Durante décadas, muitas pessoas acreditaram que o comunismo é uma ideologia dedicada a “defender” os trabalhadores e os pobres. Este foi um estratagema incrivelmente bem-sucedido que manipulou milhões de pessoas ingênuas e estúpidas. Por trás deste artifício, a “revolução comunista” é dedicada a concentrar toda a riqueza e poder no mãos do cartel bancário central (os Rothschilds, os Rockefeller, a Coroa Britânica e o Vaticano) disfarçando-o de poder do Estado.

O comunismo é o controle das elites maçônicas satânicas de todos os aspectos de nossas vidas: poder, propriedade, pensamento, comportamento, movimento e expressão. O cartel bancário central é o monopólio supremo. Ele detém um monopólio quase global sobre o crédito governamental. Seu objetivo é transformar isso em um monopólio sobre tudo — político, cultural, econômico e espiritual. Um governo mundial = monopólio do Vaticano/Nobreza Negra = comunismo.

Qualquer ideologia que concentre ainda mais a riqueza e o poder nas mãos do “Estado” é comunismo disfarçado. Essas ideologias como: socialismo, liberalismo, fascismo, sionismo, neoconservadorismo e feminismo, são fachadas para o “comunismo” e são organizadas e financiadas pelo cartel bancário central.   Os eventos atuais são todos orquestrados pelos banqueiros centrais para aumentar o poder do governo corporativo.

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A SINFONIA VERMELHA

Depois de “Os Protocolos dos Sábios de Sião” escrito pelos jesuítas para culpar os judeus, “A Sinfonia Vermelha” é a mais refinada revelação do verdadeiro estado do nosso mundo. A Sinfonia Vermelha é um interrogatório de 1938 da Polícia Secreta Stalinista (NKVD) a Christian Rakovsky, de 65 anos, um agente soviético infiltrado. O texto está disponível online aqui.

Rakovsky foi um dos fundadores da Internacional Comunista e revelou a conspiração dos banqueiros judeus maçons da família Rothschild para impor uma tirania mundial, ou seja, a Nova Ordem Mundial. Rakovsky enfrentava a pena de morte por conspirar para derrubar Stalin. A transcrição de 50 páginas de seu interrogatório, apelidada de “A Sinfonia Vermelha”, não deveria ter se tornado pública.

O tradutor, Dr. J. Landowsky, fez uma cópia não autorizada. Este é um dos documentos políticos mais explosivos da história moderna. Ele revela por que os maçons Illuminati criaram Hitler e depois buscaram destruí-lo, e por que Stalin fez um pacto com Hitler em 1939.

À esquerda, o judeu Christian Rakovsky com Leon Trotsky por volta de 1924. Trotsky, um judeu maçom, foi agente dos banqueiros Rothschild que deveria suceder Vladimir Lenin, mas Joseph Stalin o fez antes. Todos eles foram treinados no comunismo pelos jesuítas em Londres.

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A Sinfonia Vermelha  confirmou que a revolução comunista foi financiada por banqueiros de Londres e Nova York. O “movimento revolucionário” angariou apoio fingindo servir aos ideais coletivos da humanidade. O verdadeiro objetivo, no entanto, é dar poder ilimitado aos bancos que são controlados pela Nobreza Negra do Vaticano. “Revolução” significa, na verdade, “derrubar” (destruir) a civilização ocidental e substituir Deus por Satanás. Esta é a Agenda 2030.

A história moderna reflete o processo gradual pelo qual eles transferem toda a riqueza e o poder para si mesmos, destruindo a Civilização Ocidental e criando um estado policial mundial. Em 1938, Rakowsky podia afirmar que o mundo inteiro era controlado pelos banqueiros judeus asquenaze Rothschild (Illuminati, maçons) e seus aliados maçons.

Leia mais: A influência de uma vertente radical-democrática da Maçonaria na formação da Primeira Internacional Comunista.

Em sua autobiografia, “Minha Vida”, Leon Trotsky escreveu: “Christian G. Rakovsky… desempenhou um papel ativo no funcionamento interno de quatro partidos socialistas — o búlgaro, o russo, o francês e o romeno — para eventualmente se tornar um dos líderes da Federação Soviética, um dos fundadores da Internacional Comunista, presidente do Soviete Ucraniano de Comissários do Povo e representante diplomático soviético na Inglaterra e na França…”

Rakovsky, cujo nome verdadeiro era Chaim Rakover, foi condenado à morte na purga de Stalin contra a facção trotskista do partido. Ele tentou se salvar entregando uma mensagem a Stalin, enviada pelos maçons Illuminati. Rakovsky disse ao seu interrogador que os banqueiros criaram o Estado comunista como uma “máquina de poder total” sem precedentes na história.

Uma força perniciosa paralisa nossa vida nacional. Rakovsky identifica isso: “Imagine, se puder, um pequeno número de pessoas com poder ilimitado através da posse de riqueza real, e você verá que eles são os ditadores absolutos da bolsa de valores e da economia. Se você tiver imaginação suficiente, então… você verá a influência anárquica, moral e social [deles], ou seja, revolucionária… Você entende agora?”

“…Eles criaram o dinheiro fiduciário com o objetivo de tornar seu volume próximo do infinito. E para lhe dar a velocidade do som… é uma abstração, um ser de pensamento, uma figura, um número, crédito, fé…” (pp. 245-246). Claro, eles precisam proteger seu monopólio de crédito criando um “governo mundial”. Isso impede que qualquer país emita seu próprio crédito (dinheiro) ou repudie sua dívida. Foi por isso que os Rothschild orquestraram a implementação de Bancos Centrais nos países.

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MARXISMO

O Movimento Revolucionário, que define a história moderna, foi um meio de institucionalizar o poder dos banqueiros destruindo a velha ordem. O marxismo, “antes de ser um sistema filosófico, econômico e político, é uma conspiração para a revolução“. Rakovsky zombou do “marxismo elementar… o marxismo popular demagógico” que é usado para enganar os intelectuais e as massas. Karl Marx, um judeu maçom, foi contratado pelos banqueiros Rothschild para enganar as massas.

Leia mais: A conexão de Karl Marx com os maçons e os Illuminati

Rakovsky disse que Karl Marx “ri por trás da barba de toda a humanidade”. Claro, Karl Marx nunca mencionou seus patronos ocultos, os Rothschilds, que são os “judeus da Corte” a serviço das famílias aristocratas da Nobreza Negra que controlam a Ordem dos Jesuítas, a Maçonaria, o Vaticano e suas sociedades secretas. Quanto à Maçonaria: “Toda organização maçônica tenta criar todos os pré-requisitos necessários para o triunfo da revolução comunista, este é o objetivo óbvio da Maçonaria”, disse Rakovsky, um maçom de alta patente.

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O objetivo da Revolução é nada menos que redefinir a realidade em função dos interesses das elites bancarias e corporativas dos Illuminati. Isso implica a promoção da verdade subjetiva em detrimento da verdade objetiva. Se Lenin “sente que algo é real”, então é real. “Para ele, toda realidade, toda verdade era relativa diante da única e absoluta: a revolução.”

Em outras palavras, branco é preto e para cima é para baixo. Assim era na União Soviética; e agora, no Ocidente, a verdade e a justiça estão sendo substituídas por ditames políticos. “Correção política”, um termo bolchevique, agora é de uso comum. Assim, a homossexualidade, que os psiquiatras sempre consideraram um transtorno do desenvolvimento, tornou-se uma “escolha de estilo de vida” em 1973, por ditame político.

As escolas públicas, cheias de diretores e professores esquerdistas, incentivam crianças a “experimentarem sua sexualidade”, que os gêneros são uma “construção social”, e que as crianças podem trocar seu sexo biológico quando quiserem. Algumas escolas até encorajam a pedofilia. Isso é prejudicial, mas é exatamente disso que se tratam o satanismo e a “revolução”: de subverter a ordem inerente e benéfica.

Rakovsky disse que a estrela de cinco pontas na bandeira soviética representa os cinco irmãos banqueiros da família Rothschild, que possuem colossais acumulações de riqueza. “Não é estranho que Karl Marx nunca mencionou esse fato?”, perguntou Rakovsky. “Não é estranho que, durante as revoluções comunistas, as multidões nunca ataquem os banqueiros, suas mansões ou bancos?”

