna Carta foi anulada. Os Barões coagiram o rei a assinar sob pressão, o que também tornaria a carta nula. Tudo corria bem até a década de 1770 e a Revolução Americana. As pessoas que lutaram na Revolução Americana desconheciam que o Tratado de 1213 anulava a Magna Carta.

Tanto a Corte quanto o Juiz estão trabalhando sob a Lei de Oleron, que é controlada pela Regra e Código da Coroa Templária comandada no topo pelos Cavaleiros de Malta desde a destruição da Ordem dos Cavaleiros Templários no século XIV. Foi a Magna Carta de 1215 que entregou o Reino do Monarca da Inglaterra aos Cavaleiros Templários, pois a Magna Carta foi uma quebra de contrato entre o Papa (Pontifex Maximus) e o Rei João.

Desde 1215, a Grã-Bretanha sempre esteve sob a Coroa, o que não tem nada a ver com os monarcas britânicos desde então. O atual rei Carlos III é um membro da Coroa, mas não seu líder! Este é o verdadeiro poder do mundo trabalhando ainda hoje sob o Papa. Quando os Cavaleiros Templários foram destruídos no século XIV, os Cavaleiros de Malta os substituíram pelo poder do Papa e passaram a controlar tudo desde então, e tornaram a City de Londres sua fortaleza.

Os Tribunais Comerciais trabalham no sistema do Almirantado Marítimo que é conhecido hoje como Lei de Oleron, ou a Lei do Alto Mar. Este Mar é visto como o Mar das Almas e no Mundo oculto isso representa o poder da Deusa da Lua Ísis que controla as marés e por que todos os navios têm nomes femininos. A Lei de Oleron é baseada na Lei Canônica do VATICANO.

Os “Pais Fundadores” dos Estados Unidos eram advogados e homens com formação profissional e deviam saber que ainda estavam sob o controle do Papa de Roma. Eles queriam a paz, então, nos termos do Tratado de Paris de 1783, concordaram em pagar royalties à Inglaterra, por meio da Companhia da Virgínia, cujos estatutos regiam a colonização da América no início do século XVII e cujos acionistas incluíam a City de Londres e o Vaticano.

A City de Londres também é conhecida como “The Crown” (A Coroa). Isso não deve ser confundido com o rei ou a família real, embora eles estejam entre seus acionistas. As terras da Coroa em toda a Commonwealth pertencem à Coroa e não aos governos. A Coroa opera em todo o mundo e diz-se estar associada aos seguintes grupos:

  • Comitê dos 300
  • Grupo Bilderberg
  • Comissão Trilateral
  • Instituto Real de Assuntos Internacionais, mais conhecido como Chatham House
  • Seu ramo americano, o Conselho de Relações Exteriores (CFR)
  • Clube de Roma

A City de Londres é o coração financeiro de Londres (e do mundo) e está centrada nas Cortes dos Cavaleiros Templários. A partir daqui, eles regulamentam as leis e o sistema bancário desde 1066, visando seu próprio lucro. Os Templários foram os primeiros a emitir papel-moeda e cheques.

As empresas que operam nesta região incluem:

  • Os Rothschilds
  • O Banco Central da Inglaterra (controlado pelos Rothschilds)
  • Todos os principais bancos britânicos têm suas sedes aqui.
  • 385 bancos estrangeiros
  • 70 bancos dos Estados Unidos
  • Bolsa de Valores de Londres
  • Lloyd’s de Londres
  • A Bolsa do Báltico (contratos de transporte marítimo)
  • Fleet Street (jornais e editoras)
  • Bolsa de Metais de Londres
  • A Bolsa de Mercadorias de Londres (negociação de borracha, lã, açúcar e café)

Você pode imaginar que o soberano do Reino Unido poderia, se assim desejasse, ir a qualquer lugar do país que quisesse. Mas isso não é verdade, pois nem mesmo a atual monarca, o rei Carlos III, pode entrar na City de Londres sem a permissão expressa do Lord Mayor (Senhor Prefeito). A Coroa e a monarquia britânica são duas entidades diferentes, a Coroa é na verdade uma empresa privada, opera fora dos domínios do sistema jurídico britânico e controla a região central de Londres.

