Existem extraterrestres vivendo de forma disfarçada entre nós? Sim e isso vem acontecendo há séculos. Algumas raças de civilizações extraterrestres avançados tem a mesma aparência que os humanos da Terra. Vestindo jeans, camiseta e tênis eles podem caminhar tranquilamente pelas ruas das nossas cidades sem serem notados. E podem se comunicar em qualquer língua humana. Os extraterrestres que podem se passar por humanos são justamente as raças estelares de humanos Lyrianos.

Existem 400.000 civilizações humanas Lyrianas somente neste quadrante galáctico. Dessas 400.000, a vasta maioria são de civilizações pré-industriais com um avanço tecnológico semelhante aos da Terra nos séculos XVIII e XIX, ou menos desenvolvidas. Pouco mais de 10% delas, cerca de 41.000 neste quadrante galáctico, são interestelares.

Entre essas civilizações de humanos Lyrianos que são interestelares, existem três que visitam frequentemente a Terra e são os Alfrateanos, Taygeteanos e Antarianos. Quando digo “visitar”, também inclui descer com suas naves até a superfície do planeta e desembarcar.

Humanos espaciais: O povo Antariano, parte 2. 1
Nosso sistema solar está marcado com um ponto e seta nessa imagem da Via Láctea. Só neste quadrante da galáxia onde estamos existem 400.000 civilizações de humanos Lyrianos. Não estamos “sozinhos” na galáxia.

A Cabala Illuminati (Maçonaria/Jesuítas/Vaticano) que controla a sociedade humana na Terra impõe a ficção científica na indústria do entretenimento como forma de desacreditar a realidade. A Cabala esconde a verdade como ficção científica e nos impõe uma falsa realidade como algo válido. Muitas coisas que são “ficção científica” no cinema são verdades escondidas à vista de todos, de modo que as pessoas as consideram fantasia.

Situada na Terra de 2419, a série de “ficção científica” The Orville (2017) acompanha as aventuras da Orville, uma nave espacial exploratória de nível médio. Sua tripulação, tanto humana quanto alienígena, enfrenta as maravilhas e perigos do espaço sideral. The Orville é uma homenagem a Stark Trek, mas além de tudo, ela tem suas particularidades. Os humanos de 2419 exploram o espaço em busca de aventuras e contato com outras civilizações. Eles fazem parte da União Planetária, inspirada na Federação Galáctica de Stark Trek.

A sociedade humana de The Orville abandonou o dinheiro e o sistema capitalista há séculos. A tripulação da nave Orville encontra um planeta chamado Sargus 4 que é habitado por humanos cuja sociedade utiliza a democracia direta. Sargus 4 é um planeta similar à Terra no século 21 e seus habitantes são fisicamente parecidos com os humanos da Terra de 2419.

Um pequeno grupo da tripulação da nave Orville desce disfarçados até Sargus 4 para pesquisar os costumes e cultura de sua sociedade de perto. É a mesma coisa que os Taygeteanos, Alfrateanos e Antarianos fazem na Terra.

Na sociedade “primitiva” de Sargus 4 as pessoas usam dinheiro, então os tripulantes da nave Orville tiveram que usar dinheiro pela primeira vez em suas vidas. Essa cena é exatamente o que acontece quando raças de “humanos espaciais” visitam a sociedade da Terra. Eles tem que se disfarçar, falar na língua dos nativos e usar dinheiro. A Cabala esfrega na nossa cara uma realidade mas oculta como ficção.

Na segunda temporada da série “Star Trek: Enterprise”, há um excelente episódio chamado Carbon Creek, que foi ao ar pela primeira vez em 25 de setembro de 2002. Nesse episódio, a Vulcana T’Pol, Diretora executiva de ciências da nave Enterprise NX-01, conta uma história sobre sua bisavó, T’Mir, que estava numa nave vulcana nas imediações da Terra em 1957, estudando o lançamento de seu primeiro satélite artificial humano, o Sputnik.

