A maioria dos patriotas concorda que estamos lutando contra algo chamado “globalismo”. Mas o que é isso? Antes de mais nada, é uma invenção britânica. O globalismo moderno nasceu na Inglaterra vitoriana e, posteriormente, foi promovido pelos socialistas fabianos britânicos. Atualmente, é o sistema de crenças dominante no mundo. George Orwell chamou-lhe Ingsoc.

Texto de Richard Poe, autor e jornalista que lançou em maio de 2024 o livroComo os britânicos inventaram o comunismo (e culparam os judeus)“.

Em seu romance  1984, Orwell previu um futuro no qual o Império Britânico se funde com os Estados Unidos para formar a Oceania, um superestado impulsionado por uma ideologia maligna chamada Ingsoc (abreviação de Socialismo Inglês). A distopia de Orwell foi baseada em seu conhecimento dos planos globalistas reais.

Durante os 183 anos entre 1763 e 1946, houve a maior influência direta da supremacia unipolar britânica sobre o mundo, as nações empobrecidas do mundo se viram mais empobrecidas, menos capazes de adquirir meios de produção industrial e mais em guerra consigo mesmas e com seus vizinhos por meio de táticas de “dividir para conquistar” dos britânicos. Como esse império assumiu a forma do “relacionamento especial” anglo-americano depois de 1945, essa tendência só foi exacerbada.

Criada na década de 1930 como a nova face do Império Britânico, a atual Comunidade Britânica ocupa 12,2 milhões de milhas quadradas de território, abriga 2,4 bilhões de pessoas e representa 21% da área terrestre do mundo. Para aqueles que ainda acreditam no mito de que o Império Britânico desapareceu após a Segunda Guerra Mundial, vale a pena contrastar os mapas da Comunidade Britânica e do Império Britânico.

O fato é que o Império Britânico continua a exercer uma vasta influência de cima para baixo sobre os assuntos mundiais. Apesar de ter “desaparecido” nominalmente após a Segunda Guerra Mundial, os britânicos deram lugar a um “Império Americano”, usando os Estados Unidos como fachada.

Os líderes britânicos na virada do século XX reconheceram que a Inglaterra não podia mais se dar ao luxo de policiar seu império global. Eles elaboraram um plano para transferir o custo do império para os Estados Unidos. O plano era que os americanos policiassem o mundo, às suas próprias custas, enquanto a Grã-Bretanha daria as cartas, mantendo o controle da política imperial. Essa é a essência do Atlantismo que dominou os EUA até que Donald Trump se tornou presidente.

Um grupo secreto chamado Mesa Redonda foi formado, em parte com fundos do Rhodes Trust, para colocar esse plano em ação. Aproximadamente de 1909 a 1945, a Mesa Redonda gradualmente inseriu os Estados Unidos em uma teia de interdependência com a Grã-Bretanha. Isso ocorreu, em primeiro lugar, com a criação do Conselho de Relações Exteriores (CFR) em 1921, para exercer controle indireto sobre a política externa americana. Em segundo lugar, foram estabelecidas entidades transnacionais, como a ONU, a OTAN e a aliança de inteligência Five Eyes (Cinco Olhos), que atrelaram ainda mais os EUA ao destino da Grã-Bretanha.

Dessa forma, os britânicos garantiram o apoio dos EUA a quaisquer operações militares futuras que desejassem empreender. Tendo garantido a cooperação dos EUA, o próximo passo foi a descolonização, conceder autogoverno às colônias britânicas, para que a Inglaterra não precisasse mais arcar com o ônus de policiá-las e defendê-las sozinha. Essa foi a transição do “Império Britânico” para o “Império Informal”.

“Federação do Mundo”

Com a expansão do poder britânico no século XIX, o domínio global parecia inevitável. Os administradores imperiais traçaram planos para um mundo unido sob o domínio britânico. A chave para que isso funcionasse era unir forças com os Estados Unidos, exatamente como Orwell descreveu em seu romance. Muitos anglófilos nos EUA estavam mais do que dispostos a aderir a esse plano.

“Somos parte, e uma grande parte, da Grande Grã-Bretanha que parece tão claramente destinada a dominar este planeta…”, exclamou  o The New York Times  em 1897, durante as festividades do Jubileu de Diamante da Rainha Vitória. Em 1842, Alfred Tennyson, que logo se tornaria o poeta laureado oficial da Rainha Vitória, escreveu o poema “Locksley Hall”. Nele, ele vislumbrava uma era dourada de paz, sob uma “lei universal”, um “Parlamento dos homens” e uma “Federação do mundo”.

As palavras de Tennyson prenunciaram a Liga das Nações e a ONU. Mas Tennyson não inventou esses conceitos. Ele apenas celebrou planos que já estavam em andamento entre as elites britânicas. Gerações de globalistas britânicos veneraram o poema de Tennyson como se fosse uma escritura sagrada. Winston Churchill o elogiou em 1931 como “a mais maravilhosa de todas as profecias modernas”. Ele chamou a Liga das Nações de cumprimento da visão de Tennyson.

Imperialismo Liberal

Outro líder britânico influenciado pelo poema de Tennyson foi o filósofo John Ruskin. Em sua primeira palestra em Oxford, em 1870, Ruskin eletrizou os alunos ao declarar que era o destino da Grã-Bretanha “Reinar ou Morrer”, governar o mundo ou ser governada por outros. Com essas palavras, Ruskin deu origem a uma doutrina que logo ficaria conhecida como “imperialismo liberal”, a noção de que países “liberais” deveriam conquistar países bárbaros para disseminar valores “liberais”.

Um nome melhor seria “imperialismo socialista”, já que a maioria das pessoas que promoviam esse conceito eram, na verdade, socialistas. Ruskin se autodenominava “comunista” antes mesmo de Marx terminar de escrever O Capital. Na visão de Ruskin, o Império Britânico era o veículo perfeito para difundir o socialismo.

