Médicos estão descrevendo discretamente o que alguns chamam de “pandemia não infecciosa”: um aumento de cânceres agressivos que atingem pessoas muito mais jovens. Cânceres antes vistos principalmente em idosos, como câncer de cólon, ovário e outros, estão aparecendo em pessoas de 30 e 40 anos… e até mesmo em crianças de 8, 10 e 11 anos. Esses não são casos genéticos clássicos, dizem os médicos.
Muitos surgem do nada. Como disse um médico: “Tivemos uma pandemia de doenças infecciosas. Agora estamos enfrentando uma pandemia de doenças não infecciosas.” Todos que receberam a vacina são uma “bomba-relógio” para câncer e outras doenças. Se você acompanha meu site há algum tempo, sabe o que causou essa “pandemia” de cânceres agressivos…
Este artigo de revisão de Stephanie Seneff (2022) chamado “Supressão imunológica inata por vacinas de mRNA contra SARS-CoV-2” resume a literatura atual sobre vacinas de mRNA e seus efeitos na biologia molecular das células humanas.
As descobertas são alarmantes. As vacinas de mRNA promovem a síntese sustentada da proteína spike do SARS-CoV-2. A proteína spike é neurotóxica e prejudica os mecanismos de reparo do DNA. A supressão das respostas do interferon tipo I resulta em comprometimento da imunidade inata. As vacinas de mRNA podem aumentar o risco de doenças infecciosas e câncer.
A conclusão é contundente:
“Em última análise, bilhões de vidas estão potencialmente em risco, dado o grande número de indivíduos injetados com as vacinas de mRNA contra o SARS-CoV-2 e a ampla gama de resultados adversos que descrevemos.”
Dr. Ryan Cole: “A próxima epidemia será a epidemia de câncer causada pelas ‘vacinas’ da COVID-19.”
Dr Ryan Cole: “The next epidemic will be the cancer epidemic caused by the Covid ‘vaccines’.” pic.twitter.com/pCoDDNZ9lU
— Zoetwaterman (@Zoetwaterman) October 7, 2021
Meu Deus. Isto é um crime de guerra. O Doutor Weinstein explica que mundo todo foi injetado com o vírus SV40, que causa câncer, em sua conversa com Joe Rogan. DEVE haver prisões por este FLAGRANTE ataque à Humanidade. Bill Gates e Dr. Fauci são genocidas e ainda estão andado livremente.
My God. This is a War Crime.
Dr. Weinstein explains that our world was injected with the SV40 virus, which leads to cancer, in his conversation with Joe Rogan.
There MUST be arrests for this EGREGIOUS Attack on Humanity.
Shame on Bill Gates and Dr. Fauci. Shame on you both. pic.twitter.com/CHwzAS6xtm
— Liz Churchill (@liz_churchill10) November 10, 2025
A pandemia, entre outras coisas, foi um teste para ver o quanto toleraríamos até onde a mídia e os governos corruptos sob controle da Maçonaria poderiam nos levar. A má notícia é que a grande maioria tolerou o intolerável. Os poderosos agora sabem que, se nos alimentarem com medo suficiente, entraremos voluntariamente em nossas próprias celas, trancaremos a porta e jogaremos a chave fora.
Bem, não todos, mas uma grande porcentagem faria isso. O único ponto positivo da pandemia foi que fez muitas pessoas perceberem até onde as coisas chegaram e quão rápido poderiam nos dividir, nos alienar, nos prender e nos forçar a ser cobaias de uma bioarma disfarçada de vacina.
A tática de incitar o medo tornou-se mais evidente e as razões nefastas por trás dela mais óbvias, pelo menos para aqueles com alguns neurônios funcionando, coisa que os zumbis da esquerda não tem pois eles fazem o que seus mestres globalistas mandam. Toda a agenda da esquerda é a agenda das elites maçônicas globalistas que é propagada pela mídia fake news. O criminoso Grupo Globo inflou o número de mortes da Covid para culpar e derrubar Bolsonaro.
A mídia fake news é o verdadeiro vírus mortal que infecta nossas mentes e pode matar milhões com suas mentiras.

