Entre as décadas de 1940 e 1950, a Cabala/Deep State desenvolveu naves espaciais avançadas na Alemanha e nos Estados Unidos, fazendo engenharia reversa com os OVNIs alienígenas acidentados que foram capturados. O presidente Dwight D. Eisenhower sancionou a Lei Nacional de Aeronáutica e Espaço em 29 de julho de 1958, criando formalmente a NASA. Essa agência foi criada para distrair o mundo com um falso programa espacial usando foguetes, enquanto oculta o verdadeiro Programa Espacial Secreto dos EUA, o SSP.

Um OVNI em forma de sino caiu perto da Magenta, a oeste de Milão em 13 de junho de 1933. Foram recuperados dois corpos no interior. Os ocupantes se pareciam com humanos nórdicos. Esse OVNI foi confiscado pelos militares americanos. Em 1938, uma nave do tipo disco caiu numa  área isolada nos Alpes da Baviera, Alemanha. Era uma nave semelhante a que caiu em 1947 no noroeste de Roswell, no Novo México/EUA.

Este OVNI que caiu na Baviera, no entanto, estava em boas condições gerais, em que a estrutura foi comprometida, mas o motor/unidade anti-gravidade não estava danificado, e seus dois tripulantes sobreviveram. O interessante é que os dois sobreviventes do pouso forçado também tinham aparência de humanos nórdicos. Vários OVNIs foram abatidos por militares americanos e russos.

A nave dos Greys de Zeta Reticuli que caiu em Roswell foi abatida com o uso de microondas direcionadas de radares militares. O objetivo era recuperar a tecnologia ET. A energia das microondas interfere com os sensores de algumas naves que cegam seus computadores. Isso não permite que eles saibam a frequência exata do fluxo gravitacional em que a nave está localizada. Causando erros com sistemas de cancelamento de gravidade, resultando em acidentes.

Embora os ocupantes das naves que caíram na Itália e Alemanha e os ocupantes da nave que caiu em Roswell não tivessem nenhuma relação, a tecnologia envolvida parece ter sido surpreendentemente similar. Mas os esforços de recuperação e engenharia reversa empreendidos pelos cientistas da Alemanha e Estados Unidos tiveram sucesso e se tornou o SSP.

O lema da Cabala é “O mundo não é o bastante”. Desde 1964, a Cabala está usando o SSP como uma corporação privada de exploração espacial para invadir outros planetas e civilizações para roubar seus recursos. Foi chamado de Conglomerado Corporativo Interplanetário (ICC). O SSP tem uma base de operações na Antártida e outra em Marte. A Cabala conseguiu sair da Terra e explorar o espaço com a proteção dos 12 membros do Conselho da Federação Galáctica local, que foram presos recentemente.

A maioria das pessoas não está preparada para ideias, teorias e até mesmo fatos fora da sua “zona de conforto” pois passaram suas vidas sob o controle mental da mídia e dos governos, que são controlados nos bastidores pelas sociedades secretas da Cabala Illuminati (Maçonaria, Jesuítas, Vaticano). Essas pessoas não tem a mínima ideia de como esse mundo realmente funciona.

Mari Swa apresentou dois vídeos em seu canal no Youtube dizendo que mercenários do SSP montaram secretamente uma base de operações dentro da grande nave biosfera Viera, sede local da Federação Galáctica, que fica escondida atrás da Lua. A Cabala teve ajuda dos 12 membros do Conselho da Federação para infiltrar mais de 6.000 soldados ciborgues zumbis e vários cães robóticos da DARPA dentro da área florestal da Viera.

Esses mercenários do SSP fingiram ser Alfrateanos, uma das raças que são membros da Federação. Eles armaram um campo de batalha dentro da nave contra tropas dos Taygeteanos e Urmahs. A Cabala da Terra estava sendo protegida pelos 12 membros do Conselho da Federação que foram presos na Viera. A batalha que aconteceu dentro da área florestal foi uma resposta furiosa da Cabala contra a prisão de seus comparsas.

A Viera tem forma triangular com 811 km de comprimento, 50 km de altura e 300 km de largura em uma das laterais. As áreas habitacionais ficam presas no casco lateral da nave e a área florestal fica no meio, tendo o tamanho do Vietnã ou estado da Flórida nos EUA. Por isso se chama biosfera.

