A ONU é a única organização que considera o recente encontro sobre mudanças climáticas um sucesso. Na realidade, o fracasso foi tão significativo que até mesmo a grande mídia, que há anos dissemina propaganda para sustentar a narrativa da crise climática, teve que publicar que o evento foi um fracasso. A Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2025, ou COP 30, que começou em 10 de novembro, chegou ao fim na sexta-feira, 21 de novembro.

O Secretário Executivo da ONU para Mudanças Climáticas, Simon Stiell, fez o discurso de encerramento. “A COP 30 mostrou que a cooperação climática está viva e forte, mantendo a humanidade na luta por um planeta habitável”, disse ele . “Aqui em Belém, as nações escolheram a solidariedade, a ciência e o bom senso econômico.”

A COP 30 entra na lista dos vários fracassos promovidos pelo governo Lula, que adora fazer o Brasil passar vergonha mundialmente. Da falta de estrutura aos preços exorbitantes, da gastança absurda do dinheiro público (lavanderia de dinheiro) ao esbanjamento público de Lula, Janja e seus ministros. Houve falta de água nos banheiros, falta de comida, incêndio, tumultos, invasões, falta de segurança. Foi um evento para ser esquecido, não fosse o R$ 1 bilhão dos impostos dos brasileiros que foi jogado no lixo.

A ânsia do ex-presidiário Lula de usar a COP 30 para posar de “líder mundial” foi um grande tiro no pé. Desorganizada, esculhambada, com denúncias de superfaturamento em vários contratos, o encontro mundial trouxe apenas meia dúzia de chefes de Estado, todos inexpressivos, com exceção única do presidente da França, Emmanuel Macron.

Foi um fracasso tão grande que colocou o Brasil num patamar diferenciado perante o mundo: de que não somos competentes e vivemos no amadorismo, graças ao ex-presidiário Lula e sua quadrilha comunista. Teorias globalistas como o “aquecimento global antropogênico” e as “tecnologias verdes de crescimento zero” só produzirão fome, guerra e caos.

A cúpula sobre mudanças climáticas da ONU e Lula foi um completo fracasso, graças a Trump! 1

Além de tudo, a COP 30 foi uma ação antiambiental, na medida em que usou milhões de litros de óleo diesel para manter navios luxuosos e o barco de Lula e Janja por vários dias em Belém. Mais que isso, usou o diesel em abundância para manter funcionando as dezenas de aparelhos de ar condicionado, para aplacar o calor tradicional da capital paraense. Ué, porque não usaram as “energias verdes” como solar e eólica nesse evento supostamente ambiental?

O jornal esquerdista Politico culpou o presidente Donald Trump pelo fracasso da cúpula climática da ONU. “A ausência dos EUA permitiu que um grupo de economias emergentes, que inclui Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul – conhecido como BRICS – se unisse a países produtores de petróleo, isolando a União Europeia, mais voltada para o meio ambiente, e se recusando a sequer considerar uma reafirmação de acordos anteriores para acabar com os combustíveis fósseis”, afirmou o veículo.

A cúpula sobre mudanças climáticas da ONU e Lula foi um completo fracasso, graças a Trump! 2

Marc Morano, do Climate Depot, que fazia parte da autoproclamada delegação “não oficial” dos EUA da CFACT em Belém fez uma declaração sobre o encerramento da COP 30:

“Obrigado, Sr. Presidente! A genial decisão de Trump de não enviar uma delegação dos EUA é apontada como culpada pelo fracasso da cúpula climática da ONU!. Participei presencialmente de 21 das últimas 23 cúpulas internacionais da ONU sobre clima/meio ambiente. Posso afirmar que, após passar uma semana no Brasil na COP 30, foi o maior fiasco climático da ONU de todos os tempos! Graças a Deus, o presidente Trump optou por não enviar uma delegação oficial dos EUA à cúpula climática da ONU pela primeira vez na história! A ausência dos Estados Unidos contribuiu para acelerar a irrelevância total desta 30ª cúpula climática anual da ONU.”

O fracasso da COP30 da ONU foi tão espetacular que nem mesmo a grande mídia conseguiu disfarçar. O Político citou um funcionário do governo europeu perguntando: “Que diabos estamos fazendo aqui?“. Uma ótima pergunta, sem dúvida. O ceticismo climático recém-descoberto de Bill Gates pairou sobre a cúpula, irritando particularmente o golpista climático Al Gore, que compareceu para chamar Gates de “ridículo” e declará-lo vítima de bullying por parte do presidente Trump.

Apesar de toda a agenda climática da ONU alertar sobre os malefícios e a pegada de carbono do ar-condicionado, a Bloomberg News citou um alto funcionário da ONU clamando por ar-condicionado mais potente na cúpula! Seria de se esperar que a ONU, que tenta gerenciar as economias de energia para os próximos séculos, fosse capaz de planejar uma cúpula climática que não se transformasse num fiasco. Além da invasão de índios revoltados, chuvas torrenciais causaram inundações e houve até incêndio na COP 30.

