O número real de mortos nas operações militares de Israel na Faixa de Gaza é de pelo menos 680 mil, ou dez vezes mais do que o relatado oficialmente, disse a relatora especial das Nações Unidas sobre os territórios palestinos ocupados, Francesca Albanese, em um briefing.
“65.000 é o número de palestinos mortos (em Gaza), incluindo mais de 75% dos quais são mulheres e crianças. Na verdade, começaremos a pensar em 680.000 porque esse é o número que alguns acadêmicos e cientistas afirmam ser o número real de mortos em Gaza”, disse ela, acrescentando que seria difícil “provar ou refutar esse número, especialmente se investigadores e outros permanecerem proibidos de entrar no território palestino ocupado e, particularmente, na Faixa de Gaza”
Segundo Albanese, se este número for verificado, cerca de 380 mil deles são crianças menores de cinco anos. Em novembro passado, o Tribunal Penal Internacional emitiu mandados de prisão para o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e seu ex-ministro da Defesa Yoav Gallant por crimes de guerra e crimes contra a humanidade em Gaza. Israel também enfrenta um caso de genocídio no Tribunal Internacional de Justiça pela sua guerra contra o enclave.
Fonte: ifpnews.
Lavrov: O número de mortos em Gaza pode chegar a 650.000. Isso é DEZ vezes a contagem oficial de 65 mil. (População de 2 milhões)
Israel lançou cerca de 200 mil toneladas de explosivos em Gaza desde 7 de outubro, o equivalente a quase 13 bombas de Hiroshima.
Israel has dropped about 200,000 tons of explosives on Gaza since Oct 7, equivalent to nearly 13 Hiroshima bombs. pic.twitter.com/XrtDoLUBWu
— TIMES OF GAZA (@Timesofgaza) October 8, 2025
População de Gaza antes de 8 de outubro de 2023: ~2,3 milhões
População estimada hoje: 1,5 milhão
Número de palestinos autorizados a deixar o enclave desde o início do: ~36.000
Então sim, esse número confere. E é a razão *EXATA* pela qual Israel ainda se recusa a permitir a entrada de jornalistas internacionais e organizações de ajuda em Gaza.
Gaza pop before October 8, 2023: ~2.3 million
Estimated population today: 1.5 million
Number of Palestinians permitted to leave the enclave since the start of the : ~36,000
So yes, this number checks out. And it’s the *EXACT* reason Israel still refuses to allow international… https://t.co/f6VMZH3hWt
— Mel (@Villgecrazylady) December 21, 2025
Não são os “inimigos” do Estado judeu, mas os próprios soldados israelenses, que alegam que o ataque de 7 de outubro de 2023, do Hamas, foi parte de uma conspiração de falsa bandeira concebida pelo próprio Netanyahu. O roteiro do 7 de outubro foi escrito pelo Mossad. Israel deixou o Hamas atacar, como confirmado por vários soldados israelenses, e o exército israelense atirou e matou os civis judeus que deveria proteger e deixou o Hamas levar vários reféns judeus para ter a desculpa de atacar a Palestina.
O Hamas é uma oposição controlada dos sionistas e Netanyahu admitiu isso. Entre outras coisas não ditas, há o seguinte: quando israelenses presentes no festival Nova tentaram escapar, as forças israelenses abriram fogo contra eles. O inimigo dos israelenses não é o Hamas. É o próprio Israel. Os sionistas não dão a mínima para os judeus. Os sionistas são satanistas a serviço do Vaticano que usam o judaísmo e os judeus como fachada.
A dire che il 7 ottobre del 2023, l’attacco di Hamas è stato parte di un false flag concepito dalla stessa Israele, non sono i “nemici” dello stato ebraico, ma gli stessi soldati israeliani. Il copione del 7 ottobre è stato scritto nelle stanze del Mossad. pic.twitter.com/awk7UoEA1p
— @CesareSacchetti (@CesareSacchetti) October 7, 2025
Nos últimos anos, Netanyahu solicitou ao Catar o envio de US$ 30 milhões por mês para financiar o Hamas. Netanyahu insistiu em financiar o Hamas por que o grupo é controlado e administrado por Israel desde o início da década de 1980. O ataque de Israel ao Catar provavelmente se deveu ao corte de financiamento de Doha à oposição controlada por Israel. Se o Estado judeu perder sua oposição controlada, perderá qualquer pretexto para continuar o massacre em Gaza. Sem o Hamas, Israel não pode conquistar a Palestina.
Negli anni passati, Netanyahu chiese al Qatar di mandare 30 milioni di dollari al mese per finanziare Hamas. Netanyahu voleva a tutti i costi che Hamas ricevesse fondi perché questo gruppo è stato controllato e gestito da Israele sin dai primi anni’80. L’attacco di Israele al… pic.twitter.com/tYFmzX25pd
— @CesareSacchetti (@CesareSacchetti) October 3, 2025
A aliança entre nazistas e sionistas
Os líderes do Hamas e Netanyahu organizaram o infame evento de 7 de outubro de 2023, quando membros do Hamas e mercenários contratados em uniformes do Hamas invadiram Israel no ponto onde as defesas regulares da fronteira haviam sido temporariamente retiradas para permitir fácil entrada e saída com reféns. Netanyahu usa o cativeiro deles como justificativa para eliminar a população palestina e destruir Gaza em sua falsa perseguição ao Hamas. O Hamas, o ISIS e Al-Qaeda são alguns dos grupos terroristas criados pelos sionistas de Israel como “oposição controlada”.
Os sionistas de Israel exterminaram 650.000 pessoas em Gaza que tem uma população total de 2 milhões. O governo sionista de Israel transformou Gaza no maior campo de concentração a céu aberto do mundo, onde assassinaram centenas de milhares de homens, mulheres e crianças para roubar seu território. E quem ousar denunciar o genocídio dos palestinos pelo culto sionista satânico é acusado de “antissemitismo”.
Os sionistas afirmam simplesmente que o Antigo Testamento diz que “Deus” fez dos judeus seu “Povo Escolhido” e lhes deu a “Terra Prometida” de Israel. Portanto, ela lhes pertence, sem necessidade de debate e que o roubo das terras, humilhação e matança de palestinos é “justificada”. Os sionistas alegam que os judeus são um “povo” uma “raça” o que é uma mentira absurda, pois, ao longo dos séculos, pessoas de diferente regiões do mundo se converteram ao judaísmo. Não existe “povo judeu” ou “DNA judeu” ou “raça judia”. O judaísmo é uma religião inventada, da mesma forma que o cristianismo, islamismo e outras religiões.
Leia mais: ADL declara que criticar os inúmeros crimes de Israel é agora um crime capital nos Estados Unidos.
Os sionistas de Israel pensam que tem licença para cometer o genocídio dos palestinos por que na Segunda Guerra Mundial os judeus foram perseguidos e exterminados pelos nazistas, mas isso aconteceu com o consentimento do lobby sionista. A desculpa da “culpa eterna” está morta, pois foram os oligarcas Rothschild e Rockefeller que financiaram os nazistas através de seus bancos em Wall Street. Hitler foi treinado pelos jesuítas e o nazismo foi criação do Vaticano.
Quando Adolf Hitler chegou ao poder e inaugurou a era nazista na Alemanha em 1933, um dos primeiros atos de seu governo foi estabelecer um pacto sólido com a Federação Sionista da Alemanha e a Agência Judaica para a Palestina. Assim nasceu o infame Tratado de Haavara, isto é, o tratado sem o qual a construção do futuro Estado judeu teria sido praticamente impossível.
O papel de Hitler foi o de aterrorizar os judeus na Europa e forçá-los a imigrar para o deserto da Palestina, para a criação do Estado Sionista de Israel, cujas terras haviam sido compradas pelos judeus asquenazes Rothschild. Depois de cumprir seu papel, Hitler e sua esposa receberam documentos falsos do Vaticano e foram levados para a Patagônia na Argentina, onde viveram numa mansão até falecerem. Os líderes sionistas de Israel sabiam disso e não fizeram nada pois eram cúmplices dos nazistas e do Vaticano. O sionismo e nazismo são a mesma ideologia racista e genocida.
Leia mais: Arquitetos da Decepção – A conexão entre o sionismo judeu e o nazismo alemão

A mentira dos 6 milhões de judeus mortos nos campos de concentração nazistas
Foram 6 milhões de judeus mortos nos campos de concentração nazistas durante a Segunda Guerra Mundial? Segundo a Cruz Vermelha, 271.304 é o número correto. Se esse é o número correto, então os sionistas de Israel exterminaram 2,5 vezes mais palestinos no campo de concentração de Gaza do que os nazistas na Alemanha. A Cruz Vermelha não documentou NENHUMA evidência de execuções ou câmaras de gás.
Aliás, quase todas as mortes de judeus nos campos de trabalho forçado na Alemanha foram resultado dos bombardeios feitos pelos aliados (França, Inglaterra, EUA e Rússia) que mataram dezenas de milhares de alemães e destruíram áreas enormes em Colônia, Hamburgo, Berlim e Dresden. A infraestrutura foi tão gravemente afetada pelas bombas dos aliados que os campos não puderam mais ser sustentados.
Portanto, o resultado das mortes foi fome e doenças, principalmente tifo, não execuções. Foram os aliados que causaram a maioria das mortes de judeus nos campos mas a culpa caiu no perdedor da guerra, os alemães. Documentos oficiais da Cruz Vermelha sobre o número de prisioneiros em campos de concentração, bem como um relatório afirmando que NÃO havia “vestígios de instalações para exterminar prisioneiros civis” em Auschwitz, o que corrobora um relatório que a Cruz Vermelha recebeu de outras fontes. Também foi observado que os prisioneiros não eram apenas judeus.
Um documento da Cruz Vermelha de 1979 estimou o total de mortes em TODOS os campos em 271.301. Os números do governo da Alemanha Oriental de 1983 estimam o total de mortes em TODOS os campos em 282.077. Não mais de 400.000 pessoas, que consistiam em homossexuais, comunistas, ciganos, assassinos, criminosos, pedófilos, presos políticos, prisioneiros de guerra, etc. e NÃO APENAS JUDEUS, morreram em TODOS os campos alemães. 6 milhões de judeus é pura ficção e os sionistas continuam empurrando essa MENTIRA.
