Fidel Castro foi um “revolucionário” que liderou a guerrilha que derrubou a ditadura do maçom Fulgêncio Batista em 1959, e instalou no lugar uma brutal ditadura comunista para supostamente “libertar o povo cubano”. Fidel foi educado em uma escola jesuíta em Santiago, Cuba. O “revolucionário comunista” endeusado pela esquerda globalista era um burguês, ele fazia parte da elite cubana.

A família Castro possuía uma grande plantação de cana-de-açúcar em Cuba, conhecida como Fazenda Las Manacás, em Birán. Esta propriedade, que pertencia ao pai de Fidel Castro, Ángel Castro, era uma das maiores da região e incluía 400 funcionários. A ascensão de Fidel ao poder foi dirigida e financiada pela nobreza ítalo-espanhola das famílias Colonna, Gaetani-D’Aragona e Aragon-Escobar para que pudessem estabelecer um refúgio criminoso nas Américas.

A revolução cubana liderada por Fidel Castro foi um golpe da nobreza ítalo-espanhola. Cuba é um esconderijo da máfia e está sendo usada como refúgio para famílias mafiosas, chefes de cartéis e como base para operações criminosas nas Américas.  José Miguel Battle Sr. foi um dos principais chefes do crime cubano atuando nos Estados Unidos. Seu filho, José Miguel Battle Jr., foi condenado em 2007 por comandar operações da máfia cubana em Miami. Ele foi libertado em 2017.

A ligação de Fidel Castro com a nobreza ítalo-espanhola e o narcotráfico na América Latina. 1

Na década de 1950, o revolucionário Fidel Castro desenvolveu uma queda pelos maçons quando eles lhe deram refúgio em uma Loja Maçônica. Os maçons sobreviveram à revolução de Castro, mas ele os manteve sob controle. Ainda assim, o número de membros era estável e, com o recuo gradual de Castro do poder após 2001, os maçons começaram a florescer. Hoje, eles reivindicam mais de 40.000 membros em Cuba.

Após assumir o poder em Cuba, porque Fidel não proibiu lojas maçônicas na ilha e prendeu os maçons como conspiradores? Ele sabia muito bem que os maçons vem orquestrando revoluções pelo mundo há séculos e poderiam armar um golpe para derrubá-lo. O ditador Benito Mussolini proibiu a Maçonaria na Itália em 1925.

Inicialmente, a Maçonaria apoiou Mussolini, mas uma forte corrente anti-maçônica dentro do fascismo levou à sua proibição, com a aprovação de uma lei que regulamentava as associações e visava principalmente a dissolução das lojas maçônicas. No século XVIII, os jesuítas se infiltraram na Maçonaria para controlá-la. Fidel foi educado e treinado pelos jesuítas, os primeiros Illuminati. 

“O verdadeiro objetivo da Maçonaria é criar todos os pré-requisitos necessários para o triunfo da revolução comunista.”

Christian Rakowsky, membro dos maçons Illuminati

A máfia cubana é conhecida como “Corporação” e é parcialmente controlada pela família Castro. Cuba foi oficialmente tomada pelos espanhóis através de Cristóvão Colombo (Pedro Madruga), um parente próximo da família Colonna de Roma, originária dos Montes Albanos, que possui um ramo na Espanha conhecido como Duques de Alba. A família Colonna também se uniu à família Gaetani-d’Aragona por meio do Príncipe Leona Gaetani e da Duquesa Vittoria Colonna.

Um ramo da família Gaetani adotou o nome Aragão através do casamento com a Condessa espanhola-siciliana Lucrécia d’Aragona, que se casou com o Príncipe Onorato Gaetani III. Isso criou a aliança ítalo-espanhola Gaetani-Aragona. O filho de Cristóvão Colombo, Diego Colombo, casou-se com uma integrante do clã Alba através de Maria de Toledo. A Casa de Bourbon espanhola se uniu à família Farnese da Itália e criou a Casa de Bourbon-Duas Sicílias e a Casa de Bourbon-Parma para dar continuidade à linhagem Farnese e seus títulos.

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Príncipe Carlos de Bourbon das Duas Sicílias, Duque de Castro.

A família Farnese eram os Duques de Castro, e o Príncipe Carlos de Bourbon-Duas Sicílias é o atual Duque de Castro. A Casa de Castro era um ramo aparentado da família Farnese na Espanha, que posteriormente cedeu seu ducado aos Duques de Alba. A família Castro de Cuba é descendente direta dos Duques Farnese originais de Castro, que estabeleceram um ramo da família na Espanha.

Ángel Castro Argiz foi o pai de Fidel Castro e nasceu em Láncara, Espanha, antes da família Castro emigrar para Cuba, onde se estabeleceram como uma família poderosa para governar Cuba em nome da Casa de Bourbon-Duas Sicílias e de outras nobrezas ítalo-espanholas. 

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Casa de Bourbon-Duas Sicílias

A família Bourbon-Duas Sicílias é dona do clã mafioso Cuntrera-Caruana, que opera em Aruba e na Venezuela. A Grã -Duquesa Maria Teresa de Luxemburgo é casada com o Grão-Duque Henri, que é Príncipe de Bourbon-Parma por meio de seu avô, o Príncipe Félix de Bourbon-Parma. A Grã-Duquesa Maria Teresa nasceu em Cuba, na família Álvarez, um ramo dos Duques de Alba. O nome Álvarez deriva de Alba e foi oficialmente usado pelos Duques de Alba por onze gerações. Joaquín Castro e Julián Castro são irmãos e políticos no Texas. As máfias usam políticos corruptos para facilitar suas atividades criminosas.

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Fidel Castro foi educado na Escola Dolores, financiada privadamente e administrada pelos jesuítas, em Santiago de Cuba. Em 1945 transferiu-se para a mais prestigiada administração jesuíta, o Colégio de Belém, em Havana. Castro foi treinado no comunismo pelos jesuítas, e o Papa Francisco, que também era jesuíta, teve um bom relacionamento com os irmãos Castro e seu regime comunista corrupto e assassino. Francisco também tinha boas relações com os narcopolíticos da América Latina. 

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Depois que o bandido Lula, amigão de Fidel Castro, foi solto da prisão por seus advogados no STF, sua primeira viagem internacional foi para o Vaticano em 13/02/20.  Lula foi se encontrar com o papa jesuíta para lhe pedir que mandasse a CIA, USAID e o governo Biden ajudassem no golpe para roubar a eleição de Jair Bolsonaro. Afinal, foram os padres e bispos comunistas da CNBB que ajudaram Lula a fundar o partido terrorista do PT.

Os narcoditadores Fulgêncio Batista e Fidel Castro.

A família Farnese também autorizou a fundação da Ordem Jesuíta por meio do Papa Paulo III. A ascensão de Fidel Castro ao poder foi orquestrada e financiada pela nobreza ítalo-espanhola para que pudessem estabelecer um refúgio para criminosos nas Américas, que é o verdadeiro significado do nome Habana/Havana. Fulgêncio Batista serviu como presidente de Cuba em dois períodos, o primeiro de 1940 a 1944 e o segundo de 1952 a 1959.

A maçonaria teve um papel significativo na carreira política de Fulgêncio Batista, pois ele foi um membro ativo da maçonaria cubana e muitos de seus associados também eram maçons. Sua afiliação maçônica o ajudou a manter seus laços com a elite política e militar de Cuba. A relação entre Fulgêncio Batista e a Máfia data desde 1933, quando conheceu Meyer Lansky, um gangster americano de origem russa, conhecido como o “gênio financeiro do crime organizado”.

Lansky tornou-se o grande chefão da máfia em Cuba, apoiado por Fulgêncio Batista, que com a maquinaria dos grupos financeiro-mafiosos e dos serviços especiais deu o golpe de Estado, em 10 de março de 1952. Em um pacto com o governo de Batista, a máfia concebeu a construção de uma grande cadeia de hotéis e cassinos, principalmente em Havana e Varadero, a fim de aproveitar todos os portos do litoral norte.

Cuba, num futuro próximo, devia funcionar como um “porta-aviões” para o fluxo do narcotráfico entre a América Latina e os Estados Unidos, em proporções superiores ao que foi alcançado até aquele momento. No final dos anos 50, o investimento dos EUA na Ilha chegava a um bilhão de dólares e fluía de duas vertentes principais: o capital maciço de poderosos consórcios e corporações dominantes na economia do país e os recursos da máfia norte-americana.

Enquanto os dias sangrentos da tirania de Batista passavam, os negócios da máfia marchavam com prosperidade. Pesquisadores das origens dos cartéis colombianos de cocaína e da conversão desse país em um império internacional das drogas, apontam que tudo começou em meados da década de 1950, quando um grupo de contrabandistas da Antioquia se lançou ao mercado mundial da cocaína, em conexão com a máfia americana que operava em Cuba.

