Depois de anos ridicularizando preocupações públicas como “teorias da conspiração”, com ajuda da mídia e “verificadores de fatos”, a FDA agora reconheceu uma ligação preocupante entre as vacinas de mRNA contra a COVID-19 e um aumento global dos casos de parada cardíaca súbita, validando o que críticos e médicos independentes vêm alertando desde que as vacinas “seguras e eficazes” foram lançadas.
O que antes era rotulado como “desinformação” agora é política oficial, já que a FDA ordenou novos rótulos de advertência em todos os produtos da vacina de mRNA da Pfizer e da Moderna, citando explicitamente os riscos de danos cardíacos a longo prazo e parada cardíaca súbita, especialmente em homens jovens, possivelmente irreversíveis.
Os requisitos revisados para a rotulagem pela FDA seguem dados recentemente analisados que mostram que jovens do sexo masculino com idades entre 12 e 24 anos continuam a sofrer de inflamação cardíaca pós-vacinação em taxas maiores do que o esperado. Apesar das repetidas alegações de que tais casos eram “raros e leves”, as evidências agora pintam um quadro muito mais sombrio, e o establishment está sendo forçado a admitir isso.
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O Dr. Vinay Prasad, diretor do Centro de Avaliação e Pesquisa de Produtos Biológicos da FDA, revelou publicamente as novas descobertas esta semana, detalhando como os próprios dados da agência revelaram uma taxa de miocardite de 27 por milhão em homens jovens, um número que, segundo especialistas independentes, é provavelmente muito maior devido à subnotificação incorporada aos sistemas de vigilância passiva, como o VAERS.
Mas talvez a admissão mais contundente tenha vindo na forma de dados de ressonância magnética cardíaca. Em um estudo financiado pela FDA, Prasad observou que 60% dos pacientes com miocardite pós-vacina ainda apresentavam sinais de lesão cardíaca cinco meses após o diagnóstico, com o que é conhecido como realce tardio com gadolínio (LGE).
LGE, um marcador de cicatrização cardíaca permanente, é frequentemente associado a complicações de longo prazo, algo que Kennedy há muito acusa as autoridades de saúde de esconder.
🚨 Dr. Vinay Prasad announces an updated FDA safety label for mRNA COVID vaccines “based on persistent and concerning cardiac MR findings” pic.twitter.com/tRqFeIsuk5
— Chief Nerd (@TheChiefNerd) July 2, 2025
A declaração formal da FDA diz:
“A FDA exigiu e aprovou atualizações nas Informações de Prescrição para a Comirnaty (vacina contra a COVID-19, mRNA) fabricada pela Pfizer Inc. e Spikevax (vacina contra a COVID-19, mRNA) fabricada pela ModernaTX, Inc. para incluir novas informações de segurança sobre os riscos de miocardite e pericardite após a administração de vacinas de mRNA contra a COVID-19.”
As atualizações necessárias incluem:
- A incidência estimada não ajustada de miocardite e/ou pericardite associada às fórmulas de vacinas de 2023–2024
- Os resultados de um estudo de ressonância magnética financiado pela FDA mostrando lesão cardíaca sustentada após a vacinação
Além disso, as seções de Reações Adversas e as Fichas Informativas para ambas as vacinas foram atualizadas, incluindo aquelas aprovadas para uso emergencial para crianças a partir de 6 meses.
Para Kennedy e o crescente movimento que exige responsabilização de empresas farmacêuticas e agências federais capturadas, esta não é apenas uma atualização burocrática, é a prova de que o muro de silêncio está começando a quebrar.
Enquanto os principais meios de comunicação se esforçam para distorcer a notícia, os fatos permanecem: o FDA agora reconheceu que lesões cardíacas graves e duradouras podem resultar e resultam da vacinação de mRNA contra a COVID-19, exatamente como Kennedy alertou. E para a máfia criminosa da Big Pharma, os dias de poder desenfreado e imunidade legal podem finalmente estar contados.

O governo australiano declarou estado de emergência nacional, visto que as taxas de câncer turbo, incluindo casos agressivos como o câncer de intestino avançado, estão aumentando a um ritmo alarmante, sobrecarregando os sistemas de saúde do país.
Australianos na faixa dos 30 e 40 anos estão enfrentando taxas sem precedentes e, em alguns casos, as maiores do mundo, de pelo menos 10 tipos diferentes de câncer. Isso aconteceu depois que o governo forçou milhões de australianos a se vacinarem durante a farsa pandêmica do Covid.

Um cirurgião plástico americano pode pegar até 35 anos de prisão por ter se recusado heroicamente a administrar as vacinas letais do Covid, destruindo milhares de frascos e distribuindo cartões de vacinação sem injeções para proteger seus pacientes durante a falsa pandemia. Suas ações, incluindo injetar solução salina em crianças para poupá-las de efeitos colaterais nocivos, o tornaram um alvo das autoridades federais.

Uma nova meta-análise massiva está enviando ondas de choque através da comunidade científica e levantando sinais de alerta urgentes para as “autoridades” de saúde pública. Um impressionante estudo feito com 86 milhões de pessoas descobriu um aumento dramático nos riscos de acidente vascular cerebral, ataque cardíaco, doença arterial coronariana e arritmia após a vacinação em massa contra a Covid.
