A maioria das pessoas ainda acredita na democracia liberal e na ladainha de políticos charlatões com suas promessas vazias. Mas após a farsa pandêmica do Covid, cada vez mais pessoas estão percebendo que foram enganadas por seus governos “democráticos” e pela mídia, e começaram a ver como o mundo realmente funciona, cada uma dentro de suas possibilidades, é claro.

De uma perspectiva pessoal, quando você vota num político, que é controlado por interesses financeiros privados ou pela Maçonaria, está consentindo em ser explorado pela facção para a qual o voto vai, e em qualquer nível. A democracia liberal é uma farsa maçônica criada para iludir as massas. Quando você vota, mesmo para prefeito, você estará dando ao político e ao grupo dele seu consentimento para representá-lo legalmente, e com isso, eles podem fazer qualquer coisa contra você. Basicamente, você delegou o seu poder para uma pessoa estranha que irá defender seus próprios interesses financeiros e de seu grupo.

Foi isso que aconteceu durante a farsa pandêmica do Covid, onde os políticos corruptos faturaram milhões com esquemas de lavagem de dinheiro público fingindo preocupação com a saúde da população. Prefeitos, governadores, deputados e senadores usaram a histeria pandêmica da mídia para enriquecer rápido com superfaturamento na compra de vacinas, equipamentos médicos e construção de hospitais de campanha que ficaram vazios. Eles impuseram uma ditadura sanitária para prender as pessoas em suas casas, fizeram ameaças, tiraram suas liberdades e as forçaram a serem cobaias das vacinas tóxicas do Covid, enquanto recebiam suborno dos fabricantes de vacinas. E fizeram tudo isso com a desculpa de “salvar vidas”.

Muitos dos políticos eleitos não assumiram seus cargos de forma justa, mas por fraude eleitoral descarada, tornando todo o processo eleitoral uma mera farsa manipuladora para o povo. O sistema democrático maçônico quer que você declare que aquele político charlatão que você apoiou não só o represente, mas também decida o que é melhor para você e faça o que bem entender com você. Todo o sistema é manipulado e fraudado em favor dos maçons que o controlam, e tudo em favor de quem eles quiserem nessas posições de poder.

“Nada neste mundo funciona da maneira que você pensa. Os bancos não emprestam dinheiro, os governos não têm o poder de protegê-lo, a polícia não está lá para servi-lo, as instituições de ensino superior, faculdades e institutos educacionais, não estão lá para educá-lo. Toda a superestrutura da civilização no mundo ocidental é uma combinação de esquemas brilhantemente elaborados e planejados, bem estruturados, para direcionar as mentes das pessoas de forma a servir seus mestres.”

Jordan Maxwell, Matrix do Poder: Segredos do Controle Mundial

“A Terra é mantida artificialmente isolada do resto da comunidade galáctica pela Federação Galáctica para criar e manter um reino falso, com regras falsas, incluindo uma cosmologia falsa, uma história falsa e quase tudo falso.”

– Mari Swaruu, Rainha de Taygeta 

É tudo um teatro cruel onde um ou outro dos fantoches, por que é isso que eles são, vai te espremer e torturar com suas regras até você se fartar delas, e então eles trarão outro fantoche para o poder para substituí-lo, que prometerá não te espremer mais. Mas, à medida que essa outra máscara assume o poder, ela só vai te espremer em outros lugares. A história mostra que a liberdade raramente se perde de uma só vez. Ela é entregue gradativamente até que um dia as pessoas percebem que a lei não as protege mais, mas as administra como gado.

Há uma verdade subjacente a tudo isso, e é aquela que a maioria das pessoas prefere evitar: ninguém virá te salvar. A única pessoa que virá te salvar é você mesmo que finalmente se cansa de esperar, se cansa de acreditar nas mentiras da mídia e políticos, se cansa de terceirizar responsabilidades e se cansa de esperar que mudanças externas compensem a estagnação interna.

Essa imagem resume perfeitamente a farsa da democracia liberal maçônica.

Platão e Sócrates, na Grécia antiga, criticaram a democracia, argumentando que ela era profundamente falha e até mesmo altamente desfavorável, especialmente para o povo. Platão a via como parte de um ciclo de governo que quase sempre degenerava em tirania. É por isso que nenhuma raça estelar positiva usa a democracia, preferindo um sistema político holístico de conselhos hierárquicos em qualquer uma de suas variações.

“A democracia não é o objetivo mais alto. Ela é melhor do que os regimes ditatoriais, é melhor do que as monarquias, mas não é o fim da viagem por que democracia significa governo pelo povo, do povo, pelo povo, mas o povo é retardado. Então digamos: governo pelo retardado, para o retardado, do retardado.” – OSHO

“Sou contra partidos. Eu quero uma democracia sem partidos. A menos que seja sem partidos, não pode ser democracia, é apenas uma ditadura temporária. 4 anos, 5 anos ou qualquer tempo que varie em diferentes países. Se você der a um partido quatro anos, é uma ditadura temporária, não é democracia. A democracia só será possível quando não houver partidos políticos e cada indivíduo decidir por si mesmo. Ninguém vai fazer campanha, ninguém vai convencê-lo que ele não é membro de um partido, ele não precisa seguir a linha de um partido, ele precisa decidir por si mesmo.” – OSHO

Se o voto importasse, os controladores não permitiram – A democracia liberal é uma farsa maçônica – Jordan Maxwell.