Um estudo dos pesquisadores colombianos Mario Arango e Jorge Child afirma que em 1958 agentes do FBI detectaram em Havana a existência da Conexão Medellín-Habana, que importava, a partir de laboratórios na Colômbia, morfina, heroína e cocaína, para o quartel-general de Santos Trafficante (filho) na capital cubana, que depois eram transferidas para o território dos Estados Unidos. Os cassinos serviam de fachada para o narcotráfico. Os cassinos começaram a se desenvolver em Cuba na década de 1920 em conexão com o crescimento do turismo.

Após vários altos e baixos nas três décadas seguintes, a indústria de cassinos decolou em meados e no final da década de 1950, quando Fulgêncio Batista e seus comparsas, trabalhando em conjunto com mafiosos americanos, usaram os recursos de bancos estatais de desenvolvimento cubanos e até mesmo fundos de aposentadoria sindicais para construir hotéis, todos os quais hospedavam cassinos, como o Riviera, o Capri e o Havana Hilton (hoje Havana Libre).

Os narcoditadores de Cuba, Fulgêncio Batista e Fidel Castro.

No processo, tanto Fulgêncio Batista quanto os mafiosos encheram seus próprios bolsos, roubando os lucros dos cassinos, enganando investidores e traficando drogas. Nada diferente do que Fidel Castro fez depois de derrubar Batista do poder 1o de janeiro de 1959. Os revolucionários acusaram os capangas de Batista de tortura e assassinato quando os levaram a julgamento. Tortura e assassinato foi exatamente o que os irmãos Castro fizeram depois do golpe contra Batista.

O maçom Fulgêncio Batista foi derrubado do poder pois caiu em desgraça com as elites aristocratas europeias que comandam a Máfia e as redes de tráfico de drogas e tráfico humano mundial.

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O verdadeiro poder que governa a Máfia chama-se Maçonaria. Em 1860, o maçom de 33° grau italiano Giuseppe Mazzini se tornou o líder dos Illuminati. Ele formou uma organização chamada Oblonica, nome derivado do latim “abobelus”, que significa “eu chamo com um punhal”.

Dentro desse grupo, ele estabeleceu um círculo interno chamado Máfia. Foi a essa quadrilha de criminosos que Mazzini deu o nome de Máfia, um acrônimo para Mazzini, Autorizza, Furti, Incendi e Avvelengmenti. Conhecidos como Mafiosi, eles eram autorizados por Mazzini a cometer roubos, incêndios criminosos, assassinatos, sequestros e tráfico.

O maçom italiano Giuseppe Mazzini, líder dos Illuminati, é o fundador da Máfia. Foi essa organização criminosa maçônica que chegou as Américas durante a década de 1890, com o início da imigração italiana. A Máfia, a Maçonaria e os Jesuítas fazem parte do Culto da Morte de Saturno.

Cuba é um refúgio para a Máfia, razão pela qual a Cosa Nostra realizou lá uma de suas reuniões mais famosas, conhecida como a Conferência de Havana de 1946, organizada pelo chefe do tráfico genovês Lucky Luciano. O cubano-americano Alfonso Fanjul Sr., também educado por jesuítas em Fordham, e seu irmão José Francisco “Pepe” Fanjul são donos da Fanjul Corp., uma grande empresa açucareira com sede na Flórida. Alfonso Fanjul era acionista do Southeast Banking Corporation, conforme comprovado em documentos judiciais.  Dom Francisco de Borbón, Duque de Sevilha, foi CEO do Banco de Miami e do Banco Internacional de Miami.

As Cinco Famílias, a família criminosa Trafficante e a máfia cubana com base na Flórida exercem considerável influência nos portos da Flórida. A família Ruspoli é uma família nobre hispano-italiana proprietária de diversas operações de cartéis de drogas na América do Sul. Eles se uniram por meio de casamentos à família bilionária Mattarazzo do Brasil. O príncipe Alessandro Ruspoli chegou a fazer uma participação especial no filme O Poderoso Chefão Parte III.

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No capítulo final da trilogia O Poderoso Chefão, um Don Michael Corleone já idoso se junta a uma ordem do Vaticano. Corleone paga suas dívidas à Santa Sé por meio de uma ONG. É assim que funciona na vida real também.

A máfia italiana é a principal responsável por supervisionar outras organizações criminosas, como as operações da máfia cubana nos Estados Unidos. Eles usam rotas marítimas pela República Dominicana como fachada. O irmão jesuíta do presidente italiano Sergio MattarellaPiersanti Mattarella, fingiu a própria morte e acredita-se que tenha fugido para Cuba. Cuba tem ligações com o México, e são os chefões cubanos, espanhóis e ítalo-cubanos que supervisionam a máfia mexicana e os cartéis de drogas para a nobreza italiana e espanhola.

Cuba serve de esconderijo para homens procurados ou ameaçados nos Estados Unidos ou no México. Havana é um refúgio para ladrões, e o embargo americano, que restringe o comércio e algumas viagens, cria uma camada de proteção para aqueles que fogem para Cuba. Figuras públicas também se envolvem em simulações de morte e em se esconder em Cuba.

A simulação de morte é uma tática desenvolvida pelo estrategista militar italiano Nicolau Maquiavel, que está sendo suprimida e apagada dos textos históricos. É altamente provável que o duque Pier Luigi Farnese tenha sido o agente manipulador por trás de Maquiavel. As famílias Farnese e Maquiavel estiveram envolvidas com o exército florentino aproximadamente na mesma época.

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O chefe da máfia Sam Giancana auxiliou um plano da CIA para supostamente matar Fidel Castro e ajudou no assassinato de JFK e pode ter estado com Marilyn Monroe em sua última noite de vida.

O chefe da máfia de Chicago, Sam Giancana, era membro da Conferência de Havana e agente da CIA envolvido na invasão da Baía dos Porcos, disfarçada na Operação Mongoose para derrubar Castro, mas na verdade foi arquitetada para apoiar Castro e a Contrarrevolução Cubana. É por isso que a família Castro ainda está no poder. Na época, a CIA era chefiada por Allen Dulles, membro da Soberana Ordem Militar de Malta, e seu sobrinho, Avery Dulles, um padre jesuíta. 

A CIA foi fundada em 1947, durante a presidência de Harry S. Truman, pelo ex-diretor do Office of Strategic Services (OSS), William Donovan, que também foi membro  da Soberana Ordem Militar de Malta, e amigo de Allen Dulles. Robert Maheu era outro jesuíta de Georgetown, empresário de Las Vegas e agente do FBI e da CIA, cujos laços com os chefões da máfia Sam Giancana e Santo Trafficante Jr., envolvendo a operação da Baía dos Porcos, foram revelados no Memorando do Diretor da CIA sobre o mafioso Johnny Roselli.

A CIA/FBI e os Cavaleiros de Malta.

A OSS funcionou durante a Segunda Guerra Mundial, de 1942 a 1945, e depois foi substituída pela CIA. O primeiro diretor da CIA, Alan Dulles, foi um Cavaleiro de Malta. O presidente Harry Truman era maçom. William J. Donovan, que é chamado de “Pai da Inteligência Central” e ex-diretor da OSS, foi um Cavaleiro de Malta. Desde 1814, os jesuítas controlam a Ordem dos Cavaleiros de Malta (SMOM) com sede em Roma.

Em 26 de julho de 1908, o Bureau of Investigation (BOI) foi fundado por Charles Bonaparte, então procurador-geral dos Estados Unidos e membro dos Cavaleiros de Malta. Em 1935 foi renomeada para Federal Bureau of Investigation (FBI). O BOI/FBI foi literalmente criado pela Casa Imperial Católica Romana de Bonaparte, sendo Charles Bonaparte parente direto do tirano Napoleão Bonaparte.

Os Bonaparte casaram-se com membros da Nobreza Negra e da realeza italiana, incluindo os Borghese, os Bourbon-Duas Sicílias e os Gabrielli. A Nobreza Negra e a realeza italiana controlam a Cosa Nostra, que se estrutura em torno da nobreza, com títulos de chefões, e famílias mafiosas alegam descender de nobres e membros da realeza siciliana.

Todos os diretores da CIA e do FBI tiveram algum tipo de ligação, seja por meio de uma universidade jesuíta, a Ordem dos Cavaleiros de Malta, a sociedade secreta Skull and Bones, a Maçonaria, etc. Por exemplo, o ex-presidente George H. W. Bush foi diretor da CIA e foi membro da Skull & Bones. É a principal agência de inteligência dos jesuítas para coletar informações sobre americanos e pessoas no mundo todo.

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O duque Ettore Pignatelli e Caraffa de Monteleone foi embaixador em Nápoles, e sua meia-irmã era a espanhola Juana de Aragão , rainha de Nápoles. Há também uma Nápoles na Flórida.  Orlando deve o seu nome à nobre casa florentina de Orlandini. O duque Álvaro de Urzaiz y Azlor de Aragón y Escobar é o atual duque de Villahermosa. A família Aragón-Escobar da Espanha era coproprietária do Cartel de Medellín de Pablo Escobar.