O socialismo de Ruskin misturava-se estranhamente com elitismo. Ele exaltava a superioridade das raças “do norte”, referindo-se aos normandos, celtas e anglo-saxões que construíram a Inglaterra. Ele via a aristocracia, e não o povo comum, como a personificação da virtude britânica. Ruskin também era ocultista e, de acordo com alguns biógrafos, era pedófilo. Nesses aspectos, suas excentricidades assemelhavam-se àquelas ainda hoje em voga em certos círculos globalistas.

A Fundação Rhodes

Os ensinamentos de Ruskin inspiraram uma geração de estadistas britânicos. Um dos mais devotos seguidores de Ruskin foi Cecil Rhodes (1853-1902). Quando era estudante de graduação, Rhodes assistiu à palestra inaugural de Ruskin e transcreveu uma cópia, que guardou pelo resto da vida. Como estadista, Rhodes promoveu agressivamente a expansão britânica. “Quanto mais do mundo habitarmos, melhor para a raça humana”, disse ele.

Em seu testamento, Rhodes deixou uma fortuna para promover “o domínio britânico em todo o mundo”; a consolidação de todos os países de língua inglesa em uma única federação, e nas palavras de Rhodes, “a recuperação definitiva dos Estados Unidos da América como parte integrante do Império Britânico”.

Tudo isso deveria levar à “fundação de um poder tão grande que, daqui em diante, tornaria as guerras impossíveis e promoveria os melhores interesses da humanidade“, concluiu Rhodes em seu testamento. Dessa forma, a paz mundial seria alcançada através da hegemonia britânica. Na década de 1890, a maioria dos líderes britânicos concordava com Rhodes.

A Mesa Redonda

Após a morte de Rhodes em 1902, Alfred Milner assumiu o seu movimento, criando grupos secretos da “Mesa Redonda” para fazer propaganda em prol de uma federação mundial de países de língua inglesa. Em cada país-alvo, incluindo os EUA, os membros da Mesa Redonda recrutaram líderes locais para atuarem como “bodes expiatórios”. Um bode expiatório é um animal treinado para conduzir outros ao abate.

Na verdade, a Mesa Redonda estava conduzindo as pessoas a um verdadeiro massacre. A guerra com a Alemanha era esperada. A Mesa Redonda buscava o compromisso de cada colônia de língua inglesa em enviar tropas quando chegasse a hora. Austrália, Canadá, Nova Zelândia e África do Sul concordaram.

A Primeira Guerra Mundial impulsionou o mundo em direção à globalização, dando origem à Liga das Nações. Isso foi proposital. Projeção britânica. Gerações de estudantes americanos aprenderam que o presidente Woodrow Wilson foi o pai do globalismo. Mas os “ideais” de Wilson foram impostos a ele por agentes britânicos.

Guerra para acabar com a guerra

Em 14 de agosto de 1914, apenas 10 dias após a Inglaterra declarar guerra, o romancista H.G. Wells escreveu um artigo intitulado “A Guerra Que Acabará com Todas as Guerras”. “Esta agora é uma guerra pela paz…“, declarou ele. “Ela visa a um acordo que impeça esse tipo de coisa para sempre.” Wells lançou uma versão em livro de “A Guerra Que Acabará com Todas as Guerras” em outubro de 1914.

Ele escreveu: “Se os liberais em todo o mundo… insistirem em uma Conferência Mundial ao final deste conflito… eles poderão… criar uma Liga da Paz que controlará o globo.” Wells não inventou a ideia de uma “Liga da Paz”. Ele estava simplesmente promovendo a política oficial britânica. Wells era um agente secreto do Departamento de Propaganda de Guerra da Grã-Bretanha (conhecido como Wellington House).

Agentes britânicos na Casa Branca

Os líderes britânicos entendiam que sua Liga da Paz jamais funcionaria sem o apoio dos Estados Unidos. Por essa razão, a inteligência britânica fez esforços especiais para infiltrar-se na Casa Branca de Woodrow Wilson, o que se mostrou surpreendentemente fácil. O conselheiro mais próximo de Wilson era o “Coronel” Edward House, um texano com fortes laços familiares com a Inglaterra. Durante a Guerra Civil, o pai de House, nascido na Grã-Bretanha, fez fortuna como contrabandista, trocando algodão por munições britânicas para armar as tropas rebeldes.

O jovem Edward House e seus irmãos frequentaram internatos ingleses. Enquanto assessorava o presidente Wilson, o coronel House trabalhou em estreita colaboração com espiões britânicos, especialmente com Sir William Wiseman, chefe da estação americana do Serviço Secreto de Inteligência Britânico (SIS). House, Wiseman e Wilson tornaram-se amigos íntimos, chegando a passar férias juntos.

A ideia de uma “Liga das Nações” partiu de Sir Edward Grey, Ministro das Relações Exteriores britânico. Em uma carta de 22 de setembro de 1915, Grey perguntou ao Coronel House se o Presidente poderia ser persuadido a propor uma Liga das Nações, já que a ideia seria melhor recebida vinda de um presidente dos EUA.

Quando Wilson participou da Conferência de Paz de Paris em 1919, Wiseman e House estavam por perto, orientando cada um de seus passos, juntamente com uma série de outros funcionários britânicos e americanos, todos comprometidos com a agenda globalista e muitos ligados diretamente à Mesa Redonda.

A relação especial

O ex-oficial do SIS, John Bruce Lockhart, mais tarde chamou Wiseman de “o ‘agente de influência’ mais bem-sucedido que os britânicos já tiveram”. O historiador britânico A.J.P. Taylor escreveu que “Ele [Wiseman] e House tornaram a “relação especial uma realidade”. Muitos historiadores sustentam que a “relação especial” entre os EUA e o Reino Unido começou somente após a Segunda Guerra Mundial, com a criação da OTAN e da ONU. No entanto, Taylor observa corretamente que as sementes da “relação especial” foram plantadas antes, na Conferência de Paz de Paris de 1919.

