Eu sou a luz do mundo. Quem me segue não andará nas trevas, mas terá luz e vida.” Estas palavras de Jesus, contidas no Evangelho de João (capítulo 8, versículo 12), desempenharam um papel crucial quando as autoridades do Império Romano e os primeiros hierarcas da Igreja procuraram esclarecer um dos enigmas da Bíblia: quando nasceu o fundador do cristianismo?

Embora os evangelhos não mencionem a data de nascimento daquele que hoje quase 2,3 bilhões de fiéis consideram ser o “filho de Deus”, a passagem acima deu apoio teológico à decisão sobre a data a se comemorar. Desde essa decisão, o Natal é celebrado em 25 de dezembro. A data não foi escolhida ao acaso, mas com toda a intenção de que coincidisse com um dos grandes momentos do calendário romano: a festa do Sol Invicto.

Os romanos já comemoravam um festival em 25 de dezembro

A verdade completa e revelada sobre o Natal. 1

O Natal representa uma fusão das celebrações do solstício de inverno no século IV em uma programação religiosa controlada pelo Estado, posteriormente comercializada em um modelo econômico dependente do varejo.  O dia 25 de dezembro não tem nenhuma ligação histórica com a natividade bíblica. A data foi selecionada em 336 d.C. pelas autoridades romanas para absorver os festivais de solstício de inverno existentes no cristianismo patrocinado pelo Império Romano. A decisão refletiu cálculo político e não precisão teológica.

• A Saturnália, que acontecia de 17 a 23 de dezembro, gerou atividade econômica substancial por meio de trocas de presentes e banquetes públicos.

• Dies Natalis Solis Invicti (Nascimento do Sol Invicto) em 25 de dezembro marcou o auge das celebrações de inverno em todo o Império Romano. Eram festas regadas a banquetes, troca de presentes, muitas luzes, tochas e fogueiras.

• O Imperador Constantino consolidou esses festivais sob a marca cristã para manter a atividade comercial e, ao mesmo tempo, mudar o controle ideológico.

Um culto do Oriente

A festa do Sol Invicto, cujo nome oficial era Nativitas Solis Invicti ou “nascimento do Sol Invicto”, era uma celebração dedicada a uma divindade solar que era celebrada no dia 25 de dezembro. Mas quem era esse deus? “Não sabemos muito bem. Não era muito predominante no catálogo das divindades romanas”, disse o historiador e estudioso bíblico espanhol Javier Alonso. Por sua vez, o professor de história antiga Santiago Castellanos, da Universidade de León, na Espanha, acrescenta que esta divindade “não era uma das mais presentes na práxis política romana, pelo menos não estava ao nível de Júpiter e Marte, que tiveram maior implementação em termos de templos e estátuas”.

Tal como aconteceu com o cristianismo, o culto a este deus chegou a Roma vindo do Oriente, particularmente do que hoje é a Síria. Ele foi trazido pelas mãos do imperador Marco Aurelius Antoninus Augustus, mais conhecido hoje como Heliogábalo. O soberano, que reinou apenas quatro anos (218-222 d.C.), retirou Júpiter do topo do panteão romano. Em seu lugar, colocou El-Gabal, divindade solar que adorava e da qual era sumo sacerdote na sua terra natal, Emesa (atual cidade síria de Homs).

Para facilitar a mudança religiosa, o deus foi renomeado com o nome latino Deus Sol Invictus. “Sol assumiu todo o culto solar que no mundo greco-romano estava associado à figura de Hélios e também à sua iconografia”, acrescentou Castellanos.

Divindade solar

Invictus não foi a primeira divindade solar adorada pelos romanos, mas foi a que marcou o calendário. Isso porque em 312 d.C., quase uma década depois de sua conversão para o cristianismo, o imperador Constantino decretou o sétimo dia da semana como o dies Solis (dia do Sol), o que hoje conhecemos como domingo. O imperador ordenou que este dia fosse um dia de descanso para “os magistrados e os habitantes das cidades, nas quais todas as oficinas ficarão fechadas”.

Castellanos diz que o apoio imperial foi fundamental para a consolidação deste culto, mas a crença já tinha começado a popularizar-se em todo o império. Além do domingo, o Sol Invicto também tinha um festival que fazia parte do movimentado calendário romano de feriados no final do ano, que incluía as brumálias e as saturnálias. As primeiras, celebradas em novembro, eram as festas do solstício de inverno e foram instituídas por Rômulo em homenagem a Baco. Já as saturnálias eram dedicadas a Saturno, deus da agricultura, e duravam sete dias, começando em 17 de dezembro.

Elas eram muito populares entres os romanos. “Durante esses dias havia uma certa inversão da ordem estabelecida, por exemplo, os escravos tinham mais destaque do que normalmente tinham”, explica Castellanos. “Grandes banquetes eram organizados. Trocavam-se presentes e as casas eram decoradas com guirlandas e velas. Estas saturnálias ocorridas em dezembro têm fundamentos litúrgicos e celebrativos que o cristianismo depois incorporou à sua própria liturgia”, acrescenta,

Durante as comemorações, eram frequentes os excessos no consumo de bebidas alcoólicas e nas relações sexuais, segundo histórias da época, por isso havia a impressão de que eram uma mistura entre o que hoje conhecemos como Natal e o Carnaval. Os romanos decidiram estabelecer o festival do Sol Invicto quase imediatamente após as saturnálias por uma razão astronômica: o solstício de inverno. O solstício de inverno é o dia do ano em que há menos luz solar. Porém, a partir daí os dias começam a ficar mais longos e no mundo antigo percebia-se que este era o momento em que o Sol se regenerava e renascia..

Os romanos tinham muitas festas no fim do ano

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E porque este feriado?

Quando o imperador Teodósio declarou que o cristianismo seria a religião oficial do império romano, em 392 d.C., surgiu entre as autoridades civis e eclesiásticas o desejo de esclarecer algumas dúvidas não resolvidas nos evangelhos, a fim de facilitar a adoção da nova fé pelos romanos. E entre eles estava a data de nascimento de Cristo. O nascimento era um assunto tabu para os judeus e os primeiros cristãos. “A lei não nos permite celebrar festas de nascimento dos nossos filhos”, explicou o historiador judaico-romano do século 1, Flávio Josefo, em um dos seus escritos.

Por outro lado, para os romanos, comemorar os aniversários era, em alguns casos, um dever. Por exemplo, desde o ano 45 a.C. eles realizavam todos os anos sacrifícios públicos em homenagem ao nascimento de Júlio César. Quando o cristianismo começa a ser uma religião poderosa, ligada aos imperadores romanos, surge a necessidade de estabelecer uma data específica para o nascimento do seu fundador. Eles precisavam ancorar uma data no calendário por motivos litúrgicos e a festa do Sol Invicto era ideal para marcar o nascimento de Jesus devido ao seu significado para os romanos.