A Ordem dos Jesuítas é a mais antiga agência de inteligência em operação no mundo e foi a base para todas as demais agências estatais: A CIA é a Agência Católica de Inteligência dos jesuítas.

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Popeye: “Fidel Castro foi fundamental na criação do império de Pablo Escobar”

Um dos capítulos mais sombrios do narcotráfico colombiano permanece sendo o envolvimento do governo cubano nas rotas ativas da década de 1980 que ligavam a Colômbia aos Estados Unidos. Na segunda parte da entrevista com “Popeye”, o principal assassino de Pablo Escobar, ele relata como a cocaína era transportada por essa rota, com a ajuda deliberada de Fidel Castro, com quem o poderoso narcotraficante mantinha uma relação direta desde 1984.

Segundo seu relato, os cubanos lucraram mais de 100 milhões de dólares com a operação de tráfico de drogas. Ele revelou que entregou pessoalmente uma carta especial de Pablo Escobar para Raúl e Fidel Castro a Gabriel García Márquez no aeroporto da Cidade do México. De acordo com o depoimento de “Popeye”, Fidel Castro atuou como intermediário para garantir submarinos do governo soviético para o Cartel de Medellín, a fim de transportar cocaína com mais segurança para os Estados Unidos.

“A rota era cara por que a cocaína chegava ao México de navio, já que só recebiam voos pequenos com 500 ou 600 quilos, mas em aviões com a bandeira mexicana. Do México, as drogas iam para Cuba e depois eram transportadas de lancha até Key West, na Flórida”, afirma Popeye. Ele sustenta que a máfia mexicana de hoje não é mais poderosa do que a máfia colombiana era no auge de Pablo Escobar.

O Cartel de Medellín chegou ao ponto de assassinar vários candidatos à presidência, um Ministro da Justiça e deixou milhares de mortos em atentados a bomba durante as décadas de 1980 e 1990.

A ascensão dos Cartéis de drogas na América Latina

Durante a década de 1980, os cartéis de drogas que operavam na América do Sul tornaram-se os maiores fornecedores mundiais de narcóticos, particularmente cocaína. A ascensão dos cartéis impulsionou o tráfico de drogas em todo o mundo e precipitou grandes disputas de política externa entre os Estados Unidos e a Colômbia, Bolívia e Peru. A pressão militar americana sobre os cartéis fragmentou-os e dispersou-os. Esta situação, juntamente com decisões geopolíticas interessadas, facilitou a expansão e consolidação de Cartéis de drogas em outros países da América Latina, muitos deles criados com ajuda da CIA.

Os cartéis sul-americanos tiveram suas origens no final da década de 1960 e início da década de 1970, quando os Estados Unidos supostamente “reprimiram” o tráfico de drogas mexicano e, assim, abriram o mercado para fornecedores sul-americanos. Ao mesmo tempo, a demanda por maconha e cocaína aumentou substancialmente nos Estados Unidos. A Colômbia logo assumiu o controle do crescente mercado. Como os suprimentos limitados de coca, a planta a partir da qual a cocaína é produzida, crescem na Colômbia, os traficantes de drogas importaram a colheita da Bolívia e do Peru.

As drogas eram refinadas na Colômbia e depois contrabandeadas para os Estados Unidos. O primeiro dos cartéis de drogas colombianos estava centrado em Medellín. Formado no final da década de 1970, o cartel de Medellín atraiu a atenção internacional durante a década de 1980 com suas táticas implacáveis e violentas, incluindo bombardeios e assassinatos de funcionários do governo.

O cartel de Medellín mais tarde foi acompanhado no comércio de cocaína por outro grupo em Cali. A “Guerra as Drogas” promovida por diferentes presidentes americanos sempre foi uma farsa, até Donald Trump ser eleito em 2017. Mas em seu primeiro mandato Trump não conseguiu combater os Cartéis devido a guerra pandêmica global do Covid lançada pelo Deep State. Mas em seu segundo mandato em 2025, Trump está indo atrás dos Cartéis da América Latina.

Em 17 de junho de 1971, Richard Nixon declarou oficialmente a “Guerra às Drogas”, afirmando ao Congresso que o vício em drogas havia se tornado uma “emergência nacional” e que o abuso de drogas era o “inimigo público número um”. Após o assassinato do presidente John F. Kennedy, pela CIA e Israel, em 22 de novembro de 1963, o Deep State colocou seus seguintes fantoches na presidência:

Lyndon Baines Johnson, Richard M. Nixon, Gerald R. Ford, Jimmy Carter, Ronald Reagan, George H.W. Bush, Bill Clinton, George W. Bush, Barack Obama e Joseph R. Biden, Jr. TODOS eles protegeram os Cartéis de drogas que a CIA montou na América Latina e outros locais, e usaram a “Guerra às Drogas” como fachada para enganar a população. O único presidente que não está sob o controle do Deep State é Donald J. Trump.

Os nazistas e o tráfico de drogas na Bolívia

Após a queda do Terceiro Reich, organizações nazistas em todo o mundo foram financiadas pela cocaína boliviana por meio da empresa fundada pelo nazista alemão Klaus Barbie e Pablo Escobar, utilizando o mesmo modelo que a Monarquia Britânica utilizou com sua Companhia Britânica das Índias Orientais, com o tráfico de heroína na China.

Klaus Barbie foi oficial da SS durante a Segunda Guerra Mundial. Ele era o chefe da Gestapo em Lyon, França. Barbie foi inicialmente recrutado pela CIA para se tornar espião após a guerra. Ele foi contrabandeado para a Bolívia para ajudar na tentativa de encontrar e matar Che Guevara. Barbie emigrou permanentemente para a Bolívia em 1951 e se estabeleceu no mundo das drogas, com ajuda da CIA.

Leia mais: Os Barões das Drogas: Israel, a CIA e os Grandes Bancos de Investimento

As habilidades, o networking e a construção de conexões da Barbie acabaram levando a um encontro entre ele e o infame Pablo Escobar no final dos anos 70. Escobar fez um acordo com Barbie, financiando suas ações anticomunistas, desde que Barbie providenciasse segurança para o suprimento de coca crua de Escobar. Na década de 1980, no auge de seu império das drogas, Pablo Escobar ganhava aproximadamente US$ 400 milhões por semana, totalizando US$ 22 bilhões por ano.

Ajustando pela inflação das últimas décadas, isso equivale a cerca de US$ 80 bilhões por ano. Escobar foi um dos homens mais ricos do mundo, mas não construiu sua fortuna sozinho. Foi a CIA dos jesuítas, para a qual trabalhava, que o transformou no rei da cocaína.

As famílias Colonna, Gaetani-D’Aragona e Aragón-Escobar lucraram dezenas de bilhões às custas de Pablo Escobar e ainda recebem royalties de suas empresas farmacêuticas sul-americanas. A fortuna declarada de Escobar, de aproximadamente US$ 50 bilhões, nunca foi contabilizada. Fidel Castro, um “revolucionário comunista” financiado pela nobreza ítalo-espanhola transformou Cuba numa base de operações do narcotráfico na América Latina.

Quando as pessoas olham as fotos desses aristocratas europeus nem imaginam a podridão que está por trás dessa fachada de glamour e riqueza. Para essas “elites satânicas” as massas não passam de gado para o abate. São as famílias aristocratas da Europa que controlam o tráfico de drogas e tráfico humano no mundo através de suas agências de inteligência e governos fantoches controlados pela Maçonaria. Os governos comunistas e democráticos são ambos controlados por essas famílias.

Cuba recebia ajuda e proteção da União Soviética pois ambos estavam sob o controle das mesmas elites da Cabala Illuminati (Maçonaria/Jesuítas/Vaticano). O comunismo foi criado pelos jesuítas em suas missões indígenas no Paraguai nos séculos XVII e XVIII. Karl Marx, Vladimir Lênin, Joseph Stalin e Leon Trotsky eram todos maçons e foram treinados no comunismo pelos jesuítas em Londres e financiados pelos bancos dos Rothschild e Rockefeller em Londres e Nova York. Os Rothschild e Rockefeller são agentes da Monarquia Britânica e do Vaticano.

O revolucionário Fidel Castro era um agente da CIA? 

Há muitas evidências circunstanciais e pelo menos uma testemunha ocular indicando que os verdadeiros mestres da CIA recrutaram em 1948, o jovem Fidel Castro de 21 anos, por meio de sua recém-criada agência de inteligência, e o enviaram a Bogotá, Colômbia, como agente provocador em uma missão importante, que ficou conhecida como “El Bogotazo”. Esse evento foi a primeira vez que Fidel segurou um fuzil e foi um momento formativo em sua trajetória política e revolucionária. Fidel foi um personagem construído pelas elites maçônicas Illuminati.