Os cinco irmãos Rothschild eram Amschel, Salomon, Nathan, Carl e James, filhos de Mayer Amschel Rothschild. Eles estabeleceram um negócio bancário multinacional por toda a Europa, com cada irmão chefiando um importante centro financeiro: Amschel em Frankfurt, Salomon em Viena, Nathan em Londres, Carl em Nápoles e James em Paris.

  • Amschel Mayer Rothschild (1773–1855): Chefiou a primeira casa bancária em Frankfurt.
  • Salomon Mayer Rothschild (1774–1855): Estabeleceu o negócio em Viena.
  • Nathan Mayer Rothschild (1777–1836): Sediou as operações bancárias da família em Londres.
  • Carl Mayer Rothschild (1788–1855): Fundou o banco em Nápoles.
  • James Mayer Rothschild (1792–1868): Fundou a filial parisiense do banco da família.

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Significado oculto do símbolo comunista

A guerra psicológica pode ser vista como uma espécie de zombaria de suas vítimas. Esse desejo predatório de zombar das massas, que as elites maçônicas veem como inferiores, pode ser facilmente ilustrado, especialmente quando se entende que muitas apresentações simbólicas representam secretamente o exato oposto da percepção consensual do significado de um símbolo específico.

Abaixo está a bandeira da antiga União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS), criada após a facção bolchevique do Partido Comunista da Rússia, liderada por Vladimir Lenin e Leon Trotsky terem derrubado a família real Romanov em 1917. O primeiro governo soviético era 80-85 por cento composto por judeus asquenazes. Se a estrela de cinco pontas representa os cincos irmãos banqueiros Rothschild, o que representa a foice e martelo?

E explicação oficial sobre esse símbolo comunista é de que a estrela de cinco pontas representa os cinco continentes, aponta para o caráter internacionalista do comunismo. A foice representa os trabalhadores camponeses e o martelo representa os trabalhadores urbanos. Não passa de propaganda para enganar os trouxas.

A estrela já explique acima e a foice e martelo tem outro significado oculto. O planeta Saturno está esotericamente associado às limitações, restrições, morte e decadência do homem. Seu nome grego era “Cronos”, o governante do tempo, sendo o tempo o principal fator que leva à morte. As representações tradicionais do “ceifador” originam-se dos atributos do deus Saturno, que segurava a foice com a qual ele matou seu pai. Saturno como o ceifador representa a morte. Nas sociedades secretas da Cabala, Saturno é Satanás e sua cor é a preta.

A foice é a ferramenta de Saturno ou Cronos, o demiurgo, por meio do qual sua foice foi usada para cortar e dividir a unidade da Terra e do Céu em uma separação do reino terrestre do reino divino. E o símbolo da foice de Saturno foi colocada da bandeira soviética pois a vida de milhões  de russos seriam ceifadas pelos bolcheviques financiados pelos bancos de Wall Street dos Rothschild.

Entre 1917 e 1922, os bolcheviques comunistas mataram 66 milhões de russos de fome, causada pelo roubo de alimentos e destruição deliberada do setor agrícola. A maioria deles eram cristãos ortodoxos. Esse Holocausto na Rússia foi financiado e realizado por judeus asquenazes. Os bolcheviques eram em sua maioria judeus asquenazes e a missão deles era destruir a dinastia Romanov para a Grã-Bretanha e destruir a igreja ortodoxa russa para o Vaticano, essa última eles quase conseguiram.

Imediatamente após a Revolução de 1917, o judeu maçom Leon Trotsky ordenou que todo o clero da Igreja Ortodoxa Russa fosse preso e condenado a trabalhos forçados ou mortos. Ele também ordenou a destruição da grande maioria das igrejas cristãs ortodoxas na Rússia. Na cidade de Yaroslavl, havia 130 igrejas antes de Trotsky chegar ao poder. Quando ele fugiu em 1929, restavam apenas 30, tendo o restante sido destruído por ordem dele.

Já o martelo é o obliterador da matéria, o ato final da destruição caótica para então inaugurar sua nova ordem. É o instrumento que desfere o golpe mortal nos últimos resquícios da vontade divina dentro dos seres humanos, em um processo pelo qual o homem evolui ou desce ainda mais para um mundo pós-humano, totalmente dominado por uma classe dominante tirânica, os supervisores indefinidos de um reino material recém-ordenado. Saturno rege as leis e a Ordem, e os juízes usam um martelo maçônico no qual batem para declarar a palavra da Lei.

O significado oficial da bandeira comunista é o de uma “utopia unificada”, enquanto o significado oculto é o de uma “distopia divisiva”, exatamente o oposto dos significados apresentado as massas. É uma zombaria dos maçons satanistas contra as massas estúpidas e uma tática de guerra psicológica. Centenas de milhões de pessoas pelo mundo foram assassinadas por regimes comunistas desde 1917. O comunismo é satânico pois foi criado e financiado pelo Culto da Morte de Saturno.

As maiores vítimas do comunismo foram a Rússia e China. Cerca de 66 milhões de russos morreram de fome, trabalho escravo e extermínio nas mãos do regime soviético e mais de 400 milhões de chineses foram exterminados na China pelo Partido Comunista Chinês. As elites maçônicas Illuminati são satanistas e fazem sacrifícios humanos para entidades demoníacas do astral inferior em troca de poder e riqueza. Suas guerras fabricadas são rituais de sacrifício humano. As ditaduras comunistas são as que mais matam pessoas.

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Por que não existe um dia de lembrança para todos os crimes cometidos pelos bolcheviques Lenin, Trotsky e Stalin contra milhões de cristãos, e por que os jovens não aprendem quem financiou e apoiou a criação da URSS? Alguns fatos, distorcidos, são repetidos incessantemente. Outros são enterrados e silenciados.

A Revolução (Comunista) Francesa de 1789

O primeiro experimento comunista dos jesuítas e maçons Illuminati foi a Revolução Francesa iniciada em 1789, que ficou conhecida como “Reinado do Terror”. Essa revolução teve apoio secreto da Monarquia Britânica que queria se livrar de seu concorrente, a Monarquia Francesa. Entre 5 de setembro de 1793 e 27 de julho de 1794, o governo revolucionário francês ordenou a prisão e execução de milhares de pessoas.

O advogado e estadista francês Maximilien Robespierre liderou o Terror, que foi causado em parte por uma rivalidade entre os dois principais partidos políticos da França: os Jacobinos e os Girondinos. Robbespierre era um maçom com formação jesuíta francesa e um fantoche político.

Em 17 de setembro de 1793 foi criado o “Tribunal Revolucionário” para julgar os supostos “inimigos da revolução” que seriam executados se fossem considerados culpados. Os acusados de serem “inimigos da revolução” não tinham direito a advogados para sua defesa durante o julgamento, que não haveria interrogatório ou provas apresentadas contra eles e que os únicos veredictos possíveis eram absolvição ou morte.

A maioria dos presos e executados durante o início do Terror eram membros da aristocracia, padres, membros da classe média e qualquer pessoa acusada de atividade contrarrevolucionária. As vítimas mais famosas do Reinado do Terror foram Maria Antonieta e  Luís XVI, os reis depostos da França.

As estimativas do número de prisões durante esse período variam de 300 mil a 500 mil, os condenados à morte somam 16.594, mas mais 18.000 a 23.000 podem ter sido mortos sem julgamento ou podem ter morrido enquanto estavam presos. Muitas cabeças rolaram na guilhotina.

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A Revolução Francesa (1789-1799) foi um período de grande convulsão social e política na França. Testemunhou o colapso da monarquia, o estabelecimento da Primeira República Francesa e culminou na ascensão de Napoleão Bonaparte e o início da era napoleônica. A Revolução Francesa é considerada um dos eventos definidores da história ocidental e foi orquestrada pelo Superior-Geral Jesuíta Lorenzo Ricci junto com o jesuíta Adam Weishaupt e seus líderes jacobinos maçons.

A Ordem dos Jesuítas foi suprimida em 1773 por pressão dos monarcas Bourbon que governaram a França (Luís XV), Espanha (Carlos III) e Nápoles/Sicília (Fernando I das Duas Sicílias) e o rei D. José I de Portugal. Os jesuítas queriam se vingar das monarquias católicas que os suprimiram. A Ilha de Malta foi um dos territórios do Reino da Sicília onde os jesuítas foram reprimidos, sendo os outros o Império Português (1759), a França (1764), as Duas Sicílias, Parma, o Império Espanhol (1767) e a Áustria e Hungria (1782).

