O planeta Terra não tem a estrutura interna que a ciência convencional diz. Seu subsolo é muito mais complexo do que as pessoas são levadas a acreditar. A Terra também não é oca, como alguns afirmam. É um objeto grande, quase esférico, com uma estrutura semelhante à do queijo Gruyère e uma distribuição de massa não uniforme.

Isso significa que a Terra possui uma extensa rede de cavernas subterrâneas interconectadas e isoladas, milhares delas. Essas cavernas são do tamanho de um país de médio a grande porte, ou até menores, e abrigam civilizações mais avançadas do que a da superfície. Sob nossos pés, e até no fundo dos oceanos, existe um mundo oculto que ignoramos completamente.

Entre eles podem estar bolsões de magma, também milhares deles e de vários tamanhos, que atingiram um certo equilíbrio com os espaços ocos, uma estabilidade que permitiu ao magma próximo atuar como um sol interno para a Terra, fornecendo calor e radiação de comprimentos de onda não destrutivos, incluindo luz, assim como o Sol faz na superfície de qualquer planeta habitável. Além dos bolsões de magma, há também vastos oceanos e reservatórios de água doce subterrâneos. Há muito mais água no subsolo do que na superfície.

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Isso levou ao desenvolvimento de um vasto ecossistema subterrâneo, especialmente nas cavernas maiores e interconectadas, mas também em cavernas isoladas, se as condições forem adequadas, onde espécies animais e vegetais podem ser exclusivas desses locais, embora nas maiores sejam frequentemente comuns. Em alguns casos, algumas espécies animais e vegetais também podem ser comuns com aquelas na superfície do planeta.

Os Taygeteanos que estão em suas grandes naves na órbita da Terra sabem disso por que possuem sistemas de sensores altamente avançados baseados em neutrinos que lhes permitem penetrar no subsolo, ver e mapear facilmente tudo o que existe dentro do planeta com uma clareza impressionante. A profundidade desses espaços ocos varia de logo abaixo da superfície a várias centenas de quilômetros, ou até mais fundo.

O problema com o planeta Terra é que ele está fragmentado em várias civilizações mais ou menos isoladas, com diferentes níveis de desenvolvimento sociocultural, ético e tecnológico. A civilização da superfície oficialmente desconhece a existência das outras, a ponto de ser mantida no escuro e sob um pesado sistema de manipulação da percepção para ser explorada com mais eficiência pelas outras, mais avançadas.

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Geralmente, algumas espécies primitivas que vivem e prosperam em cavidades subterrâneas não se misturam com as da superfície e, quando o fazem, podem causar avistamentos criptozoológicos de vários tipos. Por exemplo, o Pé Grande e outras espécies da mesma família, como a versão nevada e de alta montanha, frequentemente chamada de “Meeh” em algumas partes da Rússia, comumente conhecida como o “abominável homem das neves” ou Yeti, que não é exclusiva do Himalaia, visto que grandes grupos existem nos Montes Urais e no norte da Sibéria, entre outros lugares.

Todas essas criaturas são grandes hominídeos que habitam as profundezas rasas da Terra com uma estrutura social primitiva, às vezes vindo à superfície por inúmeras entradas subterrâneas, mas geralmente permanecendo no subsolo. Os Taygeteanos descobriram que existem duas civilizações na Terra: uma na superfície e uma subterrânea muito mais avançada, que também interage com a civilização da superfície, controlando-a no processo. A outra civilização, complexa e avançada, principalmente subterrânea, é inteiramente interestelar e demonstrou manter laços com raças estelares negativas e suas organizações, como as de Órion, mas não apenas com elas, pois existem outras raças sombrias com as quais também mantém contato.

Por exemplo, raças alienígenas como os Maitre de Orion (Greys altos) e os Malakak (brancos altos) também foi detectada colaborando com essa civilização subterrânea. Essas criaturas sempre foram difíceis, manipuladoras e hipócritas, o que as torna pouco confiáveis, embora possa haver alguns indivíduos gentis e cooperativos entre elas, mas essa é outra história.

