Desde que me aprofundei na espiritualidade e metafísica, muitas das minhas opiniões sobre uma variedade de assuntos mudaram dramaticamente. Mas algo que não mudou desde que eu era criança são minhas opiniões sobre o sistema educacional. Geralmente pensamos nas escolas como ambientes para estimular a aprendizagem, mas ironicamente isso consegue sufocar a curiosidade inata e a ânsia de aprender que estão presentes em todos nós quando crianças.

O sistema educacional obrigatório promove conformidade sem sentido e convenientemente ignora o fato de que somos todos indivíduos únicos com diferentes talentos, inclinações e aspirações. As escolas restringem o pensamento independente e submetem todos nós a testes padronizados, e veem isso como um bom indicador para determinar o nível de inteligência de alguém. Francamente, o sistema nunca fez sentido para mim, e muitas vezes eu ficava sentado na sala de aula e me perguntava como a maior parte do que me ensinavam em sala de aula teria alguma aplicação útil na minha vida. Eu odiava a escola e não via sentido algum naquela porcaria.

Mas ao explorar as origens do atual sistema educativo, este começou finalmente a fazer todo o sentido e descobri que está a servir exatamente o propósito para o qual foi concebido. E se eu lhe dissesse que o objetivo do sistema educacional atual nunca foi fomentar o aprendizado, a curiosidade, o pensamento crítico e a criatividade nos alunos, mas, na verdade, fazer exatamente o oposto. Neste post, compartilharei uma compilação de escritos que revelam a veracidade da afirmação acima, descobrindo as origens e o propósito surpreendentes do sistema educacional.

“Você já se perguntou porque os sistemas escolares não ensinam mais nenhuma habilidade da vida real? Por que no momento em que um homem se torna autossuficiente, o sistema perde o controle.”

O sistema educacional obrigatório tem várias semelhanças com o sistema prisional. A verdade é que as escolas não ensinam nada, exceto como obedecer ordens.

Escolas públicas são campos prisionais de doutrinação em massa. 1

Bertrand Russell disse: “Qual é a diferença entre uma criança inteligente e curiosa de 5 anos e uma de 19, tediosa e estúpida? 14 anos de sistema educacional britânico.”

Joseph Stalin disse: “A educação é uma arma cujo efeito depende de quem a segura nas mãos e para quem é direcionada.”

Winston Churchill disse: “As escolas não têm necessariamente muito a ver com educação. São principalmente instituições de controle ou hábitos básicos que devem ser inculcados nas mentes jovens. A educação é bem diferente e tem pouco espaço na escola.”

Isabel Patterson disse: “Um sistema educacional obrigatório apoiado por impostos é o modelo completo do Estado totalitário.”

Vladimir Lenin disse: “Dê-me quatro anos para ensinar as crianças, e a semente que plantei jamais será arrancada.”

Lenin explicou a importância de assumir o sistema educacional do país para mudar toda a sua sociedade. Controlar a educação, que inclui controlar quais livros os alunos, e também pessoas de todas as idades, podem ler, foi um dos primeiros passos que muitos ditadores e governos fascistas tomaram para impulsionar sua ascensão ao poder.

Adolf Hitler na Alemanha, Benito Mussolini na Itália, os comunistas russos e chineses, Pol Pot no Camboja, entre outros, priorizaram o controle de quais livros eram aceitáveis e o que deveria ou não ser ensinado nas escolas. E os governos “democráticos” não são diferentes das ditaduras fascistas.

O modelo fabril de educação

O famoso autor e futurista Alwin Toffler descreveu as origens do sistema educacional atual em seu livro dos anos 1970, “Future Shock”:

“O modelo educacional americano (bem como o sistema praticado em todo o mundo) na verdade, foi copiado do modelo prussiano de Otto Von Bismark no século XVIII, projetado para criar súditos dóceis e operários de fábrica.” (Nota: A Prússia foi historicamente um estado alemão proeminente). Otto Von Bismark (1815 – 1898) foi Primeiro-Ministro do Reino da Prússia. Unificou a Alemanha e tornou-se o Primeiro Chanceler do Império Alemão.

A educação em massa era a máquina engenhosa construída pelo industrialismo para produzir o tipo de adultos de que necessitava. Como pré-adaptar as crianças para um novo mundo – um mundo de trabalho interno repetitivo, fumaça, barulho, máquinas, condições de vida lotadas, disciplina coletiva, um mundo em que o tempo deveria ser regulado não pelo ciclo do sol e da lua, mas pelo apito da fábrica e pelo relógio.

A solução foi um sistema educacional que, em sua própria estrutura, simulasse esse novo mundo. Este sistema não surgiu instantaneamente. Ainda hoje, ele retém elementos retrógrados da sociedade pré-industrial. No entanto, toda a ideia de reunir massas de estudantes (matéria-prima) para serem processadas por professores (trabalhadores) numa escola (fábrica) localizada centralmente foi um golpe de gênio.”

Escolas públicas são campos prisionais de doutrinação em massa. 2

“Toda a hierarquia administrativa da educação, à medida que crescia, seguia o modelo da burocracia industrial. A própria organização do conhecimento em disciplinas permanentes baseava-se em pressupostos industriais. As crianças marchavam de um lugar para outro e sentavam-se em estações designadas. Os sinos tocaram para anunciar mudanças de horário.

A vida interior da escola tornou-se assim um espelho antecipatório, uma introdução perfeita à sociedade industrial. As características mais criticadas da educação hoje – a arregimentação, a falta de individualização, os sistemas rígidos de assentos, agrupamento, classificação e marcação, o papel autoritário do professor – são precisamente aquelas que tornaram a educação pública de massa tão eficaz como instrumento de adaptação para seu lugar e tempo.”

“Construída no modelo de fábrica, a educação em massa ensinava leitura básica, escrita e aritmética, um pouco de história e outras disciplinas, o currículo aberto. Abaixo dele estava o currículo secreto que era muito mais básico. Consistia em três cursos, pontualidade, obediência e trabalho repetitivo, os requisitos básicos de treinamento para produzir trabalhadores fabris confiáveis e produtivos.”

“O trabalho fabril exigia trabalhadores que recebessem ordens de uma hierarquia de gestão sem questionar. E exigia homens e mulheres preparados para trabalhar arduamente em máquinas ou em escritórios, realizando trabalhos brutalmente repetitivos. “ (parafraseado de Future Shock, de Alvin Toffler)

No entanto, ao contrário da descrição de Toffler, alguns argumentam que o modelo prussiano de educação foi inicialmente criado para incutir disciplina e obediência nos cidadãos, em vez de produzir “trabalhadores de fábrica”. No entanto, a maioria concorda com o fato de que a disseminação da industrialização criou a necessidade de trabalhadores obedientes e alfabetizados. Portanto, este sistema foi posteriormente copiado para este fim pelos EUA, Reino Unido e outras partes do mundo, com grande apoio à sua adopção pelos oligarcas industriais.

