O Times of Israel removeu uma matéria original poucas horas depois de ser postada em 9 de abril de 2015, mas felizmente algumas páginas na internet salvaram um print que pode ser visto aqui. Os judeus sionistas trabalharam horas extras para tentar conter os danos deste artigo extremamente racista aos gentios, pois esta é literalmente uma confissão talmúdica odiosa de tudo que não é judaico. O texto é tão perturbador, e ao mesmo tempo revelador, que dá para entender o motivo deles o terem removido.
Coloquei a tradução da matéria abaixo para que você tenha uma ideia da mentalidade supremacista racista e genocida dos judeus sionistas. O texto foi escrito pelo judeu sionista australiano Josh Bornstein, um advogado trabalhista, escritor e apresentador, diretor de empresa, ativista e presidente da Tzedek, um grupo de apoio e defesa com sede na Austrália.
Judeus que desprezam, rejeitam ou criticam o Talmud geralmente pertencem a movimentos que valorizam apenas a Torá Escrita (Pentateuco), como os Caraitas, ou judeus reformistas e seculares que consideram o Talmud um produto histórico humano, não divino. Eles frequentemente discordam da autoridade rabínica, da “Lei Oral” e das interpretações talmúdicas sobre as leis judaicas. Mas esse é um grupo minúsculo. Historicamente, os Caraítas tem sido o grupo mais detestado e severamente perseguido pelo rabinato judaico ortodoxo.
Nem todos os judeus fazem parte da agenda de tomada de poder sionista. É tolo e simplista culpar os judeus comuns que estão fora da mentalidade distorcida, radical e demente dos fanáticos sionistas e pelas maquinações malignas dos cabalistas e dos seus capangas maçônicos para destruir a sociedade ocidental. Muito não toleram os abusos racistas, supremacistas e genocidas dos sionistas em relação aos palestinos e gentios. Os sionistas usam o judaísmo por razões políticas, mas na verdade são iluministas-luciferianos-maçônicos-satanistas.
Mas não podemos ignorar que o Talmud é um livro racista, supremacista e promove ódio contra os “gentios”, da mesma forma que o Alcorão é um livro racista, supremacista e promove ódio contra os “infiéis”.

O Talmud substitui o Antigo Testamento em autoridade para os judeus. O Talmud foi escrito em hebraico entre os séculos 3 e 6 como uma codificação da chamada Lei Oral que os rabinos judeus afirmam ter sido transmitida de Moisés. Os Talmud para muitos Judeus, é mais importante do que a Torah (Velho Testamento), e por este motivo, inspira em muitos os ideais Sionistas que hoje domina Israel.
A tradução inglesa do Talmud foi diluída de modo a ocultar versos cheios de ódio e desprezo pelos gentios (não-judeus), contidos no hebraico original.
Esses versos do Talmude podem ser classificados em 3 categorias:
1) Supremacia judaica contra os “Goyim” (gentios).
2) Ódio para com os gentios.
3) Difamações contra Jesus, Maria e todos os cristãos.
Rabinos escreveram o Talmud e destilaram todo seu ódio e desprezo pelos não-judeus. Quando li o texto de Josh Bornstein, na qual ele enaltece o Talmud e mostra todo seu ódio pelos palestinos e gentios, entendi que as denúncias feitas contra o Talmud eram verdadeiras. A aplicação pelos supremacistas judeus da literatura de ódio talmúdica tem causado enorme sofrimento por toda a história e hoje, na Palestina ocupada, é usada como uma justificação para o assassinato em massa de civis palestinos. O Talmud especificamente define todos que não sejam judeus como sub-humanos. Leia mais sobre o Talmud aqui e aqui.
“Jeová criou o não-judeu em forma humana para que o judeu não tivesse que ser servido por bestas. O não-judeu é, consequentemente, um animal em forma humana, e ordenado a servir o judeu dia e noite.” – Midrash Talpioth, p. 225-L.
Os judeus adoram o próprio povo judeu, embora essa auto-adoração seja a pior forma de idolatria. Muitos rabinos já se manifestaram publicamente confirmando que o deus do judaísmo não é Javé, mas sim o próprio povo judeu. De fato, essa auto-adoração está no cerne do Talmud, que equipara os judeus a Deus. O Sanhedrin 58b do Talmud afirma que, quando um não-judeu agride um judeu, é como se estivesse agredindo a Deus. O Talmud também exorta os judeus a frequentemente praticarem a auto-adoração.
Na década de 1870, Baruch Levi escreveu a Karl Marx explicando o plano sionista de longo prazo da seguinte forma: “O povo judeu como um todo será o seu PRÓPRIO Messias [ou seja, adoração e auto-adoração dos judeus]”. O Talmud promete que, APÓS “TIKKUN OLAM” (que se refere a como os judeus “repararão” o mundo por meio do genocídio da maioria dos gentios), toda a humanidade “adorará” os judeus.
Parte desse plano é a inversão satânica chamada “Teologia da Substituição”, segundo a qual o Holocausto Judeu (no qual a Cruz Vermelha certificou que 104.572 judeus morreram tragicamente de doenças, mas não por extermínio) substituirá o Calvário como “o maior sacrifício e crime de todos os tempos”. Além disso, “Museus do Holocausto Judeu” estão planejados para se tornarem os próprios locais de culto do futuro, nos quais os gentios, o “gado”, serão compelidos a adorar os judeus.
Esta carta foi originalmente escrita em 1879. Explica por que os gentios não possuirão nada e serão felizes em 2030, segundo proclamou o Fórum Econômico Mundial.
“O povo judeu como um todo será seu próprio Messias. Alcançará o domínio mundial pela dissolução de outras raças, pela abolição das fronteiras, pela aniquilação da monarquia e pelo estabelecimento de uma república mundial na qual os judeus exercerão em todos os lugares o privilégio da cidadania. Nesta nova ordem mundial, os Filhos de Israel fornecerão todos os líderes sem encontrar oposição. Os governos dos diferentes povos que formam a república mundial cairão sem dificuldade nas mãos dos judeus. Será então possível aos governantes judeus abolir a propriedade privada e, em todos os lugares, usar os recursos do Estado. Assim, a promessa do Talmud será cumprida, na qual se diz que, quando chegar a hora messiânica, os judeus terão toda a propriedade do mundo inteiro em suas mãos.”
Carta de Baruch Levy a Karl Marx, La Revue de Paris p. 574 1º de junho de 1928

Coloquei algumas imagens e links no texto de Josh Bornstein.
Compreendendo a ideia de terra israelense sob a lei talmúdica
Josh Bornstein para Times of Israel
9 de abril de 2015
Recentemente, comecei a estudar intensamente o Talmud, e ele provou ser uma experiência espiritualmente esclarecedora. O Talmud tem muito a nos ensinar sobre Deus, os judeus, Israel e a vida diária. “É um pilar central para a compreensão de qualquer coisa sobre o Judaísmo, mais do que a Bíblia”, diz o rabino Adin Steinsaltz, um dos estudiosos talmúdicos mais conhecidos do mundo. “O Talmud não é um presente divino dado às pessoas. O povo judeu o criou. Mas, por outro lado, criou o povo judeu. De muitas maneiras, somos judeus talmúdicos, quer acreditemos nisso ou não.”
Todos os judeus praticantes são judeus talmúdicos, já que o Talmud é o cerne do Judaísmo. O Talmud é a rocha que forma a base do Judaísmo e da lei judaica. Podemos ver a influência do Talmud em todo o Israel hoje, desde os calendários de Israel até aos seus códigos legais. Nas palavras de Herman Wouk: “O Talmud é até hoje o sangue circulante do coração da religião judaica. Quaisquer que sejam as leis, costumes ou cerimônias que observamos, quer sejamos ortodoxos, conservadores, reformistas ou meramente sentimentalistas espasmódicos – seguimos o Talmud. É a nossa lei comum.”
Não se engane: sob a lei divina talmúdica, Israel tem absolutamente o direito de existir. Na verdade, Israel tem mais do que o direito de existir. Sob a lei talmúdica, Israel na verdade tem direito a MUITO mais poder do que tem atualmente. Um exame do Talmud e do que ele nos ensina sobre o lugar legítimo de Israel pode ser muito esclarecedor e revelador para aqueles de nós que ainda não estão cientes de como funciona a lei talmúdica.