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A população que habita a superfície do planeta Terra tem sido lentamente manipulada e coagida a acreditar que não há nada de importante no subsolo, precisamente para proteger os interesses da civilização subterrânea e impedir que a população que habita a superfície descubra quem a está manipulando e explorando. Isso é ainda mais agravado pela dificuldade que os habitantes da superfície têm em construir ou escavar o subsolo, já que até mesmo um túnel simples e médio pode levar anos para ser construído, mesmo com a tecnologia mais moderna.

Enquanto isso, a civilização subterrânea usa máquinas escavadoras movidas a energia nuclear ou de ponto zero que podem escavar quilômetros de túnel em um único dia e ainda usa o material restante para reforçar as paredes com rocha derretida solidificada, revestida com uma camada de porcelana lisa, deixando o túnel ou nova cavidade pronta para uso em questão de horas. Trens de alta velocidade Maglev percorrem esses túneis que conectam as Deep Underground Military Bases (DUMB) e cidades subterrâneas.

As instalações são totalmente autossuficientes, gerando sua própria energia, possuindo sistemas de filtragem de ar, sistemas de purificação de água e vastos suprimentos de alimentos. O Deep State dos EUA se refere as instalações subterrâneas como DUMB. “Dumb” é uma palavra em inglês que pode ser traduzida como “estúpido”, “tolo” ou “sem inteligência”. Eles escolheram esse nome para zombar das pessoas que vivem na superfície. Eles pensaram que poderiam fazer tudo isso em segredo e que as pessoas são estúpidas demais para descobrir os planos das elites.

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Eles também sabem onde podem cavar um túnel ou construir outra cavidade sem o risco de seu projeto ser inundado ou afetado por uma câmara de magma, por que eles têm avançados sistemas de imagens de penetração no solo, o que faz com que os sistemas de radar de penetração no solo da civilização da superfície pareçam obsoletos e de má qualidade.

Um dos fatores que gera muita descrença entre a população da superfície é a ignorância em que são mantidos em relação ao que é tecnologicamente possível e o que não é. As pessoas na superfície facilmente se tornam descrentes, pois não conseguem imaginar equipamentos tão avançados que podem construir uma cidade subterrânea inteira em questão de poucos meses. A civilização humana subterrânea possui tecnologias super avançadas que são proibidas para a civilização humana da superfície.

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Como é possível construir uma cidade subterrânea em poucos meses? A construtora chinesa Broad Group tem experiência nisso. Um arranha-céu de 57 andares na China chamado Mini Sky City, foi construído em 19 dias utilizando módulos pré-fabricados de aço. Outros exemplos são três edifícios de 12 andares e dois de 13 andares construídos em 18 dias, e um prédio de apartamentos de 10 andares que foi construído em apenas 28 horas, também utilizando módulos pré-fabricados de aço.

Esses projetos mostram a velocidade e a eficiência da pré-fabricação, um método de construção em que os componentes são construídos fora do local e depois montados no local, semelhante a um grande quebra-cabeça. Esse é o sistema de construção mais eficiente, barato e rápido para se construir uma cidade inteira.

Um arranha-céu construído em apenas 90 dias? O Sky City em Changsha, China, é um projeto de arranha-céu de 838 metros de altura projetado para ser construído em apenas 90 dias. Sua construção super rápida seria feita com painéis pré-fabricados de aço. O Sky City foi projetado como uma cidade vertical independente.

“Entre 1998 e 2015, o governo federal americano gastou secretamente US$ 21 trilhões em dinheiro dos contribuintes construindo uma elaborada rede de “cidades” subterrâneas onde os ricos e poderosos podem se abrigar durante um evento de quase extinção”, afirmou Catherine Austin Fitts, de 74 anos, uma ex-funcionária do governo Bush.

Fitts citou um relatório divulgado pelo economista Mark Skidmore, da Michigan State University. O economista e sua equipe disseram em seu artigo que descobriram US$ 21 trilhões em “gastos não autorizados” tanto no Departamento de Defesa quanto no Departamento de Habitação e Desenvolvimento Urbano de 1998 a 2015.