As elites maçônicas financeiras usam o disfarce da democracia liberal para apaziguar a plebe, mas sem permitir que ela ou seus representantes tenham os meios para influenciar qualquer aspecto verdadeiramente significativo de sua realidade.

A democracia liberal não deu certo no passado, não está dando certo agora e nunca dará certo pois foi uma fraude criada por aristocratas maçons britânicos para enganar as massas ingênuas. É um circo dos horrores sem fim. O Brasil é um exemplo perfeito do fracasso total que é a democracia liberal maçônica.

Um pais que está sendo administrado ilegalmente pelos togados golpistas do STF que não foram eleitos pelo povo e que tiraram um criminoso da prisão e o colocaram na presidência via fraude eleitoral com ajuda do Vaticano, CIA, USAID e governo Biden.

https://www.youtube.com/watch?v=qdjW7oBwe6M

Tanto a democracia liberal como o comunismo são ditaduras sob o controle da Maçonaria. A Austrália “democrática” e a China comunista foram criadas por maçons globalistas britânicos. O tirânico sistema de crédito social criado pelo Partido Comunista Chinês para escravizar bilhões de chineses foi exportado para os países “democráticos” do Ocidente.

Em 2022, o senador australiano Alex Antic alertou os australianos sobre a tirania digital distópica em que estavam sonâmbulos, e o sistema de crédito social de inspiração chinesa para o qual isso abriria caminho. Poucas pessoas prestaram atenção.

Avançando para 2026, a Austrália agora tem identificação digital, projetos piloto de moeda digital CBDC, crescente infraestrutura de reconhecimento facial e tecnologia de rastreamento de cidades inteligentes, todos os requisitos necessários para a implementação de um sistema de crédito social de inspiração chinesa.

As pessoas religiosas foram ensinadas a temer o inferno. Por séculos, os papas, padres e bispos da Igreja Católica Romana usaram o medo do inferno para explorar a ingenuidade e crendice das massas de fiéis a seu favor. Você não precisa se preocupar, se ao morrer, irá para o inferno ser torturado por demônios, pois já vive nele.

A Matrix 3D da Terra é um reino demoníaco criado para explorar as pessoas fisicamente, emocionalmente e espiritualmente. Se uma pessoa comum que vive no inferno da Terra entrasse numa nave espacial e viajasse para o planeta Temmer em Taygeta nas Plêiades, e ficasse lá uma semana, muito rapidamente pensará que está no paraíso celestial, tamanha a diferença entre as civilizações dos dois planetas. A pessoa preferiria morrer do que retornar à Terra.

Para as raças estelares positivas, a sociedade da Terra é um completo pesadelo distópico. Essas raças vivem numa sociedade holística de conselhos hierárquicos radicalmente diferente dos sistemas de governo que existem na Terra, como a ditadura maçônica chamada “democracia liberal”.

A escravidão moderna em uma frase: “Você trabalha. Você é taxado. Você compra alguma coisa. Você é taxado. Você é dono de algo. Você é taxado novamente.” É o ciclo de controle silencioso, um sistema projetado para mantê-lo em conformidade enquanto o governo gasta seu dinheiro em causas com as quais você nunca consentiu. Cada salário, cada compra, cada propriedade, desviados por camadas de burocracia.

E o que resta? Uma parte do que você ganha trabalhando é trocado por uma falsa sensação de liberdade. O problema não é apenas a tributação, é como ela é transformada em arma. Para financiar guerras sem fim. Para financiar projetos desnecessários. Para desenvolver um governo que viva do seu trabalho enquanto finge “servi-lo”. Não é mais serviço público. É extração pública. Hora de quebrar o ciclo.

Os arquivos de Epstein que foram lançados pelo governo Trump forçaram as pessoas a confrontarem o quão depravada, doentia, satânica e moralmente invertida é a classe dominante. Governos, monarquias, instituições, dinastias políticas, guardiões da cultura e da mídia, todos unidos não por serviço ou liderança, mas por redes secretas de suborno, chantagem, exploração, desvio sexual, abuso, tráfico e violência indizível.

É nauseante que esses sejam os denominadores comuns daqueles que têm tomado decisões sobre nossas vidas. Os arquivos de Epstein são a constatação de que o mundo tem sido governado por predadores protegendo predadores. Merecemos viver num mundo livre de monstros satânicos que tentam nos escravizar, nos envenenar, nos controlar e ditar regras sobre nós. Sei que um futuro melhor é possível.

Chega de democracia - Como funciona o sistema político holístico de conselhos hierárquicos? 1

Será que Donald Trump irá realmente revelar que o governo americano tem tido contato direto com raças extraterrestres há décadas? Recentemente uma ex-analista sênior em segurança financeira do Banco da Inglaterra fez um alarde na mídia de que haverá uma grande crise financeira desencadeada por um anúncio oficial do governo Trump, confirmando a existência de extraterrestres.

