O ex-presidente da Líbia, Muammar Gaddafi, acusou Israel de matar John F. Kennedy e pediu às Nações Unidas que iniciassem uma investigação. 18 meses depois, a OTAN iniciou uma intervenção militar contra a Líbia e assassinou Gaddafi. Não é possível falar sobre o assassinato de Kennedy sem falar sobre Israel e o Mossad. Eles são o principal grupo envolvido. O primeiro-ministro israelense na época, David Ben-Gurion, disse que “sem armas nucleares, Israel não sobreviveria”.
O presidente Kennedy pediu que cientistas neutros observassem o reator nuclear de Israel. Ele continuou a pressionar por isso com o diretor da CIA, John A. McCone, e finalmente obteve acesso. Israel montou uma sala de controle falsa com painéis de controle falsos antes da chegada dos cientistas neutros. Parte do acordo era que os inspetores nunca seriam autorizados a inspecionar o reator. Após essa visita, o presidente Kennedy teria dito: “Esses filhos da puta mentem para mim constantemente sobre sua capacidade nuclear”.
Israel roubou urânio enriquecido e segredos nucleares dos Estados Unidos e vem fabricando bombas secretamente desde a década de 1950. E durante décadas os EUA fecharam os olhos. Mas como podemos esperar que o governo iraniano refreie as suas ambições nucleares se os israelenses continuam escondendo seu arsenal nuclear?
Um confronto muito difícil começa entre o presidente Kennedy e Ben Gurion, primeiro-ministro de Israel.

Os neocons sionistas dos EUA convidaram o presidente Kennedy para vir a Dallas, Texas. A visita foi patrocinada pelo Conselho de Cidadãos de Dallas, dirigido pelo judeu Julius Schepps. Ele foi diretor do United Fund, da Câmara de Comércio de Dallas, da Estação de Rádio WRR, do Conselho de Cidadãos de Dallas e do Carruth Memorial. Schepps era membro da ADL e da B’nai B’rith International local, uma organização de serviços sem fins lucrativos sionista americana escondida sob o guarda-chuva “judaico”.
Abraham Zapruder, outro judeu membro, por acaso foi o cara que filmou o assassinato de Kennedy. Ele também era um fabricante com sede no Dallas Textile Building. De acordo com estudos balísticos, foi no Textile Building que os dois primeiros tiros foram disparados e erraram. O edifício era de propriedade do judeu David Weisblat, um dos maiores financiadores da ADL, e do judeu Douglas Jaffe, um dos maiores doadores de Lyndon B. Johnson.
O comitê anfitrião que convidou o presidente Kennedy para o evento em Dallas foi presidido por Samuel Bloom. De acordo com a polícia de Dallas, Bloom pressionou mais para que a polícia transferisse Lee Harvey Oswald da Delegacia de Polícia de Dallas para a Cadeia do Condado de Dallas. Foi durante essa transferência que o judeu Jack Ruby atirou em Oswald. O sobrenome de Ruby era Jacob Rubinstein. Enquanto isso, o reator nuclear israelense entrou em estado crítico logo após a morte de JFK e recebeu a bomba atômica um ou dois anos depois.
Não existem coincidências nesta matriz sionista. Há planejamento, conspiração, conspirações e intenções. Trata-se de tudo e qualquer coisa para preservar e aumentar o poder e o controle. Quando um pequeno grupo quer controlar tudo, isso só pode ser alcançado por meios malignos. É simples assim.
O que é esse Reator Nuclear Israelense?

Em 1986, o técnico de Dimona, Mordechai Vanunu, tirou a máscara da “ambiguidade nuclear” de Israel ao entregar ao jornal britânico Sunday Times um estoque de fotografias e um relato granular de como o plutônio estava sendo transformado em ogivas sob o deserto de Negev, em Israel.
A agência nacional de inteligência de Israel, Mossad, atraiu Vanunu para Roma através de um agente conhecido como “Cindy”, raptou-o e drogou-o e enviou-o secretamente para Israel. Em 1988, Vanunu foi julgado a portas fechadas, condenado por traição e espionagem e sentenciado a 18 anos de prisão, mais de 11 dos quais em confinamento solitário.
A ameaça de Israel ao Ocidente