O pequeno exército de soldados ciborgues zumbis que foram eliminados pelos Taygeteanos e Urmahs são o resultado do projeto de super soldados da DARPA, o braço de pesquisa militar do Pentágono. Os mercenários da Cabala foram até a Viera com as naves espaciais do SSP utilizando códigos de identificação das naves dos Alfrateanos, para se passar por eles.

Eles não usaram portais de salto pois os Andromedanos teriam detectado seus picos de energia sempre que estivessem ativos ou em uso. Eles entraram em pequenos grupos por um longo período de tempo. Esses mercenários não eram um exército de reação para enfrentar os avanços da tríade (Taygeteanos, Antarianos e Urmahs), eles já estavam estacionados na Vieira há muito tempo e faziam parte de algum tipo de força de ocupação de segurança trabalhando para a Cabala e seu SSP para garantir seu domínio da nave Andromedana.

Eles não chegaram em grande número por que os Andromedanos teriam ficado alarmados. A Vieira é um centro multicultural, um local de reunião para inúmeras raças estelares perto da Terra. Eles são livres, ou eram livres, para entrar e sair à vontade e os Andromedanos agiram de boa vontade, assumindo que todos são pacíficos e honrosos, e essa é uma das maiores razões pelas quais tudo isso aconteceu, já que a suposição costuma ser a mãe de todos os problemas.

Mas os soldados ciborgues zumbis e vários cães robóticos da DARPA não tiveram nenhuma chance contra a força esmagadora das tropas Taygeteanas e Urmahs.

Os soldados ciborgues zumbis da DARPA

Fundada em 1958 pelo presidente Dwight D. Eisenhower, a Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa (DARPA) é uma agência independente do Departamento de Defesa dos Estados Unidos (DOD) responsável pelo desenvolvimento de todo o tipo de armas avançadas e outros sistemas.

Um nome mais apropriado seria “Agência de Projetos de Pesquisa Diabolicamente Apocalíptica”. A DARPA iniciou seu projeto de super soldados fortemente financiado para “melhorar a capacidade humana em zonas de guerra, alterando o código genético dos seus soldados.”

O objetivo é alcançar a supremacia no campo de batalha, criando super soldados que não têm empatia, são totalmente obedientes, mais focados e muito mais fortes do que os homólogos inimigos. A DARPA desenvolveu soldados ciborgues zumbis que não demonstraram medo e nenhum interesse em salvar suas próprias vidas. Eles se comportaram como criaturas delirantes que continuaram a atacar mesmo se perderem um braço ou perna.

Quanto à parte do cérebro responsável pela empatia e misericórdia, os cientistas da DARPA descobriram que ela pode ser efetivamente desligada através da terapia genética. Isso criaria essencialmente um soldado quem é alheio ao medo, fadiga e emoções. A pesquisa mais controversa da agência tem sido na área de modificar geneticamente um ser humano para executar tarefas e funcionar de maneiras que atualmente não são viáveis.

Em particular, as modificações incluiriam o desenvolvimento de soldados que pudessem passar até 40 horas sem dormir, transportar cargas pesadas, passar dias sem comer e comunicar-se telepaticamente. O que torna isto ainda mais perturbador é o Projeto de Sistema de Engenharia Neural (NESD) que se concentra no controlo cerebral. O NESD visa desenvolver uma interface neural implantável capaz de fornecer resolução de sinal sem precedentes e largura de banda de transferência de dados entre o cérebro humano e o mundo digital.

A interface serviria como tradutora, convertendo entre a linguagem eletroquímica utilizada pelos neurônios do cérebro e os uns e zeros que constituem a linguagem da tecnologia da informação. O objetivo é alcançar esse link de comunicação em um dispositivo biocompatível de tamanho não superior a um centímetro cúbico.

Entre as aplicações potenciais do programa estão dispositivos que poderiam compensar os déficits de visão ou audição, alimentando informações auditivas ou visuais digitais no cérebro em uma resolução e qualidade experiencial muito maior do que é possível com a tecnologia atual. Além de chips neurais, a DARPA também desenvolveu parasitas geneticamente modificados para controlar a mente de uma pessoa, transformando-a num zumbi teleguiado por Inteligência Artificial.

