Os alimentos ultraprocessados (UPFs na sigla em inglês) são uma grande ameaça à saúde pública que deve ser abordada com urgência, de acordo com uma nova série de artigos de autoria de 43 especialistas globais na revista médica Lancet. Os cientistas argumentam que os UPFs são agora cada vez mais comuns em todo o mundo e estão ligadas a um declínio na qualidade da dieta e a uma série de doenças, da obesidade ao câncer.

UPFs são uma classe de alimentos ou bebidas feitos usando técnicas de processamento, aditivos químicos e ingredientes industriais que têm valor nutricional limitado. Exemplos incluem refrigerantes carbonatados, batatas fritas, salgadinhos, macarrão instantâneo, biscoitos recheados, cereais matinais, queijos, doces e carnes processadas.

O Gabinete do Procurador da Cidade de São Francisco entrou com uma ação judicial contra várias grandes empresas que fabricam alimentos ultraprocessados, alegando que as corporações conscientemente criaram produtos viciantes que causam doenças, a fim de impulsionar as vendas.

“Esses produtos em nossas dietas estão profundamente ligados a problemas de saúde graves”, disse o procurador da cidade, David Chiu, em um discurso durante o briefing sobre o processo. “Nosso caso é sobre empresas que projetaram alimentos para serem prejudiciais e viciantes e comercializaram seus produtos para maximizar os lucros.”

Hora da responsabilização: São Francisco processa os maiores fabricantes de alimentos ultraprocessados. 1

Responsabilizando a indústria alimentícia finalmente.

O Gabinete do Procurador da Cidade de São Francisco processou alguns dos maiores fabricantes de alimentos ultraprocessados:

• Kraft Heinz Company — Gigante por trás de Lunchables, queijos processados, refeições prontas e muitos outros produtos básicos ultraprocessados.

• Mondelez International — Fabricante de marcas conhecidas como Oreo, Chips Ahoy e muitos biscoitos e guloseimas.

• The Coca-Cola Company — Titã global de bebidas, há muito criticada por suas bebidas açucaradas.

• PepsiCo — Outra grande corporação de bebidas e salgadinhos.

• Post Holdings — Conhecida por cereais processados ​​e outros alimentos embalados.

• General Mills — Fabricante de muitos cereais matinais e produtos alimentícios processados.

• Nestlé USA — O braço americano de um conglomerado global de alimentos, com muitas marcas de alimentos processados ​​sob seu guarda-chuva.

• Kellogg Company — Conhecida por cereais, salgadinhos e alimentos associados a dietas ultraprocessadas.

• Mars, Incorporated — Conhecida por seus salgadinhos, doces e alimentos processados.

Conagra Brands — Produtora de refeições processadas, salgadinhos e outros produtos alimentícios de mercado de massa.

O “interessante” é que esses 10 fabricantes de UPFs que foram processados tem como maiores acionistas os fundos de investimento Vanguard e BlackRock, que também são os maiores acionistas dos principais fabricantes de medicamentos e vacinas. Quanta “coincidência” né?

Eles lucram bilhões vendendo lixo disfarçado de “alimento” que causará doenças nas pessoas e depois lucram outros bilhões vendendo medicamentos para tratar essas doenças. Muita coisa que é vendida nos supermercados é puro lixo sem valor nutricional cheio de aditivos químicos para enganar o paladar e viciar as pessoas. É um GOLPE! O mesmo se aplica ao McDonald’s e outras marcas famosas.

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Você conhece aquele creme no meio dos Oreos? “Não é creme de jeito nenhum. É óleo de colza, batido com emulsificantes que agem como cola comestível, mantendo o lodo unido. Originalmente um lubrificante industrial, o óleo de colza é extraído usando hexano, uma neurotoxina conhecida ligada a danos nos nervos e declínio cognitivo a longo prazo.

Etapas de refino subsequentes, incluindo branqueamento e desodorização em altas temperaturas, promovem a formação de subprodutos nocivos, como aldeídos, conhecidos por causar inflamação, resistência à insulina e aumento do risco de câncer.

O aquecimento do óleo de colza em altas temperaturas leva à formação de hidrocarbonetos aromáticos policíclicos (HAPs), também conhecidos por serem cancerígenos. Ou seja, PARE DE CONSUMIR óleo de colza se você valoriza sua saúde. É esse tipo de PORCARIA que eles vendem nos supermercados e lojas para consumo humano. Depois você não sabe porque fica doente.

O corante amarelo usado em Cheetos foi esfregado na pele de ratos. Em poucos minutos, a pele do rato ficou transparente, revelando seus vasos sanguíneos e órgãos. Embora o corante seja considerado seguro para humanos, esse resultado levantou algumas questões sérias sobre quais efeitos a longo prazo esses aditivos podem ter em nossa saúde.

Até 1973 as pessoas eram mais magras e saudáveis do que hoje pois os supermercados não estavam abarrotados de alimentos ultraprecessados cheios de açúcar, sal e produtos químicos viciantes. A população está sendo envenenada com alimentos tóxicos e vacinas tóxicas para a agenda de despovoamento das elites maçônicas globalistas.

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O processo alega que essas empresas criaram uma crise de saúde pública: projetando alimentos para serem o mais viciantes possível, comercializando-os agressivamente, muitas vezes visando crianças e comunidades vulneráveis, e minimizando ou ocultando seus danos à saúde a longo prazo, incluindo obesidade, diabetes, doenças cardíacas, câncer e outras doenças crônicas:

• Publicidade enganosa/deturpação — Comercialização de alimentos ultraprocessados ​​como alimentos “normais” ou seguros, muitas vezes insinuando que são saudáveis ​​ou inócuos.

