Os astronautas das NASA realmente pisaram na Lua ou tudo não passou de uma gigantesca farsa política? Alguns céticos fizeram uma afirmação interessante de que o pouso da Apollo 11 na Lua em 20 de julho de 1969 foi, na verdade, filmado em um estúdio por Stanley Kubrick, um famoso diretor de cinema contratado pelo governo dos EUA. Afinal, esse mestre do cinema chocou inúmeros públicos com as cenas realistas do espaço sideral criadas no clássico filme de ficção científica de 1968 “2001: Uma Odisseia no Espaço”.
Um documentário “falso” sobre o pouso na Lua poderia ter sido filmado em estúdio com tecnologia cinematográfica? Claro que sim! A NASA contratou muitos artistas e cenógrafos para criar instalações semelhantes a estúdios durante o projeto Apollo 11, e a escala e o impulso não foram pequenos. Se você ver as fotos de arquivo que sobraram daquele ano, ficará chocado e não entenderá por que a NASA criou essas cenas falsas.
A NASA alegou que tudo isso fez parte do trabalho de suporte ao treinamento de pouso na Lua, codinome LOLA, o nome completo é simulador “Lunar Orbit and Landing Approach/LOLA”, que é especialmente usado para estudar os problemas relacionados ao pouso lunar. É uma obra-prima dos primeiros simuladores de grande escala da vida real.
O simulador LOLA exigia a criação de um sistema visual realista da superfície lunar para os astronautas, de modo que os operadores da espaçonave possam ter a mesma experiência visual de quando pousaram na Lua. Para isso, a NASA convidou especialistas técnicos e artísticos do Centro de Informações de Mapeamento Aéreo e do Departamento de Cartografia do Exército para usar fotos e pincéis na criação de um conjunto de quatro modelos em grande escala, com um custo total de 2 milhões de dólares.
Simulador de aproximação de órbita lunar e descida (LOLA)
Imagens completas da superfície lunar: conjunto circular de 100 m de diâmetro com fundo circular no set de filmagem da Apollo.
Implantação da bandeira: conjunto circular de 100 m de diâmetro com fundo circular.
A animação do “pouso na Lua” feita pela rede de TV CBS. Tudo foi uma fraude.
Após a conclusão, o LOLA inclui uma cabine de pilotagem, um sistema de circuito fechado de televisão e quatro enormes modelos lunares esféricos. Quando os astronautas se sentam na cabine, a tela de TV na posição da vigia simula a superfície lunar, e a imagem é capturada e extraída da posição correspondente do modelo real por meio de uma câmera de TV.
A câmera se move ao longo da trajetória, passando sobre o modelo da superfície lunar com um sistema de iluminação interna. O operador na cabine avalia sua posição relativa à superfície lunar com base na imagem que vê e ajusta a aeronave de acordo. Ao alternar a tela entre os modelos 1 e 2, os alunos podem simular todo o processo de pouso, desde a órbita lunar de 300 quilômetros até a altitude de 50 metros.




O sistema de simulação LOLA, construído a um custo altíssimo para a época, serviu para a NASA filmar todos os diferentes cenários da superfície da Lua e transmitir na TV como se fosse a filmagem real do voo da Apollo 11 em órbita da Lua para milhões de pessoas ingênuas e crédulas. O processo de descida do módulo lunar na Lua foi uma animação feita pela CBS e a NASA não filmou o encontro e acoplamento do estágio de ascensão do módulo lunar com o módulo de comando em órbita lunar após o pouso.
O LOLA não oferecia esse conteúdo de treinamento por simulação. Portanto, após algumas sessões de treinamento, o sistema de simulação LOLA foi desmontado logo após a conclusão do projeto Apollo, como um cenário descartado após as filmagens. O governo americano investiu milhões no simulador LOLA da NASA para fraudar a viagem e o pouso na Lua. E a NASA disse que o LOLA foi utilizado apenas para treinar os astronautas para sua missão à Lua.