Os jesuítas Illuminati orquestraram a Revolução Francesa para derrubar a monarquia francesa e instalar seu fantoche no poder, que viria a ser Napoleão Bonaparte. Napoleão forçou o papa Pio VII a restaurar a Ordem dos Jesuítas durante seu cativeiro na França, e após seu retorno a Roma ele fez isso com pouca demora. Em 7 de agosto de 1814, Pio VII emitiu a bula “Solicitudo omnium ecclesiarum”. Através de guerras, Napoleão subjugou a maioria das monarquias católicas que haviam suprimido e expulsado os Jesuítas. Abaixo está um mapa do Primeiro Império Francês em 1812.

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Após o papa Pio VII ter restaurado da Ordem dos Jesuítas em 1814, e Napoleão ter punido as monarquias católicas que haviam expulsado e reprimido os jesuítas, antes e depois de 1773, ele perdeu a utilidade para os jesuítas e foi abandonado. Na Batalha de Waterloo, Napoleão foi definitivamente derrotado em 18 de junho de 1815 pelas forças da coalizão lideradas pelo Duque de Wellington e pelo Marechal Blücher. Esta derrota marcou o fim do Império Francês, resultou na sua abdicação e segundo exílio na ilha de Santa Helena, onde morreu em 1821.

Assim começou o mito romântico da Revolução Francesa, aquela celebrada ao longo dos séculos por políticos e artistas, como uma grande convulsão do povo contra a opressão das elites aristocratas. A velha ideia da soberania absoluta do rei foi, na Revolução Francesa, foi supostamente transferida para o “povo” pelos revolucionários. Tudo conversa fiada. Os revolucionários derrubaram os monarcas franceses para colocar um ditador megalomaníaco no poder, Napoleão Bonaparte, um fantoche dos jesuítas.

Os comunistas certamente viam a Revolução Francesa como seu “ancestral espiritual”. E inspiraram-se muito na revolução. Não apenas ideologia. A palavra comunismo (communism) é de origem francesa e a palavra comuna (commune) foi obviamente usada durante a Revolução Francesa. communism = commune + ism / comunismo = comuna + ismo. A Comuna de Paris (Francês: Commune de Paris) durante o Revolução Francesa foi o governo de Paris de 1789 a 1795.

A Revolução Francesa não foi uma revolta da burguesia contra a aristocracia estabelecida, mas uma revolta orquestrada pelos jesuítas e maçons Illuminati para derrubar a monarquia francesa, como vingança por terem expulso os jesuítas da França em 1762 e pressionado o Papa Clemente XIV a suprimir a Ordem em 1773. E a monarquia britânica apoiou secretamente a revolução pois queria se livrar da monarquia francesa por serem uma ameaça ao seu império.

Depois os jesuítas e maçons orquestraram uma revolução comunista na Rússia em 1917, com seus agentes bolcheviques, para derrubar a família real Romanov, como vingança do Czar Alexandre I ter expulso os jesuítas do Império Russo em 1820, pouco depois da Ordem ter sido formalmente restaurada pelo Papa Pio VII em 1814. E a monarquia britânica apoiou secretamente a revolução pois queria se livrar da monarquia russa por serem uma ameaça ao seu império.

O comunismo nada mais é do que a abolição da classe média para restaurar o sistema feudalista, com os 1% das elites controlando os 99% de escravos. Os únicos que se beneficiam do comunismo são as elites maçônicas parasitas como Klaus Schwab, fundador do elitista Fórum Econômico Mundial em Davos na Suíça. Ele adora o comunismo, como seus amigos e patrocinadores, os banqueiros Rockefeller e Rothschild, e as realeza europeia.

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Os banqueiros globalistas Jacob Rothschild e David Rockefeller, cujas famílias financiaram as revoluções comunistas na Rússia, China e outros países. E também financiaram Hitler e seus nazistas.

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Trier, Alemanha. 11 de outubro de 2018. O rei Willem Alexander e a rainha Maxima Zorreguieta, os monarcas dos Países Baixos, homenagearam o comunista Karl Marx.

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O rei William Alexander é um dos que protegem o narcoditador Nicolás Maduro e seu regime comunista opressor na Venezuela. As pessoas nem conseguem imaginar o que esses chamados monarcas europeus fariam para manter seu domínio do tráfico de drogas e tráfico humano no Mar do Caribe e em outros lugares do mundo.

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As famílias aristocratas da Europa controlam as maiores redes de tráfico de drogas do mundo que estão localizadas principalmente na América Latina (com destaque para Colômbia, Venezuela e México), no Triângulo Dourado do Sudeste Asiático (Myanmar, Laos, Tailândia) e no Crescente Dourado do Sudoeste Asiático (Afeganistão e Paquistão), operando através de rotas globais que alcançam a Europa, a América do Norte e outras regiões.

São esses aristocratas ligados ao Vaticano, que são donos de bancos na City de Londres que lavam o dinheiro dos Cartéis, que promovem o comunismo pelo mundo financiando secretamente ONGs e políticos de esquerda.

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TODAS as guerras são guerras dos banqueiros

A guerra é o meio pelo qual os banqueiros centrais promovem sua agenda. Rakovsky disse que Trotsky esteve por trás do assassinato do Arquiduque Ferdinando (que desencadeou a Primeira Guerra Mundial). Ele se lembra da frase usada pela mãe dos cinco irmãos Rothschild: “Se meus filhos não quiserem, não haverá guerra.” Isso significa que eles eram os árbitros, os mestres da paz e da guerra, mas não imperadores. Desde então, cada guerra foi um passo gigantesco rumo ao comunismo.

Leon Trotsky não escondeu seu desprezo pelo povo russo. Citação dele em 1917:

Devemos transformar a Rússia em um deserto povoado por negros brancos sobre os quais imporemos uma tirania que os mais terríveis déspotas do Leste jamais sonharam. A única diferença é que esta será uma tirania de esquerda, não de direita. Será uma tirania vermelha, não branca. Usamos a palavra “vermelha” literalmente, por que derramaremos rios de sangue tão intensos que farão com que todas as perdas humanas sofridas nas guerras capitalistas tremam e empalideçam em comparação.

Os maiores banqueiros do outro lado do oceano trabalharão em contato direto conosco. Se vencermos a revolução, estabeleceremos o poder do sionismo sobre os destroços do funeral da revolução e nos tornaremos uma potência diante da qual o mundo inteiro se ajoelhará. Mostraremos o que é o verdadeiro poder.

Por meio do terror e de banhos de sangue, reduziremos a intelectualidade russa a um estado de completo estupor e idiotia, a uma existência animalesca… Neste momento, nossos jovens de jaqueta de couro, filhos de relojoeiros de Odessa, Orsha, Gomel e Vinnitsa, sabem odiar tudo o que é russo! Que prazer sentem em destruir fisicamente a intelectualidade russa – oficiais, acadêmicos e escritores!…”

(Extraído das “Memórias” de Aron Simanovich, joalheiro da corte de Sua Majestade Imperial.)

O maçom revolucionário Leon Trotsky com seus bolcheviques comunistas. Todos eles eram judeus asquenazes financiados pelo banqueiros judeus asquenazes Rothschild.

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Quem criou e financia o comunismo pelo mundo?

A Revolução Bolchevique foi uma farsa? O golpe de Trotsky e Lenin em 1917 foi pouco mais que uma “revolução colorida”, um evento encenado e orquestrado por serviços de inteligência britânicos? Fortes indícios sugerem que sim. Na década de 1920, proeminentes exilados russos acusaram a Grã-Bretanha de conspirar para a queda do czar Nicolau II. George Buchanan, embaixador britânico na Rússia de 1910 a 1918, dedicou 16 páginas de suas memórias de 1923 a negar essa acusação. Mas a acusação era verdadeira.

Os serviços secretos britânicos haviam desestabilizado a Rússia, assim como haviam desestabilizado a França em 1789 com a revolução francesa. Eles haviam se infiltrado e instrumentalizado os bolcheviques, assim como haviam instrumentalizado o movimento jacobino contra Luís XVI. Embora o czar fosse tecnicamente aliado da Grã-Bretanha na Primeira Guerra Mundial, as elites britânicas temiam que uma Rússia vitoriosa ameaçasse a hegemonia global britânica. O bolchevismo ofereceu a solução, demolindo o outrora poderoso império do czar e mergulhando a Rússia no caos e na guerra civil.” — RICHARD POE

O livro “Como os britânicos inventaram o comunismo (e culparam os judeus)” do escritor Richard Poe é uma história não contada de Karl Marx, Leon Trotsky, MI6 e a Revolução Russa. A pesquisa de Poe é bem interessante mas ele pecou em algumas coisas. A Coroa Britânica não inventou o comunismo, foram os jesuítas em suas Reduções (Missões) no Paraguai nos séculos XVII e XVIII. Karl Marx, Vladimir Lênin, Joseph Stalin e Leon Trotsky eram nomes falsos. Eles foram treinados no comunismo pelos jesuítas e financiados pelos bancos dos Rothschild e Rockefeller em Londres e Nova York.