Mas a construção de uma vasta rede de túneis, bases militares e cidades subterrâneas nos EUA e restante do mundo começou no início dos anos 1950, quando o maçom Dwight David “Ike” Eisenhower foi eleito o 34º Presidente dos Estados Unidos de 1953 até 1961. Eisenhower fez acordos com os nazistas separatistas na Antártida e com os alienígenas Etorthan e Maitre de Orion. Nessa época o programa espacial secreto nazista se tornou o programa espacial secreto dos EUA. Estima-se que em 70 anos, o Pentágono/CIA gastaram quase US$ 100 trilhões para construir essa rede de cidades subterrâneas.

Muitos dos habitantes subterrâneos são humanos, eles compartilham a mesma espécie e cultura geral que aqueles na superfície. Muitos deles, com os recursos e oportunidades necessários, visitam a superfície voluntariamente, o que é muito fácil para eles, pois geralmente possuem extensas redes de contatos e ocupam posições de poder, fazendo parte do que na Terra é conhecido como a elite e os super-ricos. Abaixo estão alguns vídeos feitos por IA com a temática de civilização subterrânea avançada dentro de cavernas.

Segundo a Taygeteana Mari Swaruu, existem 10 vezes mais cidades no subsolo do que na superfície, que permanece apenas como a “fazenda humana” que eles exploram para seu sustento e que é habitada por pessoas altamente manipuladas que devem seguir suas regras e regulamentos exploratórios para sobreviver. Quase todas as grandes cidades na superfície têm inúmeros pontos de acesso ao mundo subterrâneo, mas a maioria está disfarçada de túneis comuns e antigos sistemas de metrô desativados.

Mundo subterrâneo futurista: paisagens geradas por IA inspiradas em Syd Mead | MidJourney e Hailuo AI

Uma civilização subterrânea avançada dentro de cavernas com fotoluminescência, este vídeo criado por IA é uma viagem inspirada no trabalho do visionário Syd Mead de uma utopia subterrânea futurista.

Cidades Subterrâneas 2200: O Futuro da Vida Urbana Abaixo da Superfície

Entre na cidade subterrânea do futuro — uma visão cinematográfica ultra-realista de uma cidade subterrânea, onde a tecnologia e a natureza se fundem em harmonia.

A civilização subterrânea dos Vril-ya

Em seu livro “Vril: O Poder da Raça Futura” de 1871, o autor britânico Edward Bulwer Lytton fala sobre uma raça avançada de “super homens” vivendo no subsolo de um vasto mundo subterrâneo na Terra. Esses seres eram chamados Vril-ya e eram sobreviventes de uma grande catástrofe, como o dilúvio. Eles eram seres muito avançados tecnologicamente e em seu mundo subterrâneo utilizavam uma força energética chamada Vril. Algumas das crenças dos nazistas e das sociedades secretas alemãs, de uma “raça ariana superior”, foram inspiradas por esse livro de Edward BulwerLytton.

No enredo o narrador que é um engenheiro de minas decide visitar uma antiga mina e logo encontra uma cratera profunda e inexplorada que seria uma caverna que conecta a um mundo subterrâneo onde existe uma verdadeira sociedade com uma raça de seres inteligentes que parecem com os seres humanos mas possuem estatura e poderes muito superiores, é a raça Vril-ya.

Originalmente um povo que vivia na superfície da Terra, os Vril-ya se isolaram do resto da humanidade para escapar de uma grande inundação, e se refugiaram num sistema de cavernas subterrâneas, onde encontraram um novo lar. Ali, numa história marcada por guerras e convulsões sociais, eles eventualmente evoluíram para uma sociedade igualitária praticante da eugenia, superior a todas as outras raças, através da descoberta de uma nova força da natureza, a Força Vril.

Através do contato com o narrador do romance, os Vril-ya aprendem sobre os humanos que vivem na superfície da Terra e o questionam em detalhes sobre a sociedade humana. O narrador consegue escapar do reino dos Vril-ya e no final do romance alerta seus leitores sobre o perigo que os Vril-ya representariam para a humanidade se algum dia retornassem à superfície.