“Quase todas as guerras iniciadas nos últimos 50 anos foram resultado de mentiras da mídia. A mídia promove a guerra, o governo controla a mídia. Enquanto não quebrarmos o domínio dos meios de comunicação social sobre a população, nunca seremos livres e pacíficos. .”
Julian Assange
O globalismo maçônico e o autoritarismo esquerdista tirânico vêm avançando há muito tempo nos EUA e ocidente, mas apenas nos últimos dez anos essa agenda se tornou mais óbvia para o público em geral. Durante os bloqueios e mandatos do Covid, as pessoas finalmente testemunharam as verdadeiras intenções da esquerda política, que amplamente apoiou restrições draconianas e pediu punições brutais para quem se recusasse a obedecer aos seus mandatos absurdos:
Máscaras de pano inúteis, testes PCR que deram 86% de falsos positivos para Covid, ser cobaias de vacinas experimentais tóxicas, manter um distanciamento social, discriminação social com passaportes de vacinação, confinamento domiciliar forçado pelo lockdown, ameaças de prisão e humilhação por não obedecer aos mandatos tirânicos, campos de quarentena para supostos doentes e censura governamental na mídia e internet. Todo esse circo do absurdo aconteceu pois a população foi vítima do terrorismo psicológico 24h feito pela mídia fake news.
A imagem abaixo exibe um segmento do programa “Jesse Watters Primetime” da Fox News, destacando uma discussão sobre as atitudes dos democratas em relação às regras da COVID-19 e a política de “Covid Zero” da China. O texto principal lista várias porcentagens de democratas que apoiavam medidas draconianas contra as pessoas.
55% a favor de multar americanos não vacinados.
59% a favor de confinar os não vacinados em suas casas.
48% a favor de prender aqueles que questionam a vacina.
47% a favor do rastreamento governamental para os não vacinados.
Um grande número de esquedopatas até apoiou leis Covid no estilo do Partido Comunista Chinês, incluindo tirar os filhos da guarda de seus pais e implementar o internamento forçado para quem não obedecesse aos seus tirânicos ditames pandêmicos.

Esta é a verdadeira FACE demoníaca da esquerda política. A China comunista, que a OMS disse ser um “exemplo para o mundo” de como lidar com o inexistente COVID-19, exterminou 400 milhões chineses com as medidas draconianas que aplicou. O COVID-19 foi o maior golpe na história da humanidade.
O covidiota de 2020-22 atribuiu todas as mortes causadas por outras doenças à gripe chamada Covid, enquanto agora o mesmo covidiota nega todas as mortes comprovadas pelas vacinas “seguras e eficazes” da mídia e Big Pharma. O problema para o covidiota é que ele é vacinado e deve negar até o fim só para evitar admitir sua própria idiotice, mesmo que isso signifique ficar doente ou morrer prematuramente.
O governo americano protege os fabricantes de vacinas de serem processados por lesões e mortes causadas por seus produtos. Ou seja, as empresas de vacinas têm licença dos governos para envenenar e matar a população. Os covidiotas protegem as mentiras das elites maçônicas que lhe fizeram lavagem cerebral através da mídia, políticos e “autoridades” de saúde pagos pela Big Pharma.

A Pfizer não informou ao público que sua vacina “segura e eficaz” do COVID-19, que foi amplamente distribuída pelo mundo todo, causava câncer. Então a Pfizer comprou por US$43 bilhões a Seagen, uma empresa farmacêutica que trata o “Câncer Turbo” pois sabia que os casos de câncer explodiriam em todo o mundo. PROBLEMA-REAÇÃO-SOLUÇÃO.
Leia mais:
A traição da medicina moderna: Medicamentos antiparasitários demonstram sucesso contra o câncer.
UMA DECISÃO CHOCANTE DO TRIBUNAL DE VACINAS QUE ELES NUNCA QUISERAM QUE VOCÊ VISSE
Uma vitória quase impossível aconteceu no secreto Programa Nacional de Compensação por Lesões por Vacinas dos Estados Unidos — o sistema que protege os fabricantes de vacinas de serem processados.
