É inacreditável como a produção do filme “2001: Uma Odisseia no Espaço” do cineasta Stanley Kubrick se assemelha ao Programa Apollo da NASA. A produção do filme começou em 1964 e prosseguiu até seu lançamento em 1968. Enquanto isso, o programa Apollo também começou em 1964 e culminou com o suposto pouso na Lua em 20 de julho de 1969.
Os mesmos efeitos especiais e anomalias visuais podem ser vistos claramente tanto em “2001: Uma Odisseia no Espaço” quanto no pouso da Apollo 11 na Lua. Após o assassinato do presidente Kennedy em 1963, a NASA contratou Stanley Kubrick para dirigir as cenas de ficção por acreditarem que ele era o mais habilidoso no uso de efeitos especiais para cinema na década de 1960.
O que Kubrick fez foi usar a produção do filme “2001: Uma Odisséia no Espaço” como um projeto de pesquisa e desenvolvimento para desenvolver a tecnologia de cinema necessária para fazer as filmagens lunares. Essa matéria é uma continuação da anterior: A NASA construiu uma Lua falsa para filmar o falso pouso da Apollo 11 na Lua.

Parece que Kubrick negociou em troca um orçamento quase ilimitado para fazer seu filme de ficção científica, 2001: Uma Odisseia no Espaço, e um acordo que lhe permitia fazer qualquer filme que quisesse pelo resto de sua vida, sem qualquer supervisão. 2001: Uma Odisseia no Espaço foi a produção mais cara de sua época (10 a 12 milhões de dólares), e o presidente da MGM declarou publicamente que nunca viu uma versão bruta nos quatro anos que levou para ser feita.
No início de 1964, Stanley Kubrick tinha acabado de terminar sua sátira negra Dr. Fantástico e estava querendo fazer um filme de ficção científica. Enquanto dirigia Dr. Fantástico, Kubrick pediu permissão à Força Aérea dos EUA para filmar um de seus bombardeiros B-52 para o filme. O Pentágono recusou. O filme, Dr. Fantástico, era sobre um esquadrão de voo que recebera ordens de voar para a Rússia e lançar bombas nucleares naquele país.

O Pentágono leu o roteiro de Kubrick e rejeitou seu pedido para filmar o interior e o exterior de um B-52. O motivo da rejeição foi que o filme de Kubrick era claramente uma sátira às forças armadas e à política nuclear dos EUA. O Pentágono não queria ajudar Kubrick nessa empreitada satírica. Sem se deixar intimidar pela rejeição, Kubrick utilizou diversos efeitos especiais para criar o B-52 em voo. Ao assistir a Dr. Fantástico hoje, esses efeitos especiais parecem antiquados, mas em 1963 pareciam muito bons.
“Apenas os pequenos segredos precisam ser protegidos. Os grandes são mantidos em segredo pela incredulidade pública”.
Marshall McCluhan
É possível que alguém na NASA tenha visto o que Kubrick havia feito em Dr. Fantástico e, admirando sua habilidade, tenha designado Kubrick como a pessoa mais qualificada para dirigir o falso pouso da Apollo 11 na Lua. Se ele conseguiu fazer isso tão bem com um orçamento limitado, o que poderia fazer com um orçamento ilimitado? Ninguém sabe como os poderosos convenceram Kubrick a comandar os pousos da Apollo.

Talvez tenham comprometido Kubrick de alguma forma. O fato de seu irmão, Raul Kubrick, ser o líder do Partido Comunista Americano pode ter sido uma das estratégias utilizadas pelo governo para conseguir a cooperação do cineasta. Kubrick também tinha a reputação de ser um negociador notoriamente desagradável. Teria sido muito interessante as negociações entre Kubrick e a NASA.
No fim das contas, parece que Stanley Kubrick forjou os pousos na Lua em troca de duas coisas. A primeira foi um orçamento praticamente ilimitado para fazer seu filme de ficção científica definitivo: 2001: Uma Odisseia no Espaço, e a segunda foi que ele poderia fazer qualquer filme que quisesse, sem supervisão de ninguém, pelo resto da vida. Com exceção de seu último filme, De Olhos Bem Fechados, Kubrick conseguiu o que queria. Em seu último filme, Kubrick falou demais sobre a elite pedófila por isso foi assassinado.