A City de Londres é frequentemente chamada de milha quadrada. Atualmente é reconhecida como a capital financeira do mundo e é a milha quadrada mais rica do planeta. Com sua própria bandeira independente, leis e legislações, e sua própria força policial privada, A Coroa é uma autoridade em si, é um órgão autônomo, portanto, nenhum governo ou agência governamental detém jurisdição sobre A Coroa ou o centro de Londres.

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O City de Londres não é oficialmente reconhecida como parte da Grã-Bretanha. É, em vez disso, um Estado-nação independente que opera na Grã-Bretanha. Tornou-se um estado soberano em 1694, quando o rei Guilherme III de Orange privatizou e entregou o Banco da Inglaterra às fraternidades bancárias.

Para entender melhor esse conceito, é essencial entender que o império britânico foi dividido em duas facções interligadas. Um sendo o Reino da Commonwealth, que é dirigido pelo Rei ou Rainha como chefe de Estado, para o qual nomeia um Primeiro-Ministro, e o outro sendo o Território da coroa que é dirigido pelo Lord Mayor em nome da Crown Corporation de Londres.

A City de Londres (uma entidade jurídica separada da própria Londres) é o centro nevrálgico das finanças mundiais, com o Banco da Inglaterra e os paraísos fiscais offshore da Commonwealth direcionando trilhões de dólares em lavagem de dinheiro do narcotráfico e tráfico humano, financiamento do terrorismo e outras práticas corruptas em escala global.

A soberania da City, que transcende qualquer jurisdição nacional, foi consagrada na “Magna Carta” oligárquica de 1214, que estabeleceu o centro financeiro como uma corporação supranacional capaz de administrar sua própria força policial e sistema judiciário… o que continua a ser mantido 800 anos depois.

Durante os 183 anos entre 1763 e 1946, período em que a supremacia unipolar britânica exerceu a maior influência direta sobre o mundo, as nações se viram ainda mais empobrecidas, menos capazes de adquirir meios de produção industrial e mais envolvidas em guerras internas e com seus vizinhos, por meio de táticas de dividir para conquistar. Com a transformação desse império em uma “relação especial” anglo-americana após 1945, essa tendência só se agravou.

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Posteriormente, quando o monarca britânico deseja entrar na City de Londres, ele é obrigada a pedir permissão ao Lord Mayor, da mesma forma, o Lord Mayor tem que pedir permissão ao monarca para entrar na Grande Londres. Este processo cerimonial acontece no Temple Bar, que é simbolicamente reconhecido como o portão da cidade.

A City de Londres é literalmente controlada por uma corporação offshore. Este modelo tem sido usado para controlar grande parte do mundo de forma oculta pelo império britânico. Não há dúvida de que o papel da monarquia e da Coroa andam de mãos dadas. A Commonwealth controla países como o Canadá, Austrália, Nova Zelândia e outros, expandindo o poder do império britânico, através das forças armadas e da expansão do seu sistema jurídico em todo o mundo.

Enquanto isso, a Coroa parece possuir pequenas ilhas como Gibraltar, Jersey e Cayman, frequentemente reivindicadas como Territórios da Coroa e usadas para operações bancárias offshore para as fraternidades bancárias e famílias da elite britânica, incluindo a monarquia. Por trás da monarquia, existe uma corporação invisível que expande seu poder e influência pelo mundo sob o disfarce da Coroa.

À medida que a monarquia expande seu império, a Coroa expande o comércio nos bastidores. E quem controla secretamente a City de Londres é a Soberana Ordem Militar de Malta, uma poderosa ordem religiosa da Igreja Católica Romana. Como diz o ditado: “Todos os caminhos levam a Roma”.

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Uma das Cortes Templárias é chamada de Temple Bar e controla o sistema jurídico/judicial dos países ocidentais. Aqui, todas as associações de advogados do mundo estão diretamente ligadas à International Bar Association (IBA) e às Inns of Court.

Sempre que você ouve alguém se referir à Associação de Advogados ou a “ser admitido à Ordem dos Advogados”, essa pessoa está falando sobre se alinhar a esse sistema britânico/maçônico que nada tem a ver com a soberania de um país ou com os direitos constitucionais de seu povo, mas sim com as leis que beneficiam essa organização.

