A realeza da antiguidade inventou e promoveu religiões com o objetivo de controlar as massas. Os membros da elite eram os únicos alfabetizados e que possuíam cultura e liberdade de expressão. Promover a religião para fins de controle social era o dever e a responsabilidade das elites no poder. Eles sabiam que não haviam “deuses”, pois eles mesmos os haviam criado. O principal controle que buscavam preservar era a escravidão das massas. Alguns imperadores exigiram ser adorados como deuses.

Arquivos familiares complexos da realeza registravam dogmas em constante evolução. Escritores posteriores tiveram acesso a registros anteriores para suas criações. Ao longo dos séculos, as famílias aristocratas, através de sociedades secretas, guardaram cuidadosamente sua grande farsa e enriqueceram explorando a ingenuidade e crendice das massas. Todos os líderes religiosos eram intimamente ligados à realeza e às casas reais, bem como os “historiadores”.

Ninguém tinha permissão para escrever para o público, exceto os membros da realeza e seus parentes próximos. Isso porque era perigoso para a realeza permitir a liberdade de expressão ao povo comum. Se o cidadão comum tivesse permissão para falar livremente com as massas e estas, de alguma forma, descobrissem ou deduzissem a situação, isso ameaçaria todo o sistema vigente, que vigorava há milhares de anos. As sociedades secretas usaram uma ampla variedade de métodos e meios para controlar e manipular as massas.

As famílias da realeza mantiveram seus próprios registros ou arquivos privados sobre a verdade por trás de todas as obras que cada ramo familiar específico havia escrito para consumo público. Eles se referem a esses registros de diversas maneiras, e fica evidente que escritores posteriores utilizaram registros de seus próprios arquivos familiares para criar suas obras posteriores.

As três religiões abraâmicas são na verdade o culto a Saturno (Sol Negro) que é representando por um Cubo Preto. O sacerdotes do culto de Aton (Sol Negro/Saturno) criaram o judaísmo, cristianismo e islamismo.

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Por que Saturno é o verdadeiro Deus do judaísmo e do cristianismo | Jordan Maxwell

Por que Saturno é o deus oculto por trás do judaísmo e do cristianismo? Nesta palestra reveladora, Jordan Maxwell descobre a antiga adoração a Saturno que moldou a religião, o sábado, a Estrela de Davi e até mesmo os símbolos que vemos na fé moderna. Do “Senhor dos Anéis” ao Tetragrama, descubra a conexão de Saturno na Bíblia, no Judaísmo, no Cristianismo, nas sociedades secretas e na verdadeira história da religião.

As elites foram capazes de fazer essas coisas por causa do sistema preexistente de controle sobre as massas, que chamamos de “ambiente fechado”, mas que também é conhecido como ambiente “controlado”. O que, em termos simples, significa que SOMENTE os membros da realeza podiam escrever obras para consumo público, e mesmo assim, apenas com a permissão e aprovação de um conselho real.

NÃO havia pessoas comuns com a capacidade de se comunicar com as massas em geral. Não havia liberdade de expressão. Tudo o que foi escrito para as massas foi cuidadosamente concebido, criado, aprovado de cima para baixo pela realeza e tinha motivações por trás de sua escrita. Criar um religião servia para estender o poder e controle das elites sobre as massas a outros países conquistados e para conquistar mais facilmente outros países.

As elites usam suas religiões falsas para reprimir a revolta das massa e torná-los complacentes e o mais “satisfeitos” possível com sua situação, chegando ao ponto de lhes oferecer uma “vida após a morte” e uma “recompensa” no céu. Elas precisavam tornar seus próprios soldados mais fortes, leais e corajosos, para não ter medo de morrer em batalha. As famílias da realeza JAMAIS poderiam deixar as massas saberem que eles fabricaram essa grande mentira.

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A religião foi o primeiro sistema de crenças criada para manipular emocionalmente as pessoas comuns e manter o controle. E os sacerdotes do culto serviam para “legitimar” o poder da realeza para governar as massas. Eles inventaram que os monarcas foram “ungidos” por deus ou deuses para governar o povo. Todas as religiões trabalham contra as pessoas, não dizem a verdade, e isso também vale para os personagens religiosos inventados que eles usam.

As religiões vendem espiritualidade “empacotada” para consumo das massas. É um tipo de espiritualidade processada como numa fábrica e com embalagens coloridas como Doritos. É isso que as massas compram e consomem, criando apegos ou melhor “muletas espirituais”. É um sistema de crenças implementado através do uso do medo e controle da percepção das pessoas.

Todas as religiões são controladas pela Cabala Illuminati a partir do topo. Todos os líderes cristãos, muçulmanos, judeus, etc.. são todos satanistas/luciferianos enganando a todos nós. O Deus deles é o dinheiro e poder!

O véu do esquecimento e o controle das religiões dogmáticas

O véu do esquecimento é o mesmo mecanismo que apaga os sonhos quando você acorda. Você não tem memórias ativas de vidas passadas porque elas não foram traduzidas do astral para o seu corpo físico. É o mesmo com os sonhos. Você não se lembra deles por que são experiências de outras realidades e precisam ser processadas ativamente pelo cérebro físico para que sejam memórias já no físico.

O cérebro é um tradutor. Se você não processar as memórias, elas serão perdidas, mas somente quando você estiver fisicamente consciente. É para isso que serve o corpo, pois sem ele, você é astral. Você precisa de alguma forma conter um conjunto de ideias que formam memórias no cérebro físico que, por sua vez, determinarão o Ego e o Eu de uma pessoa.

A baixa frequência da Matrix 3D gera uma lama psíquica que dá a ilusão de separação de todo o resto. O que está em planos de existência mais energéticos e sutis não é compatível com o denso mundo físico da 3D, por isso não há conexão com as frequências mentais. A memória não está no cérebro, ela está no campo etérico. Portanto, essas frequências são muito sutis para serem decodificadas pelo cérebro.

Para lembrar de uma vida passada ou do sonho da noite passada, você deve, de alguma forma, mantê-lo tempo suficiente para que essa frequência sutil imprima uma reação no cérebro que possa trazê-lo ao mundo físico como uma memória. O cérebro traduz o que está no campo etérico e o traz para o mundo físico. Não produz memórias. Ele só os captura no mundo físico.

Uma alma é apenas um conjunto de ideias que definem o que é “aquela pessoa” e de onde para onde. O que torna o conceito de Eu, de EGO, de “alma”, completamente dependente de um enquadramento temporal, e de um conjunto de ideias que o definem. O que também significa que deve ter um quadro definido de aparente limitação (porque são apenas mais ideias).