O Papa Júlio 1º decidiu que o nascimento de Jesus seria no dia da festa do Sol, durante o solstício de inverno, devido à crença de que o sol derrotava as trevas”. As celebrações nas sociedades antigas estavam ligadas ao calendário agrário e tudo girava em torno da época da semeadura e da colheita. Antigamente as festas eram realizadas na época da colheita e com o passar do tempo acrescentamos santos a elas. Mas originalmente tudo estava relacionado à agricultura.

Buscando justificativa religiosa

A escolha do festival do Sol foi justificada por algumas passagens dos evangelhos, como a que diz que o messias virá “do alto para nos visitar como o sol nascente, iluminando os que vivem nas trevas” (Lucas 1, 78). Ou a que dizia que “uma luz brilhou para aqueles que vivem nas sombras da morte” (Mateus 4:16). E, claro, há a história de João, que afirma que Jesus é apresentado como “a luz do mundo”. Mas a decisão do Papa Julio 1º, que quase um século depois foi endossada pelo imperador Justiniano, não só fixou o Natal no calendário, mas ajudou a fazer o mesmo com outras celebrações.

“Outras festas importantes do calendário litúrgico teriam sido fixadas como consequência: a Anunciação (9 meses antes), a Natividade de São João Batista (seis meses antes), a Circuncisão de Jesus (oito dias mais tarde) e a Apresentação no Templo (40 dias depois)”, acrescenta o professor de Luis Sánchez Navarro, da Universidade San Dámaso (Espanha). Para os especialistas, esta escolha não deveria surpreender, porque já tinha acontecido antes. Quando os romanos conquistaram outras regiões do mundo, assumiram cultos e tradições dessas regiões, mas é claro que as reinterpretaram, mudaram ou moldaram.

Quando uma cultura se impunha a outra, ela se apropriava de seus ritos e lugares sagrados. É por isso que quando escavamos debaixo de uma igreja em alguns lugares da Europa, por exemplo, encontraremos uma mesquita, mais abaixo um templo romano e mais abaixo um centro cerimonial de outra cidade anterior.

A história de Jesus é pura astrologia

A astrologia é a base de todas as religiões do mundo. Religião nada mais é do que manipulação da mente humana. Do ponto de observação da Terra, o Sol circunda-a numa faixa de apenas 17° de largura. Banda que contém todas as constelações do Zodíaco. No ponto onde ocorre um cruzamento entre as duas faixas, que são os equadores eclípticos e os equadores celestes, existem equinócios. São dois de cada um com um total de 4.

Equinócio de primavera, equinócio de verão, equinócio de outono e equinócio de inverno. Essa é a Cruz. Foi isso que João usou como símbolo, juntamente com os 12 símbolos zodiacais ou constelações dentro da faixa de 17° por onde o sol passa em sua procissão. Sendo Jesus, o sol e seus 12 discípulos. Representando claramente um culto SOLAR.

Morrendo na Cruz. Refere-se à cruz de inverno. Ou solstício de inverno. 21 de dezembro. Que também naquela época coincidia com a constelação da cruz. É onde o sol se põe pela última vez no seu ciclo porque é quando é a noite mais longa do ano. Portanto, “a escuridão vence” ou “o sol morre” e 3 dias se passam antes da ressurreição ou do Nascimento do Sol. 24-25 de dezembro porque o sol passa 3 dias na “escuridão” e nesses 3 dias não era mensurável para os antigos que os dias começassem a se alongar novamente “batendo a escuridão”.

Jesus Cristo não poderia ter existido. Sua história corre paralela às várias outras divindades e personagens do mundo antigo muito antes dele, como Hórus, Krishna e Buda. Todos esses personagens, em todas as culturas, compartilham exatamente a mesma história. Isso ocorre por que todas essas divindades, ao longo da história, todos os mitos, histórias e escrituras sagradas, são baseadas no movimento e na interação do sol, planetas, luas e constelações no céu.

O Sol e Saturno são Jesus e Satanás. O Sol é o ser celeste mais quente e, como nosso salvador, nos traz luz, colheitas, amor, primavera e verão. Saturno, ou Satanás, é o planeta mais distante e representa o inverno, a morte e a noite. Portanto, Saturno também é chamado de “Sol Negro”. Na astroteologia, a vida de Jesus representa o Sol se movendo através dos doze signos do zodíaco.

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O simbolismo astrológico mais óbvio de Jesus são os doze discípulos: são as doze casas do zodíaco. Então, o Sol se move através de cada signo do zodíaco, sendo os doze signos, e isso é interpretado como os doze discípulos. E Jesus nasceu de uma virgem chamada Maria em Belém. Seu nascimento foi anunciado por uma estrela no leste.

A estrela no leste é Sirius, a estrela mais brilhante do céu noturno, e em 25 de dezembro se alinha às três estrelas brilhantes do cinturão de Órion, conhecido nos tempos antigos como os Três Reis. Nesta data, todos apontam para o nascer do sol e é por isso que os Três Reis seguiram a estrela no Oriente. Na verdade, não havia lugar com o nome de Nazaré. Nazaré é derivado da palavra egípcia Nazir que significa Na-Sirius, ou a Estrela Sirius.”

A Virgem Maria é simbólico da constelação de Virgem. Virgem também é referida à casa do pão, e Virgem é representada como virgem segurando um maço de trigo. Esta casa de pão representava agosto e setembro, a época da colheita, e o termo Belém significa literalmente “casa de pão’. Também nunca houve uma cidade chamada Belém. O sinal oposto de Virgem é a constelação de Peixes, que é representado por dois peixes. O cristianismo há dois mil anos o usa como seus principais símbolos, os dois peixes e pão.

Jesus, na Bíblia, estava no “mais alto” quando tinha doze anos de idade, porque o Sol, ao meio-dia, está no seu ponto mais alto. Jesus é beijado por Judas e traído. No entanto, essa história demonstra apenas a jornada do Sol através de Escorpião. Quando uma pessoa é mordida por um Escorpião, ele deixa uma marca que se parece com os lábios ou como se tivesse sido beijada. O sol, quando chega a Escorpião, também está caindo, o que significa que estamos nos aproximando do outono.

No solstício de inverno, sendo 22 de dezembro, os dias ficam mais curtos e frios, e o Sol está no ponto mais baixo do céu. Isso simboliza a morte do Sol. O Sol parece parar de se mover para o sul por três dias e reside nas proximidades da constelação da cruz do sul. Portanto, o Sol está enterrado ou morre na cruz. É por isso que Jesus morreu na cruz ressuscitou três dias depois.

E o Sol se move em uma procissão de trinta graus, através dos doze signos do zodíaco, levando aproximadamente trinta dias. Ele entra em cada sinal no primeiro grau e sai de cada sinal a trinta e três graus. Portanto, o Sol, ou Jesus, morre aos trinta e três. Em 25 de dezembro, o Sol se move um grau ao norte, e agora os dias serão mais longos e há a promessa da primavera. Então, o Sol ressuscita após três dias e nasce de novo. O sol então começa seu caminho para a terra prometida.