O mesmo homem que criou a DARPA e a NASA, o presidente Dwight D. Eisenhower, é exatamente o mesmo homem que também nos alertou sobre os perigos do Complexo Industrial Militar. Há vários anos a DARPA vem trabalhando com microchips no cérebro. Foi a DARPA que desenvolveu a vacina “segura e eficaz” do COVID, com grafeno, nanotecnologia e parasitas. Então você faz as contas e vê como tudo isso se soma.

Eisenhower foi o 34º Presidente dos Estados Unidos de 1953 até 1961. Antes disso, de 1945 a 1953, foi Chefe do Estado-Maior do Presidente Harry S. Truman. O presidente Truman estabeleceu o Grupo de Estudos Especiais Majestic 12 ou MJ-12 para investigar a atividade de OVNIs após a queda de duas naves dos Greys de Zeta Reticuli em Roswell no Novo México, em julho de 1947. A CIA também foi criada em 1947 por Truman, alguns meses depois do incidente de Roswell.

O presidente Truman assinou a autorização para criar a Operação Paperclip em agosto de 1945, mas a corrida para importar cientistas e engenheiros nazistas para os Estados Unidos começou antes mesmo do fim da guerra. Depois que os nazistas foram importados para os EUA, eles se infiltraram em todos as áreas do governo americano e assumiram o controle de seu complexo militar industrial, sem o conhecimento do povo americano.

Os separatistas nazistas que estavam escondidos numa base na Antártida resolveram mostrar seu poderio tecnológico e invadiram a capital dos EUA em 1952 com uma frota de seus discos voadores Haunebu e pressionaram o governo Truman e Eisenhower a negociar um acordo secreto com eles. Sociedades Ocultas Nazistas infiltraram-se em todas as corporações de alta tecnologia e posições de poder dentro do complexo militar industrial americano.

Eles têm se envolvido em todos os programas e projetos espaciais ocidentais desde então. A DARPA e a NASA foram idealizados por esses nazistas infiltrados nos EUA. Em 1954, o presidente Eisenhower assinou o Tratado de Greada com os regressivos Greys de Orion, representados pelos Etorthans. Nessa época o programa espacial secreto nazista se fundiu com o programa espacial secreto americano, criando o SSP.

O presidente Eisenhower teve contato duas vezes com os Taygeteanos das Plêiades. Duas vezes em 1954, ele se encontrou com uma mulher chamada Rashell, do Alto Conselho de Taygeta, na base militar Edwards AFB na Califórnia. Em março de 1957, Valiant Thor encontrou-se com Eisenhower em Washington DC. Ele recebe status VIP e se mudou para um apartamento no Pentágono por três anos, para trabalhar para o governo. Valiant Thor disse que era de Vênus mas ele era de Taygeta e seu nove verdadeiro era Thorel. Eles estava numa missão de espionagem.

Em 2008, Taygeta já tinha em mente que é inútil conversar com representantes oficiais da Terra, ou seja, políticos. Por que eles não representam a população em geral e por que os Taygeteanos tiveram más experiências com eles desde 1952. O presidente dos EUA, Eisenhower, os ignorou completamente e seus sucessores fizeram o mesmo. Nikita Khrushchev, da Rússia, teve contato com Rashell. Ele ouviu seus apelos e evitou em grande parte a crise dos mísseis de Cuba de 1961-62, mas depois foi retirado do Polyburo soviético e isolado pois ele queria compartilhar seu contato com os Taygeteanos com o mundo.

Ouça o homem que criou a DARPA, NASA e fez acordos com alienígenas

Em 17 de janeiro de 1961, o Presidente Eisenhower deu à nação um terrível aviso sobre o que ele descreveu como uma ameaça ao governo democrático. Ele o chamou de complexo militar-industrial, uma formidável união de empreiteiros de defesa e as forças armadas. Neste vídeo está todo o discurso, mas ela menciona com complexo militar industrial na marcação 08:38.