Um bebê de 11 semanas recebeu várias injeções de uma só vez (DTaP, Hep B, poliomielite, Hib, PCV, rotavírus) por volta das 11h. Às 17h45, o bebê estava azul, com falta de ar, foi levado às pressas para o hospital e morreu. Os pais levaram o caso ao tribunal federal de vacinas. Eles tiveram que lutar contra advogados do HHS e advogados do Departamento de Justiça — todo o peso do governo — apenas para provar o que aconteceu.
A testemunha especialista testemunhou que as vacinas causaram: encefalopatia, inchaço cerebral, hérnia do tronco cerebral, insuficiência respiratória e colapso cardiopulmonar tudo em poucas horas. O argumento do governo?
Como o bebê não sobreviveu 24 horas, eles alegaram que isso não se qualificava como “encefalopatia aguda” Sim, eles argumentaram que não é possível provar o ferimento por que o bebê morreu muito rápido. Mas numa decisão rara, o tribunal ficou do lado dos pais. Um reconhecimento histórico: não foi SMSL, foi morte infantil induzida por vacina.
🔥 A SHOCKING VACCINE COURT RULING THEY NEVER WANTED YOU TO SEE
An almost impossible victory just happened in America’s secretive National Vaccine Injury Compensation Program — the system that protects vaccine manufacturers from being sued.
An 11-week-old baby received multiple… pic.twitter.com/ENpbygit7c
— Jim Ferguson (@JimFergusonUK) November 13, 2025
Nicole Shanahan lançou um aviso impressionante, e todos os agricultores, pais e consumidores nos Estados Unidos precisam ouvi-lo. “Estamos agora à beira de sermos forçados a injetar vacinas de mRNA em nosso gado”, disse ela — traçando uma linha direta entre a liberdade médica para os humanos e a liberdade alimentar para todos.
Se os governos podem exigir o que entra no gado, eles podem exigir o que entra em você. Se puderem alterar o fornecimento de alimentos sem consentimento, poderão contornar o direito de cada indivíduo à autonomia corporal. E então ela disse a parte silenciosa em voz alta: “Vamos falar sobre os julgamentos de Nuremberg.”
Porque o princípio que estava no cerne de Nuremberg era simples: “Nenhum ser humano pode ser submetido a experimentos ou medicado sem consentimento total e informado“. O ponto de Shanahan é absolutamente claro: Se perdermos o controle sobre o que é injetado em nossos alimentos, perdemos o controle sobre o que acaba sendo injetado em nós. Liberdade alimentar É liberdade médica.
🚨 Nicole Shanahan just dropped a stunning warning — and every farmer, parent, and consumer in America needs to hear it.
“We are now on the precipice of being forced to inject our cattle with mRNA vaccines,” she said — drawing a direct line between medical freedom for humans and… pic.twitter.com/68voZVT8wi
— Jim Ferguson (@JimFergusonUK) November 14, 2025
Todas as vacinas COVID aumentam o risco de câncer, conclui novo estudo
Um estudo sul-coreano com mais de 8 milhões de pessoas relatou um aumento de 27% no risco geral de câncer associado às vacinas de mRNA e não mRNA contra a COVID-19. Os pesquisadores encontraram riscos maiores para seis tipos específicos de câncer. A grande mídia criticou o estudo.
Por Michael Nevradakis, Ph.D.
2 de outubro de 2025

As vacinas e reforços contra a COVID-19 — mRNA e não mRNA — representam um risco aumentado de seis tipos de câncer e um risco 27% maior de câncer em geral, de acordo com um estudo sul-coreano recente com mais de 8 milhões de pessoas. Quatro pesquisadores sul-coreanos publicaram o relatório na semana passada em forma de carta na revista Biomarker Research, da Springer Nature.
Segundo o estudo, as vacinas e doses de reforço contra a COVID-19 estão associadas a um risco maior de câncer de mama, colorretal, gástrico, de pulmão, de próstata e de tireoide, em todos os tipos de vacina e faixas etárias. Comentaristas médicos renomados rapidamente rejeitaram as descobertas, com o MedPageToday descrevendo-as como “falhas”. Mas outros especialistas médicos e científicos discordaram.