Trump não disse nada sobre alienígenas nos últimos dias. As informações sobre esta declaração vêm exclusivamente do cineasta britânico Mark Christopher Lee, que afirma ter suas próprias fontes em Washington. Quais fontes ele supostamente tem no governo dos EUA continua sendo apenas especulação. O mais provável é que seja tudo invenção dele, mas a verdade é que existem milhares de OVNIs na órbita da Terra.

O cineasta britânico Mark Christopher Lee afirmou publicamente ter sido contatado por uma suposta “fonte interna do governo Trump” que lhe disse que o presidente Trump já escreveu um discurso sobre a revelação da existência de OVNIs, a ser proferido em 8 de julho de 2026 — data escolhida para coincidir com o aniversário do caso Roswell e a Copa do Mundo da FIFA de 2026.

Lee descreve esse suposto discurso como “a revelação mais importante da história da humanidade”, na qual Trump confirmará que a humanidade não está sozinha e que o governo dos EUA escondeu informações sobre contato extraterrestre por muito tempo.”

O logo oficial da nova força militar dos EUA, a Força Espacial dos Estados Unidos lembra o design do logo do Comando da Frota Estelar da Federação Unida de Planetas da série cult de ficção científica Star Trek. De fato, ambas insígnias e design no geral são semelhantes.

A Federação Unida de Planetas ou Federação Galáctica retratada na série de “ficção científica” Star Trek existe realmente. Foi a Federação Galáctica quem criou a Matrix 3D da Terra há 12.500 anos após o cataclismo do dilúvio e fundou a primeira civilização humana no Egito após o dilúvio. O governo americano e outros governos sabem da existência da Federação Galáctica mas nunca contaram à população.

As raças estelares positivas usam um sistema político holístico de conselhos hierárquicos, mas ninguém vota em um conselho, não se trata de uma democracia. Todas as decisões são tomadas com base na lógica e na ética, antes de tudo. Todas as sociedades holísticas consideram os sistemas de votação arcaicos e perigosos, uma vez que as decisões podem ser influenciadas por interesses particulares. Por exemplo, 50 pessoas podem ser chamadas a votar sobre como educar as crianças em uma comunidade, mas 45 delas são pedófilas.

Este é apenas um exemplo de por que os sistemas de votação podem ser extremamente perigosos e injustos. Em todas as sociedades holísticas, pelo menos oficialmente, todos podem ser membros de um conselho local quando desejarem, incluindo crianças, e a participação nas reuniões do conselho também é considerada parte da educação infantil.

O sistema de conselhos políticos na maioria das civilizações avançadas é chamado de sistema de conselhos hierárquicos, pois consiste em uma série de conselhos menores que supervisionam e protegem os interesses das comunidades locais. Quando um problema excede sua capacidade de resolução, eles buscam ajuda do conselho imediatamente superior, que, por sua vez, supervisiona e administra uma região maior. Esse processo se repete até que o problema aparentemente insuperável chegue ao chamado Alto Conselho, que governa e administra um planeta ou civilização inteira.

A Taygeteana Mari Swaruu, fez dois vídeos interessantes em seu canal no Youtube falando sobre o sistema político holístico de conselhos hierárquicos em Taygeta e outras civilizações avançadas. Mari viveu na Terra por 5 anos. Coloquei abaixo a transcrição em português dos dois vídeos.

Chega de democracia - Como funciona o sistema político holístico de conselhos hierárquicos? 2

Mari Swaruu: A estrutura da sociedade em Taygeta. 

02/10/23. Assista ao vídeo aqui.

Transcrição do vídeo:

Neste vídeo, descreverei como funciona a sociedade em Taygeta, seus fundamentos e como ela é estruturada.

A sociedade taygetana está presente nos quatro planetas que orbitam a estrela pleiadiana Taygeta, também conhecida como 19 Tauri, na constelação M45, como é chamada e classificada na Terra. Ela também está presente no planeta Cyndriel, que orbita a gigante laranja Aldebaran, fora do aglomerado estelar das Plêiades. Portanto, a sociedade taygetana está presente em cinco planetas, embora Cyndriel seja considerado uma colônia.

Chega de democracia - Como funciona o sistema político holístico de conselhos hierárquicos? 3

Os quatro primeiros estão localizados a cerca de 440 anos-luz da Terra, e o último, Cyndriel, está a apenas 65 anos-luz de distância. O planeta mais próximo da estrela Taygeta é Temmer, um planeta marinho coberto por água em 90% de sua massa, com os 10% restantes distribuídos entre inúmeras ilhas, a maior das quais é Toleka, aproximadamente do tamanho da Nova Zelândia. Temmer é classificado como um planeta superhabitável, o que significa que é mais hospitaleiro e favorável à vida lyriana ou humana do que a própria Terra.