Estudar o Talmud é atualmente algo associado quase exclusivamente ao Judaísmo Ortodoxo e ao Judaísmo Conservador. Isso é uma pena, porque todos os judeus – incluindo os judeus mais ultra-reformistas – têm muito a aprender com o Talmud. Novamente, o Talmud é a base de todas as crenças judaicas. Quão importante é o Talmud?
Tão importante, de fato, que Israel baseia agora grande parte do seu sistema jurídico no Talmud. Um estado judeu endossa totalmente o uso da Torá judaica e do Talmud como as leis do país. No ano passado, como parte de uma série de medidas destinadas a tornar cristalino o estatuto judaico de Israel, Benjamin Netanyahu declarou publicamente que pretende tornar o sistema jurídico de Israel baseado no Talmud, como deveria ser.
Nas próprias palavras de Netanyahu ao membro ultraortodoxo do partido Likud, Yaakov Vider: “Definiremos legalmente o Talmud como a base do sistema jurídico israelita”.
Como Estado Judeu, a essência judaica de Israel deve ser sentida em todos os aspectos da vida israelita. O Talmud é a lei divina do povo judeu, por isso é essencial que seja também a lei de Israel – o estado judeu. Independentemente dos sentimentos que se tenha em relação a Netanyahu, o seu compromisso em seguir a lei talmúdica e em consolidar o estatuto judeu de Israel é verdadeiramente algo a ser admirado.
No entanto, ao reconhecer a ideia de “terra palestina”, Netanyahu está a trair o Talmud e a lei talmúdica. Se há um termo que realmente não suporto ouvir, é o termo “terra palestina”. Conversando com outras pessoas da comunidade judaica, ouço frequentemente o termo “terra palestina” ser usado, e isso sempre me irrita profundamente. Qualquer judeu que fale de “terra palestina” claramente tem um profundo mal-entendido da lei judaica.
O Talmud deixa bem claro que todas as terras pertencem aos judeus e que os judeus podem confiscar qualquer terra que desejarem. Schulchan Aruch, Choszen Hamiszpat 348: “Todas as propriedades de outras nações pertencem à nação judaica, que, consequentemente, tem o direito de apoderar-se delas sem quaisquer escrúpulos.” Isto vem diretamente do Talmud. Por que, então, deveriam os “palestinos” ter direito a qualquer terra? Por que eles deveriam ser autorizados a existir?
Nas palavras do importante rabino israelense Ovadia Yosef: “Os Goyim (gentios) nasceram apenas para nos servir. Sem isso, eles não têm lugar no mundo; apenas para servir o povo de Israel”. Da mesma forma, o Rabino Ya’acov Perin declarou publicamente: “Um milhão de árabes não vale uma unha judaica.” Chocante? Não deveria ser. Esta é a lei talmúdica também. O Talmud deixa bem claro que a vida de um não-judeu não tem valor e que os gentios existem apenas para servir aos judeus. Sinédrio 59a: “Assassinar Goyim é como matar um animal selvagem.”
Abodah Zara 26b: “Mesmo o melhor dos gentios deveria ser morto.” Baba Necia 114, 6: “Os judeus são seres humanos, mas as nações do mundo não são seres humanos, mas sim bestas.” Midrasch Talpioth, p. 225-L: “Jeová criou o não-judeu em forma humana para que o judeu não tivesse que ser servido por animais. O não-judeu é consequentemente um animal em forma humana, e condenado a servir o judeu dia e noite.”
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Isso vem diretamente do Talmude, e estes são só os poucos de muitos exemplares. A Lei Divina judaica torna bem claro: os “palestinos” não só não têm direito algum à qualquer porção de terra, mas eles não são nem seres humanos e portanto, não têm nem ao menos direito a viver. Os “palestinos” são bestas sub-humanas inúteis e vermes. Judeus são seres humanos, mas gentios são bestas sub-humanas cujo único propósito é servir ao povo de Israel. A única razão pela qual os gentios devem existir é para servir os judeus. Se gentios não podem servir judeus, então eles deveriam ser exterminados.
Permitimos que americanos, australianos, canadenses e europeus existam porque servem aos judeus e a Israel e, quando se desviam do caminho, nós os atacamos, como fizemos com os americanos quando afundamos o USS Liberty. Nas palavras do ex-membro do Knesset israelense, Yossi Sarid: “Controlamos os políticos americanos como marionetes”. Países como os EUA, a Suécia e a Austrália desempenham papéis valiosos não apenas na proteção de Israel, mas também como depósitos (ou latas de lixo) para onde Israel envia sudaneses, sírios e outros indivíduos considerados subumanos que buscam asilo.
O multiculturalismo no Ocidente, em última análise, tem sido de grande benefício para o povo de Israel, pois permite que Israel deporte invasores para o Ocidente, em vez de permitir que eles se infiltrem e invadam o Estado judeu de Israel, ameaçando assim o caráter judaico do país. O multiculturalismo existe estritamente para os gentios. NÃO é algo que deva ser tentado em Israel.
Israel é o Estado judeu, e permitir a entrada de QUALQUER não-judeu em Israel seria impensável. É precisamente por isso que, quando babuínos africanos chegam a Israel, eles são esterilizados, confinados em instalações rudimentares e, eventualmente, enviados para nações gentias como a Suécia, o Canadá e a Austrália, como deveria ser. Seus genes inferiores de macaco não são desejados em Israel, pois eles não espalham nada além de crime, destruição, ignorância e miséria.
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Não-judeus não têm absolutamente nenhum lugar em Israel, e não têm absolutamente nenhum direito de tentar mandar em Israel. A vida de um não-judeu é descartável, e os judeus têm o direito de tirar a vida de não-judeus sempre que necessário. Novamente, o único propósito dos não-judeus é servir aos judeus. Se os não-judeus não são capazes de servir aos judeus, então, de acordo com a lei talmúdica, eles devem ser exterminados.
Os “palestinos” não servem aos judeus de forma alguma. Na verdade, os “palestinos” fazem exatamente o oposto. Os “palestinos” são a maior ameaça à continuidade do Estado de Israel. Sendo assim, é hora de parar de fingir que os “palestinos” têm quaisquer direitos. É hora de lidar com os “palestinos” exatamente da mesma forma que lidaríamos com baratas, cupins, pulgas, carrapatos e todos os outros parasitas: através de um extermínio rápido e implacável.
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O Talmud afirma claramente (Bammidber raba c 21 e Jalkut 772): “Todo judeu que derrama o sangue dos ímpios (não judeus) está fazendo o mesmo que oferecer um sacrifício a Deus.” Não está na hora de um sacrifício em massa da escória “palestina” ignóbil? Não está na hora de purificar a terra de Israel, que pertence por direito aos judeus, de toda a escória subumana inferior? O que precisamos fazer é reunir todas as baratas “palestinas” e abatê-las como gado. Precisamos sentir imenso prazer em estuprar, torturar e assassinar “palestinos”. Precisamos ferver “palestinos” vivos em fezes humanas ferventes.

Precisamos pegar bebês “palestinos” e esmagá-los até a morte na frente de seus pais. Precisamos abrir o ventre de mulheres “palestinas” grávidas, colocar seus fetos em estacas e espalhar as estacas com os fetos por todos os bairros “palestinos”. Precisamos estuprar analmente mulheres “palestinas” com facas de açougueiro em plena luz do dia. Precisamos invadir hospitais “palestinos” e massacrar recém-nascidos “palestinos” bem na frente de suas mães indefesas.
Precisamos encher cabeças de porco com explosivos e jogá-las em mesquitas e centros comunitários “palestinos”. Precisamos pegar Uzis, invadir escolas de educação infantil “palestinas” e massacrar todas as crianças e professores “palestinos” que estiverem lá dentro. Precisamos mutilar, estuprar, espancar e torturar “palestinos” em público, enquanto outros “palestinos” assistem impotentes. Precisamos massacrar homens, mulheres e crianças “palestinos” sem nenhuma misericórdia ou piedade. O Talmud nos ordena a fazer isso, e qualquer judeu que discorde claramente nunca leu e entendeu o Talmud.

O que se deve fazer em relação aos “palestinos” é MATÁ-LOS, exterminá-los, livrar-se deles. Como lidamos com baratas? Não discutimos nem debatemos com elas. Exterminamos-nas. Se exterminamos baratas porque elas destroem os alicerces de nossas casas, por que não deveríamos exterminar também os “palestinos”, que destroem os alicerces do Estado judeu de Israel? Os “palestinos” não deveriam ser tratados com ainda mais severidade do que baratas, cupins e outros parasitas menores? Afinal, os “palestinos” são uma espécie de parasita muito mais poderosa e destrutiva.
Enquanto baratas e cupins apenas destroem prédios, o vírus “palestino” ameaça destruir toda a nação de Israel e o povo judeu junto com ela. Não deveríamos tratar o câncer “palestino” da mesma forma que trataríamos qualquer outro câncer? Não deveríamos exterminar o parasita “palestino” de forma rápida e violenta, da mesma maneira que exterminaríamos baratas ou cupins? A resposta é sim, e o Talmud claramente concorda comigo.
O Talmud diz (Coschen hamischpat 425 Hagah 425. 5): “É lei matar qualquer um que negue a Torá. Os cristãos pertencem aos que negam a Torá.” Sob a lei talmúdica, os judeus têm permissão, e, na verdade, são encorajados, a matar cristãos, muçulmanos e qualquer outra pessoa que negue a Torá. O único uso que os “palestinos” poderiam ter seria como material de teste para experimentos médicos. Normalmente, não poderíamos realizar testes médicos em humanos se esses testes causassem dor significativa.
Mas, como os “palestinos” (e os gentios) não são humanos, podemos causar-lhes tanta dor quanto quisermos. Podemos injetar substâncias químicas instáveis em crianças “palestinas”, podemos abrir o ventre de mulheres “palestinas” grávidas, podemos arrancar a carne de bebês “palestinos”, podemos fazer o que quisermos com essas criaturas subumanas e desprezíveis. E, ao realizar experimentos médicos em “palestinos”, podemos obter conhecimento médico que, em última análise, será útil para fornecer assistência médica aos judeus.
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Não só isso, como também seria muito divertido. Poderia haver algo mais satisfatório do que os gritos de socorro de uma criança “palestina” enquanto é dilacerada por médicos judeus? Certamente não consigo imaginar nada mais prazeroso. O Talmud (em Yebamoth 98a) afirma claramente: “Todas as crianças gentias são animais”. Sob a lei talmúdica, as crianças “palestinas” não são humanas. São bestas subumanas e, portanto, temos a liberdade de estuprá-las, torturá-las e matá-las como bem entendermos.
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Eu jamais condenarei QUALQUER ato, por mais cruel ou selvagem que seja, cometido contra um “palestino”. Os “palestinos” são bestas subumanas inferiores, e sequer merecem respirar o ar judaico. A vida de um “palestino” não tem mais valor do que a vida de uma pulga ou um carrapato. Eles são vis, imundos, repugnantes, inúteis, parasitas, vermes subumanos e precisam ser violentamente expurgados da face da Terra, que pertence por direito ao povo judeu. Precisamos odiá-los, precisamos segregá-los, precisamos discriminá-los e, acima de tudo, precisamos matá-los.