E essa aparente limitação só pode ocorrer com uma ideia de ser finito como o Ego, como o Eu. E isso anda diretamente de mãos dadas com o véu do esquecimento por que se nos lembrássemos de tudo, lembraríamos que somos tudo, portanto não seríamos mais uma pessoa, uma alma… Seríamos a Fonte original. Qual o propósito de ter uma experiência física na 5D ou 3D se a pessoa se lembra de tudo e sabe de tudo?

Então, se você quer ser uma pessoa, você tem que estar dentro de um quadro de esquecimento que defina uma limitação. Isto é para lhe dar uma sensação de total clareza de que você é alguma coisa e não o resto. Muito definição de estar dentro da dualidade. Mas por si só deve-se levar em conta que a dualidade como tal, “algo e não o outro, outra coisa” ocorre até a integração total do todo, da própria Fonte, que por incluir tudo, tudo faz parte do mesmo e não há dualidade.

Assim, o véu do esquecimento, a sensação da passagem do tempo e a ideia de finitude são partes indissociáveis ​​do conceito que define uma alma. Tudo o que está fora da Terra está na densidade superior 5D. Existe um véu de esquecimento em outras densidades, sempre existirá até a integração com o todo, com a Fonte original. Sempre haverá um véu de esquecimento de uma forma ou de outra enquanto a dualidade existir.

Mesmo ao desencarnar, ao morrer, a mente, a consciência se expande, mas mesmo aí ainda há um véu de esquecimento. Porque você só entra em um ponto de maior expansão, mas não até a Fonte porque fica a sensação, a ideia de ser “algo” (alma em qualquer caso) e não o todo. Digamos que uma pessoa, enquanto viva, teve uma consciência-memória de 42 a 52, e ao desencarnar ela irá para o entre-vidas e terá uma consciência-memória de 2026 a 2982 mas ainda haverá limitação.

Mas comparada com a fraca consciência de memória de 42 a 52 quando estava viva, a expansão é incrível. Mas o véu limitador do esquecimento ainda está lá. As raças que vivem em outros planetas na 5D se lembram de algumas de suas vidas passadas, diferente dos humanos da Terra 3D. Não existe religião ou conceito de “Deus” ou “Deuses” na 5D. Eles sabem que são almas imortais experimentando o mundo físico e que todas as almas são fractais da Fonte Original.

As raças estelares avançadas da 5D sabem que a única coisa que existe é o mundo astral e o mundo material é uma manifestação do astral. Tudo o que existe no mundo material é composto por energia, frequência e vibração. O forte véu do esquecimento na Terra é causado pela Lua, que transmite frequências magnéticas destrutivas que limitam o alcance da percepção da população na superfície do planeta.

A Lua é responsável pela imersão toroidal total em que a Terra está localizada. Portanto, quem controla esta frequência controla todo o planeta e tudo o que nele existe.

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É completamente natural que todo ser vivo queira maximizar sua existência, portanto, a morte é o maior medo de todos. Pessoas encarnadas na Terra normalmente não se lembram de suas vidas passadas devido ao forte véu do esquecimento, assim como a ideia de que você só vive uma vez. Mas esse véu de esquecimento gera outra série de problemas, pois o indivíduo se sente desamparado e diminuído, sentindo-se constantemente isolado das forças de integração da Fonte.

O indivíduo pode facilmente cair numa forma de pensar puramente materialista, determinista e vitimista, fazendo com que este indivíduo, ou indivíduos, caiam na conclusão profundamente triste de que tudo o que são, incluindo a sua consciência, a consciência da sua própria existência e tudo o que os define como indivíduos, é apenas o resultado de danças e impulsos químicos elétricos em um cérebro biológico e material.

Isso faz com que esses indivíduos encarnados na Terra sejam facilmente vítimas de todos os tipos de entidades oportunistas, de corpo vivo ou astrais, que desejam controlar a percepção dos seres encarnados para coletar sua energia vital e a criação de sua realidade e capacidades de manifestação. Essas entidades podem ser entendidas ou vistas como as elites aristocratas, governos e sociedades secretas que desejam controlar a população, ou como resultado de agendas mais sombrias e obscuras vindas de entidades astrais inferiores, ou uma mistura de ambas, onde essas entidades trabalham por meio das elites no poder que governam a população a ser explorada.

De qualquer forma, aqueles que têm poder sobre um grande grupo da população humana conseguiram criar estratégias manipuladoras para controlar a população, e uma das mais fortes é a religião dogmática, cujos ensinamentos se adaptam à população que se pretende controlar e que as ideias básicas também evoluem ao longo do tempo.

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A religião mais recente é a ciência, cujos ensinamentos se tornaram completamente dogmáticos, dando conclusões que servem sempre aos seus senhores no poder e não aos fatos, perdendo assim a sua própria essência como mecanismo de procura da verdade. Um dos maiores mecanismos de controle populacional, além da religião, é o medo, embora eles andem de mãos dadas, é claro, pois sempre foi usado como um impedimento contra pensadores independentes e pessoas que desejam se separar do establishment, e é basicamente usado contra todos.

Isso nos leva ao establishment e suas religiões, incluindo a ciência, para condicionar a população a temer a morte. Tornou-se quase um tabu, pois ninguém quer falar sobre a morte, mesmo que, gostemos ou não, todos tenham que enfrentá-la em um momento ou outro, seja a morte de um ente querido ou tendo que enfrentar sua própria morte.  Isso contradiz as religiões, mesmo que você observe atentamente que elas falam sobre a morte como algo horrível e ao mesmo tempo dizem que você acabará na graça eterna ao lado do “Senhor”. Eu diria… bem, é terrível ou não?

Devido ao forte véu do esquecimento na Terra causado pelas baixas frequências emitidas pela Lua, as pessoas não se lembram de suas vidas passadas, o que inclui experiências de terem vivido em corpos não humanos em civilizações de outros planetas. O simples fato de você se lembrar que sua alma teve experiências em outros corpos em outros planetas eliminaria o medo da morte pois ela é uma ilusão. O corpo morre, mas a alma é eterna pois é a própria Fonte.

E é devido ao forte véu do esquecimento na Terra que as religiões dogmáticas criadas pelas elites prosperaram tanto e continuam a controlar a população há mais de 3.000 anos. Os controladores ocultos das elites humanas, que não são humanos, vivem no baixo astral 4D, e dessa forma conseguem controlar a humanidade através de sociedades secretas e religiões.

DIVIDIR PARA GOVERNAR é o seu lema e as religiões e governos servem para manter as pessoas em constante atritos e guerras entre si. No baixo astral existem as várias egrégoras demoníacas, que foram criadas pela intenção criativa de pessoas com alma, e os regressivos Kingu. Tantos os demônios como os Kingu se alimentam da baixas energias do medo e desespero geradas pelos humanos em sofrimento. Eles são parasitas sem alma que sugam a energia de seres com alma.