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Todos os quatro eram maçons. Todas as elites financeiras e corporativas são maçons. Esses quatro líderes comunistas estavam a serviço dos interesses das elites maçônicas da Coroa Britânica e do Vaticano. O Vaticano, a Monarquia Britânica e os Rothschild estavam por trás do golpe anti-russo de Vladimir Lênin em Petrogrado em 1917. Os revolucionários bolcheviques eram principalmente judeus asquenazes, e a missão deles era destruir a dinastia Romanov para a Grã-Bretanha e destruir a igreja ortodoxa russa para o Vaticano, essa última eles quase conseguiram.

OS COMUNISTAS SÃO AS PRO$TITUTA$ DOS BANQUEIROS

Os britânicos queriam controlar a riqueza da Rússia e, ao mesmo tempo, enfraquecer a Rússia e a Alemanha. Lenin visitou Londres pelo menos quatro vezes, começando em 1902, quando tinha 32 anos. Os outros anos foram 1905, 1908 e 1911. Ele recebeu financiamento substancial de bancos membros da Pilgrims Society em Londres e Nova York. Na primavera de 1917, Lenin chegou de trem a São Petersburgo. Poucos meses depois, o czar Romanov e toda a sua família e funcionários foram assassinados, desencadeando a tomada do poder pelos bolcheviques.

Karl Marx, Vladimir Lênin, Joseph Stalin e Leon Trotsky com a mão oculta, símbolo dos maçons. A revolução comunista foi orquestrada em Londres pelas elites maçônicas satânicas da Pilgrims Society e Coroa Britânica para se espalhar pelo mundo. Eles tiveram apoio do Vaticano/jesuítas. As primeiras vítimas da praga comunista foram a Rússia e a China, matando milhões de pessoas. A Rússia conseguiu se livrar da praga comunista britânica, a China infelizmente não.

Quais eram os nomes  de nascimento de Karl Marx, Vladimir Lênin, Joseph Stalin e Leon Trotsky? Moses Mordechai Levi, Ilyich Ulyanov, Iosif Vissarionovich Dzhugashvili e Liev Davidovich Bronstein.

A conexão de Karl Marx com os maçons e os Illuminati 4

A Primeira Guerra Mundial, que foi financiada pelos banqueiros maçons Rockefeller e Rothschild,  terminou na 11a hora do 11o dia do 11o mês. Todas as guerras são guerras dos banqueiros e seus fantoches políticos maçons enganam as massas trouxas.

Em seu artigo de 2014, “As Origens Britânicas dos Jacobinos Franceses”, Alpaugh observa que os clubes jacobinos radicais da França foram conscientemente modelados a partir de uma organização britânica já existente, a Sociedade Revolucionária de Londres. Este era um grupo de intelectuais ingleses que começou a se reunir na London Tavern, em Bishopsgate, em 1788, ostensivamente para celebrar o centenário da Revolução Gloriosa de Guilherme III. Logo ficou claro, porém, que seu verdadeiro objetivo era incitar a revolução nos dias atuais.

Em 25 de novembro de 1789, quatro meses após a tomada da Bastilha, o rei Luís XVI ainda estava no trono, demonstrando toda a disposição para trabalhar com a nova Assembleia Nacional na formação de uma monarquia constitucional. Infelizmente para Luís XIV, e para toda a França, os acontecimentos tomaram um rumo fatídico naquele dia, que pôs fim a qualquer possibilidade de cooperação.

O catalisador dessa catástrofe foi uma carta da Sociedade Revolucionária de Londres à Assembleia Nacional Francesa que foi lida em voz alta para os membros. Ela inspirou diretamente a formação dos chamados clubes jacobinos, dos quais emergiriam Danton, Marat, Robespierre e o Reinado do Terror.

Os chamados “jacobinos ingleses” ofereceram a seus discípulos franceses um cálice envenenado de “cosmopolitismo, internacionalismo e universalismo” (nas palavras de Alpaugh), instando os idealistas franceses a deixarem de lado os interesses mesquinhos de seu próprio país em favor dos interesses mais amplos da humanidade. Mas os interesses mais amplos da humanidade defendidos pelos “jacobinos ingleses” revelaram-se pouco mais que uma cortina de fumaça para os interesses imperialistas britânicos.

A imagem mostra o czar Nicolau II da Rússia (à esquerda) e o rei George V do Reino Unido (à direita). Eles eram primos de primeiro grau e frequentemente confundidos devido à sua forte semelhança física. George V traiu seu primo Nicolau II, deixando que ele e sua família fossem brutalmente assassinados pelos comunistas.

Ordem dos Advogados: A raiz do nosso judiciário corrupto e sem lei? 6

O Vaticano controla a Coroa Britânica, o Templo da Coroa na City de Londres e o sistema judiciário na maioria dos países. Dizia-se que o sol nunca se punha no Império Britânico (e pode ser que ainda não se ponha). Dos quase 200 países existentes, os britânicos invadiram todos, exceto 22. Isso representa cerca de 90% de todos os países.

Mongólia, Costa do Marfim, Bolívia e Suécia estão entre o seleto grupo que chegou a 2013 sem uma invasão britânica. Aqui está o mapa mostrando onde (rosa) os britânicos invadiram. Os impérios americano e britânico são os únicos impérios globais até agora e ambos estiveram sob o controle do Império Romano, ou seja, do Vaticano. Todos, ou quase todos, desses países em rosa incorporaram o sistema judicial britânico através de franquias da Ordem dos Advogados. Vários deles foram corrompidos pela praga comunista.

As leis que nos escravizam ao Império Romano do Vaticano e à Coroa Britânica. 6

A praga comunista criada pelos jesuítas é espalhada pelo mundo pela Coroa Britânica através de seus agentes maçons como os Rockefeller, Rothschild, George Soros e outros bilionários globalistas e suas Fundações e ONGs. As revoluções comunistas na Rússia e China não aconteceram organicamente. Exigiram muito dinheiro e organização, e adivinha de onde veio grande parte disso? Dos bancos de Wall Street e Londres de propriedade dos oligarcas Rockefeller e Rothschild.

O bilionário esquerdista George Soros é um fiel servo da Coroa Britânica e através de sua Fundação Open Society financia políticos, juízes e procuradores ativistas, ONGs e grupos terroristas de esquerda nos EUA e restante do mundo. O filantropo bilionário tão amado pela esquerda canaliza dinheiro através de uma complicada rede de comitês de ação política federais e estaduais, bem como organizações sem fins lucrativos, para financiar sua agenda de destruição da sociedade. George Soros era um traficante de drogas da Rainha Elizabeth II segundo Lyndon LaRouche.

A revolução comunista foi orquestrada em Londres pelos banqueiros, Coroa Britânica e Vaticano. 9

Soros é uma fachada para as operações de guerra econômica da Coroa Britânica e Vaticano. O homem que criou a lenda de George Soros foi Lord William Rees-Mogg: proeminente jornalista britânico, amigo e confidente da Família Real, amigo próximo e sócio comercial de Lord Jacob Rothschild e pai do político britânico Jacob Rees-Mogg. Descendente de uma antiga família de nobres proprietários de terras, Rees-Mogg sabia que o globalismo sempre foi o credo da aristocracia europeia, cuja única lealdade verdadeira é para com suas famílias. Restaurar o feudalismo é o verdadeiro objetivo oculto do globalismo e o comunismo é a arma utilizada para isso.

Por que a mídia deu cobertura zero ao fato de Soros, um agente de uma potência estrangeira, a Grã-Bretanha, através de sua rede de organizações com isenção de impostos, fundações e sua “generosidade” pessoal, estar comprando políticos, chefes de polícia, juízes e celebridades da mídia? Essa é uma corrupção política da mais alta ordem. A praga genocida comunista foi espalhada pelo mundo com ajuda da Maçonaria, que é controlada pelos jesuítas (Vaticano) e Coroa Britânica.