Desde 1996, o primeiro-ministro de Israel vem repetindo a mesma ladainha que o Irã está a semanas de desenvolver armas nucleares. Você não poderia inventar isso! Benjamin Netanyahu é como um disco quebrado. Ele acha que somos todos estúpidos. Ele vem pressionando pela guerra com o Irã há décadas. Aliás, Netanyahu e os sionistas israelenses estão por trás de vários atentados terroristas contra os EUA, sendo o maior deles o atentando de 11 de setembro de 2001. E esse país terrorista se vende como o “maior aliado” dos EUA.
Absolutely true👇🏻 pic.twitter.com/JnhQ3QJY4o
— Flopop (@florintruth) February 25, 2026
Durante 30 anos, Netanyahu vem enganando os contribuintes americanos para justificar a guerra com o Irã em prol dos interesses israelenses. O ex-presidente Bill Clinton disse que Netanyahu precisa de uma guerra com o Irã porque “assim ele pode permanecer no cargo para todo o sempre”. Enquanto isso, é Israel que tem armas nucleares e está até disposto a ameaçar os Estados Unidos.
Prova de que Israel possui armas nucleares
Jonathan Pollard, o espião israelita nascido nos EUA que roubou segredos militares dos EUA e os vendeu a Israel, explica como Israel ameaçou os Estados Unidos com armas nucleares em resposta a um embargo de armas em 1973. Direto da boca do cavalo, pessoal.
Jonathan Pollard, the US-born Jewish spy who stole US military secrets & sold them to Israel explains how Israel threatened the United States with nuclear weapons in response to an arms embargo back in 1973. pic.twitter.com/W5RIsrev9t
— Stylo Urbano (@stylourbano9) February 24, 2026
Agora que o gato saiu do saco, Israel parece estar a aumentar as ameaças de bombardear cidades ocidentais. Netanyahu diz que o Irã fará isso. Mas os Estados Unidos não eliminaram o programa nuclear do Irã no início deste ano? Leia nas entrelinhas; substitua “Israel” por “Irã” Aqui está Netanyahu falando sobre a possibilidade do Irã (substitua Israel) bombardear cidades americanas com mísseis balísticos intercontinentais:
— Stylo Urbano (@stylourbano9) February 26, 2026
“Se Israel for forçado a recuar, a possibilidade de uma guerra nuclear é extremamente alta”, disse Ben Shapiro ao seu público. Ele acrescentou que, a menos que os Estados Unidos forneçam ajuda material a Israel, o país poderá se encontrar em um cenário em que estará bombardeando seus vizinhos.
A França desempenhou um papel fundamental e direto na construção do Centro de Pesquisas Nucleares de Negev, em Dimona, fornecendo o reator nuclear, a usina de reprocessamento e a tecnologia crucial a partir de 1958. Este apoio foi estratégico, impulsionado pela aliança franco-israelense durante a crise da Argélia, permitindo a Israel desenvolver capacidade nuclear sob o pretexto de pesquisa pacífica.

A França forneceu todo o know-how nuclear necessário, com o projeto sendo ocultado, inclusive dos Estados Unidos na época. O reator de Dimona foi construído seguindo o modelo de um reator de pesquisa francês em Saclay. Embora oficialmente apresentado como uma instalação para dessalinização e pesquisa para reflorestar o deserto de Negev, peritos afirmam que o objetivo era a produção de material para armas nucleares.
O envolvimento francês foi essencial para a estratégia de dissuasão nuclear de Israel na região, desenvolvida no final da década de 1950 e início dos anos 60. Os franceses deram ao genocida regime sionista de Israel a capacidade de construir armas nucleares para ameaçar o mundo. Paris é uma das cidades europeias que seriam destruídas pelos mísseis israelenses.

A Opção Sansão
A maioria das pessoas nunca ouviu falar disso, mas a “Opção Sansão” de Israel não é um mito. É uma verdadeira doutrina estratégica que sugere que se o estado sionista de Israel enfrentasse destruição, isso levaria o resto do mundo junto. O nome vem do bíblico Sansão, que derrubou o templo sobre si mesmo e seus inimigos. Em termos práticos, refere-se à política de ambiguidade nuclear de Israel, nunca confirmando, nunca negando, mas mantendo um arsenal capaz de atingir não apenas seus inimigos regionais, mas também o que os estrategistas israelenses antigamente chamavam de “pilares do mundo”, as grandes capitais da Europa e dos Estados Unidos.
As mesmas nações que financiam, armaram e defenderam Israel, o mesmo Ocidente que o chama de “aliado”, também estão dentro do seu alcance de alvos nucleares, caso algum dia decida puxar a alavanca final. Ela é apresentada como dissuasão, um último recurso, uma apólice de seguro “você nos destrói, nós destruímos tudo”, mas até mesmo a existência de tal doutrina lhe diz algo profundo sobre a mentalidade por trás dela: não exista parceria, não existe valores compartilhados, mas existe lealdade condicional, é tudo construída no MEDO.