Os controladores ocultos da Terra, os Kingu, que vivem escondidos em cavernas subterrâneas, utilizam o forte véu do esquecimento criado pela Lua para manipular e controlar a humanidade. A Matrix 3D foi criada pela Federação Galáctica após o evento do dilúvio há 12.500 anos. Os Kingu são seres inteligentes criados pelos Reptilianos Usungal na Atlântida. Antes do dilúvio a Terra era habitada por diferentes extraterrestres que fundaram as civilizações da Lemúria e Atlântida.

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Os Kingu são mamíferos humanoides com aparência reptiliana. Eles foram criados em laboratórios da Atlântida pelos Reptilianos Usungal de Orion para serem seus servos. Diferente dos humanos da superfície, os Kingu podem viver vários séculos. A civilização da Atlântida foi fundada pelos Reptilianos de Orion e depois destruída pela grande inundação.

Os Kingu fugiram para cavernas subterrâneas na Terra e de lá vem manipulando a humanidade. A Raça Adâmica que a ciência chama de Homo Sapiens, foi criada numa fortaleza da Atlântida chamada Éden, antes do dilúvio. É daí que vem a história de Adão e Eva na Bíblia. Os Kingu conseguem se projetar astralmente de forma consciente para possuir os corpos das elites humanas que participam de rituais satânicos.

Assim eles controlam as sociedades secretas e as religiões. De seu ponto de vista, a Terra lhes pertence e os humanos não passam de gado para serem explorados. Os Kingu, através de seus fantoches humanos, ajudaram a revolução religiosa orquestrada por Akhenaton e Nefertiti, que reinaram no Egito entre 1367-1361 A.C. Foi nessa época que surgiu a primeira religião dogmática na Terra, criada por seres não humanos para controlar os humanos.

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Akhenaton e Nefertiti começaram a impor seu deus único Aton á população egípcia, que cultuavam vários “deuses”, que na verdade eram as diferentes raças estelares da Federação Galáctica que fundaram a primeira civilização humana no Egito após o dilúvio. O Deus Aton era uma divindade essencialmente isolada que só poderia ser abordada através de Akhenaton, assim, o rei também era uma divindade a ser adorada. Somente a realeza e seus parentes próximos tinham permissão para escrever obras públicas.

Akhenaton era o “senhor das estrelas”, um extraterrestre da raça Elohi ou Homo Capensis da estrela Asterope nas Plêiades. Na época de Akhenaton, o Egito ainda funcionava como espaçoporto da Federação Galáctica e existiam colônias dos Elohi no Egito e no Peru.  O nome Elohim (deuses) vem dos Elohi, embora existiam outras raças estelares na Terra que os humanos chamavam de Elohim, inclusive os Kingu.

Leia mais: A revolução de Akhenaton no Egito deu início a Cabala e as religiões.

A revolução de Akhenaton no Egito deu início a Cabala e as religiões. 2O Moisés bíblico na verdade era Akhenaton.

O povo egípcio, que reverenciava os antigos “deuses” extraterrestres, acabou expulsando Akhenaton, Nefertiti e seus milhares de seguidores atonistas do Egito. Inicialmente eles foram para o deserto do Sinai, e no Monte Horebe, Akhenaton os deixou quando subiu a montanha para se encontrar com seus comparsas, os Kingu, e assim o judaísmo nasceu. Moisés não era hebreu, mas egípcio. Na verdade era Akhenaton, que originalmente se chamava Amenhotep IV, filho de Amenhotep III. O verdadeiro Rei Salomão da Bíblia foi Amenhotep III.

Akhenaton aboliu os cultos e ídolos do politeísmo e insistiu em uma adoração puramente monoteísta. É claro que foi exatamente isso que Moisés fez. Seria o “povo escolhido” realmente os egípcios atonistas que fugiram do Egito após a expulsão de Akhenaton, escapando para salvar suas vidas enquanto os sacerdotes do antigo culto aos deuses extraterrestres purificavam todo o Egito da adoração ao deus único de Akhenaton?

O “povo de Israel” nada mais é do que o grupo de atonistas que seguiram Akhenaton em seu exílio. Eram egípcios comuns que cultuavam o deus Aton de Akhenaton e Nefertiti. Milhares de egípcios atonistas viajaram para a Itália, se misturaram com os etruscos e fundaram Roma. Roma teve Césares… e então os Césares se tornaram os Papas. Roma nunca caiu. Evoluiu. Roma/Vaticano continua a liderar o mundo como tem feito nos últimos 2500 anos.

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O próprio nome de IS-RA-EL é derivado dos deuses do antigo Egito. Israel se referia a um povo nômade que vivia em Canaã ou em suas proximidades, não a uma terra ou cidade. Várias histórias retratadas no Antigo Testamente são releituras de histórias que aconteceram na Atlântida pré-dilúvio e no Egito pós-dilúvio. Os primeiros “hebreus” foram os atonistas. O Salmo 104 da Bíblia simplesmente é uma tradução hebraica do Hino ao Sol de Akhenaton.

O “povo escolhido” de Israel nada mais era do que um grupo de egípcios atonistas que seguiram o Elohi Akhenaton no exílio, o mesmo que lhes impôs outro credo, distanciando-os da base teológica do Egito: o culto a Amon-Rá (Sol). Akhenaton criou um culto oposto a Amon-Rá, o culto a Aton (Sol Negro/Saturno). Amon-Rá (Sol) era o deus da luz e vida e Aton (Sol Negro/Saturno) era o deus das trevas e morte.

Saturno está esotericamente associado a Satanás. Saturno (Cronus) representa as limitações do mundo material, em oposição à luz divina do Sol. Em várias mitologias, Saturno foi associado a divindades antigas como Moloch e Baal, e depois se fundiu com Pan (a cabra com chifres) para influenciar a imagem moderna do Diabo.

Akhenaton/Moisés foi o guia do “povo escolhido” de Israel. Ele lhes deu os 10 mandamentos e lhes disse para ficarem longe de adorar o touro, que no Egito representa a constelação de Touro. Vacas e touros são considerados a maior divindade animal do planeta e de quase todas as culturas, se não de todas, pois é dessa constelação que vieram os “deuses” extraterrestres das Plêiades. Akhenaton/Moisés roubou a Arca da Aliança do Egito e a levou para o Sinai.

Os antigos hebreus eram bem diferentes dos judeus atuais. O judaísmo é uma religião inventada da mesma forma que o cristianismo, islamismo e outras religiões que surgiram após a rebelião atonista de Akhenaton e Nefertiti no Egito. O judaísmo evoluiu através dos séculos, absorvendo elementos e histórias de outros povos.

