As mesmas pro$tituta$ da grande mídia que elogiaram as prisões domiciliares em massa de 2020, as privações de liberdade pessoal e a exclusão do local de trabalho de pessoas que não queriam ser injetadas com vacinas experimentais tóxicas do Covid produzidas por empresas farmacêuticas com múltiplas condenações judiciais, ainda têm a coragem de transmitir lições de moral as pessoas. Eles não sabem o que é vergonha e não têm o menor senso de decência.

Em 2009, a Pfizer e a sua subsidiária Pharmacia & Upjohn Company Inc. concordaram em pagar US$ 2,3 bilhões para resolver a responsabilidade criminal e civil decorrente da promoção ilegal de certos produtos farmacêuticos, o maior acordo de fraude em assistência médica na história do Departamento de Justiça na época.  O acordo resolveu alegações de que a Pfizer promoveu ilegalmente quatro medicamentos prescritos para usos não aprovados (off-label) e pagou propinas aos profissionais de saúde para prescrevê-los. Os medicamentos envolvidos foram o analgésico Bextra, o antipsicótico Geodon, o antibiótico Zyvox e o antiepiléptico Lyrica.

Neste ponto, o que muitos poderiam legitimamente perguntar é como a Pfizer sobreviveu a tal multa. Por maior que esse número possa parecer, para a Pfizer ele representa apenas o giro de três semanas. A Pfizer suborna não apenas médicos, mas políticos corruptos, grupos de mídia, influenciadores na internet e “verificadores de fatos” para defenderem os interesses da empresa.

Dois estudos importantes, abrangendo 8,7 MILHÕES de pessoas, descobriram que as “vacinas” contra a COVID-19 aumentam o risco de SETE cânceres graves:

Mama: +54%
Bexiga: +62%
Pulmão: +53%
Próstata: +69%
Tireóide: +35%
Gástrico: +34%
Colorretal: +35%

A Big Pharma capturou a regulamentação de vacinas nos EUA há mais de um século. A indústria farmacêutica tem poder e influência significativos sobre governos, meios de comunicação social e universidades, moldando a regulamentação e a política de vacinas. A história da regulamentação de vacinas remonta ao século XIX, com a Lei de Controle de Produtos Biológicos de 1902 sendo um ponto de virada fundamental.

Na verdade, esta lei foi promovida pela própria indústria farmacêutica para eliminar a concorrência e aumentar a confiança do público em seus produtos. O domínio da indústria sobre o governo dos EUA foi consolidado com a Lei Nacional de Lesões por Vacinas Infantis de 1986, que concedeu um escudo de responsabilidade aos fabricantes de vacinas, e a Lei Bayh-Dole de 1980, que permitiu a privatização de patentes. Basicamente, os governos “democráticos” defendem os interesse da Big Pharma e não do povo.

A indústria farmacêutica hoje compete indiscutivelmente com a indústria de munições militares no seu domínio sobre o poder. Nenhuma outra indústria na história da humanidade conseguiu fechar as economias de 194 países para forçar a maior parte da população mundial a esperar por suas vacinas experimentais tóxicas. Em 1905, a Big Pharma recebeu o maior presente possível da Suprema Corte dos EUA.

Leia mais:

“Seguro e eficaz” não tem base científica e “tóxico e eficaz” não é um slogan de marketing atraente para as vacinas da máfia farmacêutica. 

A quarta grande mentira da vacinologia – declarar que múltiplas injeções simultâneas são seguras – é uma suposição falsa, imprudente e, por vezes, fatal, que não possui qualquer base científica legítima. 

Naquela época, o tribunal aprovou a vacinação obrigatória sob o argumento de que a saúde pública deve sempre prevalecer sobre a liberdade de consciência. O resto dos países seguiu os EUA. Aqui estamos, 123 anos depois, e as implicações dessa lei de 1902 ainda são sentidas, com a influência avassaladora dos cartéis de vacinas tóxicas que impulsionam os esforços regulatórios federais. A Big Pharma tentou arduamente interromper o fluxo de informações na internet usando ferramentas brutais de censura que rotulavam todas as dúvidas sobre vacinas como desinformação, informação errônea e informação falsa.