O fim da escravidão coincide com o início da Era Industrial. Isto não é uma coincidência apenas, mas fruto de um processo bem planejado. Os fatores que levaram ao fim da escravidão foram meramente econômicos. Os escravos precisavam ser alimentados, abrigados, reproduzidos e disciplinados com açoite. A mão de obra paga passou a ser uma alternativa mais viável, pois era mais barata para a agricultura, já que o capital empregado na mão de obra era pelo serviço prestado, sem os demais custos que a mão de obra escrava ocasionava.

Leia mais: Emburrecimento Planejado

A mudança da mão de obra escrava para assalariada foi para viabilizar o novo modelo econômico. O processo industrial demandou mão de obra disciplinada a desempenhar funções específicas, paga por salário e que por si só se tornaria uma força de consumo dos bens produzidos. Desde Otto Von Bismarck, a Revolução Industrial precisou criar uma nova mentalidade nas pessoas para que o sistema produtivo pudesse funcionar. Sem uma nova ordem social, o modelo empregador x empregado não teria sucesso.

Com isso, todo o sistema educacional foi cuidadosamente planejado a fim de que o ambiente tornasse natural o desejo pelo aprendizado escolar e seguir seu conjunto de regras e valores. A proposta era estudar vinte anos, trabalhar quarenta anos e viver aposentado por mais vinte anos. O sistema de ensino passou a ser desenhado para viabilizar a formação de uma mão de obra qualificada que permitisse o processo industrial crescer.

Habilidades artísticas perderiam a importância e valor, mas as habilidades de produção é que seriam incentivadas. O pensamento filosófico era algo indesejável, pois o estudante aprenderia como trabalhar, focado em ter (um bom emprego, um bom carro, uma boa casa, boas roupas, etc) ao invés de ser (independente, consciente, participativo, livre). As famílias passam a incentivar seus filhos a estudar e a obterem qualificações, pois o sistema desenhado compensaria aos mais letrados os melhores salários.

A influência do oligarca Rockefeller no sistema educacional

Nos EUA, o oligarca do petróleo e fundador da Big Pharma, John Davison Rockefeller (1839-1937), investiu uma quantidade significativa no sistema educacional. Ele foi o patriarca de uma das maiores fortunas do mundo, com participação expressiva no Chase Manhattan Bank (hoje J.P. Morgan Chase). Rockefeller criou o General Education Board (Conselho Geral de Educação) ao custo final de US$ 129 milhões e forneceu financiamento importante para escolas em todo o país, além de ter sido muito influente na formação do sistema escolar.

Ele não escondeu seu interesse e motivo em se envolver ativamente na promoção da adoção generalizada do sistema educacional e uma vez declarou: “Não quero uma nação de pensadores, quero uma nação de trabalhadores.”

O Conselho Geral de Educação foi o principal continuista desta ideia que visou preparar o mundo para o domínio da elite detentora do capital produtivo. O conceito em que se baseia este princípio é muito simples. Educa-se a população a pensar de uma forma homogênea, mantendo as crianças longe dos pais durante o horário escolar, onde lá os valores e hábitos são moldados. Os laços familiares são reduzidos, a capacidade de pensar sobre a própria existência e o pensamento filosófico é reduzido, para não dizer eliminado.

O propósito da educação é mudar pensamentos, sentimentos e ações no estudante. Estadistas poderosos, como Hitler, Stalin e Mao-Tsé Tung utilizaram-se desta modelagem para poder implantar seus planos de Estado. Como ter uma população complacente que não se oponha ao regime de poder, se ela não for condicionada a pensar de forma coletiva (conformista)? O consultor de negócios de Rockefeller, Frederick T. Gates, um membro proeminente do Conselho Geral de Educação, declarou:

“No nosso sonho, temos recursos ilimitados e as pessoas entregam-se com perfeita docilidade às nossas mãos modeladoras. As atuais convenções educacionais desaparecem das suas mentes; e, desobstruídos da tradição, trabalhamos a nossa própria boa vontade sobre um povo rural agradecido e receptivo (…) “Não tentaremos transformar essas pessoas, ou qualquer um de seus filhos, em filósofos, eruditos ou cientistas. Não precisamos criar dentre eles autores, editores, poetas ou literatos. Não buscaremos grandes artistas, pintores, músicos, advogados, médicos, pregadores, políticos ou estadistas, dos quais temos um amplo estoque…

O que é certo é que nos últimos 100 anos criou-se um sistema educativo segundo os seguintes moldes:

– A verdade vem da autoridade;
– Inteligência é a habilidade de recordar e repetir;
– A memória e a repetição são premiadas;
– A não-conformidade é castigada;
– Necessidade de conformidade intelectual e social.

Uma educação centrada no hemisfério esquerdo. Como é óbvio, o resultado não pode traduzir-se numa população livre-pensante, com pensamento crítico e criatividade. E o resultado está à vista.

Existem até relatórios que Rockefeller e o oligarca da indústria siderúrgica Andrew Carnegie desempenharam um papel significativo na influência da agenda educacional americana para direcionar o que os alunos aprendiam na escola. Em 1914, a National Education Association (NEA) alarmou-se com a atividade das Fundações Carnegie e Rockefeller e afirmou na sua reunião anual:

“Vemos com alarme a atividade das Fundações Carnegie e Rockefeller, agências que não são de forma alguma responsáveis ​​perante o povo, em seus esforços para controlar as políticas de nossas instituições educacionais estaduais, para moldar segundo sua concepção e padronizar nossos cursos de estudo, e para cercar as instituições com condições que ameaçam a verdadeira liberdade acadêmica e derrotam o propósito principal da democracia, como até então preservado inviolável em nossas escolas comuns, escolas normais e universidades.”

Os oligarcas John D. Rockefeller e Andrew Carnegie não só moldaram o sistema educacional americano segundo seus interesses, mas também moldaram as faculdades de medicina dos EUA, para que parassem de ensinar a medicina holística e promovessem apenas a medicina alopática e seus medicamentos sintéticos patenteados. As faculdades de medicina holística foram fechadas, a homeopatia e remédios naturais foram demonizados e alguns médicos até foram presos. Leia mais aqui e aqui.

JOHN D. ROCKEFELLER, O FUNDADOR DA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA

Origens sombrias da Big Pharma: O Império de John D. Rockefeller 

A medicina moderna como a conhecemos não foi moldada apenas por médicos, foi projetada por John D. Rockefeller. No início do século XX, Rockefeller e seu império petrolífero ajudaram a transformar a medicina em uma indústria farmacêutica, deixando de lado os remédios naturais e a medicina alternativa em favor de medicamentos sintéticos patenteados feitos de petróleo.

O economista e publicitário alemão Max Otte disse: “Era natural que os empresários se dedicassem a algo além dos negócios, que buscassem influenciar a promulgação da administração de leis, nacionais e internacionais, e que tentassem controlar a educação”.