Também é muito interessante notar que o cientista Frederick Ordway trabalhava para a NASA e para o programa Apollo e também foi o principal conselheiro científico de Kubrick no filme 2001: Uma Odisseia no Espaço. Ninguém sabe quantas coisas ele tentou, mas no final Kubrick decidiu fazer tudo com uma técnica cinematográfica chamada Projeção de Tela Frontal.
É no uso dessa técnica cinematográfica que as impressões digitais de Kubrick podem ser vistas em todo o material fotográfico e de vídeos da missão Apollo 11 da NASA. Leia toda a história de como Kubrick usou efeitos especiais de Hollywood para encenar o pouso na Lua aqui. O WikiLeaks divulgou algumas cenas do “pouso na Lua” filmadas no deserto de Nevada, confirmando que a NASA falsificou as imagens históricas da aterrissagem da Apollo 11 na Lua com a ajuda do veterano diretor de Hollywood Stanley Kubrick.
Foi durante o governo de Richard Nixon que supostamente os astronautas americanos caminharam na Lua, coletaram rochas lunares e hastearam bandeiras americanas (a última vez foi em dezembro de 1972), mas o programa Apollo foi, na verdade, um projeto de Lyndon Baines Johnson desde o início. Ele foi o principal responsável tanto pelo início quanto pelo fim da “Corrida Espacial”.
Lyndon Johnson foi o vice-presidente de John F. Kennedy e depois do assassinato de JFK em 22 de novembro de 1963, ele completou o mandato de Kennedy e depois foi eleito presidente. “A Apollo 11 não teria acontecido sem Lyndon Johnson”, concorda Michael Marks, citando John Logsdon, professor do Instituto de Política Espacial da Universidade George Washington e autor de “John F. Kennedy and the Race to the Moon”.
Foi Kennedy quem lançou publicamente a corrida espacial à Lua em 1961, mas, sem o conhecimento do público, “nas semanas anteriores ao seu assassinato, John F. Kennedy estava ficando com receio da corrida à Lua”, de acordo com Charles Fishman, autor de um artigo de 2019 intitulado “Se o presidente Kennedy não tivesse sido assassinado, teríamos pousado na Lua em 20 de julho de 1969? Parece improvável”.
David Baker escreve em seu livro louvável, The Apollo Missions: The Incredible Story of the Race to the Moon (2018):
“Geralmente considerado o responsável por iniciar a expansão do programa espacial, da qual jamais se desviaria, Kennedy, na verdade, tentou reverter sua decisão em diversas ocasiões antes de seu assassinato em 22 de novembro de 1963. Tendo nunca desejado inicialmente a meta de chegar à Lua, ele buscava uma alternativa que fosse uma resposta mais duradoura às conquistas espaciais soviéticas. … Em 18 meses [após seu discurso sobre a Lua ao Congresso, em maio de 1961], ele buscava desesperadamente maneiras de romper com essa aliança. Seu assassinato impediu isso, mas galvanizou a NASA a um compromisso ainda maior.”
Esta é uma história pouco conhecida, e interessante, considerando o enorme impacto que as caminhadas lunares americanas — e os passeios em veículos lunares — causaram no mundo, e o prestígio americano daí decorrente. Como escreveu um cético: viajar até a Lua e voltar foi “um feito de proporções míticas” que tornou “os astronautas da NASA iguais a antigos heróis sobrenaturais, semideuses imortais”, uma qualidade que ainda se reflete nos EUA como um todo. E foi para criar esse “feito de proporções míticas” que o cineasta Stanley Kubrick foi contratado pelo governos americano.

Em seu filme “O Iluminado”, Stanley Kubrick mostrou seu envolvimento na farsa Apollo 11 da NASA.
Antes de serem transmitidas pela TV, as missões Apollo à Lua eram produções de estúdio. Não é de admirar, portanto, que um dos denunciantes mais influentes tenha sido o cineasta de Hollywood Peter Hyams com seu filme Capricorn One (1978).
Embora não tenha relação com a questão da realidade ou possibilidade do pouso na Lua, e não deva ser considerado um argumento, gostaria de mencionar aqui um dos desenvolvimentos mais intrigantes da teoria da conspiração sobre a farsa da ida à Lua: a sugestão de que o diretor Stanley Kubrick colaborou com a NASA na produção dos filmes da Apollo enquanto trabalhava em 2001: Uma Odisseia no Espaço (1968), filme no qual começou a trabalhar já em 1964, logo após terminar seu filme antimilitarista Dr. Fantástico.