Grupos de ocultista acreditavam que Bulwer-Lytton era um membro dos Rosacruzes e que a força “Vril” era uma força vital universal realmente existente. De acordo com essa visão, o romance era meramente um veículo com o qual Bulwer-Lytton queria comunicar conhecimento secreto aos seus leitores sob o pretexto do anonimato. Helena Blavatsky e outros autores ocultistas adotaram o termo “Vril” como sinônimo de forças naturais secretas que só poderiam ser usadas por magia. Na primeira obra de Blavatsky, Ísis revelada (1877), Vril foi retratada como uma força real e independente.

Em seu segundo livro, A Doutrina Secreta, em 1888, ela descreveu como os habitantes da Atlântida usaram Vril para construir estruturas colossais. Após a queda da Atlântida no dilúvio, um pequeno grupo de sacerdotes sobreviventes teria preservado esse conhecimento e o passado apenas para alguns poucos selecionados nas sociedades secretas. Por volta de 1900, os campos do ocultismo e do misticismo experimentaram uma grande ascensão que durou até a década de 1930. Como a Teosofia era difundida nessa época de renascimento dos movimentos ocultos, o conceito “Vril” também era familiar nos círculos ocultos na Alemanha.

Um total de quatro traduções do livro de Bulwer-Lytton foram publicadas na Alemanha entre 1874 e 1924, incluindo uma que o antropósofo Guenther Wachsmuth fez a pedido de Rudolf Steiner. O termo “Vril”, portanto, tornou-se conhecido por um público mais amplo na Alemanha até a década de 1920. Como resultado, teorias leigas floresceram, alegando serem capazes de preencher supostas lacunas nas ciências, sem levar em conta que Bulwer-Lytton só queria escrever um romance de entretenimento no estilo de Júlio Verne.

Os nazistas piraram tanto com ficção escrita por Bulwer-Lytton que enviaram três expedições para o Tibete atrás da lendária cidade de Shambhala, e fazer contato com os Vril-ya. Sob a influência dos ocultistas da Sociedade Thule, a Alemanha enviou expedições anuais ao Tibete de 1926 a 1943. Sua missão era, primeiramente, encontrar e, em seguida, manter contato com os antepassados ​​arianos em Shambhala e Agartha, cidades subterrâneas ocultas sob o Himalaia. Os adeptos ali eram os guardiões de poderes ocultos secretos, especialmente os Vril-ya, e as missões buscavam sua ajuda para aproveitar esses poderes e criar uma raça superior ariana.

A Sociedade Vril: OVNIs nazistas e a busca por energia antiga

A misteriosa Sociedade Vril continua sendo uma das organizações ocultas mais enigmáticas da história. Este vídeo explora a fascinante jornada do romance de ficção científica de Edward Bulwer-Lytton de 1871, “The Coming Race”, até os supostos programas nazistas secretos que desenvolvem tecnologia de discos voadores.

Descubra a história de Maria Orsic e seu círculo de médiuns que supostamente canalizaram informações técnicas de seres extraterrestres, o desenvolvimento de discos voadores antigravitacionais alimentados pela misteriosa energia Vril e a suposta fuga de membros da sociedade para a Antártida ou além em suas naves espaciais avançadas.

https://www.youtube.com/watch?v=gefnS8f6Fcs

Os Agarthianos são os habitantes lendários de Agartha

Segundo os Taygeteanos, existem outras raças avançadas como Agartha vivendo em bases subterrâneas profundas e dentro de montanhas na Terra, e as sociedades secretas da Cabala sabem disso. Há 12.500 anos atrás, quando aconteceu o dilúvio, alguns dos sobreviventes da Lemúria fugiram para a América do Norte e se refugiaram em grandes cavernas sob o Monte Shasta, localizado na Cordilheira das Cascatas, no norte da Califórnia. Eles eram Taygeteanos misturados com os Homo-Atlantis ou Raça Adâmica, que são os humanos. Eles se tornaram os Agarthianos.

