Ontem a rede de notícias Al Jazeera publicou o artigo: Analista diz que interesse nos arquivos de Epstein despencou após o lançamento da guerra contra o Irã.” Os sionistas de Israel acharam que uma guerra fabricada iria afastar as pessoas dos arquivos Epstein. Eles achavam que bombas e mísseis fariam as pessoas esquecerem os nomes da lista. O congressista republicano Thomas Massie disse: ‘Bombardear um país do outro lado do mundo não fará com que os arquivos de Epstein desapareçam.’

Eles acharam que suas pro$tituta$ da grande mídia conseguiriam distrair as pessoas do escândalo de Epstein, um judeu sionista pedófilo que era um espião ativo do Mossad. Eles estavam errados. A guerra de Israel com o Irã não fará os arquivos de Epstein desaparecerem. Eles sabem que não seremos distraídos.

Por que diabos ainda estamos ouvindo as mentiras da mesma mídia que foi cúmplice da farsa pandêmica do COVID – 19, criada para destruir os direitos e liberdades das pessoas e envenená-las com vacinas tóxicas criadas pelo Pentágono/DARPA para a agenda de despovoamento das elites maçônicas globalistas? Bill Gates era parceiro de Epstein nesse crime contra a humanidade.

A guerra contra o Irã não é dos Estados Unidos, mas de Israel, segundo o comentarista americano Tucker Carlson, que disse que as autoridades do Catar e da Arábia Saudita detiveram agentes do serviço de inteligência israelense Mossad, que planejavam organizar explosões em seu território. Ele chamou essas ações de estranhas, observando que Israel realizaria explosões em países que, como o próprio Israel, haviam sido atacados pelo Irã.

Israel decidiu desencadear outra guerra contra o Irã para atrapalhar as negociações nucleares entre os Estados Unidos e o Irã, e provavelmente, esperava arrastar outros países para o conflito. Os demônios sionistas querem causar uma grande guerra no Oriente Médio para destruir o “Conselho da Paz” de Gaza, para voltarem a assassinar palestinos e roubar suas terras. Segundo Carlson, Israel persegue os seus próprios objetivos, causando danos não só ao Irão, mas também aos estados aliados do Golfo Pérsico.

Ele afirmou ainda: “Israel quer prejudicar o Irã, o Catar, os Emirados Árabes Unidos, a Arábia Saudita, o Bahrein, Omã e o Kuwait”, argumentando que Israel fomenta deliberadamente a instabilidade entre os aliados árabes de Washington. Os comentários recentes de Carlson ocorrem em meio aos contínuos ataques militares dos EUA e de Israel contra o Irã.

O jornalista enfatizou que a Turquia representa uma ameaça para Israel precisamente porque não pode ser controlada, e comparou a abordagem de Israel à política americana de intervenção nos assuntos de outros países, onde a mudança de regime é muitas vezes justificada pela “necessidade de proteger a liberdade”. Há alguns meses, a Turquia disse temer que seria o próximo alvo de Israel depois que Tel Aviv lançou um ataque ao Catar. Ontem a OTAN declarou que um míssil “iraniano” contra a Turquia foi abatido, apesar de o único país com interesse em atingir Ancara ser o Estado judeu.

Leia mais: PERDENDO A GUERRA! A verdadeira destruição de Tel Aviv hoje em meio à rígida censura israelense.

Israel está atacando tudo e todos. Catar, Arábia Saudita, Jordânia e agora provavelmente Turquia, para que a mídia fake news coloque a culpa no Irã. Tucker Carlson também manifestou dúvidas sobre a versão oficial das mortes das tropas americanas na operação contra o Irã. Ele afirmou que na verdade houve muito mais vítimas do que três pessoas, e observou que a guerra não estava a ser travada em prol da segurança nacional dos EUA, mas apenas em prol dos objetivos israelitas. Segundo ele, o conflito não está relacionado com a destruição das armas nucleares do Irão, surgiu apenas porque Israel quis travá-lo.