Corre o boato de que Kubrick foi pressionado a fazer um pacto secreto de silêncio com o governo americano em troca de financiamento e outras formas de ajuda. Que Kubrick recebeu apoio da NASA para 2001 não é segredo: o roteiro foi coescrito por Arthur C. Clarke, um entusiasta apoiador e colaborador das aventuras da NASA, e vários assistentes do filme, como Harry Lange e Frederick Ordway, haviam trabalhado para a NASA e para empresas aeroespaciais. Alguns acreditam, portanto, que 2001 fez parte de um programa da NASA tanto para fascinar o público com as viagens espaciais quanto para testar técnicas de produção.
Essa hipótese surgiu quando céticos que estudavam as fotos e os filmes da Apollo se convenceram de que eles haviam sido feitos em estúdios de cinema usando a técnica chamada projeção frontal, que havia sido aperfeiçoada por Stanley Kubrick para seu filme 2001 : Uma Odisseia no Espaço. A teoria já existia há algum tempo, quando um documentário francês chamado Dark Side of the Moon, dirigido por William Karel, foi exibido no canal Arte em 2002, numa tentativa muito inteligente, porém inútil, de desmenti-la.
Mas a teoria ganhou novo vigor quando o cineasta Jay Weidner acrescentou a hipótese de que Kubrick confessou secretamente sua participação por meio de seu filme de 1980, O Iluminado. Weidner apresenta seus argumentos em seu documentário de 2011 , A Odisseia de Kubrick: Segredos Ocultos nos Filmes de Stanley Kubrick. Parte Um: Kubrick e Apollo. Ele também oferece um breve resumo de sua teoria no documentário Room 237 (2012), a contribuição de Weidner está entre 00:44:25 e 00:51:55, e entre 1:16:00 e 1:16:45, e no vídeo Os segredos ocultos nos filmes de Stanley Kubrick.
Os segredos ocultos nos filmes de Stanley Kubrick – Vídeo 1
Os segredos ocultos nos filmes de Stanley Kubrick – Vídeo 2
Os segredos ocultos nos filmes de Stanley Kubrick – Vídeo 3
Os segredos ocultos nos filmes de Stanley Kubrick – Vídeo 4
Os segredos ocultos nos filmes de Stanley Kubrick – Vídeo 5
Depois de assistir ao vídeo “Room 237” e aos quatro vídeos de “Os segredos ocultos nos filmes de Stanley Kubrick”, você entenderá “O Iluminado” e outros filmes de Kubrick e suas camadas de significados ocultos, e sobre sua obsessão perfeccionista com cada detalhe. A teoria é não apenas fascinante, mas também altamente plausível.
O ponto de partida de Weidner é a observação de que, embora o filme O Iluminado seja supostamente baseado no romance homônimo de Stephen King, Kubrick ignorou o roteiro adaptado pelo próprio King e alterou tantos aspectos da história que pode-se dizer que se trata de uma narrativa completamente diferente — o que deixou King bastante ressentido. Kubrick parece ter usado o romance de King como fachada para uma história própria.
O interessante, portanto, é focar exclusivamente nos elementos do filme que se distanciam do romance de King e nos detalhes que parecem não ter relação direta com a narrativa principal. Weidner não está sozinho nessa abordagem: muitos admiradores de Kubrick acreditam que o filme possui significados ocultos. Alguns argumentam, de forma convincente, a meu ver, que ele contém referências enigmáticas a abuso infantil, tema também presente em De Olhos Bem Fechados.
Mas Weidner interpreta no filme um subtexto que equivale a uma confissão autobiográfica do papel de Kubrick na farsa dos pousos lunares da Apollo onze anos antes. De acordo com essa interpretação, Jack Torrance (Jack Nicholson) representa o próprio Kubrick, enquanto o Hotel Overlook (construído sobre um cemitério indígena) representa os Estados Unidos.
O gerente do hotel, Stuart Ullman (Barry Nelson), caracterizado como JFK, representa o governo americano (bem como talvez o Centro Espacial JFK), enquanto seu assistente, Bill Watson, que observa Torrance sem dizer uma palavra, representa o submundo da inteligência.