The lunar surface sets for filming the fake moon landing. pic.twitter.com/rIWhCKsHpQ
— Stylo Urbano (@stylourbano9) December 28, 2025
Os cenários em diferentes tamanhos da superfície da Lua do LOLA ajudaram na farsa do programa Apollo 11 e a NASA montou um estúdio para Stanley Kubrick que fosse realista o suficiente para enganar o mundo inteiro. Interesses políticos geram o desejo de mentir. O objetivo do programa Apollo era mostrar o quão poderoso o governo americano era em termos de realmente fazer as coisas. Naquela época, a maioria das pessoas não acreditavam que o governo e a mídia poderiam mentir numa escala tão grande. Mas é exatamente isso o que os governos e a grande mídia fazem o tempo todo. Mentir e manipular em grande escala.
Leia mais: Em seu filme “O Iluminado”, Stanley Kubrick mostrou seu envolvimento na farsa Apollo 11 da NASA.
O programa Apollo 11 do pouso na Lua em 1969 foi uma grande farsa feita para enganar a população mundial, enganar cientistas e enganar a União Soviética, que estava avançando de forma agressiva e rápida com o projeto espacial. Todo o Programa Apollo, da Apollo 11 à Apollo 17 foram uma farsa. O governo soviético sabia disso mas ficou quieto pois era controlado pela mesma Cabala financeira que controlava o governo americano. É possível enganar por um tempo, mas é difícil enganar por toda a vida. Todos os programas espaciais da NASA e de todas as demais “agências espaciais” são uma farsa.
Filming of the fake moon landing inside NASA’s film studio. pic.twitter.com/cPPQtX2fri
— Stylo Urbano (@stylourbano9) December 28, 2025
A compartimentação tornou possível a farsa da lua. As centenas de milhares de pessoas envolvidas no projeto trabalharam com base na “necessidade de saber” apenas na área que atuavam e não tinham motivos para suspeitar que estavam trabalhando para algo diferente do que lhes foi dito. Apenas um punhado de pessoas precisava saber o quadro completo, e nem é certo que o presidente Nixon estivesse entre elas. É errado supor que as comunidades militar, espacial e de inteligência dos EUA não conseguem manter um segredo.
“Apenas os pequenos segredos precisam ser protegidos. Os grandes são mantidos em segredo pela incredulidade pública”.
Marshall McCluhan
A compartimentação no Programa Apollo funcionava como as camadas de uma cebola. Cada camada representa aqueles que recebem informações e ordens para desempenhar uma tarefa ou função específica. É um ambiente altamente compartimentado, já que muitos membros da elite que acreditam estar por dentro de tudo, podem presumir que não existem níveis hierárquicos superiores a eles, pois também trabalham apenas com base no que precisam saber.
São segredos compartimentados a tal ponto que um nível não sabe o que está realmente acontecendo nos outros. Somente aqueles que estavam no topo da hierarquia do Projeto Apollo sabiam tudo o que estava acontecendo.
O “fantástico” módulo lunar que parece cenário de carnaval.
Quer dizer então que esse frágil e ridículo “módulo lunar” que parece um monte de sucata emendada com fita e papel alumínio foi enviado até a Lua e voltou inteiro? Tem que ter muita fé para acreditar nas mentiras absurdas dos maçons da NASA. A NASA destruiu 700 caixas de fitas VHS magnéticas com os filmes originais.
As gravações originais de Neil Armstrong e Buzz Aldrin caminhando na superfície da Lua foram apagadas e reutilizadas para “economizar dinheiro”. As fitas VHS do evento histórico mais importante e que custou bilhões do dinheiro público a NASA apagou por contenção de despesas? Como alguém ainda pode acreditar nas desculpas esfarrapadas da NASA? Porque eles não enviaram nenhum homem à Lua nos últimos cinquenta anos?

Os astronautas da Apollo 1, Gus Grissom, Ed White e Roger Chaffee, morreram em um incêndio repentino na cápsula de lançamento a bordo do módulo de comando e serviço CSM-012, durante o programa Apollo. A missão Apollo I de 27 de janeiro de 1967 foi um lançamento simulado em preparação para um voo lunar real. O tenente-coronel Grissom foi a terceira pessoa a voar no espaço.