Carlson chamou a atenção para o aspecto moral do que estava acontecendo, enfatizando que mentir sobre os objetivos da guerra leva ao autoengano e prejudica a própria sociedade. Ele também questionou as afirmações sobre o programa nuclear do Irão, dizendo que o país não estava perto de desenvolver ou implantar armas nucleares, embora tenha dito que o desejo de ter tais armas é comum a todos os estados. Segundo o jornalista, o que está a acontecer é um exemplo de como os interesses de um país podem arrastar outros Estados para guerras que não lhes trazem segurança real.

A agência de espionagem israelense Mossad estava por trás do ataque de drones à refinaria de petróleo Ras Tanura, na Arábia Saudita? Um oficial militar iraniano afirmou que o ataque à refinaria da gigante petrolífera estatal saudita Saudi Aramco foi uma “operação de bandeira falsa” israelita, marcando uma nova reviravolta na guerra em curso no Médio Oriente. O oficial militar iraniano alegou que o objetivo de Tel Aviv era distrair os países regionais de seus alegados crimes de ataque a locais civis no Irã. As alegações surgem em meio a comentários do jornalista Tucker Carlson, alegando que a Arábia Saudita e o Catar prenderam agentes do Mossad que planejavam ataques a bomba nos países do Golfo.

Arábia Saudita e Catar capturam HOMENS do MOSSAD envolvidos em ataques? Irã lança bomba contra Israel após ataque à Aramco

Tucker Carlson acredita que a guerra com o Irã é uma fachada. Israel poderia usar o caos da guerra para destruir a mesquita de Al-Aqsa no monte do Templo em Jerusalém, culpar o Irã, construir o Terceiro Templo no mesmo local para trazer seu “messias” Lúcifer/Satanás. Soldados das Forças de Defesa de Israel usam abertamente distintivos que demonstram que essa é sua verdadeira missão. Uma “guerra santa” que desencadearia a Terceira Guerra Mundial idealizada pelos maçons Albert Pike e  Giuseppe Mazzini. Eu não duvidaria disso.

Carlson destaca a insanidade dos idiotas úteis dos sionistas cristãos defenderem a reconstrução do terceiro templo judaico. “Claramente, Jesus Cristo diz: ‘Eu sou o terceiro templo… se você quer falar com Deus, fale comigo'”, afirma. Em seguida, ele exibe um trecho do pastor sionista cristão Greg Locke, que incita o assassinato de inúmeros habitantes de Gaza em nome da reconstrução do terceiro templo.

Novilhas vermelhas estão sendo criadas, sacerdotes treinados e utensílios para o Templo preparados. Grupos com influência política real trabalham para reconstruir o Terceiro Templo no local de Al-Aqsa. Para eles, esta guerra não é apenas militar, é profética.

O fanatismo é um sinal de possessão por entidades demoníacas. Você sabe o que distingue uma pessoa comum, mentalmente sã, de um fanático que acredita cegamente em algum dogma? É precisamente a ausência dessa fé cega. Qualquer pessoa sã considera como critério da verdade não a conversa fiada de “autoridades” religiosas ou mesmo científicas, mas sim sua confirmação prática.

Tucker Carlson- “Ei, acho que talvez esses judeus fanáticos estejam tentando construir o terceiro templo para seu futuro líder mundial.”

Judeus- “Tucker é um antissemita e um mentiroso!”

Netanyahu se encontrou em 1990 com um rabino radical do satânico Chabad Lubavitch- “Nosso Moshiach (líder mundial judeu) ainda não veio. Estamos trabalhando nisso.” Estes fanáticos religiosos estão a levar-nos à destruição mundial pelas suas próprias razões fanáticas.

Quem lançou ataques contra o Irã foi Israel. Quem frequentemente bombardeia países do Oriente Médio é Israel e não o Irã. Segundo a grande mídia que é controlada por judeus sionistas, Catar, Emirados Árabes Unidos, Kuwait, Omã, Bahrein e até da Arábia Saudita foram alvos de mísseis e drones iranianos. O governo iraniano disse que atacaria as bases militares dos EUA nos países do Golfo que lançam ataques contra o Irã.

Israel é quem deseja semear o caos e a desordem nesses países pois são rivais de Israel. Provavelmente vários desses mísseis e drones foram lançados pela Sinagoga de Satanás (Israel) que odeia todos que não sejam judeus.

Compreendendo o racismo e o ódio extremo contra os gentios na lei talmúdica.

