75% dos pacientes submetidos à quimioterapia sofrem danos neurológicos. A “ciência” das empresas farmacêuticas não cura, ela destrói. “Um dos efeitos colaterais mais angustiantes da quimioterapia em crianças é a perda cognitiva,” disse a oncologista pediátrica Doutora. Lisa Diller, diretora médica da Centro de Câncer e Distúrbios Sanguíneos Infantis Dana-Farber/Boston. “Se tivéssemos tratamentos preventivos que pudessem ser administrados durante a terapia, ou mais tarde na fase de sobrevivência do tratamento, isso mudaria o jogo para as famílias.”
Desde que Richard Nixon declarou “guerra ao câncer” em 1971, o Instituto Nacional do Câncer gastou quase US$ 160 bilhões sobre pesquisa e tratamento para esta doença mortal. Além disso, os complicados sistemas Medicare, Medicaid e seguros pagam coletivamente bilhões anualmente pelos mesmos tratamentos, perpetuando o status quo. A indústria do câncer da Big Pharma e governos corporativos não passa de um mega esquema de lavagem de dinheiro público.
Apesar de gastar muito mais do que qualquer outro país, os Estados Unidos não estão vendo melhores resultados. As taxas de câncer estão disparando, inclusive entre crianças, desde que as vacinas “seguras e eficazes” do Covid foram disponibilizadas e forçadas as pessoas. Com alternativas promissoras e mais baratas disponíveis, por que as principais revistas médicas e o governo não lhes dão a atenção que merecem?
Talvez a pergunta se responda sozinha. No fundo, todos nós entendemos por que as doenças crônicas parecem estar aumentando junto com o uso de tratamentos caros que não oferecem soluções de longo prazo. Os tratamentos contra o câncer que são o “padrão ouro” da medicina moderna, como quimioterapia e radiação, custam muito dinheiro, fazem a pessoa vomitar, perder o cabelo e deixá-la tão fraca que mal consegue funcionar.
Um grupo de médicos publicou um artigo revisado por pares propondo um protocolo promissor para cânceres agressivos. Este protocolo, publicado no Revista de Medicina Ortomolecular, combina vários medicamentos antiparasitários que são muito mais seguros e baratos do que os tratamentos típicos contra o câncer: ivermectina, fenbendazol e mebendazol.
A ivermectina, o medicamento barato que se tornou um nome conhecido durante a falsa pandemia da COVID-19, e foi prontamente demonizado pelas pro$tituta$ da mídia que recebem suborno dos fabricantes de vacinas, vem silenciosamente causando impacto na pesquisa do câncer.
As elites satânicas do Culto da Morte de Saturno são proprietárias dos maiores fundos de investimentos do mundo, a BlackRock e Vanguard, que são os maiores acionistas das corporações farmacêuticas, redes de mídia e fabricantes de alimentos processados. Nenhum deles está interessado em “salvar vidas” e sim lucrar o máximo com as doenças que eles mesmos causam nas pessoas.
Leia mais: Ivermectina e Fenbendazol: Os medos das grandes empresas farmacêuticas sobre tratamentos de câncer.

Estes mesmos agentes antiparasitários, que se mostraram promissores contra a COVID, também parecem eficazes contra muitos cânceres, visando a ligação mitocondrial-células estaminais, considerada um fator-chave no crescimento agressivo do câncer.
O oncologista Dr. William Makis expôs a maior traição da medicina moderna: Medicamentos antiparasitários como a ivermectina e o fenbendazol demonstram sucesso sem precedentes contra o câncer, mas as grandes farmacêuticas mantêm isso em segredo. E se a cura do câncer estivesse aqui o tempo todo mas foi ocultada intencionalmente pois ameaçava os lucros da máfia médico farmacêutica com a quimioterapia e medicamentos caros? A ivermectina combinada com outros medicamentos antiparasitários é uma alternativa mais segura e barata aos tratamentos típicos contra o câncer.
A CURA SILENCIOSA
O Dr. William Makis não é apenas mais um médico de jaleco branco no sistema. Ele é um oncologista especialista em câncer e revelou uma informação que o complexo farmacêutico tem ocultado do público há anos. “Os antiparasitários têm uma dúzia de mecanismos de ação e a ivermectina ataca as células-tronco cancerígenas.” Makis disse que medicamentos antiparasitários como a ivermectina atacam a raiz da recorrência do câncer. A cara e tóxica quimioterapia não faz isso.
Que fique claro: o mesmo medicamento demonizado durante a farsa pandêmica do COVID-19 pode, na verdade, ser a chave para acabar com a indústria do câncer.