Esses esforços tiveram sucesso por um tempo. O público convive com as profundas feridas e o trauma duradouro do período da covid, ciente dos interesses industriais que pressionaram por políticas tirânicas que sufocaram os direitos humanos e destruíram o funcionamento social, tudo em prol de uma vacina que não só falhou, como causou sofrimento sem precedentes.  Finalmente, e após uma longa luta pela liberdade de escolha, parece que algum grau de responsabilização está chegando para uma indústria que dependeu do apoio governamental desde sua criação.

Um processo judicial na Holanda alega que Bill Gates e o CEO da Pfizer, Albert Bourla, promoveram conscientemente vacinas de mRNA que causaram o que os demandantes descrevem como o assassinato de milhões de pessoas durante a emergência global fabricada do Covid. Um juiz ordenou que Gates e Bourla testemunhassem. Analistas jurídicos dizem que se abriu uma porta que forçará a divulgação e a responsabilidade criminal pessoal.

Leia mais: Por causa de um processo judicial holandês, Bill Gates enfrenta prisão perpétua por ‘assassinar milhões’ via mRNA.

17 maneiras pelas quais as vacinas do Covid podem causar câncer, de acordo com mais de 100 estudos. 1

Nuremberg 2026 – Os mandatos do COVID violaram todos os 10 princípios do Código de Nuremberg de 1946.

A ivermectina mata parasitas em humanos e animais. Em 2015 ganhou o prêmio Nobel de medicina. Agora, muitos cientistas e oncologistas estão ligando a causa do câncer a infestações de parasitas no corpo humano, leia aqui e aqui. Porque a ivermectina e hidroxicloroquina foram tão censurados pelas “autoridades” médicas e governamentais durante a farsa pandêmica do Covid?

Simples, foi devido aos milhões em suborno oferecidos pelos lobistas da máfia farmacêutica para que políticos e médicos corruptos promovessem somente as caras e patenteadas “vacinas” experimentais do Covid que causam câncer e outras doenças.

A Pfizer omitiu do público que sua vacina “segura e eficaz” pode causar câncer aos vacinados e depois comprou a Seagen, uma pequena empresa farmacêutica que trata do “Câncer Acelerado” que a Pfizer sabia que explodiria após a vacinação em massa. A Pfizer e Israel trabalharam em vacinas digitais 7 anos antes da “pandemia”. Documentos da Pfizer confirmam que o óxido de grafeno está presente nas vacinas do COVID. O CEO da Pfizer, Albert Bourla, chamou de “criminosos” todos aqueles que são contra suas bioarmas.

Em 2022, a Pfizer pediu a um tribunal dos EUA que rejeitasse a ação de um denunciante com base no fato de que a empresa não pode ser culpada de fraude, abuso e violações de protocolo em seus ensaios clínicos da vacina COVID porque seu contrato com o governo dos EUA (Pentágono) permitiu que eles burlassem os regulamentos e leis federais que normalmente se aplicam a contratos governamentais.

Em outras palavras, “a Pfizer foi capaz de fazer declarações falsas ao governo e mentir sobre a segurança e eficácia de seu produto, por que o governo americano estava envolvido com eles!” de acordo com Robert Barnes, o principal advogado do caso. A verdade é que as bioarmas do COVID foram desenvolvidas pelo Pentágono/DARPA que deu a Pfizer, Moderna, AstraZeneca, Johnson & Johnson e outros fabricantes a licença para fabricá-las.

Devido aos termos de seu contrato militar, a Pfizer e demais fabricantes de vacinas não tinham obrigação de realizar testes clínicos válidos. Portanto, os testes foram uma farsa e uma fraude, e com esse pequeno artifício para disfarçar a farsa, um novo tratamento genético foi forçado a bilhões de pessoas.