Um acidente, entretanto, fez com que a nave e seus quatro ocupantes Vulcanos fizessem um pouso forçado próximo a pequena cidade de Carbon Creek na Pensilvânia/EUA. Um dos Vulcanos morreu na queda na nave e os outros três foram obrigados a se virar, tendo que ir até a cidade de Carbon Creek, e fingir serem humanos para conseguir trabalho e comida. Como os Vulcanos tem orelhas pontudas, tiveram que cobrir suas orelhas com gorro ou cabelo.

As raças estelares que vivem numa Sociedade Holística não usam dinheiro, pois tudo está disponível gratuitamente e em abundância, e não são obrigadas a trabalhar e pagar impostos. Cada pessoa escolhe oferecer seu tempo e talentos para o bem comum da sociedade, e como não são obrigados a nada, todos acabam contribuindo. Na Terra sob o controle da Cabala impera o “serviço a si mesmo”, já o “serviço aos outros” é a base de uma sociedade holística avançada.

Numa sociedade holística avançada, as pessoas não delegam autoridade a ninguém, mas tomam todas as decisões por conta própria. Elas exercem um autogoverno na prática. Bem diferente das pessoas na Terra, que foram doutrinadas a obedecer as “autoridades”, aceitando transferir seu poder e dar seu consentimento a políticos corruptos controlados pela Maçonaria, na farsa chamada “democracia liberal”, que irão usar o poder do Estado da forma que melhor lhes convier, isto é, contra as pessoas que votaram neles e lhes deram poder.

É por isso que nenhuma raça estelar avançada fora da Terra utiliza a democracia, preferindo um sistema político holístico de conselho escalonado em qualquer uma de suas variantes. E curiosamente, esse é o tipo de governo da sociedade humana em The Orville e Star Trek. As pessoas na Terra necessitam de dinheiro para sobreviver e o mesmo acontece com os “humanos espaciais” se eles vierem passar um tempo neste planeta.

Unidades militares especiais de Taygeta, as Shinonim (mulheres) e os Hashmallim (homens), descem com suas naves camufladas na Terra para participar de operações secretas. Essas unidades especiais são treinadas para interagir com os humanos. Os Alfrateanos e Antarianos fazem a mesma coisa.

Alguns “humanos espaciais” vem ainda criança para cá, onde vivem alguns anos, e acabam criando um vínculo forte com a Terra. Eles se acostumam com a comida, música e outras coisas humanas. Esse é o caso especial da Taygeteana Mari Swaruu.

A história de Mari Swaruu, a extraterrestre que viveu na Terra por 5 anos. 1

Quem é Mari Swaruu?

Mari não nasceu na Terra. No entanto, sua data de nascimento correspondente foi calculada como 8 de março de 2008, o que significa que ela tem 17 anos no momento (2025). Mari nasceu em uma nave estelar Taygeteana no espaço profundo e depois foi levada para viver em Temmer, um dos planetas da estrela Taygeta que fica no sistema estelar das Plêiades, antes de se mudar para a Terra com sua mãe ainda muito jovem.

Era meados de 2021, Mari tinha 13 anos e vivia principalmente na Terra nos últimos cinco anos. Ela e sua mãe saíam de férias para fora do planeta várias vezes por ano. Principalmente para Viera, a nave biosfera Andromedana sede local da Federação Galáctica, que fica atrás da Lua, e para o planeta Cyndriel em Aldebaran.

A história de Mari Swaruu, a extraterrestre que viveu na Terra por 5 anos. 2

Ela viveu na Terra como qualquer garota humana normal e frequentou uma escola pública como qualquer outra pessoa, onde se destacou nas disciplinas e também se meteu em muitos problemas com os professores e a diretoria por que gostava de questionar tudo o que lhe ensinavam e não gostou do que encontrou lá, mesmo em uma idade muito jovem.

Para Mari, todo o sistema escolar foi projetado para condicionar as crianças a serem obedientes e a não pensarem por si mesmas. Além disso, ela também notou que muitas, se não todas, as informações impostas às crianças eram imprecisas, se não completamente falsas. E quando ela expunha a imprecisão com evidências e pontos de vista alternativos sobre o mesmo assunto, foi rotulada de encrenqueira e enviada para a sala do diretor.