É na City de Londres, a sede da Maçonaria Britânica, supervisionada pela Monarquia Britânica, que a Maçonaria Mundial é governada. Isso inclui a Ordem Maçônica do Grande Oriente e o Rito Escocês. A Inns of Court é um grupo de quatro instituições de considerável antiguidade que historicamente foram responsáveis ​​pelo ensino jurídico. Seus respectivos órgãos dirigentes, os bancos, exercem o direito exclusivo de admitir pessoas para a prática jurídica por meio de uma convocação formal para a Ordem dos Advogados.

São elas: Inner Temple e Middle Temple (ambos localizados na área conhecida como The Temple), Lincoln’s Inn e Gray’s Inn — todos localizados nas proximidades das Royal Courts of Justice, na divisa entre a City de Londres e Westminster. A City de Londres exportou seu corrupto sistema jurídico/judicial para os tribunais civis dos países ocidentais e funciona como a maior lavanderia do dinheiro sujo de cartéis de drogas e outros esquemas criminosos.

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É por isso que nos tribunais americanos, a bandeira dos EUA tem uma franja dourada, denotando o domínio internacional. Em 1933, a franja dourada, que significa lei marítima ou lei do almirantado, foi adicionada à bandeira americana. De acordo com a lei marítima/almirantado, é a bandeira do navio que tem a franja dourada que determina o tipo de lei seguida. A história começa com a compreensão da diferença entre a lei da terra e a lei do mar.

A lei da terra (direito civil): A lei da terra é para as pessoas que vivem na terra; portanto, as leis diferem de terra para terra, de país para país, dependendo da cultura e dos costumes das pessoas que vivem na terra.

O Direito do Mar (Direito Marítimo/Administrativo): O direito do comércio; do sistema bancário e monetário utilizado em todo o mundo. O Direito Marítimo, Administrativo, Comercial, Bancário ou Monetário é a jurisdição dos tribunais e dos casos relativos a navios e à navegação nos mares. A Cabala Bancária criou um esquema para trazer o Direito Marítimo/Administrativo (o direito do mar) para terra firme, a fim de lucrar com o povo.

O sistema de Leis do Almirantado (lei comercial ou lei do mar) foi secretamente estabelecido pelo Vaticano por meio da Maçonaria do Rito Escocês e dos Cavaleiros de Malta. O sistema de Leis do Almirantado é um sistema projetado para impor uma série de bulas papais (decretos do Papa de Roma).

Hoje, em todos os tribunais americanos, você verá uma bandeira marítima/almirantado com franjas douradas, simbolizando que todos os tribunais estão agindo sob a lei jurídica marítima/almirantado. Cada sala de tribunal é configurada como um navio. Depois de passar pelo portão, você entra no navio, que opera sob a lei jurídica marítima/almirantado. O juiz senta-se no bench (palavra latina para banco).

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Os bancos ficam em ambos os lados do rio e ajudam a direcionar o fluxo da corrente/mar (a moeda, o fluxo de caixa). São esses fundos contidos no seu TRUST que o Magistrado, o Escrivão, o Juiz, os promotores e a polícia querem explorar, com estatutos, portarias, violações e mandatos. Não importa o resultado do seu processo judicial, os advogados, funcionários e juízes são pagos pela sua conta fictícia do Espantalho, que é uma corporação, cujo nome está todo em maiúsculo.

A lei marítima transformou o cidadão comum em uma corporação fictícia e uma embarcação do mar. Sob a lei marítima, você deixa de ser o cidadão comum conhecido como Smith Jones. Uma vez sujeito à lei marítima, você se torna o Sr. (como em Capitão de um navio) SMITH JONES em letras maiúsculas, o que o transforma em uma corporação fictícia que negocia com o Império Romano.

Sob essa lei marítima, você deixa de ser tratado como um ser humano da terra e passa a estar sujeito à LEI DO MAR, e as leis tradicionais associadas a navios de carga e outras embarcações marítimas são impostas a você. Você perde o direito de ser regido pelas leis da terra, pois é considerado o Capitão de um navio no mar. É um golpe absurdo mas é a realidade.

Uma vez que o nascimento de uma criança é registrada no cartório de registro civil, seu nome e sobrenome na certidão de nascimento são colocados em maiúsculo e lhe é  atribuído um número de registro de empresa, negociado na bolsa de valores (controlada pelos jesuítas). A criança se torna uma entidade corporativa, um Espantalho. Dessa forma a criança se torna PROPRIEDADE do governo corporativo.