O filósofo Bertrand Russell, do Comitê dos 300, em seu livro de 1951, “O Impacto da Ciência na Sociedade”, escreveu:

“A educação pública deve ter como objetivo destruir o livre-arbítrio, de modo que, depois que os alunos forem educados dessa forma, sejam incapazes, durante o resto de suas vidas, de pensar ou agir de forma diferente daquela que seus professores teriam desejado. As influências do lar são obstrutivas e, para condicionar os alunos, versos musicados e repetidamente entonados são muito eficazes. Cabe a um futuro cientista tornar essas máximas precisas e descobrir exatamente quanto custa por pessoa fazer as crianças acreditarem que a neve é ​​preta. Quando a técnica for aperfeiçoada, todo governo que estiver encarregado da educação por mais de uma geração será capaz de controlar seus súditos com segurança, sem a necessidade de exércitos ou policiais.”

Em 1953, o Comitê Reece, liderado pelo congressista republicano B. Carroll Reece, investigou grandes fundações filantrópicas como a Fundação Rockefeller, a Fundação Carnegie e a Fundação Ford. Norman Dodd atuou como diretor de pesquisa do comitê e René A. Wormser como advogado-chefe do Comitê. A investigação, alimentada por receios de influências “antiamericanas”, alegou que essas fundações promoviam o socialismo por meio do sistema escolar e minavam os valores americanos através do seu poder de concessão de bolsas.

O comitê concluiu que as fundações isentas de impostos eram fraudes fiscais que permitiam que uma “Mão Oculta” usasse grandes somas de dinheiro para financiar pesquisas, grupos sociais, movimentos etc. que eram subversivos à sociedade. Eles descobriram que a Fundação Rockefeller era a principal culpada pelas rápidas mudanças nas políticas da National Education Association (NEA) e pelo ensino do socialismo nas escolas e universidades americanas.

Norman Dodd argumentou que as grandes fundações, particularmente a Rockefeller, a Carnegie e a Ford, usavam seu poder para moldar a educação e a opinião pública de modo a promover uma agenda “coletivista” ou socialista. O advogado-chefe do Comitê, René A. Wormser, disse:

Um complexo muito poderoso de fundações e organizações aliadas se desenvolveu ao longo dos anos para exercer um alto grau de controle sobre a educação americana. Parte desse complexo, e em última análise, responsável por ele, são os grupos Rockefeller e Carnegie. Durante uma reunião pessoal, o presidente Rowan Gaither, da Fundação Ford, disse ao diretor de pesquisa do Comitê Reece, Norman Dodd, a seguinte citação:

“Todos nós, aqui no nível de formulação de políticas da fundação, servimos, em algum momento na OSS (agência de inteligência precursora da CIA) ou da Administração Econômica Europeia, operando sob diretrizes da Casa Branca. Operamos sob essas mesmas diretrizes. A essência da nossa atuação é que usaremos nosso poder de concessão de doações para alterar a vida nos Estados Unidos de tal forma que possamos nos fundir confortavelmente com a União Soviética.” Quando a reunião passou de civilizada para ameaçadora, Gaither alertou Dodd: “Se você prosseguir com a investigação como delineou, será morto.”

Pink Floyd – Outro tijolo na parede

“Nós não precisamos de nenhuma educação”/ “Nós não precisamos de nenhum tipo de lavagem cerebral”/ “(Não precisamos de) Nenhum sarcasmo na sala de aula”/ “Os professores deixam as crianças sozinhas”/ “Ei! Professores! Deixem as crianças em paz!/ “No final das contas, é apenas mais um tijolo na parede”/ “No final das contas, você é apenas mais um tijolo na parede”.

No clip “Another Brick in the Wall – Part II” vários estudantes marchando ao ritmo da música, que parecem clones vazios sem qualquer distinção um do outro, caem num moedor de carne, onde são picados e saem como salsichas. As escolas são como moedores de carne.

O trecho a seguir foi retirado de Uma Breve História da Educação, publicado na Psychology Today pelo professor pesquisador Peter Gray:

“Se quisermos entender por que as escolas tradicionais são o que são, precisamos abandonar a ideia de que são produtos da necessidade lógica ou da percepção científica. Em vez disso, são produtos da história. A escolaridade, como existe hoje, só faz sentido se a considerarmos de uma perspectiva histórica.

A ideia e a prática da educação pública universal e obrigatória desenvolveram-se gradualmente na Europa, do início do século XVI ao século XIX. Era uma ideia que tinha muitos apoiadores, cada um com suas próprias agendas em relação às lições que as crianças deveriam aprender.

“Os empregadores na indústria viam a escolaridade como uma forma de criar trabalhadores melhores. Para eles, as lições mais cruciais eram pontualidade, seguir instruções, tolerância a longas horas de trabalho tedioso e uma capacidade mínima de ler e escrever. Do ponto de vista deles (embora possam não ter expressado dessa forma), quanto mais monótonas as matérias ensinadas nas escolas, melhor.

Todos eles viam a escolarização como inculcação, a implantação de certas verdades e modos de pensar na mente das crianças. O único método conhecido de inculcação, tanto naquela época quanto hoje, é a repetição forçada e o teste de memória do que foi repetido.

A repetição e a memorização de lições são um trabalho tedioso para as crianças, cujos instintos as impelem constantemente a brincar livremente e a explorar o mundo por conta própria. Assim como as crianças não se adaptavam facilmente ao trabalho no campo e nas fábricas, também não se adaptavam facilmente à escola. Isso não foi surpresa para os adultos envolvidos. A essa altura da história, a ideia de que a obstinação das crianças tinha algum valor já estava praticamente esquecida.

Todos presumiam que, para fazer as crianças aprenderem na escola, a obstinação delas teria que ser arrancada delas à força. Punições de todos os tipos eram entendidas como intrínsecas ao processo educacional. Em algumas escolas, as crianças tinham certos períodos de brincadeira (recreio), para que pudessem desabafar, mas a brincadeira não era considerada um veículo de aprendizagem. Na sala de aula, a brincadeira era inimiga da aprendizagem.

Leia mais: As escolas deixam as crianças loucas

Uma atitude proeminente das autoridades escolares do século XVIII em relação à brincadeira se reflete nas regras de John Wesley para as escolas wesleyanas, que incluíam a seguinte declaração: “Assim como não temos dias para brincar, também não permitimos tempo para brincar em nenhum dia; pois quem brinca como criança, brincará como homem.” Nos séculos XIX e XX, a educação pública evoluiu gradualmente para o que todos reconhecemos hoje como educação convencional.

Assim como os adultos cumprem sua jornada de oito horas no local de trabalho, as crianças de hoje cumprem sua jornada de seis horas na escola, além de mais uma hora ou mais de dever de casa e, frequentemente, mais horas de aulas fora da escola. Com o tempo, a vida das crianças tornou-se cada vez mais definida e estruturada pelo currículo escolar. As crianças agora são quase universalmente identificadas por sua série (padrão) na escola, assim como os adultos são identificados por seu trabalho ou carreira.”