Mari se destacava em dança e esportes e viveu uma vida feliz, cheia de amigos da sua idade na superfície do planeta Terra, até os 13 anos. A falsa pandemia do Covid estava no auge onde Mari morava, então sua mãe não dava mais aulas de saúde, condicionamento físico ou autodefesa, e Mari não ia mais à escola.

Aquela situação a fez recuar para o isolamento, pois ela não suportava ver as pessoas caírem e acreditarem em uma situação tão obviamente falsa, e por essa mesma razão, ela e sua mãe não conseguiam obedecer às ditas ordens, e ter que fazer isso envenenava suas almas. Então, Mari e sua mãe decidiram deixar a Terra, pelo menos por um tempo, até que aquele teatro dos horrores passasse, e decidiram viver dentro da grande nave Viera, usando a nave estelar Suzy TP 157M da mãe de Mari como lar, já que ela é grande o suficiente por dentro.

A mãe de Mari, Athena Elizabeth Swaruu, além de personal trainer, que é sua profissão humana, sempre foi piloto de caça a serviço da sociedade Taygeteana, e é por isso que ela tinha aquela nave estelar de caça classe Suzy. Em meados de 2021, surgiu um problema com uma certa pessoa que fazia parte de um plano elaborado para assumir o controle da sociedade Taygeteana e esse plano envolvia a Cabala regressiva da Terra.

Essa pessoa estava sendo perseguida por naves taygeteanas na época e foi relatado que elas poderiam estar por perto do setor onde elas estavam, então a mãe de Mari estava em alerta. Mas como ninguém consegue estar em alerta o tempo todo, um dia sua mãe foi para a área florestal dentro da nave biosfera Viera, e não levou seu dispositivo comunicador com ela.

Athena ficou lá por várias horas, imersa na natureza, e Mari estava sozinha na nave quando a IA de Suzy começou a transmitir um alerta de detecção de proximidade, indicando que a pessoa que os Taygeteanos procuravam estava na área. Mari não sabia o que fazer porque percebeu que a nave inimiga estava seguindo uma configuração de sobrevoo, o que significava que ela logo se afastaria para sabe-se lá onde, e seu rastro se perderia novamente.

Então, Mari tomou uma decisão da qual se arrependeria profundamente mais tarde. Ela instruiu a IA da nave Suzy a decolar do hangar da Viera, onde estavam, e seguir aquela nave estelar em perseguição. Mari não sabia tudo sobre navegação estelar, mas na época, achava que sabia o suficiente. Ela não sabia que a pessoa que estava tentando seguir era uma piloto de caça experiente e instrutora veterana de pilotos de caça taygetanos.

Então, quando ela percebeu que Mari a estava seguindo, começou a executar uma manobra de combate conhecida como “salto espacial”. Ou seja, saltar de um lugar para outro muitas vezes aleatoriamente, na tentativa de despistar a nave de Mari. Uma nave espacial deixa uma perturbação no campo ao redor de onde salta, e essa perturbação dura alguns segundos ou até minutos, tempo suficiente para que outra nave espacial leia a frequência dessa perturbação e, com isso, o computador possa saber para onde a outra nave foi. Isso se chama frequência de detecção de alvo.

O problema é que essa piloto de caça que Mari estava tentando seguir era muito experiente, então ela começou não apenas a saltar, mas também a saltar no tempo, e é quando um piloto de caça não apenas salta de um local aleatório para outro local aleatório, mas também salta para outro momento no tempo, a partir de cada um desses locais, também aleatoriamente. Tudo isso acontece no modo hiperespaço, então é um nível totalmente diferente, não só tendo que considerar onde uma nave estava, mas também quando ela esteve lá, aleatoriamente e muitas vezes.

Ela entrava e saía desses locais aleatórios com a intenção óbvia de despistar a nave que a seguia, e isso levou Mari a ficar completamente perdida no tempo e no espaço. Ela estava diante de uma piloto de caça muito experiente, fazendo o possível para despistar, o que ela considerava uma grande ameaça, já que sua nave, também uma classe Suzy, detectou que nave de Mari era uma Suzy 2 ou Super Suzy, o modelo mais recente e aprimorado, portanto classificada como de perigo máximo para ela.