A Maçonaria moderna foi criada no Século XVIII com o estabelecimento da primeira Grande Loja em Londres em 1717. No entanto, as suas raízes remontam a muito mais tempo, originando-se das guildas de pedreiros da Idade Média, e as primeiras formas de lojas organizadas existiam no Século XVI na Escócia.

Alguns autores revisionistas sugeriram que a Igreja Católica controla a conspiração maçônica por meio da Ordem Jesuíta. Charles W. Heckethorn, em “Sociedades Secretas de Todas as Idades e Países”, acreditava que os jesuítas estavam à frente da conspiração maçônica por que suas cerimônias eram semelhantes às da Maçonaria. “Há uma considerável analogia”, conjecturou ele, “entre os graus maçônicos e jesuítas”. Há várias razões para esse ponto de vista:

(1) Os jesuítas precederam a Maçonaria organizada em quase dois séculos;

(2) Assim como os maçons, os jesuítas possuem vários graus de iniciação;

(3) Assim como os maçons, os jesuítas fazem um juramento;

(4) Assim como os maçons, os jesuítas subverteram governos no passado e continuam subvertendo hoje;

(5) Os jesuítas já apareceram na Maçonaria;

(6) Os jesuítas foram encorajados e protegidos pelo poderoso maçom Frederico, o Grande da Prússia, durante sua supressão em 1773; e

(7) Adam Weishaupt, o co-fundador dos Illuminati da Baviera foi educado pelos jesuítas.

A Maçonaria é a fachada perfeita para os jesuítas operarem de forma oculta para se infiltrar e subverter todas as nações, sem serem expostos. Dentro da Cidade do Vaticano tem uma loja maçônica subterrânea dos jesuítas. A grande maioria dos maçons desconhece quem são seus superiores na hierarquia maçônica. Eles só seguem as ordens que vem de cima.

O jesuíta Adam Weishaupt (1748 – 1811) fundador dos Illuminati em 1776

Nascido em Ingolstadt, Alemanha, no coração da Baviera Católica Romana, de onde se originou a Guerra dos Trinta Anos da Ordem (1618-1648), Adam Weishaupt, um gentio branco alemão, foi educado pelos jesuítas. Em 1775, tornou-se um notório professor do mortífero Direito Canônico do Vaticano, incluindo o maligno Concílio de Trento, da Contrarreforma. Como a bula “Dominus ac Redemptor” do Papa Clemente XIV não foi aplicada na Alemanha luterana, a Ordem floresceu em sua Universidade de Ingolstadt, a partir da qual Weishaupt fundou os Illuminati em 1776 e se juntou à Loja Maçônica do Grande Oriente em 1777. Ele uniu o magnífico império financeiro da Casa de Rothschild com a secreta e antijudaica Ordem dos Jesuítas.

Nesta H. Webster: “Sociedades Secretas e Movimentos Subversivos” (South Pasadena, Califórnia: Emissary Publications, 1988; publicado originalmente em 1924).

Weishaupt só se tornou maçom depois de ter fundado a sua Ordem. É verdade que Weishaupt não foi oficialmente recebido na Maçonaria até 1777, quando foi iniciado no primeiro grau na Loja “Theodore de Bon Conseil”, em Munique. A partir dessa época, encontramos Weishaupt continuamente ocupado em tentar descobrir mais sobre os segredos da Maçonaria, enquanto ele próprio reivindicava um conhecimento superior.

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A Santa Sé é o “olho que tudo vê” na sociedade e uma entidade corporativa ligada a muitas outras corporações e governos por meio de estatutos papais e reais. Os bispos são supervisores de seus distritos, e os jesuítas são espiões que se infiltraram em todos os lugares através das lojas maçônicas.

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Os jesuítas são os Illuminati originais. Em 21 de julho de 1773, a Ordem dos Jesuítas foi suprimida pelo Papa Clemente XIV, com a bula papal Dominus ac Redemptor, por exigência de Carlos III, Rei da Espanha. Três anos depois, em 1776, o jesuíta Adam Weishaup fundou a Ordem dos Illuminati no reduto jesuíta da Baviera, unindo a Casa de Rothschild com a Companhia de Jesus. Lorenzo Ricci, o último Superior Geral dos jesuítas antes da supressão, treinou Weishaup para se infiltrar e subir na hierarquia da Maçonaria, assumindo o controle da liderança de muitas lojas.

Weishaupt foi professor de direito civil antes de se especializar em direito canônico (lei da igreja) na Universidade Jesuíta de Ingolstadt na Baviera. O jesuíta Adam Weishaupt e seus líderes jacobinos maçons conduziram a Revolução Francesa entre 1789 e 1799 para destituir a monarquia francesa. Anos mais tarde, o Superior-Geral Jesuíta Ledochowski, com seus líderes bolcheviques maçons, conduziu a Revolução Russa em 1917, sendo idêntica à revolta de 1789 na França. Mas os jesuítas foram restaurados em 1814 pelo Papa Pio VII.

“Weishaupt e seus companheiros jesuítas cortaram a renda do Vaticano ao lançar e liderar a Revolução Francesa; ao dirigir a conquista da Europa Católica por Napoleão [como a Ordem faria com Hitler]; pela revolta contra a Igreja, liderada por padres como o Padre Hidalgo, no México e na América Latina; ao eventualmente fazer Napoleão prender o Papa Pio VII em Avignon até que ele concordasse, como preço por sua libertação, em restabelecer a Ordem dos Jesuítas. Essa guerra jesuíta contra o Vaticano foi encerrada pelo Congresso de Viena e pelo secreto Tratado de Verona, de 1822… Desde então, os Rothschild têm sido os agentes fiscais do Vaticano.”

Emanuel M. Josephson, Médico e Historiador Judeu Americano: “A Conspiração da Reserva Federal e os Rockefellers”, 1968

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De acordo com o Maçom de 32º Grau, William Peterson: 25 graus do Rito Escocês foram escritos no Colégio Jesuíta de Clermont, em Paris, em 1754. Mais tarde, quando foram protegidos por Frederico, o Grande da Prússia, após serem dissolvidos em 1773 pelo Papa, os jesuítas escreveram os últimos oito graus, criaram o conselho supremo do trigésimo terceiro grau e orquestraram a Revolução Francesa por meio da Loja do Grande Oriente em Paris.

Portanto, a Maçonaria de alto nível sempre foi uma ferramenta dos Jesuítas. A Revolução Francesa iniciada em 1789, que foi orquestrada pelos jesuítas e maçons, deu origem a farsa política da democracia liberal. A democracia liberal, que domina a maioria dos países, é controlada nos bastidores pelos maçons, que são fantoches dos jesuítas.

Quem é o verdadeiro "poder oculto" por trás da democracia liberal? 61

Os verdadeiros autores do comunismo e do socialismo: os jesuítas

Fonte: James Japan

Esta é sem dúvida a explicação mais clara que alguma vez encontrei sobre a origem histórica do Comunismo e do Socialismo, e quem formulou a sua ideologia.

Para compreender o carácter hegaliano do engano jesuítico (dialética hegaliana, um antigo princípio jesuíta explicado na imagem abaixo), devemos considerar que as doutrinas do comunismo foram concebidas pelos jesuítas através do que era conhecido como suas Reduções (Missões) no Paraguai nos séculos XVII e XVIII, que eram uma série de comunas nas quais os padres jesuítas exerciam autoridade sobre os nativos de lá.

Nesse ambiente, a Ordem dos Jesuítas manteve o controle sobre um grupo de índios guaranis sul-americanos, que eles treinaram para trabalhar em seu nome, gerando bens que mais tarde foram vendidos nos mercados da Europa. De um livro de 1933 intitulado “O Movimento Revolucionário” de J. Findlater, lemos o seguinte:

“…os jesuítas estabeleceram vinte fortes centros missionários, chamados Reduções, com muitos milhares de guaranis inscritos como seus membros….Os jesuítas pretendiam estabelecer ali um sistema completamente comunista, no sentido de que nenhum direito individual fosse reconhecido e não houvesse propriedade privada. Tudo pertencia ao Estado e deveria ser compartilhado em comum. Mas, na realidade, a maior parte dos lucros dos bens vendidos sempre foi remetida aos Camarilla (superiores jesuítas) na Europa; e os Guaranis recebiam apenas as necessidades básicas da vida em troca de seu trabalho e suor.”