Em 1961, o Subcomitê de Segurança Interna do Senado Americano publicou um estudo intitulado “Ameaça Comunista aos EUA pelo Caribe.” O estudo apresentava os testemunhos de alguns altos funcionários do governo dos EUA que acreditam firmemente que Fidel Castro não poderia ter sido levado ao poder em Cuba sem a assistência contínua do Departamento de Estado dos EUA.

Durante a sua luta contra Batista, Castro recebeu apoio de William A. Wieland, quando este chefiava a “Divisão do Caribe” no Departamento de Estado dos EUA. Algo que chamou a atenção dos soviéticos foi a pressa americana em reconhecer o governo de Castro após a fuga de Batista em 1º de janeiro de 1959. Essa pressa não surpreendeu apenas os soviéticos, mas também alguns diplomatas americanos.

Em 7 de janeiro de 1959, apenas seis dias após o ex-presidente Batista fugir de Cuba e um dia antes da chegada de Fidel Castro a Havana, os EUA reconheceram oficialmente o governo Castro. Em sua coluna, o jornalista americano Drew Pearson revelou, em 23 de maio de 1961, que rumores persistentes no corpo diplomático indicavam que a CIA vinha ajudando a colocar Castro no poder há anos.”

Os rumores afirmavam ainda que os agentes da CIA, em seus esforços para se livrar do ditador Batista, forneceram armas e munições a Castro durante sua guerra de guerrilha nas montanhas. “Quando estava na Sierra Maestra lutando contra as tropas de Batista, Castro recebeu algumas armas entregues pela International Armaments Corporation, a empresa que enviava armas para a Guatemala, sob ordens da CIA, para derrubar o governo de Jacobo Arbenz, e também porque a empresa era organizada por Samuel Cummings, um ex-agente da CIA”

Além disso, há evidências de que, entre outubro de 1957 e meados de 1958, a CIA deu nada menos que cinquenta mil dólares aos homens de Castro em Santiago de Cuba. A CBS transmitiu um programa especial de Taber e Hoffman intitulado: “A História dos Guerrilheiros da Selva de Cuba”.

Conforme 1958 avançava nos Estados Unidos, tanto o governo quanto a imprensa se mostravam cada vez mais favoráveis ​​a Fidel Castro e seus homens. Graças principalmente à propaganda de Fidel pela mídia americana, pessoas em todo o mundo estavam sendo condicionadas a ver os guerrilheiros da Sierra Maestra de Fidel como “lendários libertadores de um povo oprimido”. Assim, o caminho de Fidel para o poder foi convenientemente pavimentado pelo governo e pela mídia americana.

O embaixador americano em Cuba, Earl Edward Tailer Smith, comentou que, durante sua missão em Havana, a inclinação pró-Castro do chefe da estação da CIA na embaixada era evidente. Em depoimento perante o Comitê de Segurança Interna do Senado em 30 de agosto de 1960, Smith afirmou que o chefe da seção da CIA na Embaixada Americana em Havana era pró-Castro e que o número 2 da CIA na embaixada incentivou uma revolta de oficiais da marinha cubana contra Batista em setembro de 1957.

O embaixador Smith foi além e acusou o governo dos Estados Unidos, ou seja, certos membros do Congresso, a CIA, o Departamento de Estado, bem como alguns segmentos da imprensa, de serem diretamente responsáveis ​​pela ascensão de Fidel Castro ao poder. “Castro nunca obteve uma vitória militar”, declarou Smith.

E a invasão da Baía dos Porcos em 17 de abril de 1961 pela CIA? Foi planejada para fracassar. E a Operação Northwoods? Foi vetada. A Crise dos Mísseis de Cuba pode ter sido uma operação psicológica. A crise dos mísseis de Cuba foi apenas uma pequena operação psicológica, parte de uma operação psicológica maior chamada Guerra Fria, cujo propósito era assustar o povo americano para que aceitasse a militarização da vida americana.

Os conspiradores do Conselho de Relações Exteriores (CFR) enfrentaram um sério problema: o primeiro-ministro soviético Nikita Khrushchev revelou ao mundo sua política de coexistência pacífica com os EUA. Daí a operação psicológica da crise dos mísseis de Cuba. Durante sua visita aos Estados Unidos em abril de 1959, Fidel recebeu muita cobertura da mídia americana, que era controlada pela CIA.

 A visita incluiu eventos em Washington D.C., Princeton e Nova York, onde Fidel participou de uma entrevista na Universidade de Harvard e fez um discurso no Central Park para uma multidão de cerca de 35.000 pessoas. Porque o presidente Dwight D. Eisenhower. permitiu que um revolucionário comunista cubano entrasse nos EUA e desfilasse para todo lado e fosse paparicado pela mídia? O que a mídia mal mencionou, no entanto, foi que Fidel Castro visitou a sede do elitista Conselho de Relações Exteriores (CFR) em Nova York, onde discursou sobre Cuba e os Estados Unidos.

A CIA alertou ao fantoche Fulgêncio Batista que o tempo dele no comando de Cuba havia acabado e que seria substituído por outro fantoche do Deep State americano. Batista deveria enviar sua fortuna para algum paraíso fiscal do Caribe e fugir para outro país antes que o novo ditador de Cuba, Fidel Castro, assumisse seu lugar. Tudo já havia sido resolvido nas bastidores.

O regime castrista se torna um facilitador do narcotráfico

A Revolução Cubana ocorreu em 1959, culminando em 1º de janeiro com a queda do ditador Fulgêncio Batista e a ascensão do ditador Fidel Castro ao poder. Cuba se alinhou com a União Soviética e rompeu com os Estados Unidos. Mas tanto a União Soviética como os Estados Unidos estavam sobre o controle dos banqueiros Rothschild e Rockefeller, que são agentes da Coroa Britânica e Vaticano. A tal “Guerra Fria” não passou de um circo dos jesuítas e maçons para amedrontar e controlar as massas ingênuas.

A fraca economia cubana dependia muito dos generosos subsídios anuais soviéticos para se sustentar, e manter o teatro da “Guerra Fria”. Quando, em 31 de dezembro de 1991, a União Soviética entrou em colapso e se desintegrou, pois não tinha mais serventia para as elites globalistas, Fidel Castro entrou em desespero. Entre 1990 e 1993, a economia devastada de Cuba perdeu mais de 80% do seu comércio exterior, e seu PIB caiu 30%. A economia cubana estava em colapso.

Fidel Castro procurava desesperadamente sobreviver no poder. Sem investidores internacionais, sem crédito, sem mercados comerciais e sem capital em suas reservas financeiras, Castro rapidamente recorreu ao cartel de drogas da Colômbia que foi criada com ajuda da CIA.  Uma empresa ilegal multibilionária. Mas o tráfico de drogas tinha que ser cuidadosamente guardado como o segredo supremo da revolução.

Desde os anos 60, Cuba fornece armas e santuário médico aos guerrilheiros colombianos que também traficavam cocaína e maconha. Fidel Castro não hesitou.  O tráfico de drogas e a lavagem de dinheiro se tornaram a fonte de sobrevivência da revolução comunista cubana.  Geograficamente, Cuba era a base perfeita, a 145 quilômetros do mercado bilionário de drogas dos EUA.  Para Fidel, o tráfico de drogas era, acima de tudo, mais uma arma de luta revolucionária do que um meio de ganhar dinheiro.

Seu raciocínio era o seguinte: se os americanos eram estúpidos o suficiente para usar drogas vindas da Colômbia, isso não não era problema dele, desde que não fosse descoberto, mas, além disso, servia aos seus objetivos revolucionários no sentido de corromper e desestabilizar a sociedade americana. A cereja do bolo: era um meio de trazer dinheiro para financiar a subversão. E assim, à medida que o tráfico de cocaína aumentava na América Latina, a linha entre a guerra de guerrilha e o tráfico de drogas gradualmente se confundiu. O que era verdade na Colômbia era igualmente verdade em Cuba.

Carlos Lehder, um dos fundadores do temido Cartel de Medellín na Colômbia, que cumpriu mais de 33 anos de prisão por tráfico de drogas nos EUA, afirmou que o regime cubano liderado por Fidel e Raúl Castro teve um papel crucial no tráfico de cocaína para os Estados Unidos a partir da década de 80. A ilha serviu como um ponto chave na rota do narcotráfico, com a anuência do alto comando militar cubano.

Depois que Carlos Lehder foi preso, seus sócios Pablo Escobar e Gustavo Gaviria tomaram o controle da operação, enviando “centenas de toneladas de cocaína” com apoio do governo cubano. Lehder declarou sob juramento que doou um avião a Raúl Castro como parte do acordo com o regime cubano para facilitar o tráfico de drogas através de seu território. “Nenhuma operação podia ser realizada em Cuba sem a autorização de Fidel Castro”, disse Enrique García, ex-oficial de inteligência cubano que desertou em 1989.