Fala-se muito da ameaça nuclear do Irã, mas Israel construiu secretamente centenas de armas nucleares!

O Ministério da Defesa do Reino Unido afirmou que o drone do tipo Shahed que atacou uma base britânica no Chipre não foi lançado do Irã. Primeiro uma base militar britânica, depois uma refinaria de petróleo saudita e agora a Turquia. Parece provável que Israel esteja envolvido em todos esses ataques e esteja tentando arrastar esses países para uma guerra contra o Irã.

O Presidente do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmail Baghaei disse o seguinte: “No que diz respeito ao Azerbaijão, Turquia e Chipre, o Estado-Maior General das Forças Armadas anunciou explícita e oficialmente que nenhum desses lançamentos foi realizado a partir do Irã ou pelas nossas forças militares. Sempre alertamos sobre operações de bandeira falsa.”

O Irã está mais uma vez a insinuar que os sionistas satanistas de Israel estão tentando arrastar outros países para a guerra, atacando-os e fazendo parecer que se trata do Irã. Parece que essa guerra visa, em grande medida, expor os crimes de Israel.

Os chamados “aliados” não confiam uns nos outros. Israel estava literalmente espionando o governo Trump para garantir que não estivessem conduzindo negociações diplomáticas verdadeiras sem a sua presença. Afinal, os EUA e Israel não estão trabalhando em conjunto? Bibi tem medo de ficar de fora!

“Se a Terceira Guerra Mundial for necessária para a sobrevivência de Israel, que assim seja. Israel em primeiro lugar É a América em primeiro lugar.” – Laura Loomer

Essa é uma ativista política americana, uma judia sionista que foi treinada pelo Mossad para defender os interesses de Israel e manipular os americanos ingênuos. Israel em primeiro lugar É a América em segundo lugar como fantoche dos sionistas. Laura Loomer está dizendo que bilhões de gentios sub-humanos podem ser sacrificados numa guerra para proteger o “povo escolhido”.

Um momento de rara honestidade a ex-Ministra da Educação de Israel, que em 2000 recebeu o Prêmio Israel disse: “Exploramos o Holocausto e o antissemitismo para proteger Israel de críticas. É um truque que usamos.” ~ Shulamit Aloni

O CEO da ADL, Jonathan Greenblatt, diz que qualquer pessoa identificada como “antissemita” deve ser alvo de pagers explosivos, semelhantes aos que os israelenses usavam para atingir membros do Hezbollah. Ele diz que esse é o tipo de engenhosidade que sempre foi a marca registrada do Estado de Israel.

Algo que era intocável na política americana por décadas está, de repente, sendo dito em voz alta. O que antes era um tabu político absoluto agora está na boca de todos. Por décadas, criticar Israel na política americana era praticamente território proibido. Os políticos podiam sussurrar sobre isso em particular, mas ninguém ousaria dizer publicamente pois seria suicídio políitico. E, no entanto, de repente, o tom está mudando…

Então, o que mudou? Na minha opinião, este pode muito bem ser mais um exemplo da estranha alquimia política que parece seguir Trump aonde quer que ele vá. Lembrem-se dos arquivos de Epstein. Os democratas tiveram acesso a esses arquivos por anos, mas nada aconteceu; não havia urgência, pressão pública ou interesse em divulgá-los. Mas, no momento em que a mídia acreditou que Trump poderia estar envolvido, de repente todos exigiram a sua divulgação. Os holofotes só se acenderam quando o nome de Trump entrou em cena.

E suspeito que algo semelhante esteja acontecendo agora. Ao parecer estar alinhado com Netanyahu, Trump se torna novamente o alvo das críticas. A mídia e seus oponentes políticos não conseguem resistir à tentação de atacá-lo e, ao fazer isso, são forçados a destacar algo que vinha sendo evitado há muito tempo: a extraordinária influência de Israel sobre a política americana. E então algo ainda mais revelador aconteceu…

Marco Rubio declarou abertamente que Washington sabia que Israel estava prestes a atacar o Irã e que os EUA agiram primeiro porque esse ataque teria desencadeado uma retaliação contra as forças americanas. Pense por um momento no que isso implica. Se os Estados Unidos precisam agir militarmente porque Israel está prestes a agir… quem está realmente conduzindo a sequência de eventos?