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Os deuses originais de Israel (El, Baal, Yahweh, Asherah)

O atonismo foi a primeira influência do judaísmo

Em 70 d.C., a religião judaica era significativamente diferente do que é hoje devido a vários eventos e desenvolvimentos importantes:

Destruição de Jerusalém e do Templo: O exército romano, liderado pelo general Tito, destruiu Jerusalém e o Templo Sagrado, o que marcou o fim do sacerdócio levítico e do sistema de sacrifício. Este evento levou a um encerramento virtual da religião judaica, embora as observâncias religiosas continuassem, ainda que de forma diminuída.

Mudança na liderança religiosa: A destruição do Templo e a subsequente diáspora levaram à ascensão do farisaísmo, que moldou o caráter do judaísmo e a vida e o pensamento dos judeus para o futuro.

Surgimento do Cristianismo: A queda de Jerusalém contribuiu para a disseminação do cristianismo, pois muitos judeus e pagãos se converteram à nova religião criada pelos generais romanos Vespasiano e Tito, e a distância entre cristãos e judeus começou a crescer.

Mudança nos Convênios: O evento marcou a transição da Antiga Aliança para a Nova, já que o evangelho agora era para os gentios sem os judeus (Novo Testamento).  Assim, a religião judaica em 70 d.C. foi caracterizada pela perda da instituição religiosa central, uma mudança na liderança religiosa e uma mudança significativa no cenário religioso devido ao surgimento do cristianismo.

A MORTE DE JUDÁ

“Jerusalém se tornou um monte de ruínas, e o monte do templo, um montículo coberto de arbustos”. Miquéias 3:12

Os hebreus de Judá que viviam no exterior (incluindo israelitas que se assimilaram como judeus) faziam a viagem todos os anos a Jerusalém, para a festa dos pães ázimos, que acontecia logo após a Páscoa.

“Ora, estavam hospedados em Jerusalém judeus tementes a Deus, vindos de todas as nações debaixo do céu .” Atos 2:5

Contudo, em 70 d.C., quando toda a nação hebraica, vinda de todos os cantos do país e do mundo, se reuniu em Jerusalém para a festa, o exército romano apareceu para arrasar Jerusalém e o Templo, e para destruir todos os hebreus. Um desastre conhecido como Apocalipse, Tribulação, Armagedom, o Fim da Era dos hebreus judaítas e dos remanescentes hebreus de Israel que se uniram sob a bandeira judaíta. Após o ano 70 d.C., Judá deixou de existir, assim como Israel deixou de existir em Samaria após 721 a.C.

Uma destruição registrada pelo historiador hebreu Flavius Josephus (Flávio Josefo) em “As Guerras dos Judeus“. Foi um Apocalipse que dizimou toda a raça hebraica, com exceção daqueles que se converteram ao cristianismo e fugiram do Reino antes do ocorrido. Em outras palavras, NÃO EXISTEM TRIBOS PERDIDAS de Israel vagando por aí. Todas estão mortas.

Flávio Josefo, também conhecido pelo seu nome hebraico Yosef ben Mattityahu, foi a principal autoridade sobre os eventos que levaram à destruição do povo hebreu, de Jerusalém e do Templo Hebraico em 70 d.C. Após a queda de Jerusalém, Yosef foi adotado pelo imperador Flávio Vespasiano e assumiu o nome romano de seu protetor, recebeu a cidadania romana e uma generosa pensão.

Roma destrói Jerusalém em 70 d.C.

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História Registrada do Apocalipse

O historiador Flávio Josefo, em “As Guerras dos Judeus”, descreve a destruição e o massacre de 70 d.C. da seguinte maneira:

“Ora, o número dos que foram levados cativos durante toda a guerra foi contabilizado em noventa e sete mil; assim como o número dos que pereceram durante todo o cerco, 1,1 milhão, a maior parte dos quais eram, de fato, da mesma nação (dos cidadãos de Jerusalém), mas não pertenciam à própria cidade; pois tinham vindo de toda a região para a festa dos pães ázimos e foram subitamente cercados por um exército, o que, a princípio, causou-lhes tamanha dificuldade, que se abateu sobre eles sobre uma pestilência devastadora e, pouco depois, uma fome tão intensa que os destruiu ainda mais repentinamente.”

“César exibiu todo tipo de espetáculos em Cesareia de Filipe. Ali, os cativos foram mortos , alguns sendo jogados às feras, e outros, em multidões, forçados a se matar uns aos outros, como se fossem inimigos.”

“ César ordenou que demolissem toda a cidade e o templo , mas que deixassem de pé o máximo possível das torres mais importantes, ou seja, Faselo, Hípico e Mariamne, e a parte da muralha que circundava a cidade a oeste. Essa muralha foi poupada para servir de acampamento para os que ali ficariam, assim como as torres, para demonstrar à posteridade que tipo de cidade era e quão bem fortificada era, tendo sido subjugada pela bravura romana; mas o restante da muralha foi tão completamente nivelado com o solo por aqueles que a escavaram até os alicerces, que nada restou que fizesse aqueles que ali chegassem acreditar que um dia fora habitada.”

Em 70 d.C., o general Tito (futuro imperador) filho do Imperador Flávio Vespasiano, liderou a conquista e destruição de Jerusalém, um evento central na Primeira Guerra Judaico-Romana (66–74 dC), resultando no saque da cidade, na destruição do Segundo Templo, marcando um ponto de virada na história judaica e romana, com monumentos como o Arco de Tito em Roma comemorando sua vitória e seus troféus.

Com o Apocalipse de 70 d.C., a maioria dos hebreus foram dizimados pelos romanos. Se ainda existem hebreus cristãos hoje em dia, eles são, atualmente, árabes vivendo na Síria, no Líbano, na Jordânia e na Palestina, mas é provável que tenham se miscigenado com outros cristãos semitas da região, portanto não são hebreus de sangue puro.

Um dos painéis do Arco de Tito em Roma retrata soldados romanos carregando tesouros capturados do Templo de Jerusalém, incluindo um grande menorá, pelas ruas de Roma. O Arco de Tito foi construído pelo Imperador Domiciano por volta de 81 d.C., após a morte de seu irmão e antecessor, o imperador Tito.