O ex-narcotraficante colombiano relata que, após chegar a Cuba a convite do coronel Antonio de la Guardia, foi recebido com todas as despesas pagas pelo governo. Durante essa primeira visita de negócios, os oficiais cubanos, segundo Lehder, deixaram claro seu interesse: “Precisamos de todos os dólares que pudermos conseguir”. Foi autorizado o uso de Cayo Largo como ponto logístico e exigiram pagamentos em dinheiro ao Estado cubano, disse.

Pouco depois, Lehder solicitou conhecer Raúl Castro. Em uma breve e críptica reunião, diz ele, o então ministro das Forças Armadas selou simbolicamente o acordo de colaboração. A operação funcionou durante anos, até que em 1989 o regime cubano executou quatro altos oficiais acusados de narcotráfico: o general Arnaldo Ochoa, o coronel Antonio de la Guardia, o capitão Jorge Martínez Valdés e o major Amado Padrón Trujillo.

A chamada Causa No. 1 de 1989 foi interpretada por muitos como uma tentativa de Fidel  e Raúl Castro de encobrir as conexões do regime com o narcotráfico e de evitar represálias legais internacionais. Fidel decidiu montar esse espetáculo quando soube que havia uma investigação federal aberta contra ele nos Estados Unidos. O Departamento de Estado dos EUA declarou: “Não é um segredo que o regime comunista e corrupto de Cuba tem vínculos de longa data com os narcotraficantes”.

A administração americana também citou a colaboração entre os irmãos Castro e Manuel Noriega como outro exemplo de operações narco-políticas encobertas na região. Os irmãos Castros alegaram que Cuba nunca esteve envolvida com o tráfico de drogas, depois disseram que parou. Mas as próprias operações deles não eram nada comparadas às que eles ajudaram a facilitar na Venezuela.

A revolução precisava desesperadamente de dinheiro. Gorbachev havia cancelado o subsídio russo, mas Fidel Castro estava disposto e pronto para entrar no tráfico clandestino de drogas. A infraestrutura estava bem estruturada. O sigilo era a prioridade máxima. Fidel e Raúl Castro selecionaram um grupo de oficiais do Exército leais, disciplinados e bem treinados para operações clandestinas.

O General Julio Casas Regueiro, membro do círculo íntimo de Castro, foi nomeado para liderar a importantíssima operação secreta “Grupo de Administração Empresarial” (GAESA). Mais de 35 anos depois, a GAESA opera como um conglomerado de empresas financeiramente secreto que controla a economia cubana, incluindo remessas, tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e turismo.

O colapso de Cuba não se deve ao embargo americano, mas à sua transição negligenciada para um estado mafioso. Desde a virada do século, uma holding gigante conhecida como GAESA privatizou discretamente as empresas mais lucrativas do país e desviou bilhões para o exterior, enquanto os cidadãos carecem de alimentos, remédios e serviços básicos. Uma elite comunista controla cerca de 70% da economia e 95% das transações em dólar, usando a repressão para manter o poder.

Cubanos comuns enfrentam pobreza extrema, escassez e emigração em massa, enquanto a GAESA investe em hotéis de luxo e lava fundos ilícitos em paraísos fiscais do Reino Unido e Holanda no Caribe. A GAESA é uma corporação administrada pela elite cubana do poder, e está registrada como entidade estrangeira em outros países, fatura bilhões de dólares, explora instituições estatais cubanas, nega ao povo cubano recursos vitais para atender às necessidades básicas e não pode ser auditada pelo governo cubano.

A corporação GAESA de Cuba tornou a família comunista Castro em bilionários e a maioria de sua fortuna fica protegida nos paraísos fiscais do Reino Unido e Holanda nas ilhas do Caribe.

O presidente Lula fez algo parecido no Brasil com a empresa JBS dos corruptos irmãos Wesley e Joesley Batista, que iniciaram seu império frigorífico com os bilhões que Lula deu a eles através do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Lula é o típico comunista, rouba dos pobres para dar aos ricos.

A JBS recebeu R$ 17,6 bilhões, equivalente a R$ 31,2 bilhões em valores de hoje, em desembolsos entre 2003 e 2017 do BNDES, durante os governos Lula e Dilma, ficando atrás apenas de Petrobrás, Embraer, grupo Odebrecht e OI.

Com esse “investimento estatal”, a JBS se tornou a maior produtora mundial de frango, carne bovina e alimentos preparados, e a segunda maior em carne suína. Lula deve ter se tornado um sócio oculto dos irmãos Batista por tê-los ajudado a iniciar seu império com o dinheiro roubado dos brasileiros.

O IMPÉRIO DAS MARCAS DE JOESLEY BATISTA

Você sabia que marcas como Friboi, Seara, PicPay, Neutrox e Minuano têm algo em comum? Todas pertencem ao império de Joesley Batista! Veja as 54 marcas que compõem o vasto ecossistema da J&F Investimentos, grupo controlado pela família Batista, fundadora da JBS, a maior processadora de carnes do mundo. Com uma receita anual aproximada a R$ 400 bilhões, a J&F é um dos maiores conglomerados empresariais do mundo, presente no cotidiano de milhões de pessoas.

Confira a lista completa das marcas:

Alimentos e Carnes: Friboi, Seara, Seara Gourmet, Maturatta Friboi, Swift, Pilgrim’s, Incrível!, Huon Aquaculture, Príncipe, Kitut, Hans, Uboi, 1953 Friboi, Mantiqueira Brasil, Éder, Primor, Delícia, Genu-in, Doriana, King’s, Primo, Just Bare, Marba, Vivera, Rigamonti, Eldorado Brasil, Massa Leve, Moy Park, Wild Fork, Bordon, Rollover The Pet Bakery e Fridge Raiders,

Higiene Pessoal, Limpeza e Cosméticos: Minuano, Assim, Hydratta, Francis, Albany, Neutrox, Karina, Brisa, Vyvedas, Richmond, Phytoderm, Kopenè, Mat Inset, Campo Forte.

Financeiro, Digital, Energia e Social: PicPay, No Carbon, Âmbar Energia, BDM by PicPay e Instituto J&F

Você sabia que Joesley Batista, um homem envolvidos em vários escândalos de corrupção no Brasil e Estados Unidos, estava por trás de tantas marcas?

Prisão de banqueiro deixou muitas “autoridades” do STF e do governo Lula em desespero. Quem está sempre por trás dos comunistas corruptos? Os banqueiros. 

Como Cuba transformou a Venezuela num narcoestado?

A influência de Cuba na Venezuela vai além da política: segundo diversos relatos, Havana desempenhou um papel fundamental na consolidação do Cartel de los Soles, a rede de narcotráfico ligada a oficiais militares venezuelanos de alta patente. Essa rede transformou o país em um verdadeiro narcoestado, com conexões internacionais que sustentam o regime de Maduro contra pressões externas.

O tenente-coronel Hugo Chávez tentou pela primeira vez tomar o poder na Venezuela em um golpe fracassado em 1992. Libertado da prisão em 1994, foi recebido em Cuba pelo próprio Fidel Castro. Chávez não tinha “dinheiro, experiência política, apoio organizado e, ao que parecia, pouco futuro”, escreveu Rory Carroll em Commandante: Hugo Chávez’s Venezuela. Mas, como um ex-assessor de Chávez disse a Carroll, Fidel “o farejou imediatamente. Reconheceu o potencial de Chávez de imediato”.

Chávez construiu seu movimento político populista de esquerda em torno da memória idealizada de El Libertador, Simón Bolívar, que lutou para libertar a América Latina da Espanha no início do século XIX. No contexto atual, poderíamos até dizer que o objetivo da campanha de Chávez e a ideologia central de seu governo era fazer Bolívar grande novamente. Ele prometeu acabar com a corrupção e distribuir a vasta riqueza petrolífera do país aos pobres. E ele venceu.

A próxima vez que retornou a Cuba, em 1999, foi como presidente eleito da Venezuela.  Mais tarde, Fidel o visitou lá. Eles estavam, disse Chávez, “nadando juntos em direção ao mesmo mar de felicidade”. Em 2002, quando Chávez tentou assumir o controle total da poderosa estatal Petróleos de Venezuela S.A. (PDVSA), isso em um país que possui as maiores reservas comprovadas do mundo, ele enfrentou um contragolpe e quase perdeu o poder.

Mas seu adversário exagerou na dose, a população se mobilizou em defesa de Chávez e ele retornou ao poder. Antes disso, como observa Rory Carroll em seu livro, a “sala de situação” abaixo do gabinete de Chávez era ocupada por venezuelanos que monitoravam os acontecimentos em todo o país. Após 2002, os cubanos assumiram o controle da sala de situação, o centro de inteligência do presidente venezuelano, e a partir daí, os irmãos Castro assumiram o controle da Venezuela.