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Os Agarthianos, que são ex-Lemurianos, tinham tecnologia avançada e a usaram para formar uma civilização intraterrena. Pouco a pouco, ao longo de milhares de anos, eles se espalharam por todo o planeta, mas abaixo. Onde as frequências destrutivas da Lua são fracas. Eles construíram cidades subterrâneas por todo o mundo e representam uma sociedade planetária. Sua capital principal é Shambhala, a grande, que fica abaixo do deserto de Gobi no norte da Mongólia. Outra cidade é Shambhala menor, que fica no Himalaia.

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Segundo os Taygeteanos, os Agarthianos são positivos e têm pele muito branca e cabelos brancos. Mas também há quem tenha pele mais normal e cabelos escuros. Orelhas pontudas são comuns, mas não todas. Eles também são conhecidos como Vulcanos.

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Agartha, a Civilização Oculta da Terra Interior

Há um antigo mistério de túneis conectados em todo o mundo… esses caminhos poderiam levar ao lendário reino da Terra Oca, Agartha, nas profundezas do Himalaia? Quem (ou o quê) mora em Agartha? Que tipo de conhecimento perdido eles poderiam esconder da humanidade?

Os Agarthianos são descendentes dos Taygeteanos e da Raça Adâmica (humanos) que fugiram da inundação da Lemúria para cavernas subterrâneas. Da mesma forma, os Reptilianos Kingu poderiam ter fugido da inundação da Atlântida com seus escravos da Raça Adâmica (humanos), indo para cavernas subterrânea onde teriam criado uma civilização avançada. Mas nesse último caso, tenho minhas dúvidas pois para os Reptilianos, os humanos servem apenas como escravos ou comida.

Os Kingu vivem em cavernas nas profundezas e tem corpos físicos, mas quando entram num estado meditativo, conseguem se projetar astralmente para possuir os corpos das elites humanas  que tem afinidade com sua frequência negativa, devido a rituais de magia negra. Diferente dos Lemurianos, os Kingu perderam a maior parte de sua tecnologia avançada com a destruição da Atlântida. Eu acredito que foi só a partir dos anos 1950 que a civilização humana subterrânea avançada foi criada.

Em seu vídeo Terra Subterrânea Parte 2, Mari Swaruu disse que redes de cavernas têm sido exploradas pelos humanos da Terra há milhares de anos, mas permaneceram em grande parte secretas, limitando esse tipo de conhecimento às sociedades secretas que controlam os que estão no poder. Mari disse que a civilização humana subterrânea é mais antiga que a da superfície.

Uma das principais razões pelas quais esse conhecimento é tão limitado aos habitantes da superfície é que aqueles que controlam a sociedade terrestre vivem nas profundezas do subsolo, onde desenvolveram uma civilização interestelar avançada baseada na exploração dos que estão acima e na imposição de uma falsa narrativa cosmológica e de uma realidade básica que atende às suas necessidades e facilita sua exploração. Tudo é fragmentado e compartimentado, de modo que cada pessoa que supostamente “sabe” tem apenas um pequeno vislumbre de tudo o que está acontecendo, e somente quando necessário.

Mesmo os membros das chamadas sociedades secretas profundas só saberão o que aqueles nomeados acima deles desejam que saibam, e para desempenhar uma tarefa ou função específica. Além disso, as sociedades secretas profundas também disseminam mentiras e narrativas falsas entre membros de outras sociedades secretas menos profundas, que por sua vez fazem o mesmo com as mais superficiais, especialmente aquelas que precisam lidar com a população da superfície, como a Maçonaria.

Esta é uma das razões pelas quais muitas das sociedades amplamente conhecidas, não mais tão secretas, continuam a impor religiões institucionalizadas a seus membros, visto que eles precisam interagir com a população em geral e não são dignos de conhecer e administrar o conhecimento supostamente privilegiado, o que contradiz profundamente o primeiro, estabelecido pelas sociedades secretas profundas para fins de controle populacional.

Os controladores ocultos da humanidade criaram países, culturas, religiões e línguas diferentes com o intuito de “dividir para conquistar”. A superfície é sua fazenda humana.