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Proselitismo e judeus convertidos

O historiador judeu Shlomo Sand descreve a origem dos judeus (e não dos hebreus) da seguinte maneira:

“Há também a questão do exílio de 70 d.C. Não houve nenhuma pesquisa aprofundada sobre esse ponto de virada na história judaica, a causa da diáspora. E por um motivo simples: os romanos nunca exilaram nenhuma nação de qualquer lugar da costa leste do Mediterrâneo …”

“Mas se não houve exílio depois de 70 d.C., de onde vieram todos os judeus que povoaram o Mediterrâneo desde a Antiguidade? A cortina de fumaça da historiografia nacional esconde uma realidade surpreendente. Desde a revolta dos Macabeus em meados do século II a.C. (em diante)… o judaísmo foi a religião que mais ativamente fez proselitismo …”

“A conversão em massa mais significativa ocorreu no século VIII, no vasto reino da Khazaria, entre os mares Negro e Cáspio. A expansão do judaísmo do Cáucaso para a atual Ucrânia criou uma multiplicidade de comunidades, muitas das quais se refugiaram na Europa Oriental após as invasões mongóis do século XIII. Lá, juntamente com os judeus das terras eslavas ao sul e do que hoje é a Alemanha moderna, eles formaram a base da cultura iídiche…”

A Khazaria ficava no território onde hoje é a Ucrânia. Este mapa mostra a extensão do Khazar Khaganate em seu auge em 800 d.C. Em certo sentido, os Khazares protegeram as terras bizantinas e árabes/persas de um influxo de nômades da Ásia. Mas eles também protegeram o Cáucaso dos invasores árabes.

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Uma pesquisa publicada em 2016 pelo geneticista Dr. Eran Elhaik, da Universidade de Sheffield, mostrou que mais de 90% dos ancestrais dos judeus asquenazes (Ashkenazi) vêm de uma antiga comunidade convertida, parcialmente de origem grega, no nordeste da Turquia.

Outra pesquisa com DNA feita por Ellen Levy-Coffman mostrou que os judeus asquenazes não são os ancestrais dos antigos hebreus bíblicos, mas os ancestrais dos Khazares, um povo antigo de provável origem centro-asiática que viveu no sul da Rússia durante os séculos VIII e XII d.C., e que se converteu ao judaísmo. Não existe DNA judaico ou raça judaica como os sionistas mentirosos querem que as pessoas acreditem. O judaísmo é uma religião inventada como todas as outras.

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Os judeus são os israelitas da Bíblia? 

Hoje, aqueles que são conhecidos como judeus são, na verdade, os asquenazes, sefarditas e samaritanos não semitas e não israelitas, que, posteriormente, se juntaram a um pequeno número de outras etnias que se converteram ao judaísmo/farisaísmo: poloneses, russos, ucranianos, alemães, etc. Estes últimos formam os judeus europeus que, juntamente com os asquenazes, constituem uma maioria em relação aos judeus samaritanos, sefarditas e africanos de pele mais escura.

Todos os grupos acima foram convertidos ao judaísmo e nenhum deles pode alegar uma falsa descendência de Abraão, Jacó ou Judá. Em outras palavras, eles não são os hebreus “escolhidos” da Bíblia com quem supostamente “Deus” firmou a Antiga Aliança e, portanto, não podem reivindicar a Palestina como sua herança abraâmica. E ressuscitar a língua hebraica, após séculos no esquecimento, para torná-la o idioma oficial do Israel moderno não mudará esses fatos.

Além disso, a palavra JUDAHITA (JUDAÍTA), e não JUDEU, está na Bíblia. A palavra JUDEU é uma tradução errônea e causa bastante confusão sobre o Livro do Apocalipse, especialmente porque os judeus NÃO são os hebreus da Bíblia pois todos os hebreus estão irremediavelmente mortos. Portanto, a Bíblia não está falando dos judeus nem do Israel moderno, mas dos hebreus judaítas da antiguidade. Os judeus de hoje NÃO são hebreus, nem eles nem seu impostor Estado de Israel são mencionados profeticamente na Bíblia.

Leia mais: Os ancestrais dos judeus Ashkenazi são os turcos da Khazaria e não os antigos hebreus bíblicos

O “Israel” bíblico existiu? O Antigo Testamento é um conto de fadas?

A história de um dos locais mais sagrados para judeus e muçulmanos foi reescrita após uma descoberta surpreendente. Moedas datadas de 17/18 d.C. foram descobertas sob o Muro das Lamentações do Monte do Templo em Jerusalem, fornecendo confirmação científica de que a construção do Muro não foi concluído durante a vida do Rei Herodes. Isso prova que o Muro, supostamente construído por Herodes, o rei judeu que aparece com destaque nos Evangelhos, foi de fato construído muito mais tarde.

As moedas confirmam um relato contemporâneo de Flávio Josefo (Flavius Josephus), um general judeu que se tornou historiador romano. Escrevendo após uma revolta hebraica contra Roma e a destruição do Templo por legionários romanos em 70 d.C., ele relatou que o trabalho no Monte do Templo havia sido concluído apenas pelo Rei Agripa II, bisneto de Herodes, duas décadas antes de todo o complexo ser destruído.

“…precisamos reconhecer que nossa compreensão como povo e como nação não tem relação com nenhum Israel histórico conhecido…Eles criaram este ‘Israel’, não como já existiu em um período anterior, mas de uma forma que fosse significativa para eles mesmos”. Thomas L. Thompson (O Passado Mítico: Arqueologia Bíblica e o Mito de Israel)

“O Egito existiu. Seus monumentos, templos, túmulos, mastabas e vastas pirâmides testemunham isso irrefutavelmente. O Panteão, o Coliseu, o Fórum e outros monumentos testemunham a existência de Roma. Os antigos fortes circulares, marcos, túmulos e círculos de pedra são prova das civilizações gaélica e celta. Na Índia, Mohanjo Daro, Harappa, Jantar e Benares revelam claramente o existência de uma civilização ariana outrora avançada. Em toda a Escandinávia se pode ver os navios vikings restaurados e incríveis alinhados astronomicamente estruturas construídas pelas raças nórdicas. Na Alemanha, enterros intrincados em montes e túmulos indicam claramente a presença dos Teutões. A Judeia não fez nenhuma descoberta em matemática ou astronomia; seus artesãos não produziram grandes esculturas, monumentos, templos, edifícios públicos ou feitos de engenharia comparáveis aos do Egito, Grécia ou Babilônia” – Ernest Busenbark (Símbolos, Sexo e as Estrelas)

“Onde então, perguntamos, os monumentos, templos, edifícios estatais, barragens, fazendas, poços e casas que indicam a existência de Israel e Judá? Eles não estão em lugar nenhum para ser encontrado. Sim, por mais estranho que possa parecer, e por mais difícil que seja aceitar mentalmente, continua sendo um fato incontestável de que NÃO existe NENHUMA EVIDÊNCIA para apoiar o legitimidade de uma nação israelita topograficamente posicionada durante os tempos conjecturado por “especialistas”. De disciplinas como arqueologia, etnologia, história e geografia, há muito pouco em termos de evidências que apoiem a existência para nações de Israel ou Judá.