O modelo educacional foi perpetuado por líderes como Ellwood Cubberly, que frequentemente usava a metáfora da escola como uma fábrica: “Nossas escolas são, em certo sentido, fábricas, nas quais os produtos brutos (crianças) devem ser moldados e transformados em produtos para atender às diversas demandas da vida. As especificações de fabricação vêm das demandas da civilização do século XX, e cabe à escola construir seus alunos de acordo com as especificações estabelecidas.”

No mundo de hoje, repleto de constantes interrupções e inovações em todos os setores, o sistema educacional conseguiu, de alguma forma, permanecer o mesmo nas últimas décadas. Claro, o currículo nas escolas pode ter se expandido, mas a maneira fundamental pela qual a educação é ministrada aos alunos permanece inalterada. As semelhanças marcantes entre as escolas e o modelo fabril até hoje são estranhas.

Já não vivemos na era industrial, mas na era da Internet e da IA, onde o nosso atual sistema educativo se tornou mais irrelevante do que nunca. E é por isso que o ensino em casa e as escolas alternativas/não tradicionais têm visto uma aumento na popularidade nas últimas décadas.

Escolas são campos prisionais de doutrinação em massa do governo. 3

Escolas são campos prisionais de doutrinação em massa do governo. 4

Os jesuítas e maçons fizeram uso da ignorância e da boa fé, em vários casos, de pessoas simples. A farsa da democracia liberal é fruto da revolução francesa que foi orquestrada pelos jesuítas e maçons. Vários agitadores da Maçonaria começaram a viajar para o interior da França, incitando os camponeses e os simples contra a monarquia, enquanto esses falsos profetas começaram a administrar às massas a ladainha de “liberdade, igualdade, fraternidade”.

A revolução maçônica na França não queria elevar o espírito das massas e reconhecer as diferenças inatas das pessoas. Ela queria despersonalizá-las e torná-las uma massa padronizada perfeita para ser manipulada pelos vários maçons. A democracia liberal não fez nada além de apresentar as pessoas comuns a ilusão de serem livres, para mais tarde transformá-los em verdadeiros escravos. O sistema educacional obrigatório é fruto da revolução francesa. Apenas a fome e a pobreza são reservadas ao povo, enquanto as elites maçônicas começaram a acumular um poder que nunca tiveram antes da Idade Média.

Alguns comparam as semelhanças entre o sistema educacional e o sistema prisional. As escolas, como prisões, escritórios e fábricas, se tornaram instituições industrializadas, daí sua semelhança nas formas de regras, comportamentos e organização.

Escolas são campos de doutrinação forçada do governo

Eric Dubay

Todos os dias, em todo o mundo, milhões de mentes jovens e brilhantes passam os melhores anos de suas vidas sendo conduzidas por governos como gado, respondendo a sinos, apitos e outros condicionamentos pavlovianos/skinnerianos. Milhões de crianças estão presas a esse programa de segunda a sexta, das 9h às 17h, realizando tarefas chatas/árduas contra a vontade, porque a sociedade as considerou necessárias. Assim como no local de trabalho, apenas a obediência incondicional é recompensada, e seus únicos alívios são os intervalos para lanche e almoço, que são negados a você como cães salivando até o sinal tocar.

Enquanto isso, vocês se sentam ansiosamente em fileiras rígidas, todos de frente para o chefão e o quadro-negro, focados em objetivos fantasiosos, condicionados a ver os outros alunos como concorrentes e obstáculos. Submeter cientificamente crianças pequenas a assentos no estilo de fábrica, testes padronizados e livros didáticos do governo traz “ordem ao caos” e torna as populações administráveis. As escolas modernas criam uniformidade, ao mesmo tempo que suprimem o ceticismo e a criatividade.

Elas desenvolvem excessivamente o espírito competitivo, minando a compaixão e a curiosidade. Eles promovem panelinhas, gangues, mentalidades de pequenos grupos e pensadores “de visão reduzida”. Os procedimentos de avaliação dificultam a compreensão “global” de qualquer disciplina e forçam os alunos a se concentrarem em aspectos mais simples e passíveis de avaliação. A verdadeira educação e o domínio das disciplinas em questão não são incentivados nem sequer viáveis.

Os alunos são simplesmente obrigados a memorizar informações triviais como nomes, datas, lugares, eventos etc., apenas o tempo suficiente para regurgitar para as provas padronizadas de múltipla escolha. Então, após a avaliação, as informações triviais armazenadas em sua memória de curto prazo desaparecem, juntamente com sua compreensão superficial de cada disciplina.

Escolas e prisões: O complexo industrial da educação

Tenho certeza de que muitas crianças consideram a escola uma prisão. E muitas delas certamente, prefeririam não estar lá. Mas se, como diz Aristóteles, todas as pessoas por natureza desejam aprender, como é que pensamos que as escolas são parecidas com prisões? Escolas e prisões são lugares para manter as pessoas por um tempo, sejam as oito horas do dia escolar ou os oito anos de uma sentença. Não é de se admirar que os jovens não queiram frequentar essas escolas.

As crianças passam várias horas por dia em prédios escolares sem alma, já seus pais, passam a maior parte do dia em prédios de escritórios ou fábricas sem alma. Da comida servida às pessoas responsáveis, o sistema educacional e o sistema prisional estão em correlação direta um com o outro. Essas duas entidades corruptas são muito parecidas na forma como funcionam e executam agendas personalizadas.

Escolas e prisões compartilham a seguintes semelhanças:

  • Uma estrutura autoritária,
  • Código de vestimenta,
  • Ênfase no silêncio e na ordem,
  • Reforço negativo,
  • Andar em filas,
  • Perda de autonomia individual,
  • Liberdades limitadas,
  • Nenhuma participação na tomada de decisões,
  • Horários fixos impostos para caminhar, comer, etc.

No geral, esses dois sistemas reprimem as pessoas, levando-as à conformidade.

Escolas públicas são campos prisionais de doutrinação em massa. 6

Em todas as escolas, você encontrará estudantes radicalizados que questionam a autoridade, sendo reprimidos e se metendo em muitos problemas. Muitas vezes, esses alunos reconhecem a injustiça e a contestam, sem saber que, embora possa ser a coisa certa a defender, aos olhos dos diretores, reitores e professores, eles são apenas crianças problemáticas que prejudicam sua mentalidade egoísta de estar no comando.

O mesmo acontece dentro das prisões: se um detento ousa enfrentar a corrupção que ocorre internamente, ele se torna o prisioneiro a ser observado e sua vida se torna ainda mais miserável. Repetidamente, constatou-se que essas figuras importantes no poder são as mais malévolas. É preciso questionar o porquê, pois, claramente, se essas pessoas corruptas estão ocupando cargos de alta importância, isso significa que seus objetivos estão em sintonia com os objetivos e a agenda geral do próprio sistema.