Por décadas, essa dinâmica existiu silenciosamente nos bastidores. Agora, as pessoas estão fazendo perguntas abertamente que antes eram impensáveis: por que os contribuintes americanos financiam as guerras de Israel? Por que os Estados Unidos deveriam ser arrastados para conflitos que muitos americanos não desejam? Se as pessoas apoiam ou se opõem a Israel é quase irrelevante. O que importa é que a conversa — a conversa proibida — finalmente está acontecendo abertamente.

Trump sempre agiu como um para-raios, atraindo os holofotes. Onde quer que ele esteja, todo o aparato midiático volta suas câmeras. Ele parece entender que a maneira mais rápida de expor algo que esteve oculto por décadas é, às vezes, ficar diretamente sob o raio e deixar que ele caia, mesmo que seja ele quem receba o impacto.

E talvez esse seja exatamente o ponto. Expor a natureza doentia da relação de Israel com os Estados Unidos pode ser a única maneira de fazer o público enxergar isso com clareza suficiente para exigir uma mudança, porque somente quando isso acontecer, qualquer líder poderá, realisticamente, pôr um fim a essa situação. A criação de um Estado judeu sionista na Palestina foi orquestrado pelas elites maçônicas da Inglaterra que manipularam os americanos a apoiarem e financiarem Israel.

Israel não nasceu para coexistir com os países árabes. O judeus sionistas satanistas não querem apenas assassinar os palestinos e roubar suas terras, eles também querem roubar as terras de outras nações árabes vizinhas para criar o delírio da “Grande Israel”. A visão messiânica da seita judaica Chabad Lubavitch levou Israel a desencadear o inferno no Oriente Médio, a fim de estender o tapete vermelho ao tão esperado moshiach, o messias judeu que aos olhos de Chabad e dos sionistas messiânicos um dia se sentará no trono de Israel e reconstruirá o Terceiro Templo para governar o mundo.

O Estado de Israel não nasceu para oferecer um refúgio seguro aos judeus dispersos desde os tempos da diáspora do Imperador Tito, mas persegue um plano de dominação, de supremacia sobre o mundo inteiro e que aspira ser a sede de um governo mundial satânico, como o ex-primeiro-ministro israelense Ben Gurion descreveu fielmente. Benjamin Netanyahu nada mais é do que o filho “espiritual” desta visão.

DUGIN: “NETANYAHU não é movido por análises geopolíticas racionais, mas por fantasias ‘messiânicas’ de criar um GRANDE ISRAEL e reconstruir o Terceiro Templo de Jerusalém.”

Há algum tempo, o Times of Israel informou que os líderes do estado de Israel há muito perceberam que Trump não está dando continuidade às suas declarações sobre o Irã e a Síria, que foram negadas por políticas de natureza oposta, de um desejo de se reconciliar com o que o governo israelense considera seus inimigos mais ferrenhos. O Conselho de Paz de Gaza é um dos vários exemplos. O acordo de paz para a Palestina foi literalmente feito para engolir Israel e parar o genocídio israelense contra os palestinos. O estado judeu não queria esse tratado de forma alguma.

A situação em Israel é, no mínimo, desordenada. Segundo o jornalista indiano Braj Mohan Singh, os mísseis iranianos não só atingiram vários edifícios, mas também destruíram bunkers. As pessoas também morrem no subsolo. O governo israelense esconde o número de mortos e nem é possível ir ao hospital ver os corpos dos seus entes queridos. Fotos e vídeos são proibidos porque o mundo não deve ver a derrota do Estado Judeu. O Irã está a ensinar a Israel uma lição muito dura. Os Estados Unidos de Trump, os “aliados” que deveriam disponibilizar as suas armas antiaéreas e destruir as bases de mísseis do Irã, deixaram que isso acontecesse.

Estão começando a confiscar celulares em Israel para censurar imagens dos danos causados ​​por mísseis iranianos. O mundo não pode presenciar o colapso do Estado judeu que adora posar de “invencível”. Mas esse não é o tal “povo escolhido por deus” que é superior aos gentios sub-humanos?