No equinócio da primavera, sendo a Páscoa, o Sol domina a escuridão e a condição revitalizante da primavera surge. O equinócio e o solstício marcam o início de uma nova temporada. Há dois pontos equinócios a cada ano, sendo primavera e outono e dois pontos de solstício, sendo verão e inverno. Cada um deles corresponde a um dos quatro signos cardeais do zodíaco, também conhecido como eixo cardeal. O equinócio e o solstício são representados na roda do zodíaco como uma cruz.

E Maria, ou Virgem, está sempre ao lado da cruz, sendo o equinócio de outono de Libra. Por isso que Jesus é sempre mostrado na cruz. E o sol pode ser visto nas nuvens, no céu, com sua coroa de espinhos ou raios. A ideia de crucificar Jesus era para dramatizar o messias mártir para que o povo se sentisse compelido a segui-lo, daí o conceito de que Jesus morreu por seus pecados. Além disso, a história da crucificação foi um aviso para quem pensou em causar problemas para Roma. O castigo da crucificação foi inventado pelos Flavianos e não foi praticado até depois de 800 d.C.

É claro que o símbolo da cruz antecede o cristianismo. Em 21 de setembro, o Sol está entrando na constelação de Libra, a balança da justiça. Neste dia, seremos julgados. O ponto equinócio do zodíaco em 21 de setembro também é chamado de “árvore do conhecimento do bem e do mal”. Nesse ponto, ainda temos uma visão da terra prometida e também estamos entrando e vendo o inverno que é frio e escuro. Lembre-se, o calor e a regeneração são bons, e o frio e a escuridão são maus. Podemos ver o bem e o mal.

Os quatro evangelhos da Bíblia: Mateus, Marcos, Lucas e João são as quatro estações. E é por isso que as pessoas religiosas são proibidas de usar a astrologia. Dizem que não faz sentido e que não tem valor, no entanto, os reis e os aristocratas usam a astrologia. Cada um dos 12 discípulos representa um signo celestial do zodíaco. Começando com Áries à cabeceira da mesa e terminando com Peixes.

A única mulher no Zodíaco é Virgem, retratada por Maria Madalena, a única mulher na Última Ceia. Além disso, você pode ver como Leonardo Da Vinci também agrupou os discípulos de acordo com as 4 estações do ano. Jesus, no meio dos 12 signos do zodíaco, representa o SOL. Leonardo Da Vinci sabia que a história de Jesus era uma invenção de Roma, uma representação astrológica do Sol.

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Jesus Cristo salvou o Império Romano da extinção

Em 67 d.c., o Imperador Nero enviou o general Tito Flávio Vespasiano (9 d.C.-79 d.C.) para reprimir uma rebelião dos hebreus na Judéia. O general Vespasiano conquistou toda a Judéia, exceto Jerusalém. Por volta do ano 69 d.c. (observe que isso é depois do nascimento de Cristo no calendário), que duas correntes da religião judaica emergem na Judéia convenientes aos interesses de Roma: o cristianismo e o judaísmo.

Vespasiano fundou a dinastia Flávia ou Flaviana. Vespasiano e seu filho, Tito Vespasiano Augusto (31 d.C.-81 d.C.), criaram o cristianismo para controlar a população rebelde na Judéia. Eles usaram a religião como arma para manter a população num estado de obediência passiva perante seus governantes. Em Roma a religião fazia parte do estado, ou um ramo do estado, e era controlada diretamente do trono. As religiões são criados pelas elites apenas para promover o controle da multidão. Esses grupos que estão no poder não acreditam em religiões. Eles sabem que a religião foi feita apenas para o povo.

Vespasiano e Tito criaram o cristianismo na tentativa de substituir o messianismo judaico xenófobo que travava guerras contra o Império Romano por uma versão do judaísmo obediente a Roma. Um dos indivíduos envolvidos na criação dos Evangelhos foi o historiador judeu do século I,  Joseph ben Mattathias, que foi adotado pelo imperador Vespasiano e foi chamado de Flávio Josefo. Em julho de 69, Vespasiano foi proclamado imperador pelas legiões egípcias, seguidas pelas da Síria e da Judéia.

Ele foi o primeiro representante da Dinastia Flaviana. Em seu governo teve início a construção do Coliseu, que foi inaugurado em 80 d.C.. Vespasiano proclamou cônsules e herdeiros seus filhos Tito Vespasiano Augusto e Tito Flávio Domiciano, que reinaria um após outro. A dinastia Flaviana durou de 69 a 96 d.C., período em que a maioria dos estudiosos acredita que os Evangelhos foram escritos. Consistia em três Césares: Vespasiano, Tito e Domiciano. Flávio Josefo, o membro adotivo da família que escreveu Guerras dos Judeus, era seu historiador oficial.

O povo da Palestina e da Galiléia naquela época funcionava com uma constante que era o aparecimento de um messias que os salvaria da perseguição e opressão dos romanos. Vespasiano e Tito usaram este conceito e as expectativas do povo da época para lhes dar um messias, mas que fosse a favor de Roma, com vista a controlar e suprimir as atividades subversivas dos grupos de palestinianos na área da Galileia.

Vespasiano pensou: Vocês querem um messias? Bem, nós lhe daremos um messias! Naquela época e sob ordens e controle romanos, eles confiscaram e destruíram todas as informações e documentos históricos que pudessem ir contra a versão oficial escrita por seu chefe de propaganda Flávio Josefo, que pegou os ensinamentos dos druidas entre outros e criou aquilo que viria a ser a Bíblia.

Em seu livro “O Messias de César”, Joseph Atwill mostrou que os césares flavianos, Vespasiano e Tito, inventaram o cristianismo, mais ou menos na forma que o conhecemos hoje. Durante o período histórico em torno da suposta vida e época do Jesus bíblico, a Judeia estava (na realidade) no epicentro de um conflito épico e violento entre o Império Romano e os adeptos de uma forma virulentamente radical de judaísmo messiânico.

As raízes do conflito remontam a antes, à época em que os zelosos Macabeus (também conhecidos como Hasmoneus) se rebelaram contra os Selêucidas (os remanescentes do império helenístico de Alexandre, o Grande) e alcançaram uma independência difícil em 164 a.C. Em 63 a.C., os romanos invadiram a Judeia, e os Macabeus se tornaram clientes romanos.

Uma família de estrangeiros de Edom (na Arábia) acabou por usurpar o papel dos Macabeus como clientes e cobradores de impostos dos romanos na Judeia. A ascensão desse regime herodiano começou quando Antípatro, nascido nobre edomita e cuja família supostamente se convertera ao judaísmo, insinuou-se na política macabeia enquanto, simultaneamente, buscava o favor dos romanos. Antípatro foi nomeado procurador romano da Judeia sob Júlio César (47 a.C.), e seu filho Herodes tornou-se governador da Galileia, enquanto os Hasmoneus continuaram a ocupar o cargo de sumo sacerdote.