➡️ Exatamente — o mesmo medicamento que as pro$tituta$ da grande mídia disseram ser “perigoso”… pode ser a verdadeira cura para o câncer. Sua revelação no programa The Shannon Joy Show foi clara, calculada e fundamentada em pesquisas, o tipo de pesquisa que as grandes farmacêuticas fingem que não existe.
➡️ Ele trouxe dados, estudos, provas concretas e não opiniões. E as corporações agem como se isso fosse invisível.
A CIÊNCIA QUE ELES ENTERRARAM
O que Makis revelou:
- A ivermectina atua nas células-tronco cancerígenas, o reservatório oculto por trás das recidivas e metástases.
- O fenbendazol e o mebendazol bloqueiam os transportadores de glicose, privando os tumores de energia.
- A quimioterapia mata as células que se dividem rapidamente, mas deixa para trás essas sementes cancerígenas imortais.
- Em combinação com antiparasitários? Os tumores diminuem drasticamente, mesmo em pacientes quimiorresistentes.
➡️ Em termos simples: esses medicamentos baratos, combinados com quimioterapia, podem destruir o câncer completamente, e não apenas temporariamente. A quimioterapia sozinha deixa vivas as células mais perigosas.
“Estamos vendo uma redução tumoral que os oncologistas nunca viram.”
➡️ Isso significa que os resultados mostram algo que a medicina convencional nunca havia conseguido antes.
E, no entanto, silêncio médico.
➡️ Nenhum hospital, nenhuma revista importante, nenhum funcionário diz uma palavra. Silêncio comprado.
Mais de 400 estudos. Zero manchetes.
Já existem mais de 400 estudos científicos investigando o potencial da ivermectina como agente anticancerígeno. Isso não é um boato da internet. Estamos falando de centenas de estudos científicos. Nenhuma delas foi destaque na CNN. Nenhuma foi promovida pela Sociedade Americana do Câncer.
A grande mídia e as organizações oficiais as ignoram completamente por que a verdade não é permitida quando não gera lucro para a máfia da quimioterapia. A verdade é inacessível para a indústria que vive do sofrimento. A indústria do câncer lucra bilhões com a doença, não com a cura. Se eles nos curam, perdem bilhões. Essa é a dura realidade.
O INIMIGO: O COMPLEXO DE CÂNCER DE UM TRILHÃO DE DÓLARES
Isso não é por acaso. É uma guerra econômica disfarçada de assistência médica. Não se trata de erros ou ignorância. É uma guerra econômica contra nós, escondida atrás de jalecos brancos e muita propaganda enganosa.
Câncer grave = Grandes negócios:
- Receitas de US$ 200 bilhões por ano com quimioterapia
- US$ 50 bilhões por ano em radiação
- US$ 20 bilhões por ano em exames de diagnóstico
O câncer é uma indústria multibilionária. Em 2023, os gastos globais com medicamentos contra o câncer atingiram US$ 223 bilhões, marcando um aumento de US$ 25 bilhões em relação a 2022. Prevê-se que estas despesas cresçam significativamente, atingindo potencialmente US$ 409 bilhões até 2028, graças aos milhões de pessoas que foram envenenadas com as vacinas tóxicas do Covid.
É por isso que não tem interesse em nos dizer que existem opções mais baratas e eficazes. Se a ivermectina funcionar, esse sistema entra em colapso da noite para o dia. Se as pessoas descobrirem e começarem a usar esses tratamentos, o sistema médico corrupto desmorona. E eles sabem disso. E é exatamente por isso que permanecem em silêncio. Por que sabem e têm medo. Essa é a INDÚSTRIA DA MORTE que lucra com a desgraça humana.
Vários médicos que se manifestam contra as mentiras e crimes da máfia farmacêutica foram demitidos, ridicularizados, censurados ou chantageados. Isso é uma ditadura médica. Isso não é apenas um erro médico. É genocídio organizado, disfarçado com marca e comerciais. Um crime de proporções históricas. Aqueles que escondem a cura de doenças não deveriam administrar empresas. Deveriam ser julgados por crimes contra a humanidade.
Eles sabiam. Proibiram os antiparasitários no início da farsa do Covid. Vírus é o menor dos parasitas.

Os parasitas são os causadores de câncer?
O câncer é causado por vírus ou parasitas? Há mais de cem anos, os médicos estavam bem conscientes de como os parasitas poderiam ser mortais para o corpo humano. O principal conselheiro de John D. Rockefeller, Frederick Gates, convenceu Rockefeller a modernizar a medicina erradicando a ancilostomíase, um parasita que era conhecido por ser a maior causa de doenças em 1905.