Os documentos originais de Auschwitz estão em posse da Rússia, que se recusou a divulgá-los em 2024, 80 anos após tê-los apreendido. Os soviéticos torturaram um comandante do campo de Auschwitz, Rudolf Franz Ferdinand Höss para extrair o mágico número de “4 milhões” para Auschwitz. A Polónia reviu oficialmente os números de Auschwitz para uma estimativa de 1,1 milhão após uma rejeição formal da Rússia em entregar os números ou documentos reais.
Os nazistas construiriam vários campos de trabalho forçado na Alemanha para explorar a mão de obra de prisioneiros, o que gerou muito lucro para as várias empresas ligadas ao regime nazista. Algumas empresas americanas tinham fábricas na Alemanha nazista. Os campos tinham padarias e clínicas médicas. Não foram construídos para extermínio como alegou a falsa propaganda dos aliados. O Partido Comunista Chinês construiu vários campos de trabalho forçado na China para explorar a mão de obra dos presos, como fizeram os nazistas.
Os sionistas usaram a mentira dos 6 milhões de judeus mortos nos campos de concentração nazistas para impulsionar a fundação de Israel. “O Primeiro Holocausto”, de Don Heddesheimer, é uma obra crítica que documenta as contínuas tentativas judaicas de divulgar propaganda do Holocausto antes, durante e depois da Primeira Guerra Mundial, frequentemente invocando o número mágico “6.000.000” e usando o termo “Holocausto”. Leia mais sobre essa farsa aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.

Osama bin Laden disse: “Eu não estive envolvido nos ataques de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos, nem tinha conhecimento deles. Existe um governo dentro do governo dos Estados Unidos. Os Estados Unidos deveriam tentar rastrear os responsáveis por esses ataques dentro de suas próprias fileiras; aqueles que querem fazer do século atual um século de conflito entre o islamismo e o cristianismo. Esse governo secreto (Deep State) deve ser questionado sobre quem executou os ataques… O sistema americano é completamente controlado pelos judeus sionistas, cuja prioridade absoluta é Israel, não os Estados Unidos.”
Pode parecer paradoxal, mas as únicas palavras de verdade imediatamente após o 11 de setembro foram proferidas por Osama bin Laden, que até hoje é reconhecido como inocente dos eventos de 11 de setembro pelo próprio FBI devido à absoluta falta de provas. As provas estavam e estão lá, e apontam em uma direção completamente oposta às mentiras contadas pelo governo Bush. A família Bush é simpatizante dos nazistas alemães e ajudou Benjamin Netanyahu e o Mossad a orquestrar os ataques terroristas do 11 de setembro e depois colocaram a culpa em Osama bin Laden e no Iraque.
O mundo inteiro está vendo o Estado “Rothschild” de Israel como ele realmente é. A maioria dos delegados da ONU saíram do salão da Assembleia Geral antes do discurso do genocida Netanyahu. Ele também foi vaiado. Netanyahu começou a se gabar dos assassinatos cometidos por Israel. Netanyahu disse na ONU que os palestinos celebraram os ataques de 7 de outubro, “da mesma forma que celebraram outro horror, o 11 de setembro. Eles dançaram nos telhados. Eles aplaudiram.”
Netanyahu é tão psicopata e mentiroso, ele esteve por trás dos ataques do Hamas em 7/10/23 em Israel pois o Hamas foi criado pelo Mossad para ser uma oposição controlada dos sionistas. E Israel ajudou o Deep State dos EUA a orquestrar o atentado terrorista do 11 de setembro em NY.
Almost the entire United Nations walked out right as Benjamin Netanyahu was about to begin his speech. pic.twitter.com/1aFoMHVbeK
— Shadow of Ezra (@ShadowofEzra) September 26, 2025
Benjamin Netanyahu disse que sua família remonta diretamente aos antigos israelitas da Bíblia. Ele diz que seu povo se espalhou do antigo Israel para a Europa antes de finalmente retornar à sua terra natal. Netanyahu afirma que os palestinos só chegaram à região depois de sua família e que Israel é o único lugar onde os judeus estão realmente seguros.
A linhagem familiar de Netanyahu é Mileikowsky. O pai de Benjamin Netanyahu, Benzion Netanyahu, nasceu na Polônia, e seu avô na Bielorrússia. Não há nenhuma conexão genética ou genealógica. Benzion Netanyahu nasceu em Varsóvia em 1910, filho de um fervoroso rabino sionista, Nathan Mileikowsky, que mudou o sobrenome da família para Netanyahu, ou “dado por Deus”. Eles são asquenazes e não têm nenhuma relação com a Palestina, pois seus ancestrais são os Khazares, um povo de origem turcomana do Cáucaso.

A família Mileikowsky mudou o nome quando migrou para a Palestina na década de 1920. Shimon Peres é o mesmo. Peres era nasceu Szymon Perski em Wiszniewo, Polônia, em 2 de agosto de 1923. Os Mileikowskys e Perskis da Polónia são, de facto, “colonialistas estrangeiros” e têm nenhum direito histórico ou religioso para a terra da Palestina. Benzion Netanyahu foi secretário executivo de Vladimir Jabotinsky, fundador do Sionismo Revisionista, um movimento que apela à conquista militar de toda a Palestina e à expulsão (e assassinato) da população não judaica. O partido Likud de Benjamin defende as ideias de Benzion.
O primeiro livro de Netanyahu, “Terrorismo Internacional: Desafio e Resposta”, baseia-se nos discursos proferidos na conferência de Jerusalém em 1979. Netanyahu fez carreira promovendo a estratégia de guerra israelense conhecida como “Guerra ao Terror”. É um estratégia de conquista em que os Estados Unidos e os seus aliados travam guerras no Médio Oriente em nome do Estado sionista e da sua agenda de guerra. Criando um estado maior de Israel, um objetivo dos grupos terroristas que criaram o partido Likud na década de 1970, faz parte do plano.
A frase “Todos os caminhos levam a Roma” foi cunhada pelos romanos. Verdade, mas neste caso é mais correto dizer “Todos os caminhos levam ao Regime Sionista dos Rothschild via Roma. O Vaticano, os jesuítas e os Cavaleiros de Malta criaram Stalin, Mussolini, Hitler e Israel. O Vaticano está por trás da criação do Estado Sionista de Israel.
Os ancestrais dos judeus Ashkenazi são os turcos da Khazaria e não os antigos hebreus bíblicos
Um estudo genético da Johns Hopkins mostrou que 97,5% dos judeus que vivem em Israel não têm absolutamente nenhum DNA hebraico antigo, portanto não são semitas e não têm nenhum vínculo sanguíneo antigo com a terra da Palestina. Enquanto 80% dos palestinos carregam DNA hebraico antigo e, portanto, são verdadeiros semitas. Os verdadeiros antissemitas são os sionistas radicais que governam o Estado terrorista de Israel.
Na próxima vez que ouvir o genocida Benjamin Netanyahu, ou qualquer outro sionista radical, dizer que o povo judeu tem justificativa para roubar e ocupar terras palestinas por que seu “povo” as governou por milhares de anos. É pura e simplesmente um absurdo. E mesmo que a lógica fosse justificada (e não é), a grande maioria dos judeus deveria ir para a Turquia, não para “Israel.
Uma pesquisa publicada em 2016 pelo geneticista Dr. Eran Elhaik, da Universidade de Sheffield, mostrou que mais de 90% dos ancestrais dos judeus asquenazes (Ashkenazi) vêm de uma antiga comunidade convertida, parcialmente de origem grega, no nordeste da Turquia. Outra pesquisa com DNA feita por Ellen Levy-Coffman mostrou que os judeus asquenazes não são os ancestrais dos antigos hebreus bíblicos, mas os ancestrais dos Khazares, um povo antigo de provável origem centro-asiática que viveu no sul da Rússia durante os séculos VIII e XII d.C., e que se converteu ao judaísmo.

Não existe DNA judaico ou raça judaica como os sionistas mentirosos querem que as pessoas acreditem. A pesquisa do Dr. Eran Elhaik sugere que a maior parte da população judaica do norte e leste da Europa, normalmente conhecidos como judeus asquenazes, são descendentes de gregos, iranianos e outros que colonizaram o que hoje é o norte da Turquia há mais de 2000 anos e foram então convertidos ao judaísmo, provavelmente nos primeiros séculos d.C. por judeus da Pérsia. Naquela época, o Império Persa abrigava as maiores comunidades judaicas do mundo.
O Dr. Elhaik, um geneticista nascido em Israel que obteve o seu doutoramento em evolução molecular pela Universidade de Houston, acredita que três aldeias turcas ainda sobreviventes – Iskenaz, Eskenaz e Ashanaz – na parte ocidental de uma antiga rota da Rota da Seda faziam parte da pátria asquenazita original. Ele acredita que a palavra Ashkenaz vem originalmente de Ashguza – o antigo nome assírio e babilônico para o povo das estepes eurasianas da Idade do Ferro, os citas.
Referindo-se aos nomes das três aldeias turcas, o Dr. Elhaik salienta que “o nordeste da Turquia é o único lugar no mundo onde existem estes topónimos”. A partir da década de 690 d.C., a perseguição antijudaica pelo Império Bizantino Cristão parece ter desempenhado um papel em forçar um grande número de judeus a fugir através do Mar Negro para um estado mais amigável: o Império Khazar, governado pelos turcos, com suas grandes populações eslavas e outras.
Algumas análises do iídiche sugerem isso era originalmente uma língua eslava, e o Dr. Elhaik e outros acreditam que ele foi desenvolvido, provavelmente nos séculos VIII e IX d.C., por comerciantes judeus que negociavam ao longo de algumas das Rotas da Seda mais ao norte, ligando a China e a Europa. Por volta de 730 d.c., o Império Khazar começou a se converter ao judaísmo, e mais pessoas se converteram à fé.