O segundo mais próximo é Erra, um planeta florestal. Embora Erra seja muito propício à biologia lyriana ou humana e às suas necessidades, não chega a ser considerado um planeta superhabitável. Sua única desvantagem é o frio extremo durante os longos invernos. O terceiro mais próximo é Procyon, que é aproximadamente 20% maior que Temmer ou Erra. É um planeta de selva com um ambiente quente e úmido e abriga espécies biológicas perigosas. Além disso, sua forte gravidade o torna um lugar difícil para a vida lyriana ou humana habitar.

O quarto planeta é Dakota, o menor dos quatro, cuja órbita distante o mantém perpetuamente congelado. É um planeta de tundra ártica, difícil de se viver, especialmente quando seus habitantes têm opções muito melhores à sua disposição. O quinto planeta na sociedade taygeteana é Cyndriel, que fica a aproximadamente 375 anos-luz dos outros quatro e a apenas 65 anos-luz da Terra, orbitando a estrela gigante Aldebaran. É um paraíso desértico, favorável à biologia humana lyriana, e seria facilmente classificado como um planeta superhabitável, não fosse por um grande problema.

O valor e a duração do tempo lá, em relação ao resto das estrelas e planetas neste quadrante galáctico, são tão radicalmente diferentes que tornam as interações e a socialização com outras pessoas e raças fora de Cyndriel extremamente difíceis, a ponto de serem quase impossíveis. Por exemplo, embora um dia lá pareça o mesmo para qualquer pessoa que o vivencie, do lado de fora, teriam se passado de sete a nove dias na Terra, ou de quatro a cinco dias em Temmer ou Erra.

Sistema de governo de conselhos hierárquicos

Cada cidade em cada um dos cinco planetas tem seu próprio conselho, que responde a um conselho maior que governa uma região maior, e esse conselho maior também pertence a um ainda maior, e assim por diante, até o nível do Alto Conselho da civilização de Taygeta, que fica na capital Toleka em Temmer, que zela pelos interesses da população em todos os cinco planetas.

Toda a população pode participar de qualquer um desses conselhos, sejam os pequenos conselhos locais ou os maiores conselhos planetários e sociais, desde que os voluntários expressem e expliquem por que desejam participar e o que têm a oferecer para a resolução da questão em pauta. A população total de Taygeta compreende aproximadamente 38 milhões de pessoas, distribuídas pelos cinco planetas habitados.

A maior parte da população vive no planeta Temmer, que é de longe o mais populoso dos cinco planetas, lar de 20 milhões de taygetanos e com a maior concentração de pessoas vivendo na cidade de Toleka ou em seus arredores. Em seguida, vem o planeta Erra, o segundo mais populoso, com 17 milhões de habitantes. Depois de Temmer e Erra, o próximo planeta mais populoso é Procyon, com aproximadamente 930.000 pessoas, seguido por Dakota, com apenas 20.000 ou menos, enquanto Cyndriel tem uma população de cerca de 50.000.

Quatro planetas e uma colônia para apenas 38 milhões de pessoas significa que não há escassez de recursos de qualquer tipo, já que alimentos e matérias-primas para construção, transporte e tecnologia são abundantes e facilmente acessíveis a todos. A sociedade taygetana é holística e hierárquica, com uma monarquia que representa seus cidadãos. Não há necessidade de um sistema monetário ou qualquer tipo de economia, pois os recursos são tão abundantes que cada cidadão tem tudo o que precisa ou deseja, livre para tomar como bem entender.

Os Taygeteanos, em geral, não têm uma mentalidade de escassez, eles concentram seus esforços no aprimoramento pessoal, o que também contribui para o bem-estar da sociedade em que vivem, pois não a veem como algo separado de si mesmos. O desejo de acumular riquezas não é a principal motivação em suas vidas, já que sua sobrevivência está garantida. Os Taygeteanos vivem para ampliar suas experiências de vida e seu crescimento espiritual, buscando seus interesses e sonhos pessoais.

À medida que as pessoas alcançam seus objetivos pessoais, elas também enriquecem a sociedade em que vivem, simplesmente porque suas ações têm um efeito cascata em tudo ao seu redor. Ao perseguirem seus objetivos e interesses pessoais, o restante da sociedade se enriquece com o que cada indivíduo tem a oferecer, criando um equilíbrio existencial onde os interesses e objetivos pessoais, em última análise, servem aos outros, fornecendo à população em geral o que é necessário. Perseguir e trabalhar em prol de objetivos e interesses pessoais resulta automaticamente em serviço à sociedade e aos outros.

Quando é necessário trabalho árduo, por exemplo, quando um novo sistema de tratamento de esgoto precisa ser instalado, as pessoas tendem a ajudar sua comunidade porque isso também as beneficiará. Quando esse tipo de trabalho árduo e desconfortável precisa ser feito, as pessoas se voluntariam e somente em raras e extremas circunstâncias o conselho e o governo local convocam pessoas para trabalhar, e mesmo assim, apenas por uma a três horas por semana e somente até que o problema seja resolvido.

Mesmo nesses casos, se alguém não quiser participar, essa pessoa é respeitada e deixada em paz, mas isso quase nunca acontece. Quase todos estão dispostos a participar da solução de qualquer problema, pois isso também lhes dá a oportunidade de ver alguma ação em suas próprias vidas, já que também percebem que isso os beneficiará no final. Assim, as pessoas que não querem participar geralmente têm um bom motivo para não fazê-lo, mesmo que seja apenas pessoal.