Em Paris, autoridades dos EUA e do Reino Unido concordaram secretamente em coordenar políticas, de modo que ambos os países agissem como um só. Dois centros de estudos foram criados para facilitar isso: a Chatham House (Reino Unido) e o Conselho de Relações Exteriores (EUA). Para grande desgosto dos globalistas britânicos, o Senado dos EUA recusou-se a aderir à Liga das Nações. Foi necessária outra Guerra Mundial, e o poder de persuasão de Winston Churchill, para finalmente levar os EUA a integrar o governo global, por meio da OTAN e da ONU.

Winston Churchill, Pai do Globalismo Moderno

A visão de Churchill sobre um governo global era curiosamente semelhante à de Cecil Rhodes e à da Mesa Redonda. Churchill defendia uma “organização mundial” apoiada por uma “relação especial” entre os países de língua inglesa. Em 16 de fevereiro de 1944, Churchill alertou que, “a menos que a Grã-Bretanha e os Estados Unidos se unam numa Relação Especial… no âmbito de uma organização mundial, outra guerra destrutiva ocorrerá”. Consequentemente, a ONU foi fundada em 24 de outubro de 1945.

Leia mais: As Nações Unidas são um culto luciferiano controlado pelo Vaticano, Rothschilds e Rockefellers.

No entanto, a ONU não era suficiente. Cecil Rhodes e a Mesa Redonda sempre defenderam que o verdadeiro poder por trás de qualquer governo global deveria ser uma união de povos de língua inglesa. Churchill reiterou esse plano em seu discurso sobre a “Cortina de Ferro”, em 5 de março de 1946. Churchill alertou que a ONU não possuía uma “força armada internacional” nem bombas atômicas. Os EUA, portanto, deveriam unir-se à Grã-Bretanha e a outros países de língua inglesa em uma aliança militar, argumentou Churchill. Nenhuma outra força seria capaz de deter os soviéticos.

“Associação Fraternal dos Povos de Língua Inglesa”

Churchill afirmou que a “organização mundial” era inútil sem “a associação fraterna dos povos de língua inglesa. Isso significa uma relação especial entre a Comunidade Britânica e o Império Britânico e os Estados Unidos”. As palavras de Churchill levaram ao Tratado da OTAN de 1949 e ao acordo dos “Five Eyes”, que uniu os esforços de inteligência dos EUA, Reino Unido, Canadá, Austrália e Nova Zelândia. Passo a passo, Churchill nos aproximou cada vez mais do superestado global que Orwell chamou de Oceania.

Orwell, que se autodenominava um “anarquista conservador”, detestava o comunismo soviético. Se quisesse, poderia ter escrito  1984  como uma espécie de “Amanhecer Violento” britânico, com a Inglaterra sofrendo sob a ocupação soviética. Mas essa não era a mensagem de Orwell.

Orwell alertou para um perigo mais próximo de casa. Ele alertou sobre os globalistas britânicos e seu plano de união de países de língua inglesa, impulsionado pela ideologia do Ingsoc. Em muitos aspectos, o mundo em que vivemos hoje é o mundo que Orwell previu.

Richard Poe: O globalismo está enraizado no imperialismo liberal britânico, não no império americano

Segundo Richard Poe, o nascimento do globalismo não começa com o Império Americano, como tantas vezes é retratado, mas emana do Império Britânico, que continua operando nos bastidores. Ele ressalta o fato estranho de que a Pax Britannica venceu duas guerras mundiais e depois desapareceu misteriosamente. A Grã-Bretanha ainda mantém seu império liberal ou globalista por meio de seu sistema hegemônico comercial e financeiro; simplesmente transferiu seus súditos de dependências formais para informais.

Ela deixa que o Império Americano faça o trabalho pesado por meio de dispendiosas máquinas militares e da guerra. Richard Poe também compartilha suas reflexões sobre o Grande Reset do Fórum Econômico Mundial e Rei Carlos III, que parece ser a próxima fase da globalização, uma agenda aristocrática que busca nos levar de volta à Idade Média.

Como os britânicos venderam o globalismo aos Estados Unidos

Em 13 de abril de 1919, um destacamento de cinquenta soldados britânicos abriu fogo contra manifestantes em Amritsar, na Índia, matando centenas de pessoas. Os soldados eram indianos, vestindo uniformes britânicos. O comandante deles era inglês. Quando o Coronel Reginald Dyer deu a ordem, cinquenta indianos abriram fogo contra seus próprios compatriotas, sem hesitar, e continuaram atirando por dez minutos. Isso se chama “soft power” (poder brando). O Império Britânico foi construído sobre ele.

O “soft power” refere-se à capacidade de um país influenciar outros por meios culturais, ideológicos e diplomáticos, em vez de recorrer à força militar ou à coerção. É a capacidade de seduzir e cooptar outros para que façam o que você quer. Alguns chamariam isso de controle mental. Por meio do uso do soft power, um país pequeno como a Inglaterra pode dominar países maiores e mais populosos.

Até mesmo os poderosos Estados Unidos cediam à influência britânica de maneiras que a maioria dos americanos não entende. Por mais de cem anos, os americanos tem sido implacavelmente empurrados rumo à globalização, contrariando seus próprios interesses e sua inclinação natural. A pressão pelo globalismo vem principalmente de grupos de fachada britânicos que se fazem passar por centros de estudos americanos. O mais proeminente entre eles é o Conselho de Relações Exteriores (CFR).