Isso soa como a estratégia de um aliado? Ou o aviso de um sequestrador? É POR ISSO que a maioria das nações ocidentais se curva às exigências de Israel? Martin Van Creveld, professor de história na Universidade Hebraica de Jerusalém, é especialista em história e estratégia militar. Ele diz que Israel possui centenas de ogivas atômicas que poderão ser disparadas contra a Europa e EUA se a sua existência estiver ameaçada. Ele disse: “A maioria das capitais europeias e americanas são alvos da nossa força aérea.” Isso é chantagem.
É de admirar que quase nenhuma nação do chamado Ocidente “democrático” se recuse a criticar Israel? É por isso que a antiga Europa “livre” se tornou quase uma réplica da antiga União Soviética como UE? É preciso perguntar: O que realmente é Israel?
O secretário da Guerra dos EUA, Pete Hegseth, sugeriu que não tem problemas com Israel ter armas nucleares, apenas com o Irã. Hegseth disse que as ambições nucleares do Irã nunca desapareceram de verdade e tiveram que ser abordadas por “aliados” como Israel. “Os islâmicos radicais não podem ter uma bomba nuclear que empunham contra o mundo.” Ele disse que o Irã estava construindo mísseis e drones poderosos para criar um escudo convencional para suas ambições de chantagem nuclear.
Então para Hegseth está ok que os judeus sionistas supremacistas racistas genocidas de Israel, que eram aliados dos nazistas, possam ter bombas nucleares para arremessá-las contra as principais cidades da Europa, EUA e Oriente Médio, segundo consta na Opção Sanção? O Irã não pode mas Israel pode fazer chantagem nuclear pois é o maior “aliado” dos EUA.
Regimes malucos como o Irã, empenhados em ilusões islâmicas proféticas, não podem ter armas nucleares. Mas o regime sionista de Israel, que afirma que o Talmud lhes prometeu todas as terras, de alguma forma pode?
O Talmud deixa bem claro que todas as terras pertencem aos judeus e que os judeus podem confiscar qualquer terra que desejarem. Schulchan Aruch, Choszen Hamiszpat 348: “Todas as propriedades de outras nações pertencem à nação judaica, que, consequentemente, tem o direito de tomá-las sem quaisquer escrúpulos.”
Segundo os arquivos JFK lançados pelo governo Trump, o presidente John F. Kennedy foi assassinado numa conspiração entre a CIA e Israel. O Mossad está envolvido nos atentados terroristas do 11 de setembro de 2001 e vários outros atentados terroristas contra os EUA. Como pode o mundo estar seguro com um país controlado por judeus sionistas supremacistas que consideram os gentios (não judeus) como animais e sub-humanos?
Secretary of War Pete Hegseth implies he has no issue with Israel having nuclear weapons, only Iran.
Hegseth says Iran’s nuclear ambitions never truly went away and had to be addressed for allies like Israel.
“Radical Islamists can’t have a nuclear bomb that they wield against… pic.twitter.com/i85hvWK3zw
— Shadow of Ezra (@ShadowofEzra) March 2, 2026
Ter um psicopata e genocida sionista nos dizendo na cara que o Irã “pode chantagear nossos políticos” depois de já termos lido os arquivos do judeu sionista Jeffrey Epstein, que era um a agente de Israel, é uma audácia diabólica…… Os sionistas não têm vergonha na cara. Eles acham que todos os gentios são animais idiotas.
NETANYAHU: “If no action was taken now, no action could be taken in the future … They could target America, they could blackmail America … You needed a resolute president like Donald J. Trump to take that action.”
pic.twitter.com/idzSC4HdOS— Chief Nerd (@TheChiefNerd) March 3, 2026
O que é o Estado de Israel
A criação de Israel em 14 de maio de 1948, após o domínio britânico e o Holocausto na Segunda Guerra Mundial, completou anos de esforços sionistas por uma nova pátria khazariana na Judeia. David Ben-Gurion proclamou a independência de Israel, que foi rapidamente reconhecida pelos Estados Unidos no mesmo dia. A subsequente Guerra Árabe-Israelense de 1948 foi desencadeada pela invasão da nação pelos estados árabes vizinhos.
Mais de 90% dos judeus em Israel são Askhenazi, descendentes dos antigos khazares, povo de origem turcomana que dominava uma vasta área no sul da Rússia e na Ucrânia, no que era conhecido como Khazaria. Durante os séculos VIII e IX, os khazares se converteram ao judaísmo talmúdico por motivos estratégicos. Mas seu comportamento totalmente ruim (roubo, sequestro, banditismo, escravidão e adoração a Baal) causava problemas aos países vizinhos.
Depois que os russos invadiram a Khazaria e expulsaram os judeus Khazares, eles migraram para a Alemanha, dando origem mais tarde aos Askhenazi que não tem uma gota sangue semita. Eles são gentios convertidos ao judaísmo como tantos outros. Alguns pesquisadores alegam que o rei e as elites dos Khazares, mesmo depois de convertidos ao judaísmo, faziam sacrifícios humanos aos deus Ball/Moloch.
Uma pesquisa genética revisada por pares da Johns Hopkins, realizada por um respeitado médico judeu, mostra que 97,5% dos judeus que vivem em Israel não têm absolutamente nenhum DNA hebraico antigo. Eles não são semitas e não têm nenhum laço de sangue antigo com a terra da Palestina. São impostores. A grande maioria dos sionistas são judeus Askhenazi e não são religiosos. Alguns os chamam de Máfia Khazariana, da qual a família bancária Rothschild são os líderes.
Os mesmos gangsters que financiaram AMBOS os lados em todas as guerras do mundo desde que chegaram a Manchester, Inglaterra, em 1798, e se estabeleceram na City de Londres em 1809. Os gangsters ficam escondidos, fingindo ser banqueiros centrais, mas subornam e chantageiam as autoridades para conseguirem o que querem.
Será que Israel usará a Opção Sansão para iniciar a Terceira Guerra Mundial? O estado de Israel foi criado pelo Império Britânico para ser destruído numa Terceira Guerra Mundial com os países muçulmanos do Oriente Médio. A população israelense seria sacrificada como gado pelas elites satânicas que controlam Israel. Os maçons satanistas se escondem por trás da fachada de líderes religiosos e políticos judeus, cristãos e muçulmanos.
Os banqueiros sionistas Rothschild, que são satanistas pedófilos, financiaram as revoluções comunistas na Rússia e China, a ascensão nazista na Alemanha e as duas guerras mundiais. Os maçons Albert Pike, Giuseppe Mazzini e Lord Palmerston elaboram os planos para três guerras mundiais, sendo que a terceira seria entre os sionistas de Israel e os muçulmanos do Oriente Médio.