Ela não sabia que a piloto era uma simples estudante de balé de 13 anos, e não outra piloto de caça experiente. Então, Mari estava perdida no tempo e no espaço. Depois de apenas alguns minutos, Mari estava completamente perdida e não conseguia voltar por onde tinha vindo. Ela não havia registrado a frequência e a sequência de cada um dos seus saltos e havia repetidamente sobrescrito a frequência de sua localização inicial, tudo porque estava muito animada, pois achava que sua mãe ficaria muito orgulhosa, por capturar aquele piloto inescrupuloso que os Taygeteanos estavam procurando.

Basicamente, Mari nem sabia o que estava instruindo o computador de voo da nave a fazer, e hoje não conseguiu retornar para onde ela veio. Mas havia outra piloto de caça muito experiente também procurando pela mesma pessoa, e ela também estava seguindo o padrão de salto de frequência daquela nave, caçando-a profissionalmente. Ela era sua mãe, mas de outra linha do tempo.

Athena Elizabeth Swaruu, só que muito mais jovem que sua mãe original e apenas 5 anos mais velha que Mari, mas já bem treinada na pilotagem de naves espaciais. Felizmente Athena detectou a nave de Mari e abriu uma linha de comunicação com ela. Athena resgatou Mari e a trouxe para a nave Toleka que ficava no órbita da Terra. A nave de Mari saltou de sua linha do tempo para a nossa linha do tempo.

Esse são alguns trechos do vídeo sobre como Mari chegou na Terra. A transcrição completa está no link abaixo:

Como Mari chegou na Terra?Transcrição

Vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=ZG2zAWmXCP8

Mari está aqui desde então. Daquele momento em diante, lentamente, ela fez seu caminho na sociedade Taygeteana por conta própria e com a ajuda de alguns bons amigos que ela fez ao chegar na órbita da Terra. Embora jovem, Mari é muito madura e responsável. Atualmente, ela é a Rainha de Taygeta e vive em sua nave na órbita da Terra junto com mais de mil Taygeteanos. Além de ser rainha de seu povo, ela tem dois canais no Youtube chamados @SwaruuOficial e @swaruuofficial.

Esse é um novo vídeo de Mari sobre sua história.

Ouvi falar dos Taygeteanos pela primeira vez em 2022 quando topei com um vídeo de Gosia no canal Gaia chamado: “Mulher recebe mensagens de Pleiadianos“. Desde 2018, a polonesa Gosia Duszak e o espanhol Robert Carbonell se apresentam na internet como contatados oficiais dos Taygeteanos. O contado era feito pela internet, e não por “canalização” como acontece com outros supostos contatados de extraterrestres.

Os Taygeteanos são uma cultura avançada classificado como de raça nórdica de ascendência Lyriana. Eles se parecem principalmente com humanos escandinavos e habitam os 4 planetas do sistema solar Taygeta Tau-19 no aglomerado estelar das Plêiades M45. Eles são uma sociedade holística de conselhos escalonados.

Os Taygeteanos, em sua nave Toleka, vieram para a órbita da Terra em 2008 para iniciar um novo projeto. Eles são uma das milhares de raças estelares que são membros da Federação Galáctica, a controladora final da Terra. Naquela época, em 2008, os Taygeteanos já sabiam que era inútil falar com os estúpidos políticos da Terra, pois eles não representam a população, e por que tiveram experiências ruins com eles desde 1952.

O presidente dos EUA, Eisenhower, os ignorou completamente e seus sucessores os chamaram de “hippies espaciais”. E o presidente da União Soviética que os ouviu, Nikita Khrushchev, evitou em grande parte a crise dos mísseis de Cuba em 1961-62, mas depois foi removido do Polyburo soviético e isolado por querer compartilhar seu contato com os Taygeteanos com o mundo.