Duas cenas em particular revelam as chaves para essa narrativa enigmática. A primeira é quando Danny (representando o filho de Kubrick, ou seja, os filmes da Apollo) se levanta vestindo um suéter da Apollo 11, sobre um tapete com um desenho semelhante ao do Complexo de Lançamento de onde os foguetes Apollo foram lançados. Logo depois, Danny entra no quarto nº 237, que guarda o segredo do hotel.
O número do quarto era 217 no romance de King, mas Kubrick o mudou para 237 em referência à distância de 237.000 milhas que separa a Terra da Lua (de acordo com a estimativa comum na época). O “quarto nº 237” é, na verdade, o “quarto da lua”, porque “quarto” soa parecido com “lua” quando lido de trás para frente, e Kubrick nos ensinou a ler palavras de trás para frente na cena em que a palavra “redrum” se transforma em “assassinato” no espelho.


Quando Jack flagra Wendy lendo as páginas, ele lhe diz o quão seriamente sério é o seu contrato:
“Você já parou para pensar, mesmo que por um único instante, nas minhas responsabilidades para com meus empregadores? […] Importa para você que os donos tenham depositado total confiança em mim e que eu tenha assinado um contrato, um termo de compromisso, no qual aceitei essa responsabilidade? […] Já lhe ocorreu o que aconteceria com o meu futuro se eu não cumprisse com as minhas responsabilidades?”
Além dessas duas cenas, existem várias outras pistas que corroboram essa leitura subtextual. Por que Kubrick, por exemplo, fez com que o desenho da tapeçaria indiana na sala principal se assemelhasse a foguetes? Será que Jack mirando neles com uma bola representa Kubrick “filmando” os filmes da Apollo?

Logo após essa cena, Wendy e Danny entram no labirinto de sebes. Jack então observa uma maquete do labirinto dentro do salão, que se funde com o labirinto real em uma transição gradual, sugerindo que o labirinto não é real. Isso também é sugerido pela tomada aérea do Hotel Overlook, que mostra claramente que não há nenhum labirinto ao lado. Vindo de Kubrick, isso não pode ser um erro de continuidade.
Intrigantes impossibilidades espaciais no filme também foram descobertas por estudiosos meticulosos, como Rob Ager. Não se tratam de erros, pois Kubrick se esforçou bastante para criá-las. Portanto, devem ter uma mensagem a transmitir, possivelmente sugerindo que o que parece ser externo foi, na verdade, filmado em estúdio.
Há também duas breves alusões à televisão que se encaixam no suposto subtexto: um comentário sarcástico sobre a noção de que o que se vê na televisão é “OK” (veja a cena aqui) e uma televisão misteriosamente sem fio (impossível em 1980) exibindo o filme “Summer of 42”.

Outra possível pista deixada por Kubrick para nos indicar que ele pretendia que O Iluminado fosse lido como uma obra autobiográfica enigmática é o documentário que ele pediu à sua filha Vivian para filmar no set de filmagem (agora incluído como bônus nos DVDs). Nele, Kubrick aparece como uma imagem espelhada de Jack Torrance. Isso foi percebido até mesmo por críticos sem interesse na teoria da Apollo, como Rob Ager, que escreve:
“A decisão de Kubrick de permitir a filmagem de um documentário no set de O Iluminado foi uma quebra sem precedentes em sua política de trabalho ultrassecreta. Todas as filmagens dos bastidores foram feitas por sua filha, Vivian. Sem perceber, muitos críticos de cinema e biógrafos identificaram acidentalmente o motivo de Kubrick para lançar este documentário. Repetidamente, descreveram seu comportamento excêntrico nos bastidores como comparável ao do personagem principal do filme, Jack Torrance.
Uma das biografias que li chegou a afirmar que havia piadas recorrentes no set sobre as semelhanças na aparência e no comportamento entre o personagem de Jack Nicholson e Stanley Kubrick. Minha teoria é que Kubrick estava deliberadamente criando esses paralelos entre si e Jack, tanto no documentário quanto entre sua equipe em geral. Mas o exemplo mais proeminente desse paralelo é o tratamento degradante que Kubrick dispensa à atriz Shelley Duvall (Wendy) e ao ator Scatman Crothers (Halloran), cujos personagens na tela são vítimas da loucura de Jack Torrance.”