Os pesquisadores descobriram:
- O risco de AVC aumentou 240% após a primeira dose
- Os ataques cardíacos aumentaram 286% após a segunda dose
- A doença arterial coronariana saltou 244% após a segunda dose
- A arritmia aumentou 199% após a primeira dose
O estudo foi conduzido por Raheleh Karimi e colegas da Escola de Saúde da Universidade de Ciências Médicas de Isfahan, no Irã. Os resultados do estudo foram publicado na Biblioteca Nacional de Medicina. Os pesquisadores descobriram que as vacinas “seguras e eficazes” da Covid estão significativamente associadas ao aumento dos riscos de eventos cardiovasculares maiores.
Os principais investigadores na Dinamarca estão soando o alarme depois de descobrirem uma ligação perturbadora entre as vacinas mRNA da Covid e o aumento de casos de neuropatia incapacitante. Um novo estudo bombástico liderado por cientistas dinamarqueses reacendeu as preocupações de que as injeções de mRNA sejam responsáveis por relatos crescentes de Neuropatia de Pequenas Fibras (SFN), uma condição neurológica grave que afeta os nervos.
A equipe de pesquisadores dinamarqueses encontraram evidências clínicas convincentes ligando as vacinas da Covid e vetor viral a danos nos nervos de início recente. A descoberta levanta questões urgentes sobre quantas pessoas podem estar sofrendo em silêncio. A Neuropatia das Fibras Pequenas (SFN) é uma condição incapacitante e muitas vezes dolorosa que afeta os nervos sensoriais e autonômicos não mielinizados do corpo.
Pode causar dor ardente, formigamento, sensibilidade à temperatura e até disfunção autonômica, interrompendo a frequência cardíaca, a digestão e muito mais. A lista de doenças causadas pelas vacinas “seguras e eficazes” da Covid parecem não ter fim. E tudo isso foi feio propositalmente pela máfia farmacêutica pois eles lucram bilhões com pessoas doentes.
A Big Pharma precisa de um constate número de pessoas doentes para aumentar seus lucros e como eles fazem isso? Envenenando as pessoas desde que são bebês com vacinas tóxicas e outros medicamentos sintéticos. Os diferentes lotes de vacinas, de qualquer tipo, causam doenças em curto, médio e longo prazo. É para isso que foram projetadas e não para “salvar vidas”. Para “curar” uma doença, a vacina causa diversos efeitos colaterais que podem ser piores que a doença que supostamente iria curar.
A Big Pharma faz parte a Agenda do Despovoamento das elites maçônicas. Aliás quem criou a primeira vacina do mundo contra a varíola no final do século XVIII? O maçom britânico Edward Jenner. O tempo passa, mas os vínculos entre a Maçonaria e o envenenamento da população com vacinas tóxicas permanecem inalterados. Os fabricantes de vacinas têm licença dos governos para matar.

“A Big Pharma vai entrar em colapso” — Executivo da Pfizer reclama que o relatório sobre a vacina contra o autismo de RFK Jr. abrirá comportas legais
O ex-comissário da FDA, Dr. Scott Gottlieb, está em pânico com o relatório do secretário do HHS, Robert F. Kennedy Jr., que será lançado em breve, ligando o alumínio nas vacinas à taxa crescente de autismo em crianças. O FDA e CDC eram agências capturadas pela Big Pharma para defender seus interesses financeiros e não a saúde da população. As empresas geralmente contratam funcionários de agências que gerenciavam suas análises bem-sucedidas de medicamentos, gerando conflito de interesses.
De acordo com Gottlieb, que agora faz parte do conselho da Pfizer, o controverso e aguardado relatório provavelmente desencadeará um tsunami jurídico no Programa Federal de Compensação por Danos Causados por Vacinas (VICP), levando potencialmente à falência os fabricantes de vacinas da Big Pharma, incluindo a Pfizer e a Moderna.
Em entrevista ao programa Squawk Box da CNBC, Gottlieb alertou: “Se esta reportagem ganhar força, as consequências poderão ser sentidas por anos. Pode levar a uma avalanche de processos judiciais e prejudicar setores do mercado de vacinas.”
RFK Jr., um antigo defensor da segurança das vacinas e fundador da Children’s Health Defense, deve publicar novas evidências que conectam adjuvantes de alumínio em vacinas infantis a distúrbios neurológicos, principalmente o autismo.
Críticos da indústria farmacêutica dizem que essa exposição há muito esperada pode finalmente levar à responsabilização dos fabricantes de vacinas, que há muito tempo estão protegidos da responsabilidade pelo VICP. O Dr. Gottlieb também criticou o recém-nomeado painel consultivo de vacinas do CDC, alguns dos quais foram selecionados pelo próprio Kennedy como parte de sua campanha para restaurar a confiança pública e a independência científica.
“As consequências destas nomeações serão sentidas durante anos”, disse a fonte da Big Pharma, sombriamente. Aos olhos de muitos defensores da liberdade médica, esse é exatamente o ponto. A grande mídia e os especialistas em regulamentação estão claramente nervosos.
Com mais de US$ 4,9 bilhões em indenizações já pagos pelo VICP desde sua criação, uma nova onda de reivindicações relacionadas ao alumínio pode sobrecarregar o sistema e expor o que os críticos chamam de um dos maiores acobertamentos médicos da atualidade. Para famílias de crianças que foram envenenadas com as vacinadas “seguras”, a maré pode finalmente estar mudando.