Origem do CFR

O CFR surgiu do Movimento da Mesa Redonda Britânico. No artigo, “Como os britânicos inventaram o globalismo”, foi explicado como os líderes britânicos começaram a formular planos para um governo global durante o século XIX. Com financiamento do Rhodes Trust, um grupo secreto chamado Mesa Redonda foi formado em 1909. Ele estabeleceu filiais em países de língua inglesa, incluindo os EUA, para fazer propaganda em favor de uma federação mundial de povos de língua inglesa unidos em um único superestado.

O objetivo a longo prazo da Mesa Redonda, como Cecil Rhodes deixou claro em seu testamento de 1877, era alcançar a paz mundial através da hegemonia britânica. Nesse processo, Rhodes também buscou (e cito) a “recuperação definitiva dos Estados Unidos da América como parte integrante do Império Britânico”.

Os Domínios

Acontece que as colônias britânicas de língua inglesa não queriam fazer parte da federação de Rhodes. Elas queriam a independência. Assim, os membros da Mesa Redonda propuseram um acordo. Ofereceram o estatuto de “Domínio” ou uma independência parcial em vez disso. O Canadá deveria servir de modelo. Em 1867, o país havia conquistado o status de Domínio. Isso significava que o Canadá governava a si mesmo internamente, enquanto a Grã-Bretanha conduzia sua política externa. Os canadenses, por sua vez, permaneciam súditos da Coroa.

Os britânicos então ofereceram o mesmo acordo a outras colônias de língua inglesa. A guerra com a Alemanha era esperada, então os membros da Mesa Redonda tiveram que agir rapidamente. A Grã-Bretanha precisava apaziguar os Domínios com autogoverno, para que estes concordassem em fornecer tropas na guerra iminente. A Austrália tornou-se um Domínio em 1901; a Nova Zelândia, em 1907; e a África do Sul, em 1910.

Cortejando os Estados Unidos

Os Estados Unidos representavam um desafio especial. Era independentes desde 1776. Além disso, suas relações com a Grã-Bretanha eram turbulentas, marcadas por uma Revolução sangrenta, a Guerra de 1812, disputas de fronteira com o Canadá e a interferência britânica na Guerra Civil. A partir da década de 1890, os britânicos lançaram uma campanha de relações públicas chamada “A Grande Aproximação”, promovendo a unidade anglo-americana.

Em 1893, o magnata do aço Andrew Carnegie, nascido na Escócia, defendeu abertamente uma “União Britânico-Americana”. Ele advogava pelo retorno dos Estados Unidos ao Império Britânico. O jornalista britânico W.T. Stead defendeu em 1901 a criação de “Estados Unidos do Mundo de língua inglesa”. Uma solução “canadense” para a América. Do ponto de vista britânico, a Grande Aproximação foi um fracasso.

Quando a Grã-Bretanha declarou guerra à Alemanha em 1914, tropas afluíram de todos os cantos do Império. Mas não da América. Os EUA só enviaram tropas em abril de 1917, após dois anos e meio de intensa pressão britânica. Para os britânicos, o atraso era intolerável. Provou que não se podia confiar nos americanos para tomar decisões importantes. A Mesa Redonda buscava uma solução “canadense”, manipular os EUA para um acordo semelhante ao dos Domínios, com a Grã-Bretanha controlando sua política externa.

Teve que ser feito discretamente, por canais alternativos. Durante as negociações de paz de Paris em 1919, agentes da Mesa Redonda trabalharam com anglófilos americanos cuidadosamente selecionados (muitos deles membros da Mesa Redonda) para elaborar mecanismos formais de coordenação entre as políticas externas dos EUA e do Reino Unido.

O Mecanismo de Controle

Em 30 de maio de 1919, foi fundado o Instituto Anglo-Americano de Assuntos Internacionais (AAIIA), com filiais em Nova York e Londres. Pela primeira vez, foi estabelecida uma estrutura formal para harmonizar as políticas dos EUA e do Reino Unido no mais alto nível. No entanto, o momento foi péssimo. O sentimento antibritânico estava crescendo nos Estados Unidos. Muitos culpavam a Inglaterra por arrastar os EUA para a guerra. Ao mesmo tempo, os globalistas ingleses denunciavam os americanos como negligentes por não apoiarem a Liga das Nações.

Com a unidade anglo-americana temporariamente em descrédito, os membros da Mesa Redonda decidiram separar as filiais de Nova York e Londres em 1920, por uma questão de aparências. Após a separação, a filial de Londres foi renomeada como Instituto Britânico de Assuntos Internacionais (BIIA). Em 1926, o BIIA recebeu uma carta régia, tornando-se o Instituto Real de Assuntos Internacionais (RIIA), comumente conhecido como Chatham House. Entretanto, a filial de Nova Iorque tornou-se o Conselho de Relações Exteriores em 1921.

Após se separar da Chatham House, o CFR continuou trabalhando em estreita colaboração com sua contraparte britânica, sob um rigoroso código de sigilo denominado “regras da Chatham House”.

A Agenda do CFR

O CFR afirma em seu site que “não adota posições institucionais sobre questões de política”. Mas isso não é verdade. “A influência do internacionalismo” é evidente em todas as publicações do CFR, observa o cientista político britânico Inderjeet Parmar em seu livro de 2004,  Think Tanks and Power in Foreign Policy . Também é evidente nos escritos do CFR uma marcada hostilidade ao que o Conselho chama de “isolacionismo”.

Parmar conclui que o CFR promove duas agendas:

1. Unidade anglo-americana
2. Globalismo

Esses são os mesmos objetivos estabelecidos no testamento de Rhodes, que previa uma união anglo-americana global tão poderosa que “daqui em diante tornaria as guerras impossíveis…”

Por que os EUA têm tantas bases militares ao redor do mundo? Porque é a arma usada pela Coroa Britânica/Vaticano para ameaçar todas as nações.

“A Nave-Mãe”

Protegido pelas “regras da Chatham House”, o CFR opera há muito tempo nas sombras, sendo sua própria existência desconhecida para a maioria dos americanos. No entanto, rumores sobre seu poder vazaram ao longo dos anos.

