Benyamin Naeem Habib é um político e empresário britânico-paquistanês que atua como líder do partido Advance UK da Grã-Bretanha desde a sua fundação em junho de 2025. Ben Habib disse a verdade que a classe política britânica teme mais do que tudo: Chamar orgulho cultural de “extrema direita” não é um argumento, é uma arma.
Foi concebido para silenciar o público enquanto o país é remodelado sem consentimento dos cidadãos britânicos. “A migração em massa é útil para eles por que elimina uma cultura estabelecida. É por isso que eles definem o nacionalismo cultural como de extrema direita. Eles não querem isso.”
Habib expôs o projeto:
– Quebre a conexão da nação com seu passado.
– Use o imposto sobre herança para destruir a propriedade geracional.
– Inunde o sistema com imigrantes que nunca consentiram com as lei e normas britânicas.
– Em seguida, rotule qualquer pessoa que defenda sua própria identidade como racista.
Ele disse isso claramente: “É incivilizado não impor fronteiras por que são os seus cidadãos que são agredidos. Esse é o fim da civilização quando não há fronteiras.” A Grã-Bretanha não está autorizada a defender:
– Sua cultura
– Sua história
– Sua terra
– Seu povo
Porque no momento em que tenta, a classe dominante grita “extrema direita”. Mas a verdade permanece: Uma nação que não consegue defender a sua identidade deixa de existir. Habib traçou a linha de batalha, não entre raças, não entre comunidades, mas entre aqueles que acreditam que a Grã-Bretanha deveria sobreviver e aqueles que acreditam que ela deve se dissolver. Lembrando que foram os aristocratas maçons britânicos que criaram o globalismo e o espalharam ao resto do mundo.
🚨 “THIS IS HOW YOU ERASE A NATION” — HABIB CUTS THROUGH THE LIES 🚨
Ben Habib just articulated the truth that the political class fears more than anything:
Calling cultural pride “far right” is not an argument — it is a weapon.
It is designed to silence the public while the… pic.twitter.com/CW8QzNvIdp
— Jim Ferguson (@JimFergusonUK) December 10, 2025
85% dos refugiados do mundo são muçulmanos. Nenhum dos 56 países muçulmanos acolhe refugiados. Onze desses países estão entre os mais ricos do mundo!
“Ninguém no Oriente Médio bloqueia cruzamentos para rezar nas ruas e gritar Allahu Akbar. Eles fazem isso nos países ocidentais por que estão tentando afirmar seu domínio religioso sobre você, reivindicar seu país e transformá-lo em lei Sharia.”
“No one in the Middle East actually blocks intersections to pray in the streets and yell Allahu Akbar. They do it in your countries is because they’re trying to assert their religious dominance over you and claim your country and turn it into Sharia law.”pic.twitter.com/3Xnu5bVkN0
— Wall Street Mav (@WallStreetMav) December 12, 2025
O Governo Trump suspendeu um acordo tecnológico de US$ 40 bilhões com o Reino Unido. As autoridades americanas disseram estar frustradas com o governo de Keir Starmer que está destruindo o Reino Unido com imigração em massa, incentivo a farsa das “energias verdes” que são caras e ineficientes e censura a liberdade de expressão.
Trump suspends $40,000,000,000 Tech deal with UK
“US Officials said they were frustrated by the UK’s strict approach to online safety”. Make no mistake this is the direct result of the way the Keir Starmer are destroying the UK, including Free Speech. pic.twitter.com/nV0QUg0R8l— Stylo Urbano (@stylourbano9) December 17, 2025
A mudança demográfica acelerada que mostra a diminuição da população de brancos no Reino Unidos e toda Europa foi orquestrada pelas elites aristocratas da Fabian Society (Sociedade Fabiana). A imigração em massa, principalmente de muçulmanos, desempenha um papel importante na barbárie da Europa, um processo que assumiu o caráter de uma invasão desde a criação da União Europeia. A Sociedade Fabiana tem fortes laços com a Maçonaria britânica e a maioria dos políticos britânicos que promovem a imigração em massa são maçons.
Segundo Evgeny Gilbo, a destruição da sociedade caucasiana europeia está a ser realizada pela classe dominante britânica através da supressão seletiva da hegemonia cultural dos grupos étnicos da raça branca pela imposição do domínio de grupos étnicos estrangeiros e anticivilizacionais que professam o Islã. 85% dos refugiados do mundo são muçulmanos. Nenhum dos 56 países muçulmanos acolhe refugiados. Onze desses países estão entre os mais ricos do mundo.