O povo judeu e seus líderes espirituais hasmoneus eram profundamente hostis ao domínio romano e herodiano, e em 40 a.C. se revoltaram sob a liderança de Antígono II Matatias, que forjou uma aliança com os partos. No entanto, Herodes reprimiu a revolta com a ajuda dos exércitos romanos. O Senado Romano concedeu a Herodes o título de “Rei dos Judeus”, e Antígono foi enviado a Marco Antônio para ser executado em 37 a.C.

É importante notar que, naquele momento, a estratégia romana de empregar os Hasmoneus sob seu controle como sumos sacerdotes havia terminado em um fracasso ignominioso. Daquele ponto em diante, Herodes, o Grande, e seus sucessores nomearam os sumos sacerdotes de Jerusalém dentre seus aliados. Não havia como esconder a enorme divisão espiritual e nacionalista entre os povos do Levante e os herodianos, que eram odiados representantes romanos. Era um problema que clamava por uma solução.

Leia mais sobre o livro “O Messias de César” de Joseph Atwill em: O cristianismo é vaidade flaviana.

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Várias histórias no Novo Testamento eram na verdade histórias retiradas dos ensinamentos druidas e de outras forntes, e então elas foram distorcidas ou reescritas, para se encaixar na agenda de Roma para controle populacional. Flávio Josefo criou o messias judeu e o chamou de Iēsous Christos  (Ἰησοῦς Χριστός) em grego e Iesus Christus em latim.

Os temas dos Evangelhos denotam uma clara tendência a favor de Roma. Com o exemplo mais conhecido e claro foi quando o messias Jesus disse: “Dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus” significa que devemos cumprir com o pagamento de impostos ao Estado (representado pelo César), ao mesmo tempo que mantemos a nossa fé e devoção a Deus (representado pela “Santa” Igreja).

Então, se esses textos foram mesmo criados por discípulos de Jesus, porque os romanos não são retratados como uma força invasora total naquela área? Apenas pintando-os como algo menor ou como autoridade inquestionável. Eles descrevem os judeus como separados de Jesus e seus discípulos, não como parte deles. Criando com isso a separação entre os elementos da luta judaica contra Roma e os seguidores pacíficos de Jesus que também são obedientes a Roma. Conceito de dar a outra face.

Eles colocaram os judeus como se fossem eles que lutavam contra o grande plano divino de Jesus e não os romanos. O que Vespasiano e Tito queriam era promover um ambiente antijudaico para isolar a rebelião e interrompê-la. Substituindo-o por um conceito benevolente, ou de acordo com os interesses de Roma. Toda a história do cristianismo se concentraria em culpar os judeus pela morte de Jesus e não os romanos que o chicotearam e pregaram na cruz.

Em 70 d.C., o general Tito (futuro imperador), liderou a conquista e destruição de Jerusalém, um evento central na Primeira Guerra Judaico-Romana (66–74 dC), resultando no saque da cidade, na destruição do Segundo Templo e na dispersão (Diáspora) do povo judeu, marcando um ponto de virada na história judaica e romana, com monumentos como o Arco de Tito em Roma comemorando sua vitória e seus troféus.

Um dos painéis do arco retrata soldados romanos carregando tesouros capturados do Templo de Jerusalém, incluindo um grande menorá, pelas ruas de Roma. O Arco de Tito foi construído por Imperador romano Domiciano por volta de 81 d.C., após a morte de seu irmão e antecessor, o imperador Tito. Os Flavianos criaram a história de messias cristão algum tempo depois da revolta judaica de 66-73 d.C., a primeira de três grandes rebeliões.

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Pessoas ingênuas e ignorantes na Judéia, Galiléia e Samaria acreditaram nas histórias sobre Iesus Christus criado por Flávio Josefo a mando de Vespasiano e Tito e se tornaram os primeiros cristãos. Esses cristão acreditaram que os judeus eram os responsáveis pela morte de seu adorado “messias salvador” e começaram a atacá-los. Por séculos os cristãos em países cristãos da Europa perseguiram e mataram os judeus chamando-os de traidores, assassinos e todo tipo de apelidos depreciativos.

Vários rabinos judeus não aceitaram o novo messias judeu criado por Vespasiano e Tito, e isso obviamente enfurecia as turbas de cristãos convertidos. Judeus foram perseguidos, espancados e massacrados ao longo do tempo pelos cristãos fanáticos. O desprezo dos rabinos por Iesus Christus e pelo cristianismo era tanto que o Talmud foi escrito com sua base, a Mishná, compilada por volta do 200 d.C. pelo Rabino Judá, o Príncipe, e a parte final, a Guemará (discussões e comentários), adicionada entre os séculos III e V d.C., resultando em duas versões principais: o Talmud de Jerusalém (século IV) e o Talmud Babilônico (concluído por volta do século VI), este último sendo o mais completo e autoritário.

Os imperadores romanos que vieram após os Flavianos é que começaram a perseguir os cristãos, que se multiplicaram por toda Europa. Sugiram várias facções cristãs com crenças diferentes entre si. Séculos depois, o Imperador Caio Flávio Valério Constantino (272 – 337 dC) proibiu a perseguição romana aos cristãos e se tornou o primeiro imperador cristão.

Toda essa história da criação do personagem Iesus Christus está em: Jesus, o salvador militar de Roma e Todos os caminhos levam a Roma. A estrutura do poder que governa o mundo.

Os Imperadores Flavianos de Roma – Vespasiano, Tito e Domiciano.

Porque os romanos incendiaram a Biblioteca de Alexandria em 48 a.C.? 7

O cristianismo foi criado pela dinastia Flaviana original (Vespasiano, Tito e Domiciano) que governou Roma de 69 a 96 d.C. O que há de tão interessante na Dinastia Flaviana, cujo “herdeiro”, Caio Flávio Valério Constantino (272 – 337 dC) se tornou o primeiro imperador cristão?

Constantino, o Grande, não era descendente direto de Vespasinano, da Primeira Dinastia Flaviana. Mas, por algum motivo, a dinastia de Constantino também é chamada de “Neoflaviana”, já que cada membro da dinastia acrescentou o nome Flavius ao seu nome, assim como os governantes da primeira dinastia Flaviana do século I. A continuidade na restauração do Império e o apoio ao cristianismo são evidentes. O motivo de escolherem o nome “”Neoflaviana” é um mistério histórico interessante!

Enquanto Constantino, o Grande, adotou o nome “Flavius” para se associar a anterior Dinastia Flaviana, sua família governante é conhecida como Dinastia Constantiniana. A dinastia Flaviana original não tinha relação com a família de Constantino. A dinastia constantiniana recebeu esse nome em homenagem a Constantino, o Grande, e durou desde a ascensão de seu pai, Constâncio Cloro, no final do século III, até a morte de Juliano em 363 d.C.