A compartimentação dos segredos
A compartimentação tornou possível a farsa da lua. As supostas 400.000 pessoas envolvidas no projeto trabalharam com base na “necessidade de saber” apenas na área que atuavam e não tinham motivos para suspeitar que estavam trabalhando para algo diferente do que lhes foi dito. Apenas um punhado de pessoas precisava saber o quadro completo, e nem é certo que o presidente Nixon estivesse entre elas. É errado supor que as comunidades militar, espacial e de inteligência dos EUA não conseguem manter um segredo.
A compartimentação no Programa Apollo funcionava como as camadas de uma cebola. Cada camada representa aqueles que recebem informações e ordens para desempenhar uma tarefa ou função específica. É um ambiente altamente compartimentado, já que algumas pessoas que acreditam estar por dentro de tudo, podem presumir que não existem níveis hierárquicos superiores a eles, pois também trabalham apenas com base no que precisam saber. E os maçons estão completamente envolvidos nessa rede compartimentada de segredos.
Os maçons tem uma obsessão fanática por segredos. Um motivo para a cooperação da Maçonaria com agências de inteligência é o voto maçônico de silêncio. Os agentes são selecionados de acordo com certos critérios, entre os quais a capacidade de guardar segredos é fundamental. É por isso que os maçons têm uma vantagem sob as pessoas comuns quando se trata de promoção a cargos de liderança, para proteger os segredos dos poderosos.

São segredos compartimentados a tal ponto que um nível não sabe o que está realmente acontecendo nos outros. Somente aqueles que estavam no topo da hierarquia do Projeto Apollo sabiam tudo o que estava acontecendo. O pouso na Lua em 20 de julho de 1969, que foi falsificado cinematograficamente, foi um espetáculo teatral encenado apenas por razões políticas e supostamente para ter obtido um sucesso gigantesco diante da União Soviética por que, naquela época, os russos já estavam logo à frente dos americanos na exploração espacial.
O Programa Apollo foi uma manobra puramente política do governo americano, feita ostensivamente para superar a União Soviética na chamada “corrida espacial”, para praticamente antecipar isso e, assim, ser o vencedor e mais poderoso, o que deveria servir como uma ação militar dissuasiva em relação à União Soviética, supostamente temendo os americanos.
A NASA alega que 400.000 pessoas, incluindo engenheiros, astronautas, controladores de missão, programadores, cientistas, técnicos, empreiteiros, acadêmicos e pessoal de apoio, estiveram envolvidos em todo o Programa Apollo, com uma grande parte contribuindo para o sucesso específico da missão Apolo 11 que levou humanos à Lua. Este enorme esforço abrangeu muitas organizações e exigiu grande coordenação entre a CIA, os militares da Força Aérea e a NASA.
A NASA inflou o número de pessoas envolvidas no Programa Apollo, talvez para dar maior credibilidade, mas das milhares de pessoas envolvidas no projeto, a maioria não estiveram envolvidas na fraude ou simplesmente foram informadas sobre ela, em vez disso, um total de 40 pessoas estiveram envolvidas nisso, entre elas estavam os astronautas que fingiram ir á Lua e Stanley Kubrick. Todas as pessoas que sabiam da fraude eram maçons ou assinaram contratos de confidencialidade com a NASA/CIA para toda vida.
Esse pequeno número foi responsável por nada que passou despercebido, e o empreendimento de fraude criminosa pôde ser mantido em segredo até os dias atuais, e isso também acontecerá no futuro, apesar do fato de que muitas anomalias em relação às fotografias e vídeos foram descobertas por pessoas críticas e continuarão a ser descobertas. A CIA estava envolvida desde o início na fraude do Programa Apollo e centenas de seus agentes estavam infiltrados em Hollywood e na mídia. Os assistentes que ajudaram Stanley Kubrick nas filmagens do falso pouso na Lua eram agentes da CIA.