Mas quando o Império Khazar entrou em declínio por volta do século XI, parte da população judaica quase certamente migrou para o oeste na Europa Central. Lá, quando comerciantes judeus de língua iídiche entraram em contato com povos da Europa Central, geralmente de língua alemã, eles começaram a substituir as palavras eslavas em iídiche por um grande número de palavras alemãs e derivadas do alemão, mantendo parte de sua gramática de origem eslava. Muitas palavras hebraicas também parecem ter sido adicionadas nessa fase.
A modelação genética utilizada na investigação baseou-se em dados de ADN de 367 judeus de origem do norte e leste da Europa e de mais de 600 pessoas não judias, principalmente da Europa e da Ásia Ocidental. Os “judeus” da América, Europa e Israel são descendentes do povo da antiga Khazaria, uma amálgama de clãs turcos que viveram no Cáucaso (sul da Rússia) nos primeiros séculos d.C. Esses povos turcos eram pagãos que convertido ao judaísmo no século VIII. Como convertidos, eles se autodenominavam “judeus”, mas nenhum do seu sangue vem de Israel.
A Khazaria ficava no território onde hoje é a Ucrânia. Este mapa mostra a extensão do Khazar Khaganate em seu auge em 800 d.C. Em certo sentido, os Khazares protegeram as terras bizantinas e árabes/persas de um influxo de nômades da Ásia. Mas eles também protegeram o Cáucaso dos invasores árabes.

Mais tarde, os “judeus” Ashkenazi (khazares) emigraram, estabelecendo-se na Rússia, Hungria, Polônia, Alemanha e em outros lugares da Europa. Milhares deles deixaram as nações europeias em 1948 e se estabeleceram na nova e incipiente nação de Israel. O povo de Israel não é a semente, nem os antepassados, dos antigos israelenses. Eles se autodenominam “judeus”, mas, na verdade, a ciência do DNA mostra que eles são khazares convertidos ao judaísmo. Eles dizem que são “judeus”, mas não são.
“Não há sangue ou conexões familiares entre os judeus”, disse o Dr. Elhaik em uma entrevista com Haaretz, jornal diário de Israel. “Os vários grupos de judeus no mundo hoje não partilham uma origem genética comum. Seu genoma é em grande parte dos Khazares.”
Portanto, quando o primeiro-ministro Netanyahu diz: “Deus deu esta terra aos nossos antepassados israelitas”, ele está absolutamente mentindo. Não existe relação entre os antigos israelitas e os “judeus de hoje.” Quando os “judeus” de hoje dizem que deveriam possuir a terra por que são israelitas e são a semente de Abraão, eles estão mentindo. Os “judeus” estão em Israel por uma razão e apenas uma razão: por que os Estados Unidos, em 1948, reconheceram a nação de “Israel” e desde então a financiaram e protegeram.
“Eis que os farei da Sinagoga de Satanás, que dizem ser judeus, e não são, mas mentem; Eis que os farei vir adorar aos teus pés e saber que te amei.” (Apocalipse 3:9)
Sionismo não é judaísmo
“Sionismo não é judaísmo”. Essa é a opinião do rabino ortodoxo Yisroel Dovid Weiss. Ativista e porta-voz do Neturei Karta, que é um agrupamento antissionista de judeus haredim em Jerusalem. Segundo o rabino, os judeus que seguem à Torá são francos ao explicar e educar o mundo que o conceito de sionismo presente no Estado de Israel não faz parte da religião judaica. Ele é contrário à Torá, e uma falsificação e deturpação da vontade de Deus e da vontade dos judeus que são fiéis à Torá ao redor do mundo.
“Antissionismo é ser pró-semitismo, porque o sionismo é o mais profundo exacerbador do antissemitismo ao redor do mundo. Os maiores antissemitas são os que acentuam o antissemitismo, e os sionistas são antissemitas.” – Rabino Yisroel Dovid Weiss
O governo israelense não representa os judeus. O sionismo é diametralmente oposto ao judaísmo. Netanyahu e o governo israelense reivindicam legitimidade religiosa, mas o sionismo é uma ideologia política construída sobre ocupação e opressão, não sobre os valores do judaísmo. Os líderes sionistas são agentes do Vaticano.
O adeptos do Sabateanismo e, posteriormente, do Franksimo, tornaram-se instrumentais no lançamento das bases do que se tornaria o Sionismo, que basicamente é satanismo. O sionismo e nazismo são gêmeos do Frankismo Sabbateano. A religião dos Rothschilds é o Frankismo Sabbateano (Satanismo oculto). Fundada em 1666 por Sabbatai Zevi, seu lema é “redenção pelo pecado”, significando cometer os piores pecados imagináveis, incluindo estuprar/matar crianças. Os Illuminati foram fundados em 5/1/1776 pelos jesuítas, Amschel Rothschild e Adam Weishaupt.
Sabbatai Zevi: The Messiah of the Qlipoth🧵
In 1665, Nathan of Gaza announced that the Messianic Age would begin in 1666 with the conquest of the world without bloodshed, the Coming Messiah would lead the Ten Lost Tribes back to the Holy Land.
That “Messiah” was Sabbatai Zevi. pic.twitter.com/5SPdQLtY8x
— Hiddeπ Amur∆Ka: Thr𓂀ce (G)REatEST ॐ (@AmurakaHidden) May 30, 2025
Durante séculos, “Israel” carregou um profundo significado espiritual. Na Bíblia, Israel não era apenas uma faixa de terra, mas um povo de aliança escolhido por Deus, com fronteiras prometidas vinculadas aos Seus propósitos. Em contraste, a nação moderna de Israel, estabelecida em 1948, é um estado político com fronteiras mutáveis definidas por guerras, tratados e reconhecimento internacional. O Israel bíblico não tem nada a ver com o Israel moderno.
A terra que hoje chamamos de Israel recebeu muitos nomes:
– Canaã (antes de Israel conquistá-la, Gênesis 10:19).
– Israel e Judá (após a divisão do reino por volta de 930 a.C.).
– Samaria e Judeia (sob domínio assírio, babilônico e, mais tarde, romano).
– Palestina (nome usado oficialmente pelos romanos após a revolta de Bar Kokhba em 135 d.C. para apagar os laços judaicos).
– A Terra Santa (amplamente utilizada nas tradições cristãs e islâmicas durante a Idade Média).
– Palestina Otomana (parte do Império Otomano, 1517–1917).
– Mandato Britânico da Palestina (1917–1948, após a Primeira Guerra Mundial).
– Estado de Israel (estabelecido em 1948).
Cada nome reflete um governante, cultura ou propósito diferente, mostrando que a identidade da terra mudou drasticamente muito antes de 1948. Os judeus de hoje não em relação com os antigos israelitas. A identidade judaica foi originalmente construída a partir de uma interação contínua com diferentes culturas, incluindo egípcia, cananeia, hitita, babilônica, helenística e, por fim, cristã.
Biblical Israel vs. Modern Israel: Are They the Same?
A Thread explaining how the borders of “Israel” have changed over time
For centuries, “Israel” has carried deep spiritual meaning. In the Bible, Israel was not just a strip of land, but a covenant people chosen by God, with… pic.twitter.com/xjSFlK1FmH
— ⚔️Tracie Taylor⚔️ (@TaylorTracie76) September 18, 2025
Essa é a questão que os sionistas infelizmente não abordarão. Embora no século XI representassem apenas 3% da população judaica mundial, os judeus asquenazes representavam 90% dos judeus do mundo hoje. Os judeus asquenazes são literalmente “judeus alemães”.
Existem vários subgrupos de judeus com diferentes culturas e tradições:
- Ashkenazi: Descendentes de judeus da França, Alemanha e Europa Oriental
- Sefardita: Descendentes de judeus da Espanha, Portugal, Norte da África e Oriente Médio
- Mizrachi: Descendentes de judeus do Norte da África e do Oriente Médio
Outros subgrupos são iemenitas, etíopes e orientais
Ashkenazi (singular) e Ashkenazim (plural) são derivados da palavra hebraica “Ashkenaz”, que é usado para se referir à Alemanha. O Iídiche é a língua dos asquenazes. A maioria dos judeus americanos hoje são asquenazes, descendiam de judeus que emigraram da Alemanha e da Europa Oriental desde meados de 1800 ao início dos anos 1900. Os asquenazes são descendentes de povos turcos pagãos que se converteram ao judaísmo no século VIII e não tem nenhuma relação histórica ou de DNA com os antigos israelitas.
TODOS os líderes sionistas são judeus asquenazes. Os criadores do Estado de Israel moderno são a família bancária Rothschild, que são judeus asquenazes descendentes dos Khazares. Os banqueiros Rothschild receberam do papa romano o título de “Guardiões do Tesouro do Vaticano”. As elites dos Khazares tinham laços próximos com as elites do Império Bizantino Cristão.
Os Khazares eram um povo que vivia ao norte das montanhas do Cáucaso. Eles praticavam o paganismo. Estavam em contato com o Império Bizantino Cristão e em conflito com os árabes muçulmanos. Em 740 d.c., o rei Bulan liderou a conversão dos Khazares ao judaísmo taldmúdico. Bulan foi sucedido por Aaron, Menahem, Benjamin, Joseph
Eles se converteram mais por uma solução de política externa do que uma revelação espiritual. Os dois vizinhos mais poderosos dos Khazares eram o Califado Abássida Muçulmano e o Império Bizantino Cristão. Sob pressão de ambas as entidades poderosas para escolherem a sua religião, escolheram o Judaísmo como uma declaração de neutralidade. Diante disso, a conversão provavelmente teria sido limitada à realeza e à nobreza.
O estado da Khazaria era uma barreira entre o Império Bizantino Cristão e os califados islâmicos omíadas e abássidas. Os Khazares tinham relações estreitas com os imperadores bizantinos, por exemplo, Justiniano II (704 d.c.) e Constantino V (732 d.c.) tinham, cada um, uma esposa Khazar. Além disso, uma aliança formal foi concluída em 732 d.c., quando o príncipe herdeiro bizantino se casou com a filha do rei Khagan da Khazaria. O imperador deposto, Justiniano II, fugiu para a Khazaria em 705 d.c., onde o rei (o “Khagan” ou “Kagan”) lhe deu abrigo e permitiu que ele se casasse com sua irmã Busir. Na época, o Kagan e sua corte não haviam se convertido aos judaísmo talmúdico.