A destruição do sionista Estado de Israel já tinha sido decidido muito antes de ser fundado. Os sionistas de Israel e os radicais islâmicos do Irã são criação do Império Britânico e do Vaticano. A Maçonaria Britânica está por trás de toda essa farsa satânica para levar a uma guerra nuclear global.
Para iniciar a Nova Ordem Mundial de Lúcifer, bilhões de pessoas tem que ser sacrificadas no fogo. Os banqueiros satanistas da City de Londres estão por trás de todas as guerras, atentados terroristas, tráfico de drogas, tráfico de seres humanos, crises econômicas e pandemias no mundo.

Israel é um refúgio para judeus criminosos de todos os tipos
Israel é um refúgio seguro para abusadores de crianças e fraudadores financeiros que possuem dupla cidadania israelense. Milhares de pedófilos atuam em Israel todos os anos, resultando em cerca de 100.000 vítimas anualmente. Israel é um “porto seguro para pedófilos”. Muitos judeus escapam da justiça em outros países imigrando para Israel sob a Lei do Retorno e com muita ajuda dentro da comunidade. Pedófilos judeus americanos, acusados nos EUA, fogem para Israel, e levá-los à justiça pode ser difícil.
Judeus criminosos exploraram um direito conhecido como Lei do Retorno, pelo qual qualquer judeu pode se mudar para Israel e obter automaticamente a cidadania. A Lei do Retorno proporciona uma forma relativamente eficiente e eficaz de judeus criminosos escaparem da justiça de outros países, e também fornece um santuário para aqueles que já foram condenados. Israel é a Sinagoga de Satanás.
Há 100 anos, Adolf Hitler disse que era exatamente para isso que os judeus sionistas usariam Israel. Aqui está uma citação de Hitler em Mein Kampf, na qual ele previu para que os judeus sionistas realmente queriam Israel:
“Nem lhes passa pela cabeça construir um Estado judeu na Palestina para lá viverem; tudo o que querem é uma organização central para o seu golpe internacional, dotada de direitos soberanos próprios e imune à intervenção de outros Estados: um refúgio para canalhas condenados e uma universidade para futuros criminosos.”
Texto de Mein Kampf, Capítulo 11
Interessante Hitler ter escrito isso pois ele e seu Partido Nazista foram financiados pelos bancos de Wall Street e Londres de propriedade dos Rothschild e outros banqueiros judeus sionistas.

A banqueira francesa e CEO do Grupo Edmond de Rothschild, a Baronesa Ariane de Rothschild, aparece mais de 4.000 vezes nos arquivos de Epstein. Ela tinha um relacionamento próximo com Epstein e se encontrava com ele frequentemente.
O jornal The Telegraph noticiou que Ariane está aconselhando seus clientes a não abandonarem o Grupo Edmond de Rothschild devido às suas ligações com Epstein, insistindo que ele era um “conhecido dos negócios” e que suas declarações foram tiradas de contexto.
Nos emails que Epstein enviava para seus contatos, eles dizia claramente que representava os interesses dos Rothschild.
Leia mais: O criminoso condenado Jeffrey Epstein era um ativo de inteligência do Mossad de Israel.

A banqueira Ariane de Rothschild enviou um e-mail para Epstein dizendo que sua família apoiou financeiramente Adolf Hitler e seu Partido Nazista para obter mais poder.
“Os Rothschild planejaram e apoiaram Hitler em atos de destruição em massa para obter mais poder.”
Os Rothschild financiaram ambos os lados da guerra. Alguém surpreso? Adolf Hitler NUNCA teria chegado ao poder na Alemanha sem ajuda financeira. Essa é a mesma família bancária judaica, formada por satanistas pedófilos canibais, que manda seus fantoches Zelensky, Macron e Starmer ameaçarem destruir a Rússia com armas nucleares.

A mentira dos 6 milhões de judeus mortos nos campos de concentração nazistas
Se o Holocausto fosse “a farsa do século XX”, haveria evidências…. Haveria documentos da Cruz Vermelha que declaravam explicitamente que os campos de concentração não eram usados para extermínio….. também haveria registros detalhados de quantos prisioneiros morreram, e seria significativamente menor do que o número de 6 milhões… como os documentos que mostram 271 mil mortes registradas…
A Cruz Vermelha depois de visitar Auschwitz em 1944 ao ouvir “rumores de campos de extermínio”… “Nosso delegado nos disse que não conseguiu descobrir nenhum vestígio de instalações para extermínio de prisioneiros civis.” Segundo a Cruz Vermelha, 271.304 é o número correto de judeus que morreram nos campos.

