A Atlântida é um continente ou ilha mítica descrita pelo filósofo grego Platão nos diálogos Timeu e Crítias (c. 360 a.C.) como uma civilização avançada e imperialista que afundou no Oceano Atlântico após tentar invadir Atenas. Criada como uma alegoria sobre a arrogância, a história serviu para contrastar a virtude ateniense com a corrupção atlante.
Segundo Platão, a Atlântida estava situada logo além das “Colunas de Hércules” (atual Estreito de Gibraltar). A lenda de um continente perdido no meio do Atlântico cativou o imaginário popular por séculos, gerando especulações sobre sua localização real. A história da Atlântida, relatada por Platão tem origem em um relato ouvido por Sólon (c. 640-559 a.C.), o sábio estadista ateniense, durante suas viagens ao Egito por volta de 600 a.C..
Sólon viajou ao Egito, onde sacerdotes no templo de Saís, particularmente um sábio chamado Sonchis, lhe contaram a história de uma grande civilização insular chamada Atlântida. Esse relato teria ocorrido por volta de 600 a.C., descrevendo uma nação poderosa que existiu 9.000 anos antes de Sólon, que possuía um notável desenvolvimento tecnológico e uma população expressiva. Essa história chegou a Platão através da família de Crítias.
A história de Atlântida trazida por Sólon é a principal fonte para os relatos de Platão. O mito relacionado a Atlântida foi praticamente esquecido durante a Idade Média, mas resgatado a partir da Idade Moderna, servindo de influência para livros como A Utopia, de Thomas Morus. O interessante é que Sólon soube da história da Atlântida por sacerdotes do templo de Saís no Egito, que guardavam as histórias dos antigos “deuses” extraterrestres que fundaram a civilização egípcia.
Cientistas estão investigando alegações de uma enorme estrutura subaquática escondida sob as águas do Oceano Atlântico no Triângulo das Bermudas, reacendendo o debate em torno de um dos mistérios mais duradouros do mundo, a localização da mítica cidade de Atlântida que afundou sob as águas. Novos dados e observações subaquáticas levantaram questões sobre grandes pirâmides e construções de pedra do fundo do oceano, deixando os pesquisadores em busca de explicações.
O Triângulo das Bermudas, também conhecido como Triângulo do Diabo, é um dos lugares mais estranhos do nosso planeta, pois lá a bússola não aponta para o norte magnético, mas sim para o norte verdadeiro. Esse estranho fenômeno causa confusão na navegação, sendo mais um motivo para que navios e aviões se desviem de suas rotas e se percam e até desapareçam.

A misteriosa cidade subaquática encontrada no litoral de Cuba
Em 2001, Pauline Zalitzki, engenheira naval, e seu marido Paul Weinzweig, proprietários de uma empresa canadense chamada Advanced Digital Communications (ADC), estavam trabalhando em uma missão de pesquisa em conjunto com o governo cubano na ponta da Península de Guanahacabibes, na província de Pinar del Río, em Cuba. A ADC foi uma das quatro empresas que trabalharam numa joint venture com o governo de Fidel Castro para explorar as águas cubanas, que detêm centenas de navios carregados de tesouros da era colonial espanhola.
A equipe estava usando equipamento avançado de sonar para escanear uma área de 2 quilômetros quadrados (10,76 pés) do fundo do mar quando notou uma série de estruturas de pedra simétricas e geométricas que lembravam um complexo urbano. Ao estudar as imagens do sonar, Zalitzki observou o que pareciam ser formações incomuns de blocos lisos, cristas e formas geométricas. Alguns dos blocos pareciam ter sido construídos em formas piramidais, outras eram circulares. As enormes estruturas estão a uma profundidade de 750 metros da costa de Cuba.
“Amostras que recuperamos do fundo do oceano justificaram as nossas estruturas que chamamos de estruturas megalíticas. As amostras são de pedra granítica, totalmente polida, com algumas incrustações de fósseis. Fósseis de criaturas orgânicas que normalmente vivem na superfície, não no fundo do oceano. Isso é muito interessante porque é uma evidência de que toda a superfície afundou a uma profundidade de 700 metros.
A área está sismicamente ativa há milhares de anos. E o que encontramos no fundo do oceano são fraturas das quais saíram o magma e as cinzas vulcânicas. A partir dessas estruturas conseguimos delinear uma configuração do terreno que afundou porque é possível vê-las claramente. A terra que afundou é muito óbvia pela nossa imagem do fundo do oceano. E você pode ver baías, como portos, e tudo está nas profundidades de 900 e 700 metros”. – Paulina Zelitsky, Engenheira Oceânica, Comunicações Digitais Avançadas, Havana, Cuba
Leia mais sobre essa descoberta em: O que aconteceu com a ‘cidade afundada’ de Cuba?
A misteriosa cidade foi descoberta nas profundezas do Canal de Yucatán, na costa de Guanahacabibes, no oeste de Cuba. Os equipamentos de sonar a bordo do ‘Ulises’, um navio de propriedade da empresa canadense ADC detectaram uma área de vários quilômetros do que parecem ser estradas, pirâmides e outras estruturas de construção a uma profundidade de 900 e 700 metros. No entanto, só em Julho de 2001 é que Paulina Zelitsky, a líder da expedição, teve a oportunidade de ver o local em primeira mão.