O tempo do silêncio acabou à medida que as pessoas morrem aos milhões pelo mundo. Há anos a mídia de propaganda, os governos corporativos e as “autoridades” da saúde na folha de pagamento da Big Pharma nos dizem para “confiar na ciência.” Esta é a verdadeira ciência que está gritando por um acerto de contas.
O presidente-executivo da Pfizer, Albert Bourla, disse em 9/11/21 que as pessoas que espalham “informações errôneas” sobre sua vacina experimental são “criminosos” e estão causando a morte de milhões de pessoas. Se dermos uma olhada na página de disputas judiciais sobre este gigante farmacêutico ficamos surpresos. São inúmeras as vezes em que a Pfizer violou as leis civis e criminais. A Pfizer tem uma lista interminável de condenações.
NUNCA se esqueça do maior GOLPE já feito contra a humanidade.
Os hospitais estavam tão “lotados” e em “colapso” devido ao grande número de pessoas infectadas pela gripe do Covid que os enfermeiros e médicos encontraram tempo de sobra para ensaiar dancinhas patéticas e postar os vídeos no TikTok. Eles deviam estar muito “ocupados” cuidando de tantos doentes. Isso foi um deboche com a cara daqueles que acreditaram no circo do Covid.
Never forget pic.twitter.com/2YZYkMX3FZ
— Died Suddenly (@DiedSuddenly_) March 3, 2024
A agenda de genocídio em massa das elites maçônicas globalistas
Em 12 de junho, em total sigilo, o 71o Encontro do Clube Bilderberg foi realizado em um hotel de luxo em Estocolmo, Suécia. Sem conferências de imprensa, sem supervisão pública, apenas um grupo cuidadosamente selecionado de elites globalistas: bilionários da tecnologia, membros da realeza, chefes de inteligência, CEOs da Big Pharma e burocratas não eleitos.
E o que está na agenda? Despovoamento. Sim, depois de 71 anos negando, eles discutem abertamente como reduzir as populações e remodelar a demografia do Ocidente. A farsa pandêmica do Covid foi a tentativa das elites maçônicas para exterminar a maior parte da população mundial com as vacinas “seguras e eficazes”. E os governos “democráticos” controlados pela Maçonaria participaram deste plano genocida. Existe até uma “cota anual” para redução da população mundial.
“O objetivo das Nações Unidas é reduzir a população seletivamente, incentivando o aborto, a esterilização forçada e o controle da reprodução humana (via vacinas), e considera dois terços da população humana como excesso de bagagem, com 350.000 pessoas a serem eliminadas por dia.” Jacques Cousteau, Correio da UNESCO, novembro de 1991.
INICIATIVA PARA A CARTA DA TERRA ECO-92: “A atual vasta superpopulação, agora muito além da capacidade mundial de suporte, não pode ser combatida por futuras reduções na taxa de natalidade devido à contracepção, esterilização e aborto, mas deve ser enfrentada no presente pela redução dos números atualmente existentes. Isso deve ser feito por quaisquer meios necessários.”
O Clube de Roma (uma organização elitista internacional) publicou um livro chamado A Primeira Revolução Global, no qual os autores observam que: “Em busca de um novo inimigo para nos unir, chegamos à ideia de que a poluição, a ameaça do aquecimento global, a escassez de água, a fome e coisas semelhantes seriam suficientes. Todos esses perigos são causados pela intervenção humana… o verdadeiro inimigo, então, é a própria humanidade.”
Mas quem está por trás do famigerado Clube Bilderberg, que é formado por membros de todos os grupos secretos que os compõem: a Maçonaria, o Vaticano e a Nobreza Negra? Quem controla as elites maçônicas Illuminati e suas agendas anti-humanas do astral inferior 4D? Quem são os INIMIGOS INVISÍVEIS da humanidade por trás do envenenamento da população com vacinas? Nem todo mundo é humano.

A BlackRock e a Vanguard, duas das maiores gestoras de ativos do mundo, administram juntas aproximadamente US$ 21 trilhões em ativos, segundo fontes de notícias. Especificamente, a BlackRock administra cerca de US$ 11,5 trilhões, enquanto a Vanguard administra cerca de US$ 10,4 trilhões. Ambas são acionistas uma da outra.
Esses fundos detém participações substanciais em gigantes militares e industriais do Complexo Industrial Militar, a indústria da morte, como Lockheed Martin, Raytheon e Northrop Grumman, e detêm participações nas maiores empresas farmacêuticas do mundo. Os CEOs da BlackRock e a Vanguard participam das reuniões do Clube Bilderberg. As famílias aristocratas europeias, os Rockefeller, os Rothschild e outros bilionários maçônicos são donos da BlackRock e a Vanguard.

O governo “democrático” da França, desde 14 de fevereiro de 2024, passou a criminalizar com multa de 45 mil euros e 3 anos de prisão quem recusar os “tratamentos” impostos pelo Governo, e quem ousar questionar nas redes sociais as “medidas de saúde”. Isso mostra mais uma vez que as pandemias e guerras fabricadas pelas elites são LAVANDERIAS DE DINHEIRO. Os países são corporações privadas que enganam a população ingênua através da farsa maçônica da democracia.
