A mídia fake news brasileira fez uma alarde sobre uma suposta “aproximação” entre Donald Trump e o ex-presidiário e golpista Lula, devido a um intenso trabalho de lobby de dois empresários brasileiros com negócios milionários nos Estados Unidos, os corruptos irmãos Wesley e Joesley Batista, donos do grupo JBS, a maior processadora de proteína animal do mundo.

Nos Estados Unidos, a JBS têm 75 mil funcionários e 180 mil no Brasil. Lá, trabalham com frango, carne bovina, suínos e alimentos processados, como salsichas e salames. E se achando os “reis do gado” os dois executivos conseguiram furar o bloqueio da Casa Branca e conversaram com autoridades do Departamento de Estado e Departamento de Comércio, que marcaram um encontro na Casa Branca, no início de setembro, entre Joesley Batista e o “rei do mundo”, Donald Trump.

Joesley esteve na Casa Branca para discutir diretamente com Trump a taxação de 50% sobre a carne brasileira exportada para os Estados Unidos. A JBS é líder mundial no setor de processamento de carne e mantém nove unidades industriais no país norte-americano, mercado que responde por cerca de metade da receita global, de US$ 77 bilhões em 2024.

O corrupto Joesley Batista foi interceder em favor de Lula na Casa Branca, tentando uma “aproximação” dele com Trump, mas as coisas não saíram como eles esperavam. Lula foi estúpido em xingar e provocar Trump publicamente. Trump ficou intrigado com Joesley e mandou o DOJ (Departamento de Justiça dos EUA) investigar a ligação entre os irmãos Batista e Lula.

Ele recebeu um dossiê sobre as várias denúncias de corrupção da JBS no Brasil e nos EUA. Os donos da JBS tentaram salvar a barra de seu “amigão” Lula com Trump, mas em troca, acabaram sendo investigados pela justiça americana. Sem os bilhões que Lula roubou dos brasileiros, via BNDES, esses dois irmãos corruptos não teriam chegado onde estão. O comunista Lula deve receber milhões em mesada mensal dos irmãos Batista por tê-los ajudado a iniciar seu império com o dinheiro roubado dos brasileiros.

Donos da JBS tentaram salvar Lula e viraram alvo de investigação do Departamento de Justiça Americano. 1

Os irmãos Batista admitiram ter subornado cerca de 1.800 políticos durante uma ampla investigação de corrupção no Brasil, contexto que alimenta ainda mais o desconforto entre os produtores de gado dos EUA. Eles realizaram várias reuniões privadas com Lula e seus ministros. Os irmãos Batista iniciaram seu império com os bilhões que os comunistas do PT deram a eles através do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Lula é o típico comunista, rouba dos pobres para dar aos ricos.

A JBS recebeu bilhões em empréstimos do BNDES durante os governos Lula e Dilma, e o empresário Joesley Batista, em sua delação premiada, afirmou ter pago propina para obter esses financiamentos. O próprio banco, através de sua página BNDES Aberto, detalhou que a JBS recebeu R$ 17,6 bilhões em desembolsos entre 2003 e 2017. O BNDES desembolsou R$ 1,2 trilhão em créditos na estratégia de “campeãs nacionais” do PT, uma lavanderia de dinheiro público de Lula e sua quadrilha comunista.

“Espécies invasoras” no Brasil?🤨🧐 A verdade SINISTRA que Lula, Marina, JBS e as super elites globais NÃO querem que você saiba. O Ministério do Meio Ambiente de Lula inclui a tilápia na lista de “espécies invasoras”.

Coincidentemente, assim quase “que de repente”: A JBS inicia a importação de tilápia do Vietnã para o Brasil. Primeiro carregamento de tilápia vietnamita exportado para o Brasil. De acordo com o plano, esses contêineres de tilápia chegarão ao porto de Santos, no Brasil, em 17 de dezembro de 2025. Em 6 de novembro, um contêiner com o primeiro carregamento de 24 toneladas de tilápia vietnamita partiu do porto de Ho Chi Minh para ser exportado para o Brasil pelo Grupo JBS, o maior grupo alimentício do Brasil que tem Lula como protetor.

Os irmãos Batista têm importado carnes estrangeiras baratas e usado a brecha de rotulagem “Produto dos EUA”. Isso é uma fraude. Embora essa brecha criada pelo USDA tenha finalmente sido fechada, ela não será totalmente aplicada até 2026. Até lá, a JBS pode importar carne bovina de qualidade inferior para os Estados Unidos.

Tudo o que precisam fazer é desossá-la para que chegue ao mercado americano como um pedaço de carne congelada.  A partir daí, podem transformá-la em bifes e hambúrgueres. E então podem vendê-la como produto dos EUA. E têm permissão para rotulá-la como produto dos EUA, o que não é verdade.

O presidente Donald J. Trump mandou o DOJ iniciar uma investigação sobre as maiores empresas de embalagem de carne do país por possível conluio, fixação de preços e manipulação de preços. Essa ação decisiva tem como alvo os conglomerados dominados por estrangeiros que controlam o fornecimento de carne dos Estados Unidos e foram acusados de inflar artificialmente os preços às custas de fazendeiros, pecuaristas e famílias trabalhadoras.

Governo Trump intensifica repressão contra cartéis estrangeiros de processamento de carne.