Ele chamou o módulo lunar de balde cheio de parafusos e sem autorização, ele deu uma entrevista coletiva improvisada, criticando duramente o programa espacial americano, na qual disse que levaria mais dez anos para voar até a Lua. A mando da NASA e USAF, a CIA sabotou o módulo para se incendiar e queimar vivos os três infelizes astronautas que ficaram presos por 5 minutos no módulo. Leia mais aqui e aqui.
Essa foi uma ameaça velada da máfia maçônica da NASA e USAF para qualquer astronauta que resolvesse criticar publicamente o falso Programa Apollo. Poderia morrer num “acidente”.
Aperte seu cinto Van Allen
Não há prova de que os pousos na Lua foram reais. Os próprios engenheiros da NASA disseram que são impossíveis, pela simples razão de que os astronautas teriam de viajar através do Cinturão de Radiação Van Allen, o que os mataria e também danificaria o equipamento eletrônico. Ouça, no vídeo de 10 minutos abaixo, astrofísicos e astronautas admitindo inadvertidamente que a tecnologia para enviar homens para além da órbita terrestre inferior ainda não está disponível.
Se os pousos da Apollo na Lua foram falsificados, perguntas sérias deveriam ser feitas sobre a NASA, para começar. Depois, é necessário pensar profundamente sobre o que aconteceu com os Estados Unidos desde a Segunda Guerra Mundial. E, além disso, a farsa da lua é o ponto de partida ideal para refletir sobre o controle hipnótico que a televisão e a mídia ganharam sobre nossa mente. Não é apenas uma questão política. É uma batalha pelas nossas almas.
O primeiro passo é abandonar as crenças infantis sobre a NASA e fazer um estudo básico sobre o que ela representa. A fundação da NASA em 1958 pelo presidente Eisenhower foi em si um salto gigantesco para o complexo militar-industrial. Não há dúvida de que o chamado “programa espacial civil” da NASA foi, antes de tudo, um disfarce para um programa militar. A NASA não era apenas uma camuflagem para desenvolvimentos militares.
O Programa Apollo foi um sonho fabricado para desviar os olhos do público americano dos crimes de guerra que seu governo cometia no Vietnã. Seis atores astronautas da Apollo fingiram pousar na Lua de 1969 a 1972, todas durante a presidência de Nixon. E a NASA também tinha laços estreitos com a indústria cinematográfica. Seu primeiro chefe, T. Keith Glennan (1958-1961) tinha uma longa experiência na administração de estúdios de cinema em Hollywood.
A Apollo 11 “pousou na Lua” dois meses depois que a mídia revelou bombardeios ilegais no Camboja, e o programa Apollo foi interrompido logo após o fim oficial do envolvimento dos Estados Unidos no Sudeste Asiático. A NASA, com seus foguetes primitivos e perigosos, serve de fachada para ocultar do público americano e mundial o Programa Espacial Secreto da Força Aérea dos EUA (SSP). Em 1959, o Pentágono criou a Operation Venus Haven (Operação Paraíso Venusino) para invadir militarmente o planeta Vênus com as naves antigravidade do SSP e portais de salto.
Vênus é um planeta mais habitável do que a Terra. Tudo o que a ciência diz sobre Vênus ser um inferno é mentira. Vênus foi invadido entre 1965 e 1975 pelo SSP usando o Programa Apollo e a Guerra do Vietnã como cobertura. Essa invasão aconteceu depois do governo de John F. Kennedy, que durou de 1961 a 1963. A NASA nunca foi até a Lua, mas o SSP sim. Leia mais aqui e aqui.


Na verdade, viajar para a Lua e voltar vivo é um feito de proporções míticas. É o mesmo que viajar para o Outro Mundo e retornar ao mundo dos vivos com seu corpo físico. Isso faz dos astronautas da NASA iguais a antigos heróis sobrenaturais, semideuses imortais, e essa qualidade semidivina reflete nos EUA como um todo. Tal era o significado dos pousos da Apollo na Lua: tratava-se de uma nova religião mundial que elevava os Estados Unidos acima de todas as outras nações terrenas.