Não há evidências de uma monarquia israelita unida, não há evidência de uma localização física, nos tempos antigos, da chamada Jerusalém, nem para um Templo de Jerusalém. Não há evidências de guerras para a conquista da Palestina e nenhuma evidência da existência real dos reis de Israel e Judá (Saulo, Davi, Salomão). Sim, temos a Bíblia e histórias vexatórias e espúrias de sua existência, mas tragicamente difícil como é para a maioria das pessoas compreender, histórias não são provas.

Infelizmente, dos muitos milagres mencionado na Bíblia e pelo clero, o milagre de como as pessoas passaram a acreditar em bobagens absolutas nunca foi elucidado. Em lugar nenhum na Torá (também chamada de Pentateuco, ou os primeiros cinco livros do Bíblia) há alguma menção a Jerusalém, muito menos a um templo em qualquer lugar em Jerusalém. E para um judeu, a Torá é a lei e o modelo de Deus para toda a existência pacífica da humanidade” – Stephen M. São João

“Muitos escritores desta época nem sequer tinha consciência da existência da Judéia. O historiador grego Heródoto, meticulosamente exato em sua documentação das nações e povos do mundo conhecido, refere-se apenas aos sírios da Palestina…quando ele descreve a área” – José Atwill (O Messias de César)

A adoção do nome “Israel” pelo estado sionista que foi criado na Palestina em 1948 era uma falsa pretensão transparente” – Douglas Reed (Controvérsia de Sião)

“…Não, não só não há provas de que as doze tribos de Israel já existiram, mas Heródoto, o mais preciso dos historiadores, que estava na Assíria quando Esdras floresceu, nunca menciona os israelitas…Como isso é possível?” – Helena Petrovna Blavatsky (A Doutrina Secreta, vol 3)

“Qualquer coisa como uma tribo pura de Judá deve ter desaparecido um pouco séculos antes de Cristo, o mais tardar”– Douglas Reed (Controvérsia de Sião)

TODO o monoteísmo abraâmico (judaísmo, cristianismo e islamismo) é uma invenção para controlar os corações e mentes das pessoas. As religiões sempre foram usadas por reis e sacerdotes para galvanizar seu poder e manter o controle sobre as mentes da massa de ingênuos e supersticiosos sob seu domínio. O domínio sobre as massas era o objetivo principal, e pouco mudou nesse aspecto. Os reis persas, Ciro e Dario, criaram o judaísmo na Babilônia.

Os cinco primeiros livros — Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio — compõem a Torá, a história de Israel, desde a narrativa da criação em Gênesis até a morte de Moisés. Poucos estudiosos hoje duvidam que ela tenha atingido sua forma atual no período persa (538-332 a.C.) e que seus autores constituíam a elite que controlava o Templo naquela época. Como sabemos, eram Ciro, o Grande, Dario, o Grande, e seus escribas zoroastristas que controlavam o Templo naquela época.

Os livros de Josué, Juízes, Samuel e Reis seguem, formando uma história de Israel desde a Conquista de Canaã até o Cerco de Jerusalém, c. 587 a.C. Há um amplo consenso entre os estudiosos de que estas se originaram como uma única obra (a chamada “história deuteronomista”) durante o exílio babilônico do século VI a.C. Os dois livros de Crônicas abrangem praticamente o mesmo material que o Pentateuco e a história deuteronomista e provavelmente datam do século IV a.C. Esses livros foram escritos na Babilônia por escribas zoroastrianos babilônicos.

Crônicas se relaciona com os livros de Esdras e Neemias, que provavelmente foram concluídos durante o século III a.C. O Antigo Testamento católico e ortodoxo contém de dois (Antigo Testamento católico) a quatro (ortodoxos) livros dos Macabeus, escritos nos séculos II e I a.C.

Os livros de história constituem cerca de metade do conteúdo total do Antigo Testamento. Dos restantes, os livros dos vários profetas – Isaías, Jeremias, Ezequiel, Daniel e os doze “profetas menores” – foram escritos entre os séculos VIII e VI a.C., com exceção de Jonas e Daniel, que foram escritos muito mais tarde. Os livros da “Sabedoria” e outros – Jó, Provérbios e assim por diante – datam entre o século V a.C. e o século II ou I a.C., com exceção de alguns dos Salmos.

https://www.youtube.com/watch?v=RuEmfcbGc2M

O historiador judeu Flávio Josefo se tornou um agente romano.

As informações de que dispomos sobre a sua vida provêm principalmente de sua autobiografia. Josefo, que se apresentou em grego como Iósepos (Ιώσηπος), filho de Matias, sacerdote judaico, teria nascido em Jerusalém numa família de cohanim (sacerdotes), onde teria recebido uma educação sólida na Torá. Sua mãe descendia da família real dos Asmoneus. Aos treze anos de idade, iniciou seu aprendizado sobre três das quatro seitas judaicas: saduceus, fariseus e essênios optando aos dezenove anos de idade por aderir ao farisaísmo.

Em sua obra, Josefo atribui aos zelotas, a quarta seita, a responsabilidade por ter incitado a revolta contra os romanos, que conduziu à destruição de Jerusalém e do Templo. Em 64 d.c., contando com vinte e seis anos de idade, viajou para Roma onde obteve, por intermédio de Popeia Sabina, esposa do imperador Nero, a libertação de alguns sacerdotes hebreus condenados pelo governador da Judeia, Marco Antônio Félix. Ao regressar à Judeia, Jerusalém encontrava-se à beira da revolta.

Josefo procurou dissuadir os líderes mas seus esforços foram inúteis, tendo os revoltosos tomado a Fortaleza Antônia. Josefo, com receio de ser acusado de partidário dos romanos, refugiou-se no Templo. Entretanto, após a morte de Manaém e dos principais líderes da revolta, uniu-se aos sacerdotes do Sinédrio (Sanhedrin) que, naquele momento, aguardavam a chegada das tropas de Cássio para sufocar a revolta, o que não se concretizou pela derrota destas.

O Sinédrio o enviou à Galileia. À sua chegada, relatou a Jerusalém que os galileus estavam prestes a marchar sobre Séforis, cidade leal a Roma. O Sinédrio então o designou governador militar da província, que fez fortificar. Defrontou-se com a oposição dos extremistas liderados por João de Giscala, que o acusavam de tender à contemporização. A Galileia foi governada brevemente por Josefo. Ele enfrentou as forças de Plácido, enviadas por Géstio Galo para a região.

Em 67 d.C., as tropas de Vespasiano tomaram Jotapata, e Josefo, com quarenta homens, escondeu-se em uma cisterna. Com a descoberta do esconderijo, foi-lhes proposto que se rendessem em troca das próprias vidas. Josefo teria sugerido então um método de suicídio coletivo: tirariam a sorte e matar-se-iam uns aos outros, de três em três pessoas; restaram apenas Josefo e mais um homem. Josefo convenceu este seu soldado a se entregar às forças romanas que invadiram a Galileia, em julho de 67, tornando-se prisioneiro de guerra.