Caio Flávio Constâncio, o pai de Constantino, teve acesso a documentos secretos sobre Flávio Josefo, servo dos Imperadores Flavianos, que mostravam que ele havia criado o messias Iesus Christus. Por isso ele adotou o nome “Flavius” (Flávio) para se associar a Dinastia Flaviana. Constantino transformou o culto cristão criado secretamente pelos Flavianos em religião oficial do Império Romano para salvá-lo da extinção.

Dinastia Flaviana

Governantes: Vespasiano, Tito e Domiciano
Datas: 69–96 d.C
Principais características: Substituiu Nero, trouxe estabilidade e revitalização ao império, construiu o Coliseu e criou secretamente o cristianismo para promover um ambiente antijudaico para isolar a rebelião na Judéia e interrompê-la.
Relação com Constantino: Nenhuma relação biológica. Constantino adotou o nome “Flavius” por razões políticas, ligando-se a esta dinastia por terem criado o cristianismo, que foi útil para ele.

Dinastia Constantiana

Fundador: Caio Flávio Constâncio Cloro (250 – 306 dC)
Membro-chave: Caio Flávio Valério Constantino (272 – 337 dC), que se tornou o único imperador em 324 d.C
Datas: Aproximadamente 284–363 dC

Principais características:

Nome: Também chamada de dinastia “Neoflaviana” porque todos os governantes tinham o nome de Flávio.
O impacto de Constantino I, o Grande: Mudou a capital para Constantinopla, emitiu o Édito de Milão (o que permitiu a liberdade religiosa aos cristãos) e se converteu ao cristianismo.
Fim da Dinastia: Terminou com a morte de Juliano, o Apóstata em 363 d.C.

Durante séculos após os Flavianos, Roma travou uma guerra implacável contra a crescente crença no messias cristão e seus ensinamentos sobre a vida eterna. Mas Roma estava perdendo. Então, em 325 d.C., o imperador Constantino, que era pagão, mudou de estratégia: Se Roma não conseguia destruir a fé cristã, que foi criada pela própria Roma para conquistar os judeus, ele a infiltraria e a corromperia por dentro, assumindo seu controle. Naquele mesmo ano, Constantino convocou o Concílio de Niceia, uma manobra política e religiosa que mudaria o cristianismo para sempre. O cristianismo foi descriminalizado por Constantino.

No Concílio de Niceia em 325 d.C. Constantino redefiniu o cristianismo por razões políticas.

Com o passar dos séculos, o Império Romano entrou em decadência mas foi salvo quando Constantino reconheceu oficialmente o cristianismo como religião pelo edito de Milão, em 313. Por volta do ano 312, Constantino fingiu sua própria conversão ao cristianismo, e o processo de tornar o cristianismo a religião do Império Romano começou. Durante o Primeiro Concílio de Niceia em 325, Constantino criou a Igreja para perseguir e destruir os mistérios gnósticos (incluindo o Cristianismo Gnóstico) e outras organizações cristãs rivais da época.

A história nos conta que Flávio Constantino, o Grande, inspirado por uma visão de uma cruz flamejante de luz na Batalha da Ponte Mílvia em 312 d.C., transferiu o vasto patrocínio do governo romano e suas receitas fiscais para o cristianismo. A Igreja Cristã foi dotada de terras e propriedades, e toda a cidade de Constantinopla foi construída do zero como uma cidade cristã. O Concílio de Niceia foi realizado para unificar os princípios da religião sob a direção de Constantino, e todas as diversas formas sectárias do cristianismo (com exceção do catolicismo romano) tornaram-se heresias oficiais.

Os historiadores debateram se Constantino era realmente descendente da dinastia flaviana de Vespasiano, Tito e Domiciano, ou se sua genealogia era uma invenção, caso em que seu sobrenome pode ter sido escolhido em homenagem aos flavianos e à sua fundação do cristianismo.

Uma breve contrarrevolução pagã foi tentada sob Juliano, o Apóstata (que reinou de 361 a 363 d.C.), mas em 380 d.C., os triúnviros Graciano, Valentiniano II e Teodósio sentiram-se confiantes o suficiente para emitir o Édito de Tessalônica, que declarava que todos os pagãos e hereges em todo o Império Romano “sofrerão em primeiro lugar o castigo da condenação divina e em segundo lugar a punição de nossa autoridade que, de acordo com a vontade do Céu, decidiremos infligir”.

Contudo, como diz o ditado, “Roma não foi construída em um dia”. A experiência de Constantino em substituir as religiões existentes em todo o Império Romano deve ser comparada e contrastada com a experiência do rei egípcio Akhenaton em sua tentativa de erradicar a antiga religião do Egito. Em uma única geração, o experimento Atonista de Akhenaton chegou ao fim, os antigos deuses e o antigo sacerdócio foram restaurados, e Akhenaton foi praticamente apagado da história, a menos que tenha sobrevivido como uma espécie de Moisés em Canaã.

As crenças religiosas são profundamente arraigadas e tendem a ser transmitidas de geração em geração, portanto, há uma enorme inércia e resistência à mudança. O sucesso de Constantino deve ter sido resultado de muitas gerações de esforço contínuo. Muito antes da época de Constantino, o cristianismo (isto é, o catolicismo romano) já se manifestava num estilo claramente destinado à grandeza imperial. Já na epístola de Clemente (por volta de 95 d.C.), a Igreja estava organizada de forma hierárquica e quase militar, recebendo ordens do bispo de Roma, com o objetivo de evangelizar o mundo. Além disso, como observou Atwill:

“Quando se observa a forma do cristianismo primitivo, não se vê a Judeia, mas Roma. As estruturas de autoridade da igreja, seus sacramentos, seu colégio de bispos, o título do chefe da religião – o sumo pontífice – eram todos baseados em tradições romanas, não judaicas. De alguma forma, a Judeia deixou poucos vestígios na forma de uma religião que supostamente se originou dentro dela”.

Constantino começou a “tomada corporativa” renomeando todos os antigos cargos e agências que o Império Romano tinha para dentro da “Santa Sé Romana”. O Império Romano foi renomeado para Igreja Católica Romana. O César se tornou o Papa. A Santa Sé, que é o órgão governante da Igreja Católica, é dona da Cidade do Vaticano. O salvador de Roma Jesus Cristo tornou o papado imensamente rico e poderoso e ajudou a manter o poder das famílias aristocratas do Sacro Império Romano que eram obedientes ao Papa.

A formação do Sacro Império Romano-Germânico foi iniciada pela coroação de Carlos Magno como “Imperador dos Romanos” em 800, e consolidada por Otto I quando ele foi coroado imperador em 962 pelo Papa João XII.