Donald J. Trump

“Solicitei ao Departamento de Justiça que inicie imediatamente uma investigação sobre as empresas de processamento de carne que estão elevando o preço da carne bovina por meio de conluio ilícito, fixação de preços e manipulação de preços. Sempre protegeremos nossos pecuaristas americanos, e eles estão sendo culpados pelo que está sendo feito por empresas de processamento de carne majoritariamente estrangeiras, que inflacionam artificialmente os preços e colocam em risco a segurança do abastecimento alimentar de nossa nação. Ações devem ser tomadas imediatamente para proteger os consumidores, combater os monopólios ilegais e garantir que essas corporações não estejam lucrando criminosamente às custas do povo americano. Estou pedindo ao Departamento de Justiça que aja rapidamente. Obrigado pela sua atenção a este assunto!”

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Eis o que você precisa saber:

  • Por muito tempo, um punhado de gigantes do setor de processamento de carne pressionou os produtores de gado dos Estados Unidos, reduziu os rebanhos e aumentou os preços nos supermercados. Ao examinar se essas empresas violaram as leis antitruste por meio de preços coordenados ou restrições de capacidade, esta investigação irá erradicar qualquer conluio ilegal, restaurar a concorrência justa e proteger nossa segurança alimentar.
  • Os “Quatro Grandes” frigoríficos — JBS (Brasil), Cargill, Tyson Foods e National Beef — dominam atualmente 85% do mercado de processamento de carne bovina dos EUA, um aumento significativo em relação aos 36% de 1980. Duas dessas empresas, incluindo o maior frigorífico do mundo, são de propriedade estrangeira ou possuem participação e controle estrangeiros significativos.
  • A consolidação do setor esmagou a concorrência e prejudicou os produtores de gado. Na década de 1980, os quatro maiores frigoríficos compravam um terço de todo o gado para engorda; em meados da década de 1990, essa participação explodiu para mais de 80% e só se tornou mais concentrada desde então.
  • Isso levou à exploração dos consumidores, agricultores e pecuaristas americanos. De fato, evidências crescentes mostram que esse poder de monopólio reduziu drasticamente os pagamentos aos pecuaristas, diminuiu o tamanho dos rebanhos, aumentou os preços para o consumidor e ameaçou a cadeia de suprimentos alimentares dos Estados Unidos.

O presidente Trump SEMPRE estará ao lado de nossos grandes agricultores americanos.

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Trump acusou explicitamente as empresas estrangeiras de “dirigir os preços para cima” e prometeu ações rigorosas, incluindo possível quebra de monopólios se comprovadas as irregularidades.

Contexto econômico: Os preços da carne bovina nos EUA estão em alta há meses, com o quilo do contrafilé chegando a US$ 15-20 em supermercados, atribuídos a uma concentração de mercado onde as quatro empresas controlam cerca de 85% do abate de gado. Trump ligou isso à inflação geral e à dependência de importações, prometendo “proteger os fazendeiros americanos e as famílias de classe média”.

Alvo principal: JBS: Como maior produtora de carne bovina nos EUA (com 22% do mercado), a JBS é destacada por ser controlada pela família Batista, do Brasil. Trump a chamou de “cartel estrangeiro” que “suga o sangue dos produtores americanos”. As ações da JBS caíram 5-7% imediatamente após o anúncio, e da Tyson Foods também.

O produtores rurais americanos apoiaram, vendo alívio nos preços de insumos. A fundação do sistema alimentar começa nas fazendas… pastagens, ciclos hídricos, solo, cuidadores de rebanhos… é lá que sempre viveu o alimento da nação… e em breve retornará. Com o tempo, o foco de influência se concentrou no nó de processamento. Quatro corporações monopolizam o fornecimento de carne nos Estados Unidos, explorando os produtores de gado e aumentando os preços nos supermercados.

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O presidente Trump assinou a Ordem Executiva 13818, em 20 de dezembro de 2017, que detém jurisdição sobre sistemas organizados por meio de alavancagem coercitiva e captura de recursos essenciais. Essa autoridade se aplica a ativos, participações controladoras e redes de capital… ela funciona no nível em que os sistemas são projetados. Os irmãos Batista e sua multinacional JBS podem ser enquadrados por corrupção e uma ameaça à segurança nacional.

A OE 13818 determina que graves abusos de direitos humanos e corrupção em todo o mundo constituem uma ameaça incomum e extraordinária à segurança nacional, à política externa e à economia dos Estados Unidos, e o presidente Trump declarou uma emergência nacional para lidar com essa ameaça.

Seção 1. (a) Todos os bens e interesses em bens que estejam nos Estados Unidos, que doravante estejam dentro dos Estados Unidos, ou que estejam ou doravante estejam sob a posse ou controle de qualquer pessoa dos Estados Unidos das seguintes pessoas são bloqueados e não podem ser transferidos, pagos, exportados, retirados ou de outra forma negociados:

(1) corrupção, incluindo a apropriação indevida de bens do Estado, a expropriação de bens privados para ganho pessoal, corrupção relacionada com contratos governamentais ou a extracção de recursos naturais, ou suborno; ou (2) a transferência ou facilitação da transferência dos rendimentos da corrupção;

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Renato Cunha
O blog Stylo Urbano foi criado pelo estilista Renato Cunha para apresentar aos leitores o que existe de mais interessante no mundo da moda, artes, design, sustentabilidade, inovação, tecnologia, arquitetura, decoração e comportamento.

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