Os Taygeteanos abandonaram o contato com políticos e seus governos e resolveram iniciar o Projeto Primeiro Contato. Este projeto começou sob a capitã Asket de Temmer e consistia em mais de 550 pessoas de Taygeta inundando as redes sociais da Terra dizendo abertamente que eles eram extraterrestres, para ver a recepção dos humanos em geral. Mas infelizmente o projeto foi um completo fracasso. O texto abaixo foi retirado de um video de Mari sobre o assunto.

Porque o Projeto Primeiro Contato fracassou?

O Projeto Primeiro Contato foi uma operação de pesquisa patrocinada pela Federação Unida dos Planetas, ou Federação Galáctica, para investigar e fornecer dados para determinar se a população geral do planeta Terra estava ou não pronta para a revelação extraterrestre completa, com toda a população e comunicação com seres semelhantes a humanos de outros planetas. Começou a operar por volta de 2009 e terminou em 2016, embora alguns afirmem que terminou em 2017.

No entanto, todos aqueles que participaram do projeto tiveram que seguir as mesmas regras e restrições que ainda se aplicam hoje, como não poder falar abertamente com suas vozes e ter que se comunicar apenas por digitação. E os participantes tiveram que seguir ordens baseadas na Primeira Diretriz, como seria de se esperar. Para fazer cumprir essas regras, a Federação criou um grande sistema de servidores de internet para forçar todo o tráfego e comunicações de naves estelares em órbita terrestre a passar por ele antes de entrar na internet humana, sendo assim capaz de monitorar, controlar e censurar todas as informações com eficiência. Esse sistema ainda está em operação hoje.

As principais fontes de contato dos participantes Taygeteanos foram sites de bate-papo aberto, e foi aí que os problemas começaram a aparecer. Problemas que aqueles primeiros voluntários e seus gerentes e coordenadores aparentemente não conseguiam detectar, muito menos fazer algo a respeito. Eles usavam qualquer página de bate-papo aberto que encontrassem, porque esse seria o lugar mais eficiente para começar a se comunicar com qualquer humano que visitasse essas páginas, justamente porque buscavam contato social.

A reação mais comum era a simples descrença, muitas vezes resultando em insultos humanos aos voluntários que alegavam ser extraterrestres. Eles zombavam deles ou simplesmente encerravam a conversa. Mas algo mais começou a acontecer em grande escala. Os voluntários não perceberam que a razão pela qual aqueles humanos estavam naquelas páginas de bate-papo era para fins de namoro e não porque ansiassem por qualquer tipo de interação intelectual, muito menos comunicação extraterrestre, já que a maioria deles simplesmente não se importava ou acreditava em alienígenas.

Como a grande maioria das pessoas que entravam nessas páginas de bate-papo eram homens, e os voluntários eram em sua maioria mulheres jovens e idealistas, os problemas começaram por que ninguém pensava nas diferenças culturais entre as raças estelares e os humanos. Os homens humanos começaram a fazer investidas nas mulheres não humanas, que por sua vez eram cegas a tais investidas precisamente por causa dessas diferenças culturais, por que relacionavam essas investidas como simples amizade e não com algo mais pessoal ou sexual.

Então, os voluntários simplesmente aceitaram essas investidas sem pensar nas consequências e, pior ainda, sem estabelecer limites ou fronteiras saudáveis, já que não viam necessidade de fazê-lo, estando quase completamente cegos ao que realmente estava acontecendo e à razão pela qual o humano estava prestando tanta atenção a eles.

Os homens humanos, por outro lado, começaram a ignorar as alegações extraterrestres das voluntárias, vendo-as como meras garotas da Nova Era brincando de sementes estelares, representando uma fantasia de ficção científica com a qual os homens não se importavam e estavam muito bem preparados para perdoar ou deixar passar, contanto que a mulher cedesse aos seus avanços. Em outras palavras, os homens não se importavam se a garota era completamente louca, contanto que ela fosse receptiva aos seus interesses sexuais. Era uma receita para o desastre.

E o que piorou ainda mais as coisas foi que algumas voluntárias que se meteram nessa situação e perceberam o que estava acontecendo caíram direto nessa armadilha, formando uma espécie de relacionamento neurótico impossível com seus contatados, que estava absolutamente fadado ao fracasso desde o início, e de forma épica, simplesmente por causa das restrições da Federação às quais foram submetidas em primeiro lugar.