Os líderes jesuítas forneceram a comida, as roupas e os cuidados de saúde necessários aos índios, ao mesmo tempo em que os usavam como “abelhas operárias” para gerar renda para a ordem. Assim como a União Soviética faria no século XX, os jesuítas mantiveram um controle rigoroso sobre as atividades de seus súditos:

“…nem permitiriam que nenhum guarani aprendesse espanhol, nem tolerariam relações sexuais entre os guaranis e os povos das colônias espanholas vizinhas, uma proibição mantida na ponta da espada”

Uma redução (missão) é uma comuna. Os jesuítas, em suas reduções no Paraguai, tinham um banco central, e era “cada um de acordo com sua capacidade e cada um de acordo com sua necessidade”. E assim, havia cerca de 200.000 índios Guarani que eram escravos dos jesuítas. Eles estavam vivendo sob os princípios do comunismo, aperfeiçoado pelos jesuítas, conforme delineado na obra de Platão República e a Utopia de Sir Thomas Moore. Os jesuítas aperfeiçoaram-no em suas comunas.

Aperfeiçoaram o seu sistema de controle totalitário, dizendo ao mesmo tempo ao mundo que a sua opressão sobre outras pessoas era, de fato, “Utopia,” uma fantasia ilusória mantida por alguns historiadores católicos até hoje. Talvez o pior de tudo seja que o jesuíta não apresentou nenhuma forma do Evangelho ou do que se poderia chamar de fé cristã a esses pobres índios.

“Não há evidências de que algum esforço tenha sido feito pelos jesuítas para transmitir as verdades, propriamente ditas, da religião cristã….Quando os jesuítas foram expulsos, os guaranis, não tendo tido nenhuma formação moral ou religiosa que os capacitasse a continuar na fé cristã, em poucos anos… tornaram-se como se nenhum professor religioso tivesse vivido e trabalhado entre eles…”

As ideias que os jesuítas desenvolveram no Paraguai ao longo de um período de 158 anos, foram então comunicadas a Karl Marx no século XIX: “Durante cinco anos, o judeu Karl Marx frequentou uma escola jesuíta em Trier, que durante o período prussiano era conhecida como Ginásio Friederich-Wilhem.”

Junto com Karl Marx, outros importantes comunistas como Joseph Stalin e Fidel Castro também foram treinados pelos jesuítas. De fato, o ex-general jesuíta Pedro Arrupe (1965-1983) certa vez se gabou: “E o que faz você pensar que não estamos orgulhosos de Fidel Castro?”

Embora seja verdade que os Papas são conhecidos por condenar o comunismo, isso, por parte deles, parece ser mais manipulação política do que qualquer outra coisa, já que Roma tem apoiado repetidamente os princípios do pensamento comunista. “O Manifesto Comunista” foi publicado pela primeira vez em 1848 e, em menos de cinquenta anos, encontramos o Vaticano publicando declarações em concordância com ele. Em seu livro, “Ecclesiastical Megalomania,” o autor John W. Robbins observa o seguinte:

“Uma das declarações mais influentes da Igreja-Estado Romana sobre questões econômicas é a encíclica Rerum Novarum de 1891, Sobre a Condição das Classes Trabalhadoras. Nesta encíclica a Igreja-Estado Romana aliou-se ao proletariado, que no marxismo é o grande e último inimigo da ordem capitalista. O marxismo da encíclica é tão flagrante que um escritor católico romano declarou que ‘grande parte da encíclica (Rerum Novarum) parecia apenas repetir em linguagem mais ortodoxa o que Marx havia dito dez anos antes’….Na verdade, existem parágrafos, se não páginas, no Manifesto Comunista que poderia ter sido escrito pelo Papa…”

Então, incrivelmente, depois de cerca de cem anos de várias diatribes papais contra o comunismo em todas as suas formas, o Sunday Times de Londres relatou que:

“Karl Marx, que descreveu a religião como “o ópio do povo”, juntou-se a Galileu, Charles Darwin e Oscar Wilde em uma lista crescente de figuras históricas que passaram por uma reavaliação improvável pela Igreja Católica Romana.”

O artigo prossegue citando Georg Sans, professor da Universidade Gregoriana do Vaticano, que, com a maior sutileza, fala sobre o marxismo de uma forma que parece cuidadosamente projetada para minar o capitalismo e promover os princípios comunistas com os quais Roma sempre se alinhou. Qualquer estudo sobre a influência papal nos governos mundiais–provará que o capitalismo, que é a promoção da livre iniciativa, é a própria antítese do dogma católico romano oficial.

Por causa destas coisas, não podemos deixar de considerar a possibilidade de que o verdadeiro propósito da era McCarthy fosse manipular a mentalidade americana Táticas hegelianas, pretendia levar a fúria anticomunista a tal extremo que se tornaria ofensiva para o povo americano. Os métodos de McCarthy eram tão irracionais que a ideia de condenar alguém por ser comunista foi rejeitada coletivamente.

Se considerarmos a crescente influência do comunismo hoje, só podemos nos perguntar se o macartismo sempre fez parte do plano maior dos jesuítas’: condicionar o povo a desprezar a “caça às bruxas anticomunista” e então usar seu desejo de tolerância como uma porta aberta para inaugurar uma versão mais moderada dela (ou seja, Socialismo) mais tarde. Tais táticas seriam impossíveis de acreditar, exceto pelo fato de que encontramos Roma em ambos os lados da questão.

A Primeira Guerra Mundial, que durou de 1914 a 1918, provocou as revoltas necessárias para pôr fim à Rússia cristã e czarista e substituí-la pela ditadura comunista sangrenta dos bolcheviques de Lenin, Trotsky e Stalin, generosamente financiada pelos bancos de Nova York e Londres sob controle dos Rockefeller e Rothschild. E as consequências dessa guerra moldaram o cenário político que permitiu a ascensão do nazismo na Alemanha, também financiado pelos bancos de Nova York, que levou a Segunda Guerra Mundial.

Karl Marx, Vladimir Lênin, Joseph Stalin e Leon Trotsky foram treinados pelos jesuítas no comunismo e financiados pelos banqueiros Rothschild e Rockefeller. Todos os quatro eram maçons. Todas as elites financeiras e corporativas são maçons. Esses quatro líderes comunistas estavam a serviço dos interesses das elites maçônicas da Coroa Britânica e do Vaticano.

Os jesuítas aperfeiçoaram os princípios do comunismo em suas reduções no Paraguai, por 150 anos, de 1600 a 1750. Com isso, eles introduziram o comunismo em 1848 usando seu fantoche Karl Marx. Eles o ensinaram tudo sobre o comunismo no Museu Britânico, segundo Alberto Rivera, um ex-jesuíta. Karl Marx “o Pai do Comunismo Moderno” foi um ocultista e maçom judeu.

Então Marx seria quem apresentaria o comunismo moderno para o mundo, para que o comunismo parecesse uma criação judaica, para que o comunismo pudesse ser atribuído aos judeus, e não aos jesuítas. Bem, o que NÃO é dito é que os judeus envolvidos na implementação do comunismo eram judeus asquenazes maçônicos. Karl Marx era um maçom de 33o grau, adorador de Lúcifer, cujo pai não queria ter nada a ver com ele, porque seu pai era um pregador batista.

A Maçonaria, que é controlada pelos Jesuítas, implementou o comunismo na Rússia. Lenin, o meio-judeu, era maçom. A guerra civil que ocorreu de 1917 a 1922, durante 5 anos, deu a impressão de ser predominantemente asquenaze. Quero dizer, eles estão nas ruas da Rússia falando iídiche; eles tinham cartazes em iídiche; e queriam dar a impressão ao mundo de que esta revolução era de origem judaica.

Neste vídeo da década de 1920 aparecem os revolucionários bolcheviques de Trotsky e Lenin, que foram pagos pelos Rockefeller/Rothschild. Eles marcharam com cartazes escritos em iídiche porque a grande maioria deles eram judeus asquenazes.

Durante 10 anos após a revolução, os judeus se saíram muito bem, mas em 1922, Joseph Stalin, aquele grande odiador de judeus, que foi educado por jesuítas na Geórgia, um país ao sul da Rússia, se tornou Secretário do Partido Comunista em 1922, até sua morte em 1953. Stalin estudou no Seminário “Ortodoxo” de Tíflis (Tbilisi, Geórgia), uma instituição jesuíta que formava padres jesuítas.

Os jesuítas usaram a Maçonaria e, claro, Stalin também era um irmão maçom. Eles usaram a Maçonaria para implementar o comunismo na Rússia e, de lá, na China e, de lá, em todo o mundo. Quando a Alemanha teve sua revolução após a Primeira Guerra Mundial, sua revolução comunista, lembre-se, eles pediram um armistício, eles nunca foram derrotados no campo de batalha.