Este pequeno quadrado branco representa o CO2 produzido pelo homem: 0,0016% da atmosfera. Enquanto isso, as elites globalistas comunistas nos taxam, nos ameaçam, nos condicionam e controlam todos os aspectos de nossas vidas com base em uma farsa alarmista sobre as “mudanças climáticas”. Emissões líquidas zero significam o fim da vida neste planeta. Mostre isso aos seus amigos idiotas alarmistas climáticos.

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“As pessoas ainda negam as alterações climáticas” disse o palyboy Leonardo DiCaprio que vive viajando pelo mundo todo em jatos e iates particulares que são altamente poluentes.

“Ele é uma das centenas de celebridades que acreditam que devemos mudar NOSSAS Vidas para proteger o planeta, mas elas não estão dispostas a mudar SUAS Vidas para salvar o planeta”. Leonardo DiCaprio sendo exposto de forma espetacular, por sua hipocrisia de fraude climática.

O presidente Trump precisa finalizar a agenda climática da ONU com mais uma ação ousada: retirar-se da Convenção das Nações Unidas sobre Mudança do Clima de 1992, ou Tratado da Cúpula da Terra do Rio, assinado pelo então presidente republicano George H.W. Bush em 1992. A anulação deste tratado daria permanência à agenda de Trump e livraria os Estados Unidos desta campanha de terror climático da ONU que já dura 33 anos (número maçônico). O legado climático de Trump 2.0 poderia se tornar permanente, dificultando muito que um futuro presidente consiga reinserir os EUA no fiasco climático da ONU. Senhor Presidente, rasgue este tratado de 1992!

Dezenas de milhares de hectares da floresta amazônica foram desmatados para a construção da rodovia climática da cúpula. Enormes navios de cruzeiro, que consomem muita energia, serviram como hotéis temporários para os delegados, enquanto hambúrgueres, frango e outros produtos de carne bovina esgotaram na praça de alimentação da ONU (por que não havia insetos no cardápio?!), e o local sofreu com vazamentos e infraestrutura precária.

A conferência se transformou em CRAP 30 quando os banheiros pararam de funcionar, com líderes mundiais passando horas sem acesso a eles, o que acabou levando a longas filas sem papel higiênico nos banheiros do centro de convenções. A conferência então se transformou em Combustion30 quando sucumbiu a um incêndio de grandes proporções que paralisou toda a cúpula. As chamas se espalharam pelo local temporário construído às pressas, que parecia uma tenda de circo sem janelas por dentro. O FRACASSO da cúpula climática da ONU é uma ótima notícia para a humanidade!

O bandido Lula foi retirado da prisão a mando das elites maçônicas e colocado na presidência, via fraude eleitoral, para destruir a economia do Brasil e facilitar a pilhagem dos recursos do país por banqueiros e corporações globalistas. O plano dos globalistas é destruir a classe média para jogar toda a população na pobreza e para isso eles utilizam suas pro$tituta$ comunistas. Não são os bilionários que financiam a esquerda?

Craig Rucker observou que a cúpula fracassou em todos os níveis. “Os membros da equipe climática estão desesperados e rangendo os dentes de angústia“, disse ele. Depois de citar os sentimentos de alguns defensores da luta contra as mudanças climáticas após a cúpula, Rucker afirmou: “Os ativistas climáticos estão dando sinais de que estão realmente desistindo do processo climático da ONU!”

No entanto, segundo a ONU, a cúpula “mostrou que a cooperação climática está viva e forte”. Talvez a “ONU” quisesse dizer que “a falta de cooperação está viva e forte”, mas, da forma como foi feita, sua declaração foi um absurdo para encerrar uma cúpula igualmente absurda. Mas infelizmente, todo o espetáculo grotesco da ONU voltará a ser encenado na Turquia, onde presenciaremos exatamente o mesmo circo de palhaços. Por que o dinheiro roubado da população é realmente o que todas essas COPs representam.

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O fim está próximo para o complexo industrial climático.

O relatório ” World Energy Outlook 2025 ” da AIE (Agência Internacional de Energia ) mostra que a meta de descarbonização global dificilmente será alcançada e prevê que a demanda por petróleo e gás natural continuará a crescer após 2035. O fim está próximo para o complexo industrial climático, escreve Vijay Jayayaj. Seu colapso se deve à pura realidade da economia de energia no mundo em desenvolvimento.

“Para os países em desenvolvimento, as principais ameaças vêm da escassez de energia e da estagnação econômica, não de previsões ideologicamente motivadas de um apocalipse climático”, afirma ele.