“Poucas instituições proeminentes na sociedade americana foram tão consistentemente criticadas quanto o Conselho de Relações Exteriores”, escreveu o historiador Robert J. McMahon em 1985. “Para os teóricos da conspiração da direita, bem como para os críticos radicais da esquerda, a organização sediada em Nova York frequentemente evoca o temor de uma pequena elite que manipula maliciosamente os rumos da política externa americana.”

Na verdade, o controle efetivo do CFR sobre a política externa dos EUA não é teoria da conspiração, mas sim um fato bem conhecido entre os especialistas de Washington, que apelidaram o CFR de “o verdadeiro Departamento de Estado”. Em 2009, a Secretária de Estado Hillary Clinton admitiu receber ordens do CFR, referindo-se à sua sede em Nova York como a “nave-mãe”.

Em um discurso no escritório recém-inaugurado do CFR em Washington, Clinton disse: “Estou muito feliz por estar aqui nesta nova sede. Já estive muitas vezes na sede principal em Nova Iorque, mas é bom ter um posto avançado do Conselho aqui perto do Departamento de Estado. Recebemos muitos conselhos do Conselho, então isso significa que não precisarei ir tão longe para ouvir o que devemos fazer e como devemos pensar sobre o futuro.”

Hillary Clinton pediu a União Europeia que usasse sua repressora “Lei de Serviços Digitais” para pressionar Elon Musk a censurar os americanos. Hillary voou para o Fórum Mundial de Berlim para uma reunião anti-liberdade de expressão com as elites europeias.

Quando o Twitter foi comprado por Elon Musk, ela pediu à UE que usasse a infame Lei de Serviços Digitais (DSA), que é uma das leis mais contrárias à liberdade de expressão em décadas. E apelou à UE para que utilizasse a DSA para forçar Elon Musk a censura os cidadãos americanos. E essa mulher já foi candidata presidencial democrata.

O CFR contra Trump

O então candidato Trump não compartilhava do entusiasmo de Hillary pelos “conselhos” britânicos. Pelo contrário, as políticas de Trump opunham-se expressamente às posições britânicas sobre mudanças climáticas, fronteiras abertas, acordos comerciais fraudulentos e guerras intermináveis. A política “América Primeiro” de Trump personificava o que o CFR chama de “isolacionismo”. Foi demais para os britânicos e seus colaboradores americanos.

Assim nasceu a “Resistência” anti-Trump. Em 16 de junho de 2015, Trump anunciou sua candidatura à presidência. No final de 2015, a agência britânica de espionagem GCHQ teria descoberto “interações” entre a campanha de Trump e a inteligência russa. O GCHQ repassou esse “material” ao então chefe da CIA de Barack Obama, John Brennan, no verão de 2016. Uma manchete do jornal britânico The Guardian, de 13 de abril de 2017, anunciava com orgulho: “Espiões britânicos foram os primeiros a detectar as ligações da equipe de Trump com a Rússia”.

O artigo explicava: “Fontes de inteligência dos EUA e do Reino Unido reconhecem que o GCHQ desempenhou um papel inicial e proeminente no início da investigação do FBI sobre a Rússia e Trump… Uma fonte chamou a agência britânica de espionagem de “principal denunciante”. Dessa forma, a inteligência britânica preparou o terreno para a investigação de Mueller e o impeachment do “Russiagate” mais de um ano antes da eleição de Trump.

Barack Obama, Hillary Clinton e a inteligência britânica usaram a mídia fake news para difamar Donald Trump com a farsa “Russiagate” e retirá-lo da presidência. Foi uma tentativa de Golpe de Estado com ajuda dos britânicos.

Apelos à revolta militar

Apenas 10 dias após Trump assumir o cargo em 2017,  a revista Foreign Policy  pediu um “golpe militar” contra o novo presidente. O artigo de 20 de janeiro de 2017 tinha como título: “3 maneiras de se livrar do presidente Trump antes de 2020”. Nele, a professora de direito Rosa Brooks defendia o impeachment de Trump ou sua destituição com base na 25ª Emenda. Como último recurso, disse Brooks, poderia ser tentado um método “que até recentemente eu teria considerado impensável nos Estados Unidos da América: um golpe militar…”

A revista Foreign Policy pertence à família Graham, cuja matriarca, Katharine Graham, ajudou a derrubar Nixon quando era editora do Washington Post. Os Grahams são figuras influentes em Washington. Eles não teriam pedido um “golpe militar” sem a aprovação da “nave-mãe”.

Desestabilizando a América

A prova da cumplicidade do CFR surgiu em novembro de 2017, quando  a revista Foreign Affairs fez coro com a Foreign Policy, instando os “altos líderes militares” a “resistirem às ordens” de Trump e a considerarem a possibilidade de destituí-lo do cargo com base na 25ª Emenda. A Foreign Affairs é a revista oficial do Conselho de Relações Exteriores. Ao longo da presidência de Trump, a revista Foreign Affairs o acusou repetidamente de instabilidade mental, instando “líderes militares” e “membros do gabinete” a estarem prontos para destituí-lo.

Vindas da “nave-mãe”, essas incitações carregavam um peso de autoridade incomum. Elas atiçaram as chamas da retórica de Washington a níveis incandescentes, abalando a nação e estabelecendo a insurreição e o golpe de Estado como a “nova normalidade” na política dos EUA. Considerando a inegável origem britânica do CFR, a retórica acalorada da  revista Foreign Affairs  levanta questões sobre as motivações britânicas.

Claramente, Londres via Trump como uma ameaça existencial. Mas porquê? Porque as objeções de Trump à política comercial foram consideradas tão ameaçadoras aos interesses britânicos a ponto de justificarem um motim militar?