Os alemães foram forçados a entrar naquela guerra, eles não começaram a Primeira Guerra Mundial. Ela foi iniciada pela França, Rússia e Inglaterra, com o propósito de destruir a Alemanha, por que a Alemanha expulsou os jesuítas através do Lei Jesuíta de 1872, uma parte fundamental do Kulturkampf (luta cultural) entre o novo Império Alemão e a Igreja Católica. A lei proibiu as instituições jesuítas e permitiu a expulsão de jesuítas estrangeiros, com os jesuítas alemães enfrentando restrições ou exílio em cidades não católicas. Esta proibição permaneceu em vigor até ser levantada em 1917.

Durante aquela guerra, os alemães solicitaram um armistício para impedir a revolução comunista na Alemanha. E quem liderou a revolução? Os maçons alemães. De acordo com o Kaiser, em suas memórias, foi a Maçonaria alemã que o depôs e o tirou do trono. Ele teve que se exilar na Holanda. Ele escreveu suas memórias em 1935. Assim, vemos a relação entre jesuitismo, comunismo e maçonaria evoluir e se expandir desde os anos 1600 até a realização final na Revolução Bolchevique na Rússia.

A Revolução Francesa e a Revolução Bolchevique são idênticas. Foi a Maçonaria francesa que causou a Revolução Francesa e os jacobinos, e foram os maçons na Rússia, com os bolcheviques, que causaram a Revolução Russa, com seus bolcheviques, liderando e culminando em Joseph Stalin. Na França, terminou com Napoleão; na Rússia, terminou com Stalin. E então, essa é a relação ali.

Marx, Trotsky, Lenin, Stalin e Mao, foram treinados no comunismo pelos jesuítas e trabalharam como agentes da Monarquia Britânica. A revolução comunista foi financiada pelos bancos de Wall Street de propriedade dos oligarcas Rockefeller e Rothschild. O movimento comunista foi liderado e orquestrado a partir de Londres e Nova York. O comunismo foi orquestrado pelos jesuítas e Coroa Britânica e financiado pelos banqueiros para escravizar a população.

Os britânicos queriam controlar as riquezas da Rússia e, ao mesmo tempo, enfraquecer a Rússia e a Alemanha. Vladimir Ilyich Ulyanov Lenin foi uma criação da Sociedade dos Peregrinos, utilizando P. W. Wilson, a Empire Press Union, o The New York Times, o MI6 e o ​​Comunismo — sua autoproclamada criação elitista para controlar as massas. A Sociedade dos Peregrinos Britânico-Americanos (1902) criou Vladimir Lenin e a Revolução Bolchevique como uma “bandeira falsa” para desestabilizar a Rússia, de modo que as corporações britânico-americanas tivessem acesso aos vastos recursos russos.

Leia mais:

Prova! A Sociedade de Peregrinos Britânico-Americanos por Trás de Lênin e do Comunismo

Richard Poe – Como os britânicos inventaram o comunismo (e culparam os judeus)

 A relação entre a Igreja Romana e o comunismo (1of3)

Comunismo: A Criatura da Maçonaria e das Finanças Ashkenazi

Texto do jornalista italiano Cesare Sacchetti

Em Nova York, o revolucionário bolchevique Trotsky vivia a vida de um cavalheiro. Ele tinha uma limusine com motorista e um apartamento no prestigiado East Side, apesar de não ganhar formalmente dinheiro suficiente para bancar um estilo de vida tão luxuoso. A cidade, sede das finanças judaicas globais, pode parecer o último lugar onde um pensador marxista e comunista poderia buscar refúgio, mas isso só parece contraditório se alguém se ativer a uma leitura ortodoxa e liberal superficial do comunismo.

Desde que surgiu no cenário da história, o comunismo sempre desfrutou de um poderoso apoio maçônico, tanto que o próprio pai da filosofia comunista, Karl Marx, nascido Moses Mordechai Levy, um judeu alemão originário de Trier, foi iniciado na Maçonaria. A notícia foi relatada, entre outros, pela revista maçônica italiana Hiram em sua edição de maio de 1990 .

Este único fato por si só seria mais do que suficiente para destruir toda a retórica do comunismo que surgiu como uma resposta à opressão capitalista, uma vez que o primeiro nasceu e cresceu no ventre do último. Marx e seu companheiro Engels, também de origem judaica, além de membros da Maçonaria, contaram imediatamente com o apoio da alta finança asquenazita, que no século XIX se espalhava pelo continente europeu a ponto de se tornar a verdadeira força dominante das monarquias europeias.

A Revolução Francesa rompeu completamente as barreiras. Se antes havia uma barreira para conter o poder dos bancos e a usura representada pelas monarquias e pela Igreja Católica, depois de 1789 os obstáculos anteriores foram removidos e o avanço do poder financeiro tornou-se praticamente imparável.

Até mesmo os dois comunistas mencionados acima, Marx e Engels, reconheceram que 1789 foi um momento decisivo que entregou imenso poder à classe média alta. Em seu Manifesto Comunista, eles não puderam deixar de admitir que a ordem anterior herdada da Idade Média ainda permitia que os valores espirituais que o homem sentia em relação a Deus fossem colocados no centro, valores que haviam sido destruídos pela ferocidade econômica e “racionalista” do Iluminismo.

Os dois filósofos escrevem estas palavras a este respeito .

“A burguesia desempenhou um papel supremamente revolucionário na história. Onde quer que tenha chegado ao poder, destruiu todas as condições de vida feudais, patriarcais e idílicas . Rasgou impiedosamente os laços heterogêneos que na sociedade feudal prendiam o homem aos seus superiores naturais e não deixou outro vínculo entre os homens além do puro interesse próprio, o implacável ‘pagamento em dinheiro’. Afogou nas águas geladas do cálculo egoísta as sagradas emoções da exaltação religiosa, do entusiasmo cavalheiresco, do sentimentalismo pequeno-burguês.

Fez da dignidade pessoal um mero valor de troca; e no lugar das inúmeras franquias laboriosamente adquiridas e patenteadas, colocou a ÚNICA liberdade de comércio inescrupulosa. Em uma palavra, no lugar da exploração velada por ilusões religiosas e políticas, colocou a exploração aberta, desavergonhada, direta e árida. A burguesia despojou de sua auréola todas as atividades que antes eram consideradas dignas de veneração e respeito. Transformou o médico, o jurista, o padre, o poeta, o cientista em seus trabalhadores assalariados. A burguesia rasgou o véu de sentimentalismo terno que envolvia as relações familiares e as reduziu a uma simples relação de dinheiro .”

Os revolucionários ignorantes, e talvez se devesse dizer tolos, que gritavam “igualdade, liberdade, fraternidade” eram na realidade a vontade da classe média alta e da Maçonaria, que, incitados justamente pelos líderes maçônicos da Revolução, não fizeram nada além de se condenar à ruína quando decapitaram os soberanos franceses, Luís XVI e sua esposa Maria Antonieta, para entregar o cetro do poder à Maçonaria e às incipientes finanças asquenazes.

Comunismo e Maçonaria

O comunismo não veio para restaurar a ordem natural das coisas. O comunismo veio para preservar a revolução. Certamente não foi por acaso que os fundadores do comunismo foram iniciados na Maçonaria, e certamente não foi por acaso que, desde que começaram a dar os primeiros passos em meados de 1800, eles desfrutaram de financiamento significativo dos mesmos poderes bancários e financeiros que eles alegavam querer se opor.

A Maçonaria sempre teve, desde o primeiro momento em que foi concebida, o propósito de apagar a Igreja Católica e colocar em seu lugar uma sociedade gnóstica e luciferiana. O comunismo nasceu dentro das lojas por esta razão. Foi o caso, por exemplo, da Primeira Internacional Socialista, realizada em Londres em 1864 e da qual participaram figuras do calibre dos já citados Marx e Engels, além de Giuseppe Garibaldi e Mikhail Bakunin, que também eram membros da Maçonaria, como os “pais” do Manifesto do Partido Comunista de 1848.

A Primeira Internacional Socialista de 1864

A Primeira Internacional nada mais foi do que uma reunião de cúpula das sociedades maçônicas secretas europeias que fervilhavam naquele período histórico, e os fundos para organizar esse evento revolucionário vieram todos dessas sociedades diretamente ligadas às altas finanças e à influente família Rothschild, os verdadeiros mestres das monarquias europeias.