Escritórios do Império Romano e seus nomes modernos:

Império Romano (Imperium Romanum) renomeado: Igreja Católica Romana

Cúria (órgão legal dos senadores) pequena mudança de nome: Cúria (órgão legal dos cardeais)

Imperador romano renomeado: Papa romano (chefe de todos os assuntos da igreja e do estado)

Assuntos de governo civil do estado renomeado: Assuntos extraordinários (assuntos de governos civis do estado)

Questões de ordens religiosas renomeado: Questões “eclesiásticas” da Igreja

Colégio Romano dos Senadores renomeado: Colégio dos Cardeais

Magistrado do Colégio dos Senadores renomeado: Reitor do Colégio dos Cardeais

Departamentos da Cúria Senatorial Romana renomeados: Congregações

Embaixador político renomeado: Pró-Núncio (mais alto embaixador civil enviado a outros governos, ou seja, Washington DC, Londres etc.)

Senadores romanos renomeados: Cardeais

Governadores romanos renomeados: Arcebispos

Senador romano sem território renomeado: Bispo (Código de Direito Canônico 376)

(Grande) Província Romana renomeada: Arquidiocese

(Pequeno) Território Romano renomeado: Diocese

Cadeira Imperial de Júpiter onde César se sentou renomeado: Trono de São Pedro

Virgens Vestais renomeadas: Freiras

Pontifex Maximus (sumo sacerdote do Colégio dos Senadores) renomeado: Sumo Pontífice do Colégio dos Cardeais

Pontífice ou “sumo sacerdote” de uma ordem religiosa pagã (Zeus, Apollo, Diana, Marte, Júpiter, Baal, Dionísio, Pythia etc) mesmo nome: Pontífice

Um Pontífice (latim: “pontifex”) significa construtor de pontes ou sacerdote entre o homem e os deuses do submundo.

O Calendário Romano e os Dias Santos dos deuses renomeados: Calendário de Feriados dos Santos

Voz dos deuses falando através de César renomeado: Ex-Cathedra: Voz de Deus falando através do Papa

Reunião dos Pontífices (sumos sacerdotes) das ordens religiosas pagãs renomeadas: Conselho Ecumênico dos Bispos

Ato legal de criar um deus (de um ser humano vivo ou morto, como era feito para a maioria dos Césares) “Apoteose dos Deuses” renomeado: Canonização dos Santos

Um decreto de César (ditador vitalício) renomeado: o dogma infalível do Papa

Rezando a um deus humano morto renomeado: Rezando a um santo

O cristianismo primitivo incorporou e adaptou estruturas e símbolos pagãos, como a conversão de templos em igrejas. Populações locais, há muito acostumadas ao politeísmo e aos cultos locais, às vezes transferiam os papéis, iconografias ou dias festivos de suas divindades tradicionais para um santo cristão com um nome ou patrocínio semelhante (por exemplo, São Demétrio assumindo aspectos do culto de Deméter na Grécia, ou Santa Brígida na Irlanda tendo características da deusa Brighid).

O deus romano supremo, Júpiter, era visto como rei dos deuses, semelhante a Pedro como chefe da Igreja, levando à teoria de uma troca direta. A estátua entronizada de Pedro no Vaticano, segurando as chaves do Reino dos Céus, lembra representações do deus romano Júpiter.

A essência do cristianismo é que o homem é “incapaz de salvar a sí mesmo”, por essa razão, Deus enviou seu único filho Jesus Cristo para nos salvar, morrendo na cruz para nos redimir de nossos pecados. O cristianismo afirma que o sacrifício de Jesus, que morreu na cruz e ressuscitou, foi feito para redimir a humanidade de seus pecados. Tantas pessoas adoram Jesus na cruz. O crucifixo só foi ratificado pelo sexto conselho ecumênico no ano 680 d.C. Foi decretado que a figura de um homem pregado na cruz seria adotada como um símbolo oficial da igreja Católica Romana.

O imperador Adriano, no ano 722 d.C., ordenou que motivos, pinturas e estátuas com Jesus Cristo pregado na cruz começassem a aparecer. Passaram 700 a 800 anos após o chamado nascimento de Cristo que esse símbolo foi adotado como algo representativo da igreja. O imperador Constantino I completou quaisquer alterações da Bíblia, iniciadas por Vespasiano e Tito, afirmando que o Messias, Jesus, era o representante de Deus na Terra. Este foi o nascimento do ofício do papado, posteriormente, a sucessão de papas.

A aparência dos evangelhos, declarados documentos oficiais, veio do imperador Constantino e foi compilada durante os anos 272 d.C. a 377 d.C. A imagem de Jesus Cristo, conhecida por todos, foi modelada a partir de César Bórgia. O Papa Alexandre VI ordenou a destruição de todas as obras de arte que representassem um Jesus semita e encomendou pinturas representando um Jesus caucasiano. O filho do Papa Alexandre VI foi o modelo para essas pinturas.

A principal razão para isso parece ter sido a falta de interesse da população em matar muçulmanos e judeus que se parecessem com Jesus Cristo. Assim, a imagem de Jesus Cristo teve que ser mudada, embora, ironicamente, César Bórgia fosse, em muitos aspectos, o oposto de Jesus Cristo.

Cesare Borgia, nascido em 13 de setembro de 1475 ou abril de 1476 e falecido em 12 de março de 1507, duque de Valentinois, foi um nobre, político e cardeal italiano. Ele era filho de Rodrigo Borgia, que mais tarde se tornou Papa Alexandre VI, e de sua amante de longa data, Vannozza dei Cattanei.

Pinturas de Cesare Borgia (esquerda) e Jesus Cristo (direita)

 

O nome “Jesus Cristo” não apareceu até o tempo da Reforma Protestante. Anteriormente, os nomes Yehoshua (hebraico), Yeshua Kristos (aramaico) e “Iēsous” (grego) eram usados. A Bíblia de Genebra, produzida em 1560 em Genebra, Suíça, usou a grafia “Jesus” pela primeira por que era uma adaptação em inglês de uma transliteração alemã de uma transliteração latina de uma transliteração grega do nome originalmente hebraico Yeshua.

“Cristo” era um título derivado da palavra grega “christos”, que traduz o termo hebraico “mashiach” (Messias), que significa “o ungido”. A combinação do nome e do título “Jesus Cristo” tornou-se comum somente após a Reforma.

A palavra grega para peixe é “Ichthus”, que também é um acrônimo para Jesus. O latim “Iesous Christos Theou Uios Soter” se traduz para o português como “Jesus Cristo, Filho de Deus, Salvador”.

A verdade completa e revelada sobre o Natal. 7

A verdade completa e revelada sobre o Natal. 8

 

Hebraico para Aramaico
Yehoshua (significa “Yahweh salva.”) → Yeshua 

Aramaico para grego
Yeshua → Iēsous (Ἰησοῦς)

Grego para latim
Iēsous → Iesus

Latim para Inglês
Iesus → Jesus

Os nomes Joshua (Josué) e Jesus vem do mesma raiz hebraica:

Joshua é a transliteração direta em inglês de Yehoshua.
Jesus é a forma traduzida pelo grego de Yeshua, passou pelo latim.