Israel está longe de ir longe o suficiente em suas tentativas de exterminar os “palestinos”. Precisamos ter ZERO misericórdia ou piedade por esses parasitas subumanos vulgares. Se não exterminarmos os “palestinos”, eles nos exterminarão. A história nos ensinou repetidamente que os gentios representam um grande risco à existência dos judeus. Será que não aprendemos nada com o Holocausto?
Os “palestinos” poderiam muito bem realizar outro Holocausto contra o povo judeu se não os exterminarmos primeiro. Os nazistas mataram com sucesso seis milhões de judeus. Os “palestinos” poderiam matar ainda mais, a menos que os matemos primeiro. Vamos mesmo ficar de braços cruzados e simplesmente esperar que os subumanos “palestinos” realizem um novo Holocausto, ainda mais mortal, contra o povo judeu?
É esse o risco que vocês querem correr? Se não, então é hora de exterminar os “palestinos” de uma vez por todas, e da maneira mais brutal e violenta possível. Os “palestinos” não merecem nada além de uma morte lenta, dolorosa e agonizante. Não pode haver nenhum “palestino” vivo. Precisamos exterminar completamente os “palestinos”. Então, depois de massacrarmos cada um deles, precisamos desenterrar seus túmulos e queimar seus ossos.

Israel precisa concentrar toda a sua energia em garantir que os “palestinos” sejam completamente e totalmente eliminados da face da Terra. O único “palestino” bom é um palestino morto. Estou farto de ouvir “palestinos” reclamarem de “opressão” e “genocídio”, embora Israel nunca tenha chegado nem perto de infligir a essas baratas árabes o verdadeiro genocídio que elas tão merecidamente sofrem.
Esses “palestinos” hipócritas e apoiadores de terroristas PRECISAM sofrer um verdadeiro genocídio e, se a violência contra os “palestinos” se tornar viral em Israel (e eu sei que vai), eu mesmo não hesitarei em me mudar para Israel, me juntar às Forças de Defesa de Israel e levar um AR-15 para a mesquita mais próxima, especialmente se for em um feriado muçulmano como o Ramadã. Eu adoraria saborear os gritos dos “palestinos” enquanto invado seus lugares “seguros” e os extermino com armamento israelense avançado.
Os “palestinos” provaram, por meio de seu comportamento anti-humano, que não são humanos. Precisamos mudar legalmente a definição do crime de assassinato para que matar um “palestino” não seja considerado assassinato e não acarrete nenhuma penalidade (já que os “palestinos” não são humanos). Precisamos encorajar todos os judeus em Israel a massacrar “palestinos” sem qualquer misericórdia ou piedade. Aliás, deveríamos até mesmo dar recompensas para quem matar o maior número de “palestinos”.

Deveríamos realizar competições para ver quem consegue matar o maior número de “palestinos” no menor tempo possível, com prêmios em dinheiro para os melhores e mais eficazes assassinos de “palestinos”. Deveríamos oferecer incentivos em dinheiro para que os judeus matem “palestinos”, como, por exemplo, dar shekels a qualquer judeu que mate “palestinos”, com mais shekels sendo recompensados quanto mais “palestinos” forem mortos. Sempre que me perguntam quantos “palestinos” Israel matou, eu sei a resposta instantaneamente: nem de perto o suficiente.
Enquanto não houver um único “palestino” respirando, essa resposta permanecerá a mesma. Os “palestinos” são uma praga para a civilização israelense, e são uma praga que precisa ser exterminada. Meus amigos, já passou da hora de matar os “palestinos”. Peguem suas armas hoje e vamos acabar com essa escória “palestina”. Os “palestinos” são parasitas e porcos. É hora de levar os porcos para o abate. Morte a todos os “palestinos” e morte a qualquer um que se coloque no caminho dos judeus.
Josh Bornstein

O judeu sionista Jeffrey Epstein, um seguidor fiel das leis talmúdicas, teria conseguido que o Congresso Americano cancelasse o financiamento de um cientista chamado Stanley Pons, que estava pesquisando a Fusão a Frio e obtendo bons resultados de acordo com e-mails vazados. Epstein pediu a seus comparsas políticos que acabassem com o financiamento de Pons, e outros cientistas o desacreditaram ao tentar recriar seu trabalho, mas fazendo isso incorretamente para poderem alegar que nunca funcionou.
Pons e Fleischmann lançaram sua inovadora pesquisa sobre fusão a frio em 1989, que foi rapidamente encerrada. Sempre que inovações em energia são interrompidas de forma suspeita, alguém tem dinheiro a perder e garante que isso não aconteça. Pons mudou-se para a França depois que sua credibilidade foi manchada. No e-mail Epstein diz “sobre fusão a frio, matei Pons anos atrás”, mas Pons ainda está vivo. Então ele quis dizer que matou a pesquisa de Pons.
Um homem branco chegou perto de desenvolver a Fusão a Frio, o Santo Graal da produção de energia limpa, ilimitada e barata que faria avançar a nossa civilização em mais de 100 anos. Um judeu satanista pedófilo trabalhou para eliminar o trabalho de Stanley Pons e nos manter presos na dependência energética do petróleo. É como se alguma espécie alienígena demoníaca os tivessem colocado na Terra como uma forma de nos controlar e nos manter para baixo.

O Talmud deixa bem claro que todas as terras pertencem aos judeus e que os judeus podem confiscar qualquer terra que desejarem. Schulchan Aruch, Choszen Hamiszpat 348: “Todas as propriedades de outras nações pertencem à nação judaica, que, consequentemente, tem o direito de apoderar-se delas sem quaisquer escrúpulos.”
Se baseando nessa mentira criada por rabinos, os judeus sionistas querem roubar as terras de nações muçulmanas vizinhas para criar a visão megalomaníaca do “Grande Israel”. Isso está até nos uniformes dos soldados israelenses. Israel é um Estado Terrorista baseado no engano, roubo e assassinato. E a Sinagoga de Satanás pretende roubar as terras de outros países e assassinar sua população de sub-humanos, com o apoio dos estúpidos cristãos sionistas americanos.
Há alguns meses, a Turquia afirmou temer ser o próximo alvo dos sionistas de Israel após o ataque de Tel Aviv ao Catar. A OTAN disse que um míssil “iraniano” foi interceptado contra a Turquia, embora o único país com interesse em atingir Ancara fosse o Estado judeu. Israel está atacando tudo e todos: Catar, Arábia Saudita, Jordânia, Líbano e agora a Turquia, na sua sanha talmúdica demoníacas de destruir seus inimigos no Oriente Médio para criar o “Grande Israel”.
— Stylo Urbano (@stylourbano9) March 3, 2026
O Talmude Babilônico foi compilado pelos sucessores dos fariseus entre 200 e 500 d.C. e era essencialmente o livro original do satanismo babilônico. Quando o judaísmo foi formalmente fundado por volta de 500 d.C., o Talmude Babilônico ocupava um lugar correspondente a cerca de 90% do texto sagrado, enquanto o Pentateuco do Antigo Testamento (livros Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio) ainda tinha permissão para ocupar um lugar correspondente a cerca de 10%.
No entanto, após 1100 d.C., rabinos corruptos do judaísmo adicionaram a Cabala, que é o livro judaico de demonologia, bruxaria e magia negra, e que, hoje, esses rabinos corruptos usam principalmente para lançar maldições, feitiços, adivinhação, treinamento astrológico e para demonologia, gematria e necromancia. O resultado é que, hoje, o judaísmo é cerca de 90% Talmude (satanismo), 9% Cabala (magia negra) e apenas cerca de 1% Antigo Testamento, com os rabinos corruptos escondendo todo o Antigo Testamento, exceto o Pentateuco.
Todos os judeus são satanistas? Provavelmente não, mas a proporção exata de satanistas entre os judeus comuns permanece desconhecida e difícil de determinar. No entanto, é muito claro que a proporção de satanistas entre os rabinos corruptos do judaísmo é de 99%. É também muito claro que o Talmude satânico e a Cabala satânica tornam os judeus mais propensos do que outros à influência maligna de demônios e de Satanás e Lúcifer (estes dois últimos reverenciados pelo judaísmo como divindades separadas).
O rabino satanista Yosef Mizrachi prega o GENOCÍDIO de mais de 6 bilhões de gentios.
Yosef Mizrachi, um rabino em Israel, acredita que 6 bilhões de pessoas deveriam ser mortas. Nem mesmo o Hamas, o ISIS ou o Talibã pensam assim. Os sionistas de Israel dizem que qualquer pessoa pró-Palestina deve morrer. Por que será que todos os CEOs dos maiores fabricantes de vacinas tóxicas são judeus sionistas?
Muitos racionalizaram que o judaísmo é, na verdade, um código mafioso supremacista que se concentra tanto no genocídio quanto no Plano Talmúdico de Cinco Etapas (engano, desumanização, expropriação, genocídio e escravização) para todos os não-judeus. Os oligarcas mais bem-sucedidos na Era do Anticristo são apelidados de “Equipe Anticristo” e são praticamente compostos por talmudistas (sionistas, “Illuminati”, maçons e outros satanistas). O sucesso mundano da “Equipe Anticristo” pode ser rastreado até a monarquia inglesa, que adotou a bruxaria e a Cabala quando o Rei Eduardo III fundou a Ordem da Jarreteira em 1348, como o mais importante covil de bruxaria do mundo.