Quanto aos voluntários homens, aparentemente a situação e a combinação cultural não favoreceram tanto a formação de relacionamentos neuróticos. Para começar, a forma como o projeto “Primeiro Contato” foi conduzido foi falha, assim como suas conclusões, que basicamente afirmam que os humanos em geral, e como a maioria da população, não estão prontos para contato com raças estelares, mesmo as gentis que parecem humanas, muito menos aquelas que não parecem humanas.

Em primeiro lugar, salas de bate-papo abertas são os piores lugares para procurar conversas inteligentes. As pessoas lá estão focadas em apenas uma coisa: namorar, e mesmo no que diz respeito a namorar pessoas que você conhece lá, não é propício para encontrar alguém com ética e espiritualidade avançadas. Esses lugares são basicamente uma total perda de tempo, já que o objetivo das pessoas lá, e sua frequência e vibração, não têm nada a ver com os dos voluntários.

Enviar voluntários do projeto “Primeiro Contato” para essas salas de bate-papo é comparável a mandá-los para um bar ou bar de baixo nível para avaliar o nível intelectual e a consciência espiritual da humanidade. Eles simplesmente não conseguiram encontrar os melhores espécimes da humanidade lá. Os membros mais avançados da humanidade simplesmente não desperdiçam sua energia em tais lugares, pois obviamente têm coisas muito melhores para fazer com seu tempo.

Isso também significa que os humanos avançados saberão que não há sentido em tentar forçar a massa da população em geral a apreciar as coisas de que gostam, como todas as atividades intelectuais. Eles sabem que não podem forçar os outros a progredir e abandonar todos os seus vícios, tanto físicos quanto mentais. A maioria dos espécimes mais avançados da humanidade e sua cultura são silenciosos, difíceis de encontrar e muito fechados em seus livros e bolhas pessoais. Mas isso não os torna menos importantes ou influentes.

O projeto “Primeiro Contato” terminou em algum momento de 2016 ou 2017, principalmente devido a todos os problemas e atritos sociais que criou para ambos os lados. Mas, infelizmente, as raças que participaram desse experimento, e posteriormente a Federação, tomaram a decisão de que a humanidade em geral não está pronta para o contato direto, com base apenas nos resultados muito duvidosos deste projeto. Os dados eram falhos desde o início. Eles nunca procuraram as pessoas certas nos lugares certos, confiando simplesmente na própria ignorância das raças estelares.

Eles chegaram à órbita da Terra e começaram a falar com os humanos de uma maneira absurdamente aberta, sem qualquer orientação ou conselho de pessoas que poderiam ter uma melhor compreensão do assunto e do problema. Por exemplo, eles deveriam ter pedido ajuda a todo os “humanos espaciais” que tinha experiência como Step Downs na Terra, pois eles teriam o conhecimento e a experiência necessários para guiar todo o projeto de forma mais inteligente. Embora os Step Downs ainda mantenham sua cultura e essência não humanas, sua participação poderia ter sido de grande ajuda.

Das milhares de pessoas contatadas no mundo, apenas 10 a 15 acreditaram neles. E de desses, só permaneceram menos de cinco, com Gosia e Robert entre eles. Os Taygeteanos foram ingênuos em fazer contato com os humanos através de salas de bate-papo, um lugar inapropriado para o que eles queriam. Na época eles não pensaram em criar um canal no Youtube para compartilhar vídeos com informações espirituais, históricas, científicas e tecnológicas de sua civilização, e depois fazer contato com grupos de ufologia para apresentar seu canal.

Uma daquelas pessoas que os Taygeteanos contataram com o Projeto Primeiro Contato, uma senhora da Espanha, passou o contato deles para duas pessoas que ela conheceu num evento de ufologia, a polonesa Gosia Duszak e o espanhol Robert Carbonell. Os dois entraram em contato com os Taygeteanos por email e depois começaram se comunicar frequentemente com eles por sala de bate-papo de 2018 até 2024. Foi ai que começou outro problema para os Taygeteanos.