Aliás, todas ou quase todas as mortes de judeus nos campos de trabalho forçado na Alemanha foram resultado dos bombardeios feitos pelos Aliados (França, Inglaterra, EUA e Rússia) que mataram dezenas de milhares de alemães e destruíram as cidades de Colônia, Hamburgo, Berlim e Dresden. A infraestrutura foi tão gravemente afetada pelas bombas dos aliados que os campos não puderam mais receber suprimentos.
Fábricas de alimentos e galpões para estoque foram incendiadas nas cidades alemãs bombardeadas pelos Aliados, impossibilitando o envio de alimentos e suprimentos médicos para os campos. Assim os prisioneiros ficaram por sua própria sorte. Portanto, o resultado das mortes foi fome e doenças, principalmente tifo, não execuções.
A verdade é que foram os Aliados que causaram a maioria das mortes de judeus nos campos, mas a culpa caiu no perdedor da guerra, os alemães. Winston Churchill disse que “a história é escrita pelos vencedores“. Essa foto de pessoas magras e desnutridas foi tirada por um soldado soviético que chegou num dos campos.
Os soviéticos da ex-URSS é que inventaram a mentira do extermínio de judeus com câmara de gás e fornos crematórios como vingança pelos alemães terem invadido a Rússia. Os Aliados transferiram sua culpa para os alemães e essa mentira continua a ser contada até hoje nos livros de “história” e pela mídia.
Os judeus nunca teriam saído de bom grado de seus países na Europa, abandonando tudo o que tinham, para viver num deserto na Palestina. Por isso Hitler e os nazistas foram criados pelo Império Britânico, os Rothschild e o Vaticano. Milhões de judeus europeus foram forçados a migrar para a Palestina para povoar o futuro Estado de Israel.
Hitler fez um acordo com os sionistas para aterrorizar os judeus europeus e fazê-los querer migrar para a Palestina, onde supostamente estariam “salvos”. Toda uma sucessão de mentiras e atrocidades foram criadas para justificar a criação de Israel. E os sionistas estavam envolvidos nisso tudo desde o início.

Você sabia que milhares de soldados nazistas eram judeus? O livro “Os Soldados Judeus de Hitler” estuda o fenômeno dos judeus e homens de parcial ascendência judia ´Mischlinge judeus´ que combateram nas forças armadas alemãs durante a Segunda Guerra Mundial demonstrando que dezenas de milhares destes homens serviram na Wehrmacht durante o governo Hitler. Uma obra que oferece uma visão em profundidade dos judeus e Mischlinge na Wehrmacht sobretudo oficiais de alta patente aos quais Hitler concedeu após examinar seus pedidos alguma forma de clemência.
Os Soldados Judeus de Hitler
Os judeus sionistas são os maiores antissemitas que existem e eles são tão mentirosos e psicopatas que criaram em 1913 uma organização internacional judaica chamada Liga Anti-Difamação (ADL) para acusar seus detratores e inimigos de serem antissemitas.
Os judeus NÃO são uma RAÇA, eles são apenas uma união de indivíduos ligados por diretrizes rabínicas. Como os judeus não são uma raça, os gritos dirigidos às pessoas do mundo, intitulados “antissemitismo”, não têm sequer um indício de fundamentos racistas. “Raça judaica” é uma das mentiras inventadas pelos sionistas do Império Britânico. Os judeus atuais não tem ligação genética com os antigos hebreus que foram massacrados pelos romanos. O judaísmo é uma religião proselitista da mesma forma que o cristianismo e islamismo.
A ADL e dezenas de outras Organizações de lobby patrocinadas por Israel nos Estados Unidos gastam bilhões de dólares acusando coletivamente todo e qualquer cidadão americano de antissemitismo que tenha a honestidade intelectual e a consciência ética para criticar os crimes de guerra, crimes contra a humanidade, assassinatos em massa, estupros forçados, roubos de terras, limpezas étnicas e genocídio cometidos por Benjamin Netanyahu e pelo Estado sionista de Israel.
É claro que essas acusações inflamatórias e infundadas são regurgitadas e repetidas infinitamente pela grande mídia de propriedade de judeus sionista e pelos políticos subornados pelos sionistas da ADL. É certo que todos os presidentes dos EUA desde Harry Truman (com exceção de John F. Kennedy e talvez Richard Nixon) foi indevidamente influenciado pelo governo de Israel. Vários políticos americanos foram subornados pela ADL. Eles são as pro$tituta$ de Israel.
Graças às atitudes e ações arrogantes e supremacistas judaicas de Netanyahu e do seu governo bandido, o mundo inteiro vê Israel como o estado global de apartheid que sempre foi. A conduta criminosa de Netanyahu não ajudou o povo judeu nem o próprio Estado de Israel. Isso só serviu para colocar tanto o estado sionista quanto o povo judeu em maior risco. O governo israelense financiou o satanista pedófilo Jeffrey Epstein para criar uma rede pedófila nos EUA e Europa, para filmar políticos, celebridades e empresários abusando de crianças para depois chantageá-los.
— Stylo Urbano (@stylourbano9) December 25, 2025
Documentos oficiais da Cruz Vermelha sobre o número de prisioneiros em campos de concentração, bem como um relatório afirmando que NÃO havia “vestígios de instalações para exterminar prisioneiros civis” em Auschwitz, o que corrobora um relatório que a Cruz Vermelha recebeu de outras fontes. Também foi observado que os prisioneiros não eram apenas judeus.
Um documento da Cruz Vermelha de 1979 estimou o total de mortes em TODOS os campos em 271.301. Os números do governo da Alemanha Oriental de 1983 estimam o total de mortes em TODOS os campos em 282.077. Não mais de 400.000 pessoas, que consistiam em homossexuais, comunistas, ciganos, assassinos, criminosos, pedófilos, presos políticos, prisioneiros de guerra, etc. e NÃO APENAS JUDEUS, morreram em TODOS os campos alemães. 6 milhões de judeus é pura ficção e os sionistas continuam empurrando essa MENTIRA.
Os documentos originais de Auschwitz estão em posse da Rússia, que se recusou a divulgá-los em 2024, 80 anos após tê-los apreendido. Os soviéticos torturaram um comandante do campo de Auschwitz, Rudolf Franz Ferdinand Höss para extrair o mágico número de “4 milhões” para Auschwitz. A Polónia reviu oficialmente os números de Auschwitz para uma estimativa de 1,1 milhão após uma rejeição formal da Rússia em entregar os números ou documentos reais.
Os nazistas construiriam vários campos de trabalho forçado na Alemanha para explorar a mão de obra de prisioneiros, o que gerou muito lucro para as várias empresas ligadas ao regime nazista. Algumas empresas americanas tinham fábricas na Alemanha nazista. Os campos tinham padarias e clínicas médicas. Não foram construídos para extermínio como alegou a falsa propaganda dos aliados. O Partido Comunista Chinês construiu vários campos de trabalho forçado na China para explorar a mão de obra dos presos, como fizeram os nazistas.
Os sionistas usaram a mentira dos 6 milhões de judeus mortos nos campos de concentração nazistas para impulsionar a fundação de Israel. “O Primeiro Holocausto”, de Don Heddesheimer, é uma obra crítica que documenta as contínuas tentativas judaicas de divulgar propaganda do Holocausto antes, durante e depois da Primeira Guerra Mundial, frequentemente invocando o número mágico “6.000.000” e usando o termo “Holocausto”. Leia mais sobre essa farsa aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.
Pouco mais de 271 mil judeus morreram nos campos de concentração nazista, e a grande maioria deles morreu pela fome causada pelos aliados, mas os judeus sionistas assassinaram cerca de 680 mil palestinos no campo de concentração que eles criaram na Faixa de Gaza.