Lei controversa criminaliza a oposição às injeções de mRNA na França
Você sabia que existe uma lei que tornou ILEGAL curar o câncer? Em 1939, o Parlamento Britânico aprovou o que agora é infamemente conhecido como Lei do Câncer de 1939, uma lei que efetivamente tornou crime qualquer profissional médico oferecer ou mesmo discutir tratamentos alternativos para o câncer. Os Estados Unidos seguiram o exemplo, aplicando restrições semelhantes que moldaram o cenário do tratamento do câncer no mundo todo desde então, para proteger os interesses financeiros da máfia farmacêutica.
Após décadas de pesquisa, um grupo de médicos alemães descobriu que cada célula cancerígena continha parasitas. Até a década de 1980, os livros didáticos não falavam sobre vírus como a causa da doença. Eles estavam falando sobre parasitas. E que se os tratamentos contra o câncer, como a quimioterapia, não conseguirem matar todos estes parasitas, então os parasitas terão as condições perfeitas para se espalharem por todo o corpo.
Os parasitas começam na corrente sanguínea e se espalham para outras partes do corpo, onde se transformam em cistos. Sob um microscópio, os cistos parasitas parecem idênticos ao que chamamos de tumores. Se 100% dos pacientes com câncer têm parasitas, então os parasitas provavelmente estão causando câncer. E as “vacinas” contra a Covid, que destruíram a imunidade natural, estão causando turbo câncer. Pesquisadores descobriram parasitas nas vacinas do Covid.
A ivermectina e o fenbendazol estão na vanguarda de uma revolução silenciosa no tratamento do câncer. Esses medicamentos antiparasitários, há muito tempo descartados pela medicina convencional por não serem tão lucrativos como a quimioterapia e vacinas, agora são aclamados como potenciais inovadores por médicos e pacientes com visão de futuro. Eis a grande sacada: ambos os medicamentos são baratos, facilmente disponíveis e apresentam propriedades anticancerígenas notáveis. Por que você acha que a ivermectina foi demonizada pela mídia e “autoridades” de saúde durante a farsa pandêmica do Covid?
- Ivermectina: Originalmente desenvolvida como um antiparasitário, a ivermectina demonstrou, em estudos, interromper o crescimento e a metástase de células cancerígenas. Pesquisadores estão cada vez mais entusiasmados com sua capacidade de inibir células tumorais, deixando as células saudáveis ilesas. Este medicamento, outrora vilipendiado durante a pandemia de COVID-19, está causando impacto nos círculos oncológicos.
- Fenbendazol: Frequentemente usado como medicamento veterinário para tratar parasitas, o Fenbendazol ganhou popularidade por suas inesperadas habilidades de combate ao câncer. Estudos sugerem que ele pode matar as células cancerígenas de fome, interferindo na absorção de glicose, interrompendo efetivamente o crescimento do tumor.
Por que a Big Pharma suprime a ivermectina e o fenbendazol? A resposta está na economia da saúde. Medicamentos patenteados contra o câncer geram bilhões em receita, criando um incentivo financeiro para minimizar alternativas mais baratas. Essas empresas prosperam com os custos exorbitantes de tratamentos tóxicos como quimioterapia e radioterapia, muitas vezes ignorando alternativas promissoras que poderiam salvar vidas por uma fração do custo.

Mais de 100 estudos confirmam que vacinas do Covid causam aumento sem precedentes no câncer.
As vacinas “seguras e eficazes” do Covid podem induzir câncer de 17 maneiras distintas, de acordo com mais de 100 estudos. Houve um aumento sem precedentes nos “cânceres turbo”, especialmente entre os jovens, conforme alertado por cientistas desde maio de 2021. Essa tendência alarmante, ligada diretamente à vacinação em massa, contradiz alegações anteriores e expõe uma crescente crise de saúde sem uma explicação clara.
Fonte: thepeoplesvoice.tv
Há dois anos, um grupo de oncologistas franceses publicou um artigo negando veementemente qualquer ligação entre as vacinas do Covid e o aumento das taxas de câncer, afirmando “não haver evidências” de progressão rápida do câncer após a vacinação. Agora, diante de uma onda avassaladora de casos, esses mesmos especialistas admitem perplexidade, incapazes de explicar racionalmente os cânceres agressivos que proliferam entre as populações vacinadas, alimentando suspeitas de uma catástrofe relacionada à vacina.
Esses “especialistas” franceses que negaram veementemente qualquer ligação entre as vacinas do Covid e o aumento das taxas de câncer, fizeram isso pois são pro$tituta$, eles receberam suborno da máfia farmacêutica. Quando as taxas de câncer se tornaram grande demais para negar, eles fingiram “perplexidade”.
“Temos um aumento drástico nos casos de câncer de pâncreas sem a menor ideia do porquê. Aconteceu alguma coisa? Não sabemos. O mundo inteiro, toda a comunidade de pesquisa do câncer em todo o mundo, está se perguntando isso. […] O sistema que nos permite entender o câncer está falhando.” Professor Khayat, cofundador do InCA.