A AIE publica o obituário da Era Climática.

Por Vijay Jayaraj , conforme publicado pela CO2 Coalition em 25 de novembro de 2025.

O fim está próximo, não para o mundo, mas para o complexo industrial climático. Trata-se de um declínio provocado principalmente pela dura realidade da economia energética nos países em desenvolvimento. Publicado pela Agência Internacional de Energia (“IEA”), o relatório “World Energy Outlook 2025” soa como um obituário para a fantasia da descarbonização global, reconhecendo a verdade inegável de que as nações que priorizam a prosperidade devem abraçar, sem reservas, o carvão, o petróleo e o gás natural.

Durante anos, a AIE (Agência Internacional de Energia) e os think tanks ocidentais insistiram que os hidrocarbonetos estavam em declínio estrutural, prevendo uma queda fatal na demanda após 2030. No entanto, no próprio documento que deveria monitorar o progresso rumo à meta absurda de emissões líquidas zero, a AIE admite que a demanda por petróleo e gás natural continuará a crescer bem depois de 2035 e poderá não atingir o pico antes de 2050.

A principal conclusão do relatório da AIE (Agência Internacional de Energia) é que os mercados emergentes, com exceção da China, estão se tornando os principais impulsionadores do crescimento do consumo global de energia. Trata-se de uma mudança estrutural profunda. A trajetória dos mercados de energia não será mais ditada pelas políticas de Paris, Berlim ou Washington, mas sim pelas escolhas soberanas de nações cujos cidadãos anseiam por uma vida melhor.

Prevê-se que a Índia registre o crescimento médio mais rápido no consumo de energia entre todos os mercados emergentes, com um aumento robusto de 3% ao ano, em média, até meados do século. Petróleo e gás natural suprirão grande parte dessa demanda. O consumo de petróleo na Índia deverá saltar de 5,5 milhões de barris por dia em 2024 para 8 milhões em 2035, acompanhando o crescimento da aviação, da propriedade de veículos e da fabricação de plásticos e produtos químicos.

Mas o ponto crucial é a adoção do carvão pela Índia e Indonésia, até recentemente tratado como uma relíquia do passado. Nos próximos 40 anos, a dinâmica desse combustível de hidrocarboneto será moldada nas salas de reuniões de Nova Déli e Jacarta. Prevê-se que a demanda por carvão pelo setor industrial da Índia aumente em impressionantes 60% até 2035. Quase um quarto da nova produção mundial de aço está planejada para a Índia e o Sudeste Asiático, com a produção nessas regiões quase dobrando até 2035.

A demanda por carvão industrial na Indonésia deverá aumentar em mais de 45% no mesmo período. Fábricas, fundições de níquel e plantas químicas – a espinha dorsal do seu crescimento industrial – consomem cada vez mais energia a cada trimestre. Talvez os dados mais reveladores da AIE sejam os relativos ao crescimento da demanda de eletricidade per capita. A Índia e a Indonésia deverão crescer 80% e 70%, respectivamente, até 2035.

Esses aumentos são impulsionados pelo uso de ar condicionado, eletrodomésticos, urbanização e crescimento populacional implacável. A expansão da rede elétrica na Indonésia quase dobrou, adicionando cerca de 1 milhão de quilômetros de novas linhas em uma década.

A AIE observa que a Índia atingiu sua meta de capacidade de energia não fóssil para 2030 cinco anos antes do previsto, mas os combustíveis fósseis continuam a fornecer a maior parte da geração flexível e despachável. Por quê? Porque as chamadas energias renováveis ​​permanecem intermitentes, e somente os combustíveis de hidrocarbonetos, juntamente com a energia nuclear, podem garantir o tipo de confiabilidade que a indústria exige e a sociedade moderna espera.

Para a Índia e a Indonésia, e muitos outros países, o carvão é garantia de ascensão industrial; e pode muito bem se revelar um ingrediente fundamental no desenvolvimento de centros de dados nas cidades indianas, já dominadas pela tecnologia.

Para os países em desenvolvimento, as principais ameaças vêm da escassez de energia e da estagnação econômica, não de previsões ideológicas de um apocalipse climático inventados por aristocratas britânicos em Londres. Líderes sérios não apostarão em tecnologias pouco confiáveis ​​como a eólica e a solar em busca da utopia fantasiosa “livre de carbono” das elites esquerdistas globalistas. Há muito em jogo.

Trump despreza a COP30 no Brasil, a conferência da ONU sobre a “farsa das mudanças climáticas”.

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Renato Cunha
O blog Stylo Urbano foi criado pelo estilista Renato Cunha para apresentar aos leitores o que existe de mais interessante no mundo da moda, artes, design, sustentabilidade, inovação, tecnologia, arquitetura, decoração e comportamento.

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