As evidências apontam para a cidade sendo simultaneamente inundada pela elevação das águas e a terra afundando no mar. Isso se correlaciona exatamente com a lenda da Atlântida. Mas essa cidade subaquática misteriosa foi descoberta pela primeira vez pelos militares americanos há décadas, mas todo o acesso a ela foi interrompido durante e após a crise dos mísseis cubanos.
O governo dos EUA descobriu o local durante a crise dos mísseis cubanos nos anos 60. Submarinos nucleares que navegavam no Golfo (em alto mar) encontraram estruturas piramidais no fundo do mar. Eles imediatamente fecharam o local e assumiram o controle dele e dos objetos, para que o objeto não chegasse às mãos dos russos. As construções subaquáticas de Cuba, que foram descobertas por imagens de sonar em 2001 continuam um mistério, pois quase nenhum trabalho foi feito nos últimos 25 anos desde sua descoberta.
A “civilização oceânica” – mais tarde apelidada de Cidade Subaquática Cubana – intriga cientistas e especialistas há anos, e ninguém consegue explicar por que ela está lá. Essa descoberta foi desacreditada pois vários cientistas acharam impossível existir construções feitas por alguma civilização abaixo de 700 metros de água. Nenhuma massa de terra poderia afundar dessa forma no oceano.
Mas essa área não afundou no oceano. Ela foi submersa pelas águas do planeta Tiamat que caíram do espaço, que é a história do dilúvio universal. Este planeta é chamado de Terra, pois antes do cataclismo do dilúvio, ele era coberto por florestas e lagos e não havia oceanos. Isso é de conhecimento das sociedades secretas da Cabala.
O que aconteceu com as pirâmides de Cuba, 25 anos depois?
Algumas pessoas acreditam que ela é, na verdade, o local da Cidade Perdida de Atlântida e têm teorias sobre o motivo pelo qual ela foi repentinamente engolida pelo oceano e como isso afeta o Triângulo das Bermudas. De acordo com a lenda da cidade, Atlântida era na verdade alimentada por cristais que ainda hoje emitem explosões de energia, algo que alguns acreditam que seria suficiente para derrubar um avião ou afundar uma navio.
Mas como pode ver no mapa acima, essas construções subaquáticas encontradas perto de Cuba estão longe dos limites do Triângulo das Bermudas. Essa cidade devia fazer parte da civilização da Atlântida, mas a capital Atlântida se encontra em alguma lugar dentro do Triângulo das Bermudas, mais próximo das Bahamas do que Cuba. Suas grandes pirâmides ainda estão em funcionamento por isso centenas de navios e aviões desapareceram repentinamente em circunstâncias inexplicáveis enquanto navegavam ou sobrevoavam o local.

A civilização da Atlântida estava espalhada por vários locais na Terra. A capital ficava ao sul das Bahamas mas havia cidades no norte do Iraque e da Turquia, no Mediterrâneo e outras no México, como Teotihuacán, e outras na América do Sul, incluindo Machu Pichu e Tiahuanaco, como parte da mesma civilização.

Outra das cidades mais importantes ficava no deserto do Saara, mais precisamente numa região da Mauritânia, no noroeste da África. Seus vestígios ainda são encontrados. Fazia parte do que hoje é conhecido como Olho do Saara.

A Atlântida era uma civilização global antes do dilúvio e sua capital se chamava Atlântida. A Atlântida foi fundada pelos Reptilianos que vieram da Constelação de Orion mas era formada por diferentes raças estelares. Naquela época o planeta Terra estava coberto por florestas e lagos de todos os tipos e não tinha oceanos como os atuais. Havia 5 continentes ates do dilúvio, todos desaparecidos debaixo d’água: Appalachia, Fenoscandia, Oceana, Tirandia e Beringia.

Os círculos em azul representam os assentamentos mais importantes da Atlântida. E os círculos verdes, os assentamentos mais importantes da Lemúria. No que hoje é o Triângulo das Bermudas, ficava a capital Atlântida no antigo continente de Appalachia.
A cidade de Atlântida não afundou no oceano, como dizem, ela foi submersa há 12.500 anos pelas águas que caíram do espaço vindo do planeta aquático Tiamat que foi destruído numa guerra espacial entre as raças de Orion e as raças da Federação Galáctica.

Como era a Terra sem oceanos antes do dilúvio. Hoje os oceanos constituem 70% da superfície do planeta mas nem sempre foi assim. Isso é para você ter uma ideia da quantidade absurda de água que caiu do espaço. Essa massa de água causou uma mudança de polos. Para estabilizar o eixo da Terra, a Federação Galáctica instalou a Lua na órbita e assim surgiu a Matrix 3D.
Já a Lemúria não era um continente como outros dizem. Era uma civilização cuja capital era Mu, que ficava no continente desaparecido de Oceana (hoje Oceanía). A Lemúria foi fundada por grupos de Lyrianos vindos da Constelação de Lyra, tinha uma colônia de Taygeta e abrigava humanos que fugiram da tirania da Atlântida. Toda descoberta arqueológica e científica que comprove que seres não humanos construíram grandes estruturas na antiguidade são censuradas e ocultadas pelas sociedades secretas da Cabala.
Pesquisadores italianos descobriram enormes estruturas artificiais abaixo das pirâmides de Quéfren, Queóps, Miquerinos e até da Esfinge. Essa descobertas incríveis feias por varredura SAR por satélite foram completamente ignoradas por Zahi Hawass, o “arqueólogo mais famoso do mundo”, pelo governo egípcio e pela “comunidade científica” pois desafia o status quo imposto pelos maçons britânicos e franceses que ocultaram a influência de raças extraterrestres no antigo Egito.


O segredo oculto do Triângulo das Bermudas: Cientistas encontram estrutura subaquática colossal.
Os Taygeteanos, que tiveram colônias na antiga Lemúria, confirmaram que no sul da Bahamas, dentro da área do Triângulo das Bermudas, está localizada a antiga capital da Atlântida e que suas grandes pirâmides ainda estão em funcionamento depois de milhares de anos, causando as estranhas anomalias nessa região. Fiz um post sobre isso:
O mistério do Triângulo das Bermudas e as pirâmides atlantes submersas

