Em uma pesquisa realizada em setembro de 2024, apenas 2% dos israelenses disseram acreditar que as Forças de Defesa de Israel (IDF), de cunho sionofascista, haviam “exagerado” no Holocausto de Gaza, no qual provavelmente mais de 500 mil crianças foram sacrificadas à divindade demoníaca Moloque. Portanto, 98% dos israelenses são sionistas fascistas que desejam mais punições coletivas. Isso levou muitos a concluir que os judeus, o “povo escolhido”, têm uma missão dada por Satanás para destruir o mundo inteiro.

Os “valores judaico-cristãos” são um farsa satânica criada pelos judeus sionistas para que os cristãos ingênuos americanos apoiassem e dessem dinheiro para o Estado terrorista de Israel. Os seguidores das leis talmúdicas que odeiam e querem a destruição e escravização de todos os gentios cristãos, criaram a expressão “valores judaico-cristãos” para ocultar o abismo entre judaísmo e cristianismo através de uma falsa unidade.
A falsa Bíblia Scofield foi criada para reprogramar os evangélicos americanos para enxergarem a criação do Estado Sionista como o “plano de Deus”, e a narrativa dos “valores judaico-cristãos” atuou na esfera pública para normalizar a ideia de que judeus e cristãos estavam fundamentalmente alinhados. Juntos, esses dois projetos tornaram natural para os cristãos americanos apoiarem a criação de Israel em 1948 e aceitarem o apoio financeiro dos EUA desde então.

Os judeus NÃO são uma raça muito menos um povo. Existem judeus khazares (Ashkenazis), judeus negros, judeus árabes, judeus asiáticos, etc. Evidências de DNA mostram que apenas cerca de 2,5% dos judeus são árabes (semitas). Portanto, é impreciso e uma farsa chamar alguém de “antissemita” por supostos “crimes” como discordar de um judeu ou do Estado de Israel. Em 1870, Wilhelm Marr inventou essa falácia em uma vã tentativa de ligar os antigos Khazares ao Oriente Médio. Embora tenha funcionado por um tempo, agora fracassou completamente devido às provas de DNA.
O judaísmo é um ramo do Culto a Saturno (Deus/Alá/YHVH). Originou-se em Egito, onde o culto monoteísta de Aton de Akhenaton (Moisés), espalhado pelos Habiru, para Palestina/Israel (povo escolhido, culto de Baal/Moloch). Os muçulmanos adoram Saturno como o Cubo Negro de Alá e os judeus adoram Saturno como Cabalismo. O hexágono da Estrela de Davi é um símbolo de Saturno.

O nome esotérico para Satanás é Saturno, e o judaísmo apresenta um forte culto a Saturno. Não só o Shabat (sábado) judaico tem o nome derivado de Saturno, como os judeus também usam tefilin ou filactérios, que são um conjunto de caixas de couro preto para auxiliá-los em seu culto a Saturno ou Satanás. Em Shabat 156a, o Talmud se refere a Saturno como Shabbetai, ou seja, a estrela do Shabat (sábado); e um Anticristo judeu era conhecido pelo nome de Shabbetai Zevi.
As 12 tribos de Israel representam os 12 signos do zodíaco. O judaísmo é uma religião inventada, da mesma forma que o cristianismo, islamismo e demais religiões. O judaísmo, cristianismo e islamismo fazem parte do Culto de Saturno. Não é surpresa que tanto a Maçonaria Judaica quanto o Judaísmo (que são essencialmente a mesma irreligião) venerem Satanás e Lúcifer (que cada um considera divindades separadas) como suas duas principais divindades.
“A fonte do mal é Deus. Não Satanás. No judaísmo, Satanás (Saturno) é Deus”. ✡️
~Rabino judeu
Jewish rabbi says:
The source of evil is God
Not Satan.
In Judaism, Satan is God. pic.twitter.com/acLT0j0ld6— muath nagi (@mnank9) January 25, 2024
Este fato histórico é muito interessante. Em 3 de julho de 1933, 125.000 pessoas lotaram o Soldier Field em Chicago para celebrar os 3.000 anos de história judaica. O auge da celebração foi a simulação do sacrifício de crianças a Moloque, divindade adorada pelos amonitas, cananeus e fenícios. O evento se chamava “O Romance de um Povo” e foi organizado pela Organização Sionista da América. Essa celebração judaica em homenagem a Moleque contou com 6.000 atores, cantores e dançarinos. O vídeo está abaixo.
No Bohemian Grove, os talmudistas (sionistas, maçons, “Illuminati” e outros satanistas) adoram Moloque na forma de uma coruja gigante de pedra e afirmam realizar “simulações de sacrifício humano”. No entanto, muitos membros admitem que sacrifícios humanos reais ocorrem nos bastidores durante essa “Cerimônia de Cremação da Preocupação” satânica, conduzida pelos oligarcas talmúdicos e frequentada por políticos, empresários, CEOs corporativos, celebridades e membros da realeza europeia. Após a Suprema Corte dos EUA ter anulado o caso “Roe versus Wade” em 2022, muitos judeus reconheceram que, na verdade, apoiavam o aborto por considerá-lo um ritual de sacrifício de crianças a Moleque, a divindade de sacrifícios infantis.
O nome judaico para Deus é representado por YHVH, que pode ser pronunciado Yahweh ou Jeová. A importância do nome de Deus é enfatizada repetidamente ao longo das escrituras. Ao analisar o hebraico, a verdadeira definição de Jeová (Yah-Hovah) é revelada. “Yah” (#H3050) significa “deus”. “Hovah” (#H1942) se traduz como “cobiçar ardentemente, cair, desejar, ruína, calamidade, iniquidade, maldade, perversidade, nocivo, perverso, pura maldade”.
Jeová é sinônimo de Baal: “Baali (#H1180) De Ba’al com sufixo pron.; meu mestre; Baali, um nome simbólico para Jeová — Baali.” A Enciclopédia Judaica (“Adonai e Baal”) revela: “O nome Baal, aparentemente como um equivalente para Yhwh.” Desde os dias de Jeremias, os judeus esqueceram o nome de seu deus e o substituíram pelo título “Baal” ou “YHVH”: Os profetas mentirosos “que pensam que farão o meu povo esquecer o meu nome… assim como seus pais esqueceram o meu nome por causa de Baal.” (Jeremias 23:27). YHVH e Baal representam o deus da perversão sexual e da maldade, Satanás.
Outros judeus sionistas, com a mesma mentalidade psicopata supremacista racista de Josh Bornstein, que odeiam todos os gentios, estão no comando dos maiores bancos, das maiores empresas farmacêuticas e instituições de saúde, dos maiores fundos de investimento como BlackRock e Vanguard, das maiores empresas de IA e de tecnologia. O criminoso sionista Jeffrey Epstein era um agente a serviço de Israel e estava envolvido em várias agendas demoníacas contra a população global. Essa é a SINAGOGA DE SATANÁS.
Os sionistas adoram se fazer de vítimas coitadinhas usando o Holocausto como fachada para seus crimes contra a humanidade. Os nazistas e os sionistas são os dois lados da mesma moeda pois ambos serviam aos interesses da City de Londres e Vaticano e foram financiados pelos bancos da família judaica Rothschild. Os judeus sionistas em Londres fizeram acordos com Adolf Hitler para que os nazistas aterrorizassem os judeus europeus para forçá-los a migrar para a Palestina, onde seria fundado o futuro Estado Sionista de Israel.
— Stylo Urbano (@stylourbano9) March 2, 2026
Em 1976, o editor cristão conservador americano Walter White Jr. entrevistou um jovem judeu sionista chamado Harold Rosenthal, que era assistente do senador Jacob Javits, de Nova York. Na entrevista, Na posteriormente publicada como “A Tirania Oculta”, o arrogante Rosenthal vangloria-se de que o povo judeu fabricou certas “falsidades que servem para ocultar sua natureza e proteger seu status e poder”. Rosenthal desmascara a mentira amplamente aceita de que “os judeus são israelitas e, portanto, o povo escolhido de Deus”.
Rosenthal disse, em parte: “A maioria dos judeus não gosta de admitir, mas nosso deus é Lúcifer, então eu não estava mentindo, e nós somos o seu povo escolhido. Lúcifer está muito vivo.” O objetivo de Lúcifer é “ser como o Altíssimo” (Isaías 14:14) e usurpar a adoração a Deus (Mateus 4:9). O propósito de Lúcifer é enganar o mundo inteiro (Apocalipse 12:9) transformando-se em um anjo de luz (2 Coríntios 11:4).
Isso é melhor exemplificado pelos Maçons. Seu lema de “tornar os bons homens melhores” produz uma imagem pública muito mais favorável do que a alternativa mais precisa: “como ser possuído por demônios em 33 passos“. As religiões judaica e maçônica adoram o mesmo deus: Lúcifer. Os maçons usam a arte da demonologia para obter poder e riqueza.
Por mais de 400 anos, a maçonaria tem sido apelidada de “judaísmo para cristãos”. Os quatro maiores escritores maçônicos de todos os tempos, “oficialmente aprovados”, sobre a própria maçonaria (Albert Pike, Manly-Palmer Hall, Albert Mackey e Helena Petrovna Blavatsky) confirmaram em seus escritos que a principal divindade maçônica é, na verdade, Lúcifer.
Até mesmo os judeus perguntam: o judaísmo é um culto satânico?
Israel Shahak – O judaísmo odeia os gentios
POR QUE, É MUITO ÓBVIO, O JUDAÍSMO NÃO É MONOTEÍSTA
No grau do Arco Real, o maçom “reconhece que o diabo, sob a forma de Jahbuhlun, é seu Senhor sagrado”, sendo o nome Jahbulun uma “composição de Javé, Baal e Osíris”. Ele entoa “Jah-buh-lun, Jah-buh-lun, Jah-buh-lun, Je-hov-ah” (Texe Marrs, Codex Magica , Cap. 4). Albert Pike discute o significado cabalístico/maçônico de IAHOVAH em detalhes em Morals & Dogma (66, 213, 401, 467, 519). O nome YHVH foi inserido no texto do Antigo Testamento pelos fariseus e outros que praticavam o satanismo babilônico (precursor da Cabala e do Talmudismo).
Para aqueles que não acreditam que o Talmud seja satânico, ele proclama que Cristo está no Inferno fervendo em excrementos e sêmen (Gittin, 56b,57a). Por volta do ano 1000 d.C., um acordo foi firmado entre os massoretas judeus e a Igreja Católica para mudar o nome de Deus no Antigo Testamento hebraico para o nome pagão Javé/Jeová, através do tetragrama.
Isso explica a afirmação de Rosenthal: “Ficamos admirados com a estupidez dos cristãos em receber nossos ensinamentos e propagá-los como se fossem seus”. Nas palavras de Henry Ford: “O cristão não consegue ler a Bíblia senão através de lentes judaicas e, portanto, a lê errado” (“O Judeu Internacional”, Vol. IV, p. 238).
O desprezo demoníaco pela humanidade demonstrado pelo judeu luciferiano Harold Rosenthal tipifica o resultado final de uma amálgama letal: o ritual religioso judaico combinado com a adoração do conhecimento e do ego. O povo judeu, ao rejeitar a Deus e/ou aceitar Jeová, foi entregue “a uma mente depravada… estando cheio de toda a injustiça…” (Romanos 1:28-31).
É claro que o Sr. Rosenthal era membro de uma minoria de elite, abertamente satânica, entre o povo judeu. Os judeus comuns não sabem que o deus de sua fé é, na verdade, Satanás, disfarçado sob um nome místico. Para Satanás, não importa se ele é adorado deliberadamente ou por meio de mentiras e enganos sutis (Gênesis 3).
O Muro das Lamentações é o que restou de um fortaleza romana.
O Muro das Lamentações em Jerusalém, hoje, definitivamente NÃO faz parte do Segundo Templo que existia na época de Herodes. Na verdade, ele faz parte de uma antiga fortaleza romana chamada Forte Antônia, que abrigava a Décima Legião, responsável pela destruição do Segundo Templo e pelo extermínio de todos ou da maioria dos hebreus em 70 d.C. O Muro das Lamentações foi construído AO NORTE do local original do Templo e FORA da antiga cidade murada. O VERDADEIRO Segundo Templo ficava perto da Fonte de Giom e, portanto, DENTRO da antiga cidade murada.