Busir adotou o nome de Teodora e tornou-se imperatriz quando Justiniano foi restaurado ao trono bizantino. “Kagan” é um nome “judeu” comum hoje em dia. Uma princesa da khazaria chamada Tzitzak, filha do khagan Bihar, casou-se com o imperador bizantino Constantino V, e seu filho se tornou o imperador Leão IV, conhecido como Leão, o Khazar, que governou o Império Bizantino de 775 d.c. a 800 d.c.. Houve casamentos entre a elite do Império Romano Bizantino com a elite da Khazaria.
Justiniano II foi um dos dois imperadores bizantinos a governar duas vezes. Ele era o filho mais velho do imperador Constantino IV e de Anastácia. Entre 965 d.C e 969 d.c., o príncipe russo Svyatoslav Igorevich liderou um grupo de nações ao redor da Khazaria e invadiram sua capital Itil. Mas o rei khazar, sua corte e centenas de Khazares convertidos ao judaísmo conseguiram escapar para a Itália e Alemanha, levando consigo sua vasta fortuna em ouro e prata. Eles se esconderam e se reagruparam enquanto assumiam novas identidades. Assim surgiu a Máfia Khazariana que se tornou as elites dos judeus asquenazes sionistas.
As elites da antiga Khazaria, embora convertidas ao judaísmo talmúdico, adoravam demônios e faziam sacrifícios humanos em oferenda a Baal/Moloch. E seus descentes, as elites asquenazes sionistas, continuam a fazer o mesmo. Algumas pessoas acreditam que a Máfia Khazariana governa o mundo, mas a verdade é que a Máfia Khazariana trabalha para o Vaticano e as famílias aristocratas da Nobreza Negra.
As elites dos judeus asquenazes sionistas receberam o título de “Judeus da Corte” para servirem como banqueiros para as famílias da Nobreza Negra. E aos mais poderosos “Judeus da Corte” são os Rothschild. Os antigos laços entre as elites dos Khazares e as elites do Império Romano continua até hoje. Todas as famílias da Nobreza Negra são satanistas e elas controlam o Vaticano e suas sociedades secretas como Maçonaria, Jesuítas e Cavaleiros de Malta.
O controle jesuíta sobre a Maçonaria foi apontado por muitas figuras relevantes no passado. Os próprios jesuítas foram muito influentes em relação ao próprio movimento sionista. Os Rothschilds desempenharam um papel importante no movimento em direção a Israel, que provaram estar do lado do Vaticano para atacar seus “companheiros” judeus muitas vezes no passado.
Os jesuítas criaram o comunismo e usaram os Rothschilds para financiar a revolução bolchevique na Rússia, portanto, não só podem ser responsabilizados pelos milhões de mortes sob o regime comunista, mas eles também apoiaram os movimentos antissemitas e fascistas na Europa simultaneamente para culpar os judeus pela criação do comunismo.
Em uma carta que se diz ter sido escrita em 1871, o maçom Albert Pike, “previu” a Primeira, a Segunda e a Terceira Guerra Mundial. O maçom Albert Pike, um adorador de Lúcifer, escreveu uma carta ao maçom Giuseppe Mazzini, em 1871, que explica com clareza o delinear o plano dos Illuminati para três guerras mundiais. O interessante das “previsões” de Albert Pike, é que em 1871 não havia nazistas, sionistas, bolcheviques nem Estado de Israel.
O chefe dos maçons no século XIX, Alberto Pike, previu o seguinte:
“A Terceira Guerra Mundial deve ser fomentada aproveitando as diferenças causadas pelo “agentur” dos “Illuminati” entre os sionistas políticos e os líderes do mundo islâmico. A guerra deve ser conduzida de tal forma que o islamismo (o mundo árabe muçulmano) e o sionismo político (o Estado de Israel) se destruam mutuamente.”
Os banqueiros Rothschild, que são servos do Vaticano, financiaram o movimento sionista para criar o Estado Moderno de Israel. Os maçons satanistas criaram Israel para provocar uma grande guerra contra os países muçulmanos no Oriente Médio que arrastaria os EUA e o resto mundo para a destruição. Essa matança inauguraria a Nova Ordem Mundial.
Os judeus que vivem em Israel seriam sacrificados como gado pelas elites maçônicas satânicas que controlam Israel. Os maçons satanistas se escondem por trás da fachada de líderes religiosos e políticos judeus, cristãos e muçulmanos. Os Rothschild, e outros “Judeus da Corte”, são maçons satanistas que usam a religião judaica como fachada.
Shimon Peres, que foi presidente de Israel de 2007 até 2014, foi treinado pelos jesuítas e doou todos os lugares “sagrados” de Jerusalém ao Vaticano nos Acordos de Oslo em 1993. Shimon Peres foi nomeado pela Rainha Elizabeth II como “Cavaleiro da Ordem de São Miguel e São Jorge” em novembro de 2008, tendo administrado fielmente a principal colônia de Roma (Israel) no Oriente Médio por mais de cinquenta anos.
De acordo com o jornalista investigativo Barry Chamish (1952-2016), os três homens que estavam principalmente por trás do acordo secreto para entregar Jerusalém ao Vaticano foram: o líder sionista e agente do Vaticano, Shimon Peres; o presidente do Congresso Judaico Mundial, Edgar Bronfman Sr., que foi nomeado para o Comitê Judaico Internacional para Consultas Inter-religiosas para conduzir contatos oficiais entre o Vaticano e o Estado de Israel em 1991; e o cardeal Joseph Ratzinger (mais tarde Papa Bento XVI).
Em 1979, Yitzhak Rabin publicou sua autobiografia, dentro dela havia uma citação excêntrica de uma linha. Ele disse que, diferentemente de todas as crianças judias que cresceram na Polônia, Shimon Peres passou sua educação inicial em uma escola jesuíta.
Os maçons e agentes do Vaticano, Shimon Peres e Benjamin Netanyahu, recebem em Israel seu mestre, o Papa Bento XVI, que aos 14 anos foi membro da Juventude Hitlerista.

A Monarquia Britânica está sob controle do Vaticano desde 1213. Muitos primeiros-ministros israelenses também eram/são maçons de alto escalão. Isto é confirmado em “Primeiros-ministros maçons de Israel, 1948-2008“. E quem controla a Maçonaria? Os jesuítas.
Como a Igreja Católica havia proibido os cristãos (no passado) de se envolverem em empréstimos de dinheiro e cobrar juros, os judeus acabaram financiando muitos membros da realeza europeia. Uma vez na Inglaterra, os judeus foram autorizados a viver fora do sistema feudal como “tutelados da Coroa”, ou seja, eram propriedade dos reis normandos e anglo-saxões.
Os judeus eram uma fonte de empréstimos baratos e fácil taxação, e isso foi contra as instruções enviadas pelo Papa, que tinha estabeleceu fortes medidas antijudaicas no Quarto Concílio de Latrão em 1215. O Judeu da Corte é um banqueiro judeu que administrava as finanças ou emprestava dinheiro à realeza e à nobreza. Em troca dos seus serviços, os judeus da corte ganharam privilégios sociais, incluindo receber status de nobreza.
A ascensão de monarquias absolutas na Europa Central trouxeram muitos judeus, principalmente de origem Ashkenazi/Khazar, na posição de negociar empréstimos para os vários tribunais. Eles poderiam acumular fortunas pessoais e ganhar influência política e social. No entanto, o judeu da corte tinha conexões sociais e influência no mundo cristão principalmente através da nobreza e da igreja cristã.
Os banqueiros judeus sionistas servem de fachada para as operações do Vaticano e das famílias da Nobreza Negra, e a mesma coisa acontece com os judeus sionistas que são colocados em altos cargos na política, judiciário, agências governamentais e CEOs de grandes empresas.
Nos EUA e Europa, judeus sionistas, a grande maioria asquenazes, estão no comando de grandes bancos, universidades, de redes de mídia, de empresas de tecnologia, plataformas de redes sociais, de estúdios de cinema, de gravadoras de música, de fabricantes de medicamentos entre outras áreas.
Todas essas elites de judeus sionistas são maçons que servem ao Vaticano. Isso é feito para que as pessoas acreditem que uma máfia judaica governa o mundo, deixando os jesuítas e o Vaticano fora do radar. Mas todas as estradas levam a Roma.
A conexão jesuíta/vaticana com o sionismo, Israel e agências de inteligência ocidentais
O ex-padre jesuíta Alberto Rivera disse que o Vaticano criou o Islã a fim de possuir Jerusalém. Rivera afirma que foi informado diretamente pelo Cardeal Augustin Bey, superior provincial jesuíta na Alemanha e confessor pessoal de Eugenio Pacelli, Papa Pio XII, que foi fundamental na criação e orientação do Terceiro Reich nazista. Rivera disse que o Cardeal Augustin explicou como Maomé foi orientado por seu tio, um monge católico romano que o doutrinou a odiar os judeus e a retomar Jerusalém.
Autoridades do Vaticano acharam particularmente útil não ter um exército permanente próprio para explorar os muçulmanos no Oriente Médio, para matar e serem mortos em nome de sua agenda. Entre sua esposa católica, Khadija, e seu mentor católico, tio Loraqua, era fácil manipular Mohamed. O Vaticano fez o seu melhor para permitir que os exércitos muçulmanos matassem judeus e cristãos na sua missão de retomar Jerusalém, mas depois de terem tido sucesso, os muçulmanos chocaram os seus senhores ao recusarem entregar Jerusalém a Roma. Esta foi a verdadeira razão pela qual as Cruzadas foram iniciadas.
Mas a rebelião do Islã acabou sendo bem aproveitada. Roma exploraria, em vez disso, o ódio que fomentou entre muçulmanos e judeus e ressuscitaria o antigo Estado-nação conhecido como Israel por duas razões. Primeiro, para ser um lugar de guerra e conflito sem fim e, segundo, certamente o mais importante, para acabar com o entendimento bem conhecido de que Roma era a Babilônia Misteriosa mencionada no livro do Apocalipse, e o papado era o ofício do Anticristo.
Leia mais: A conexão jesuíta/vaticana com o sionismo e Israel, Parte 1 e Parte 2.