O grande salto para o narcotráfico ocorreu em 2005, quando Chávez encerrou a cooperação existente com a Agência Antidrogas dos EUA (DEA), acusando-a de espionagem. Ele também retirou os EUA da Força-Tarefa Interagências Conjunta Leste, que monitorava voos e navios no Caribe e ao longo da costa norte da América do Sul. As atividades do Cartel de Los Soles, um grupo informal, aumentaram drasticamente. Poucos meses depois, um DC-9 baseado na Flórida, mas partindo da Venezuela, pousou em Ciudad del Carmen, no México, após diversas alterações em sua rota de voo. A aeronave transportava 5,5 toneladas de cocaína, supostamente destinadas ao Cartel de Sinaloa, de Joaquín “El Chapo” Guzmán.

O regime cubano continua demonstrando seu apoio à narco-ditadura venezuelana, enquanto crescem as expectativas de uma possível ação do governo Trump para derrubar Maduro. Muitos acreditam, portanto, que isso acelerará o fim da ditadura de Raúl Castro. Isso ocorre em um momento em que foi divulgado o relatório “O Estado Mafioso Cubano e o Cartel de Los Soles“, da organização Cuba Siglo XXI, que detalha como Havana tem sido fundamental na criação e consolidação do narctadestado venezuelano e de sua organização criminosa, o Cartel de Los Soles.

Posteriormente, especialmente após a tentativa de golpe contra Hugo Chávez, este ficou completamente traumatizado pela experiência. Então, Fidel Castro lhe disse: “Você não precisa se preocupar. Nós cuidaremos da sua segurança e da segurança do Estado chavista, e o que precisamos é que você abra as portas para que possamos controlar, com nossa inteligência e contra-inteligência, todos os seus aparatos militares, os venezuelanos.”

E dois acordos secretos foram assinados, permitindo que, a partir de então, a inteligência e a contra-inteligência cubanas assessorassem em tudo, desde como posicionar atiradores de elite em telhados para eliminar líderes de manifestações de rua até como conduzir interrogatórios em centros de tortura. O regime cubano tem sido um garantidor político, militar e de inteligência para a ditadura chavista na Venezuela e facilitou alianças estreitas com regimes como os da Rússia, Irã e China, e com organizações narcoterroristas na América Latina.

Por mais de 20 anos, Havana forneceu à narcoditadura venezuelana assessoria estratégica em inteligência, técnicas de controle social e repressão, que foram decisivas para a consolidação desse Estado mafioso venezuelano e, portanto, para a ascensão do Cartel de Los Soles como um dos principais atores criminosos da região. O Cartel de Los Soles é uma organização criminosa e terrorista internacional, liderado por membros de alto escalão do Forças Armadas venezuelanas, desde a década de 1990.

Seus objetivos principais são o tráfego cocaína, tráfico humano, contrabando de combustível, controle da atividade mineira ilegal em vários estados da Venezuela, com participação direta na extração e contrabando de ouro, pedras preciosas e outros minerais valiosos no mercado internacional.

O que Cuba fez? O que Hugo Chávez não tinha. Cuba conectou Chávez ao Irã, à Rússia, à China, às FARC colombianas, aos bolivianos, à Frente Nacional de Libertação (LN) e ao Cartel de Sinaloa no México. Em outras palavras, o que posteriormente permitiu o surgimento de uma coalizão antiocidental na qual o Cartel de Los Soles participa no Hemisfério Ocidental, e o próprio Cartel como uma organização criminosa transnacional, foi esse apoio e essa estruturação de alianças facilitada por Havana.

Existem histórias conflitantes sobre a criação do Cartel de Los Soles na Venezuela. Alguns dizem que os irmãos Castro foram os responsáveis já outros dizem que a Agência Central de Inteligência (CIA) criou o Cartel na década de 1990 para facilitar o tráfico de drogas. Mas o Cartel pode ter sido criado com ajuda de Cuba e CIA.

ColonelTowner-Watkins – @ColonelTowner

Você já ouviu falar do General Ramon Guillén Davila? Você nem vai acreditar nisso…a Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos (CIA) criou uma agência “antidrogas” na Venezuela, o que na verdade significa que eles criaram uma agência de tráfico de drogas na Venezuela. Ramón Guillén Dávila foi encarregado disso e seu parceiro era Orlando Hernández Villegas. Já mencionei que Davilla era membro da Guarda Nacional? Sim, ele era um comandante da Guarda Nacional, um comandante “antidrogas” (drogas) da CIA que foi indiciado por CONTRABANDO DE COCAÍNA PARA MIAMI.

Ele foi perdoado pelo presidente da Venezuela e uma das razões pelas quais Hugo Chávez originou uma tentativa de golpe do corrupto presidente Pérez. Fica melhor. A CIA instalou um centro de operações com os escritórios do Comando Nacional Antidrogas de Davilla em Caracas, estabelecendo uma rede direta entre a CIA em El Paso e a Agência Antidrogas dos Estados Unidos (DEA). Sim, a CIA e a DEA traficavam drogas da Colômbia através da Venezuela para os EUA. Quando as pessoas começaram a fazer perguntas, disseram-lhes que era a “Operação Norte” e que todas as drogas se perderam misteriosamente.

Mas a parte mais interessante? Em 1993, o termo “Cartel de los Soles” surgiu em homenagem aos dois generais da Guarda Nacional do Comando Nacional Antidrogas, Ramón Guillén Dávila e Orlando Hernández Villegas. O termo veio dos emblemas que pareciam sóis em seus uniformes. Literalmente significando que o Cartel de los Soles é outra criação da CIA.

ÚLTIMAS NOTÍCIAS: Em um movimento ENORME, o Sec. Marco Rubio designou o Cartel de los Soles de Nicolás Maduro como “Organização Terrorista Estrangeira”. Maduro está FODIDO…

RUBIO: “Liderado pelo ilegítimo Nicolás Maduro, o grupo corrompeu as instituições de governo na Venezuela e é responsável pela violência terrorista conduzida por e com outros cúmplices designados, bem como pelo tráfico de drogas para os Estados Unidos e a Europa.” O USS GERALD R. FORD chegou recentemente ao Caribe. A pressão sobre a Venezuela é palpável.

Marco Rubio anunciou que o Cartel de los Soles, liderado pelo ditador Nicolás Maduro e seus oficiais do regime, será designado uma organização terrorista por trabalhar com o Tren de Aragua e o Cartel de Sinaloa para traficar drogas e espalhar violência pelo Hemisfério Ocidental!!

O Comando Sul dos EUA mapeou todas as instalações militares e defesas aéreas venezuelanas em todo o país. Em preparação para os próximos ataques aéreos. Desesperado, Maduro pediu negociações oficiais com os EUA, prometendo acesso aos campos de petróleo venezuelanos e outros recursos naturais se Trump permitir que Maduro e seu regime criminoso permaneçam no poder.

Maduro disse que “renunciará” em três anos e passará o poder ao seu corrupto vice-presidente. Maduro ofereceu vários subornos a Trump se ele lhe permitisse permanecer no poder. Trump recusou o suborno. Os Castro em Cuba estão desesperados para manter o controle da Venezuela. Trump sabe muito bem que os Castro estão por trás do regime de Maduro, como estiveram por trás do regime de Chávez. Trump quer destruir todos os Cartéis das Américas que fornecem  bilhões ao Deep State globalista.

Alerta: os EUA acumularam a maior Armada Naval da história moderna! 25% dos navios de guerra navais destacados estão prontos para atacar a Venezuela!!

Dois dos principais setores de influência da ditadura cubana na Venezuela foram caracterizados pelo Estado mafioso cubano e pelo Cartel de Los Soles, pelo treinamento de inteligência e contra-inteligência como um refúgio para narcoterroristas, pela aplicação de métodos para suprimir protestos sociais contra Nikolás Maduro e, claro, pela lavagem de dinheiro através de uma rede financeira que inclui o império corporativo da GAEZA sob o comando de Raúl Castro, a corporação cubana SIMEX via Panamá, a construção de hotéis em Cuba e triangulações internacionais que ocultam a origem ilícita desse dinheiro.

Para Havana era conveniente, após o escândalo do narcotráfico de 1989, remover de seu território as atividades que poderiam ser mais perigosas, em vez daquelas que poderiam provocar uma resposta militar dos EUA. Então, o que fizeram? Acampamentos de guerrilha e terroristas foram transferidos para a Venezuela. O narcotráfico, para que não fosse realizado em território cubano, foi realizado através da Venezuela.

Em resumo, tudo o que pudesse ser mais perigoso, por assim dizer, foi transferido para a Venezuela, numa espécie de terceirização de elementos perigosos para a segurança nacional cubana. E nessa divisão de trabalho, mantiveram a lavagem de dinheiro, o tráfico de pessoas, o tráfico de trabalho escravo, a organização desses êxodos em massa, aqueles que tinham considerável experiência e, claro, a responsabilidade de aconselhar e manter no poder aquela camarilha de membros de gangues que estão em Caracas.

