Quando olhamos honestamente para a história das doenças, surge um quadro muito diferente daquele que nos é contado pelo governo, mídia e indústria farmacêutica. O declínio acentuado nas mortes infantis por sarampo, escarlatina, difteria, coqueluche e outras doenças ocorreu décadas antes da introdução das vacinas e, em muitos casos, nunca houve sequer uma vacina disponível.
O “culto da vacina” foi criado para aumentar os lucros da indústria farmacêutica dos Rockefeller. Não foi por causa das vacinas “seguras e eficazes” que as doenças foram erradicadas, mas sim devido à melhoria das condições básicas de vida humana:
• Nutrição: Dietas melhores significavam sistemas imunológicos mais fortes. A desnutrição já foi o principal fator que tornava as crianças vulneráveis a infecções.
• Saneamento: Sistemas de esgoto, abastecimento de água limpa e coleta de lixo quebraram a cadeia de transmissão de inúmeros patógenos.
• Moradia e higiene: Menos aglomeração de pessoas, menos sujeira, melhor ventilação, hábito de lavar as mãos e tomar banhos com água tratada, refrigeração dos alimentos e melhores condições gerais de moradia reduziram a exposição.
• Progresso econômico: A elevação dos padrões de vida significou menos crianças vivendo em extrema pobreza, onde as doenças antes prosperavam.
Você pode ver isso nos gráficos de mortalidade: quando as vacinas contra o sarampo foram introduzidas, em 1963, por exemplo, as mortes por sarampo nos EUA já haviam caído 98% em relação ao seu pico. O mesmo ocorreu com a escarlatina, a mortalidade despencou sem qualquer vacina.
POR QUE AS DOENÇAS DIMINUIRAM?
A migração populacional do campo para a cidade no século XIX, acompanhada pela industrialização e pela imigração, levou à superlotação em cidades recém-povoadas, que careciam de saneamento básico adequado ou sistemas de água potável. Essas condições resultaram em surtos recorrentes de cólera, disenteria, tuberculose, febre tifoide, gripe, febre amarela e malária.
Por volta de 1900, no entanto, a incidência de muitas dessas doenças começou a diminuir devido às melhorias na saúde pública, cuja implementação continuou até o século XX. Esforços locais, estaduais e federais para melhorar o saneamento básico e a higiene reforçaram o conceito de ação coletiva de “saúde pública”, por exemplo, para prevenir infecções por meio do fornecimento de água potável.
Da década de 1930 à década de 1950, os departamentos de saúde estaduais e locais fizeram progressos substanciais em atividades de prevenção de doenças, incluindo descarte de esgoto, tratamento de água, segurança alimentar, descarte organizado de resíduos sólidos e educação pública sobre práticas de higiene (por exemplo, manuseio de alimentos e lavagem das mãos).
Os tratamentos da água potável começaram no início dos anos 1900 e se tornaram práticas de saúde pública disseminadas, reduzindo ainda mais a incidência de doenças transmitidas pela água. É um fato óbvio de que viver na imundície atrai doenças.

Foram as melhorias sociais, e não as vacinas, que desempenharam um papel significativo no desaparecimento de doenças infantis:

O crédito pertence às medidas de saúde pública, água limpa, melhor alimentação e saneamento básico, não às injeções. De fato, os livros didáticos de saúde pública de meados do século XX reconheciam exatamente isso: as maiores vitórias contra doenças infecciosas vieram de melhorias nas condições de vida, não de medicamentos.
“Como vacinologista, agora tenho vergonha de dizer… o que realmente causou o declínio das doenças infecciosas em crianças, foi a melhoria no saneamento antes da introdução das vacinas para quase todas essas doenças infantis” – Dr. Robert W. Malone, no Tucker Carlson Show.
#Mrna vax tech inventor #DrRobertMalone (“#canceled on Twitter) on @TuckerCarlson on #childhoodillness being eradicated BY SANITATION!!! 👇 pic.twitter.com/OOg96maFKr
— Alison Bacon (@ninjitalia) April 12, 2022
As mortes por doenças infantis estavam diminuindo antes das vacinas
Fonte: childrenshealthdefense
Em 1977, os epidemiologistas da Universidade de Boston (marido e mulher) John e Sonja McKinlay publicaram seus trabalho seminal no Millbank Memorial Fund Quarterly sobre o papel que as vacinas (e outras intervenções médicas) desempenharam no enorme declínio de 74% na mortalidade observado no século XX: “A contribuição questionável das medidas médicas para o declínio da mortalidade nos Estados Unidos no século XX.”