Como o latim era a língua preferida da Igreja Católica, a versão latina de “Yeshua” era o nome de Cristo em toda a Europa. Até mesmo a publicação da Bíblia King James em 1611 usou a grafia “Iesus”. No entanto, em 1638 d.C. a Bíblia King James usou o nome Jesus. É difícil precisar exatamente de onde veio a grafia de “Jesus”, embora alguns historiadores especulem que essa versão do nome se originou na Suíça.

No alemão suíço, o “J” é pronunciado mais como um inglês “Y”, ou o latim “Ie” como em “Iesus”. Quando a rainha católica Maria I assumiu o trono inglês em 1553, multidões de estudiosos protestantes ingleses fugiram e muitos acabaram encontrando refúgio em Genebra. Foi lá que uma equipe de algumas das mentes inglesas mais brilhantes da época produziu a Bíblia de Genebra que usava a grafia suíça “Jesus”.

A Bíblia de Genebra foi uma tradução extremamente popular e foi a versão da Bíblia citada por Shakespeare e Milton. Em 1769, a maioria das traduções inglesas da Bíblia usava a grafia “Jesus” popularizada pela Bíblia de Genebra. E embora este estivesse longe do nome real de Jesus em sua forma original e tivesse pouca semelhança com “Yeshua”, esta versão foi aceita em todo o mundo como o padrão que permanece até hoje.

Assim, o nome usado pelos falantes de inglês hoje é uma adaptação em inglês de uma transliteração alemã de uma transliteração latina de uma transliteração grega de um nome originalmente hebraico.

A Bíblia de Genebra ajudou a popularizar a grafia de “Jesus”.

Há muita obsessão pelo nome de Jesus em hebraico, Yeshua. Entretanto, esse nome nunca foi usado quando supostamente Jesus andou pela Terra durante Sua Primeira Vinda. O hebraico não era a língua comum da época, a maioria dos hebreus falava aramaico, o hebraico não estava na moda na época e era usado apenas em áreas limitadas, como os tribunais do Sinédrio. Em 30 a 33 d.C.,, a língua internacional da época era o grego. Os romanos sabiam grego, e os hebreus sabiam grego. O nome de Jesus em hebraico é Ἰησοῦς ou Iesous. Este nome, Iesous, foi usado pelos supostos discípulos Tiago, João, Pedro e Paulo.

Todo o Novo Testamento foi escrito em Coine Grego, e assim o nome de Jesus teria aparecido nos Evangelhos de Mateus, Marcos, Lucas e João, nas Epístolas dos Colossenses e 1 e 2 Coríntios como Ἰησοῦς ou Iesous. Este nome grego de Jesus é importante por que os Evangelhos e Epístolas originais, e até mesmo o Apocalipse em Patmos, teriam usado Iesous para o nome de Jesus e teria sido Jesus Cristo completo: Ἰησοῦς Χριστός. (Iēsoûs Khristós) ou Iesus Christus em latim

Agora o nome latino de Jesus é Iesus que vem de Iesous (grego). É concebível que Jesus tenha sido chamado de Iesus por Pôncio Pilatos durante sua audiência (João 19:1-11). Também é concebível que a igreja em Roma chamasse Jesus pelo nome de Iesus porque é latim; e o latim era a língua do Império Romano e certamente o povo romano ouviu falar de Jesus como Iesus por que esse teria sido o título de convicção que Jesus recebeu de Pilatos (João 18 e Mateus 27).

Assim, o nome definitivo de Jesus pelo qual podemos ter certeza de que Ele foi chamado é Iesous e Iesus, e Iesus se traduz como Jesus na tradução anglo-inglesa para o latim. Portanto, Jesus veio do latim Iesus que veio do grego Iesous. O nome hebraico Yeshua não era usado na época de Jesus. O nome Jesus vem de Iesus e Iesous.

BÍBLIA HEBRAICA 285-246 AC Septuaginta foi a tradução oficial do Antigo Testamento em GREGO. No século II a.C., o Antigo Testamento foi traduzido para o grego. Esta tradução é conhecida como Septuaginta.

325 d.C. Constantino realizou o Concílio de Niceia.

360 d.C. O Novo Testamento grego do Codex Sinaiticus foi escrito após o Concílio de Nicéia. Isso foi usado apenas para produzir a Bíblia Vulgata Latina. Em 1859, o Codex Sinaiticus foi descoberto no Egito, no Mosteiro de Santa Catarina, pelo arqueólogo de Leipzig Constantin von Tischendorf. O Codex Sinaiticus é uma antiga cópia manuscrita da Bíblia grega e, juntamente com o Codex Vaticanus, é o melhor texto grego do Novo Testamento. Incluindo também grande parte do Antigo Testamento, é um documento inestimavelmente importante na história do cristianismo. O Codex foi escrito em algum momento do século IV (entre 325 d.C. e 360 d.C.) e é um manuscrito do tipo texto alexandrino.

382 d.C. [Bíblia Vulgata Latina traduzida por São Jerônimo] a tradução foi em grande parte obra de São Jerônimo, encomendado pelo Papa Dâmaso I. São Jerônimo traduziu o grego para o latim. Isso significa o original 285-246 a.C. A Septuaginta foi traduzida para o latim em 382 d.c.

Depois de 382 d.C., as seguintes bíblias foram traduzidas. Bíblia Vulgata Latina em vez do grego e hebraico originais. A palavra latina Iesus foi usada. A palavra correta deveria ser Iesous, que é grego. A palavra correta deveria ser Joshua, que é inglês.

1395 d.C. Bíblia Grega Wycliffe, 1514 d.c. Erasmo-Novo Testamento Grego, 1525 d.c. Novo Testamento de Tyndale, 1534 d.c. Bíblia de Tyndale, 1540 d.C. A Grande Bíblia também chamada Cranmer, 1568 d.c. A Bíblia dos Bispos, 1587 d.c. A Bíblia de Genebra e 1611 d.c. Versão King James traduzida de 80% de 1525 d.c. Bíblia de Tyndale que foi traduzida de 382 d.c. Bíblia Vulgata Latina. Jaime II da Inglaterra (1633-1701) foi de fato o último monarca católico da Inglaterra. Jaime foi expulso do trono pelos protestantes. A Inglaterra aprovou uma lei afirmando que nenhum católico pode ocupar um cargo novamente.

1638 d.C. A Bíblia King James usou latim para criar a versão bíblica em inglês. Esta foi uma tradução do Kings James de 1611, que foi uma tradução da Bíblia Vulgata Latina. A palavra latina Iesus foi usada. A palavra correta deveria ser Iesous, que é grego. A palavra correta deveria ser Joshua, que é inglês. O 1638 d.C. Todos os textos em inglês do King James têm literalmente o nome JESUS nesses dois lugares, embora os contextos se refiram ao homem Josué.