No dia a dia, tarefas desagradáveis ​​e tediosas são todas automatizadas, onde máquinas avançadas com inteligência artificial realizam o trabalho pesado, como lidar com lixo ou reciclar materiais, deixando os cidadãos com bastante tempo livre para atividades mais agradáveis. As escolas em Taygeta são voluntárias, onde são as crianças que definem seus próprios horários, como querem ser ensinadas e as matérias que desejam aprender, e não o sistema ou a sociedade.

As primeiras coisas que as crianças aprendem são habilidades de sobrevivência e independência, que serão a base para um aprendizado mais avançado à medida que crescem. O ensino domiciliar é bastante comum em Taygeta, embora mesmo essas crianças acabem frequentando escolas voluntariamente, simplesmente buscando interação com jovens da mesma idade e tudo o que as cerca e alimenta seus interesses.

Sociedades holísticas como Taygeta caracterizam-se pela ausência de um governo formal. Em vez disso, são verdadeiramente compostas pelo povo, onde qualquer cidadão pode participar sem eleições ou qualquer tipo de processo seletivo, simplesmente respeitando as limitações e a ordem natural dos acontecimentos. Mesmo o exército de Taygeta, conhecido por ser grande em relação à população total, é baseado em voluntários e impulsionado pela sede de aventura da geração mais jovem e pelo seu desejo intrínseco de ajudar os outros a alcançar a sua própria sociedade holística.

Contudo, mesmo uma sociedade como a de Taygeta não está isenta de problemas, pois a população sabe que pode ser vulnerável a invasores externos que desejam tomar o seu planeta rico e pacífico. Esta ideia da possibilidade de invasão está provavelmente profundamente enraizada no passado de Taygeta e nos seus primeiros anos difíceis e turbulentos, como veremos nos próximos vídeos, e também porque já foi alvo de várias tentativas de tomada de poder.

O povo de Taygeta sabe que vive confortavelmente no seu planeta porque problemas como guerra e crime são praticamente inexistentes. Talvez sejam excessivamente confortáveis, pois são muito inocentes e empáticos, com uma forte mentalidade de agradar aos outros. Isso é um subproduto de sua sociedade holística, onde todos se ajudam quando necessário e nunca abusam uns dos outros. O senso de segurança interna na sociedade taygeteana é muito forte, a ponto de não precisarem de uma força policial propriamente dita.

A única coisa que se assemelha a uma são as equipes de busca e resgate, as equipes SAR, que desempenham múltiplas funções nos planetas. Se uma situação se torna muito grande ou difícil para elas, acionam as forças armadas. Tanto as equipes SAR quanto as forças armadas são compostas inteiramente por voluntários. Tudo isso pode gerar uma leve paranoia na população, devido à insegurança percebida, refletida em seu grande e sofisticado exército.

Tratados de cooperação existem entre todos os habitantes das estrelas do aglomerado estelar das Plêiades. É chamado de Conselho de Alcyone, que pode ser considerado o órgão máximo representando e salvaguardando os interesses de todas as raças e da população das Plêiades M45, mas não interfere nem impõe nada à soberania de cada sociedade e cultura dentro do aglomerado estelar.

O Conselho de Alcyone nomeou a raça Engan da estrela Elektra, também conhecida como vikings espaciais, como guardiã da segurança do aglomerado estelar das Plêiades, e não os Taygeteanos, embora ambos sejam fortemente militarizados, principalmente devido à força, ao número e às capacidades militares ainda maiores dos Engan. No entanto, cada raça coopera na proteção de seu setor.

De modo geral, os Taygeteanos são pessoas pacíficas, criadas com forte ética e princípios, com uma profunda inclinação para a busca de práticas e avanços espirituais, e são muito inclinados a serem mentores e professores para outras raças, como a humanidade na Terra.

Mari Swaruu.

Mari Swaruu: Sociedade Holística, também chamada de Sociedade Holográfica, e Realeza no Espaço Sideral.

20/09/2023 – Assista ao vídeo aqui.

Quando Mari fez esse vídeo, Alenym de Temmer era a rainha de Taygeta. Hoje a rainha é Mari.

Transcrição

Muitos outros autores na internet hoje em dia têm usado o termo “sociedade holográfica”, talvez se referindo ao tópico sobre o qual falarei hoje. Meu grupo e eu não temos como saber o que eles estão dizendo, quais são seus conceitos e ideias sobre sociedades holográficas em geral. Então, meus antecessores decidiram chamar nossos conceitos sobre o que esse mesmo tipo de sociedade poderia ser de “sociedade holística”. Além disso, achamos que o nome é mais apropriado.

Sociedades holísticas e suas muitas variações são os sistemas políticos mais amplamente utilizados, ou mais comuns, entre as raças interestelares avançadas em toda a galáxia, que também são altamente avançadas ética e espiritualmente, porque uma sociedade holística é o melhor sistema para proporcionar verdadeira igualdade entre todos os seus membros e cidadãos.