O controle jesuíta da Maçonaria admitido pelos maçons
Auxiliado pelos Jesuítas, em 1688, Jaime II fixou residência no Colégio Jesuíta de Clermont, em Paris, e conspirou para fabricar os graus mais elevados da Maçonaria para se restaurar ao trono da Inglaterra, empregando seus partidários na Maçonaria. Os Jesuítas criaram novos símbolos maçônicos de graus mais elevados que tinham raízes no Egito Antigo, no Castelo de St. Germain. Os Jesuítas então assumiram um papel ativo na Maçonaria e se uniram às Lojas Inglesas para restabelecer o Catolicismo Romano na Inglaterra. Os Jesuítas buscaram se misturar com os Maçons e explorá-los para seu próprio uso, estabelecendo uma aristocracia dentro de si, obtendo o monopólio das escolas, igrejas, governo e todas as atividades da ciência e dos negócios. Isso levou à sua supressão total em 1773 pelo Papa Clemente XIV. Em meados do século XVIII, durante a supressão, os jesuítas se incorporaram à Maçonaria por meio da Ordem dos Illuminati, criada por Adam Weishaupt na Baviera em 1776. Os Illuminati eram uma organização política projetada para minar a religião cristã, o que fez com que fosse combatida e suprimida em 1784. Os jesuítas foram restabelecidos em 1814 pelo Papa Pio VII. Citação: Albert Gallatin Mackey, “A História da Maçonaria”, Vol. 2, 1906, p. 267-292
Os jesuítas foram admitidos nas Lojas sob o disfarce de Rosacruzes para fazer da Maçonaria sua ferramenta para obter o avanço de seus próprios interesses. Citação: Franz Hartmann, “No Pronaos do Templo da Sabedoria”, 1890, p. 86-87
Os jesuítas influenciam secretamente os graus mais elevados da Maçonaria, trabalhando entre as escolas místicas da Igreja da França. Em 1786, Von Hymmen (promulgou a Maçonaria pura e autêntica) confessou ter conexões jesuíticas. Citação: Arthur Edward Waite, “Estudos sobre Misticismo e Certos Aspectos da Tradição Secreta”, 1906, p. 296, 332
Jean-Marie Ragon nos diz que todos os graus fabricados pelos jesuítas foram projetados para transformar a Maçonaria em Catolicismo. Citação: Arthur Edward Waite, “A Tradição Secreta na Maçonaria”, Vol. 2, 1911, p. 386
A Maçonaria Emblemática de 1717 é uma invenção jesuítica. Os jesuítas fabricaram Graus e Ritos com o objetivo de direcionar a Maçonaria para os canais adequados aos seus fins. Jean-Marie Ragon teve o privilégio de descobrir jesuítas em todos os lugares da Maçonaria Citação: Arthur Edward Waite, “Uma Nova Enciclopédia da Maçonaria”, Vol. 1, 1921, p. 411, 413
O Colégio Jesuíta de Clermont representou a perpetuação de um ‘Capítulo Jesuíta de Maçons de Alto Grau’ e não é improvável que eles interviessem para a direção e extensão da Maçonaria. Citação: Arthur Edward Waite, “Uma Nova Enciclopédia da Maçonaria”, Vol. 2, 1970, p. 143
Os jesuítas criaram os graus de ‘Santo André’, ‘Rosa-Cruz’ e ‘Cavaleiros Beneficentes’, que surgem de ‘Cavaleiro do Santo Sepulcro’ na Maçonaria. Citação: Arthur Edward Waite, “A Tradição Secreta na Maçonaria”, Vol. 1, 2013, p. 318-394
A Ordem dos Filósofos Desconhecidos era uma Sociedade Maçônica que pertencia ao sistema Templário-Jesuítico. Citação: George Oliver, “Uma Enciclopédia da Maçonaria”, 1867, p. 488
A jesuitia era ensinada sob a máscara da Maçonaria. Citação: Albert Pike, “Moral e Dogma do Rito Escocês Antigo e Aceito da Maçonaria”, 1874, p. 326
Os jesuítas interferiram na Maçonaria Alemã durante o período de supressão da Ordem dos Jesuítas. Citação: Albert Pike, William Morgan, Albert Mackey, John Robison, George Thornburgh, Julius Friedrich Sachse, “Antologia da Maçonaria”, 2021, p. 6
Os jesuítas criaram os graus do ‘Rito de Estrita Observância’ na Maçonaria para encorajar os adeptos a tomarem posse da riqueza dos Templários. A história dos Grão-Mestres da Maçonaria é a história dos Generais Jesuítas. Citação: Robert Macoy, “História Geral, Enciclopédia e Dicionário da Maçonaria”, 1870, p. 359
Os jesuítas tiveram uma influência perniciosa na Maçonaria; eles buscavam tornar os maçons subservientes a eles para seu benefício, para que penetrassem nas Lojas Bávaras. Os graus escoceses da Maçonaria datam de 1735-1740, criados no Colégio Jesuíta de Clermont, em Paris. E. G. Muller, Mestre da Loja Caledoniana, escreveu: “Estamos lamentavelmente atormentados por jesuítas”. Fonte: Joseph Gabriel Findel, “História da Maçonaria desde sua Origem até os Dias Atuais”, 1869, págs. 179, 209-211, 253, 687
Instruídos pelo Jesuíta Geral no Colégio Jesuíta de Clermont, em Paris, o Barão Hundt, o Cavaleiro Ramsey, Tschoudy, Zinnendorf e muitos outros fundaram os graus mais elevados do Rito Escocês Antigo e Aceito, o Rito de Avignon, a Ordem do Templo, o Rito do Tesslor, o Grande Conselho dos Imperadores do Oriente e do Ocidente, os Príncipes Maçons Soberanos. Citação Helena Petrovna Blavatsky, “Ísis Revelada”, Vol. 2, 1877, págs. 1279-1280
Os Jesuítas inventaram graus superiores espúrios na Maçonaria para enganar o Neófito e levá-lo a lugar nenhum. Citação: Helena Petrovna Blavatsky, “Madame Blavatsky sobre as Provas e o Triunfo da Iniciação”, 2018, p. 21
Os jesuítas moldaram a agitação Stuart para criar os graus do Rito da Estrita Observância (novos graus da Maçonaria do Rito Escocês) como uma forma de incorporar o movimento Templário à Maçonaria para atingir seus objetivos. Citação: Robert Freke Gould, “Uma História Concisa da Maçonaria”, 1903, p. 321-322
A aliança dos Rothschild com os jesuítas
Agora será mostrado como os jesuítas e os Rothschilds estão conectados entre si por meio dos seguintes eventos históricos que ocorreram durante o século XVIII:
- Supressão dos jesuítas: começa em 1767, mas oficialmente em 21 de julho de 1773
- Criação dos Illuminati da Baviera: 1º de maio de 1776
- Revolução Francesa: 1789 – 1799
- Napoleão captura Malta: 9 de junho de 1798
- O Papa é feito refém por Napoleão: 1809
- Os jesuítas começam a tomar o controle do Vaticano em1814 (concluído em 1870)
Os Jesuítas, formalmente conhecidos como Companhia de Jesus, foram fundados em Paris em 1534 por Inácio de Loyola e o seu grupo de seguidores, e a ordem foi oficialmente aprovada pelo Papa Paulo III em 27 de setembro de 1540. Os jesuítas não são uma “ordem religiosa”, eles são os soldados do Papado criados para manter o mundo todo sob o controle do Vaticano.
A riqueza dos jesuítas aumentou constantemente com suas reduções (comunas) no Paraguai, Argentina e Brasil, explorando 200.000 índios Guarani que viviam e trabalhavam em suas reduções. Os jesuítas inventaram o comunismo em suas comunas na América do Sul. Pessoas, proprietários de terras e ordens religiosas sentiram que seu poder estava sendo usurpado pelos jesuítas. A riqueza gerada pelos poderosos impérios da Espanha e Portugal foi trivializada pelos imensos lucros gerados pela Companhia de Jesus.
Os conflitos começaram com disputas comerciais, em 1750 em Portugal, em 1755 na França e no final da década de 1750 nas Duas Sicílias. A expulsão dos jesuítas ocorreu em 1767 pelo Império Português, França, Duas Sicílias, Malta, Parma, Império Espanhol e Áustria. A expulsão dos jesuítas teve o benefício adicional de permitir que os governos confiscassem a riqueza e os bens acumulados da Ordem dos Jesuítas.
Entre 1555 e 1932, a Ordem dos Jesuítas foi expulsa de pelo menos 83 países, cidades-estados e cidades, por se envolver em intrigas políticas e conspirações de subversão contra o bem-estar do Estado. Em 21 de julho de 1773, o Papa Clemente XIV foi forçado a emitir a Bula Papal Dominus ac Redemptor Noster, declarando a dissolução da Ordem nos países católicos da Europa. Os Cavaleiros de Malta auxiliaram fielmente na supressão dos jesuítas, visto que a Companhia de Jesus era uma de suas principais concorrentes por poder e influência.
Os jesuítas refugiaram-se em países não católicos, particularmente na Prússia Protestante e na Rússia Ortodoxa, onde a ordem papal foi ignorada ou formalmente rejeitada. Era impossível para os jesuítas armazenar essa riqueza em qualquer banco católico. Todos os bancos católicos roubariam da Companhia de Jesus, pois ela deixou de existir por decreto papal. Assim, os jesuítas dependiam de protestantes, judeus e outros grupos para suas operações bancárias, desde que não fossem católicos.
Para garantir a segurança da riqueza da Companhia de Jesus e, especialmente, de seus empreendimentos altamente lucrativos na América do Sul, os jesuítas firmaram uma aliança com os Rothschilds. Como os Rothschilds eram de ascendência judaica asquenazi, a Igreja Católica não se apoderou de seus bens. Este foi o início de uma aliança entre a Companhia de Jesus e o sionismo (Frankismo Sabbateano), que permanece ativa até hoje. Em todos os momentos, a Companhia de Jesus esteve verdadeiramente no controle (e não a família Rothschild). Foi a riqueza dos jesuítas que apoiou os empreendimentos Rothschild e também é a verdadeira fonte da aparente riqueza dos Rothschilds.