A Sociedade Fabiana é um grupo de pensamento socialista e reformista britânico, fundado em 1884 em Londres, que busca promover mudanças sociais graduais para dominar a sociedade e impor um governo socialista mundial das elites britânicas. A Sociedade Fabiana foi autorizada pela Coroa Britânica, com o propósito de instaurar um estado coletivista mundial único por meio do gradualismo (em oposição à revolução violenta).
Isso se tornaria a base do que hoje é chamado de socialismo fabiano. A própria Monarquia Britânica está por trás do plano de substituição da população branca do Reino Unido por imigrantes da África, Ásia e Oriente Médio. Isto é, os aristocratas maçons britânicos autorizaram a eliminação da população original do país, isso é democídio patrocinado pelo Estado. O governo britânico forçou os cidadãos britânicos a serem injetados com as vacinas tóxicas do Covid, mas não forçou os imigrantes ilegais a serem vacinados.

A censura é a principal ferramenta do governo britânico e dos burocratas da União Europeia para silenciar os críticos da imigração em massa, do aumento da criminalidade e da decadência econômica, eles empurram a civilização ocidental ainda mais para o caminho do suicídio. As Sociedade Fabiana teve um papel crucial no desenvolvimento da ideologia do Partido Trabalhista Britânico, da London School of Economics de Londres e do Tribunal Internacional de Justiça em Haia. O maior partido político britânico, o Partido Trabalhista, é uma fachada dos socialistas fabianos.
Diz-se que o aparato político que permitiu a ascensão de Keir Starmer ao poder também incubou uma campanha secreta para sufocar os meios de comunicação da oposição, reprimindo a liberdade de expressão através do uso abusivo dos rótulos de “desinformação” e “notícias falsas”. O projeto, conduzido sob a bandeira Stop Funding Fake News (SFFN), recebeu financiamento do think tank Labour Together, alinhado ao Partido Trabalhista, e posteriormente se transformou no Centro de Combate ao Ódio Digital (CCDH).
O bilionário globalista George Soros doou US$ 250 mil ao CCDH que busca “matar” a plataforma de mídia X de Elon Musk e censurar a mídia conservadora. Os críticos há muito acusam Soros e a sua rede de ONGs de alimentar vários movimentos de protesto em todo o mundo, de interferir nas eleições e de tentar moldar o cenário dos meios de comunicação locais e suprimir opiniões divergentes. George Soros é um dos agentes da Sociedade Fabiana.

O primeiro ministro Keir Starmer é um maçom membro da Sociedade Fabiana e do Partido Trabalhista. Em ambos os lados do espectro político, veículos de comunicação considerados hostis ao Partido Trabalhista tiveram sua liberdade de expressão censurada. No fim das contas, uma pequena camarilha política bem conectada conseguiu construir toda uma infraestrutura de censura sob o pretexto de “combater a desinformação” e silenciou críticos de todos os lados. Como exatamente eles fizeram isso?
Leia mais: Como Starmer chegou ao poder graças a uma campanha secreta que reprimia a liberdade de expressão