“Em termos simples: ambas as principais plataformas de vacinas contra a COVID-19 parecem ser cancerígenas”, escreveu o epidemiologista Nicolas Hulscher em uma publicação no Substack.
O Dr. Angus Dalgleish, oncologista clínico, disse ao The Defender que o estudo se baseia em outras descobertas recentes, mas “é o primeiro a mostrar que as vacinas de cDNA [não-mRNA] e de mRNA estão associadas ao risco de câncer, sugerindo que a proteína spike é diretamente carcinogênica”.
O comentarista médico John Campbell, Ph.D., afirmou esta semana em seu programa no YouTube que a pesquisa representa “o estudo de maior escala até o momento” a examinar a associação entre as vacinas contra a COVID-19 e o câncer.
‘Nenhuma tecnologia de vacina estava isenta de risco de câncer’
Segundo o estudo, embora o potencial carcinogênico do vírus SARS-CoV-2, responsável pela COVID-19, “tenha sido hipoteticamente proposto”, poucas pesquisas foram realizadas sobre o potencial risco de câncer associado às vacinas contra a COVID-19. Os pesquisadores afirmaram que as “estruturas compartilhadas” presentes no vírus SARS-CoV-2 e nas vacinas contra a COVID-19, incluindo a proteína spike, podem significar que as vacinas contra a COVID-19 estão associadas a riscos de câncer.
O estudo utilizou dados de 2021 a 2023 de mais de 8,4 milhões de pessoas do banco de dados do Serviço Nacional de Seguro Saúde da Coreia do Sul. A amostra foi dividida em dois grupos com base no status de vacinação. A amostra de vacinados foi subdividida em grupos que receberam dose de reforço e grupos que não receberam.
Os pesquisadores acompanharam os pacientes durante um ano. O grupo vacinado foi acompanhado após a vacinação. Os resultados mostraram um risco estatisticamente significativo maior de câncer no grupo vacinado, incluindo:
- Câncer em geral: risco 27% maior
- Câncer de mama: risco 20% maior
- Câncer colorretal: risco 28% maior
- Câncer gástrico: risco 34% maior
- Câncer de pulmão: risco 53% maior
- Câncer de próstata: risco 69% maior
- Câncer de tireoide: risco 35% maior
A análise estatística dos resultados mostrou que existe uma “chance de 1 em 1.000 de que esse resultado tenha surgido por acaso”, disse Campbell. As vacinas de mRNA contra a COVID-19 produzidas pela Pfizer e pela Moderna mostraram um risco geral de câncer 20% maior e estiveram mais fortemente associadas a um risco maior de câncer de mama, colorretal, de pulmão e de tireoide.
As vacinas contra a COVID-19 que não utilizam mRNA, conhecidas como vacinas de cDNA, incluindo as da AstraZeneca e da Johnson & Johnson (Janssen), foram associadas a um risco geral de câncer 47% maior. Especificamente, foram relacionadas a um risco aumentado de câncer colorretal, gástrico, de pulmão, de próstata e de tireoide.
Pacientes que receberam uma mistura de doses de mRNA e cDNA também apresentaram um risco aumentado, com uma incidência de câncer 34% maior no geral e uma forte associação com um risco maior de câncer de mama e de tireoide.
“Os riscos elevados de câncer não se restringiam a uma única plataforma de vacina”, escreveu Hulscher. “Cada tipo de vacina foi associado a um aumento mensurável no câncer em geral — e cada um tinha locais específicos de câncer impulsionando o sinal. Em outras palavras, nenhuma tecnologia de vacina estava livre de risco de câncer neste conjunto de dados.”
O médico internista Dr. Clayton J. Baker afirmou que os dados mostram que, entre as pessoas vacinadas, o risco de câncer aumenta com o tempo. “O aumento do risco de câncer em indivíduos vacinados cresce de forma linear durante todo o período do estudo, com uma inclinação mais acentuada do que a curva dos não vacinados, e não se estabiliza. O aumento da incidência continua a crescer. Isso pode persistir por décadas. É realmente alarmante”, disse Baker.