Por causa da sua Primeira Diretriz, a Federação Galáctica proíbe que suas raças membro façam contato direto por voz, vídeo ou presencialmente com as pessoas da Terra. Somente texto é permitido. Para a Federação, o contato direto dos terráqueos com raças avançadas de fora do planeta causaria o colapso da sua querida Matrix 3D.

“A Terra é mantida artificialmente isolada do resto da comunidade galáctica pela Federação Galáctica para criar e manter um reino falso, com regras falsas, incluindo uma cosmologia falsa, uma história falsa e quase tudo falso.”

– Mari Swa 

Gosia e Robert tiveram a oportunidade única de se comunicar pela internet com alguns dos Taygeteanos, como Alenym, Nai´shara, Dhor K´aal´el, Raguel, Eridania, Gabriel, Khila, Anéeka, Swaruu, Athena e Sophia. Todos eles desempenhavam funções diferentes na nave Toleka, que ficava na órbita da Terra, e são especializados em vários campos.

Gosia e Robert receberam uma enorme quantidade de informações dos Taygeteanos, que forneceram tudo, sem exigir em troca, que os dois divulgassem ou publicassem. Gosia e Robert resolveram criar canais no Youtube, para apresentar vídeos que eles fizeram com o material que receberam dos Taygeteanos. Entre 2018 e 2024, eles fizeram centenas de vídeos com informações fantásticas, e vários deles coloquei no Stylo Urbano.

A história de Mari Swaruu, a extraterrestre que viveu na Terra por 5 anos. 3

Após o fracasso do Projeto Primeiro Contato, a Rainha Alenym e Sophia tiveram a ideia de criar o Projeto Segundo Contato, que seria inteiramente administrado pelos Taygeteanos em suas naves na órbita da Terra. A proposta era de que os Taygeteanos deveriam entrar em locais cuidadosamente escolhidos nas redes sociais para semear conceitos de ética, valores e informações pertencentes a sociedades e culturas interestelares altamente evoluídas com uma estrutura política holística.

Esses conceitos seriam compartilhados abertamente para serem adotados por pessoas com ideias semelhantes na Terra, que possam então retransmiti-los para todos e para qualquer pessoa. Conceitos que poderiam ser modificados e adaptados às necessidades humanas da Terra, pelas inúmeras sementes estelares que já vivem na Terra.

Mas desta vez, eles não diriam abertamente que são extraterrestres para evitar ataques e descrédito dos humanos, e não prejudicar o trabalho e a saúde mental dos agentes Taygeteanos, impedindo assim que o objetivo principal fosse alcançado. Portanto, eles deveriam se misturar totalmente enquanto fizessem seu trabalho. O Projeto Segundo Contato seria lançado em 2024 mas no final, acabou não se concretizando.

Em 11 de dezembro de 2022, Mari Swaruu apresentou seu primeiro vídeo no canal @SwaruuOficial. Mari não tinha nada a ver com o Projeto Primeiro Contato (2009-2016), ela criou seu canal para compartilhar suas informações diretamente ao público, sem ajuda de “intermediários” como Gosia e Robert. O que Mari fez em 2022 era o que os Taygeteanos deveriam ter feito em 2009, criar um canal no Youtube ou um site na internet.

Desde 2018, Gosia e Robert receberam informações dos Taygeteanos mas isso acabou em algum momento em 2024. Em seus vídeos, esses dois se apresentam como “amigos” dos Taygeteanos e conseguiram milhares de seguidores (inclusive eu) que acreditaram em suas “boas intenções”. Toda a informação que os Taygeteanos passavam para os dois eles filtravam e apresentavam o que lhes interessava. Com o passar dos anos, a relação entre a equipe Taygeteana e Gosia/Robert se tornou tensa.

Como as informações eram filtradas por Gosia e Robert, eles não deixavam transparecer aos seus ouvintes a insatisfação dos Taygeteanos com eles. Os Taygeteanos são pessoas empáticas e vivem numa sociedade holística de “serviço aos outros”. Devido a sua natureza empática e até ingênua, eles sofreram abuso emocional por parte de Gosia e Robert, que diziam para eles que se não fosse por sua ajuda, ninguém saberia que os Taygeteanos existem. Mari revelou isso num vídeo chamado “Empáticos e Narcisistas: Uma Historia Real”.