A sociedade holística, em sua forma mais pura, pelo menos conforme descrita pela Federação Galáctica, é aquela utilizada pela antiga raça Andromedana. Juntamente com seus aliados Arcturianos em suas três variantes — Corendianos, Devonianos e Dieslentiplex — eles foram supostamente os primeiros a adotá-la com sucesso como sistema político para seus planetas e sociedades.

A sociedade holística Andromedana é estruturada ou caracterizada da seguinte forma: Cada pequena cidade em um planeta possui seu próprio conselho, composto por moradores locais que participam voluntariamente, sem a necessidade de eleições. Qualquer pessoa pode participar de uma reunião e compartilhar suas perspectivas sobre o assunto em questão.

Cidadãos locais com conhecimento especializado em cada questão ou problema podem ser convidados a participar, se necessário. Por exemplo, se houver um problema com a distribuição de pão, padeiros e agricultores serão convocados. E se houver um problema com geradores de energia, engenheiros e eletricistas serão chamados, participando também voluntariamente como parte de seu serviço comunitário.

Durante uma reunião do conselho, os membros discutem a melhor forma de resolver a questão, o problema ou o plano em pauta, usando a lógica e a razão, sem a necessidade de votar em um resultado específico. Em sociedades holísticas, compreende-se que a votação não garante um resultado que atenda aos melhores interesses da comunidade, pois sempre favorecerá as ideias e os interesses dos membros do conselho que votaram.

Em vez disso, discutem a questão, às vezes por semanas ou meses, até chegarem a um consenso lógico entre todos os membros. É evidente que esse processo pode ser muito lento, mas isso depende naturalmente de cada questão ou problema. Quando a natureza do problema é complexa demais ou grande demais para uma cidade e seu conselho local lidarem e resolverem, eles buscam ajuda do conselho imediatamente superior, como o conselho regional, que zela pelos interesses de uma grande área.

E se a questão ou o problema for ainda maior, os membros do conselho buscarão ajuda de um conselho ainda maior, que zela pelos interesses de uma área ou região ainda maior dentro daquela cultura. E assim é. Se a questão não puder ser resolvida, será encaminhada pela hierarquia do conselho até chegar ao chamado Alto Conselho da cultura, que representa toda a raça e pode ser planetário, como no caso dos Lyrianos no planeta Lyra, que orbita a estrela Vega, ou multiplanetário, no caso de culturas que residem em vários planetas, como Taygeta, por exemplo.

Como esse sistema político consiste em uma série de conselhos que aumentam de tamanho de acordo com o escopo de sua jurisdição, também é chamado de sociedade holística de conselhos hierárquicos. Todos os cidadãos de tais sociedades são bem-vindos a participar de qualquer reunião do conselho, não importa o tamanho, proporcionando assim plena participação e influência política a todos os membros da cultura.

Uma observação minha: Esta é a descrição oficial da Federação Galáctica, mas, na prática, observei que as pessoas não têm tanta liberdade de participação quanto alegam, devido às limitações de espaço dentro do prédio do conselho, segundo eles. Mas, na realidade, também vejo muitas desculpas e limitações que as pessoas que conheço impõem aos voluntários, decidindo quem participa e quem não participa, e essas desculpas e limitações podem ou não ser lógicas.

Após a formação da Federação Unida de Planetas, ou Federação Galáctica, na sequência da Grande Expansão e das Guerras de Órion, de acordo com as narrativas oficiais, inúmeras outras sociedades interestelares emergentes adotaram esse modelo como base para as suas próprias. Essencialmente, elas pegaram o conceito central e o adaptaram para se adequar às ideias e tradições de suas culturas.

Por exemplo, os Centauri, ou Alfrateanos, utilizam um modelo social holístico no qual os membros de seu Alto Conselho são eleitos de maneira semelhante à de uma sociedade democrática, e no qual esses membros do Alto Conselho são o equivalente a um Senado. Na minha opinião, essa eleição colapsa o conceito de uma sociedade holística e o transforma em algo semelhante a uma sociedade democrática terrestre, com todos os seus problemas e vícios.

Como outro exemplo, outras culturas, como os Urmah, Taygetanos e Engan, utilizam um sistema político hierárquico semelhante ao da sociedade holística Andromedana, mas com um rei reinante no caso dos Urmah e Engan, ou uma rainha no caso dos Taygetanos, como é o caso atualmente. Isso as caracteriza como sociedades monárquicas holísticas, onde o rei ou a rainha atuam como presidentes do Alto Conselho e podem influenciar fortemente suas decisões.

No caso de sociedades monárquicas holísticas, o rei ou a rainha não possuem poder ilimitado, pois todas as suas decisões devem ser aprovadas pelo Alto Conselho ou Senado. Contudo, em algumas culturas, como a de Taygeta, a rainha tem autoridade para anular as decisões do Alto Conselho, embora o motivo para tal deva ser investigado e processado.