Todos os grupos demográficos apresentaram riscos elevados de câncer
Os resultados também mostraram que pessoas vacinadas com menos de 65 anos de idade apresentavam risco particularmente elevado de alguns tipos de câncer. “A população relativamente mais jovem (indivíduos com menos de 65 anos) era mais vulnerável aos cânceres de tireoide e de mama; em comparação, a população mais velha (75 anos ou mais) era mais suscetível ao câncer de próstata”, escreveram os pesquisadores.
De forma geral, pessoas vacinadas com menos de 65 anos apresentaram um risco geral aumentado de câncer, enquanto os idosos — particularmente aqueles com mais de 75 anos — apresentaram o maior risco geral.
As mulheres vacinadas também apresentaram um risco relativamente maior de câncer do que os homens vacinados, sendo que as mulheres vacinadas mostraram um risco particularmente elevado de câncer colorretal e de tireoide, e os homens vacinados apresentaram um risco maior de câncer gástrico e de pulmão.
Hulscher escreveu: “Tanto os resultados gerais quanto os específicos por local mostram um padrão consistente: todos os grupos demográficos apresentaram riscos elevados de câncer, embora o tipo e a carga absoluta tenham variado. Mulheres e idosos foram os mais afetados, mas nenhum segmento da população ficou imune.”
Os resultados do estudo também mostraram que as doses de reforço da vacina contra a COVID-19 resultaram em um risco substancialmente maior de certos tipos de câncer. Isso incluiu um risco 125% maior de câncer pancreático e um risco 23% maior de câncer gástrico.
Dalgleish classificou os números como “impressionantes”, afirmando que o aumento do risco após as doses de reforço “é um aumento inesperado que também estamos observando no Reino Unido”.
Críticos consideram o período de acompanhamento de um ano “absurdo”.
Segundo o MedPageToday, o período de acompanhamento de um ano utilizado pelos pesquisadores no estudo foi “absurdo”, e o estudo não levou em consideração o histórico familiar de câncer dos pacientes nem seus exames de rastreio. Karl Jablonowski, PhD, pesquisador sênior da Children’s Health Defense, afirmou que “as críticas feitas ao estudo se baseiam em um viés de usuário saudável”. Ele explicou:
“A ideia de que pessoas mais propensas a se submeter a uma intervenção médica (vacinação) também são mais propensas a se submeter a outra (rastreamento de câncer)… é uma preocupação válida para um estudo comparativo entre vacinados e não vacinados como este, já que aqueles que buscam a vacina terão um comportamento de busca por cuidados de saúde drasticamente diferente daqueles que não a buscam.”
“No entanto, este não é apenas um estudo comparativo entre vacinados e não vacinados, ele também diferencia as vacinas. O viés do usuário saudável não é um argumento válido para explicar por que uma vacina (cDNA) apresenta um risco de câncer maior do que outra (mRNA). Além disso, o estudo não afirma que as vacinas causam câncer, mas sim que estão associadas a ele.”
“Somos organismos multicelulares complexos. Células cancerosas são criadas dentro de nós com grande frequência e geralmente são controladas por nossos mecanismos anticancerígenos. … Se uma vacina puder interromper esse mecanismo anticancerígeno, então os cânceres podem se manifestar em um curto período de tempo.”
Mesmo que se tenha demonstrado que as vacinas de cDNA representam um risco maior de câncer, Baker afirmou que o estudo também destaca o risco da tecnologia de mRNA. “Este estudo implica definitivamente a plataforma de mRNA”, disse ele. “Lembrem-se, a COVID-19 foi o primeiro uso generalizado dessa plataforma tecnológica em humanos… Em sua primeira aplicação, ela aumenta a incidência de câncer.”
Campbell afirmou que os dados oficiais da Coreia do Sul são geralmente confiáveis e que o estudo foi bem estruturado. “A Coreia do Sul foi um país com uma taxa de vacinação muito alta”, disse ele. “Havia… apenas algumas centenas de milhares de pessoas no grupo não vacinado, mas isso é suficiente para obtermos dados bastante confiáveis.”