Se o Professor Khayat for coerente, ele não pode teoricamente excluir que a vacinação possa estar na origem dessa explosão de casos de câncer, uma vez que é (1) extremamente recente se nos referirmos às suas intervenções anteriores, (2) afeta todo o planeta – em particular as populações que foram forçadas a se injetar para manter uma vida social ou que promoveram agressivamente a vacinação (influenciadores em particular), e (3) parece responder a uma lógica sem precedentes. Como o faria uma substância usada pela primeira vez em humanos, da qual conhecemos apenas parte da composição e cujo impacto no câncer não foi avaliado antes de sua implantação massiva.
Em março passado, o epidemiologista Nicolas Huscher listou 10 maneiras pelas quais as injeções de mRNA anti-COVID podem causar câncer. Esta lista, de um estudo publicado em dezembro de 2023 na revista Cureus, pode agora ser estendida para 17 itens com base em mais de 100 estudos (não exaustivos).
1. Instabilidade do genoma
O risco de integração do RNA da vacina no genoma de indivíduos vacinados foi confirmado em 2021 por uma série de estudos. A mutagênese insercional induzida pela integração do DNA causa mutações de mudança de quadro que induzem a produção de proteínas aberrantes que levam ao câncer.
A Agência Europeia de Medicamentos ainda afirma que o mRNA da vacina não consegue penetrar no núcleo das células, pois essa integração requer o uso de uma enzima (transcriptase reversa) que, segundo ela, está ausente nas células humanas. No entanto, essa afirmação, que não se baseia em nenhuma evidência, foi refutada em junho de 2021. Esse fenômeno foi observado em julho de 2023 em camundongos, onde uma única injeção de mRNA induziu uma modificação genética .
Mais recentemente, a proteína Spike da vacina foi encontrada em tumores de pacientes vacinados, sugerindo que ela pode se integrar ao genoma, sendo a primeira consequência temida dessa integração o desenvolvimento de câncer. Essa hipótese foi retomada em meados de abril por cientistas de um laboratório de pesquisa biomolecular (Neo7Bioscience) e pesquisadores da Universidade do Norte do Texas.
Os dados moleculares coletados sugerem que o RNA derivado da vacina pode ser transcrito reversamente no genoma do hospedeiro, alterando permanentemente a regulação genética. Eles também revelam sinais carcinogênicos e colapso imunológico.
2. Fuga imunológica
A proteína spike (S2) inibe diversos genes supressores de tumores (p53, BRCA1/2, RB1), aos quais se liga, permitindo que as células cancerígenas escapem da detecção e destruição pelo sistema imunológico. O epidemiologista Nicolas Hulscher chama isso de “reversão oncogênica”.
O primeiro estudo demonstrando essa interferência da proteína Spike com a proteína p53, também chamada de “guardiã do genoma”, foi publicado em outubro de 2021 por Jiang et al. O estudo foi retratado em maio de 2022 por ordem do NIH de Anthony Fauci. Um pedido para publicar as trocas de e-mail relativas a essa retratação foi protocolado sob a Lei de Liberdade de Informação, mas o NIH ainda se recusa a liberar as 490 páginas de comunicações. Esses resultados foram confirmados in vitro por Zhang e El Deiry em 2024 e um mês depois in vivo.
3. Mecanismo de reparo de DNA prejudicado
A proteína Spike da vacina induz alterações genômicas e inibe o sistema de reparo do DNA (Jiang, Zhang e El Deiry). Esse mecanismo é normalmente acionado em caso de ataque ao organismo, para prevenir mutações que podem promover o surgimento de cânceres, erros de reparo que afetam oncogenes ou genes supressores de tumores. Sua alteração induz imunodeficiência, que é “uma via direta para o câncer“.
A sequência estratégica da proteína Spike, patenteada em 2016 por Stéphane Bancel, CEO da Moderna, permitiria atingir um gene (MSH3) cuja modificação leva a um déficit no reparo do DNA. As vias pelas quais a proteína Spike inibe esse mecanismo estão listadas no artigo de Başaran publicado em abril passado.
4. Inflamação crônica
Nanopartículas lipídicas usadas para transportar mRNA de vacina induzem uma secreção maciça de proteínas inflamatórias (tempestade de citocinas) abrindo caminho para o surgimento de células-tronco cancerígenas. Essas células provavelmente se desenvolverão em todos os órgãos (incluindo células-tronco sanguíneas), dada a ampla biodistribuição da proteína Spike, cuja patogenicidade é descrita em detalhes em três revisões de literatura e em mais de 320 estudos. Essa inflamação pode resultar no esgotamento das células T, que então não são mais capazes de eliminar as células cancerígenas.
Grok AI confirma que as injeções causam inflamação aguda, mas que ela se resolve em poucos dias (Bergamaschi, Ogata) e é comparável à de outras vacinas. Ele afirma que a inflamação crônica requer estimulação prolongada, enquanto “a produção da Spike da vacina é limitada no tempo (o mRNA é degradado em poucos dias, a Spike em poucas semanas), tornando a inflamação crônica improvável“.
Esta afirmação é contrariada por uma série de estudos, incluindo quatro estudos recentes onde a proteína Spike foi encontrada no plasma sanguíneo até 709 dias após uma injeção (245 dias ou 12 meses de acordo com outros estudos), e até 17 meses nos tecidos e órgãos de pacientes japoneses, particularmente o cérebro. Mais de quatro anos após as primeiras injeções, ninguém sabe realmente se o corpo para de produzi-la.