Os soldados das Forças de Defesa de Israel (FDI) estão removendo as câmeras CCTV. O que é que eles não desejam que o mundo veja? De acordo com a mídia iraniana, Israel está tentando esconder a extensão da destruição e das vítimas nos territórios israelenses, removendo as câmeras CCTV.

“A situação em Tel Aviv esta noite é insuportável e a defesa aérea israelense não consegue interceptar a maioria dos mísseis vindos do Irã. Residências foram destruídas.

A situação é terrível, a destruição é imensa e o número de vítimas é ainda maior.

E os mísseis iranianos continuam sendo lançados até hoje, apesar do bloqueio de sinal e da vigilância militar dos postos de controle.”

O economista israelense Shir Hever pintou um quadro sombrio da economia de Israel em 2024.

De acordo com sua análise:

• Cerca de 46.000 empresas já haviam fechado, com estimativas de que até 60.000 poderiam fechar até o final do ano.
• O investimento estrangeiro teria caído cerca de 60%.
• O turismo entrou em colapso.
• Partes do sistema educacional foram gravemente afetadas.
• Médicos e profissionais começaram a deixar o país.
• Muitos cidadãos com dupla nacionalidade teriam retornado à Europa.
• O setor de tecnologia de Israel — a espinha dorsal de sua economia — sofreu uma grande contração, e a Intel suspendeu um investimento planejado de US$ 25 bilhões.

Por quanto tempo a guerra pode continuar antes que os danos econômicos a longo prazo se tornem irreversíveis para Israel?

O avião Wings of Zion, do primeiro-ministro israelense, sobrevoou o Mediterrâneo por horas antes de pousar na Alemanha, a 4.000 quilômetros de Israel. No entanto, a mídia disse que Netanyahu não estava a bordo. De acordo com vídeos divulgados pelos israelenses, Netanyahu ainda está em Tel Aviv, mas surge a questão: quem teria o poder de embarcar em seu avião, deixar o país e privar o primeiro-ministro de sua aeronave? O primeiro-ministro israelense não pode viajar sem o Wings of Zion, pois a aeronave é equipada com sistemas de defesa antimíssil.

Contudo, alguém claramente tem o poder de embarcar nesse avião e deixar Israel. Em junho passado, algo semelhante aconteceu. O Wings of Zion deixou o país enquanto Netanyahu ainda estava oficialmente em Israel. Quem estava a bordo do Wings of Zion e quem está atualmente na Alemanha, tendo sido recebido com a autorização da chanceler Merz? O verdadeiro Netanyahu fugiu para a Alemanha deixando seu duplo em Tel Aviv para enganar os israelenses e o mundo? Os vídeos de Netanyahu falando na TV foram feitos por IA?

Quando o Irã lançou drones e misseis em Tel Aviv em 2025, Netanyahu e todos os seus ministros fugiram de avião para a Grécia enquanto os israelenses eram bombardeados pelos iranianos. E os “corajosos” soldados das Forças Armadas israelenses se esconderam nos abrigos de civis israelenses, entre os quais havia mulheres e crianças. Eles basicamente os usam como escudos humanos. Este é o exército de Israel. Eles não protegem a vida do seu povo. Eles os sacrificam.

Os homens que deveriam estar na linha de frente, para tranquilizar a população, abandonaram Israel à sua própria sorte e nem se preocuparam com o destino dos israelenses. Os sionistas não se importam com a vida e a segurança dos judeus.

Israel publicou uma foto de Netanyahu com alguns soldados em Israel. O problema é que Netanyahu não está no país. Seu avião presidencial está na Alemanha, e vários reservistas reclamaram de sua ausência no país que está sendo bombardeado pelo Irã. Seria interessante saber quantas outras fotos e vídeos falsos de Netanyahu o Mossad produziu recentemente. Quantos duplos ou atores usando máscara de silicone de Netanyahu o Mossad tem a disposição? Ou talvez eles prefiram usam apenas CGI para enganar as pessoas enquanto o covarde do Netanyahu se esconde na Europa.