Na escola, você deve chegar e sair no mesmo horário, todos os dias. Você recebe um cronograma a seguir e regras que não deve quebrar. Espera-se que você siga as normas estabelecidas na escola e não desafie a infraestrutura do sistema. Os professores são todo-poderosos. Eles controlam o que a sua mente está recebendo, e outros funcionários da escola também decidem o que o seu corpo está recebendo. Você está na palma da mão do sistema ao frequentar a escola.

Sempre me perguntei por que a escola é construída em torno dos interesses dos mais velhos, em vez dos das crianças, que são diretamente afetadas por ela. Os jovens literalmente não têm controle algum sobre como vivem suas vidas cotidianas, por que uma parte enorme dela (oito horas de aula) é controlada e manipulada por outros. Os alunos não têm voz ativa no que aprendem.

Acho isso o mais absurdo, porque o nosso conhecimento é o que nos empodera e, como há uma desconexão tão forte entre o que está sendo ensinado, os alunos não sentem mais que o conhecimento e a educação são importantes em suas vidas. Nenhuma criança se importa com o teorema de Pitágoras, ou com a estequiometria, ou com a história falsificada humana. Todo esse lixo ensinado é o que confunde o cérebro dos alunos e impede o pensamento livre e crítico.

A maioria dos alunos é forçada a ouvir mentiras e informações frívolas com as quais não tem qualquer ligação. O maior motivo para aprender e nos esforçarmos em nosso trabalho é o fator “por quê”, por que o que estamos aprendendo é importante para nós. Muitos currículos não respondem à pergunta mais importante, portanto, os alunos não se importam com o que estão aprendendo por que não há um motivo sequer para isso.

Em vez de ensinar habilidades para a vida toda, como lidar com despesas pessoais, cultivar sua própria comida, artes marciais, saúde e bem-estar, história individualizada, etc., estamos aprendendo informações que nunca farão diferença na vida adulta. Há uma enorme taxa de evasão e muitas outras estatísticas que não são documentadas ou sequer consideradas, que surgem desse tipo de aprendizado nas escolas.

Os jovens estão sendo preparados para a prisão por serem alienados e controlados na escola. Todos os diferentes grupos e panelinhas são muito parecidos com as gangues na prisão. As opções de comida repugnante e pouco saudável são quase idênticas, e as escolas e prisões são sempre administradas por intolerantes. A escola claramente não é o lugar ideal para se adquirir conhecimento, por que o conhecimento que se busca por conta própria é muito mais relevante e verdadeiro do que a porcaria que está sendo ensinada a todas as crianças nas escolas.

O sistema prisional escolar e o feudalismo corporativo

O sistema prisional escolar foi idealizado pelas elites maçônicas para criar uma população de trabalhadores educados e obedientes que criariam muita riqueza para essas mesmas elites. O feudalismo medieval do passado evoluiu para o feudalismo corporativo atual. E as massas educadas em escolas públicas continuam sendo escravos das elites maçônicas mas com a ilusão de que são “livres” com a mentira chamada “democracia liberal”.

As elites maçônicas financeiras e corporativas, que controlam os governos “democráticos” através de seus políticos fantoches, precisavam criar uma mão de obra educada para aumentar sua riqueza. Os camponeses escravos no feudalismo medieval geravam muito menos riquezas para as elites comparado aos trabalhadores educados do feudalismo corporativo, que continuam sendo escravos, mas acreditam que são livres. As escolas e universidade formariam trabalhadores mais adequados para a revolução industrial.

Obviamente que a educação que os filhos das pessoas comuns recebiam nas escolas públicas era bem diferente da educação que os filhos das elites recebiam em escolas particulares. As crianças doutrinadas pelo sistema prisional escolar, criado pelas elites, se tornaram profissionais especializados em diversas áreas, gerando muito mais impostos e riqueza para as elites financeiras.

As pessoas comuns não foram ensinadas de que seu governo na verdade é uma corporação privada que existe apenas para lucro financeiro, fingindo servir ao povo. São corporações se passando por governos e seus cidadãos, e todos os bens que eles acham que lhes pertencem, são propriedade da corporação. Afinal, o governo não te obriga a pagar impostos pela sua terra, casa ou carro? É mesmo sua propriedade ou o governo te deu permissão para usufruir mediante pagamento?

E seu status de “propriedade” ou “escravo” da corporação que finge ser governo está na forma que seu nome está escrito em LETRAS MAÍSCULAS em sua certidão de nascimento, carteira de identidade, carteira de motorista e qualquer documento emitido por órgãos públicos. O termo Recursos Humanos nos lembra que somos considerados um ativo a ser administrado, mais uma parte dos recursos de uma corporação.

Leia mais: Sua certidão de nascimento é um título no sistema financeiro globalista.

O FEUDALISMO ANTES E AGORA

Feudalismo Medieval

Monarcas (Reis, Rainhas, Imperadores…)

Pequena nobreza (duques, condes, barões…)

Clero (arcebispos, sacerdotes, padres….)

Ministros Reais (chanceleres, condestáveis, xerifes…)

Comerciantes (comerciantes, exploradores, Companhia das Índias Ocidentais…..)

Vassalos (agricultores arrendatários, oficiais militares)

Todos os demais (camponeses, trabalhadores, recrutas…)

Feudalismo Corporativo

Banqueiros Centrais (Reserva Federal dos EUA, Banco do Japão, BCE…)

Grandes banqueiros (JP Morgan, Goldman Sachs, Lioyd’s…)

Elite Corporativa (Fortune 500, multinacionais…)

Funcionários eleitos (presidentes, governadores, prefeitos, senadores, deputados…)

Principais burocratas (comissários, secretários, juízes…)

Principais profissionais (médicos, artistas, engenheiros, arquitetos…)

Todos os demais (trabalhadores, estudantes, soldados…)

Escolas públicas são campos prisionais de doutrinação em massa. 7

Muitas pessoas desfrutam de confortos que teriam impressionado a realeza do passado. A sofisticação do controle moderno reside precisamente em manter a submissão por meio do conforto, em vez do sofrimento. Uma gaiola de ouro ainda é uma gaiola, e um escravo confortável ainda é um escravo. E se a escravidão mais eficaz da história fizesse com que seus súditos fossem gratos por sua subjugação?

“A melhor maneira de impedir que um prisioneiro escape é garantir que ele nunca saiba que está na prisão.”

—Fiódor Dostoiévski

As sociedades secretas que manipulam os governos “democráticos” nos bastidores suprimem toda a inovação disruptiva que ameaça seu controle sobre a população “educada”. Somos mantidos no atraso propositalmente para que sejamos escravos produtivos e lucrativos para os governos e corporações. Joshua Stylman é um empreendedor e investidor americano. Ele escreveu um excelente texto sobre o escravo moderno e suas algemas invisíveis.