O rei ou a rainha é visto como um modelo a ser seguido em sua cultura e também é utilizado para representá-los em reuniões, às vezes distantes de casa, como as realizadas nos conselhos da Federação Galáctica, onde seria impossível deslocar todos os membros do Alto Conselho das culturas e onde um embaixador seria insuficiente.

Em teoria, numa sociedade monárquica holística, qualquer pessoa pode ser nomeada rei ou rainha, desde que preencha os requisitos necessários, que incluem elevados padrões éticos, grande integridade pessoal e vasta experiência e conhecimento político, especialmente na gestão da exopolítica e das relações exteriores, lidando com a complexa interação entre raças estelares, que podem ser muito diferentes e onde acordos podem ser extremamente difíceis de alcançar.

O rei ou a rainha deve receber treinamento intensivo antes da nomeação e possuir ampla experiência geral, pois é visto como a personificação de sua cultura, cujos valores e tudo o mais estão concentrados em um único indivíduo. Cumprir todos os requisitos necessários para ser rei ou rainha em uma sociedade holística não é tarefa fácil e, uma vez nomeado, as pressões sociais, políticas e profissionais são imensas.

Embora, em teoria, qualquer pessoa possa ser nomeada rei ou rainha nesse tipo de sociedade holística, geralmente é hereditário, com os membros sendo frequentemente escolhidos e educados desde muito jovens para desempenhar a posição e o importante papel que exercem em sua sociedade. Normalmente, é o rei ou rainha reinante quem designa seu sucessor e o apresenta ao Alto Conselho de sua cultura.

O rei ou rainha reinante então toma seu futuro sucessor como aprendiz e protegido, transmitindo-lhe todo o conhecimento necessário, que também o acompanhará em suas atividades e no desempenho de suas funções para adquirir experiência e conhecimento. Um ponto interessante a acrescentar é que muitos indivíduos de famílias que seguem essas tradições, famílias reais e seus futuros reis e rainhas de suas culturas estelares, vão à Terra para se preparar para seus futuros papéis sociais.

Eles escolhem a Terra porque a vida lá é muito difícil. Muitos dizem que este é o nível mais desafiador da encarnação, e que aprendem muito sobre autodisciplina, força e resiliência em tempos difíceis, bem como a interagir com pessoas muito diferentes deles. Embora os futuros reis e rainhas estelares possam, por vezes, ter algum grau de parentesco com algumas das famílias reais mais antigas da Terra, isso geralmente não acontece.

E uma coisa que devo deixar bem clara aqui é que os reis e rainhas estelares de sociedades holísticas são muito diferentes em todos os sentidos das famílias reais narcisistas, duras e cruéis encontradas na Terra, muitas das quais têm uma ligação direta com linhagens reptilianas. Eles são, em sua maioria, modelos, representantes e embaixadores de sua sociedade, que trabalham com e para seu povo, pensando em seus melhores interesses. Isso é o oposto do que acontece na Terra, e isso se deve ao fato de que toda a sua mentalidade é diferente.

Eles vão para a Terra como “sementes estelares” para uma ou mais encarnações utilizando a tecnologia de cápsulas de imersão total, ou como “step down”, onde são alienígenas completos vivendo como humanos entre eles e usando um nome e identidade humana normais por alguns anos como parte de seu treinamento para futuros reis e rainhas.

Chega de democracia - Como funciona o sistema político holístico de conselhos hierárquicos? 4

Depois disso, muitos permanecem perto da Terra em naves estelares orbitando o planeta durante seu longo período de aprendizado, pois podem observar e estudar todos os problemas da Terra de uma perspectiva diferente e participar da busca por soluções. Aqui, novamente, podemos ver como a Terra é vista como uma escola para almas.

Este é o caso de Taygeta, onde a Rainha Alenym Alexandra I viveu na Terra como uma simples humana, adotando um nome comum e vivendo com uma família comum por vários anos. Ela precisava experimentar a vida em primeira mão e aprender tudo o que pudesse sobre como enfrentar e resolver problemas.

Taygeta sempre foi um alvo da Cabala da Terra, que há muito tempo busca conquistá-la ou invadi-la de alguma forma e estabelecê-la como uma colônia, como muitos suspeitam, para servir de trampolim para invadir outras culturas no sistema estelar das Plêiades. Em uma de suas últimas tentativas, eles planejaram criar uma rainha fantoche que trabalhasse para eles e seus interesses, mas, felizmente, Alenym foi nomeada rainha e assumiu o poder antes que isso pudesse acontecer.

Chega de democracia - Como funciona o sistema político holístico de conselhos hierárquicos? 5Como muitos de vocês sabem, Taygeta e suas políticas não são totalmente bem vistas ou aprovadas pela Federação Galáctica, já que Taygeta e Alenym são consideradas um tanto rebeldes e pouco cooperativas com seus interesses. Isso se deve principalmente ao fato de Taygeta e Alenym considerarem os procedimentos e interesses da Federação Galáctica bastante obscuros, confusos e até mesmo retrógrados em alguns momentos, muito contrários ao que sociedades verdadeiramente holísticas deveriam ser.