A mentira continuará a ser sustentada e, na verdade, apesar das provas comprováveis e claras das anomalias, que comprovam a falsificação do pouso na Lua. Além disso, é preciso dizer que o fraude de pouso na Lua também está ligada a assassinato, e, na verdade, no sentido de que, apesar do dever de silêncio dos envolvidos, algumas pessoas não conseguem ficar em silêncio, o que levou e levará a “acidentes” e “doenças” arranjadas com consequências fatais, até que não esteja mais viva a última pessoa envolvida cujo silêncio não esteja estabelecido com segurança.
Os astronautas da Apollo 1, Gus Grissom, Ed White e Roger Chaffee, morreram em um incêndio repentino na cápsula de lançamento a bordo do módulo de comando e serviço CSM-012, durante o programa Apollo. A missão Apollo I de 27 de janeiro de 1967 foi um lançamento simulado em preparação para um voo lunar real. O tenente-coronel Grissom foi a terceira pessoa a voar no espaço. Gus Grissom se tornou maçom na Mitchell Lodge No. 228 em Indiana em 1949.
Ele chamou o módulo lunar de balde cheio de parafusos e sem autorização, ele deu uma entrevista coletiva improvisada, criticando duramente o programa espacial americano, na qual disse que levaria mais dez anos para voar até a Lua. A mando da NASA e USAF, a CIA sabotou o módulo para se incendiar e queimar vivos os três infelizes astronautas que ficaram presos por 5 minutos no módulo. Leia mais aqui e aqui.
Gus Grissom foi o mais popular dos astronautas, o crítico mais franco do programa espacial da NASA/CIA e seria um dos astronautas da Apollo 11. A CIA assassinou o tenente-coronel Grissom pois ele se tornou um inconveniente. Thomas Ronald Baron, inspetor de controle de qualidade e segurança da Aviação Norte-Americana, escreveu um relatório de cinquenta e cinco páginas detalhando as deficiências do programa espacial. Ele testemunhou ao Congresso que, nas circunstâncias atuais da NASA, os americanos nunca chegariam à Lua.
Após o assassinato de Grissom, Baron trabalhou para expandir seu relatório para quinhentas páginas. A CIA também matou ele e sua família quando um trem atingiu o carro deles. A CIA difamou Baron, assim como difamaram Grissom. Sem realizar nenhuma autópsia, o governo alegou que o crítico mais forte do programa havia corrido com seu carro pelos trilhos, que ele era mentalmente instável e que estava tentando cometer suicídio enquanto dirigia com sua esposa e sua enteada. Depois destruíram o relatório mais longo dele.
Essa foi uma ameaça velada da máfia maçônica da CIA/NASA para qualquer pessoa que ousasse criticar ou revelar segredos publicamente sobre o falso Programa Apollo. Poderia morrer num “acidente”. Stanley Kubrick tinha medo dessa máfia maçônica e por isso usou o filme “O Iluminado” para contar a história da farsa da Apollo 11 de forma codificada.
A mídia fake news de lavagem cerebral da CIA
Como a NASA e o governo americano conseguiram enganar a população mundial com o falso pouso na Lua da Apollo 11? Com a compartimentação de segredos, que mencionei acima, e com a ajuda da mídia fake news da CIA. Sem a ajuda da grande mídia, que ficou responsável por espalhar propaganda e manipular a percepção das massas, a grande farsa lunar teria dificuldades de ter sucesso.
Quando a Guerra Fria entre a União Soviética e Estados Unidos estava começando no final dos anos 1940, a CIA implementou um programa chamado Operação Mockingbird. O objetivo era adquirir o controle e influenciar muitos dos principais meios de comunicação nos EUA, Europa e outros países. A CIA também teve muitos repórteres e jornalistas na folha de pagamento, uma prática que muitas pessoas acreditam que continua até hoje. Foi a CIA quem financiou o surgimento das redes de mídia Fake News.
Um dos principais objetivos era usar jornalistas como espiões e divulgar propaganda. A lista de organizações de notícias passou a incluir repórteres da ABC, NBC, CBS, Time, Newsweek, Associated Press, United Press International, Reuters, Hearst Newspapers, Scripps-Howard e Copley News Service.

A mídia corporativa é inimiga da população, ela foi criada pelas elites no poder para controlar a percepção das massas ingênuas, como uma “religião”, cujos sacerdotes “donos da verdade” são os jornalistas e apresentadores de TV. A CIA foi tão eficaz em seus esforços que, na década de 1950, conseguiu se infiltrar nas empresas, na mídia e nas universidades americanas com dezenas de milhares de agentes que estavam de plantão e prontos para agir a qualquer momento.