Gosia e Robert tiveram muito contato com Anéeka de Temmer e Swaruu de Erra. Essas duas morreram devido a problemas de saúde causados por depressão. Robert e Gosia, mantiveram contato com Anéeka desde o início de 2018 até 2022. Ela faleceu em 5 de novembro de 2022. Anéeka chegou à órbita da Terra em abril de 2016. Sua posição na tripulação era a de analista-chefe de dados terrestres e espaciais.

Ela era a diretora-chefe de inteligência de Taygeta. Além disso, e entre muitas outras tarefas, a sua a especialidade eram os “computadores” holográficos a bordo da nave Toleka. Swaruu de Erra era uma jovem Taygeteana que manteve contato com Robert e Gosia, de dezembro de 2017 a abril 2020. Gosia e Robert abusaram tanto emocionalmente de Anéeka e Swaruu que causou uma séria depressão nas duas, o que levou a suas mortes.

Na época eu achei muito estranho que duas jovens Taygeteanas, vivendo seguras dentro de uma grande nave espacial e cercadas das tecnologias médicas mais avançadas pudessem ter morrido. Não fazia nenhum sentido, até Mari explicar tudo no video.

Os Taygeteanos cansaram de ser explorados pelos dois psicopatas e narcisistas Robert e Gosia, e cortaram todo contato com eles. O que os deixou furiosos pois perderam a galinha dos ovos de ouro. Seus videos são monetizados e eles criaram um negócio lucrativo com as informações dos Taygeteanos. Depois que eles pararam de receber novas informações, Robert e Gosia começaram a reciclar informações antigas e pegar informações dos videos criados por Mari Swaruu, que hoje, é a única Taygeteana a compartilha informações.

Revoltados por terem sido chutados pelos Taygeteanos, Robert e Gosia resolveram se vingar, lançando um ataque covarde contra Mari e seu canal, chamando-a de farsa e outras coisas. Os dois querem arrastar Mari para a lama, inventando as mentiras mais ridículas e imorais. Os dois se acham “donos” da divulgação Taygeteana e resolveram atacar aqueles que lhes forneceram informações gratuitamente por 6 anos, e que os dois monetizaram.

O que aconteceu foi uma guerra entre empatia e psicopatia, entre virtude e imoralidade, entre ética e corrupção, entre verdade e engano, entre retidão e depravação. A psicopatia de Robert e Gosia não tem limites e eles querem destruir Mari de todas as formas. Mari nunca teve nada a ver com esses dois narcisistas mas eles resolveram atacá-la mesmo assim. O canal de Mari no Youtube é monetizado pois ela precisa do dinheiro para comprar alimentos e outras coisas na Terra.

Mari viveu dos 8 aos 13 anos na Terra e está acostumada com a comida humana. Ela não se adaptou a comida Taygeteana, que é servida na nave onde está, pois a deixa doente. Os dois psicopatas sabem disso e fizeram de tudo para que o Youtube demonetizasse o canal de Mari, para que ela não consiga o dinheiro para se alimentar.

Esses dois narcisistas vigaristas enganaram seus seguidores, fingindo durante anos, serem “amigos” dos Taygeteanos, mas só estavam interessados no dinheiro e fama que poderiam ganhar explorando os empáticos Taygeteanos. Os dois narcisistas eram apenas mensageiros, ou atravessadores, pois todas as informações em seus vídeos vieram dos Taygeteanos.

Empáticos e Narcisistas: Uma Historia Real.

Notícias Espaciais 97. Os ataques covardes e cruéis de Gosia e Robert contra Mari Swa

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Renato Cunha
O blog Stylo Urbano foi criado pelo estilista Renato Cunha para apresentar aos leitores o que existe de mais interessante no mundo da moda, artes, design, sustentabilidade, inovação, tecnologia, arquitetura, decoração e comportamento.

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