Leia mais: Escravo Moderno numa Prisão (Mental) Sem Grades

Escolas públicas são campos prisionais de doutrinação em massa. 8

Escolas de Elite vs. Escolas Públicas

Os internatos particulares de prestígio são as escolas mais elitistas pois cobram altas mensalidades, o que os torna inacessíveis a uma grande parcela da população. Sua exclusividade e padrões acadêmicos rigorosos alimenta ainda mais as percepções de ser elitista. Esses internatos foram fundados por pessoas muito ricas para servir à elite.

John Taylor Gatto, que ganhou o prêmio de Professor do Ano da Cidade de Nova York em 1989, 1990 e 1991, bem como o prêmio de Professor do Ano do Estado de Nova York em 1991, decidiu investigar como as elites educam seus filhos em comparação com o que os filhos das pessoas comuns aprendem nas escolas regulares.

Segundo John Taylor Gatto, autor de “Armas de Destruição em Massa” e “Subterrâneo da História da Educação Americana”, “a escola é uma forma de adoção onde você entrega seu filho aos cuidados de estranhos. Você aceita uma promessa implícita de que o Estado, e seus agentes, sabem melhor como criar seus filhos e educá-los do que você, seus avós ou suas tradições locais fariam. E que seus filhos ficariam melhor por esta adoção, de forma que quando eles voltam para casa, seus pais são uma forma de “estranhos amigáveis”. Porque são estranhos? Por que nas horas chaves do crescimento daquela criança, foram outras pessoas que cuidaram da criança.” 

Gatto estudou os currículos das escolas particulares mais prestigiadas da América. Ele encontrou 14 aulas ensinadas nessas instituições de elite que não são ensinadas ao público em geral.

  1. Os alunos formam uma teoria única sobre a natureza humana. O que motiva as pessoas. A teoria é derivada da história, filosofia, teologia, literatura e direito.
  2. Grande experiência com literacias ativas: leitura, escrita e oratória.
  3. Visão geral das principais formas institucionais: tribunais, corporações, forças armadas e educação.
  4. Exercícios repetidos de boas maneiras e polidez.
  5. Trabalho independente – os alunos conduzem 80% da carga de trabalho.
  6. Esportes físicos são uma necessidade.
  7. Os alunos formam uma “teoria do acesso” sobre como obter acesso a qualquer pessoa ou instituição.
  8. A responsabilidade é uma parte essencial do currículo. Sempre assuma a responsabilidade quando oferecido e sempre entregue mais do que é pedido.
  9. Criação de um código pessoal de padrões. Os alunos criam seus próprios padrões de produção e padrões de moralidade.
  10. Sentir à vontade com a arte, música, escultura, arquitetura, pintura, dança, design, literatura e teatro.
  11. O poder da observação e do registro precisos.
  12. A capacidade de lidar com desafios de todos os tipos.  Um aluno tímido pode falar em público rotineiramente?
  13. Um hábito de cautela ao raciocinar para tirar conclusões.
  14. O desenvolvimento constante no teste do julgamento. Faça previsões de longo prazo e monitore sua precisão.

As crianças da elite aprendem como funcionam as principais instituições: tribunais, forças armadas, corporações e educação. As crianças médias que frequentam escolas públicas recebem a propaganda do governo sobre o que essas instituições são, enquanto as que frequentam escolas de elite recebem a verdadeira história por trás de como essas entidades operam. Elas sabem que a “separação de poderes” entre o executivo, o legislativo e o judiciário é um mito moderno.

Esta elite é educada, sobretudo, a ter o pensamento filosófico. Filosofia era, e continua sendo, uma das disciplinas mais importantes, pois permitia a compreensão do papel do indivíduo na sociedade e o motivo de sua existência. As crianças da elite são ensinadas a agir civilizadamente, enquanto as crianças que frequentam escolas públicas agem como animais selvagens, e não são convidadas a pensar sobre o que torna os humanos superiores aos animais. Elas são incentivadas a trabalhar de forma independente e aprendem e crescem com isso. Elas não precisarão de um “supervisor” em seu trabalho adulto, pois já aprenderam as habilidades para se controlar.

As crianças da elite são ensinadas a desenvolver um código pessoal de padrões de produção, comportamento e moralidade. A crianças de escolas públicas podem viver como animais, pois nunca são instruídas em moralidade. Elas são apontadas para as regras afixadas na sala de aula até o canto do quadro que diz “Levante a mão para falar, etc.” e ao lado está a tabela de consequências: 1º aviso, 2º aviso, etc. Mas isso não desenvolve autocontrole interno, apenas reforça o monitoramento de uma autoridade externa. Portanto, se você não for pego, não está errado.

É por isso que tantas crianças estão completamente ferradas, pois não têm um código unificado para viver. O que a mãe e o pai dizem em casa não se aplica à realidade artificial da escola, cujas regras dizem coisas malucas como não revidar quando atacado, apenas levar uma surra, etc. As crianças têm que viver 35 a 40 horas por semana na escola, que é a maior parte de suas horas de vigília, então elas adaptam seu comportamento a isso em vez do que a mãe ou o pai lhes ensinam.

Tornar-se um autoexaminador e trabalhar em desafios pessoais para autoaperfeiçoamento. Isso é diferente do “quadro de honra” das escolas públicas, que Gatto diz ser uma “ferramenta” para dizer aos perdedores que eles são, de fato, perdedores, e para elevar os alunos mais obedientes a uma posição que lhes permita obter mais honrarias. Isso é diferente do aspecto de autoaperfeiçoamento da educação que as elites recebem: elas se autoavaliam enquanto os alunos de destaque das escolas públicas se lamentam, comparando-se aos outros.

Então, como você vê, as pessoas comuns são impedidas de terem uma educação de verdade pelos poderes constituídos. As elites garantem que seus filhos não cresçam e se tornem idiotas, mas ficam mais do que felizes em manter os filhos da plebe na escuridão espiritual e intelectual. Os filhos da elite entenderão como os filhos da plebe pensam, mas os filhos da plebe só reagirão por hábito a estímulos, como o cachorro de Pavlov. A elite transformou a compreensão da natureza humana em um esporte para explorá-la em seu próprio benefício.

A educação das massas estava no topo de sua lista de tarefas. Tendo conseguido isso ao longo de várias décadas, as elites transferiram com sucesso a maior parte do capital da classe média para seus cofres sem muita resistência. Por quê? Porque eles eliminaram preventivamente a resistência, desligando a mente do mundano. É realmente algo demoníaco de se ver.

A sociedade é como uma cebola com camadas de mentiras sobrepostas.

O poder de moldar a percepção humana é uma das especialidades das sociedades secretas das elites. Elas guiam a percepção das massas ingênuas e ignorantes, através das religiões, do sistema educacional, da mídia de massa, da propaganda e da internet, para que manifestem a realidade que os controladores desejam. Os mecanismos de controle sociocultural que vemos hoje foram construídos ao longo dos séculos.

Para entender como chegamos a esse ponto de controle da consciência, mais importante, como resistir a ele, precisamos primeiro reconhecer como nossos próprios padrões de pensamento foram colonizados por camadas de mentiras. Vamos supor que uma cebola representa a percepção da realidade de uma pessoa.