Mayer Amschel Rothschild (pai de Nathan Mayer Rothschild) Fundador da dinastia bancária internacional da família Rothschild (1744 – 1812). Observe a Cruz de Malta em volta do pescoço dele. Título: Cavaleiro da Ordem Soberana e Militar de Malta (Descrito como um agente da Coroa do Sacro Império Romano Imperial). Mayer Carl von Rothschild (1820-1886) também está usando uma Cruz de Malta em seu terno.

Carl Mayer von Rothschild (pai de Adolf e Wilhelm Carl von Rothschild) fundador da família de banqueiros Rothschild de Nápoles (1788 – 1855) foi nomeado Cavaleiro pela Casa de Bourbon-Duas Sicílias (Farnese) na Sagrada Ordem Militar Constantiniana de São Jorge, reservada aos católicos. James Rothschild, do banco francês, tornou-se o banqueiro papal, enquanto Carl era o intermediário.
Carl whose position in Naples, brokered by Medici – allowed their monopoly to exchange notes across national borders, converting into various currencies on demand.
The “be a Jew among Jews” clause of the Jesuit oath may explain what’s going on with this window Jewish dressing. https://t.co/SvUz5TdETq pic.twitter.com/vmxPECXj8t
— Michael King 🇺🇸🇮🇹🇬🇧 (@miketheking1517) April 16, 2025
Parte do Juramento Extremo dos Jesuítas publicadas em 1883:
“Meu filho, até agora você foi ensinado a agir como dissimulador: entre os católicos romanos, seja um católico romano, e seja um espião até mesmo entre seus próprios irmãos; a não acredite e não confie em ninguém. Entre os reformadores, seja um reformador; entre os huguenotes, seja um huguenote, entre os calvinistas, seja um calvinista; entre os protestantes, seja um protestante, e, obtendo a confiança deles, procure até mesmo pregar de seus púlpitos e denuncie com toda a veemência de sua natureza nossa Santa Religião e o Papa; e até mesmo desça tão baixo a ponto de se tornar um judeu entre os judeus, para que você possa reunir todas as informações em benefício de sua Ordem como um fiel soldado do Papa.”
A cláusula “seja judeu entre os judeus” do juramento dos jesuítas pode explicar o que está acontecendo com essa fachada judaica.

Os jesuítas queriam vingança contra o Vaticano e os Cavaleiros de Malta. O banqueiro judeu-alemão e fundador da Dinastia bancária Rothschild, Mayer Amschel Rothschild (1743 – 1812) foi a fachada financeira dos jesuítas na criação dos Illuminati da Baviera. Mayer tinha 30 anos quando a Ordem dos jesuítas foi dissolvida pelo Papa Clemente XIV. Nesse contexto, faz muito mais sentido por que Adam Weishaupt, como fundador dos Illuminati da Baviera em 1º de maio de 1776, foi considerado um ex-jesuíta. Isso foi apenas uma história de fachada quando se descobriu que Weishaupt, um jesuíta, liderava os Illuminati da Baviera. O fato é que Adam Weishaupt nasceu em 6 de fevereiro de 1748 em Ingolstadt.
Seu pai, Johann Georg Weishaupt, morreu quando Adam tinha cinco anos. Adam iniciou sua educação formal aos sete anos em uma escola jesuíta. Mais tarde, ele tornou-se professor de direito canônico. Esta era uma posição ocupada exclusivamente por jesuítas até a supressão da Companhia de Jesus. Essas informações de fundo tornam quase impossível que Adam Weishaupt tenha sido um ex-jesuíta. A Companhia de Jesus fazia parte de sua família, em certo sentido. Giuseppe Balsamo, também conhecido como Conde Allesandro di Cagliostro, desempenhou um papel crucial nessas maquinações dos jesuítas. Balsamo tinha ligações com os Illuminati da Baviera e com outras sociedades secretas por toda a Europa. Afirmava-se que ele havia criado a Maçonaria Egípcia.
Os Illuminati da Baviera criaram outras sociedades secretas na França e se conectaram a indivíduos influentes na França por meio de subornos. Estes, então, prestariam assistência para derrubar a monarquia francesa por meio da Revolução Francesa e levar Napoleão Bonaparte ao poder. Maximilien de Robespierre é uma das figuras mais conhecidas da Revolução Francesa e, por acaso, era jesuíta. Isso não é coincidência. A França seria a arma com a qual os jesuítas se vingariam do Vaticano e dos Cavaleiros de Malta. Napoleão Bonaparte era um maçom a serviço dos jesuítas.
Preste atenção especial às seguintes imagens de Napoleão Bonaparte e observe o que todas elas têm em comum:

Napoleão esconde uma de suas mãos em cada uma delas. Claramente, isso simboliza a presença de uma mão oculta envolvida em seu trabalho. Essa mão oculta é a Companhia de Jesus. Considere o que Napoleão Bonaparte disse sobre a Companhia de Jesus:
“Os jesuítas são uma organização militar, não uma ordem religiosa. Seu chefe é um general de um exército, não um mero abade de um mosteiro. E o objetivo desta organização é o poder – o poder em seu exercício mais despótico – poder absoluto, poder universal, poder de controlar o mundo pela vontade de um único homem (isto é, o Papa Negro, o Superior Geral dos jesuítas). O jesuitismo é o mais absoluto dos despotismos e, ao mesmo tempo, o maior e mais enorme dos abusos…”
Napoleão I (isto é, Napoleão Bonaparte; 1769-1821; imperador dos franceses)
Isso levanta a questão de como Napoleão poderia fazer tal declaração sem ter conhecimento em primeira mão sobre a Companhia de Jesus. Todas as ações de Napoleão Bonaparte beneficiaram diretamente a Companhia de Jesus. Toda a Europa não estaria em guerra com a França de Napoleão se o próprio Vaticano não estivesse sob ataque direto. O Vaticano era a maior potência da Europa, à qual a maioria dos reis e rainhas se curvava. Napoleão capturou Malta, o que permitiu aos jesuítas subordinar os Cavaleiros de Malta.
Além disso, o Papa Pio VI foi feito prisioneiro por Napoleão e morreu em cativeiro. O recém-eleito Papa Pio VII e Napoleão não se davam melhor do que seu antecessor, o Papa Pio VI. O Papa Pio VII excomungou Napoleão que por sua vez, intimidou o Papa Pio VII apontando canhões para seu quarto papal. Um oficial de Napoleão, o Tenente Radet, foi um passo além e sequestrou o Papa Pio VII. Supostamente, isso não foi uma ordem de Napoleão, mas, ao mesmo tempo, Napoleão também não ordenou sua libertação. Pio VII permaneceu preso por seis anos.
A Companhia de Jesus, como arquiteta por trás do que havia acontecido ao Vaticano, ofereceu uma saída. Se o Papa restabelecesse a Ordem, então os jesuítas garantiriam que o Papado fosse protegido em todos os momentos. O Papa Pio VII obedeceu e restabeleceu a Ordem dos Jesuítas. Tecnicamente, isso não foi possível, pois uma Bula Papal foi emitida que desautorizou a Ordem para sempre e isso não poderia ser anulado por outra Bula Papal.
A história foi assim modificada e, a partir de então, passou-se a dizer que Dominus ac Redemptor Noster era um Breve Papal, não uma Bula. Isso permitiu que a Companhia de Jesus fosse restabelecida em 1814 em todos os países católicos da Europa. Os poderosos monarcas que pediram a supressão da Ordem não estavam mais no poder. O Império de Napoleão entrou em colapso na mesma época e, ao que tudo indica, a paz foi restaurada por meio do Congresso de Viena, realizado de setembro de 1814 a junho de 1815.
A Companhia de Jesus usou sua influência para consolidar seu poder. O controle sobre Napoleão permitiu que os jesuítas dessem aos Rothschild o controle do Banco da Inglaterra. A poderosa família Cecil, na Grã-Bretanha, passou a ser controlada pelos jesuítas. A família Cecil, no entanto, tinha significativamente mais poder do que a família Rothschild. A família Rothschild (originalmente a família Bauer, de origem germânica) ansiava por ascensão em poder e influência. Apesar disso, levou um tempo considerável até que a família Rothschild conquistasse o respeito da família Cecil e se formasse um laço entre essas famílias.
A família Cecil, por sua vez, era controlada pela poderosíssima família Pallavicini da Nobreza Negra. O restabelecimento da Ordem dos Jesuítas/Companhia de Jesus em 1814 marcou o início da tomada do poder pela Igreja Católica. A Companhia de Jesus deixou de estar sob o controle do Papado. Essa tomada foi concluída em 1870, quando o Papa foi declarado Infalível. A família Rothschild também recebeu da Companhia de Jesus um controle significativo sobre o Tesouro do Vaticano como recompensa por seus serviços fiéis.
Isso também explica por que a família Rothschild, originalmente judia, conseguiu adquirir inúmeros títulos claramente cristãos. Uma conspiração puramente judaica não faz sentido, visto que o fundador da família Rothschild, Mayer Amshel Rothschild, tinha apenas 24 anos quando a supressão dos jesuítas começou em 1767. Mayer Amshel Rothschild tinha apenas 33 anos quando os Illuminati da Baviera foram criados em 1776.
Parece plausível que esse jovem tivesse um vasto império à sua disposição naquela época? Isso ocorreu em uma época em que os derivativos ainda não existiam e, por extensão, os índices de alavancagem permitidos hoje em dia eram impossíveis naquela época. Além disso, a família Rothschild estava séculos atrás de outras casas bancárias em riqueza e conexões. Jamais teria construído tal conglomerado se não fosse por outros que lhes forneceram riqueza e conexões. A Companhia de Jesus lhes forneceu ambas.
Na Enciclopédia Judaica está escrito que os Rothschild possuem o título “Guardiões do Tesouro do Vaticano”. A nomeação dos Rothschild permitiu ao Vaticano e aos jesuítas uma privacidade absoluta e sigilo financeiro. E quem imaginaria que uma família judia administraria a imensa riqueza da Igreja Católica Romana?