Um terceiro aspecto fundamental da influência do regime cubano na consolidação do narcoestado na Venezuela tem sido, sem dúvida, o tráfico de pessoas e o trabalho forçado, representados pelas missões de médicos e profissionais cubanos de diversas áreas enviadas por Caracas nos últimos 20 anos. Essa forma moderna de tráfico humano gerou milhões de dólares em lucros para a família Castro.

O Estado chavista não teria sobrevivido às divisões internas, à pressão internacional e aos levantes populares sem a flagrante intervenção cubana, que teve dois componentes: um militar e outro de inteligência, além de um componente de influência sobre a população. Milhares de médicos cubanos foram enviados à Venezuela para esse fim, juntamente com o famoso programa Barrio Adentro, que começou a conquistar o apoio dos venezuelanos pobres ao regime de Hugo Chávez.

Os regimes de Cuba, Venezuela, Colômbia, México, Nicarágua e Brasil são narcoditaduras, Estados mafiosos que perderam toda a legitimidade e direitos soberanos. O Departamento de Guerra de Trump está indo atrás de todos os narcoditadores comunistas desses países e seus patrocinadores e protetores, a Cabala globalista (Maçonaria/Jesuítas/Vaticano).

Nicolás Maduro e seu aliado, o Partido Comunista Chinês (PCC) estão envolvidos em fraude eleitoral nos EUA, através de empresas de votação eletrônica. Maduro e altos funcionários do regime fazem parte de uma rede transnacional que se estende além do tráfico de drogas, abrangendo também a infraestrutura eleitoral global. Os cubanos ajudaram Chávez e Maduro a se perpetuarem no poder através das máquinas de votação eletrônica da Smartmatic. Depois eles exportaram esse sistema de fraude eleitoral para o mundo todo.

Leia mais: Além do narcotráfico, Trump está lutando contra Maduro por fraudar eleições nos EUA e outros países.

O Cartel de Los Soles desviou trilhões de dólares da petrolífera venezuelana PDVSA. Denúncias feitas pelo ex-general venezuelano Hugo “El Pollo” Carvajal, que foi chefe de inteligência de Hugo Chávez, alegam que a estatal petrolífera PDVSA foi usada para financiar campanhas de narcopolíticos de esquerda na América Latina, incluindo Lula da Silva.

Carvajal foi preso na Espanha em 2019 e passou meses na prisão de Estremera antes de ser extraditado para os EUA. Durante esse período, ele testemunhou perante um juiz espanhol no Tribunal Nacional. Carvajal, que se declarou culpado por acusações de narcotráfico e narcoterrorismo nos Estados Unidos em junho de 2025, estaria cooperando com as autoridades norte-americanas.

Carvajal: “O governo venezuelano financia ilegalmente movimentos políticos de esquerda em todo o mundo há pelo menos 15 anos.”

Líderes e partidos que, segundo sua declaração, receberam fundos do regime chavista incluem Luiz Inácio Lula da Silva no Brasil, Gustavo Petro na Colômbia, Néstor Kirchner na Argentina, Evo Morales na Bolívia, Fernando Lugo no Paraguai, Ollanta Humala no Peru, Manuel Zelaya em Honduras, o Movimento Cinco Estrelas na Itália e Podemos na Espanha.

Carvajal afirmou que: “Todos eles eram destinatários de dinheiro enviado pelo governo venezuelano.” Carvajal disse aos Tribunais de Madri que, quando era chefe de inteligência de Hugo Chávez, eles enviaram 21 voos com entregas de US$ 1 milhão cada em malas diplomáticas para financiar a campanha de Kirchner em 2007.

Na verdade, era Fidel Castro que estava financiando narcopolíticos de esquerda na América Latina, através da petrolífera venezuelana PDVSA, pois Hugo Chávez era seu fantoche e Havana é quem controlava o governo venezuelano nas sombras. 

Se a ditadura cubana é o cérebro, a cabeça do tráfico de drogas marítimo no Caribe, porque os Estados Unidos não agiriam contra Havana da mesma forma que agem agora contra Caracas? Primeiro, porque o foco está todo na Venezuela em não em Cuba? Por que a Venezuela fornece muita ajuda ao regime comunista de Cuba. Portanto, tem que ser estratégico. Além disso, na Venezuela já existe um governo pronto para assumir o poder. Mas não há isso em Cuba.

Então, o presidente Trump tomou a decisão de pressionar ao máximo a Venezuela para derrubar Maduro. Trump tem os recursos necessários em relação à Venezuela, tem muitas opções à sua disposição, e ele está comprometido com a libertação do povo venezuelano. E isso ajudará na libertação do povo cubando da “ilha prisão” da família Castro. Então, quando houver uma mudança de regime na Venezuela, Trump pode começar a se concentrar em Cuba, cujo regime narcoterrorista entrará em colapso e não receberá ajuda da Rússia, China ou Irã, pois  estão com muitos problemas internos.

Por que Venezuela SIM e CUBA NÃO? 

A atenção internacional parece se concentrar na Venezuela, enquanto Cuba muitas vezes fica fora dos holofotes da mídia. Porquê? O vídeo abaixo analisa as diferenças políticas, econômicas e diplomáticas que explicam por que as sanções, as críticas e a cobertura internacional se concentram em Caracas e não em Havana, apesar de situações semelhantes de crise humanitária e repressão.

O irmãos Castro de Cuba não estenderam seus tentáculos apenas para a Venezuela. O Foro de São Paulo foi fundado pelo ditador cubano Fidel Castro (1926-2016) em parceria com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na década de 1990, logo após o colapso da União Soviética. As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) constam como membro oficial do Foro de São Paulo, o grupo que agrega mais de 120 partidos de esquerda da América Latina.

Outros grupos guerrilheiros, como o Exército de Libertação Nacional, da Colômbia (ELN) e o Movimento de Esquerda Revolucionária (MIR), do Chile, recebem apoio político da entidade, que realiza reuniões anuais. O Foro de São Paulo é sustentado com o dinheiro dos Cartéis de drogas para expandir a praga comunista para a América Latina. O dinheiro sujo do narcotráfico é lavado nos paraísos fiscais do Reino Unido e Holanda na região do Caribe.

A FACE OCULTA DO FORO DE SÃO PAULO

Trier, Alemanha. 11 de outubro de 2018. O rei Willem Alexander e a rainha Maxima Zorreguieta, os monarcas da Holanda (Países Baixos), homenagearam uma exposição sobre o judeu maçom Karl Marx, que era um fantoche treinado no comunismo pelos jesuítas e financiado pelos banqueiros Rothschild, que são agentes da Coroa Britânica e do Vaticano.

A revolução comunista foi orquestrada em Londres pelos banqueiros, Coroa Britânica e Vaticano. 19

O rei da Holanda é um dos que protegem o narcoditador Nicolás Maduro e seu regime comunista opressor na Venezuela. As pessoas nem conseguem imaginar o que esses chamados monarcas europeus fariam para manter seu domínio do tráfico de drogas e tráfico humano no Mar do Caribe e em outros lugares do mundo.

A Holanda (Países Baixos) possui territórios no Caribe. As ilhas caribenhas holandesas de Aruba, Curaçao e Bonaire, que ficam ao largo da costa da Venezuela, são paraísos fiscais que lavam o dinheiro sujo dos Cartéis de drogas da Colômbia, Nicarágua e Venezuela. O rei Willem e a rainha Maxima foram visitar Caracas pois seus bancos nas ilhas holandesas lavam o dinheiro das drogas de Maduro.

A revolução comunista foi orquestrada em Londres pelos banqueiros, Coroa Britânica e Vaticano. 20

As famílias aristocratas da Europa controlam as maiores redes de tráfico de drogas do mundo que estão localizadas principalmente na América Latina (com destaque para Colômbia, Venezuela e México), no Triângulo Dourado do Sudeste Asiático (Myanmar, Laos, Tailândia) e no Crescente Dourado do Sudoeste Asiático (Afeganistão e Paquistão), operando através de rotas globais que alcançam a Europa, a América do Norte e outras regiões.

São esses aristocratas ligados ao Vaticano, que são donos de bancos na City de Londres que lavam o dinheiro dos Cartéis, que promovem o comunismo pelo mundo financiando secretamente ONGs e políticos de esquerda. A Inglaterra foi o primeiro narcoestado do mundo. A Coroa Britânica controlava a Companhia das Índias Orientais que plantava ópio na Índia e depois contrabandeava para a China para vendê-lo ilegalmente aos chineses, nos séculos XVIII e XIX.

O dinheiro do tráfico de ópio financiou a Marinha Britânica e a expansão do Império Britânico pelo mundo. A Coroa Britânica acabou terceirizando o tráfico de drogas para o governo americano através da CIA. Os britânicos ficaram com a parte de branquear o dinheiro do tráfico mundial com seus escritórios de advocacia e bancos na City de Londres e paraísos fiscais no Caribe. Os narcopolíticos comunistas da América Latina trabalham para as famílias aristocratas e bancárias da Europa.