5. Desregulação do sistema imunológico
A vacinação de mRNA resulta na supressão das células T (linfopenia) e nas respostas ao interferon tipo I, que desempenha um papel crucial na vigilância e proliferação do câncer. Essas alterações levam ao comprometimento da imunidade inata e à reprogramação da resposta imune adaptativa. A desregulação do sistema imunológico no sistema nervoso central também foi relatada.
No contexto da vacinação contra a COVID-19, essa inibição garante a síntese adequada da proteína spike e reduz a ativação imunológica. Há evidências de que a adição de 100% de N1-metil-pseudouridina (m1′) à vacina de mRNA em um modelo de melanoma estimulou o crescimento e a metástase do câncer, enquanto vacinas sem modificação de mRNA não induziram resultados opostos, sugerindo que as vacinas de mRNA contra a COVID-19 podem auxiliar no desenvolvimento do câncer. Rubio-Casillas et al. Revisão: N1-metil-pseudouridina (m1Ψ): Amiga ou inimiga do câncer? https://doi.org/10.1016/j.ijbiomac.2024.131427
Grok cita um estudo de 2020 do CEO da BioNTech, Ugur Sahin, que argumenta que as vacinas de mRNA induzem respostas robustas e persistentes de células T CD4+ e CD8+, detectadas já nos primeiros dias após a vacinação, o que contradiz a ideia de imunossupressão generalizada e sustentada. Os próprios dados clínicos da Pfizer, por outro lado, demonstram um declínio nas células T de 6 a 8 dias após a vacinação em 45% a 46% dos participantes, que agora se sabe que piora com o tempo.
6. Ruptura do RNA
O mRNA da vacina é um mRNA modificado para aumentar sua longevidade e produção. A técnica usada pela Pfizer e Moderna (otimização de códons) interrompe os microRNAs, que são atores essenciais na proliferação e morte celular, incluindo células cancerígenas. Um estudo mostrou em 2021 que a proteína Spike da vacina é transportada em vesículas (exossomos) contendo microRNAs, por meio dos quais impedirá o funcionamento dos interferons e, portanto, inibirá a imunidade natural, interrompendo processos celulares como proliferação ou vigilância tumoral .
7. Ativação de vias oncogênicas
Suspeita-se que a proteína spike ative indiretamente diversas vias que desempenham um papel crucial no crescimento tumoral, proliferação e sobrevivência celular (MAPK, PI3K/AKT/mTOR) e aumente os níveis de interleucina 6 (IL-6), um marcador pró-inflamatório envolvido na imunidade, inflamação, crescimento tumoral, progressão de metástases ou mesmo resistência à imunoterapia. Sua elevação crônica está associada à inflamação que pode promover o câncer em certos contextos .
Grok aponta novamente que nenhum estudo estabelece formalmente uma ligação entre essas perturbações e o câncer, mas um estudo recente encontrou evidências metabólicas de ativação de certas vias oncogênicas, incluindo a via PI3K/mTOR em pacientes que desenvolveram leucemia nas semanas seguintes a uma segunda ou terceira injeção da Pfizer.
8. Microambiente tumoral
As nanopartículas lipídicas (LNPs) acumulam-se nos tecidos através do efeito Enhanced Permeability and Retention (EPR), que se caracteriza pelo aumento da permeabilidade dos vasos sanguíneos tumorais e pela retenção prolongada das nanopartículas no tecido tumoral. As LNPs causam assim uma propagação mais rápida das células cancerígenas o que pode explicar o fenómeno do “câncer turbo” descrito por patologistas e oncologistas e observado num estudo em ratos.
É válida uma tal aceleração de um processo patogénico para outras doenças induzidas pela proteína Spike? Investigadores suecos demonstraram em 2023 que a proteína Spike não só poderia induzir a doença de Alzheimer, como também reduziria o tempo de incubação da doença em 80%, causando assim uma nova forma de “turbo Alzheimer”.
9. Despertar cânceres adormecidos
Alterações induzidas no microambiente tumoral pela inflamação ou vacinação associada à COVID-19 podem afetar o despertar do câncer e a recidiva metastática.
Pacientes que estavam livres de câncer há muitos anos estão repentinamente apresentando recidivas com cânceres agressivos e explosivos logo após receberem doses de reforço da vacina contra a COVID-19. Esses casos apresentam crescimento tumoral muito rápido após o reforço. Esses cânceres turbinados aparecem mais rápido e com maior virulência do que esperávamos em pacientes, mesmo aqueles que estavam estáveis há anos. As autoridades de saúde pública relutam em reconhecer essa correlação. Esse fenômeno está ocorrendo em todos os lugares do mundo onde vacinas de mRNA foram administradas. Professor Ian Brighthope. O Grande Debate: Port Hedland vs. o Primeiro-Ministro. 29 de novembro de 2024
A capacidade da proteína Spike do SARS-CoV-2 de fundir múltiplas células pode ajudar a explicar a cascata de complicações da COVID-19, incluindo o câncer. A formação de sincícios resultante dessa fusão pode, de fato, contribuir para o desenvolvimento ou progressão do câncer, particularmente no caso de uma lesão preexistente, mas também para a formação de metástases e a recorrência de cânceres em remissão, de acordo com um ex-professor da Universidade de Yale, Yuri Lazebni.