Por estar tão próxima da Terra e de sua Cabala, e sabendo que a Federação Galáctica não a aprova, Alenym sempre viaja com máxima segurança, mesmo que não haja ameaças claras à sua segurança. Além disso, a Rainha Alexandra já escolheu sua sucessora, principalmente por precaução, que está atualmente treinando ao seu lado, embora ela não tenha planos de renunciar ou abandonar seu cargo em curto prazo.

Voltando às sociedades holísticas, a questão mais importante aqui é como implementar uma na Terra. Este é um tema que renderia inúmeras discussões e vídeos, mas o que posso dizer agora é que o alicerce de qualquer sociedade holística, sem a qual ela não pode funcionar, reside na elevada ética e mentalidade de seus membros. É aqui que entra a ideia de que o “serviço ao próximo” deve ser a mentalidade da grande maioria de seus membros, ou a sociedade emergente retornará à corrupção e cairá em outros sistemas políticos desiguais.

Muitas comunidades espirituais promovem cegamente a mentalidade de “serviço ao próximo” como a chave para uma sociedade holística, uma “sociedade holográfica”, como a chamam, e embora isso seja objetivamente correto, o problema é que, se apenas algumas pessoas bem-intencionadas e bondosas aderirem a essa mentalidade, na Terra elas acabarão sendo exploradas por seus supostos guias e líderes de grupo, quase ao ponto da escravidão, tudo em nome do “serviço ao próximo”. Portanto, na Terra, as coisas não são tão simples.

Isso é bastante agravado pela noção comum de que os serviços espirituais devem ser prestados gratuitamente, e cobrar por trabalho enquanto se realizam atividades que não fazem parte das formas socialmente aceitas de ganhar dinheiro é visto como um motivo para duvidar da integridade e legitimidade desses indivíduos. Vejo isso como uma armadilha da Nova Era, controlada pelos jesuítas e CIA, porque as pessoas que investem seu tempo e esforço em atividades espirituais não poderiam continuar fazendo isso se não fossem remuneradas.

Elas teriam que levar uma vida normal, trabalhando das 9h às 17h para pagar as contas e comprar comida, o que as deixaria sem tempo ou energia para realizar seu trabalho positivo, que pode ajudar muitas pessoas com a mesma mentalidade e atrair muitas outras para essa forma positiva de pensar e viver, capaz de fomentar a formação de uma sociedade holística.

Na Terra, as coisas devem ser abordadas com muita cautela, porque é melhor que as pessoas positivas atendam às suas próprias necessidades antes de ajudar os outros, ou elas voltarão a precisar de ajuda, e todo o seu bom trabalho positivo será completamente interrompido. Atenda às suas próprias necessidades e à sua estabilidade, e só então ajude os outros a partir dessa posição de força, como disse Ari, o Tigre Urmah.

E isso nos leva a outro ponto importante a ser considerado para a formação de uma sociedade holística: a mentalidade de viver em escassez. A ideia de escassez fará com que as pessoas priorizem o interesse próprio, pois seus instintos de sobrevivência entrarão em ação, levando-as a uma mentalidade de acumulação e a um foco no interesse individual.

No mínimo, as necessidades básicas da população humana devem ser atendidas antes que ela possa desenvolver uma mentalidade suficientemente boa para sequer começar a formar a base de uma sociedade holística. E para alcançar isso, a Cabala deve ser removida da Terra, e essa é uma tarefa difícil. Como todos sabemos, a Federação Galáctica e suas agendas obscuras entram em jogo aqui. Por exemplo, a ideia de que a Terra deve ser como é para proporcionar às almas que lá vivem a experiência de aprendizado que desejam, apesar das dificuldades e do sofrimento.

Sociedades holísticas são um tema vasto que abordarei em vídeos futuros, onde continuarei a descrevê-las em detalhes para que sejam finalmente bem compreendidas por todos vocês, para que possam usá-las como referência para criar as suas próprias na Terra.

Mari Swaruu.

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A população geral da Terra não está nem perto de estar pronta para desenvolver uma sociedade positiva por conta própria e sem interferência externa. Eles precisam da orientação de seres altamente evoluídos com sociedades holísticas e também fortes características empáticas e emocionais. De preferência descendentes de Lyrianos ou humanos viajantes do espaço, como os Taygeteanos e Antarianos

A grande maioria da população humana não está preparada para governar a si mesma, tendo sido doutrinada para ser pastoreada como gado, para receber um modo de vida com suas próprias regras e limitações. Eles só sabem obedecer e seguir um líder, e é por isso que são tão vulneráveis ​​a governantes carismáticos e demagógicos e a gangues de bandidos. Eles estão acostumados a receber instruções, até mesmo sobre como pensar, e têm uma mentalidade de seguir o rebanho.

A humanidade deveria ser guiada pelos “humanos viajantes do espaço”?

Um mundo sem dinheiro, sem impostos e com alta qualidade de vida é possível?

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Renato Cunha
O blog Stylo Urbano foi criado pelo estilista Renato Cunha para apresentar aos leitores o que existe de mais interessante no mundo da moda, artes, design, sustentabilidade, inovação, tecnologia, arquitetura, decoração e comportamento.

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