Vivemos num mundo da mais completa falsidade. Você não pode acreditar em nada do que vê na mídia e TV pois tudo pode ser falsificado. Agências de inteligência como a CIA, Mossad e MI6 tem recursos financeiros e tecnologias avançadas para falsificar eventos. Durante décadas eles utilizaram duplos de políticos ou atores com máscaras de silicone de políticos para enganar as massas. Mas eles também utilizam recursos gráficos de Hollywood como CGI e IA para criar vídeos falsos que parecem reais. Esse vídeo falso de Netanyahu é um exemplo disso. Essa guerra é uma operação psicológica em grande escala.

A situação em Israel parece estar à beira do colapso. Muitos reservistas não se apresentaram porque não veem motivo para lutar, dada a ausência de autoridades governamentais. Duzentos prédios foram destruídos e civis estão se atacando em bunkers devido à falta de comida e remédios. Confrontos eclodiram entre policiais e militares, e entre policiais e civis. Grupos de extremistas armados também se formaram e, dada a ausência do governo, agem sozinhos como uma espécie de exército paramilitar.

O Estado de Israel está em desordem. Com o passar das horas, muitas mentiras e desinformação estão sendo desmascaradas, e fica claro como Trump deixou essa entidade terrorista desvairada à própria sorte, sem fornecer a assistência militar e civil necessária para travar sua guerra insana. Se Israel não parar imediatamente, será Israel, e não Teerã, que sofrerá um golpe de Estado interno.

@jamiemcintyre21 no X

Segundo relatos vindos de dentro de Israel — particularmente de Tel Aviv e Haifa — a situação aponta para uma desobediência civil organizada e uma quebra da disciplina militar. Quando mais de 200 edifícios são reduzidos a escombros e o sistema de defesa Domo de Ferro é percebido como tendo falhado completamente, é natural que o público perca a confiança no Estado. Com base na situação atual, a agitação interna parece ter vários aspectos principais:

1. Confronto entre militares e policiais

Indícios de rebelião: Relatos da mídia israelense e das redes sociais sugerem que vários reservistas se recusaram a se apresentar para o serviço. Sua posição é que, se a liderança (Netanyahu e o presidente) está ausente, por que deveriam arriscar suas vidas? Violência policial: Confrontos ocorreram entre civis e policiais nas ruas de Tel Aviv. As pessoas protestam contra a falta de instalações nos bunkers e o “silêncio” do governo.

2. Crise de Deslocamento Interno

Do Norte ao Centro: Devido aos ataques do Hezbollah, centenas de milhares de israelenses já haviam se deslocado das áreas do norte. Agora, após a destruição de 200 prédios em Tel Aviv, até mesmo as regiões centrais, antes consideradas “seguras”, estão testemunhando uma onda de deslocamento interno, sobrecarregando os sistemas de administração local.

3. “Guerra Psicológica” nos Bunkers

A “crise psicológica” mencionada na Declaração nº 8 da Guarda Revolucionária Islâmica está se tornando visível no terreno. Os bunkers subterrâneos em Israel estão superlotados, com relatos de grave escassez de alimentos e medicamentos. As tensões estão aumentando, com incidentes de pessoas se atacando, e os militares enfrentam sérios desafios para controlar a situação.

4. Vácuo Político e a Ascensão das “Milícias”

Na ausência de Netanyahu, grupos extremistas dentro de Israel começaram a se armar. Esses grupos estão tomando decisões independentemente do governo, o que pode levar o país a uma guerra civil interna.

Resumo:

Israel está atualmente lutando em duas frentes: externamente contra o Irã e seus aliados, e internamente contra uma estrutura doméstica em colapso. A retirada ou o distanciamento da França e de outros aliados teria sido o golpe final na confiança pública israelense.

Como o Irã virou o sistema de defesa área Iron Dome de Israel contra si mesmo usando interferência inteligente

O Irã comprometeu com sucesso os alardeados sistemas de defesa aérea de Israel, o Iron Dome, durante ataques recentes, forçando Tel Aviv a atirar em suas próprias posições. Como? O Irã sobrecarregou as defesas israelenses ao violar o sistema de transmissão e correção de dados no início do voo. Com base nas imagens divulgadas, parece que os iranianos conseguiram violar o sistema de transmissão de dados e sinal de correção na fase inicial, quando os mísseis voavam, utilizando um sistema de orientação inercial.