Para ser preciso, a ivermectina, cuja eficácia contra a COVID-19 foi confirmada até o momento por mais de 100 estudos, tem numerosos efeitos antitumorais (inibição de células-tronco tumorais, proliferação, metástases e atividade angiogênica, aceleração da morte programada de células cancerígenas, reversão da resistência a múltiplos medicamentos), incluindo sua capacidade de inibir a formação de sincícios induzida durante a fusão celular mediada pela proteína Spike.
A ivermectina, premiada com o Prêmio Nobel em 2006, tem um nível excepcional de segurança, inclusive em crianças e gestantes, tornando-se uma molécula essencial de acordo com a OMS. Por que não foi autorizada quando nada se sabia sobre a eficácia, segurança e potencial carcinogênico das injeções de mRNA? A pergunta terá que ser feita mais cedo ou mais tarde.
10. Alteração da vigilância imunológica
O mRNA modificado torna as células tumorais “invisíveis” ao bloquear a ativação dos receptores de linha de frente do sistema imunológico (receptores Toll-like, ou TLRs).
Karikó e Weissman, os dois pesquisadores responsáveis pela vacina contra COVID da Pfizer, explicaram em 2005 que a modificação sintética do RNA pela adição de m1Ψ (pela qual receberam o Prêmio Nobel de Medicina) removeu parcialmente essa barreira, bloqueando a capacidade do RNA natural de ativar células dendríticas primárias. Uma das funções dessas células é reconhecer ou “sinalizar” patógenos, particularmente células cancerígenas, e induzir uma resposta imune direcionada.
Esses resultados foram confirmados em 2015 e 2016. O estudo de 2016 também demonstra que o uso de mRNA sintético não é mais eficaz do que o RNA natural, embora aumente sua toxicidade (citocinas elevadas, neutrofilia), particularmente pela ativação de células mieloides no sangue e no baço, o que pode refletir um processo carcinogênico.
Um estudo de 2021 confirma que os receptores do tipo Toll podem atuar como uma espada de dois gumes e aumentar a patologia que pretendem prevenir quando as respostas TLR são desreguladas.
11. Mudança de quadro
O mRNA modificado nas vacinas Pfizer e Moderna produz uma resposta imune aberrante quando traduzido. Em um terço dos casos, o mRNA da vacina produz uma proteína “sem sentido” ou desconhecida, diferente da proteína Spike para a qual foi programado. O estudo foi publicado em janeiro de 2024.
Os autores concordam que, se esses erros de tradução não forem resolvidos com a próxima geração de vacinas COVID-19, eles representarão uma grande preocupação de segurança. No entanto, eles acreditam que essa descoberta não põe em questão a segurança da tecnologia. Outra equipe de pesquisadores emitiu um diagnóstico muito mais severo em junho passado sobre essa grande falha da plataforma de mRNA:
Os mRNAs modificados […] não são adequados para uso clínico devido à sua natureza duradoura, potencialmente permanente e imunoestimulatória. […] A natureza persistente do mRNA que codifica a proteína Spike do SARS-CoV-2 resulta em exposição perigosamente longa a uma dose ilimitada dessa proteína patogênica e, portanto, precisa ser reavaliada para uso contínuo em humanos.
12. Injeções múltiplas
Exposições repetidas ao mRNA sintético e ao pico da vacina levam ao esgotamento do sistema imunológico. Essa imunossupressão, que provavelmente é explicada pela otimização do códon e pelo mecanismo de facilitação dependente de anticorpos (ADE), suspeito em ensaios clínicos, é marcada por uma mudança na classe de anticorpos (IgG4) agora está amplamente documentada e apoiada por uma série de estudos que demonstram a eficácia negativa das injeções..
A Fundação Peter McCullough identificou sete até o momento. Esta modificação catastrófica da resposta imune, não observada após vacinação heteróloga ou com vacinas de DNA (Irrgang), leva à tolerância imunológica (os patógenos deixam de ser reconhecidos como tal) o que favorece reinfecções e suscetibilidade ao câncer.
13. Contaminação de DNA das vacinas Pfizer e Moderna
As vacinas da Pfizer e da Moderna contêm DNA plasmídeo fraudulento, cuja forma (circular de cadeia dupla) o torna “competente para replicação”, o que significa que pode teoricamente integrar-se no genoma, e assim induzir câncer nos vacinados. Escrevemos numerosos artigos sobre esta descoberta, confirmada até à data por dez equipas de investigadores em todo o mundo, sendo a mais recente uma geneticista molecular (Dra. Soňa Peková) encomendada pelo governo eslovaco.
As quantidades reportadas são impressionantes, atingindo até 500 vezes o limite estabelecido pela Agência Europeia de Medicamentos, o que implica que a integração no genoma pode ocorrer espontaneamente, maximizando o risco de câncer.
14. Sequências de DNA oncogênicas do SV40 na injeção da Pfizer
A adição de sequências estratégicas de SV40, usadas em genética para “hackear” o núcleo da célula, aumenta dez vezes a capacidade do mRNA de se integrar no genoma.