Todos aqueles que controlam a sociedade humana na superfície também têm fortes laços com temas esotéricos e do astral inferior, incluindo o sequestro de humanos na superfície e o sequestro de humanos Lyrianos de outros planetas pelo Programa Espacial Secreto da Cabala, que são enviados para diferentes bases militares subterrâneas na Terra. Mari Swarru disse que as forças especiais Hashmalim e Shinonim de Taygeta, que exploraram o interior de várias dessas cavernas subterrâneas para resgatar pessoas que foram sequestrados pela Cabala, não relatam ter encontrado os Reptilianos Kingu.

No entanto, encontraram outras raças como os Alfrateanos (humanos Lyrianos), Malakak e Maitre que colaboram com os humanos subterrâneos. Essa ausência de Reptilianos é difícil de explicar pois os Taygeteanos não os encontraram durante suas operações de resgate. Muito provavelmente, os Kingu habitam o plano astral inferior 4D, de onde operam por meio de corpos humanos que funcionam como um portal orgânico por onde parasitam por compatibilidade vibracional e por meios tecnológicos, como cápsulas de imersão total. Quem estaria no controle dessa civilização humana subterrânea seria os Kingu usando seus fantoches humanos.

Os Taygeteanos utilizaram seus sistemas de sensores avançados baseados em neutrinos para mapear todas as cavernas e túneis subterrâneos com grande clareza. A profundidade desses espaços ocos varia de logo abaixo da superfície a várias centenas de quilômetros, ou até mais fundo. Em seus vídeos 1 e 2 sobre a Terra Subterrânea, Mari Swaruu disse que existe uma vasta civilização humana subterrânea que é muito maior do que a da superfície. Mas como os Taygeteanos tem certeza que essa civilização humana subterrânea super avançada tem milhares de anos?

De suas naves na órbita da Terra, como eles podem distinguir se as cidades subterrâneas que estão vendo são de humanos ou dos Agarthianos e outra raça avançada não humana? Se existe uma civilização humana avançada subterrânea com milhares de anos, e que controla a civilização humana menos desenvolvida na superfície, porque eles não fornecerem tecnologias avançadas para a Cabala da superfície?  A Cabala fez acordos com raças não humanas em troca de tecnologia, como os Etorthans, Maitre e Reptilianos de Orion e com os Malakak (brancos altos), os Alfrateanos (humanos Lyrianos) e seres chamados de “Laranja” por causa de sua cor de pele.

Desde o início da década de 1950, a Cabala Illuminati, através do governo americano, tem construído secretamente inúmeros túneis, bases militares e cidades subterrânea pelos EUA e resto do mundo. Por décadas o Deep State americano gastou trilhões de dólares dos contribuintes americanos através do orçamento negro do Pentágono e CIA. Tudo isso ganhou impulso depois que o presidente Eisenhower firmou o Tratado de Greada em 1954 com os regressivos Etorthan e Maitre de Orion.

Há 71 anos a Cabala vem ampliando sua rede de túneis e cidades subterrâneas utilizando tecnologias avançadas extraterrestre que conseguiu por diferentes meios. Num post anterior falei sobre as cinco Taygeteanas que fundaram a Sociedade Vril na Alemanha em 1921 para ajudar os ocultistas alemães da Sociedade Thule, que apoiaram Hitler e os nazistas, a desenvolveram naves espaciais discoidais. A partir de 1952, o programa espacial secreto nazista se transformou no programa espacial secreto dos EUA.

A rede mundial de DUMBs e a civilização subterrânea oculta da Terra.
 
Porque o governo dos EUA construiu bases subterrâneas do tamanho de cidades?
 
A Terra está sob controle alienígena hostil há muito tempo, mas os governos escondem da população.

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Renato Cunha
O blog Stylo Urbano foi criado pelo estilista Renato Cunha para apresentar aos leitores o que existe de mais interessante no mundo da moda, artes, design, sustentabilidade, inovação, tecnologia, arquitetura, decoração e comportamento.

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