Napoleão prometeu aos judeus uma pátria nacional em Israel
Na primavera de 1799, quando a campanha militar de Napoleão Bonaparte se estendeu ao Oriente Médio, ocorreu um episódio curioso que repercutiria profundamente no movimento sionista mais de um século depois. Em meio ao cerco à cidade de Acre durante a Campanha Egípcia, Napoleão supostamente emitiu uma proclamação aos judeus, prometendo a restauração de sua antiga terra natal em Jerusalém. Embora a autenticidade e a divulgação desta “proclamação” permaneçam sujeitas a debate histórico, o seu significado simbólico é indubitável.
Foi a primeira vez que um líder europeu moderno associou publicamente a ideia de restauração nacional judaica a objetivos geopolíticos. De muitas maneiras, o apelo de Napoleão aos judeus de Eretz Yisrael prenunciou esforços diplomáticos posteriores, mais notoriamente a Declaração Balfour de 1917,para se envolver com as aspirações judaicas de nacionalidade. A lenda de Napoleão ter proposto publicamente o restabelecimento de uma pátria judaica na Palestina foi explorada pelo movimento sionista.
Napoleão era um alto maçom controlado pelos jesuítas por meio de seus agentes, como historiador francês Emmanuel-Augustin-Dieudonné-Joseph, Conde de Las Cases, um confidente próximo do ditador. Embora não tenha ocorrido em 1799, continuou sendo uma alta prioridade para o Vaticano e seus soldados maçons, como foi evidenciado por uma carta escrita 80 anos depois pelo General do Exército Confederado Albert Pike, um alto maçom e fundador do Ku Klux Klan, cujo propósito era explorar o ódio racial para manter as populações divididas e fáceis de controlar.
Sionismo Rothschild: a falsa “história”
O movimento criado pelos Rothschilds para reivindicar falsamente a terra que chamamos de Israel ou Palestina é conhecido como Sionismo. Este termo é frequentemente usado como sinônimo de “povo judeu”, quando na verdade é um movimento político idealizado, financiado e promovido pela Casa de Rothschild e combatido por muitos judeus. A frente sionista mais visível nos Estados Unidos hoje são os chamados “neoconservadores” ou “neocons”, que estiveram por trás do 11 de setembro e das invasões do Afeganistão e do Iraque.
Os sionistas afirmam simplesmente que o Antigo Testamento diz que “Deus” fez dos judeus seu “Povo Escolhido” e lhes deu a “Terra Prometida” de Israel. Portanto, ela lhes pertence, sem necessidade de debate. Como Golda Meir, ex-primeira-ministra israelense, disse no jornal francês Le Monde, em 1971: “Este país existe como o cumprimento de uma promessa feita pelo próprio Deus.” Seria ridículo pedir-lhe que prestasse contas de sua legitimidade. A invasão e subversão de uma nação árabe inteira na Palestina baseou-se em textos bíblicos escritos por sabe-se lá quem, sabe-se lá quando, milhares de anos atrás, após o cativeiro dos judeus na Babilônia.
A situação fica ainda mais bizarra quando se percebe que a esmagadora maioria do povo judeu não tem nenhuma conexão histórica ou genética com Israel, e a alegação de que existe tal conexão é uma farsa gigantesca tanto para o povo judeu quanto para o mundo em geral. Tudo foi orquestrado pelo Vaticano e a dinastia Rothschild para promover os objetivos dos Reptilianos Kingu, seus controladores ocultos.
Barão David René James de Rothschild (à esquerda) com o Papa Francisco.

O escritor judeu Arthur Koestler lançou seu livro “A Décima Terceira Tribo” em 1976, onde, a partir de suas pesquisas, confirmou que os judeus atuais não tem nenhuma reivindicação histórica à terra de Israel. Eles não são os hebreus bíblicos e certamente não são “semitas”. Eles não são originários do Israel bíblico, mas de um povo turcomano conhecido como Khazares, cujo território se estendia por partes da atual Rússia meridional e sudeste da Ucrânia. Alfred M. Lilienthal, um ex-funcionário judeu do Departamento de Estado americano, chamou esses fatos de “calcanhar de Aquiles de Israel”, porque destrói as reivindicações sionistas à terra dos hebreus bíblicos.
Os historiadores acreditam que os Khazares sejam descendentes da tribo turca, conhecida como hunos ou huno, que invadiu e devastava a Europa a partir da Ásia por volta de 450 d.C. Os territórios dos hunos se estendiam, em certa época, da Ásia Central à Europa Central, da Sibéria e da China ao norte da Índia. Eles eram um agrupamento de tribos e linhagens resultantes do cruzamento com diversos povos, incluindo chineses e sumérios. Os hunos são mais lembrados por seu líder, Átila, o Huno, que tomou o poder matando seu irmão, Buda, que deu nome à cidade húngara de Budapeste.
Assim como os hunos, os Khazares falavam uma língua turca e acredita-se que sejam o mesmo povo. Os Khazares controlavam um grande e poderoso império “pagão” que se estendia por quase toda a Rússia, até os Montes Urais, a leste, e as montanhas do Cáucaso, ao sul. Eles ganhavam a vida como comerciantes e “intermediários”, cobrando impostos sobre as mercadorias transportadas nas rotas comerciais por suas terras. Sua influência na Europa Oriental estendeu-se aos países que hoje conhecemos como Polônia, Tchecoslováquia, Áustria, Hungria, Romênia e Bulgária. Os Khazares eram adoradores fálicos e praticavam rituais de sacrifício humano.
Por volta de 740 d.C., o Rei da Khazaria, Rei Bulan, adotou a religião do judaísmo e toda a nação fez o mesmo. Diz a lenda que o Rei Bulan foi instruído a fazer isso em sonhos ou visões, mas foi claramente uma manobra política para evitar ser absorvido pelo mundo cristão ou islâmico de ambos os lados. O certo é que os Khazares, ancestrais de pelo menos 90% dos que se autodenominam “judeus” hoje, não tinham nenhuma ligação com a terra chamada Israel. Seu lar não era o Mar Morto, mas o Mar Cáspio, que ficou conhecido como “Mar Khazar”. Arthur Koestler escreve que “uma nação guerreira de judeus turcos deve ter parecido aos rabinos tão estranha quanto um unicórnio circuncidado”.
Certamente, a região do Cáucaso é tão associada à raça branca que, na América do Norte, os brancos ainda são chamados de “caucasianos”. Os Khazares lutaram, fizeram alianças e cruzaram com povos como os vikings Rus (que se tornaram os russos) e os magiares, com quem mantinham relações extremamente próximas. Os Khazares se converteram ao judaísmo (outra religião da Babilônia) por volta de 740 d.C. e são os ancestrais daqueles que controlam Israel desde sua formação em 1948.
Os Khazares tiveram laços estreitos com o Império Bizantino, que fazia parte do Império Romano centrado em Constantinopla, e houve casamentos entre eles. Os Rothschilds podem ter conexões de sangue “real” com o Império Romano.
A religião sempre foi usada para fins políticos pelas elites no poder. Na verdade, esse provavelmente sempre foi seu propósito. Ao organizar o culto, o rei procurou colocar a vida total da nação sob o domínio da “divindade nacional”. O rei construiu um templo para o deus da nação e construiu um palácio para si mesmo como “regente terreno do deus”. Ele estabeleceu santuários como centros de culto e administrativos e criou outras estruturas para armazenamento e segurança. Ele nomeou funcionários públicos particulares e outros para implementar a política real e destacou militares. Ele fixou o calendário religioso e cumpriu os deveres de culto do chefe de Estado. Assim “a religião era um braço da administração real” e servia para controlar as massas ingênuas, ignorantes e supersticiosas.
A INVENÇÃO DO JUDEU MODERNO
A tentativa de justificar o sionismo através da genética lembra os procedimentos dos antropólogos do final do século XIX que se propuseram cientificamente a descobrir as características específicas dos europeus. Até hoje, através de pesquisas genéticas recentes publicadas na revista Nature e no American Journal of Human Genetics, nenhum estudo baseado em amostras anônimas de DNA conseguiu identificar um marcador genético específico para judeus, e não é provável que qualquer estudo o faça.
O que muitas vezes fica de fora da discussão é o fato de que o judaísmo também já foi uma religião proselitista semelhante à do cristianismo e do islamismo (que são apenas sabores diferentes do monoteísmo abrâmico, também conhecido como fascismo original). Não existe tal raça biológica “judaica” que se originou do que hoje é Israel. Os “hebreus” originais vieram de Ur, no sul da Mesopotâmia, e migraram para o Levante, onde não tiveram problemas em se converter e se casar com os nativos cananeus.
Isso está bem documentado. Os judeus asquenazes e sefarditas agrupam-se mais estreitamente com os turcos modernos (também com gregos, arménios e curdos). Houve também muitos exemplos de proselitismo depois disso, incluindo nações inteiras sendo convertidas ao judaísmo. Entre 1000 e 1200, estima-se que pelo menos 15.000 homens e mulheres se converteram do cristianismo ao judaísmo (Noiman Golb 1987) no mundo islâmico, onde a conversão de não muçulmanos ao judaísmo não era proibida. De fato, até que a conversão ao judaísmo foi proibida tanto por cristãos quanto por muçulmanos, o judaísmo era ativamente proselitista.
Vários imperadores romanos, como Sétimo Severo em 202, Constantino em 329, Constâncio II em 353 e Honório em 409, emitiram decretos impondo penalidades drásticas para os judeus que faziam proselitismo. Conversões generalizadas ao judaísmo ocorreram em toda a Eurásia e África, afetando uma variedade de populações, incluindo etíopes, indianos (judeus cochineses e bene-israelenses), chineses (judeus kaifeng), berberes, curdos, khazares, iemenitas e árabes.
O livro “A invenção do povo judeu. Quando e como o povo judeu foi inventado?” é um estudo da historiografia do povo judeu realizado por Shlomo Sand, professor de História na Universidade de Tel Aviv. Esse livro gerou uma controvérsia acalorada. Sand começou seu trabalho buscando estudos de pesquisa sobre o exílio forçado de judeus da área hoje delimitada pelo Israel moderno e regiões vizinhas. Ele ficou surpreso por não ter encontrado tal literatura, diz ele, dado que a expulsão dos judeus da região é vista como um evento constitutivo da história judaica.