• Falha em alertar — Não informar claramente os consumidores sobre os riscos à saúde (por exemplo, alto risco de obesidade, diabetes tipo 2, esteatose hepática, etc.) associados ao consumo excessivo de alimentos ultraprocessados.

• Direcionamento a populações vulneráveis ​​— Incluindo crianças, famílias de baixa renda e comunidades minoritárias.

• Negligência e violação de garantias implícitas/expressas — Visto que os alimentos devem ser razoavelmente seguros para o consumo comum.

Os danos à saúde supostamente associados aos alimentos ultraprocessados ​​incluem obesidade, diabetes tipo 2, doença hepática gordurosa não alcoólica e diversas doenças crônicas. Em linhas gerais: o processo argumenta que essas empresas modificaram os alimentos para maximizar o lucro, usando aditivos, realçadores de sabor, prolongadores de prazo de validade e marketing agressivo, em detrimento da saúde pública.

Este é o primeiro processo desse tipo nos Estados Unidos e busca não apenas penalidades financeiras, mas também mudanças estruturais: advertências reais, responsabilização real e o fim das práticas de marketing enganosas que normalizaram os falsos “alimentos” repletos de substâncias químicas como nutrição diária.

Além do mero lucro, a razão pela qual tantos aditivos, realçadores de sabor e prolongadores de validade são colocados nos alimentos ultraprocessados é para manter a população doente. Seu consumo causa um estado degenerativo acelerado no corpo humano, o que, por sua vez, também causa inúmeros problemas de saúde que a população em geral não associa a esses aditivos e a esses tipos de alimentos, pois agem de forma progressiva e cumulativa.

As pessoas simplesmente não conectam ou não querem conectar os pontos, e isso, é claro, também beneficia a indústria oficial da saúde, que também tem apenas lucro em mente, bem como a redução e o controle populacional.

Leia mais: Cidade dos EUA processa empresas de alimentos ultraprocessados, buscando “restituição” por custos com saúde.

Antes de 1950, as doenças cardíacas eram incomuns e menos de 10% dos americanos eram considerados obesos. Então ocorreu uma mudança. De repente, a manteiga era o inimigo e os óleos de sementes eram saudáveis para o coração. E dentro de uma geração, a obesidade, o diabetes e as doenças cardíacas explodiram. “Isso não é uma coincidência.

A Taygeteana Mari Swarru fez um interessante vídeo chamado “Cuidado com a comida processada replicada” onde ela fala sobre falsos alimentos criados usando uma máquina replicadora, como a que muitas raças estelares usam para outros fins. É comida que foi colocada em uma máquina que escaneia o original e imprime quantas cópias forem necessárias.

Esta é uma tecnologia oficialmente superior à encontrada na Terra. No entanto, grandes empresas de alimentos processados estão usando-a cada vez mais, especialmente na China, mas ela está se espalhando para outros lugares do mundo, incluindo o Ocidente. Como de costume, aqueles que estão no poder não dizem às pessoas em que nível de tecnologia estão realmente, ou qual o nível de tecnologia que possuem.

O problema é que, quando o alimento é replicado, a cópia não é um clone químico perfeito do original, então a replicação do alimento resulta em um composto tóxico, não nutritivo e inútil. Mas as máquinas replicadoras usadas para copiar alimentos ultraprocessados podem muito bem copiar seus componentes químicos vazios e todos os conservantes, intensificadores e aromatizantes artificiais. E hoje, as maiores corporações do planeta as utilizam, especialmente aquelas que não precisam cumprir inspeções de qualidade e regulamentações sanitárias ou que receberam imunidade daqueles que estão no poder.

A predatória indústria farmacêutica fatura muito com o vício das pessoas em alimentos ultraprocessados que causam doenças crônicas, pois isso simplesmente significa mais clientes fiéis para comprar medicamentos. E o que as empresas de alimentos ultraprocessados e as empresas farmacêuticas tem em comum? Elas tem como maiores acionistas os fundos de investimento Vanguard, BlackRock e State Street, que pertencem as mesmas elites maçônicas globalistas.

O Secretário de Saúde dos EUA, RFK Jr., enfatizou que muitos dos problemas de doenças crônicas nos EUA, e outros países, se devem as indústrias farmacêutica e de alimentos processados, que compraram as agências governamentais dos EUA, e que a corrupção se alastrou a tal ponto que os alicerces da nação estão sendo destruídos pela ganância desenfreada e destrutiva.

Alimentos processados feitos para viciar: O segredo da indústria do tabaco? 2

A ligação entre alimentos hiperpalatáveis e o tabaco reside na sua criação por indústrias que usam estratégias semelhantes para gerar dependência, como o uso muitos aditivos, açúcar, sal e gordura em alimentos ultraprocessados, ou sabores e aromas em produtos de tabaco para torná-los viciantes. Muitas dessas empresas são, na verdade, as mesmas que antes focavam apenas no tabaco.

A indústria alimentícia pode ter aprendido com a indústria do tabaco como criar produtos que maximizam o prazer e a compulsão, o que leva a problemas de saúde pública. Existem muitos perigos nos alimentos processados e seus aditivos e conservantes, como o glutamato monossódico, encontrado em muitos alimentos em todo o mundo.

Alimentos hiperpalatáveis feitos para viciar: O segredo da indústria do tabaco?

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Renato Cunha
O blog Stylo Urbano foi criado pelo estilista Renato Cunha para apresentar aos leitores o que existe de mais interessante no mundo da moda, artes, design, sustentabilidade, inovação, tecnologia, arquitetura, decoração e comportamento.

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