As “vacinas” do COVID-19 aumentam o risco de câncer de mama, bexiga, pulmão, próstata, tireoide, gástrico e colorretal. Dois estudos massivos monitoraram 8,7 MILHÕES de pessoas na Itália e na Coreia do Sul, comparando vacinados e não vacinados. Não caia na propaganda mentirosa do cartel das vacinas da morte.

Nicolas Hulscher, @NicHulscher

Nosso estudo documenta a primeira evidência direta de que o código genético da “vacina” de mRNA se integra ao genoma humano. Uma jovem desenvolveu rapidamente câncer de bexiga em estágio IV após três doses da vacina de mRNA. Seu cromossomo 19 agora carrega uma sequência do gene spike não humano, uma correspondência PERFEITA de 20/20 pares de bases. Uma chance de coincidência de uma em um TRILHÃO.

Em nosso relato de caso pioneiro, revisado por pares e recém-publicado no International Journal of Innovative Research in Medical Science, descrevemos uma mulher de 31 anos, previamente saudável, que desenvolveu câncer de bexiga em estágio IV de rápida progressão em 12 meses após completar um ciclo de três doses de injeções de mRNA da Moderna. O câncer de bexiga é extremamente raro em mulheres jovens, e apresentações tão agressivas são quase inéditas.

Para investigar, realizamos um perfil multiômico abrangente, incluindo DNA tumoral circulante derivado do plasma, RNA do sangue total e proteômica de exossomos urinários. O que descobrimos foi surpreendente:

O jornalista italiano Cesare Sacchetti em sua página no Telegram e X sempre mostra reportagens das pro$tituta$ da mídia italiana sobre mortes súbitas de italianos. Segundo Sacchetti, depois de 2021, todo mundo vai morrer “sufocado” por causa de pizza, mussarela, panetone, carne e qualquer coisa menos pelas vacinas “seguras e eficazes”. Se não é a mussarela, é o panetone. Sacchetti disse que os familiares dessas pessoas falecidas deveriam processar as pro$tituta$ da mídia por essas histórias ridículas de acobertamento das vacinas tóxicas da Big Pharma e Bill Gates.

ESTUDO DE ÚLTIMA HORA: Vacinação infantil aumenta risco de morte em até 112% em comparação com não vacinados. Os registos de óbitos do Departamento de Saúde da Louisiana revelam que as crianças vacinadas aos 2 meses têm muito mais probabilidades de morrer no mês seguinte do que as crianças não vacinadas.

Um novo estudo dos Drs. Karl Jablonowski e Brian Hooker da Children’s Health Defense intitulado, “Aumento da mortalidade associada à vacinação de bebês de 2 meses“, analisou dados vinculados de imunização e registro de óbitos do Departamento de Saúde da Louisiana para avaliar se as vacinações infantis de rotina de 2 meses (administradas aos 60–90 dias de vida) estão associadas à mortalidade no mês subsequente (90–120 dias).

Leia mais: Estudo abrangente: Não há NENHUMA criança Amish sofrendo de câncer, diabetes ou autismo. Os especialistas testemunharam o quão saudáveis as crianças Amish são em comparação com as crianças americanas vacinadas.

Utilizando registos a nível individual de 1.225 crianças que morreram posteriormente antes dos três anos de idade, os investigadores compararam as crianças vacinadas na janela de 2 meses com as não vacinadas durante o mesmo período, mantendo constante a idade à morte. Bebês vacinados aos 2 meses apresentaram probabilidades consistentemente mais elevadas de morte no mês seguinte, com aumentos de risco estatisticamente significativos abrangendo vacinas individuais, exposição cumulativa, sexo, raça e produtos combinados.

O mais alarmante é que as crianças que receberam todas as seis vacinas recomendadas para 2 meses tiveram 68% mais chances de morte em geral (OU = 1,68; p = 0,0043), com o risco aumentando para +68% em bebês negros e +112% em bebês do sexo feminino (OU = 2,12; p = 0,0083).