Muito tem sido dito sobre religiões institucionais como meios de controle mental coletivo. Mas nenhuma crença religiosa pode se comparar aos pousos na Lua em termos do abuso cínico da credulidade das pessoas. E nenhuma religião poderia competir, até recentemente, pelo número de crentes em todo o mundo. A lição mais profunda é que isso foi possível graças à televisão e teria sido impossível de outra forma. Dificilmente alguém teria acreditado se não tivesse visto com os próprios olhos. Com a televisão, acreditar em seis pousos impossíveis na Lua ocorreu sem esforço.
A NASA mentiu sobre quase tudo, a única coisa que esse estúdio de cinema que finge ser uma “agência espacial” não mentiu é sobre a Terra e os demais planetas serem esféricos e não achatados como acreditam alguns lunáticos da teoria da Terra plana, que é apenas desinformação da Cabala. O propósito da NASA é o de distrair e enganar a população com seus falsos programas espaciais e foguetes ridículos enquanto oculta os programas espaciais secretos da Força Aérea e da Marinha dos Estados Unidos.

A National Aeronautics and Space Administration (NASA) foi criada em 29 de julho de 1958 pelo presidente Dwight D. Eisenhower, para abrigar alguns cientistas e engenheiros nazistas e para ocultar do público o verdadeiro Programa Espacial Secreto dos EUA (SSP). Wernher von Braun, o cientista chefe do foguete V-2 de Hitler, se tornou o diretor da NASA e ajudou a falsificar o “pouso na Lua” com ajuda do diretor de cinema Stanley Kubrick e Walt Disney. Eisenhower, von Braun e Disney eram maçons. Vários dos atores astronautas que fingiram ir a Lua eram maçons.

A teoria da farsa lunar era quase inédita antes da disseminação da Internet e ganhou força com o surgimento do YouTube, que permitiu uma inspeção mais detalhada das imagens da Apollo por qualquer pessoa interessada. Antes disso, os indivíduos que tinham sérias dúvidas tinham poucos meios para partilhá-las e tornar o seu caso convincente.
Um pioneiro foi Bill Kaysing, que quebrou o assunto em 1976 com seu livro autopublicado Nunca fomos à Lua: a fraude de trinta bilhões de dólares da América. Ele pode ser chamado de denunciante, já que foi chefe da unidade de apresentações técnicas do Laboratório de Campo de Propulsão da Rocket Dyne de 1956 a 1963, empresa que projetou e construiu o motor e os componentes do projeto Apollo. Durante esse período, Kaysing manteve autorizações de segurança junto aos EUA. Força Aérea e Comissão de Energia Atômica.
Depois veio Ralph René com o seu também autopublicado “A NASA enganou os Estados Unidos! – Como nunca fomos à Lua e por quê“. Segundo René, a NASA começou a adulterar fotos três anos antes das missões Apollo levarem homens à Lua. O foguete Apollo 11 decolou em órbita para girar em torno da Terra e depois liberou o módulo de comando que caiu no oceano, para que os atores astronautas fossem resgatados.
No entanto, há muitas dúvidas se algum homem já atravessou o escudo de radiação do Cinturão de Van Allen, que circunda completamente o planeta, pois emite energia de radiação ionizante altamente perigosa para organismos vivos, alterando sua estrutura atômica, destruindo órgãos, tecidos, células e DNA dentro delas.
Neil Armstrong, ou qualquer outro caminhante lunar da Apollo 11, não pousou na Lua. Ele estava orbitando ao redor da Terra, bem abaixo do Cinturão de Van Allen, no momento exato em que a NASA alegou que Armstrong pisou na Lua. Ou o módulo de comando lunar com os astronautas que caiu no Pacífico, supostamente vindo da Lua, pode ter sido lançado de um avião da Marinha a partir de uma base aérea próxima. Todo esse circo maçônico foi criado para enganar milhões de trouxas ingênuos e crédulos. E até hoje existem idiotas acreditando nessa farsa patética dos maçons.