Entre os vários objetivos da Sociedade Fabiana está a de promover a imigração em massa para a Europa e Estados Unidos com o objetivo de destruir suas identidades nacionais. Veja como, ao longo dos anos, os socialistas fabianos tornaram os britânicos brancos minoria na cidade de Londres.
— Stylo Urbano (@stylourbano9) December 10, 2025
Durante o governo britânico de Blair-Brown, entre 1997 e 2010, os políticos manipulados pela Sociedade Fabiana introduziram mudanças drásticas e abrangentes nas políticas pró-imigração, incentivando e facilitando a imigração em massa com o propósito expresso de destruir a sociedade britânica. A imposição do multiculturalismo por meio da imigração em massa nunca representou, e jamais representará, os melhores interesses ou as necessidades do povo britânico.
Isso fica evidente ao analisarmos a própria fundação da Sociedade Fabiana e constatarmos que aqueles que estão ligados a ela e financiam seus projetos são globalistas e banqueiros ricos. O Plano Kalergi é um plano cujo objetivo é o genocídio dos europeus caucasianos (pessoas brancas) através da miscigenação e imigração em massa de não-brancos para a Europa. Foi elaborado em 1923 pelo aristocrata austro-japonês Richard von Coudenhove-Kalergi. O conde Kalergi foi um veículo para as ideais e objetivos da Sociedade Fabiana, da mesma forma que o bilionário globalista George Soros é agora.
A loja maçônica à qual Kalergi ingressou em 1921 é chamada Humanitas. Assim que Kalergi começou a dar os primeiros passos no plano de destruição da Europa, a Maçonaria já estava ao seu lado. Em seu plano de “limpeza étnica”, Kalergi pretendia gerar uma raça mestiça passiva, domesticada, previsível e manipulável, de carácter e inteligência inferiores, sobre a qual a elite aristocrata maçônica poderia governar eternamente, já que essas mentes inferiores os impedem de se organizar para se rebelar e até mesmo de perceber que estão a ser dominados.
Leia mais:
Documento da Casa Branca condena a União Europeia e o fim do governo mundial.
Os burocratas não eleitos da União Europeia, liderados pela corrupta Ursula von der Leyen, que se tornou presidente da Comissão Europeia por meio de acordos secretos obscuros, aplicaram uma multa de 500 milhões de euros à Hungria por não cumprir as suas regras de imigração. A multa diária de €1 milhão imposta à Hungria é o preço da recusa em acatar a diretriz central da UE de substituição populacional. A UE é um cartel tirânico e não eleito que usa sanções financeiras como arma para dissolver a soberania nacional e impor suas cotas ideológicas.

Esses burocratas de Bruxelas provaram que sua agenda é fundamentalmente política e destrutiva. Eles priorizam a imigração em massa em detrimento da vontade popular e da estabilidade dos Estados-membros. Dissolver esse mecanismo demoníaco é o único caminho para salvar a civilização europeia. O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orban, afirmou que a Hungria não cumprirá as novas quotas de migração da UE que entram em vigor no próximo ano.
O pacto exige que os Estados-membros aceitem um determinado número de imigrantes ou paguem 20.000 euros por cada pessoa que recusarem. Ursula von der Leyen e demais burocratas globalistas não eleitos em Bruxelas estão mesmo determinados a destruir a Europa. Ursula afirmou que, para impedir a entrada ilegal na Europa, “devemos abrir mais vias seguras e legais para o continente” e anuncia, como parte das novas “parcerias de talentos”, a abertura de um escritório na Índia para conectar empregadores europeus a candidatos a emprego indianos.
Bruxelas está tramando um golpe contra Viktor Orbán. O objetivo é contornar o veto de Orbán ao uso de ativos russos congelados (roubados) pela UE, com base no Artigo 122 dos Tratados. O Artigo 122 prevê que medidas de emergência podem ser aprovadas pela Comissão em caso de crise econômica que afete os Estados-membros. No entanto, a Ucrânia não faz parte da União Europeia. A Comissão de Von der Leyen está tentando um golpe de Estado em grande escala, que viola abertamente até mesmo os próprios tratados europeus.


