O verdadeiro Segundo Templo precisava da água doce da Fonte de Giom para que os judeus pudessem realizar sacrifícios de animais ali. Mas não há nada de “sagrado” neste muro; muito pelo contrário! A GRANDE PIADA é para os judeus de hoje, que rezam para um muro da fortaleza que abrigou os romanos que destruíram o Segundo Templo, e dizimaram todos ou a maioria dos hebreus originais.
Tácito relatou um número de 600.000 vítimas, enquanto o judeu Flávio Josefo estimou 1 milhão. Isso explicaria por que tão poucos judeus hoje, apenas cerca de 2,5% deles, são árabes (semitas). Também explica por que a raiz do judaísmo mundial quase certamente não é o Oriente Médio, mas a Khazaria, que se converteu ao judaísmo por volta de 740 d.C., na grande ruptura ou renovação do judaísmo.

Na realidade, o Muro das Lamentações de hoje é usado para um ritual satânico descrito pela Cabala satânica, conforme exposto no Zohar e expandido pelo movimento hassídico. Este movimento foi fundado por volta de 1770 e também incorpora o Chabad luciferiano (gnóstico-dualista). Mas a suposta presença “divina” no Muro das Lamentações é, na verdade, a Shekhinah, ou a emanação feminina de um falso deus cabalístico.
Rabinos “devotos” e judeus asquenazes movimentam seus quadris para frente e para trás em um movimento prescrito chamado davening (pronunciado daa-ven) para manifestar uma cópula simulada com o demônio Shekhinah, com a intenção de “dar à luz uma união erótica com o EYN SOF”, que é a emanação masculina de seu falso deus cabalístico. Assim, toda a cerimônia do Muro das Lamentações é demoníaca, e deveria chocar os sionistas “cristãos” que seus fantoches estejam participando desse rito de passagem para certificar a submissão a seus donos e mestres judeus satânicos.

A destruição da sociedade ocidental pela Sinagoga de Satanás
O Plano Kalergi é um plano cujo objetivo é o genocídio dos europeus caucasianos (pessoas brancas) através da miscigenação e imigração em massa de não-brancos para a Europa. Foi elaborado em 1923 pelo aristocrata austro-japonês Richard von Coudenhove-Kalergi. O conde Kalergi foi um veículo para as ideais e objetivos da Sociedade Fabiana, da mesma forma que o bilionário globalista George Soros é agora. Kalergi era financiado pelo banqueiro sionista Barão Louis Nathaniel de Rothschild.
A loja maçônica à qual Kalergi ingressou em 1921 é chamada Humanitas. Assim que Kalergi começou a dar os primeiros passos no plano de destruição da Europa, a Maçonaria já estava ao seu lado. Em seu plano de “limpeza étnica”, Kalergi pretendia gerar uma raça mestiça passiva, domesticada, previsível e manipulável, de carácter e inteligência inferiores, sobre a qual a elite maçônica judaica poderia governar, já que essas mentes inferiores os impedem de se organizar para se rebelar e até mesmo de perceber que estão a ser dominados.

Barbara Lerner Spectre, diretora e fundadora do Paideia, o Instituto Europeu de Estudos Judaicos na Suécia, diz que a Europa não aprendeu a ser multicultural e que os judeus estarão na liderança da transformação da Europa, afastando-se das sociedades brancas. “Sem esse papel de liderança e sem essa transformação multicultural, a Europa não sobreviverá.” Será que ela acabou de dizer o que todos pensavam?
Barbara Lerner Spectre, the founding director of Paideia, the European Institute for Jewish Studies in Sweden, says that Europe has not learned to be multicultural and that Jews will be at the center of Europe’s transformation away from White societies.
“Without that leading… pic.twitter.com/yMRUZWOBPy
— Shadow of Ezra (@ShadowofEzra) July 7, 2024
Apesar de possuir leis anti-imigração rigorosas, Israel pressiona outros países a aceitarem imigrantes e até mesmo realoca migrantes africanos de Israel para países europeus. Isso é o máximo da hipocrisia judaica.

Rede Tucker Carlson:
A Europa mudou mais na geração passada do que em qualquer outro período da história. Décadas de migração em massa destruíram a unidade social do continente, transformaram belas cidades em bairros de lata e empurraram os brancos para a posição de minoria racial.
Por que isso aconteceu? Os governos ocidentais fizeram-no de propósito, abrindo as suas fronteiras e pagando para que o Terceiro Mundo inundasse os seus países. Como eles fizeram isso? O novo documentário do TCN, Substituindo a Europa, tem a resposta.
As nossas câmaras seguiram uma das rotas de migração mais mortíferas do planeta, revelando todo o sistema de redes criminosas, ONG e governos sem lei que se coordenam em conjunto para destruir o Ocidente. Você não encontrará imagens como esta em nenhum outro lugar.

“Os judeus só estão seguros quando há imigração em massa para países brancos...” disse Brett Stephens, um escritor judeu do New York Times, enquanto estava sentado ao lado do rabino Dildo Schmuley, que recentemente afirmou que o antissemitismo está enraizado no DNA europeu. Eles estão basicamente dizendo: “Sim, o Plano Kalergi é real e é imprescindível, pois nosso povo só estará seguro (no topo) quando todos os outros forem uma massa cinzenta multicultural (abaixo do nosso controle).”
Os judeus veem os “brancos” como seu principal obstáculo ao domínio mundial. Bem, agora sabemos quem está por trás do complexo industrial da imigração ilegal. Que ideologia doentia. Eles desprezam absolutamente todos os gentios, ainda mais se forem brancos ou cristãos. Se forem ambos, é um BINGO! Que tipo de luta uma sociedade precisa travar contra esses conspiradores demoníacos quando renunciou à sua própria identidade?
É importante mencionar que as organizações judaicas tiveram um papel fundamental na promoção da Lei de Imigração de 1965, também conhecida como “Lei Hart-Celler” (Emanuel Celler era um congressista judeu), que mudou completamente as políticas de imigração dos EUA.