Especialistas em “Holocausto” como Raul Hilberg teriam que admitir em um tribunal que não existe uma única ordem de Hitler para exterminar os judeus, e que muitas das fontes que ele mencionou sobre o gaseamento foram “exageradas”.
Holocaust “experts” like Raul Hilberg would have to admit in a court of law that no single order from Hitler to exterminate the Jews exist, and that many of the sources he mentioned about the gassing were “exaggerated.”
🧵 2/23 pic.twitter.com/27hVXAjmOB
— Uncommon Sense (@Uncommonsince76) October 12, 2025
Especialistas americanos em execução iriam até Auschwitz etc. e provariam cientificamente que não existiam ou funcionavam câmaras de gás viáveis… O especialista americano em execução Fred Leucther- “Eu esperava encontrar câmaras de gás viáveis e capazes de execução…” (Continua descrevendo que os edifícios não apenas não continham evidências químicas de execução, mas também não foram construídos de nenhuma forma para execuções…)
American execution experts would go over to Auschwitz etc. and scientifically prove that no viable gas chambers existed or functioned…
American execution expert Fred Leucther- “I expected to find viable gas chambers capable of execution…” (Proceeds to describe that not only… pic.twitter.com/9A7CKD86wk
— Uncommon Sense (@Uncommonsince76) October 12, 2025
Não só não há nenhum documento alemão mostrando que Hitler sabia ou ordenou “o extermínio dos judeus”, como também não há nenhum documento britânico. Por que isso é importante? Porque os britânicos já estavam lendo mensagens alemãs diretas depois de decifrar seu código enigma… as mensagens que os alemães não tinham ideia de que outra pessoa estava lendo não mencionavam nenhum “holocausto”.
Not only is there no German document showing Hitler knew about or ordered “the extermination of the jews” There also aren’t any British documents either.
Why is that important? Because the British were already reading direct German messages after cracking their enigma code…… pic.twitter.com/pulynUsjm3
— Uncommon Sense (@Uncommonsince76) October 12, 2025
Um especialista reconhecido no Holocausto teria que admitir que não há um único relatório que mostre a existência de câmaras de gás em campos de concentração nazistas….
A recognized expert on the Holocaust would have to admit there is no single report that shows the existence of gas chambers in Nazi concentration camps….
🧵 5/22 pic.twitter.com/2rJaOU2zHM
— Uncommon Sense (@Uncommonsince76) October 12, 2025
Documentos reais referentes aos números da população judaica não mostrariam uma redução populacional de 6 milhões…
Actual documents referring to the Jewish population figures would not show a 6 million population decrease…
🧵 6/23 pic.twitter.com/cAeeN8rS9b
— Uncommon Sense (@Uncommonsince76) October 12, 2025
As histórias de sobreviventes do Holocausto seriam baseadas apenas em “testemunhos de testemunhas oculares” e muitas de suas alegações seriam insanas…. Como Irene Zisblatt Essa suposta “sobrevivente do Holocausto” escreveu um livro chamado “O Quinto Diamante”, no qual descreve um processo de como ela engole diamantes e os tira de seu cocô regularmente para garantir que os “nazistas malignos” não os peguem.
Holocaust survivors stories would be based solely on “eyewitness testimony” and many of their claims would be insane…. Like Irene Zisblatt
This supposed “Holocaust survivor” wrote a book called “The Fifth Diamond” in which she describes a process of how she swallows diamonds… pic.twitter.com/DBgfVt1OOg
— Uncommon Sense (@Uncommonsince76) October 12, 2025
Haveria muitos casos de judeus pegos mentindo sobre sua “experiência no Holocausto”

A CIA teria voado e inspecionado Auschwitz, mas nunca relatou nenhum assassinato em massa…

Auschwitz teria tido uma maternidade, uma piscina e uma orquestra para suas prisioneiras, mas isso nunca seria mencionado na visita guiada.