Em 1604, Robert Cawdrey publicou o primeiro dicionário de inglês, a letra “J” foi adicionada para criar o alfabeto inglês moderno que conhecemos hoje. A Bíblia King James de 1611, escrita em inglês, não usava a letra “J”, mas sim palavras latinas. Se o nome Jesus foi usado antes de 1611, por que o nome Jesus não foi usado na Bíblia King James de 1611? Isso significaria apenas que os ingleses não aceitaram o “J” até depois de 1611 e antes de 1638 d.C. ou o nome Jesus não foi usado até depois de 1611 d.C.

Uma possível resposta para como “J” foi usado para criar o nome Jesus é que alguém pegou a palavra latina Iesus e adicionou “J” para criar o nome Jesus. O problema é o uso da palavra latina e não da palavra grega. O segundo problema que isso teve que ocorrer depois de 1604 d.C. O terceiro problema é que o 1611 d.C. A Bíblia King James usou a palavra latina Iesus, não Jesus.

No entanto, em 1638 d.C. A Bíblia King James usou o nome Jesus’. Sabemos que o latim não usou a letra “J” até o século XVIII ou 100 anos depois de 1638 d.C. A Bíblia King James usou o nome Jesus’. O rei Jaime I da Inglaterra autorizou a tradução protestante da versão King James e optou por continuar as políticas anticatólicas.

Como você pode ver, o único texto grego original foi usado para produzir a Bíblia Vulgata Latina e depois disso todas as Bíblias foram traduzidas da Bíblia Vulgata Latina usando palavras em inglês e latim. Como você pode ver claramente, o Nome Jesus não pode ser usado nas Bíblias em inglês, exceto ao adicionar a letra inglesa “J” à palavra latina Iesus.

A Bíblia King James de 1638 traduziu a palavra latina Iesus para a palavra inglesa Jesus. O problema de traduzir a palavra latina Iesus para o inglês como Jesus antes de 1701 d.C. é que não havia “J” no alfabeto latino. Depois de 1701 d.C., a palavra latina Iesus se tornou a palavra inglesa Jesus. O único “J” foi usado pelos ingleses e isso significaria que o nome Jesus foi inventado pelos ingleses cerca de 100 anos antes.

A lenda do Papai Noel vem do santo cristão São Nicolau de Mira

Santa Claus (Papai Noel) é a figura lendária e popular do Natal, um velhinho barbudo de roupa vermelha que entrega presentes às crianças na véspera de Natal, vindo de um centro de fabricação de brinquedos (Oficina do Papai Noel) com renas voadoras. Sua origem mistura o santo cristão São Nicolau de Mira, conhecido por sua generosidade, com lendas pagãs nórdicas, sendo popularizado nos EUA no século XIX com o poema “Uma Visita de São Nicolau” e a imagem moderna estabelecida por campanhas como a da Coca-Cola.

O que começou como uma história sobre generosidade silenciosa e virtude moral, acabou se transformando em um ícone comercial global. São Nicolau foi um bispo grego do século IV famoso por sua caridade e por dar presentes secretamente, tornando-se o padroeiro das crianças. Colonos holandeses trouxeram a tradição de “Sinter Klaas” (forma holandesa de São Nicolau) para a América, onde evoluiu para “Santa Claus”. Poemas e ilustrações do século XIX o descreveram como um homem gordo, barbudo, com trenó e renas, consolidando a imagem moderna.

Filho de família nobre e rica, Nicolau nasceu em Patara, cidade da Ásia Menor, por volta do ano 250. Seus pais eram muito ricos e cristãos fervorosos. Desde criança Nicolau demonstrou inclinação para a virtude, para a vida espiritual e para a caridade. Quando jovem, não se importava com diversões e vaidades, mas preferia participar das atividades da igreja. Já morando com sua família em Mira, desenvolveu o costume de fazer doações anônimas, tanto em dinheiro quanto em roupas e alimentos para viúvas, pobres e necessitados.

Presentes jogados pela chaminé

Este fato ajudou a criar a figura de Papai Noel. Certa vez, um pai não tinha dinheiro para pagar os dotes de suas três filhas. Por isso, não tinha condições de dar a elas um bom casamento. Desesperado, o homem decidiu encaminhar as três para a prostituição. Nicolau ficou sabendo dessa história e agiu. Encheu três saquinhos de moedas de ouro, no valor dos dotes de cada uma das filhas. Depois, foi até à casa dessa família de madrugada, subiu no telhado e jogou os saquinhos pela chaminé. Assim, ele salvou as jovens da prostituição e criou o mito do Papai Noel.

Bispo de Mira

São Nicolau foi sagrado bispo da cidade de Mira, ainda muito jovem, por causa de sua grande sabedoria, caridade e espiritualidade. Sua liderança era incontestável e admirada por todos. Ele chegou a desenvolver um apostolado também na região da Palestina e Egito, mas sempre voltou para sua cidade, Mira.

Perseguição e prisão

Mais tarde, ocorreram as terríveis perseguições do imperador Diocleciano, que governou de 284 a 305 d.C.. São Nicolau foi preso por ser bispo cristão. Permaneceu na prisão por duas décadas, mas não renegou sua fé. Ficou firme e encorajava outros prisioneiros a permanecerem fiéis a Iesus Christus, mesmo diante da crueldade da prisão. Somente quando foi decretado o famoso Edito de Constantino, que tornou o cristianismo a religião oficial do Império Romano, ele foi libertado.

O bispo São Nicolau participou ativamente do primeiro Concílio de Nicéia, em 325. Neste Concílio foi rejeitada a heresia ariana. Documentos atestam que no momento da abertura deste Concílio, o imperador romano Constantino supostamente ajoelhou-se em frente a São Nicolau e a outros que sofreram a última persegui­ção romana.

Milagres

São Nicolau de Mira foi venerado como santo ainda em vida. De fato, sua caridade e sabedoria foram admiradas. Além disso, quando ainda estava vivo, vários supostos “milagres” aconteceram por usa intercessão. Por isso, sua fama se espalhou entre os cristãos da Ásia. O que pode ser tudo apenas propaganda.

Morte

São Nicolau faleceu em 6 de dezembro do ano 326, na cidade de Mira. Seu túmulo tornou-se local de grande peregrinação. Mais tarde seus restos mortais foram transpor­tados para a cidade de Bari, Itália. Lá, até hoje, suas relíquias são motivo de gran­de veneração.  O culto a São Nicolau propagou-se por toda a Europa.

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Renato Cunha
O blog Stylo Urbano foi criado pelo estilista Renato Cunha para apresentar aos leitores o que existe de mais interessante no mundo da moda, artes, design, sustentabilidade, inovação, tecnologia, arquitetura, decoração e comportamento.

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