Como resultado, o sistema direcionou mal os mísseis, não em direção ao alvo pretendido, mas em direção às próprias baterias de mísseis terra-ar de Israel, levando a um ataque contra eles. O Irã também utilizou iscas de forma tão eficaz que os ataques israelenses atingiram repetidamente alvos falsos. O Iron Dome, que cobre apenas 144 km2 e é bom para foguetes individuais, mas aparentemente não conseguiu lidar com ataques em massa ou com a lacuna hipersônica, mísseis Fattah chegam a Israel em 7 minutos, enquanto o Iron Dome precisa de 11 minutos para recarregar.

O Irã aprendeu com os ataques israelenses anteriores e melhorou as táticas, estabelecendo centros de comando de backup e manobras mais eficientes para aumentar suas chances de sucesso. De acordo com o site russo Sputnik, o Irã utilizou uma combinação de “drones chamariz inerciais,” ogivas hipersônicas e interferência eletromagnética para reduzir a taxa de interceptação do Iron Dome para apenas 10–15%. O analista de defesa russo Yuri Knutov afirmou que o bloqueio “confundiu o radar e os sistemas de controle de fogo do Iron Dome, e levou a cenários de fogo amigo e falhas nas interceptações.

Durante as barragens de mísseis lançadas pelo Irã em 2025 e agora em 2026, vários relatórios confirmaram que o sistema de defesa antimísseis Iron Dome de Israel está sob extremo estresse, resultando em várias penetrações bem-sucedidas de mísseis em áreas povoadas. A sanha psicótica dos sionistas em destruir o Irã é tanta que será Israel a ser destruído pelos mísseis lançados pelo Irã já que seu sistema de defesa é ineficiente agora.

Quem criou a nação sionista de Israel em 1948? Quem criou a “República Islâmica” do Irã em 1979? Com que propósito criaram Israel e impulsionaram o sionismo? Com que propósito criaram a “República Islâmica” do Irã? Que estratégia elas têm usado e que o mundo agora está percebendo? Uma estratégia que envolveu a criação de regimes fantoches em Tel Aviv e Teerã, colocando-os um contra o outro e obtendo lucros exorbitantes com os conflitos resultantes? Quem financia ambos os lados?

Quem financia Israel? Quem financia o Irã? Quem financia o Hamas, o Hezbollah e o ISIS? Quem financia a Irmandade Muçulmana? É a mesma Cabala financeira na City de Londres? Quão lucrativo tem sido esse plano para eles nos últimos 100 anos? Eles têm financiado/controlado ambos os lados deste conflito, matando israelitas e palestinianos com igual prazer e abandono. Chega de regime por procuração em Tel Aviv. Chega de regime por procuração em Teerã. Chega de bancos centrais da City de Londres enviando dinheiro para seus regimes fantoches em Tel Aviv e Teerã para manter o conflito. Chega de financiamento da City de Londres para o Hamas, o Hezbollah e Teerã.

Trump não só encerrou nove guerras no último ano, como agora agiu DIRETAMENTE contra os dois maiores regimes fantoches que as famílias oligarcas dos bancos centrais estavam promovendo. O regime sionista de Israel e o regime islâmico radical do Irã estão se destruindo mutuamente e seus antigos controladores na City de Londres estão em pânico pois o Irã e Israel são suas armas de desestabilização no Oriente Médio.

Chipre  é estratégico por uma razão muito simples: Israel o utiliza para ataques contra o Irã. Grande parte de seus caças decola de lá. Macron, Meloni, Sánchez e Starmer estão se apressando para proteger essa base, pois, se o Irã destruir os caças israelenses, Tel Aviv estará condenada. Outro fator que vale a pena notar é que ninguém menciona isso. Não foram os Estados Unidos que se apressaram em defender Chipre, a base estratégica de Israel. Foram os países da União Europeia e Londres, os mesmos atores que protegem a lavanderia de dinheiro sujo da Ucrânia.

Emmanuel Macron, o fantoche dos banqueiros judeus Rothschild disse: “Quando Chipre é atacado, toda a Europa é atacada.” E é exatamente isso que Israel quer: envolver os países da OTAN. Lembrem-se que o Irã já afirmou diversas vezes que não foram eles que atacaram Chipre nem a Turquia.