A ficção jurídica é uma construção no papel, um patrimônio fiduciário. Quando você recebe uma conta ou intimação do tribunal, ela está sempre em letras maiúsculas, semelhante às lápides nos cemitérios. Letras maiúsculas significam morte. Eles estão escrevendo para os mortos da ficção jurídica. Uma ficção jurídica foi criada quando alguém informou ao governo que havia uma nova “embarcação” na cidade, com base no seu nascimento. Vivemos no mundo dos mortos!

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Certidões de Nascimento:

Uma Certidão de Assentamento, também conhecida como Certidão de Nascimento desde 1837, é um documento oficial emitido para pessoas pobres (indigentes) devidamente registradas, concedendo-lhes certos direitos básicos e acesso a benefícios em troca do reconhecimento de sua condição de “propriedade” e escravos legais, também conhecidos como servos contratados e servos por dívida. Um “assentamento”, portanto, equivale a uma plantação de ESCRAVOS VOLUNTÁRIA.

Origem das Certidões de Assentamento (nascimento):

Sob o reinado de Henrique VIII da Inglaterra e seus conselheiros venezianos/húngaros, as primeiras leis de assistência aos pobres foram promulgadas por volta de 1535, coincidindo com o primeiro decreto que exigia o registro uniforme de nascimentos, óbitos e casamentos por todas as paróquias da Igreja da Inglaterra. Os pobres eram considerados responsabilidade da “Igreja”, incluindo garantir que tivessem trabalho suficiente e não morressem de fome, pois eram considerados, por padrão, PROPRIEDADE DA IGREJA.

O direito jurídico marítimo/almirantado é ensinado e aplicado pela BAR Association (British Accredited Registrar). Todo advogado e juiz tem que passar no exame da BAR. Não lhes é ensinada a Constituição ORGÂNICA ORIGINAL de 1787 (Direito constitucional – o direito do país). Essas Leis do Almirantado Marítimo têm jurisdição apenas sobre o “Espantalho” (entidade morta), não sobre o homem ou mulher vivo na terra.

Todos os estados, condados, cidades, tribunais distritais, departamentos de polícia/xerife, cadeias de condado e penitenciárias estaduais presentes no território dos Estados Unidos são corporações privadas estrangeiras, o que significa que estão nisso para ganhar dinheiro. Então… como é que a quadrilha bancária lucra com você?

Cidades-Estados que governam o mundo

Outra característica marcante das cortes dos templários é a Agulha de Cleópatra. Este obelisco foi transplantado do Egito durante o reinado da Rainha Vitória e erguido às margens do Rio Tâmisa. A City de Londres é considerada uma cidade-estado. É como um país privado dentro de um país. Roma tem o Vaticano e Washington tem o Distrito de Columbia.

Essas três cidades formam as três cidades-estado da Coroa e cada uma possui um obelisco para simbolizar sua lealdade entre si e às suas filosofias ocultas. Essas três cidades-estado governam o mundo. Elas têm suas próprias bandeiras, criam suas próprias leis e possuem suas próprias forças policiais. Mais de 80% da riqueza mundial está contida nessas três cidades.

No centro de cada cidade-estado, há um grande obelisco em formato fálico. A bandeira do Distrito de Columbia, em Washington, tem 3 estrelas vermelhas que indicam DC, Cidade do Vaticano e Cidade de Londres.

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  • Vaticano (o poder religioso) – Entidade soberana em Roma, ela exerce influência sobre a bússola moral, doutrinária e cultural do mundo. Além da religião, é guardião de arquivos antigos, conhecimento esotérico e redes diplomáticas centenárias que alcançam a formulação de políticas e a educação globais.
  • City de Londres (o poder financeiro) – Uma milha quadrada independente dentro de Londres, opera sob suas próprias leis e governa o coração das finanças globais. Aqui, são geridos os sistemas bancários centrais, os mercados de dívida internacionais e os contratos legais que vinculam as nações. Os mercados modernos de derivativos, os empréstimos condicionais do FMI e a aplicação de políticas do Banco Mundial remontam a este lugar.
  • Washington D.C. (o poder militar) – Um distrito federal fora da jurisdição de qualquer estado, abriga o Pentágono e todo o espectro de agências militares e de inteligência dos EUA. A partir daqui, são coordenadas alianças militares globais, operações secretas e redes de vigilância.

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Cada um desses polos se conecta diretamente à moderna rede burocrática e corporativa. A fórmula de sustentação é a união das Finanças + Fé + Força = Uma arquitetura auto-reforçada de autoridade global.