Em 1994, os eleitores da Califórnia aprovaram a Proposição 187, uma iniciativa criada para desencorajar a imigração ilegal e economizar dinheiro dos contribuintes, negando benefícios públicos a imigrantes ilegais. No entanto, a juíza judia Mariana Pfaelzer a derrubou. A Califórnia agora tem pelo menos 2,2 milhões de imigrantes ilegais.

A maior organização que auxilia imigrantes ilegais a entrarem no Ocidente é a HIAS. Trata-se de uma organização judaica que trabalha para inundar todos os países ocidentais com imigrantes do terceiro mundo. O judeu sionista Alejandro Mayorkas, que possui dupla cidadania, chefiava a HIAS até ser nomeado por Biden para o comando da fronteira.
A HIAS recebe mais de 100 milhões de dólares em financiamento do governo americano e milhões de dólares de doadores judeus. O Ministério das Relações Exteriores de Israel financia a IsraAid, uma ONG que leva migrantes para a Europa. Há inúmeros exemplos de como organizações sionistas judaicas e ONGs pressionam para realocar migrantes árabes e africanos para a Europa e a América.

Este infográfico anima a porcentagem de ascendência europeia branca no mundo de 1900 a 2025. Os brancos representavam apenas cerca de 9% da população mundial em 2025, era cerca de 36% em 1900. Estamos nos tornando uma minoria global E estamos sendo substituídos em nossas nações. Remigração agora!
This infographic animates the percentage of White European Ancestry in the world from 1900 till 2025.
White people only make up about 9% of the world population in 2025, it was around 36% in 1900.
We are becoming a global minority, AND we are being replaced in our nations.… pic.twitter.com/fo9hf2caAM
— Martin Sellner (@MartinSellner_) January 4, 2026
Num artigo apagado do site da ONU, eles chegam a admitir o uso do Holocausto como uma “arma” para exigir multiculturalismo e globalismo. A ONU usa a fantasia do Holocausto para combater o antissemitismo com imigração em massa para os EUA e Europa:
O Futuro da Educação sobre o Holocausto: O Papel da Cidadania Global e da Alfabetização em Direitos Humanos
por Professora Zehavit Gross, Titular da Cátedra UNESCO em Educação para Valores Humanos, Tolerância e Paz, Escola de Educação, Universidade Bar-Ilan
A adoção unânime pela Assembleia Geral das Nações Unidas da resolução 60/7 de Memória do Holocausto em 2005 e o estabelecimento de um robusto programa de divulgação e educação sobre o Holocausto sinalizaram um compromisso das Nações Unidas para garantir que as lições do Holocausto fossem transmitidas às gerações futuras. As Nações Unidas também reconheceram a sua responsabilidade em destacar as questões educacionais vitais da cidadania global e dos direitos humanos, que hoje são tão urgentes como sempre, se não mais. Reconhece a necessidade de desenvolver uma memória cosmopolita do Holocausto que transcenda fronteiras étnicas e nacionais – uma memória que não está apenas ligada ao passado, mas também a um futuro comum. Uma onda sombria de xenofobia, racismo e ódio está inundando o mundo, e os educadores devem mobilizar-se para resistir a ela.
Tikun Olam (Reparando o Mundo)
O futuro da memória e da educação sobre o Holocausto reside na sua capacidade de ser relevante para os alunos das gerações vindouras. Embora o estudo sobre o Holocausto seja importante por si só, é ainda mais importante aprender com o Holocausto em termos de promoção da cidadania global, dos direitos humanos, da tolerância religiosa e do multiculturalismo para garantir que tal mal não ocorra novamente.

Uma dura realidade demográfica: os brancos representam menos de 10% da população mundial e são responsáveis por menos de 5% dos nascimentos globais. As taxas de natalidade entre os brancos estão se aproximando de apenas um filho por casal, o que significa que a geração de amanhã terá metade da atual. Já a taxa de natalidade entre os não brancos não cai pela metade… em muitos casos, ela mais que dobra. Em outras palavras, os brancos são uma minoria global em rápido desaparecimento.
Apesar dessa realidade inegável, políticos corruptos e fantoches da Maçonaria abriram as fronteiras para uma invasão bárbara da Europa, EUA e outros países para a grande maioria dos não brancos do mundo para tornar os brancos uma minoria racial dentro de suas próprias cidades. Façam as contas. Em 2050 ou 2075 os brancos estarão praticamente extintos. Os políticos responsáveis por isso também dizem que os brancos são “racistas” por ousarem sobreviver como raça. Diversidade é uma palavra código para o genocídio de pessoas brancas.