Neutralizando a ameaça americana

A resposta pode ser encontrada nos escritos originais do grupo de Rhodes. Em seu livro de 1901, A Americanização do Mundo, o jornalista britânico W.T. Stead, colaborador próximo de Rhodes, argumentou que a Inglaterra tinha apenas duas opções: ou se unia aos Estados Unidos ou seria substituída por eles. A escolha era clara. Unir-se aos EUA poderia salvar o lugar da Grã-Bretanha no mundo. Mas qualquer tentativa de competir com os EUA só terminaria em derrota.

Na década de 1890, os líderes britânicos já sabiam que policiar o Império havia se tornado muito caro. Conceder autogoverno aos Domínios gerou alguma economia, tornando-os responsáveis ​​por sua própria defesa. Mas os gastos militares ainda eram muito altos. Em 1906, o banqueiro britânico Lord Avebury queixou-se de que os EUA estavam a enriquecer à custa da Grã-Bretanha. Enquanto os EUA lucravam com a Pax Britannica, a Grã-Bretanha gastava 60% mais do que os EUA nas suas forças armadas, para manter o mundo seguro para os negócios.

Hoje, graças ao CFR, a situação se inverteu a favor da Grã-Bretanha. Agora os Estados Unidos controlam o mundo, enquanto os investidores britânicos enriquecem com a Pax Americana. Os gastos militares britânicos representam agora uma fração dos nossos. Diante desses fatos, fica mais fácil entender por que os britânicos não querem que Trump perturbe a ordem estabelecida por eles.

Os novos imperialistas e a revolução inacabada da América

As elites britânicas não se contentaram em transferir os custos do império para os Estados Unidos. Elas também queriam manter o controle da política imperial, querendo assim ter o melhor dos dois mundos. Com a ajuda do CFR, elas chegaram muito perto de alcançar esse objetivo. O movimento “Novo Imperialista” na Grã-Bretanha busca reconstruir a influência global do Reino Unido, às custas das forças armadas dos EUA. O historiador britânico Andrew Roberts anunciou esse novo movimento em um artigo publicado no Daily Mail em 8 de janeiro de 2005 .

A manchete resume perfeitamente a filosofia deles: “Recolonizar a África”. Argumentando que “a África nunca viveu tempos melhores do que durante o domínio britânico”, Roberts defendeu categoricamente a “recolonização”. Ele afirmou que importantes estadistas britânicos apoiavam essa política “em privado”, mas “jamais poderiam ser vistos a aprová-la publicamente…”.

Roberts gabou-se de que a maioria das ditaduras africanas entraria em colapso com a “mera chegada ao horizonte de um porta-aviões de um país de língua inglesa…” Ele não especificou qual “país de língua inglesa” seria responsável por fornecer porta-aviões para tais aventuras, mas dou-lhe três palpites.

Mais de cem anos se passaram desde que W.T. Stead alertou que a Grã-Bretanha deveria se unir aos Estados Unidos ou ser substituída por eles. Pouco mudou. As elites britânicas ainda enfrentam a mesma escolha. Elas não podem aceitar um mundo liderado pelos Estados Unidos, então precisam encontrar maneiras de controlar os americanos. Mas os americanos não precisam aceitar o controle dos britânicos. O desafio é quebrar o encanto do soft power britânico e concluir a obra da revolução americana inacabada.

Os novos imperialistas impulsionam o CANZUK

Dezesseis anos após anunciar o “Novo Imperialismo”, Andrew Roberts e seus companheiros imperialistas continuam a defender o sonho de Cecil Rhodes de uma união de língua inglesa. Em um artigo de opinião publicado no Wall Street Journal em 8 de agosto de 2020, Roberts promoveu o chamado Tratado CANZUK, que busca unir Canadá, Austrália, Nova Zelândia e Reino Unido em um superestado global, “capaz de se igualar aos EUA” contra “uma China cada vez mais revanchista”.

Como sempre, Roberts está fazendo planos para os americanos. Como de costume, seus planos envolvem levar os EUA à guerra. As elites britânicas nunca entenderão os americanos. Em seu livro de 2006, ” A History of the English-Speaking Peoples Since 1900″ (Uma História dos Povos de Língua Inglesa desde 1900), Roberts sugeriu, de forma descontraída, que os Estados Unidos talvez se beneficiassem mais de uma monarquia.

Um governo monárquico teria os poupado do trauma de Watergate, argumenta ele. Um monarca teria intervido e demitido Nixon, assim como a Rainha Elizabeth II demitiu o primeiro-ministro australiano Gough Whitlam em 1975. Não há necessidade de qualquer processo democrático. Roberts não leva em consideração como essa intervenção da realeza teria sido recebida pela “maioria silenciosa” que votou em Nixon e o apoiou.

MAGA x MABA

Em resumo, Trump procurou tornar a América grande novamente (MAGA, na sigla em inglês) restaurando a independência e autossuficiência da América. O CFR busca tornar a América britânica novamente (MABA). É simples assim. Se os anos de Trump nos ensinaram alguma coisa, é que MAGA e MABA não se misturam. No instante em que os americanos tiveram um presidente que defendia a soberania americana, os britânicos enlouquecem, levando o país à beira de uma guerra civil. É evidente que os EUA não podem ser “grandes” e “britânicos” ao mesmo tempo.

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Richard Poe é um autor e jornalista que figurou na lista de mais vendidos do New York Times. Ele é coautor, com David Horowitz, de “The Shadow Party: How George Soros, Hillary Clinton, and Sixties Radicals Seized Control of the Democratic Party” (O Partido Sombra: Como George Soros, Hillary Clinton e os Radicais dos Anos 60 Assumiram o Controle do Partido Democrata ) e atualmente está escrevendo uma história da globalização.

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Todos os bancos comerciais operam sob a autoridade do Vaticano (Direito Romano) e todos os juros são cobrados sob a autoridade do Vaticano.