Todos os supostos “campos de extermínio” seriam encontrados do lado soviético, porque era uma mentira construída depois da guerra…

Haveria prisioneiros gentios, como o comunista francês Paul Rassinier, que alegou ter tido uma experiência totalmente diferente nos “campos de extermínio”.

A logística seria insana, e comparar uma porta de câmara de gás de execução hermética real com a porta de madeira em exposição em Auschwitz pareceria bobo…

Os números de mortes mudariam drasticamente quando vistos sob análise, mas o número de 6 milhões nunca mudaria…
Qual é a Verdade?
Majdanek é o nome de um campo de concentração alemão que operou de 1939 a 1944 nos arredores da cidade polonesa de Lublin. Foi o primeiro dos grandes campos alemães a ser ocupado pelas tropas aliadas – no verão de 1944. Durante uma entrevista coletiva em 25 de agosto de 1944, os soviéticos alegaram um número de mortos de cerca de dois milhões para aquele campo. Cerca de um ano depois, durante o Tribunal Militar de Nuremberg, os soviéticos alegaram um número de mortos de até 1,5 milhão.
Muitas dessas vítimas teriam sido assassinadas em sete câmaras de gás. Três anos após a guerra, este número foi reduzido para 360.000 por uma comissão polonesa. A próxima queda para 235.000 vítimas ocorreu após o colapso do bloco oriental comunista. A última redução até agora foi feita em 2005 pelo diretor do Museu Majdanek: Segundo ele, foram 78.000 vítimas, e cinco das sete câmaras de gás originalmente alegadas não foram mais mencionadas sem dar qualquer razão para esta revisão. Portanto, dos inicialmente alegados 2.000.000 de vítimas, restam hoje apenas pouco menos de 4%.
Historiadores críticos sempre insistiram que os números de mortos em Majdanek foram bastante exagerados (cerca de 42.000 vítimas podem ser documentadas) e que não houve câmaras de gás homicidas naquele campo. Por essa dissidência, eles foram caluniados e perseguidos. Se olharmos para o desenvolvimento da narrativa ortodoxa sobre outros campos nacional-socialistas, parece bastante semelhante: Desde o fim da guerra, o número de mortos alegados foi reduzido drasticamente repetidas vezes, e todos os tipos de alegações de atrocidades tiveram que ser abandonados. Então, em quem você ainda pode acreditar?

Não haveria documentação alemã relativa ao “Holocausto.” “Quanto à ideia de que os alemães exterminaram todos os judeus, mas a mantiveram em segredo ao não escrevê-la, tenho que expressar o quão tolo isso é. Quero dizer, você não esconde a morte de milhões de pessoas no coração da Europa sem anotá-la.” -Arthur Butz
There would not be German documentation relating to “the Holocaust.”
“As to the idea that the Germans exterminated all the Jews but kept it secret by not writing it down, I have to express how silly that is. I mean you don’t conceal killing millions of people in the heart of… pic.twitter.com/6SLBxU2NCW
— Uncommon Sense (@Uncommonsince76) October 12, 2025
A “câmara de gás” que você vê em exposição seria uma reconstrução construída em 1948… como agora admitido pelo governo polonês, mas eles nunca lhe diriam isso no passeio…
The “gas chamber” you see on display would be a reconstruction built in 1948… as now admitted by the Polish government, but they would never tell you that on the tour…
🧵 16/23 pic.twitter.com/A7geK0iqLi
— Uncommon Sense (@Uncommonsince76) October 12, 2025
A “narrativa do holocausto” dependeria de uma confissão torturada de Rudolf Hoess em Nuremberg… Ele “confessou” ter matado 3 milhões de judeus em Auschwitz. Agora sabemos que foi uma declaração falsa extraída por meio de tortura com base em registros militares britânicos.
The “holocaust narrative” would depend on a tortured confession from Rudolf Hoess at Nuremberg…
He “confessed” to killing 3 million Jews at Auschwitz. We now know it was a false statement extracted by torture based on British military records.
🧵 18/23 pic.twitter.com/z6W3i1moC2
— Uncommon Sense (@Uncommonsince76) October 12, 2025
O Holocausto teria que ser ilegal para ser questionado nos países ocidentais…

Churchill e Eisenhower escreveriam livros impressionantes sobre a Segunda Guerra Mundial, mas deixariam de fora o Holocausto…