A conclusão a que chegou da sua investigação subsequente é que a expulsão simplesmente não aconteceu, que ninguém exilou o povo judeu da região e que a Diáspora é essencialmente uma invenção moderna. Ele explica o aparecimento de milhões de judeus em todo o Mediterrâneo e noutros lugares como algo que surgiu principalmente através da conversão religiosa da população local, dizendo que o Judaísmo, ao contrário da opinião popular, era em grande parte uma “religião de conversão” em tempos anteriores. Ele sustenta que as conversões em massa foram provocadas pela primeira vez pelos hasmoneus sob a influência do helenismo e continuaram até que o cristianismo ascendeu ao domínio no século IV d.C
Sand argumenta que é provável que a ancestralidade da maioria dos judeus contemporâneos venha principalmente de fora da antiga Terra de Israel e que uma “raça-nação” de judeus com uma origem comum nunca tenha existido. Tal como a maioria dos cristãos e muçulmanos contemporâneos são descendentes de pessoas convertidas e não dos primeiros cristãos e muçulmanos, o judaísmo era originalmente, tal como os seus dois primos, uma religião proselitista. Muitos da população judaica mundial atual são descendentes de grupos europeus, russos e africanos.
Segundo Sand, os judeus originais que viviam em Israel, ao contrário da crença popular, não foram exilados após a revolta de Bar Kokhba. Sand argumenta que a maioria dos judeus não foi exilada pelos romanos e foi autorizada a permanecer no país. Muitos judeus se converteram ao islamismo após a conquista árabe e foram assimilados entre os conquistadores. Ele conclui que os progenitores dos árabes palestinos eram judeus
A explicação de Sand sobre o nascimento do “mito” de um povo judeu como um grupo com uma origem étnica comum foi resumida da seguinte forma: “Numa certa fase do século XIX, intelectuais de origem judaica na Alemanha, influenciados pelo caráter popular do nacionalismo alemão, assumiram a tarefa de inventar um povo “retrospectivamente” por sede de criar um povo judeu moderno. A partir do historiador Heinrich Graetz, os historiadores judeus começaram a desenhar a história do Judaísmo como a história de uma nação que tinha sido um reino, tornou-se um povo errante e, finalmente, deu meia-volta e regressou ao seu local de nascimento.”
Sand acredita que a ideia dos judeus serem obrigados a regressar do exílio para a Terra Prometida era estranha ao Judaísmo antes do nascimento do Sionismo, e que os lugares sagrados eram vistos como lugares pelos quais ansiar, e não onde viver. Pelo contrário, durante 2.000 anos os judeus permaneceram longe de Jerusalém por que a sua religião os proibia de regressar até que o Messias viesse. Segundo Sand, a ancestralidade dos judeus da Europa Central e Oriental decorre em grande parte dos khazares turcos medievais que se converteram ao judaísmo, uma teoria que foi popularizada num livro escrito por Arthur Koestler em 1976. Esses khazares convertidos ao judaísmo são os judeus asquenazes.
http://en.wikipedia.org/wiki/The_Invention_of_the_Jewish_People
O “Israel” bíblico existiu? O Antigo Testamento é um conto de fadas?
A história de um dos locais mais sagrados para judeus e muçulmanos foi reescrita após uma descoberta surpreendente. Moedas datadas de 17/18 d.C. foram descobertas sob o Muro das Lamentações do Monte do Templo em Jerusalem, fornecendo confirmação científica de que a construção do Muro não foi concluído durante a vida do Rei Herodes. Isso prova que o Muro, supostamente construído por Herodes, o rei judeu que aparece com destaque nos Evangelhos, foi de fato construído muito mais tarde.
As moedas confirmam um relato contemporâneo de Flávio Josefo (Flavius Josephus), um general judeu que se tornou historiador romano. Escrevendo após uma revolta judaica contra Roma e a destruição do Templo por legionários romanos em 70 d.C., ele relatou que o trabalho no Monte do Templo havia sido concluído apenas pelo Rei Agripa II, bisneto de Herodes, duas décadas antes de todo o complexo ser destruído.
“…precisamos reconhecer que nossa compreensão como povo e como nação não tem relação com nenhum Israel histórico conhecido…Eles criaram este ‘Israel’, não como já existiu em um período anterior, mas de uma forma que fosse significativa para eles mesmos”. Thomas L. Thompson (O Passado Mítico: Arqueologia Bíblica e o Mito de Israel)
“O Egito existiu. Seus monumentos, templos, túmulos, mastabas e vastas pirâmides testemunham isso irrefutavelmente. O Panteão, o Coliseu, o Fórum e outros monumentos testemunham a existência de Roma. Os antigos fortes circulares, marcos, túmulos e círculos de pedra são prova das civilizações gaélica e celta. Na Índia, Mohanjo Daro, Harappa, Jantar e Benares revelam claramente o existência de uma civilização ariana outrora avançada. Em toda a Escandinávia um pode ver os navios vikings restaurados e incríveis alinhados astronomicamente estruturas construídas pelas raças nórdicas. Na Alemanha, enterros intrincados em montes e túmulos indicam claramente a presença dos Teutões. A Judeia não fez nenhuma descoberta em matemática ou astronomia; seus artesãos não produziram grandes esculturas, monumentos, templos, edifícios públicos ou feitos de engenharia comparáveis aos do Egito, Grécia ou Babilônia” – Ernest Busenbark (Símbolos, Sexo e as Estrelas)
“Onde então, perguntamos, estão os monumentos, templos, edifícios estatais, barragens, fazendas, poços e casas que indicam a existência de Israel e Judá? Eles não estão em lugar nenhum para ser encontrado. Sim, por mais estranho que possa parecer, e por mais difícil que seja aceitar mentalmente, continua sendo um fato incontestável de que NÃO existe NENHUMA EVIDÊNCIA para apoiar o legitimidade de uma nação israelita topograficamente posicionada durante os tempos conjecturado por “especialistas”. De as disciplinas de arqueologia, etnologia, história e geografia, lá vem muito pouco em termos de evidências que apoiem a existência para nações de Israel ou Judá.
Não há evidências de uma monarquia israelita unida, não há evidência de uma localização física, nos tempos antigos, da chamada Jerusalém, nem para um Templo de Jerusalém. Não há evidências de guerras para a conquista da Palestina e nenhuma evidência para os reis de Israel e Judá (Saulo, Davi, Salomão). Sim, temos a Bíblia e histórias vexatórias e espúrias de sua existência, mas tragicamente difícil como é para a maioria das pessoas compreender, histórias não são provas.
Infelizmente, dos muitos milagres mencionado na Bíblia e pelo clero, o milagre de como as pessoas passou a acreditar em bobagens absolutas nunca foi elucidado. Em lugar nenhum na Torá (também chamada de Pentateuco, ou os primeiros cinco livros do Bíblia) há alguma menção a Jerusalém, muito menos a um templo em qualquer lugar em Jerusalém. E para um judeu, a Torá é a lei e o modelo de Deus para toda a existência pacífica da humanidade” – Stephen M. São João
“Muitos escritores desta época nem sequer tinha consciência da existência da Judéia. O historiador grego Heródoto, meticulosamente exato em sua documentação das nações e povos do mundo conhecido, refere-se apenas aos sírios da Palestina…quando ele descreve a área” – José Atwill (O Messias de César)
“A adoção do nome “Israel” pelo estado sionista que foi criado na Palestina em 1948 era uma falsa pretensão transparente” – Douglas Reed (Controvérsia de Sião)
“…Não, não só não há provas de que as doze tribos de Israel já existiram, mas Heródoto, o mais preciso dos historiadores, que estava na Assíria quando Esdras floresceu, nunca menciona os israelitas…Como isso é possível?” – Helena Petrovna Blavatsky (A Doutrina Secreta, vol 3)
“Qualquer coisa como uma tribo pura de Judá deve ter desaparecido um pouco séculos antes de Cristo, o mais tardar”– Douglas Reed (Controvérsia de Sião)
TODO o monoteísmo abraâmico (judaísmo, cristianismo e islamismo) é uma invenção para controlar os corações e mentes das pessoas. As religiões sempre foram usadas por reis e sacerdotes para galvanizar seu poder e manter o controle sobre as mentes da massa de ingênuos e supersticiosos sob seu domínio. O domínio sobre as massas era o objetivo principal, e pouco mudou nesse aspecto. Os reis persas, Ciro e Dario, criaram o judaísmo na Babilônia.
Os cinco primeiros livros — Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio — compõem a Torá, a história de Israel, desde a narrativa da criação em Gênesis até a morte de Moisés. Poucos estudiosos hoje duvidam que ela tenha atingido sua forma atual no período persa (538-332 a.C.) e que seus autores constituíam a elite que controlava o Templo naquela época. Como sabemos, eram Ciro, o Grande, Dario, o Grande, e seus escribas zoroastristas que controlavam o Templo naquela época.
Os livros de Josué, Juízes, Samuel e Reis seguem, formando uma história de Israel desde a Conquista de Canaã até o Cerco de Jerusalém, c. 587 a.C. Há um amplo consenso entre os estudiosos de que estas se originaram como uma única obra (a chamada “história deuteronomista”) durante o exílio babilônico do século VI a.C. Os dois livros de Crônicas abrangem praticamente o mesmo material que o Pentateuco e a história deuteronomista e provavelmente datam do século IV a.C. Esses livros foram escritos na Babilônia por escribas zoroastrianos babilônicos.
Crônicas se relaciona com os livros de Esdras e Neemias, que provavelmente foram concluídos durante o século III a.C. O Antigo Testamento católico e ortodoxo contém de dois (Antigo Testamento católico) a quatro (ortodoxos) livros dos Macabeus, escritos nos séculos II e I a.C.
Os livros de história constituem cerca de metade do conteúdo total do Antigo Testamento. Dos restantes, os livros dos vários profetas – Isaías, Jeremias, Ezequiel, Daniel e os doze “profetas menores” – foram escritos entre os séculos VIII e VI a.C., com exceção de Jonas e Daniel, que foram escritos muito mais tarde. Os livros da “Sabedoria” e outros – Jó, Provérbios e assim por diante – datam entre o século V a.C. e o século II ou I a.C., com exceção de alguns dos Salmos.
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