A cebola é a Matrix e suas várias camadas (que são sobrepostas ao longo dos anos) são as mentiras contadas pelos controladores da sociedade para moldar a percepção da realidade das pessoas, da infância até a velhice. A história e a sociedade humana é como uma cebola com camadas de mentiras sobrepostas.

As elites no poder criaram a religião dogmática como o primeiro sistema de controle da percepção das massas. Vários séculos depois, as elites criaram o sistema educacional e a mídia de massa para moldar a percepção pública. E por último, elas criaram a internet com o mesmo propósito.  Uma criança é programada com as crenças de seus pais, que também foram programados. Quando ela vai para a escola ou assiste TV será programada com mais mentiras criadas pelas elites maçônicas.

Qual é o propósito da educação? É para educá-lo para que você se torne uma pessoa mais pensativa, mais criativa ou mais sábia? É para te ensinar a pensar por si mesmo? Não. Para prepará-lo para o mercado de trabalho e treiná-lo para se tornar obediente ao que as elites maçônicas esperam de você. As pessoas vivem numa “zona de conforto” que é formada basicamente por camadas de mentiras que basicamente definem toda sua vida. As grande maioria das pessoas que foram doutrinadas nas escolas e universidades passam suas vidas inteiras na ignorância sem saber como esse mundo realmente funciona.

A grande maioria das pessoas vivem como zumbis, pois acreditam nas mentiras que as “autoridades” lhes dizem, sem questionar. Muitas pessoas hesitam em abraçar uma nova maneira de pensar, por que isso exige que elas abandonem as falsas crenças, ideias e conceitos a qual se apegaram fortemente. Assim elas permanecem presas na Matrix. Reconhecer essa manipulação é o primeiro passo para resistir a ela.

A frase “uma mentira contada mil vezes torna-se verdade” é frequentemente atribuída a Joseph Goebbels, o ministro da propaganda nazista. Essa afirmação reflete a ideia de que, se uma mentira é repetida o suficiente, as pessoas começam a aceitá-la como verdade. Essa teoria, conhecida como a “Grande Mentira”, sugere que a repetição pode influenciar a percepção pública e a aceitação de informações falsas.

Nossa percepção do que é a realidade foi moldada desde a infância pelos feiticeiros das sociedades secretas, como os maçons e jesuítas, para que só acreditemos naquilo que eles querem. São eles que controlam e manipulam as religiões, a mídia, o sistema educacional, a ciência, a política, a indústria do entretenimento e os governos. Tudo nessa Matrix é falso e manipulado.

Mas até entre as “elites” existem capas de mentiras. Tudo é fragmentado e compartimentado, de modo que cada pessoa que supostamente “sabe” tem apenas um pequeno vislumbre de tudo o que está acontecendo, e somente quando necessário. Mesmo os membros de sociedades secretas da elite só saberão o que aqueles bem acima deles na hierarquia desejam que saibam, e para desempenhar uma tarefa ou função específica.

Além disso, as sociedades secretas profundas disseminam mentiras e narrativas falsas entre membros de outras sociedades secretas menos profundas, que por sua vez fazem o mesmo com as mais superficiais, especialmente aquelas que precisam lidar com a população, como a Maçonaria. Esta é uma das razões pelas quais muitos maçons não são dignos de conhecer toda a agenda daqueles que estão acima deles. E quem está no topo da hierarquia que controla as elites humanas? Seres não humanos, os mesmos que vem escravizando a humanidade há milênios.

Os controladores ocultos da humanidade criaram países, culturas, religiões e línguas diferentes com o intuito de “dividir para conquistar”. A superfície é sua fazenda humana.

Doutrinação transgênero nas escolas e na mídia

Se você já parou para se perguntar como o movimento LGBTQIA+, particularmente o grupo transgênero, desabou sobre a sociedade como uma avalanche repentina de anarquia sexual, você não está sozinho. Na verdade, toda a explosão de coisas LGBTQIA+ na sociedade nos últimos anos pode ser rastreada até os bilionários que patrocinam essa agenda de corrupção da sociedade. A principal agenda por trás do movimento fabricado LGBTQIA+ é o de normalizar a pedofilia na sociedade.

As elites maçônicas são pedófilas e querem forçar suas depravações contra a população. A agenda dos direitos LGBTQIA+ tornou-se uma força poderosa e agressiva na sociedade americana e europeia. Seus defensores estão no topo da mídia, da academia, das profissões e, o mais importante, dos grandes bancos, empresas, filantropia e principalmente da indústria farmacêutica. Há uma lista muito longa de bilionários e suas fundações que planejaram e financiaram a Agenda Transgênero.

Houve relatos de escolas que incluem em seu currículo normalização da transexualidade e disforia de gênero, o apagamento de gêneros e a introdução de novos “linguagem apropriada para transgêneros“. A doutrina ensina que o gênero não é fixo e que você pode escolher seu gênero, referido como “identidade de gênero” e “fluidez de gênero”. Essa negação da verdade biológica de alguém nos prepara para intermináveis batalhas internas.

Compreensivelmente, pais decentes e preocupados não concordaram em expor seus filhos as agendas depravadas das elites maçônicas pedófilas, e algumas escolas responderam da pior maneira possível, por exemplo, proibindo os pais de irem à escola, fazendo lavagem cerebral nas crianças para confundi-las e jogá-las contra seus pais “retrógados” e afirmando aos pais “retrógados” que a escolha é da criança.

O que a grande maioria das pessoas não sabem é que o transgenerismo é muito comum entre as elites maçônicas Illuminati. Brigitte Macron e Michelle Obama são mulheres trans. Várias “mulheres” de políticos e empresários poderosos nos EUA e Europa são homens. Na verdade existem várias celebridades no cinema e música que são transexuais secretos.

A agenda satânica transgênero da Maçonaria é projetada para inverter os dois gêneros humanos, feminilizando homens e masculinizando mulheres. A Terra é um reino satânico!

Toda essa agenda transgênero das elites maçônicas pedófilas, que está sendo imposta á força contra a população através das escolas e mídia, tem diferentes objetivos:

  • Destruir a unidade familiar e a sociedade tradicional,
  • Confundir a mente das crianças para convertê-las em idiotas úteis das elites,
  • Normalizar a pedofilia e o transhumanismo,
  • Aumentar os lucros da indústria farmacêutica com a venda de bloqueadores de puberdade e cirurgias de mudança de sexo que obrigam as pessoas trans a serem dependentes de terapia hormonal pelo resto de suas vidas. Ou seja, clientes perpétuos.

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Transgenerismo é uma agenda satânica?

De onde veio todo esse absurdo e subversão da “Teoria de gênero”?

Fundações estão definindo a agenda transgênero e mirando crianças.