Até a década de 1980, os livros didáticos não falavam sobre vírus como a causa da doença. Eles estavam falando sobre parasitas. Hoje, embora os animais exijam desparasitação de rotina, a ciência moderna diz que isso não é um problema para os humanos. Após décadas de pesquisa, um grupo de médicos alemães descobriu que cada célula cancerígena continha parasitas.
E que os tratamentos caros e ineficientes como a quimioterapia não conseguirem matar todos os parasitas, então eles terão as condições perfeitas para se espalharem por todo o corpo. Os parasitas começam na corrente sanguínea e se espalham para outras partes do corpo, onde se transformam em cistos. Sob um microscópio, os cistos parasitas parecem idênticos ao que chamamos de tumores.
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Medicamentos antiparasitários como ivermectina podem curar o câncer?
O americano Joe Tippens venceu o câncer terminal com um tratamento surpreendente.
RFK Jr. expõe o verdadeiro motivo da supressão da ivermectina e da hidroxicloroquina
Em uma revelação surpreendente, RFK Jr. expôs os motivos ocultos por trás da supressão agressiva da ivermectina e da hidroxicloroquina durante a pandemia de COVID-19. Esses medicamentos, ambos com décadas de segurança comprovada e bilhões de doses administradas, foram sistematicamente desacreditados, não por razões médicas, mas por razões legais e financeiras.
No cerne da questão: uma lei federal pouco conhecida que proíbe a FDA de conceder Autorização de Uso Emergencial (EUA) para vacinas se qualquer medicamento existente e aprovado demonstrar eficácia contra a doença em questão. Se a ivermectina ou a hidroxicloroquina tivessem sido reconhecidas como eficazes contra a COVID-19, a aprovação para as vacinas teria sido ilegal. O resultado? Um empreendimento de vacinas de US$ 200 bilhões poderia ter entrado em colapso da noite para o dia.
Apesar das crescentes evidências, incluindo 17.000 médicos assinando petições e inúmeros estudos revisados por pares, “autoridades” como Anthony Fauci lideraram uma campanha implacável para desacreditar esses tratamentos. A ivermectina, um medicamento ganhador do Prêmio Nobel, foi descartada como “remédio para cavalos”, enquanto a hidroxicloroquina foi falsamente rotulada como perigosa. O objetivo? Garantir que as vacinas permanecessem como a única solução “aprovada”.
Mas por que os ataques continuaram mesmo depois que as vacinas receberam a Autorização de Uso Emergencial (EUA)? A lei parece exigir que o status seja revogado se um tratamento eficaz surgir. O incentivo para “matar” a ivermectina e a hidroxicloroquina nunca teve a ver com ciência, tratava-se de proteger um império financeiro.
Especialistas renomados, incluindo Harvey Risch, de Yale, e o Dr. Peter McCullough (o médico com mais publicações em sua área), trataram com sucesso dezenas de milhares de pacientes com COVID-19 com esses medicamentos. Sua conclusão, respaldada por dados: meio milhão de vidas americanas poderiam ter sido salvas.
Isto não é apenas um escândalo médico, é uma traição à confiança pública. A questão que permanece é: quantas vidas foram perdidas para proteger uma narrativa? Ouve alguma preocupação dos governos, mídia, secretarias de saúde, hospitais, médicos, juízes, OMS, CDC, Bill Gates e demais “autoridades” em salvar vidas? NENHUMA, eles só estavam preocupados com os milhões que ganhariam com a venda de vacinas inúteis que não fizeram nada para ajudar as pessoas, muito pelo contrário.
RFK Jr. Exposes the Real Reason Ivermectin & Hydroxychloroquine Were Suppressed
In a stunning revelation, RFK Jr. lays bare the hidden motives behind the aggressive suppression of ivermectin and hydroxychloroquine during the COVID-19 pandemic. These drugs—both with decades of… pic.twitter.com/3FyXoCZHPt
— Camus (@newstart_2024) October 29, 2025
No ano passado, um avião da Voepass caiu em Vinhedo (SP), matando todas as 62 pessoas a bordo. Seis oncologistas e dois médicos residentes que estavam no avião estavam a caminho de uma conferência internacional em São Paulo para apresentar evidências conclusivas ligando as vacinas do Covid ao aumento de casos de câncer. A máfia farmacêutica mandou derrubar esse avião para matar todos os 8 denunciantes?
Last year this Plane in Brazil simply fell out of the air, killing everyone on board.