A farsa da viagem espacial tripulada da Apollo 11 em 1969

A NASA é uma fraude tão acintosa que só sendo um zumbi para acreditar no que eles dizem. A NASA APAGOU AS FITAS ORIGINAIS de alta resolução do “pouso da Apollo 11 na Lua” e as “reutilizou por acidente” no início da década de 1980, devido à escassez de fitas. Embora as fitas de telemetria originais tenham sido perdidas, o público ainda pode ver imagens restauradas com base nas melhores transmissões de televisão de baixa resolução sobreviventes.
A NASA declarou oficialmente que as fitas originais da suposta aterrissagem da Apollo 11 na Lua não estão mais disponíveis. Elas foram reutilizadas. A desculpa de merda que a NASA deu foi que início da década de 1980, eles precisaram cortar custos e começaram a reutilizar fitas magnéticas antigas. As gravações originais e de alta qualidade do pouso na Lua estavam nessas fitas e foram inadvertidamente apagadas.
Somente as imagens de baixa resolução que foram transmitidas ao público foram preservadas. Os registro do evento mais importante da humanidade, o suposto “pouso na Lua” que o governo americano gastou muito dinheiro, a NASA apagou devido à escassez de fitas? Eles não tiveram vergonha nenhuma em dizer isso. As imagens de alta resolução foram apagadas pois mostravam os detalhes do muito frágil módulo lunar que parece uma cenografia de carnaval e a ausência de queimadura no solo lunar abaixo do foguete do módulo.

A NASA alega que seus atores astronautas trouxeram amostras da Lua, cerca de 380 quilos de rochas lunares e amostras de solo, todas missões Apollo combinadas. As rochas lunares provam os pousos na Lua? Não, se for possível estabelecer firmemente que elas não foram escavados da terra. E esse é o problema.
Conforme explicado no vídeo abaixo, “meteoritos foram encontrados na Antártida e provaram ter as mesmas características das rochas lunares.” Pode ser útil saber que em 1967, dois anos antes da Apollo 11, a NASA organizou uma expedição à Antártida, acompanhada por Wernher Von Braun, o principal propagandista da NASA para as missões lunares.
A Antártida é a região da Terra com a maior concentração de meteoritos, mas não se sabe se a expedição incluiu geólogos, nem se os meteoritos foram trazidos de volta. Na verdade, foi somente em 1972 que meteoritos lunares foram oficialmente descobertos na Antártida; sua origem lunar, é claro, foi determinada pela comparação com as amostras lunares trazidas pelas tripulações da Apollo. Portanto, as rochas lunares estão muito longe de provar os pousos na Lua.
Na verdade, não se pode provar que nenhuma das chamadas rochas lunares tenha sido trazida da Lua e não da Antártida ou de algum outro lugar da Terra. Mas a situação piora muito: algumas das chamadas rochas lunares foram conclusivamente provadas como falsas. Na década de 1990, o astrobiólogo britânico Andrew Steele recebeu o privilégio especial de se aproximar de algumas das preciosas amostras trancadas em cofres da NASA e imaginar sua surpresa ao descobrir nelas cerdas, pedaços de plástico, náilon e Teflon e pequenos animais terrestres.
Outra rocha lunar ganhou as manchetes quando, 40 anos depois de ter sido entregue pessoalmente por Neil Armstrong e Buzz Aldrin ao primeiro-ministro holandês, foi examinada e comprovadamente é madeira petrificada. É verdade que algumas rochas lunares falsas não provam que todas as rochas lunares são falsas. Mas isso deveria ser motivo suficiente para iniciar um exame científico sistemático das dezenas de outras amostras que os EUA distribuíram cerimoniosamente em 1969 e na década de 1970.
Em resumo: As viagens da NASA à Lua, entre 1969 e 1972, foram simples e estúpidas demonstrações de propaganda criadas em estúdios de Hollywood para nos entreter, usando pilotos alcoólatras da Marinha e da Força Aérea dos EUA como atores, assim como todas as missões Mercury e Gemini da NASA ao redor da Terra, um pouco antes. Essas viagens estúpidas à Lua foram 100% criadas por Hollywood na Terra. Como todas as missões tripuladas dos EUA ao redor da Terra antes delas!