“Quase todas as guerras iniciadas nos últimos 50 anos foram resultado de mentiras da mídia. A mídia promove a guerra, o governo controla a mídia. Enquanto não quebrarmos o domínio dos meios de comunicação social sobre a população, nunca seremos livres e pacíficos.”
Julian Assange
Depois de 1953, a rede foi supervisionada por Allen W. Dulles, diretor da Agência Central de Inteligência. A essa altura, a Operação Mockingbird teve uma grande influência sobre 25 jornais e agências de notícias.
“A Operação Monckingbird foi um programa da CIA totalmente implementado para espalhar desinformação por toda a mídia americana. O diretor da CIA, William Colby, testemunhou ao Comitê da Igreja que mais de 400 agentes da CIA estavam ativos na mídia dos EUA para controlar o que era relatado na televisão, jornais e revistas convencionais.”
Operação mockingbird da CIA e a manipulação da mídia
De acordo com Alex Constantine (Mockingbird: The Subversion Of The Free Press By The CIA), na década de 1950, “cerca de 3.000 funcionários assalariados e contratados da CIA acabaram envolvidos em esforços de propaganda”. Dessa forma a CIA restringia os jornais de relatar sobre certos eventos. Por exemplo, a CIA planeja derrubar os governos do Irã e da Guatemala e a mídia ajudou nisso.
Como a CIA usa a mídia Fake News para manipular e desinformar a sociedade.
Grande mídia, a principal responsável pela pandemia do medo
O controle da percepção e do comportamento das pessoas por meio da mídia começou há um século.
Como a mídia nos oprime, manipula e doutrina em dez passos
Julian Assange: Quase todas as guerras nos últimos 50 anos foram o resultado de mentiras da mídia.
6 corporações controlam 90% da grande mídia nos Estados Unidos. A ilusão de escolha e objetividade.
Também foi descoberto que a CIA financiou mais de um filme, incluindo o desenho animado “Animal Farm” de George Orwell. O Comitê da Igreja finalmente expôs a operação da CIA em 1975 e supostamente a Operação Mockingbird “deixou de existir”, pelo menos é o que eles querem que acreditemos. William Casey, diretor da CIA, resumiu a farsa do pouso na Lua da Apollo 11 com a seguinte frase:
“Saberemos que nosso programa de desinformação estará completo quando tudo o que o público americano acreditar for falso.”
William Casey, Diretor da CIA entre 1981-1987

O COVID-19 foi a maior bandeira falsa já feita na história, chegando a ultrapassar os supostos pousos na Lua da NASA. Nunca houve uma “pandemia” de coronavírus como a OMS, a grande mídia e os governos (sob controle da Maçonaria) nos fizeram acreditar. Nunca ouve um “vírus mortal” que escapou de um laboratório biológico na China.
Tudo foi uma operação psicológica criada pelo Pentágono, CIA e a mídia fake news para infectar a mente das pessoas com medo e fazê-las manifestar aquilo que os controladores da Cabala Illuminati (Maçonaria/Jesuítas/Vaticano) queriam. Para se criar uma pandemia global, você não precisa criar vírus letais em laboratório, só precisa usar a mídia de massa para aterrorizar a população global, e fazer as pessoas acreditarem na sua narrativa.
A pandemia de COVID-19 foi possível graças a quatro golpes:
- O vírus inexistente SARS-CoV-2.
- A previsão falsa de mortalidade apresentada por Neil Ferguson.
- O uso do teste PCR para detectar erroneamente o vírus SARS-CoV-2.
- O terrorismo pandêmico propagado pela mídia fake news
A farsa do pouso na Lua da Apollo 11 envolveu principalmente o Partido Democrata, a NASA e CIA, já a farsa pandêmica do COVID foi muito maior pois envolveu o Partido Democrata, a Grã-Bretanha, a China, a DARPA e Pentágono, a USAID, a CIA, o CDC, a OMS, a Fundação Bill & Melinda Gates, a Fundação Rockefeller, a Big Pharma, a mídia corporativa e as Big Techs.


