  • O Departamento de Segurança Interna dos EUA (DHS) é uma subsidiária do Serviço Secreto (Cavaleiros da Santa Sé).
  • Existe um Serviço Secreto (Cavaleiros da Santa Sé) no Reino Unido.
  • Os Cavaleiros da Santa Sé (SS) foram criados pelo Papa Negro Jesuíta e Adolf Hitler com a Concordata de 1933.
  • O Serviço Secreto (Cavaleiros da Santa Sé) é uma subsidiária do Departamento do Tesouro dos EUA.
  • O Departamento do Tesouro dos EUA pertence ao Fundo Monetário Internacional (FMI).
  • O FMI pertence ao Banco Mundial.
  • O Banco Mundial pertence às Nações Unidas.
  • As Nações Unidas pertencem à Coroa Britânica.
  • A Coroa Britânica pertence ao Vaticano.
  • As Coroas do Canadá, Austrália, Nova Zelândia e todos os países da Commonwealth pertencem ao Vaticano.
  • Todas as ficções (corporações) estão sujeitas ao Direito Romano.

A PROMESSA DE TRUMP DE DEVOLVER O PODER AO POVO

Muitas pessoas estão impacientes para ver mudanças, mas é importante entender que libertar este mundo das garras das elites globalistas satânicas não é tarefa fácil, na verdade, é a maior batalha já travada. Sim, ainda há muito a ser feito, mas não podemos deixar de reconhecer as mudanças positivas que o presidente Trump já realizou.

Em seu segundo mandato em 2025, o presidente Trump renomeou o Departamento de Defesa para Departamento de Guerra. Trump DECLAROU GUERRA aos globalistas britânicos e aos jesuítas do Vaticano.

No dia de sua primeira posse, Donald J. Trump se apresentou ao mundo e disse algo que nenhum presidente americano moderno ousara dizer: que o poder da nação não pertenceria mais à classe política, aos lobistas, às corporações globais ou às redes obscuras. Ele disse que o poder seria devolvido aos cidadãos, aos homens e mulheres esquecidos, ao povo a quem ele pertence por direito. O interessante é que quando Trump proferiu essas palavras, um grupo de oficiais militares estava atrás dele.

Andrea Bocelli abre o 2025 #FIFAWorldCup com uma bela performance da canção “Nessun dorma” que significa “Ninguém dormirá”. O discurso do presidente Trump na Convenção Nacional Republicana (RNC) de 2024 terminou com a música “Nessun Dorma” dias depois de uma tentativa de assassinato.

A música também toca no final do filme “A Soma de Todos os Medos”, usada para ressaltar quando todos os agentes do Deep State/Cabala são executados por tentar iniciar uma guerra entre os EUA e a Rússia. Um jantar na Casa Branca para o príncipe Mohammed bin Salman terminou com o tenor Chris Macchio cantando “Nessun Dorma”. Com Trump nada é aleatório. Tudo tem um significado.

Leia mais: Trump enviou uma mensagem ao Deep State na música Nessun Dorma do filme “A soma de todos os medos”.

A invocação pública da Lei da Insurreição pelo presidente Trump acontecerá em algum momento. Na verdade, as forças armadas são a única maneira de contornar tanto o tribunal federal corrupto quanto o Congresso dos EUA corrupto. Pessoas que queriam que todos esses políticos, juízes, burocratas e demais criminosos traidores fossem julgados em tribunais civis que a máfia da Maçonaria controla estão muito decepcionadas.

Trump continua tocando Nessun Dorma. Em quase todos os grandes eventos públicos dos últimos 6 anos, ele continua tocando essa música. Ele está enviando uma mensagem para certos criminosos do Deep State ao fazer isso. É isso é por isso que eles literalmente tentaram matar Trump em Butler, Pensilvânia, em julho de 2024.

Durante seus dois mandatos, Trump mostrou aos americanos que os tribunais civis, o Congresso dos EUA e todas as agências federais estavam completamente comprometidas e corrompidas pelo Deep State. Não adianta as pessoas exigirem que os traidores sejam presos para que possam ser julgadas em tribunais federais/estaduais repletos de juízes ativistas corruptos controlados pela máfia da Maçonaria. A Ordem dos Advogados dos EUA foi denunciada pelo governo Trump por funcionar como um braço jurídico dos democratas e do Império Britânico contra os EUA.

Muitos escritórios de advocacia, juízes e advogados ligados á Maçonaria protegem as elites e políticos criminosos, cartéis de drogas, redes de tráfico humano e outros esquemas criminosos. Os tribunais civis são uma farsa e a única forma de haver justiça é através de tribunais militares para prender juízes, políticos e pessoas poderosas que comentem crimes contra a população e tem dinheiro e contatos para se safar. A Lei da Insurreição é a forma de implementar tribunais militares públicos.

A City de Londres e suas dependências no Caribe, como as Ilhas Virgens Britânicas e Ilhas Cayman, mantiveram os principais bancos do mundo à tona por meio da proteção do narcotráfico e seus vastos fluxos financeiros desde a década de 1970. Nunca tivemos uma guerra bem-sucedida contra as drogas por que, literalmente, Wall Street e a City de Londres não a queriam. Vamos voltar a 1999, quando Richard Graasso, chefe da Bolsa de Valores de Nova York, foi à Colômbia e se encontrou com o chefe financeiro das FARC, o grupo terrorista do narcotráfico.

Graasso elogiou a sofisticação financeira do comandante e disse que esperava que o encontro marcasse o início de uma nova relação entre as FARC e os Estados Unidos.  Qual era essa relação? O dinheiro sujo que circula pelo sistema bancário e fornece liquidez essencial, especialmente em tempos de crise. Quando você olha para a Venezuela, está olhando para um pilar fundamental nesse nexo financeiro e político.