A relação muito próxima entre a Maçonaria e as finanças, por um lado, e o comunismo, por outro, foi documentada, entre outros, por uma fonte “acima de qualquer suspeita”, como o historiador marxista Boris I. Nicolaevsky. Em seu ensaio intitulado “Sociedades Secretas e a Primeira Internacional”, ele explica precisamente como as sociedades maçônicas desempenharam um papel decisivo na orquestração de um evento que não serviu a nenhum outro propósito senão levar adiante o espírito revolucionário de 1789.

Se você ler o tipo de sociedade descrito por Marx e Engels, entenderá melhor o porquê. O comunismo visa a aniquilação completa do lado espiritual do homem. Ao declarar hipocritamente que a burguesia destruiu toda inspiração religiosa que o homem nutriu nos séculos anteriores, especialmente na Idade Média, ela hipocritamente persegue exatamente os mesmos objetivos do liberalismo, que defende a construção de uma sociedade secular e sem Deus, na qual os valores católicos e cristãos são substituídos pelo culto iluminista dos direitos humanos, e cada instituição política é, como ainda pode ser visto hoje, imbuída do espírito ateísta e anticristão do Iluminismo.

Marx, Engels, Garibaldi e os outros maçons que se reuniram em Londres em 1864 certamente não aspiravam apoiar a causa dos trabalhadores que estavam sendo indignamente explorados pelos mestres das indústrias europeias nascentes que, no final, eram as mesmas famílias financeiras Ashkenazi. O comunismo nasceu da necessidade do grande capital judeu de construir uma antítese controlada à liberal, de modo a garantir que a política fosse prisioneira dessa lógica de conflito controlado.

Isso também explica o fato, como Nesta Webster aponta, de que Marx teve o cuidado de não nomear as altas elites financeiras Ashkenazi que dominavam a Europa e apontá-las como o “inimigo”, mas preferiu relegar tudo à categoria bastante genérica da burguesia, que poderia incluir tanto o médico, o advogado e o comerciante sem conexões específicas, bem como aqueles que, em vez disso, estavam nos níveis mais altos dessa nova classe social que surgiu depois de 1789.

O comunismo quer destruir a família

Este não era o objetivo de Marx e Engels. O objetivo deles era pôr fim à civilização católica como a conhecíamos e demolir todas as instituições cristãs anteriores, a começar pela família e pelo patriarcado. Isso explica as afinidades eletivas entre o comunismo e as primeiras feministas da história, como Clara Zetkin, que em 1895 escreveu um apaixonado elogio à obra de Engels intitulado “A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado”.

Clara Zetkin com Friedrich Engels

Nesta obra, Engels propõe abertamente a abolição da instituição familiar com a proposta expressa de que as crianças sejam criadas diretamente por comunidades coletivistas estatais que lembram em muito os kibutzim judeus e que ecoam as propostas dos herdeiros marxistas da Escola de Frankfurt no século XX.

Os filósofos marxistas da Escola de Frankfurt, como Theodor Adorno e Max Horkheimer, judeus alemães, também tinham, como foi dito em um artigo anterior , o objetivo de acabar com a sociedade cristã tradicional e construir em seu lugar esta sociedade sem Deus, sem pátria e sem família.

Isso é o que o comunismo sempre quis e desejou, e a declaração hipócrita de entregar o poder aos trabalhadores por meio da chamada “ditadura do proletariado” foi totalmente revelada em 1917, por meio da Revolução Bolchevique, como o que sempre foi: uma mentira. O revolucionário Trotsky mencionado acima não tinha certeza do apoio dos trabalhadores russos, alemães ou americanos que ele desfrutava quando passava seu tempo em Nova York.

O bolchevique já havia recebido financiamento significativo da elite financeira judaica, como o banco Kuhn & Loeb, que no início da década de 1980 se fundiu com outro banco judeu infame, o Lehman Brothers, famoso pela crise das hipotecas subprime que levou ao colapso das economias americana e europeia em 2008.

Bolchevismo e finanças judaicas

Nas chancelarias europeias, eles estavam bem cientes das forças por trás do movimento bolchevique que tomou o poder na Rússia em 1917. Londres, por exemplo, sabia disso, tendo recebido informações muito detalhadas sobre o assunto em 1919 do diplomata holandês Oudendyke, lotado em São Petersburgo. O diplomata escreveu que o bolchevismo é “administrado e organizado por judeus que não têm nacionalidade e cujo único objetivo é destruir a ordem existente das coisas”.

Washington também sabia disso, tanto que seu serviço secreto havia compilado outro relatório detalhado no qual relatava como o mencionado banco de investimentos Kuhn, junto com seus sócios Jacob Schiff, Paul e Felix Warburg, havia feito enormes empréstimos aos bolcheviques e então mostrou a eles sua lista de nomes e escreveu ao lado dos nomes de cada um deles, entre os quais estavam Trotsky, Zinoviev e Kamenev, que todos eram judeus, e não russos.

Quando o bolchevismo chegou ao poder, ele revelou completamente a verdadeira face do comunismo: a do sangue. Massacres foram perpetrados contra agricultores e pequenos e médios proprietários de terras. A fé cristã foi proibida e aqueles que a praticavam foram brutalmente perseguidos. O aborto foi legalizado e, no lugar do culto religioso cristão, nasceu um culto secular, o do Partido Comunista e seus líderes, primeiro Lenin e depois Stalin, que também realizaram novos massacres em massa contra cristãos.

Sangue está correndo por toda parte na Rússia, e o trabalhador não herdará nada além do regime de opressão e miséria que o comunismo colocou em suas mãos. Mesmo hoje, no entanto, há quem pense que Stalin de alguma forma cortou o vínculo anterior com as finanças asquenazes, o que na realidade nunca foi questionado sob seu reinado de morte e terror. O diplomata soviético Butenko, que se refugiou na Itália em 1938, explicou perfeitamente como nada disso aconteceu e o caminho que o movimento comunista tomou.

Butenko se expressou assim sobre o “legado” comunista .

Os bolcheviques haviam prometido dar aos trabalhadores indústria, minas, etc., e torná-los “donos do país”. Na realidade, a classe trabalhadora nunca sofreu privações como as provocadas pela chamada era da “socialização”. No lugar dos poucos capitalistas, formou-se uma nova “burguesia”, composta 100% por judeus. Apenas um número insignificante de capitalistas judeus deixou a Rússia após a eclosão da Revolução. Todos os outros judeus na Rússia desfrutam da proteção especial do conselheiro mais próximo de Stalin, o judeu Lazare Kaganovitch.

Todas as grandes indústrias e fábricas, produtos de guerra, ferrovias, grandes e pequenas empresas estão virtualmente e efetivamente nas mãos dos judeus, enquanto a classe trabalhadora aparece apenas em teoria como “os donos da economia”. Esposas e famílias judias possuem carros de luxo e casas de campo, passam o verão nos melhores resorts à beira-mar da Crimeia e do Cáucaso, vestidas com caros casacos de Astracã; usam joias, pulseiras e anéis de ouro e vão a Paris em busca de roupas e itens de luxo.

Enquanto isso, o trabalhador, enganado pela revolução, arrasta-se por uma existência de fome. Os bolcheviques prometeram aos povos da velha Rússia total liberdade e autonomia. Limito-me ao exemplo da Ucrânia. Toda a administração, os postos de controle na região, estão nas mãos de judeus ou de homens fielmente devotados a Stálin, especificamente comissionados por Moscou. Os habitantes desta terra outrora fértil e próspera sofrem de uma fome quase permanente .

É a verdade que nunca foi dita nas casas dos famosos, onde antes os trabalhadores e operários realmente pensavam que, por meio de seu apoio ao partido comunista, seriam protegidos daquele capital que os queria como escravos, quando na realidade acabaram diretamente nos braços do mestre, apenas equipados com uma máscara diferente.

O comunismo visa a destruição da sociedade católica e de todas as instituições tradicionais dentro dela, e esta é a única razão pela qual seus financiadores têm sido os poderosos líderes financeiros de Nova York e Londres. Desde o início, os dois braços da democracia liberal não fizeram nada além de partir de pontos diferentes e depois chegar ao mesmo destino. Aquela que leva à destruição da ordem natural das coisas, da família, do cristianismo e da pátria.

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Renato Cunha
O blog Stylo Urbano foi criado pelo estilista Renato Cunha para apresentar aos leitores o que existe de mais interessante no mundo da moda, artes, design, sustentabilidade, inovação, tecnologia, arquitetura, decoração e comportamento.

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