Amongst the Passengers were a number of eminent Doctors who were allegedly on their way to present conclusive evidence linking mRNA Vaccines to causing Cancer. pic.twitter.com/8079WRlQya
— Concerned Citizen (@BGatesIsaPyscho) November 2, 2025
Cerca de 86% dos casos positivos para “COVID” nos testes PCR não eram infecções reais. Um novo estudo alemão descobriu que, durante o período inicial da pandemia, apenas 14% dos casos de “COVID” nos testes PCR eram reais, provando que os bloqueios e as exigências de vacinação foram construídos com base na ilusão de testes fraudulentos. A tecnologia de PCR e os limites de teste foram padronizados entre os estados membros da OMS.
Isso significa que a mesma distorção provavelmente ocorreu em todos os lugares, uma inflação diagnóstica sistêmica que pode ser a maior fraude na história da saúde pública. Essas táticas provavelmente foram usadas para amplificar o medo, a fim de aumentar o cumprimento dos bloqueios e das vacinas experimentais tóxicas que causaram câncer turbo e outras doenças.

A indústria médico farmacêutica aperfeiçoou uma fórmula lucrativa que transforma pessoas saudáveis em pacientes para o resto da vida por meio de exames de rotina que geram medo, criam intervenções desnecessárias e estabelecem padrões de doenças crônicas. De tomografias computadorizadas que liberam altas doses de radiação, mamografias que aumentam o risco de câncer de mama por meio da própria radiação destinada a detectá-lo e colonoscopias que devastam o microbioma intestinal que alegam proteger, cada modalidade de exame revela o mesmo padrão predatório, o de deixar as pessoas doentes para lucrar.

As vacinas tóxicas do Covid causaram uma explosão de várias doenças crônicas, entre elas o câncer acelerado, mas mesmo assim, ainda continuam no mercado e sendo utilizadas por vários governos. Por exemplo: O governo australiano declarou estado de emergência nacional, visto que as taxas de câncer turbo, incluindo casos agressivos como o câncer de intestino avançado, estão aumentando a um ritmo alarmante, sobrecarregando os sistemas de saúde do país.
Australianos na faixa dos 30 e 40 anos estão enfrentando taxas sem precedentes e, em alguns casos, as maiores do mundo, de pelo menos 10 tipos diferentes de câncer. Isso aconteceu depois que o governo “democrático” usou de ameaças para forçar milhões de australianos a se vacinarem durante a farsa pandêmica do Covid. Os governos corporativos sob controle da Maçonaria envenenaram sua população por ordens das elites maçônicas globalistas.
A Pfizer não informou ao público que sua vacina “segura e eficaz” do COVID-19, que foi amplamente distribuída pelo mundo todo, causava câncer. Então a Pfizer comprou por US$43 bilhões a Seagen, uma empresa farmacêutica que trata o “Câncer Turbo” pois sabia que os casos de câncer explodiriam em todo o mundo. PROBLEMA-REAÇÃO-SOLUÇÃO.
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Pfizer omitiu que sua vacina “segura e eficaz” pode causar câncer aos vacinados.
Problema-Reação-Solução: Pfizer aposta que o “Câncer Acelerado” explodirá em todo o mundo
Essa é a melhor decoração de Halloween de todos os tempos!
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— Stylo Urbano (@stylourbano9) November 3, 2025
Em 1939, o Parlamento Britânico aprovou o que agora é infamemente conhecido como Lei do Câncer de 1939, uma lei que efetivamente tornou crime qualquer profissional médico oferecer ou mesmo discutir tratamentos alternativos para o câncer. Essa lei foi criada para supostamente proteger as pessoas com câncer de tratamentos fraudulentos vendidos por indivíduos inescrupulosos, mas a lei foi criada para dar um monopólio para a indústria emergente de radioterapia no Reino Unido, que acreditava que a cura para o câncer era o elemento radioativo rádio.
Os Estados Unidos seguiram o exemplo, aplicando restrições semelhantes que moldaram o cenário do tratamento do câncer no mundo todo desde então. Esta não é apenas uma lei obscura e ultrapassada acumulando poeira nos livros de história. Ela AINDA está em vigor hoje. O maior inimigo do povo é seu próprio governo corrupto.
Leia mais: Você sabia que existe uma lei de 1939 que tornou ILEGAL curar o câncer?
Wayne Allyn Root, empresário, autor de best-sellers e apresentador de programas de rádio e TV nos EUA entrou com um processo de 100 milhões de dólares contra a Universidade de Stanford, o Conselho de Curadores de Stanford e as empresas de mídia social que auxiliaram o “Complexo Industrial da Censura” do governo Biden contra ele.