Como ela passou a desempenhar esse papel? Graças aos britânicos. O antecessor e mentor de Nicolas Maduro, Hugo Chávez, se inspirou em quem? Tony Blair, primeiro ministro da Grã-Bretanha. Pouco antes de sua eleição para a presidência da Venezuela em 1998, Chávez disse: “Nos últimos anos, tenho revisto minhas posições e estou muito próximo da tese do primeiro-ministro britânico Tony Blair quando ele fala da Terceira Via.”

E durante toda a sua ascensão ao poder, Chávez foi preparado por diplomatas britânicos na Venezuela e elogiado pela imprensa britânica. Maduro está dando continuidade a essa tradição. A Venezuela não é apenas mais uma ditadura socialista. É um nó em uma rede de tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e fluxos financeiros que sustenta não apenas o regime de Maduro, mas também uma parte significativa do sistema bancário offshore do qual o Império Britânico depende. E é isso que Trump tem como alvo.

É por isso que os britânicos cortaram o compartilhamento de informações sobre o trânsito de barcos no Caribe e costa da Venezuela, não por que se importem com Maduro ou com a democracia venezuelana, mas por que Trump está mirando no dinheiro sujo. Pense no grupo de ataque de porta-aviões, o USS Gerald Ford, no Caribe. Ele está lá apenas por causa de seu poder de fogo?

Pense na enorme capacidade de vigilância eletrônica que esse grupo de porta-aviões possui. Toda vez que os militares americanos atacam um barco de drogas, pode apostar que as linhas de comunicação criptografadas entre os traficantes e seus superiores em Londres se iluminam. Adivinhe quem está rastreando isso e montando um retrato detalhado de todo o aparato?

A segurança nacional e a segurança financeira são inseparáveis. As armas financeiras são as verdadeiras armas do império Britânico. Quando Trump ataca a Venezuela, ele não está realmente atacando um governo. Ele está atacando a estrutura financeira que mantém o sistema imperial britânico funcionando e sabotando os Estados Unidos.

Muitos descartaram isso como mera retórica. Acredito que as ações contam uma história diferente…

• Cortes de impostos históricos para que trabalhadores e famílias fiquem com mais do que ganham
• Grande desregulamentação, libertando pequenas empresas da burocracia sufocante
• O USMCA substitui o NAFTA, trazendo a indústria e os empregos de volta para casa
• Trilhões em novos investimentos fluindo para a indústria e a produção de energia dos EUA
• Autonomia energética total dos EUA, reduzindo os custos de energia para as famílias
• Reformas nos medicamentos prescritos, visando o lucro abusivo das grandes farmacêuticas
• Responsabilização e melhorias reais no atendimento aos veteranos
• Menor taxa de desemprego em 50 anos, com os salários da classe trabalhadora crescendo mais rapidamente
• Centenas de juízes constitucionalistas nomeados para defender a lei e a liberdade
• Repressão recorde a redes de tráfico humano e operações de cartéis
• Grande fiscalização contra a imigração ilegal — fim da prática de prender e soltar, fortalecimento das operações de deportação
• Exposição do abuso político da migração — revelando como os democratas usam a entrada ilegal em massa para construir futuras bases eleitorais
• Obrigação de que os países da OTAN finalmente paguem sua parte, em vez de drenar os contribuintes americanos
• Retirada de acordos comerciais globalistas projetados para enfraquecer Estados Unidos
• Zero novas guerras — rejeitando o esquema militar-industrial
• Paz pela força: impedindo que o conflito entre Israel e Gaza se transforme em uma guerra regional ou mundial mais ampla
• Recusando-se a ser arrastado para guerras por procuração globalistas — expondo como o conflito na Ucrânia foi arquitetado para enfraquecer a Rússia e desestabilizar a Europa, enquanto as elites lucram com o derramamento de sangue
• Iniciativas de paz em regiões de conflito: Índia-Paquistão, Península Coreana, Congo-Ruanda
• Lutando para eliminar o imposto de renda federal e restaurar a soberania financeira dos cidadãos
• Protegendo crianças da exploração médica e da doutrinação ideológica
• Eliminando as exigências de Diversidade, Equidade e Inclusão (DEI) e a manipulação ideológica da governança federal
• Restaurando a verdade biológica na lei e defendendo os direitos das mulheres e a autoridade parental
• Expondo a profunda corrupção dentro das agências de inteligência e instituições políticas
• Quebrando o monopólio da mídia e despertando milhões para a verdade
• Defendendo o Bitcoin e os ativos digitais como ferramentas de liberdade monetária além do controle dos bancos centrais
• Revelando a manipulação eleitoral — expondo a Dominion, a Smartmatic e redes de interferência estrangeira ligadas à Venezuela e outros países
• Revelando Abusos como fraude com máquinas de votação eletrônica, manipulação de votos e fraude eleitoral sistemática
• Expondo a farsa “Rússia, Rússia, Rússia” — o golpe fracassado de Obama para anular o voto popular
• Desafiando a farsa das mudanças climáticas — expondo-a como um mecanismo globalista para destruir a indústria, taxar os cidadãos até a pobreza e controlar a vida humana

Cada bala é um golpe contra o mesmo inimigo: a estrutura de poder global que acreditava poder escravizar a humanidade para sempre. O que começou naquele dia da posse ainda está se desenrolando, e as forças que tentaram impedi-lo continuarão a gritar, sabotar e enganar, por que sabem algo que não podem dizer em voz alta: ele não estava falando em devolver o poder por um momento ou um mandato, ele estava falando em restaurá-lo para sempre.

O presidente Trump disse: “estamos lutando contra um inimigo invisível”. Quem seria?

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Renato Cunha
O blog Stylo Urbano foi criado pelo estilista Renato Cunha para apresentar aos leitores o que existe de mais interessante no mundo da moda, artes, design, sustentabilidade, inovação, tecnologia, arquitetura, decoração e comportamento.

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