Neste artigo, o McKinlays destacou que 92,3% do declínio da taxa de mortalidade ocorreu entre 1900 e 1950, antes da existência da maioria das vacinas. Eles concluem que as vacinas (e todas as outras intervenções médicas, incluindo antibióticos e cirurgias) foram responsáveis por — no máximo — algo entre 1% e 3,5% desse declínio.
Além disso, após um estudo exaustivo de 2010, “Resumo Anual de Estatísticas Vitais: Tendências na Saúde dos Americanos durante o Século XX” (Guyer et al, dezembro de 2000.) publicado na Pediatrics, os pesquisadores dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças e da Johns Hopkins concluíram: “Portanto, as vacinações não são responsáveis pelos declínios impressionantes na mortalidade por doenças infecciosas observados na primeira metade do século XX.”
Nos Estados Unidos (e em outros países), registros históricos mostram que a mortalidade por doenças diminuiu quase 90% antes da introdução do programa de vacinação e dos programas de vacinação de rotina — conforme declarado no relatório Tendências na Saúde dos Americanos .
De fato, algumas das doenças mais prevalentes no início do século XX — incluindo tuberculose (TB), escarlatina e febre tifoide — seguiram o mesmo declínio SEM nunca terem tido um programa de vacinação nos EUA. Essas doenças foram quase erradicadas nos EUA sem que a população fosse vacinada contra elas. (Veja os gráficos acima).
Como isso é possível? A indústria farmacêutica/médica gastou milhões com propaganda para nos convencer de que as vacinas nos salvaram da morte iminente por doenças, mas a história prova que isso é mais uma tática de marketing do que um fato. Uma tática de marketing que ajuda a garantir que o mercado bilionário de vacinas continue crescendo.
O Secretário de Saúde do governo Trump, Robert Kennedy, demitiu a diretora do CDC, Susan Monarez, cuja demissão também foi precedida pelas renúncias do diretor da unidade de vacinas e do diretor médico. O CDC é financiado principalmente por multinacionais controladas pelo fundo de investimentos BlackRock e pelo cartel farmacêutico controlado por Bill Gates e Pfizer. Trump está desmantelando toda a estrutura de poder do Deep State, peça por peça.

A FACE OCULTA DE BILL GATES. O BILIONÁRIO DAS VACINAS TÓXICAS
A maior parte dos brasileiros não tem saneamento básico pois as elites políticas nunca se importaram com o povo. O narcoditador Lula e sua quadrilha comunista do PT, PCdoB, PV, PSOL e Rede tentaram destruiu o Marco do Saneamento para inviabilizar a água potável e esgoto tratado para todos. Os comunistas elitistas querem que a maior parte do povo viva na merda e doente.
Até a Índia passou o Brasil nos índices de saneamento básico. Em 2020, a bancada do PT no senado se opôs ao projeto de Lei 4.162/19, referente ao novo marco regulatório do saneamento básico. Como não conseguiram impedir a lei de saneamento universal para todos os brasileiros, o PT e seus comparsas tentaram destruir a lei em 2023, quando o ex-presidiário Lula já estava na presidência.
A Câmara dos Deputados aprovou um projeto que cancela pontos dos decretos do governo Lula (PT) que visava destruir o Marco Legal do Saneamento Básico. A derrota da administração petista foi relevante, com 295 votos a favor da derrubada. Esse é um exemplo do ódio que os comunistas elitistas tem do povo. Querem que a população viva na merda para ficarem doentes e depois serem envenenados com as vacinas. O comunismo é satanismo e é promovido pelas elites maçônicas.

Saneamento básico é o conjunto de serviços essenciais de infraestrutura e instalações que garantem a saúde pública e a qualidade de vida, incluindo: abastecimento de água potável, esgotamento sanitário (coleta e tratamento de esgotos), limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos (lixo) e drenagem e manejo de águas pluviais (água da chuva). Esses serviços são fundamentais para prevenir doenças, proteger o meio ambiente e promover o desenvolvimento socioeconômico.