A revolução comunista foi orquestrada em Londres pelos banqueiros, Coroa Britânica e Vaticano. 21

A realeza britânica e holandesa está em pânico com a guerra de Trump contra o narcotráfico nas Américas pois ameaça seus lucros.

O objetivo da “Operação Lança do Sul” do Departamento de Guerra dos EUA é erradicar completamente o tráfico de drogas em nosso hemisfério. Por que o governo britânico rompeu a antiga parceria de compartilhamento de informações com o governo Trump nessa área? Os principais paraísos fiscais britânicos localizados no Caribe, como as Ilhas Virgens Britânicas (BVI), Ilhas Cayman, Bermudas, Anquila, Montserrat, Ilhas Turks e Caicos, são notórios pela lavagem de dinheiro do narcotráfico.

Quem conhece o assunto os chama de filial caribenha do Banco da Inglaterra na City de Londres, a capital mundial da lavagem de dinheiro do narcotráfico. Esses territórios ultramarinos britânicos são conhecidos por terem leis e regulamentações fiscais que oferecem grandes vantagens para empresas e indivíduos, como a ausência de impostos sobre renda, ganhos de capital ou herança, além de um alto grau de sigilo bancário e corporativo.

O Reino Unidos e Holanda (Países Baixos) possuem territórios no Caribe. As ilhas caribenhas holandesas de Aruba, Curaçao e Bonaire, que ficam ao largo da costa da Venezuela, também são paraísos fiscais ou territórios com regimes fiscais privilegiados que servem como lavanderia do dinheiro sujo dos cartéis da Colômbia, Nicarágua e Venezuela. O Reino Unido não está mais compartilhando informações com os EUA sobre navios de tráfico de drogas no Caribe porque “não quer ser cúmplice” de ataques militares dos EUA e acredita que os ataques são “ilegais”.

Durante anos, o Reino Unido, que controla vários territórios nas Caraíbas onde baseia meios de inteligência, ajudou os EUA a localizar navios suspeitos de transportar drogas para que a Guarda Costeira dos EUA pudesse interditá-los. Isso significava que os navios seriam parados, abordados, sua tripulação detida e as drogas apreendidas. A inteligência era normalmente enviada à Força-Tarefa Interinstitucional Conjunta Sul, uma força-tarefa sediada na Flórida que inclui representantes de vários países parceiros e trabalha para, supostamente, reduzir o tráfico ilícito de drogas.

O que na verdade é uma mentira pois a “Guerra as Drogas” sempre foi uma farsa. Mas os militares americanos, sob ordens de Trump, começaram a lançar ataques letais contra os barcos em setembro, e o Reino Unido “ficou preocupado” que os EUA pudessem usar informações fornecidas pelos britânicos para matar os traficantes queridinhos da esquerda globalista. Autoridades britânicas acreditam que os ataques militares dos EUA, que mataram dezenas de traficantes, “violam o direito internacional”. A pausa na inteligência começou há mais de um mês.

O chefe de direitos humanos da ONU, Volker Türk, disse que os ataques violam o direito internacional e equivalem a “execuções extrajudiciais”. O Reino Unido concordou com essa avaliação. Os governos da França, Canadá, Colômbia, Venezuela e a ONU protestaram contra a destruição dos barcos carregados de drogas no mar do Caribe. Portanto, estamos vendo uma grande resistência dos patrocinadores imperiais britânicos dos carteis de drogas.

Mas o governo Trump argumentou que os militares dos EUA podem matar legalmente suspeitos de tráfico por que eles representam uma ameaça iminente aos americanos e são “combatentes inimigos” que estão em um “conflito armado” com os EUA, de acordo com um memorando enviado pelo governo ao Congresso.

A Inglaterra, que foi o primeiro Estado traficante de drogas do mundo, está muito preocupada que o presidente Trump destrua os Cartéis de drogas da Colômbia, México e Venezuela, que lavam dinheiro sujo em seus paraísos fiscais no Caribe e City de Londres.

Há rumores circulando nos Estados Unidos de que o presidente Trump ordenou que o Departamento de Guerra se preparasse para expandir a guerra contra o narcoterrorismo para o México!! Isto inclui ataques de drones, ataques com mísseis e ataques das Forças Especiais a alvos e líderes de Cartéis. O governo mexicano trabalha e protege os Cartéis há décadas! A presidente Claudia Sheinbaum é uma fantoche dos Cartéis.

Sheinbaum ordenou e aprovou o assassinato do líder da oposição e prefeito de Uruapan, Carlos Manzo, por este ter denunciado a corrupção do governo por NÃO combater os cartéis! Protestos massivos em todo o país exigem o fim da violência e dos assassinatos cometidos pelos Cartéis que Claudia Sheinbaum protege.

O ex-presidente Andrés Obrador e a atual presidente Claudia Sheinbaum são fantoches dos Cartéis de drogas mexicanos. Eles são maçons e membros do Culto da Morte de Saturno.

A narcopresidente demoníaca foi exposta! Ela trabalhou incansavelmente para proteger os cartéis, encobrir a corrupção no governo e nas forças armadas mexicanas e agora está lutando contra seu próprio povo, que já está farto. A corrupção no México é tão galopante que infesta todos os níveis de governo. É hora de os EUA intervirem. Esse á o autêntico “O Diabo Veste Prada”!

A judia Sheinbaum afirmou que, apesar dos protestos, ela não lutará contra o tráfico de drogas como o povo mexicano quer. Combater o tráfico de drogas é fascismo, e matar traficantes é inaceitável segundo ela. “Voltar à guerra às drogas é inaceitável, é fascismo. Não permitiremos que traficantes de drogas sejam mortos”

Os narcopolíticos na Cidade do México estão em pânico enquanto o presidente Trump declara que está pronto para lançar ataques aéreos contra alvos e líderes dos Cartéis em todo o México!! Não há nada que eles possam fazer para impedir isso! O presidente Trump diz que conhece os endereços de todos os traficantes de narcotráfico e diz que ficaria “orgulhoso” de realizar ataques aéreos no México e na Colômbia!

A senadora mexicana Lili Téllez afirmou em entrevista à Fox Noticias que o México é um “narcoestado”, dominado pelos poderosos Cartéis e seus aliados políticos. Segundo Téllez, a presidente Claudia Sheinbaum oferece proteção governamental aos Cartéis de drogas.

Téllez afirma que muitos mexicanos acolheram com satisfação a ajuda americana, como a do presidente Trump, na luta contra o crime organizado. Somente os chamados “narcopolíticos” se oporiam a isso. Ela alerta que o México ameaça cair numa situação semelhante à da Venezuela ou de Cuba, minando as instituições democráticas.

Embora o governo mexicano afirme feito centenas de prisões, Téllez chama isso de “medidas falsas”. Ela diz que os Cartéis estão profundamente ancorados no aparato estatal e teme por sua segurança por causa de suas declarações. Ela foi ameaçada pela própria Claudia Sheinbaum. Por décadas a CIA, e os corruptos presidentes americanos antes de Trump, ajudaram a expandir esses Cartéis.

A “Guerra as Drogas” foi uma cortina de fumaça do Deep State para enganar a opinião pública e fingir que o governo americano estava fazendo algo contra os Cartéis. Os presidentes anteriores a Trump nunca usaram o poderoso exército americano para acabar com o narcotráfico no Caribe e México. Por isso que as elites esquerdistas globalistas e seus Cartéis estão em completo pânico agora!

Os protestos na Cidade do México estão acontecendo porque sua presidente Claudia Sheinbaum trabalha para o Cartel.

Uma senadora do México foi à Fox News e expôs tudo

– A Presidente do México trabalha para os Cartéis

– Ela foi financiada por dinheiro dos Cartéis

– Não é só a presidente, há um grupo inteiro de políticos mexicanos rotulados como “narcopolíticos”

– O México é um “narcoestado”

– Os mexicanos têm medo da aliança entre o governo mexicano e os Cartéis

– O Morena (partido político) é financiado pelos Cartéis, é assim que eles são eleitos

– Uma vez eleitos, o acordo é que o governo mexicano proteja os Cartéis

– A presidente do México, a esquerdista Claudia Sheinbaum Pardo, não quer que esta informação seja divulgada

– Os mexicanos e os políticos que não são pagos pelos Cartéis querem que Donald Trump ajude com os Cartéis

A senadora mexicana que expôs tudo isso diz que agora está sendo ameaçada de prisão por se manifestar. “A presidente me ameaçou de prosseguir contra mim com um processo criminal para me tirar do Senado e me colocar na prisão só por que eu disse isso a vocês neste espaço na Fox News”.

E agora o assassinato do prefeito de Uruapan, Carlos Manzo, um crítico do Cartel. O Cartel dirige o governo mexicano.

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Renato Cunha
O blog Stylo Urbano foi criado pelo estilista Renato Cunha para apresentar aos leitores o que existe de mais interessante no mundo da moda, artes, design, sustentabilidade, inovação, tecnologia, arquitetura, decoração e comportamento.

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