Finanças (City of London) >> Banco de Compensações Internacionais, Federal Reserve, cartéis de Wall Street, agências globais de classificação de crédito e lavagem de dinheiro dos cartéis de drogas e tráfico humano.

Fé/Doutrina (Vaticano) >> Agências das Nações Unidas ligadas à política humanitária, redes globais de ONGs e sistemas educacionais que moldam narrativas sociais.

Força (Washington DC) >> Estruturas de comando da OTAN, fornecedores de defesa, parcerias de inteligência e o aparato de segurança interna.

Por que os EUA têm tantas bases militares ao redor do mundo? Porque é a arma usada pela City de Londres/Vaticano para ameaçar todas as nações.

O Vaticano é o último remanescente do Império Romano. A riqueza do Vaticano foi acumulada ao longo dos séculos através da tributação das indulgências, alguns papas até venderam bilhetes para o céu. A influência do Vaticano e da Igreja Católica é imensa, maior do que qualquer exército, tirano ou governo. Eles também são a maior potência financeira da Terra.

A riqueza do Vaticano inclui investimentos com os Rothschilds na Grã-Bretanha, França, EUA, Brasil e também com corporações de petróleo e armas. Os banqueiros Rothschild receberam o título de “Guardiões dos Tesouros do Vaticano” controlam o Banco da Inglaterra e o Federal Reserve Bank dos EUA. O dinheiro possuído pelo Vaticano é maior do que bancos, corporações ou mesmo alguns governos.

O Tratado de 1213 - O poder do Vaticano e das três Cidades-Estado que controlam o mundo. 13Os obeliscos são torres em forma fálica que simbolizam a fertilidade. A base do obelisco é um círculo em forma de roda solar, simbolizando a vagina e o caminho óctuplo para a Iluminação. Juntos, representam a união sexual entre o masculino e o feminino, em homenagem ao deus egípcio Amon ou Amon-Rá.

Então, por que o Vaticano usaria um obelisco egípcio, um monumento fálico, como seu símbolo? A resposta está na veneração do Vaticano a Maria, a mãe de Cristo. O poder por trás disso é oculto, originando-se dos deuses egípcios Osíris – o deus Sol, Ísis – a mãe universal e Hórus – a criança divina.

Na teologia católica e ortodoxa, Maria é considerada a Mãe de Deus (Theotokos), título oficial definido no Concílio de Éfeso (431 d.C.). Esse dogma não significa que ela criou Deus, mas que gerou Jesus, que é simultaneamente humano e divino (a segunda pessoa da Trindade). Em nenhum lugar da Bíblia, Maria, a mãe de Jesus, é representada como algo diferente de uma jovem escolhida por Deus para gerar Seu Filho.

O Vaticano tem como objetivo o poder e o dinheiro, e “estes são a raiz de todos os males”. Eles usam a religião para controlar e se alimentar das massas. O ARTIGO 3 do Tratado Secreto de Verona, firmado em 22 de novembro de 1822 entre o Vaticano e diversas nações europeias, incluindo Áustria, França, Prússia e Rússia, afirma que “os princípios da religião contribuem poderosamente para manter as nações no estado de obediência passiva que devem aos seus governantes”.

Essas três cidades-estado exercem uma enorme influência nos assuntos globais, e seu deus é Mamon, o deus do dinheiro. Elas não honram Jesus, nem o seu legado. “Eles me honram com os lábios, mas o seu coração está longe de mim.”  Isaías 29:13

Para validar a influência e a posse de Washington D.C. tanto pelo Reino Unido quanto pelo Vaticano, o obelisco e a cúpula do Capitólio são cópias dos que existem no Vaticano e City de Londres. O Papa se autodenominar “Vigário de Cristo” não é bíblico. O contrato entre o Rei João e o Papa, de 800 anos atrás, fez com que os Estados Unidos pagassem royalties à Coroa Britânica e ao Vaticano.

Os fundamentos ocultos dos governos e por que sua liberdade é apenas uma ficção. 

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Renato Cunha
O blog Stylo Urbano foi criado pelo estilista Renato Cunha para apresentar aos leitores o que existe de mais interessante no mundo da moda, artes, design, sustentabilidade, inovação, tecnologia, arquitetura, decoração e comportamento.

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