Escolas públicas são campos prisionais de doutrinação em massa. 9

Como funciona o sistema educacional em Taygeta 

Os Taygeteanos são humanos Lyrianos da estrela Taygeta no aglomerado estelar das Plêiades M45. Eles são uma sociedade holística avançada há mais de 850.000 anos. Os Taygeteanos são uma das milhares de raças que são membros da Federação Galáctica. Eles tiveram colônias na antiga Lemúria e após o cataclismo do dilúvio, ajudaram a fundar a primeira civilização humana no Egito, junto com outras raças estelares da Federação.

A Matrix 3D da Terra foi criada pela Federação Galáctica há 12.500 anos após o evento do dilúvio. Tudo o que está fora da Terra está em 5D. Os Taygeteanos conseguem se lembrar de algumas de suas vidas passadas, diferente dos humanos na Terra que não se lembram de suas encarnações anteriores devido ao “véu do esquecimento”, causado pela forte diferença de frequência e vibração entre os reinos superiores e a baixa vibração na 3D. Todas nossas memórias estão no astral superior e não no cérebro físico. O corpo é apenas um tradutor do sinal da alma que está no astral/éter.

Grupos de Taygeteanos estão em suas naves na órbita da Terra e se comunicam com os humanos pela internet. Em um dos vídeos que assisti, eles disseram como funciona o sistema educacional nos planetas Temmer e Erra. Em Taygeta não existe sistema financeiro, religiões, políticos vigaristas parasitas, bilionários psicopatas, sociedades secretas, classes sociais, necessidade de trabalhar para sobreviver ou pagar impostos ao governo. As pessoas tem todas as suas necessidades atendidas, de forma gratuita, pois em sua sociedade, onde a abundância é a norma, toda a produção e distribuição é automatizada.

Com isso as pessoas tem todo tempo disponível para aprender e fazer aquilo que gostam. Ficou com inveja? Os Taygeteanos não tem escolas ou universidade como visto na Terra. Seu sistema educacional é adaptado aos interesses de cada criança, desde que ela é pequena. A criança guia o sistema escolar, embora obviamente haja disciplinas que toda criança deva conhecer.

O ensino domiciliar é muito comum, mas também é combinado com a educação coletiva em uma “instituição”, mas isso depende da criança individualmente, pois não há pressa para que as crianças aprendam nada. Isso ocorre principalmente porque, aos 13 anos, todos se lembram de quem foram em suas vidas passadas. Não adianta educá-los demais se eles vão se lembrar de como tudo funciona. Alguns se lembram antes dos 13, outros raramente depois, mas todos se lembram. Então, a hora de brincar é sagrada para uma criança em Taygeta. É uma das coisas mais respeitadas.

Os Taygeteanos vivem 10 vezes mais que as pessoas na Terra. Eles podem viver até os 1000 anos com aparência jovem se quiserem. Por isso as crianças e suas brincadeiras são tão respeitadas. As disciplinas obrigatórias são aquelas básicas para a sobrevivência, especialmente quando as crianças ainda não se lembram de suas vidas passadas. E mais tarde, elas guiarão o sistema em direção ao que desejam. E embora os Taygeteanos tenham auditórios e salas de aula, a educação é principalmente prática, na qual a criança aprende o que lhe interessa, sem tanta teoria vazia.

A civilização de Taygeta apoia as crianças para que se desenvolvam como quiserem. Elas aprendem brincando e tem total liberdade para estudar ou fazer aquilo que estão interessadas, e não o que lhes é imposto pelos seus pais ou sociedade. Problemas de autoestima são sempre um problema, mas em Taygeta eles são muito menores do que na Terra, muito menores. Isso porque todas as crianças são apoiadas e respeitadas pelo que são. Elas são ensinadas a cuidar de si mesmas, a amar a si mesmas.

Tudo é ensinado a todos. Portanto, quase não existem “profissões” como na Terra. Funções/papéis como nas profissões. Todo o conhecimento da civilização Taygeteana está disponível gratuitamente para todas as pessoas. Então todos sabem o que realmente querem fazer com suas vidas. E se eles não estiverem interessados, então não precisam aprender isso. Mas eles são conscientizados das consequências de não saber se têm outros interesses.

Um Taygeteano pode não gostar de física, mas sem ela, ele não será um bom piloto, navegador ou engenheiro de naves espaciais. Em suma, o sistema educacional se adapta às necessidades do indivíduo, diferentemente do que acontece na Terra. E como são os brinquedos para as crianças em Taygeta? Com o que eles brincam? O mesmo princípio se aplica. As crianças copiarão o que vivenciam. Os costumes dos pais, do ambiente e da sociedade, é para isso que serve o jogo, entre outras coisas.

A principal diferença com a Terra é que os brinquedos não estão facilmente disponíveis. Ou seja, as crianças têm uma forte tendência a construir seus próprios brinquedos em Taygeta manualmente com diferentes materiais como papelão, madeira, materiais compósitos, como resinas, que são equivalentes ao plástico em Taygeta, mas não vêm de hidrocarbonetos. Os brinquedos são feitos à mão, mas isso não significa que sejam grosseiros. Muitos brinquedos à mão parecem réplicas de brinquedos industrializados.

Eles também são criados por crianças, projetando-os com seu computador doméstico. Todo mundo em Taygeta tem um. Eles então os produzem em uma máquina replicadora, que é comum nas casas das pessoas. O tipo de brinquedo varia de acordo com a localização e o gosto das crianças. Mas o clássico ainda é: máquinas de transporte, naves espaciais, navios marítimos e coisas assim para meninos. E bonecas, casas, peças de design ou coisas de arte para meninas.

Os brinquedos são difíceis de conseguir por que as pessoas não os produzem para os outros, pois isso é algo que vem das próprias crianças. Não há motivação para fabricar brinquedos, para quê? Esta é uma habilidade artística das crianças e parte do seu desenvolvimento é ser capaz de compreender a realidade e duplicá-la numa escala pequena. Embora isso não seja exclusivo das crianças, os adultos também gostam de fazer coisas em grande escala.

Quando um jovem Taygeteano começa a se lembrar quem foi em suas vidas passadas, antes ou aos 13 anos, ele ou ela decide se continuará de onde parou em sua vida anterior ou se iniciará uma nova função como piloto de naves, um arquiteto, um botânico, um médico ou qualquer outra coisa. A criança tem facilmente a sua disposição todo o conhecimento de sua civilização ao alcance dos dedos.

Ela pode aprender tudo sozinha, ou se preferir, participar de uma educação coletiva numa “instituição”. Os pais deixam as crianças livres para fazer o que lhes interessa, pois afinal, elas se lembram do que faziam em outras vidas. Muito diferente do que acontece na Terra.

Como a alma se fragmenta para experimentar vários corpos.

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Renato Cunha
O blog Stylo Urbano foi criado pelo estilista Renato Cunha para apresentar aos leitores o que existe de mais interessante no mundo da moda, artes, design, sustentabilidade, inovação, tecnologia, arquitetura, decoração e comportamento.

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