Para entender o que está acontecendo — a destruição de Gaza, a guerra com o Irã, a ascensão do extremismo do Monte do Templo na política israelense — é preciso compreender os sistemas de crenças que ajudaram a moldar este momento. Algumas dessas crenças são antigas, enraizadas na profecia judaica, como a visão de um Terceiro Templo descrita no Livro de Ezequiel. Mas o que transformou essas profecias em uma poderosa força geopolítica não foi apenas a teologia judaica. Foi a maneira como essas profecias foram reformuladas para o público cristão e incorporadas ao protestantismo americano.

O ponto de virada ocorreu com a Bíblia de Referência Scofield, publicada pela primeira vez em 1909. Por meio de extensas notas de rodapé, ela reformulou a Bíblia sob uma perspectiva dispensacionalista criada pelos jesuítas, e ensinando a milhões de cristãos americanos que a profecia bíblica exigia o retorno dos judeus a Israel e, eventualmente, a reconstrução do Templo em Jerusalém. De acordo com essa teologia, a Segunda Vinda de Cristo não poderia ocorrer até que esses eventos se concretizassem.

Essa interpretação se espalhou por igrejas, seminários e redes evangélicas, moldando, por fim, poderosos movimentos políticos como o sionismo cristão. No final do século XX, milhões de evangélicos americanos acreditavam que apoiar Israel não era apenas uma escolha política, mas uma obrigação bíblica. Grupos como o Cristãos Unidos por Israel, liderados por figuras como John Hagee, transformaram essa crença em pressão política organizada em Washington. Mas as origens dessa teologia levantam questões mais profundas.

O próprio Cyrus Scofield não era um teólogo de formação. Era um ex-advogado com um passado cheio de golpes que acabou produzindo a Bíblia anotada mais influente da história moderna americana. A ascensão de Scofield foi apoiada por figuras influentes do sionismo, incluindo o rico advogado nova-iorquino Samuel Untermeyer, um dos agentes do banqueiros Rothschild, que financiaram a criação do Estado de Israel, que supostamente ajudou a posicionar Scofield em círculos de elite e a facilitar a publicação e distribuição de sua Bíblia.

O resultado é inegável: uma estrutura teológica específica se enraizou no cristianismo americano, que vinculava o apoio dos EUA a Israel à profecia divina e à eventual reconstrução do Templo. Nas últimas duas décadas, essa estrutura começou a migrar da teologia para a realidade política. O movimento do Monte do Templo dentro de Israel cresceu significativamente. As discussões sobre a recuperação do local ganharam maior visibilidade na política israelense. E os preparativos associados aos antigos rituais do Templo, incluindo a criação de novilhas vermelhas para ritos de purificação, atraíram a atenção internacional.

Em meio à guerra em curso com o Irã, Tucker Carlson levantou uma possibilidade assustadora: poderia esta guerra ser a oportunidade perfeita para Israel destruir a mesquita de Al-Aqsa, culpar o Irã por isso e, finalmente, conseguir construir o Terceiro Templo? Independentemente de esse cenário se concretizar ou não, a questão mais profunda permanece.

A dinâmica política que testemunhamos hoje não surgiu da noite para o dia. Ela é o produto de uma fusão secular de teologia, geopolítica e influência estratégica, um sistema no qual a profecia foi gradualmente traduzida em política. E uma vez que sistemas de crenças dessa magnitude se enraízam dentro das grandes potências, eles têm o poder de moldar a história de maneiras que poucas pessoas reconhecem plenamente até muito tempo depois.

A educação estatal é uma forma de propaganda, um esquema deliberado para equipar os alunos, não com a capacidade de ponderar ideias e pensamento crítico, mas com um simples apetite por engolir ideias prontas. O objetivo é formar cidadãos dóceis e pouco curiosos sobre como esse mundo realmente funciona. A religião funciona da mesma forma, as pessoas tem que ter fé e acreditar nas ideias prontas desenvolvidas por outros sem questionamentos.

Os “valores judaico-cristãos” são um mito fabricado para que os cristãos apoiem Israel.

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Renato Cunha
O blog Stylo Urbano foi criado pelo estilista Renato Cunha para apresentar aos leitores o que existe de mais interessante no mundo da moda, artes, design, sustentabilidade, inovação, tecnologia, arquitetura, decoração e comportamento.

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