Seu uso, proibido pela FDA, foi finalmente autorizado pela Pfizer, mas o laboratório sustenta que não apresenta nenhum risco à saúde. Sua carcinogenicidade, já abundantemente documentada, foi, no entanto, confirmada em outubro passado por um estudo publicado no New England Journal of Medicine. A possibilidade de que possa causar câncer também é sugerida por um estudo recente envolvendo indivíduos vacinados com Pfizer e Moderna, onde antígenos tumorais foram encontrados exclusivamente no sangue de pessoas injetadas com a vacina Pfizer .
Segundo o Dr. McKernan, que fez esta descoberta, todas as vacinas da Pfizer (adulto, pediátrica, monovalente, bivalente) seriam afetadas por esta fraude, cuja origem é atribuída à mudança no método de produção feita após a aprovação das injeções para atender às restrições industriais ligadas ao contexto da pandemia. O professor Angus Dalgleish , um dos oncologistas mais eminentes do mundo, lembrou neste contexto que o SV40 é a substância que os pesquisadores do câncer injetam em camundongos para induzir o câncer quando querem testar a quimioterapia.
Poderia o laboratório Pfizer, que agora ocupa uma posição quase monopolista no mercado de tratamentos anticâncer, tê-lo ignorado? Não, e não mudou sua fórmula apesar do colapso da demanda por vacinas. Na verdade, a Pfizer omitiu que sua vacina “segura e eficaz” causa câncer, pois planejava faturar bilhões vendendo vacinas contra o “Câncer Acelerado” (Turbo) que ela mesma causou com as vacinas do Covid.
15. Desregulação do sistema renina-angiotensina (SRA)
A proteína spike da vacina causa a superativação de um receptor-chave (AT1R) do sistema renina-angiotensina, que controla notavelmente a multiplicação celular. Essa superativação promove a vascularização e, portanto, a proliferação de tumores, além de gerar estresse oxidativo prejudicial às células. O Dr. Jean-Marc Sabatier alertou em março de 2020 sobre as consequências desse desequilíbrio fisiológico, que causa um desequilíbrio entre a resposta imune inata e adquirida, e que, segundo ele, poderia levar a inúmeros tipos de câncer.
16. Destruição da microbiota
As “vacinas” de mRNA destroem as bifidobactérias presentes na microbiota (flora intestinal), que desempenham um papel fundamental na regulação do câncer e nas respostas às terapias anticâncer. Um estudo inovador publicado pela Dra. Sabine Hazan demonstrou em 2022 que a vacinação de mRNA contra a COVID dizima as bifidobactérias presentes na microbiota intestinal, onde essa perda foi observada em pacientes com câncer invasivo. O impacto deletério das injeções na microbiota parece confirmado hoje pela descoberta da proteína Spike em uma biópsia de tumor de cólon de um paciente vacinado com a Pfizer.
17. Aumento da resistência aos tratamentos
A proteína Spike viral, potencialmente derivada de vacinas, prolonga a sobrevivência das células cancerígenas após a exposição à quimioterapia. Essa descoberta foi destacada em 2024 por S. Zhang e W. S. El-Deiry. Embora as evidências sejam limitadas à proteína Spike viral, os autores acreditam que essa interrupção da resposta imune, intimamente correlacionada com a inibição do gene p53 e a resposta prejudicada a danos no DNA, pode ser facilitada por injeções repetidas, administradas como reforços, e pelas quantidades astronômicas da proteína Spike produzida.
A esse quadro catastrófico pode-se acrescentar a provável presença de genes ocultos nas injeções, cujo impacto na saúde ninguém pode prever. Infelizmente, não há evidências que comprovem a segurança das injeções, visto que sua carcinogenicidade não foi avaliada em nenhum ensaio clínico, e nenhum estudo demonstra, até onde sabemos, que as injeções não podem induzir, despertar ou acelerar o câncer.
Um ensaio clínico em larga escala, lançado em 2021 na Austrália, teve como objetivo responder a essa pergunta. Foi abruptamente interrompido sem explicação pelas autoridades australianas, que se preparam para destruir ilegalmente milhões de amostras de tecido biológico coletadas para esse fim. Outro acontecimento profundamente preocupante é o fato de vários países terem relatado a existência de lotes altamente tóxicos da Pfizer, sugerindo que o laboratório desenvolveu produtos com três níveis diferentes de toxicidade.
Surto de tumor cerebral entre enfermeiros do mesmo hospital ocorreram recentemente em vários hospitais nos Estados Unidos e na Austrália. No entanto, a vacina administrada a uma das enfermeiras envolvidas veio de um desses lotes de alto risco, que corresponde àquele onde foram encontradas as maiores quantidades de DNA.
Terá sido a atual epidemia global, cuja realidade já ninguém contesta, antecipada para testar a tecnologia na qual a indústria apostou maciçamente, apesar do seu fracasso catastrófico e na qual já investiu somas vertiginosas que hoje a impedem de retroceder? É o que pensa o marido de uma enfermeira, que morreu de câncer poucos meses depois de ter sido vacinada para não perder o emprego, e cujo marido está a apresentar queixa por envenenamento premeditado .
O grande golpe das vacinas: Como enganaram o mundo e lucraram com as mentiras.


































Uma catástrofe de proporções apocalípticas!!!