17 maneiras pelas quais as vacinas do Covid podem causar câncer, de acordo com mais de 100 estudos. 9

17 maneiras pelas quais as injeções de mRNA podem causar câncer, de acordo com mais de 100 estudos.

Por Nicolas Hulscher, MPH

Uma revisão bibliográfica abrangente de Mathilde Debord, intitulada “Vacinas de mRNA contra COVID-19 podem induzir câncer de 17 maneiras distintas, de acordo com mais de 100 estudos“, acaba de ser publicada no Le Point Critique. Baseando-se em mais de 100 estudos revisados ​​por pares, a revisão descreve 17 mecanismos biológicos distintos pelos quais as injeções podem iniciar, acelerar ou reativar processos malignos.

17 maneiras pelas quais as vacinas do Covid podem causar câncer, de acordo com mais de 100 estudos. 2

Segue abaixo um resumo dos 17 mecanismos identificados (as referências que sustentam essas afirmações podem ser encontradas no artigo):

1. Instabilidade Genômica

O mRNA pode ser retrotranscrito e integrado ao DNA do hospedeiro, desencadeando mutações que iniciam o câncer.

2. Escape imunológico

A proteína spike se liga e inibe genes supressores de tumor como p53 e BRCA1, protegendo as células cancerígenas da destruição pelo sistema imunológico.

3. Mecanismo de Reparo de DNA Comprometido

A proteína spike interfere com enzimas essenciais de reparo do DNA, aumentando o risco de mutações descontroladas.

4. Inflamação Crônica

Nanopartículas lipídicas e proteína spike causam inflamação prolongada, um fator conhecido no desenvolvimento do câncer.

5. Desregulação do Sistema Imunológico

A supressão das células T e do interferon tipo I enfraquece a vigilância do câncer e promove a evasão imunológica.

6. Interrupção do RNA

A otimização de códons interrompe as redes de microRNA, desestabilizando a regulação do crescimento celular e a apoptose.

7. Ativação de vias oncogênicas

A proteína spike ativa indiretamente a sinalização MAPK e PI3K/mTOR, impulsionando o crescimento tumoral e a metástase.

8. Alteração do Microambiente Tumoral

Nanopartículas lipídicas se acumulam em tumores, aumentando a permeabilidade e potencialmente acelerando a disseminação do câncer.

9. Despertando Cânceres Adormecidos

A inflamação pós-vacinação e a disfunção imunológica podem desencadear a recorrência em pacientes previamente em remissão.

10. Alteração da Vigilância Imunológica

O mRNA modificado bloqueia os receptores Toll-like, tornando as células tumorais “invisíveis” para o sistema imunológico.

11. Erros de deslocamento de quadro

O mRNA sintético às vezes produz proteínas aberrantes não intencionais, contribuindo para o risco oncogênico.

12. Injeções Múltiplas

Doses repetidas exaurem o sistema imunológico e induzem a troca de classe para IgG4, promovendo a tolerância aos tumores.

13. Contaminação por DNA

O DNA plasmídico residual encontrado nos frascos de vacina é capaz de se replicar e pode se integrar aos genomas do hospedeiro.

14. Sequências de DNA oncogênicas do SV40

As sequências promotoras do SV40 nos frascos da Pfizer podem facilitar a inserção no genoma — esse mesmo elemento é usado para induzir tumores em animais de laboratório.

15. Desregulação do Sistema Renina-Angiotensina (SRA)

A ativação do AT1R induzida por picos promove estresse oxidativo e proliferação celular descontrolada.

16. Destruição da Microbiota

As injeções reduzem a quantidade de bifidobactérias, enfraquecendo o equilíbrio imunológico e prejudicando as respostas anticancerígenas.

17. Aumento da resistência aos tratamentos

A exposição à proteína Spike prolonga a sobrevivência das células cancerígenas durante a quimioterapia, possivelmente impulsionando a resistência ao tratamento.

Esses dados ajudam a explicar as 110.750 mortes por câncer em excesso registradas nos EUA desde o início da campanha de vacinação em massa com a vacina de mRNA contra a COVID-19. A análise de conjuntos de dados oficiais do CDC revela que o excesso de mortalidade por câncer não apenas persistiu, como continua a aumentar em 2025.