Imagine como era fácil enganar o mundo em 1969. Hoje, em 2025, as empresas espaciais falam em viajar ao planeta Marte e colonizá-lo, mas ainda não têm um foguete para realizar as proezas da falsa viagem da Apollo 11. Os foguetes são todos pequenos e fracos. A SpaceX está enfrentando outro grande revés com seu foguete Starship.

A NASA e outras agências espaciais foram pegas mentindo ao público inúmeras vezes e sobre inúmeros tópicos. Por exemplo, quase todas, se não todas, as imagens de planetas e nebulosas distantes e do espaço profundo foram falsificadas, pois são apenas imagens elaboradas de artistas contratados pela NASA. São apenas pinturas e imagens digitais impostas ao público que as toma como reais e se maravilha com suas cores e formas. A maioria das pessoas não entende por que a NASA e outras agências espaciais teriam que mentir.
Afinal, eles dizem que colocaram telescópios como o Hubble em órbita para ver o espaço profundo e teriam que compartilhar essas imagens com as pessoas. Isso seria lógico se o mundo funcionasse como as pessoas são informadas, mas não funciona. As sociedades secretas que controlam o planeta Terra não estão interessadas em informar ninguém sobre o que realmente está acontecendo no espaço. Pelo contrário, elas até se deram ao trabalho de desenvolver agências espaciais com o único propósito de distrair e desinformar as pessoas.



Os astronautas maçons da NASA.
O suposto astronauta Buzz Aldrin é um maçom do Rito Escocês de 33° grau e um Shriner. Ele carregou uma bandeira maçônica para a Lua, e A Grande Loja do Texas deu-lhe um diploma oficial declarando-o “o primeiro Maçom na Lua” e reivindicou a jurisdição territorial maçônica da Lua.
Esta afiliação maçônica não era exclusiva de Aldrin – um número desproporcional de primeiros astronautas da NASA particularmente aqueles envolvidos nos programas Mercúrio, Gêmeos e Apolo eram maçons de alto escalão. John Glenn, Gordon Cooper, James Irwin, Thomas Stafford e muitos outros foram todos maçons confirmados, muitas vezes de lojas proeminentes.



Por que tantos astronautas que supostamente “foram ao espaço” eram maçons? Porque eles disseram que plantaram uma bandeira maçônica na Lua? E por que Buzz Aldrin tem um diploma maçônico declarando-o “O Primeiro Maçom na Lua”? Isso tudo sugere um padrão deliberado conectando a exploração espacial a esta sociedade secreta.
Se o pouso na Lua foi puramente uma “conquista científica para toda a humanidade”, como a NASA afirmou, por que foi comemorado com rituais e símbolos maçônicos em vez de honras puramente científicas, nacionais ou humanitárias? A proeminência do simbolismo maçônico sugere que a missão da Lua tinha um significado diferente para os iniciados do que para o público em geral.
Isso levanta uma questão desconfortável: O programa Apollo 11 estava servindo simultaneamente a duas narrativas diferentes – uma com fachada científica para enganar o público e uma esotérica entendida apenas por aqueles dentro de certos círculos. Mas o “pouso na Lua” foi filmado em estúdio pelo diretor de cinema Stanley Kubrick, como mais uma das farsas da Maçonaria contra a população.
Fiz outras matérias sobre a fraude do pouso na Lua da NASA mas em nenhuma delas está a informação sobre o sistema de simulação LOLA, que faz toda a diferença para entender a fraude da NASA.
Qual o real motivo da NASA ter falsificado a missão Apollo 11 e o pouso na Lua?
Mentiras da NASA: O “Mars Rover” não está em Marte, mas na ilha de Devon no Canadá.
Ex-chefe da Roscosmos diz que a NASA não pousou na Lua
O filme “Capricórnio Um” de 1978 denunciou a fraude das missões da Lua pela NASA
Por descuido, a NASA admitiu em vídeo que nunca foi a Lua
A Lua – Estação espacial artificial geradora da Matrix 3D da Terra.

