O Talmud: Origens da Ideologia e do Comportamento Supremacistas Judaicos
Por Ben Klassen
Basta dizer que o Talmud é um programa detalhado para unir os judeus sob um código de leis e um programa de longo prazo para a completa destruição e dominação do mundo gentio, do qual a raça branca é o inimigo mais odiado. A verdadeira essência do credo judaico não reside no Antigo Testamento em si, nem no Pentateuco ou no Livro de Moisés, mas sim no credo fundamental conforme exposto no Talmud.
Ao mundo exterior, os judeus professam apego ao Antigo Testamento. Novamente, isso é um engano parcial e também uma cortina de fumaça para o seu verdadeiro programa. Quando os meninos e meninas judeus chegam aos treze anos, não é o Antigo Testamento que eles buscam como guia, mas sim o Talmud, após um estudo e doutrinação completos. Este é o seu verdadeiro livro sagrado.
Os judeus afirmam que, embora Moisés tenha recebido a lei escrita de Deus no Monte Sinai em tábuas de pedra, ele também recebeu interpretações dessa lei, ou a “lei oral”, simultaneamente. Alegam que essa é a razão pela qual Moisés permaneceu tanto tempo na montanha, já que Deus poderia ter lhe dado a lei escrita em um único dia. Embora tudo isso seja pura ficção e invenção dos rabinos judeus, é importante observar a explicação que eles dão à origem de sua crença.
Diz-se que Moisés, por sua vez, transmitiu essa lei oral a Josué, que então, supostamente a transmitiu aos setenta anciãos; estes, por sua vez, a passaram aos profetas, e os profetas à grande sinagoga. Os judeus afirmam que, posteriormente, ela foi transmitida sucessivamente a certos rabinos até que não fosse mais possível preservá-la oralmente, e eles começaram a registrá-la por escrito entre 170-200 d.c., várias décadas depois da destruição do Segundo Templo em Jerusalém em 70 d.C. pelas tropas do general romano Tito.
Esta é, mais uma vez, a explicação mítica deles para a origem de seu credo sagrado. É claro que não se baseia em nenhum fato. Como o restante de sua história inventada, é puro mito. É muito duvidoso que personagens como Moisés ou Josué tenham existido, ou podem ser histórias dos egípcios e outros povos que os rabinos judeus copiaram e adaptaram. Contudo, recorrendo a fontes históricas, sabe-se que, antes do advento do cristianismo, existiam escolas na Palestina onde se ensinava a literatura judaica “sagrada”.
Os comentários dos doutores em direito eram anotados em tabelas e listas como auxílio à memorização, e esses documentos reunidos formaram os primórdios do Talmude judaico. A partir daqui, há uma longa história sobre sua compilação e seu desenvolvimento até o Talmud atual. Não quero ocupar espaço detalhando todas as complexas maquinações que ocorreram para que ele atingisse seu volume atual. Basta dizer que a Mishná é o fundamento e a parte principal de todo o Talmud. Este livro foi aceito pelos judeus em todo o mundo e reconhecido como seu autêntico código de leis.
Com o passar do tempo, as interpretações deste código aumentaram e as disputas e decisões dos doutores da lei a respeito da Mishná foram registradas. Esses escritos, que eram interpretações da lei, constituem outra parte do Talmud chamada Guemará. Portanto, no total, essas duas partes, a saber, a Mishná, que serve como texto da lei judaica, seguida pela Guemará, que serve como análise e interpretação dessa lei, constituem o Talmud judaico.
Por volta do ano 500 d.C., o Talmud já estava mais ou menos compilado em sua forma atual. Mesmo naquela época, existiam dois Talmudes principais utilizados pelos judeus: o Talmud Palestino e o Talmud Babilônico, sendo este último o mais abrangente. Ele não foi compilado por uma única pessoa nem em um único momento, mas sim por muitos líderes judeus proeminentes que trabalharam nele durante muitos anos.
O Talmude Babilônico é o que hoje é aceito pela maioria dos judeus, mas não por todos. Quando nos referirmos ao Talmude neste capítulo, estaremos falando basicamente do Talmude Babilônico. Assim, a Mishná, a Guemará, a Tosifot, as notas marginais de Rabi Ascher, a Piske Tosifot e o Perusch Hamischnaioth de Maimônides, todos reunidos, constituem uma vasta obra chamada Talmud. O Talmud completo contém sessenta e três livros em quinhentos e vinte e quatro capítulos.
É esta vasta obra literária, que contém muita coisa ruim e também muita sujeira, que, no entanto, entrelaça, ao longo de toda a sua extensão, os ensinamentos judaicos básicos. Ela estabelece as diretrizes para a destruição dos povos gentios do mundo com todas as suas riquezas, a escravização de todos os povos. Basicamente, contém todas as leis judaicas em suas relações entre si, e também na relação dos judeus com os gentios.
O Talmud também contém muitos conselhos detalhados sobre o uso de frutas, sementes, ervas, árvores, etc. Ele aborda em detalhes as festividades judaicas, quando devem começar, quando devem terminar e como devem ser celebradas. Possui um vasto conjunto de leis que tratam do casamento, da repudiação da esposa, de seus deveres, relacionamentos, doenças e muitos outros assuntos nessa área.
Os campos que abrange são quase ilimitados. Inclui as penalidades e indenizações relativas a danos. Dá grande ênfase aos sacrifícios, ritos sagrados e dias santos. Também aborda o tema das purificações com grande detalhe. O Talmud aprofunda-se ainda mais nas próprias leis. Aborda leis relativas à compra e venda, leis sobre imóveis e comércio. Trata dos tribunais e seus procedimentos, bem como da punição de crimes capitais. Também aborda os diferentes tipos de juramentos e sua quebra. Contém uma coleção de leis e decisões tradicionais reunidas a partir dos testemunhos de seus ilustres estudiosos e mestres judeus.
Os livros são intermináveis. Quase não há assunto que não seja abordado no que diz respeito à vida de um judeu. Muito do conteúdo é trivial, muito é extremamente enfadonho. No entanto, permeando todo o Talmud, está a filosofia e o credo básicos do próprio judeu, que o tornam um parasita tão perigoso para qualquer sociedade em que se infiltra. Não é meu propósito me deter muito nos detalhes minuciosos contidos no compêndio dos livros do Talmud.
Basta dizer que esta obra sempre foi considerada sagrada pelos judeus. Eles a consideraram, e ainda a consideram, mais importante que as chamadas escrituras sagradas. O próprio Talmud demonstra isso com muita clareza. Em uma parte, afirma: “Aqueles que se dedicam à leitura da Bíblia exercem uma certa virtude, mas não muita; aqueles que estudam a Mishná exercem uma virtude pela qual receberão recompensa; aqueles, porém, que se dedicam ao estudo da Guemará exercem a virtude suprema.”
Em outra parte do Talmud, está escrito: “As Sagradas Escrituras são como água, a Mishná como vinho e a Guemará como vinho aromático.” Segue abaixo uma opinião bem conhecida e muito elogiada nos escritos dos rabinos: “Meu filho, dê ouvidos às palavras dos escribas em vez das palavras da lei.” Em outras palavras, o jovem judeu, sendo preparado para seu futuro papel e participação na conspiração judaica mundial, é repetidamente instruído a prestar mais atenção aos ensinamentos do Talmud do que à lei escrita do Antigo Testamento.
Embora ambos façam parte de sua crença religiosa subjacente, os ensinamentos do Talmud prevalecem e são predominantes. Ao longo do Talmud, a palavra Goy é usada para se referir aos gentios e, em particular, aos gentios brancos e aos romanos. Este é o termo pejorativo que usam para se referir a gado ou besta, e às vezes é grafado como Goyim. Desde a infância, os judeus são ensinados que um gentio, qualquer gentio, é uma besta e deve ser tratado da mesma forma que tratariam o gado. A ideia de hostilidade e ódio contra os Goyim está presente em todos os ensinamentos do Talmud.
Embora o Talmud só tenha sido compilado por volta do ano 500 d.C., grande parte dele foi escrita antes da era cristã e durante o auge do Império Romano. A política dos judeus parasitas, desde tempos imemoriais, sempre foi a de direcionar seu ódio mais feroz contra a estrutura de poder branca dominante e vigente. Portanto, não é surpreendente que muito do ódio presente no Talmud seja dirigido diretamente contra Roma. Quando a Babilônia estava em seu auge, o ódio mais violento dos judeus era direcionado contra ela. Depois de destruírem a Babilônia, seu ódio mais veemente se voltou contra os romanos. Como sempre, os judeus invadiram e se dispersaram por uma sociedade branca, saudável e produtiva.
Então, clamaram por perseguição. Chamaram os romanos de tiranos. Alegaram que os romanos mantinham os filhos de Israel em cativeiro. Os judeus exortaram freneticamente seu povo, afirmando que somente com a destruição dos romanos os judeus seriam libertados do que chamavam de seu quarto cativeiro. Insistiram, portanto, que todo judeu era obrigado a fazer tudo ao seu alcance para destruir este reino ímpio dos edomitas (Roma), que governava o mundo inteiro.
Contudo, como nem sempre é possível exterminar os gentios, o Talmud ordena que sejam atacados, ao menos indiretamente, ou seja, prejudicando-os de todas as maneiras possíveis e, assim, diminuindo seu poder, para contribuir para sua destruição final. Sempre que possível, um judeu deve matar os gentios, e fazê-lo sem piedade, diz o Talmud.
O ódio deles por Roma não conhecia limites. Dizem que o Príncipe, cuja principal cidade é Roma, é o mais odiado pelos judeus. Chamam-no de Reino de Esaú, e dos Edomitas, de Reino do Orgulho, Reino Perverso, Roma Ímpia. O Império Otomano é chamado de Reino dos Ismaelitas, que eles não desejam destruir. O Reino de Roma, porém, deve ser exterminado, porque quando a Roma corrupta for destruída, a salvação e a liberdade chegarão ao Povo Escolhido de Deus. Assim diz o Talmud.
Como todos sabemos, eles destruíram Roma. A arma que foi fundamental para a destruição de Roma foram os ensinamentos cristãos suicidas que os judeus perpetuaram sobre a civilização romana branca. O Talmud afirma ainda: “Imediatamente após a destruição de Roma, seremos redimidos”. Traduzido do jargão judaico, isso significa que, assim que destruírem Roma, eles se tornarão supremos. A história mostra que, após os judeus destruírem e desintegrarem Roma com seus ensinamentos suicidas, o homem branco jamais recuperou o controle de seu próprio destino.
A destruição de Roma não significou, de forma alguma, o fim do programa judaico. Um judeu, pelo simples fato de pertencer ao Povo Escolhido e ser circuncidado, possui uma dignidade tão grande que ninguém, nem mesmo um anjo, pode compartilhar da sua igualdade, assim diz o Talmud. De fato, ele é considerado quase igual a Deus. “Aquele que agride um israelita”, diz o Rabino Chanina, “age como se estivesse dando um tapa na face da Divina Majestade de Deus.”
Um judeu é sempre considerado bom, apesar dos inúmeros pecados que possa cometer; seus pecados não podem contaminá-lo, assim como a sujeira não contamina o miolo de uma noz, apenas suja a casca. Um judeu é sempre visto como um homem; o mundo inteiro lhe pertence e todas as coisas o servem, especialmente os “animais que têm a forma de homens”. Em questões legais, “um gentio ou um servo não pode atuar como testemunha”. Além disso, um judeu pode mentir e cometer perjúrio para condenar um gentio.
Sobre isso, o Talmud afirma ainda: “Nosso ensinamento é o seguinte: Quando um judeu e um gentio comparecem perante um tribunal, absolva o judeu, se possível, de acordo com as leis de Israel. Se o gentio vencer, diga-lhe que é isso que nossas leis exigem. Se, no entanto, o judeu puder ser absolvido de acordo com a lei gentia, absolva-o e diga que isso se deve às nossas leis. Se isso não for possível, proceda com frieza contra o gentio, como aconselha Rabi Ismael.”
Em todo caso, a guerra deles contra os gentios é implacável. Eles citam Provérbios 24:6: “Com sábios conselhos guerrearás contra eles”, e o Talmud então questiona ainda mais: que tipo de guerra? “O tipo de guerra que todo filho do homem deve travar contra seus inimigos, a mesma que Jacó usou contra Esaú, com engano e artimanhas sempre que possível. Deve-se lutar contra eles sem cessar, até que a ordem seja restaurada. (Restaurar a ordem aos judeus significa a tirania judaica final sobre o mundo.) Portanto, é com satisfação que digo que devemos nos libertar deles e governá-los.”
Chega de citar o Talmud. Devido ao seu tamanho, ele esconde a maior parte do conteúdo perverso e insidioso dos olhos dos gentios. Somente através do estudo intenso e prolongado, seguido pelos ensinamentos judaicos, é que toda a essência do programa mortal é revelada. Não é minha intenção sequer resenhar parcialmente um livro tão extenso. Basta dizer que se trata de um programa detalhado para unir os judeus sob um código de leis e um plano de longo prazo para a destruição da Raça Branca. O objetivo final é a completa destruição dos gentios e a dominação do mundo gentio, do qual a Raça Branca é o inimigo mais odiado.
Aprofundarei ainda mais o conteúdo do Talmud, detalhando-o no capítulo sobre os Protocolos dos Sábios de Sião. Visto que os Protocolos expõem de forma mais clara e concisa a essência dos ensinamentos do Talmud, dedicaremos mais espaço a eles. Em resumo, além do que já citei sobre o Talmud, os Protocolos dos Sábios de Seis Dias e o Manifesto Comunista praticamente abrangem todo o programa judaico para a escravização do mundo.
Os Protocolos e o Manifesto Comunista, por si só, nada mais são do que uma destilação dos ensinamentos do Talmud. O Talmud veio primeiro e é, em si mesmo, o supremo plano mestre judaico que ofusca todos os outros livros judaicos.