Abaixo está um vídeo de 2021 onde a Taygeteana Anéeka fala sobre os testes laboratoriais que os Taygeteanos fizeram de amostras das vacinas “seguras e eficazes” da Covid. Coloqueis alguns trechos da transcrição onde Anéeka fala sobre a vacina mRNA e proteína spike.

Vacinas do Covid – Tecnologia transumanista não humana – Transcrição

As vacinas do Covid contêm sequências de mRNA encapsulantes de nanografeno da fábrica, mRNA específico para substituir genes específicos dentro das células exatas do tecido dentro do corpo das pessoas inoculadas. Em reações diferentes, o mesmo grafeno é suficiente para que a pessoa inoculada desenvolva condições inflamatórias sistêmicas com uma tempestade de citocinas que causam reações corporais adversas, como o desenvolvimento de tromboses e coágulos sanguíneos, sem a necessidade da presença de qualquer proteína chamada Spike, como está sendo chamada, em muitos círculos, e um dos primeiros lugares que serão afetados será o pulmão.

Vemos o próprio conceito da Proteína Spike como uma tentativa de explicação terrestre de um processo muito mais complicado. É verdade que existem cápsulas proteicas que podem ser classificadas como Proteína Spike, ou como vírus sintéticos, mas essas proteínas estão sendo montadas pelo mRNA contido nas partículas de grafeno ou seja, para a ciência humana normal, eles verão apenas a micropartícula de grafeno e não o conteúdo de mRNA, que por sua vez altera o DNA das células com as quais entra em contato.

Da mesma forma, essas proteínas, muitas das quais podem ser classificadas como Spike, são base ou matéria-prima para que o grafeno tenha recursos genéticos para fazer alterações subsequentes no DNA do sujeito. Embora nem todos os indivíduos inoculados recebam ou causem as mesmas alterações, o nanografeno terá a possibilidade de recorrer a ele, pelo menos como um potencial latente.

E com esta tecnologia dá aos controladores de tudo isto uma base de dados completa de ADN de toda a população humana, pelo menos da inoculada. O mesmo nanografeno reage ao estímulo de um sinal específico na faixa 5G, retornando um sinal ao emissor e contendo o banco de dados completo não apenas do genoma completo de cada indivíduo inoculado, mas também do progresso da mutação.

A proteína Spike é entendida como o próprio envelope de um vírus, as partes dele que aderem aos receptores celulares. Não encontramos nenhuma evidência de uma proteína Spike congruente com Sars-Cov-2 ou com qualquer vírus do tipo Sars nas inoculações, o que descarta inequivocamente seu conteúdo como vacina, uma vez que não contém nenhuma substância biológica com a qual fabricar ou causar anticorpos.

Entretanto, como um verdadeiro zoológico de material orgânico e inorgânico foi encontrado dentro de cada frasco, a presença de proteínas em um estado ou tamanho menor que 100 nm pode ser interpretada como algum tipo de vírus ou exossomo dentro da substância, mas como resultado do caos biológico interno e não congruente com nenhum vírus Sars.

No entanto, não vejo isso como justificativa ou desculpa de que esses são os reagentes que causam anticorpos, pois são de uma variedade muito ampla e caótica e nenhum corresponde a Sars ou Sars-Cov-2 e são apenas as proteínas Spike que se esperaria encontrar dentro de uma sopa de material biológico.

Acreditamos que as reações adversas atribuídas às proteínas Spike que muitos pesquisadores relatam não vêm dessa classe de proteínas em si, mas estão sendo confundidas com as reações altamente tóxicas produzidas pelo próprio grafeno.

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Renato Cunha
O blog Stylo Urbano foi criado pelo estilista Renato Cunha para apresentar aos leitores o que existe de mais interessante no mundo da moda, artes, design, sustentabilidade, inovação, tecnologia, arquitetura, decoração e comportamento.

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