Os autores do estudo não detalharam os possíveis mecanismos presentes nas vacinas contra a COVID-19 que poderiam resultar em um risco maior de câncer. Baker afirmou que “o aumento significativo das taxas de risco para seis tipos diferentes de câncer sugere uma possível disfunção do sistema imunológico que contribui para o aumento do risco. É assustador, por que o risco não se limita a nenhum tipo específico de câncer para o qual se possa realizar exames de rastreio.”
Segundo Campbell, a proteína spike e os contaminantes de DNA encontrados nas vacinas de mRNA podem estar entre os fatores que contribuem para esse risco. Os autores sugeriram que mais pesquisas são necessárias “para elucidar possíveis relações causais, incluindo os mecanismos moleculares subjacentes relacionados à hiperinflamação induzida pela vacina contra a COVID-19”.
Um número crescente de estudos associa as vacinas contra a COVID-19 a eventos adversos graves.
Outros estudos e análises recentes de grande escala sugerem uma ligação entre as vacinas contra a COVID-19 e eventos adversos graves, como o câncer. No início deste ano, uma análise de um banco de dados japonês com 18 milhões de pessoas mostrou que aqueles que receberam a vacina contra a COVID-19 apresentaram um risco significativamente maior de morte no primeiro ano após a vacinação, em comparação com os não vacinados. O risco aumentava a cada dose adicional.
Um estudo realizado com 1,3 milhão de mulheres na República Tcheca, publicado no International Journal of Risk & Safety in Medicine em junho, mostrou que a taxa de concepção bem-sucedida, uma gravidez que resulta em um nascimento com vida nove meses depois, para mulheres vacinadas foi “substancialmente menor” do que para aquelas que não foram vacinadas.
Um estudo de 30 meses com quase 300.000 pessoas na Itália, publicado na revista EXCLI em julho, constatou um aumento de 23% no risco de câncer após uma ou duas doses da vacina contra a COVID-19 e um aumento adicional de 9% no risco entre aqueles que receberam três ou mais doses. Os resultados do estudo italiano também mostraram aumentos estatisticamente significativos nos casos de câncer de mama, bexiga e colorretal.
Jablonowski afirmou que as conclusões do estudo italiano são em grande parte semelhantes às do estudo sul-coreano, pois existe “uma corroboração de evidências que não pode ser ignorada”. “A comparação dos resultados… é extremamente interessante”, disse Jablonowski. “Os dois estudos geralmente concordam em relação a muitos tipos de câncer. Uma forma de câncer em que eles discordam é o câncer de próstata. Ele não é remotamente relevante no estudo italiano, e o sinal mais forte é observado no estudo coreano.”
Quase 70% da população mundial recebeu injeções de um produto cancerígeno.
Os pesquisadores sul-coreanos afirmaram que o equilíbrio entre os riscos relativos de infecção por COVID-19 e os eventos adversos após a vacinação contra a COVID-19 justifica uma análise mais aprofundada. “Considerando a diminuição da gravidade da COVID-19, as preocupações atuais em relação à vacina contra a COVID-19 giram principalmente em torno dos EAs [eventos adversos], mesmo com doses de reforço”, escreveram os pesquisadores.
Os autores do estudo também solicitaram mais pesquisas “para determinar se estratégias específicas de vacinação podem ser ideais para populações que precisam da vacinação contra a COVID-19”. Eles sugeriram que os médicos “priorizem o monitoramento do risco de câncer gástrico em relação às doses de reforço da vacina contra a COVID-19”.
Hulscher foi além, sugerindo que os resultados do estudo reforçam os apelos de alguns cientistas e organizações médicas para que as vacinas contra a COVID-19 sejam suspensas ou retiradas do mercado. “Governos, órgãos reguladores, médicos e pesquisadores precisam encarar uma realidade alarmante: quase 70% da população mundial recebeu injeções de um produto cancerígeno. As evidências exigem a retirada imediata desses produtos do mercado”, escreveu Hulscher.
“Agora é completamente indefensável continuar com qualquer programa de reforço ou variantes da vacina”, disse Dalgleish.
Assista John Campbell discutir o estudo da Coreia do Sul aqui:

