Mas a criminosa máfia da Big Pharma, criada pelo oligarca do petróleo, John D. Rockefeller, propagou a mentira de que várias doenças foram erradicadas pelas vacinas. Mas é através de vacinas tóxicas que a Big Pharma cria doenças nas pessoas para garantir um constante crescimento no número de consumidores de seus medicamentos sintéticos.
As vacinas contem vários ingredientes tóxicos e são fabricadas em diferentes lotes para causar doenças em curto, médio ou longo prazo. As pessoas estão sendo envenenadas desde a infância para aumentar os lucros da indústria médico farmacêutica e dos governos corporativos sob controle da Maçonaria.
A vacinação não é responsável pelos declínios impressionantes na mortalidade observados na primeira metade do século… Mais uma vez, quase 90% do declínio na mortalidade por doenças infecciosas entre crianças nos EUA ocorreu antes de 1940, quando poucos antibióticos ou vacinas estavam disponíveis.
MAS E A POLIOMIELITE?
Esta é a pergunta que sempre ouvimos. Primeiro, é importante observar que a poliomielite é um vírus muito comum, muito parecido com o vírus do resfriado ou da gripe. Todos nós temos dezenas de vírus diferentes em nosso organismo ao mesmo tempo, porque é assim que a natureza mantém nosso sistema imunológico estimulado.
A paralisia atribuída ao poliovírus nas décadas de 1940 e 1950 foi, na verdade, causada pela pulverização generalizada de DDT, um pesticida altamente tóxico (hoje proibido). Mas o governo e os departamentos de saúde dos EUA, juntamente com empresas químicas, estavam incentivando a pulverização de DDT na população americana. Campanhas em massa de pulverização de DDT ocorreram em praias, sobrevoando piscinas e parques, especialmente durante os meses de verão.
Coincidentemente, a maioria dos casos de paralisia por “poliomielite” ocorreu durante os meses de verão e em crianças. Os pais foram até incentivados a pulverizar seus filhos diretamente com o produto químico altamente tóxico, bem como a colocá-lo em banheiras e outros locais onde as crianças tivessem contato direto com o DDT.
Em meados da década de 1940, cientistas começaram a alertar o governo e o Congresso de que a pulverização de DDT estava causando um enorme aumento nos casos de paralisia e danos ao sistema nervoso. Mas o governo americano, em meio à Segunda Guerra Mundial, não conseguiu admitir seu erro, um erro que lhe custaria MILHÕES em danos por meio de ações judiciais movidas pelos afetados.
Alguém então teve a brilhante ideia de começar discretamente a exportar DDT em vez de pulverizar os americanos, proibir lentamente o DDT para não causar alarme e promover uma “solução” na forma da “vacina contra a poliomielite”. É um dos mitos médicos mais chocantes e mais comumente acreditados, que ainda é regularmente repetido na televisão, nos livros de história e por um público desinformado que nunca se preocupa em olhar além da farsa.
Mas a agenda das elites maçônicas Illuminati de envenenar a população global continua através das vacinas e alimentos tóxicos e com a pulverização de produtos químicos nos céus por aviões para espalhar doenças.
Nos anos 70, a mídia fake news e as “autoridades” da ciência promoveram a mentira do “resfriamento global”, mas não funcionou. O IPCC foi criado nos anos 80 e eles mudaram o termo para “aquecimento global”. Mas também não funcionou. Então, mudaram para “mudanças climáticas” para cobrir todas as bases. Qualquer coisa “extrema” ou “incomum” agora pode ser atribuída aos humanos, e eles podem lucrar com isso.
E muita gente cai nessa mentira criada pelas elites maçônicas para escravizá-las. E para combater as “mudanças climáticas”, supostamente causadas pelo aumento do CO2, a ONU, o Fórum Econômico Mundial e os governos sob seu controle promovem a geoengenharia como “solução” para bloquear a luz solar, contaminando toda a superfície do planeta. Eles querem “salvar o planeta” envenenando o solo, ar, água e nossos alimentos.
INDICAÇÕES DE TRILHAS QUÍMICAS NO SOLO DA CALÁBRIA – Metais pesados de diversos tipos encontrados nas amostras analisadas de água da chuva.
Quantas doenças estão sendo causadas pelos rastros químicos lançados por aviões sobre nossas cabeças? Lembre-se que o seu governo “democrático” é totalmente conivente com esse crime ambiental e humanitário.
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