Quem são os controladores ocultos das religiões e sociedades secretas? 15

Inicialmente, ele lutou contra o Império Romano durante a Primeira Guerra Judaico-Romana como general das forças judaicas na Galileia, até se render em 67 d.C. ao exército romano liderado por Vespasiano, após o cerco de Yodfat, que durou seis semanas. Josefo afirmou que as profecias messiânicas judaicas que iniciaram a Primeira Guerra Judaico-Romana faziam referência à ascensão de Vespasiano ao trono romano. Em resposta, Vespasiano decidiu mantê-lo como escravo e, presumivelmente, como intérprete. Após se tornar imperador em 69 d.C., Vespasiano concedeu a Josefo sua liberdade e o adotou, ocasião em que Josefo começou a usar o sobrenome da família do imperador, Flávio. Ele recebeu cidadania romana e uma generosa pensão.

Flávio Josefo desertou completamente para o lado romano e recebeu a cidadania romana. As tropas romanas do imperador romano, Flávio Vespasiano, eram comandadas por seu filho, Tito, ele próprio futuro imperador. Josefo tornou-se conselheiro e colaborador próximo de Tito, filho de Vespasiano, servindo como seu tradutor durante o longo cerco de Tito a Jerusalém em 70 d.C., que resultou na quase total destruição da cidade e na destruição do Segundo Templo. Josefo registrou a Grande Revolta Judaica (66-70 d.C.), incluindo o cerco de Massada. Suas obras mais importantes foram A Guerra Judaica e Antiguidades Judaicas.

A Guerra Judaica narra a revolta judaica contra a ocupação romana. Antiguidades Judaicas narra a história do mundo a partir de uma perspectiva judaica para um público ostensivamente grego e romano. Essas obras fornecem informações sobre o judaísmo do primeiro século e o contexto do cristianismo primitivo. As obras de Josefo são a principal fonte, depois da Bíblia, para a história e a antiguidade do antigo Israel, e fornecem um relato extrabíblico independente de figuras como Pôncio Pilatos, Herodes, o Grande, João Batista, Tiago, irmão de Jesus e Jesus de Nazaré.

Quem são os controladores ocultos das religiões e sociedades secretas? 16

Flávio Josefo tratou de aumentar suas rendas, obtendo permissão de Vespasiano para, através de seus agentes, adquirir, a preço vil, terras na Judeia, confiscadas dos envolvidos na revolta. As honrarias prosseguiram sob o reinado de Tito e de Domiciano. Em 71 d.c., Josefo chegou a Roma com a comitiva de Tito, como cidadão romano, passou a ser um cliente da dinastia dominante, os flavianos.

Durante sua estada em Roma, e sob patronagem flaviana, escreveu todas as suas obras conhecidas. Embora Josefo só se refira a si próprio por este nome, ele adotou o prenome Tito (Titus) e o nome Flávio (Flavius) de seus patrões. Esta prática era costumeira para todos os ‘novos’ cidadãos romanos.

Flávio Josefo criou o Novo Testamento e o novo messias cristão? 

Antes de começar… você precisa ver o contexto histórico real da época. Roma conquistou toda a área oriental do Mediterrâneo. O Egito havia caído alguns anos antes com Cleópatra. Roma não era mais uma República… Tornou-se um Império. O Império Romano era vasto… gigante e incontrolável para os recursos da época.

Os meios de comunicação romanos eram as suas estradas. Demorou semanas para enviar e receber informações. Houve revoltas em todos os extremos do Império Romano. No Norte revoltas com os gauleses, com os celtas, os normandos e com os alemães. De onde vem o nome Barbaro, que significa incivilizado, hostil, perigoso e problemático. De Bar-Bar-Bar, como os romanos ouviam suas línguas estranhas e primitivas soarem junto com o latim avançado.

Os recursos do Império estavam sendo usados ao máximo, especialmente os militares, para proteger as vastas fronteiras. E havia um problema especialmente grande no Oriente Médio. Da Líbia, passando pelo Egito, Síria, Palestina, Síria, Líbano, Turquia, onde ficava sua guarnição mais importante. Um grupo chamado Flavianos chegou ao poder em Roma. O problema que eles enfrentaram foi um movimento na área entre a Palestina e o Egito altamente ligado aos gnósticos.

Essa rebelião ocorreu porque as pessoas estavam tendo a ideia de que um messias viria para salvá-las a todas, com base na astroteologia egípcia, que por sua vez se baseava no aparecimento dos Elohim (seres de outros mundos) no Egito que haviam deixado lendas de conquista e consertado coisas em favor da população civil. Uma dessas histórias, talvez a primeira e mais antiga, é o aparecimento de Ishtar/Osíris/Hórus e mais tarde a expulsão do Egito de Ahkenaton e Nefertiti por seres estelares com grandes poderes.

Esta rebelião está documentada com precisão nos Manuscritos do Mar Morto. Diz-se que esses pergaminhos apoiam testemunhos bíblicos. Mas em si tudo é distorcido à conveniência dos poderosos e da Igreja, uma vez que o que está nos pergaminhos é um relato detalhado da luta contra Roma e da sua ocupação em território egípcio e palestiniano.

A existência dos Manuscritos do Mar Morto, entre outros documentos, e o fato de eles estarem escondidos em cavernas e em outros lugares era para protegê-los da destruição e/ou confisco pelas autoridades romanas após a destruição da biblioteca de Alexandria naquela época, apenas alguns anos antes.

Quem são os controladores ocultos das religiões e sociedades secretas? 17O imperador Tito, com a ajuda de seu antecessor Vaspasiano, montou uma enorme história tomando o que se sabia sobre as crenças da região do Egito e da Palestina, a partir de documentos confiscados da extinta biblioteca de Alexandria, para montar uma conspiração para impor ao povo a ideia de um novo Messias que os ordenou – obedecer cegamente a Roma. Desde a época de Vespasiano, uma campanha começou a impor aos súditos do Império Romano a ideia de que César era um enviado de “Deus” ou que ele era um Deus.

Em geral, o povo da Judeia não suportavam a ideia de que o imperador era uma figura divina. Eles derrubaram estátuas de imperadores e, em geral, atacaram guarnições romanas por toda a área. Em geral, toda esta área, da Turquia à Líbia, era uma zona de guerra naquela época. Eles tinham algumas pessoas para orientá-los como agitadores de massa. Essas pessoas eram chamadas na língua da época, termo usado em vários idiomas da região: Messias.