Como a Pérsia criou o judaísmo: religião persa e judaica
Os reis persas, Ciro e Dario, criaram o judaísmo na Babilônia. Os cinco primeiros livros — Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio — compõem a Torá, a história de Israel, desde a narrativa da criação em Gênesis até a morte de Moisés. Poucos estudiosos hoje duvidam que ela tenha atingido sua forma atual no período persa (538-332 a.C.) e que seus autores constituíam a elite que controlava o Templo naquela época. Como sabemos, eram Ciro, o Grande, Dario, o Grande, e seus escribas zoroastristas que controlavam o Templo naquela época.
Os livros de Josué, Juízes, Samuel e Reis seguem, formando uma história de Israel desde a Conquista de Canaã até o Cerco de Jerusalém, c. 587 a.C. Há um amplo consenso entre os estudiosos de que estas se originaram como uma única obra (a chamada “história deuteronomista”) durante o exílio babilônico do século VI a.C. Os dois livros de Crônicas abrangem praticamente o mesmo material que o Pentateuco e a história deuteronomista e provavelmente datam do século IV a.C. Esses livros foram escritos na Babilônia por escribas zoroastrianos babilônicos.
Crônicas se relaciona com os livros de Esdras e Neemias, que provavelmente foram concluídos durante o século III a.C. O Antigo Testamento católico e ortodoxo contém de dois (Antigo Testamento católico) a quatro (ortodoxos) livros dos Macabeus, escritos nos séculos II e I a.C.
Os livros de história constituem cerca de metade do conteúdo total do Antigo Testamento. Dos restantes, os livros dos vários profetas – Isaías, Jeremias, Ezequiel, Daniel e os doze “profetas menores” – foram escritos entre os séculos VIII e VI a.C., com exceção de Jonas e Daniel, que foram escritos muito mais tarde. Os livros da “Sabedoria” e outros – Jó, Provérbios e assim por diante – datam entre o século V a.C. e o século II ou I a.C., com exceção de alguns dos Salmos.

O cristianismo é uma heresia do judaísmo e que o Javé dos hebreus não é outro senão o Deus dos cristãos. É verdade que a teologia cristã moderna faz muitas distinções; mas, em última análise, o vingativo, ciumento, lunático e genocida Javé que vemos no Antigo Testamento é o mesmo a quem Jesus Cristo se referia quando disse “meu Pai”. Javé, o Deus Todo-Poderoso, “paciente, bondoso e misericordioso” no Pentateuco e, em certo sentido, em toda a Bíblia, ordena massacres humanos com uma facilidade assombrosa.
Massacres impiedosos e fanáticos, totalmente desprovidos de justiça, humanismo e caridade. E isso não se dava apenas contra seus inimigos, cujo pecado foi ter chegado primeiro na tal “terra prometida” e já ter se estabelecido lá, mas também contra o seu próprio “povo escolhido”. A Bíblia está repleta de coisas absurdas e contraditórias. Após a descida de Moisés do Monte Sinai com os Dez Mandamentos, ele descobriu os israelitas adorando um bezerro de ouro (Het-Heru).
Em resposta a esta idolatria, Moisés instruiu os levitas a executar aproximadamente 3.000 pessoas como julgamento divino. Isso aconteceu logo após Moisés receber o primeiro mandamento “Não matarás” de Javé, e ele o violou. “Então Moisés, vendo o povo descontrolado, pôs-se à entrada do acampamento e clamou: ‘A mim, povo do Senhor!’ E todos os levitas se reuniram ao seu redor. Ele lhes disse: ‘Assim diz o Senhor, Deus de Israel: Cada um de vocês pegue a sua espada e percorra o acampamento, de porta em porta, matando cada um o seu irmão, o seu amigo e o seu vizinho.'”
Os levitas fizeram como Moisés lhes ordenara, e cerca de três mil homens do povo morreram naquele dia. Então Moisés disse: “Hoje vocês se consagraram ao Senhor, cada um de vocês em detrimento de seu filho e de seu irmão, e por isso vocês serão abençoados” (Êxodo 32:38). A Bíblia, nomeadamente o Antigo Testamento, tem textos de uma violência insuportável. Javé ordenou a Abraão que matasse o seu próprio filho como prova de obediência, e ordenou aos israelitas que exterminassem os cananeus, amalecitas, ismaelitas, edomitas, filisteus e outros povos. Os capítulos 10 e 11 do livro de Josué narram sucintamente o massacre de cidades inteiras a mando de Javé.
Eis outro pequeno exemplo que contradiz grandemente a imagem de um “Pai misericordioso”, como Javé gostava de ser chamado: “Quando os filhos de Israel estavam no deserto, um homem foi encontrado recolhendo lenha no dia de sábado. Os que o encontraram o levaram a Moisés, a Arão e a toda a comunidade. Eles o puseram sob custódia, porque ainda não havia sido decidido o que se deveria fazer com ele. O Senhor disse a Moisés: ‘Que este homem seja morto; que toda a comunidade o apedreje fora do acampamento’. E o apedrejaram até que morreu, como o Senhor havia ordenado a Moisés.” (Números 16:32)
Os primeiros capítulos de Gênesis, que nos falam da criação do mundo como obra dos Elohim ou “senhores poderosos”, aqueles a quem Abraão agora chama de Deus. Yahweh tinha ciúme e fúria contra os Elohim que protegiam os outros povos. O Javé que apareceu a Abraão era, de fato, um Deus muito estranho. A Bíblia nos dá motivos para considerar a fisicalidade de Javé e dos Elohim. Javé proíbe os filhos de Israel de tomarem esposas de outros povos, não israelitas, “porque suas filhas cometem fornicação com seus Elohim”, reconhecendo, assim, que esses Elohim apareceram aos povos que protegiam da mesma forma que Javé apareceu ao povo de Israel: na forma de um jovem esbelto.
O início do capítulo 12 do livro de Gênesis é um documento fundamental para o povo judeu: “Então o Senhor disse a Abraão: ‘Saia da sua terra, da sua parentela e dos seus antepassados, e vá para a terra que eu lhe buscarei. Farei de você uma grande nação e o abençoarei.’” E um pouco mais adiante, nos versículos 15 e 16 do capítulo 13 do mesmo livro de Gênesis: “Toda esta terra que você vê, eu a darei a você e à sua descendência para sempre; farei com que a sua descendência seja tão numerosa como o pó da terra.”
A fé de Abraão e de seus descendentes nessas palavras — “Eu farei de você”, “Eu lhe darei”, “Eu o guiarei” — foi o que, em última análise, quase 4.000 anos depois, estabeleceu a nação de Israel em 1948. O moderno Estado de Israel “ressuscitou” essa ideologia da conquista guerreira para reclamar o seu direito à terra dos seus supostos antepassados e combater os palestinos que viviam na sua “terra prometida”. O livro de Josué era lido e estudado pelos pioneiros da independência do país… no círculo bíblico bimensal iniciado pelo sionista Ben Gurion.
Mas a verdade é que não houve nenhum “Deus” prometendo terra alguma ao seu “povo escolhido”, apenas homens sem escrúpulos e enganadores que criaram uma religião para controlar as massas ingênuas e supersticiosas. E isso continua até hoje. A realeza da antiguidade inventou e promoveu religiões com o objetivo de controlar as massas.
Os membros da elite eram os únicos alfabetizados e que possuíam cultura e liberdade de expressão. Promover a religião para fins de controle social era o dever e a responsabilidade das elites no poder. Eles sabiam que não haviam “deuses”, pois eles mesmos os haviam criado. O principal controle que buscavam preservar era a escravidão das massas. Alguns imperadores exigiram ser adorados como deuses. Saturno/Satanás é o verdadeiro Deus do judaísmo, cristianismo e islamismo.
A religião foi o primeiro sistema de crenças criada para manipular emocionalmente as pessoas comuns e manter o controle. E os sacerdotes do culto serviam para “legitimar” o poder da realeza para governar as massas. Eles inventaram que os monarcas foram “ungidos” por deus ou deuses para governar o povo. Todas as religiões trabalham contra as pessoas, não dizem a verdade, e isso também vale para os personagens religiosos inventados que eles usam. O maior e mais cobiçado (e explorado) recurso da Terra tem sido, há muito tempo, a espiritualidade humana.
A verdade é que as religiões dogmáticas são controladas nas sombras por seres demoníacos do baixo astral para extrair a energia psíquica de devoção dos crentes e fomentar divisão e atritos entre os humanos. O lema principal desses seres trevosos é DIVIDIR PARA GOVERNAR e a Terra é sua fazenda humana. Eles são os inimigos invisíveis da humanidade e há mais de 3000 anos vem usando as religiões para fomentar a divisão, ódio e genocídio entre os povos. A religião é o primeiro e mais antigo sistema de controle populacional.
Quantos milhões de pessoas foram e continuam sendo assassinadas devido ao fanatismo religioso? Os Kingu e as egrégoras demoníacas do baixo astral é que controlam as religiões dogmáticas através de seus fantoches humanos da Cabala Illuminati. Religião é controle, não tem nada a ver com espiritualidade. As pessoas são vítimas das religiões devido ao forte véu do esquecimento gerado pela Matrix Lunar.
Os controladores usam as religiões dogmáticas para provocar sentimentos de medo, raiva, ódio e sofrimento entre os humanos, porque essas condições produzem as baixas vibrações que eles necessitam para sobreviver. É seu alimento! Todas as três religiões abraâmicas servem apenas para escravizar a humanidade e causaram inúmeras guerras religiosas e conflitos entre diferentes povos, em plena consonância com o princípio dos criadores desse projeto: “DIVIDIR PARA GOVERNAR A HUMANIDADE!”
Quem são os controladores ocultos das religiões e sociedades secretas?
Matrix 3D – Que diferença há entre religião e espiritualidade?

