Wayne foi o primeiro apresentador de TV e rádio de grande audiência nos Estados Unidos a alertar seus telespectadores e ouvintes para fugirem da vacina contra a Covid como se fosse uma granada. E então começou a censura do governo Biden. Na época, ele perguntou: “Quem seria tolo o suficiente para ser cobaia de uma empresa que fez de tudo para manter os resultados dos testes de sua vacina em sigilo por 75 anos?”
Wayne apresentou estudos de todo o mundo que mostravam um excesso recorde de mortes, ataques cardíacos, miocardite, derrames, coágulos sanguíneos, lesões neurológicas, danos ao sistema imunológico e a impressionante explosão de câncer em estágio quatro, o chamado “turbo câncer”, tudo isso surgindo exatamente ao mesmo tempo que a vacina contra a Covid.
E justamente no momento em que ele estava relatando e alertando sobre tudo isso, algo curioso começou a acontecer: Wayne foi banido, sofreu shadowban, foi censurado e silenciado pela mídia e pelas redes sociais do mundo todo. Segue abaixo a lista de alguns dos principais conspiradores que processamos por 100 milhões de dólares…
- Universidade de Stanford
- Conselho de Curadores de Stanford
- Meta Platforms Inc. (representando Facebook e Instagram)
- X Corp. (representando a X, anteriormente Twitter)
- Google LLC (representando o Google e o YouTube)
- Tik Tok Inc.
Por ora, o governo dos EUA não está incluído no processo. Mas, após analisar as provas apresentadas por todos esses conspiradores, os advogados de Wayne esperam encontrar as agências governamentais e os funcionários específicos que ordenaram, coordenaram, intimidaram e financiaram essa censura criminosa. Assim que esses nomes forem descobertos, serão adicionados ao processo.
O Google usa táticas de controle mental para promover propaganda pró-indústria de vacinas. O Google limpou as páginas da maioria dos sites de saúde natural a partir dos resultados da sua pesquisa, uma série de investigações revelaram que o Google manipula ativamente as mentes e os comportamentos de seus usuários, prejudicando-os contra a procura de alternativas naturais e questionando a segurança e eficácia das vacinas.
Isso está sendo feito por meio do Efeito de Manipulação de Mecanismos de Busca (SEME), um dos efeitos comportamentais mais significativos já descobertos e que afeta o pensamento e o comportamento de literalmente bilhões de pessoas ao redor do mundo.
O Google menospreza ativamente a medicina holística e tem uma agenda muito específica para suprimir as preocupações com a segurança e eficácia das vacinas, o que se alinha muito com suas joint ventures com empresas farmacêuticas, incluindo a Alphabet, empresa controladora do Google que assinou um acordo de US$ 715 milhões com a GlaxoSmithKline para desenvolver medicamentos e vacinas bioeletrônicos.

Pelo menos desde a tomada da medicina institucionalizada pelos Rockefeller/Carnegie em 1910, descartando a fitoterapia e criando a alopatia e remédio químicos, por meio do Relatório Flexner, a classe médica dos EUA e depois a ocidental, pode ser geralmente dividida em três grupos:
- Médicos que dizem a verdade sobre as vacinas independentemente dos custos profissionais ou literais,
- Médicos que evangelizam sobre vacinas como se fossem maná do céu (muitas vezes gerando milhões de dólares para si mesmos por seus esforços),
- Médicos, não necessariamente maliciosos, mas definitivamente covardes, que submetem sua opinião profissional a qualquer consenso que considerem, seguindo o caminho da segurança e da menor resistência. Eles podem sussurrar seus ceticismos para um colega enquanto bebem depois do trabalho, mas nunca arriscariam tudo indo para o tatame com suas dúvidas.
A primeira classe de médicos, os únicos que valem a pena, é extremamente rara, e ainda mais depois que suas fileiras foram expurgadas durante a COVID, um doce benefício auxiliar para a indústria que ganhou bilhões com a “vacina” mais lucrativa da história da humanidade.
A indústria farmacêutica [Big Pharma] preferiria que a comunidade médica fosse composta pelo segundo grupo, os evangelistas da vacina, pois não precisariam recorrer a medidas coercitivas para mantê-los sob controle. Longe de ser um problema, na verdade, o médico evangelista com a credibilidade do “médico/Doutor” por trás do seu nome pode servir como um trunfo poderoso.
Infelizmente, a maioria dos médicos se enquadra na terceira categoria, o tipo que segue as ordens para se dar bem, que aceita as ordens de cabeça baixa e faz o que for preciso para ficar com o dinheiro e o prestígio.
Um hospital, o CDC e a mídia denegriram uma médica que ousou dizer nas redes sociais que a ivermectina era muito melhor que as vacinas tóxicas do Covid.

