O que por si só é equivalente nos mesmos idiomas ao Kristos. Messias = Kristos. Ou Cristo. O que significa que: qualquer Messias da época era um Cristo. Portanto, refere-se a qualquer líder do movimento messiânico palestino. Este movimento rebela-se contra Roma no ano 66. O problema é que o movimento foi enorme e, em muitos casos, derrotou militarmente as atrofiadas guarnições romanas.

Então os romanos ficaram alarmados porque temiam que esse movimento se espalhasse para outras partes do Império Romano. Toda resistência a Roma deveria ser aniquilada com mão de ferro. Sempre foi a forma de proceder do Império Romano. E neste caso ainda mais. Vespasiano e seu filho Tito eram militares, com mentalidade militar e tática. Naquela época, Vespasiano e Tito eram generais romanos a serviço do Imperador Nero que os convocou para reprimir e derrotar a rebelião na Palestina-Egito.

O que eles fizeram em seguida foi enviar uma enorme força militar de cerca de 70.000 soldados para aquela área para reprimir e esmagar a rebelião. Começaram na região da Galiléia e com isso mudaram-se para o sul. Eles destruíram tudo em seu caminho. Durante as ações militares na região da Galiléia, o general Vespasiano captura um rebelde, um messias, um dos líderes do movimento chamado Yosef ben Mattityahu (Flavius Josephus), que lhe explicou muito sobre como funcionavam as crenças e tudo em torno do movimento.

Os Imperadores Flavianos Vespasiano, Tito e Domiciano 

Quem são os controladores ocultos das religiões e sociedades secretas? 18

Ele compareceu perante o General como vidente e, para ganhar reconhecimento e perdão (para se salvar), disse a Vespasiano que seria o próximo imperador romano. O próprio Josefo cometeu traição contra esse movimento porque começou a trabalhar para os romanos sob a promessa de que eles não o matariam. O império estava em apuros por tanta rebelião e tanta guerra. Em 68 d.c. o senado, ainda com algum poder, pressionou Nero, que acabou cometendo suicídio no ano seguinte.

Vespaciano se tornou imperador e Tito permaneceu como General total da área da Palestina. Tito destruiu completamente as cidades da região e apagou quaisquer documentos da época que tivessem algo remotamente a ver com a rebelião. Então Tito se tornou o grande herói de Roma. Os romanos perceberam que nunca poderiam apagar a religião em si apenas com o uso da força, eles se propuseram a formular um plano para influenciar as religiões da época, com uma ideologia que fosse conveniente aos interesses de Roma.

As religiões na Galiléia eram todas baseadas em conceitos gnósticos misturados com egípcios. Conceitos monoteístas que nasceram da influência da antiga adoração atonista (Saturno/Sol Negro) vinda de Ahkenaton e Nefertiti. O nome Religião Judaica só surge mais tarde como resultado desta campanha romana. Então, por volta do ano 69 (observe que isso é depois de Cristo no calendário), surge o cristianismo e o messias Iēsous Christos (grego) que em latim é Iesus Christus.

Os Flavianos Vespasiano e Tito ordenaram que as escrituras fossem escritas. E a forma como conseguiram escrever escritos convincentes para o povo deve-se à colaboração de Roma com vários intelectuais palestinianos que cooperaram com Roma, entre eles Josefo como o principal, que estava sob a proteção de Vespasiano e Tito, e se torna Flávio Josefo.

E para qualquer estudante da história do cristianismo, Flávio Josefo sempre associou Tito às origens do próprio cristianismo. E para os especialistas é uma das evidências mais poderosas sobre a ligação Josefo – Vespasiano – Tito e a criação do Cristianismo e do Messias Iēsous Christos.  Eles aproveitaram os movimentos existentes na Galiléia para usá-los a seu favor. Mover tudo ou transformá-lo de dentro em algo a favor de Roma.

O povo da Palestina e da Galiléia naquela época funcionava com uma constante que era o aparecimento de um messias que os salvaria da perseguição e opressão dos romanos. Vespasiano e Tito usaram este conceito e as expectativas do povo da época para lhes dar um Messias, mas que fosse a favor de Roma, com vista a controlar e suprimir as atividades subversivas dos grupos de palestinianos na área da Galileia. Vespasiano pensou: Vocês querem um Messias? Bem, nós lhe daremos Iēsous Christos, o salvador de Roma!

O personagem Iēsous Christos e o Novo Testamento foram criados pelos Flavianos e Flávio Josefo para culpar os judeus pela morte do Messias, como punição pela rebelião que os judeus formaram contra a ocupação romana na Galileia, Palestina e outros locais no Oriente Médio. Com os surgimento do cristianismo, os fiéis cristãos começaram a denegrir, perseguir e até matar os judeus. Do jeito que Roma queria!

Quem são os controladores ocultos das religiões e sociedades secretas? 19

Os Flavianos e as pessoas no poder hoje em nome dos Illuminati e dos grupos no poder não acreditam em religiões. Eles sabem que isso é para o povo ingênuo e crédulo. Os Flavianos, por exemplo… sob o programa de deificação dos Imperadores… mostram que eles se viam como divindades, como deuses. Leia mais sobre a história da criação do Messias romano nos dois posts e vídeo abaixo:

A verdade completa e revelada sobre o Natal.

Jesus, o salvador militar de Roma

Filme do livro “O Messias de César: A Conspiração Romana para Inventar Jesus”, de Joseph Atwill.

O Império Romano não desapareceu, ele se transformou na Igreja Católica Romana/Vaticano e continua a controlar o mundo. O Vaticano criou o profeta Maomé e o Islã, segundo Alberto Rivera, que foi um padre jesuíta. Segundo ele, Maomé foi manipulado pela Igreja Católica para criar o Islã e destruir os judeus e outros grupos de cristãos, e que sua primeira esposa, Khadijah bint Khuwaylid, era na verdade uma freira Católica em um mosteiro Árabe que foi dito por um bispo para se casar com ele e semear as sementes do que viria a se tornar o Islã.

O Vaticano desejava desesperadamente Jerusalém devido à sua importância religiosa, mas foi impedido pelos judeus. Outro problema eram os cristãos no Norte da África que pregavam o evangelho. O catolicismo romano estava ganhando poder, mas não tolerava oposição. De alguma forma, o Vaticano precisava criar uma arma para eliminar tanto os judeus quanto os cristãos que se recusavam a aceitar o catolicismo romano. Olhando para o Norte da África, eles viram nas multidões de árabes pobres uma fonte de mão de obra para fazer seu trabalho sujo. Roma criou o cristianismo e o islamismo!

Como o Vaticano criou o Islã segundo Alberto Rivera, ex-padre jesuíta.

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Renato Cunha
O blog Stylo Urbano foi criado pelo estilista Renato Cunha para apresentar aos leitores o que existe de mais interessante no mundo da moda, artes, design, sustentabilidade, inovação, tecnologia, arquitetura, decoração e comportamento.

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