O primeiro presidente dos EUA a usar o termo “Holocausto” em referência ao genocídio nazista de judeus durante a Segunda Guerra Mundial é geralmente atribuído a Jimmy Carter. Em 1º de novembro de 1978, o presidente Carter anunciou a criação da Comissão Presidencial sobre o Holocausto, que tinha a tarefa de recomendar um memorial nacional às vítimas.
Em seu discurso, ele usou explicitamente o termo “Holocausto” para descrever o assassinato sistemático de seis milhões de judeus e outros pelo regime nazista, marcando um momento significativo em seu reconhecimento oficial dentro da política e da memória dos EUA.
O Holocausto é um grande negócio para os judeus sionistas. Até 2022, a Alemanha pagou um total de aproximadamente € 82 bilhões (cerca de US$ 86 bilhões a US$ 90 bilhões) em reparações e indenizações a sobreviventes do Holocausto e ao Estado de Israel desde 1952.
Segue um detalhamento dos pagamentos de reparações alemãs a Israel e aos sobreviventes judeus:
Acordo Inicial (1952): Os Acordos de Luxemburgo de 1952 estipulavam que a Alemanha Ocidental pagaria 3 bilhões de marcos alemães (aproximadamente US$ 715 milhões na época) ao Estado de Israel e 450 milhões de marcos alemães à Claims Conference.
Montante total (1952–2022): As reparações totais alemãs, que incluem pagamentos a sobreviventes individuais em todo o mundo e ao Estado de Israel, ultrapassaram 82 bilhões de euros (aproximadamente US$ 90 bilhões) em 2022.
Pagamentos contínuos: A Alemanha continua a pagar pelos cuidados de sobreviventes idosos do Holocausto, com pagamentos superiores a US$ 1,2 bilhão em 2026.
Ajuda militar/outras ajudas: Além das reparações formais, a Alemanha também tem sido um importante fornecedor militar para Israel, com licenças de exportação de armas totalizando mais de € 320 milhões (US$ 347 milhões) somente em 2023.
Os pagamentos foram concebidos para compensar propriedades judaicas confiscadas, trabalho forçado e para auxiliar na reabilitação dos sobreviventes, observa o Ministério das Relações Exteriores da Alemanha. Você sabia que o Holocausto Judeu foi uma colaboração nazista-sionista? Os sionistas têm um longo histórico de sacrificar judeus comuns para promover seus objetivos nefastos.
Os sionistas são satanistas, são Sabatianos Frankistas, que se escondem por trás do judaísmo para praticar crimes contra a humanidade e depois se fazem de vítimas coitadinhas usando a propaganda do Holocausto nazista que eles mesmos ajudaram a criar. O extermínio de judeus europeus pelos nazistas só foi possível com a ajuda dos líderes sionistas em Londres.
O nazismo e o sionismo são os dois lados da mesma moeda e foram financiados pela família bancária judaica Rothschild.

Moeda comemorativa da aliança sionista nazista. O nazismo e o sionismo formaram uma aliança que tem suas raízes a partir da década de 1930. O sionismo naqueles dias precisava de judeus para habitar o futuro estado de Israel e o nazismo provou ser seu aliado mais precioso.
Hitler começou a perseguir os judeus e favoreceu sua expulsão da Alemanha. A Alemanha nazista chegou a assinar um tratado com o lobby sionista chamado Haavara que previa a migração forçada de judeus europeus (a grande maioria é asquenaze) para a Palestina. Essa é uma moeda comemorativa dessa aliança profana.

Os sionistas satanistas sacrificaram milhares de judeus num ritual satânico para fundar seu Estado sionista na Palestina. Se os judeus, que se acham tão inteligentes, não entenderam isso até hoje é por que são ingênuos e estúpidos e nada mais são do que gado para o abate. Os líderes sionistas são servos do Império Britânico e dos jesuítas.
“Exploramos o Holocausto e o antissemitismo para proteger Israel de críticas. É um truque que usamos.” ~ Shulamit Aloni – Ex-Ministra da Educação de Israel. Em 2000, recebeu o Prêmio Israel.
Os sionistas não são nazistas, os sionistas são piores que os nazistas. Os bancos de Londres e Nova York da família judaica sionista Rothschild financiaram Hitler e os nazistas. E os mesmos Rothschild financiaram a criação do Estado de Israel. Os jesuítas Illuminati e a Coroa Britânica criaram Hitler e os nazistas para aterrorizar os judeus da Europa e forçá-los a se mudarem para a Palestina.
Os Rothschild são agentes a serviço dos jesuítas Illuminati e Coroa Britânica. Sionismo e nazismo são os dois lados da mesma moeda. Adolf Hitler escapou para a Patagônia na Argentina em 1945, onde viveu por vários anos até sua morte. Os lideres sionistas de Israel sabiam que Hitler estava escondido na Argentina e não fizeram nada a respeito, pois sem ele, não existiria o Estado de Israel.
Os sionistas sacrificaram milhões de judeus para justificar a existência de Israel?


































Renato pesquisa sobre o vídeo do ator Paul Newman. Ele protagonizou o primeiro filme de propaganda de Israel chamado “Exodus” nos anos 60.
Nos anos 80 já velho ele criticou israel numa entrevista.
Não mataram ele, mas a esposa dele com quem foi casado até a morte desconfio que era uma espiã da CIA.
Ele era bi sexual.
Por favor fale sobre ele aqui no seu blog.
Acredito que vai te direcionar pra outros lugares.