Os Andromedanos e suas grandes naves biosfera

A Federação de Planetas Unidos ou Federação Galáctica foi fundada há 900.000 anos por três raças principais: Andromedanos, Arcturianos e Lyrianos. A Matrix 3D da Terra foi criada pela Federação após o cataclismo do dilúvio há 12.500 anos. A Lua é artificial, é o que restou de uma nave biosfera esférica que se chamava Creiddilad, que antes do dilúvio foi o lar de milhões de Andromedanos. Ela foi construída pelos Andromedanos e Arcturianos.

Mas depois que o casco externo da Creiddilad foi seriamente avariado por armas de energia durante as Guerras de Tiamat, matando milhares de Andromedanos, a nave foi abandonada e depois rebocada para a órbita da Terra pela Federação, para se passar pela Lua da Terra. Sobre sua superfície metálica voltada para a Terra foram instalados projetores holográficos que simulam a superfície acidentada de uma lua, para que os humanos não vissem sua superfície metálica e soubessem que era artificial.

Escondida atrás da Lua fica a nave biosfera Viera, sede local da Federação Galáctica e lar de centenas de milhares de Andromedanos. A Viera está atrás da Lua de forma contínua desde 1952. Grandes naves biosfera como essas tem em seu interior ecossistemas artificiais que imitam os naturais de um planeta. Falei sobre os Andromedanos e suas naves em outro post (aqui).

Os Andromedanos são uma raça muito antiga, pacífica e não possuem força militar. Eles podem viver por 4000 anos e passam suas longas vidas em grandes naves biosfera de sua construção, são o seu lar, por isso essas naves recriam artificialmente os ecossistemas terrestres e aquáticos de um planeta. Seus naves são de 3 tipos ou formas:

1. Grandes naves esféricas ou biosfera que servem de moradia para vários milhões de habitantes nelas. Um exemplo de uma nave desta classe é a Lua da Terra que foi uma dessas naves no passado, uma vez que é de sua fabricação.

2. As naves biosfera de forma triangular, que são mais usadas porque são ágeis e mais fácil movê-las de um lugar para outro para afirmar sua presença em algum lugar. Essas naves são autossustentáveis, também chamadas de biosferas. Contêm vários milhares de habitantes a bordo e a sua dimensão regular ultrapassa os 800 km de extensão. Há uma na órbita da Terra atrás da Lua neste momento.

3. Pequenas e ágeis naves de vários formatos, mas nos quais domina o formato discoidal.

No lado oposto da Lua, a superfície metálica fica exposta e se parece exatamente com a Estrela da Morte de Star Trek, mas sem aquele prato na lateral que dispara raios. A nave biosfera Viera fica a alguns milhares de quilômetros atrás da Lua. Além de ser o lar de milhares de Andromedanos, a Viera é multicultural e abriga outras raças estelares. A Cabala se aproveitou da ingenuidade e pacifismo dos Andromedanos para invadir a parte biosfera de seu interior com seus mercenários do SSP.

Os Andromedanos tem muito medo de gerar “carma”, o que os torna propensos à culpa pela omissão de ação em relação aos acontecimentos na Terra. Portanto, eles ainda estão em processo de evolução para além de suas próprias crenças limitantes. Os Andromedanos e Arcturianos não querem se envolver diretamente em questões relacionadas à Terra por medo de gerar carma, pois acreditam que os problemas da Terra também se tornarão deles.

O conceito Andromedano de carma é o mesmo que o usado na Terra, e é aceito pelo Budismo, Xintoísmo e Hinduísmo, entre outros, por que os Andromedanos estiveram lá no passado, semeando sua cultura. Os Andromedanos ficaram séculos sem tomar uma decisão, com medo do carma, e deixaram a Cabala satânica crescer e fazer o que quisesse na Terra, até ela conseguir escapar do planeta e invadir outros planetas, levando consigo sua mentalidade regressiva e destrutiva.

Os Andromedanos acreditavam que a Cabala, e os problemas que ela causa, estavam confinados na Terra mas eles tiveram um brutal despertar recentemente, ao ver que sua casa, a nave biosfera Viera, havia sido infiltrada por milhares de mercenários do SSP da Cabala que provocaram uma batalha na área florestal da nave com a intenção de libertar os 12 membros do Conselho da Federação que foram presos pela tríade formada pelos Taygeteanos, Antarianos e Urmahs.

Por séculos os Andromedanos ignoraram os problemas que a Cabala estava causando na Terra, com medo de atrair carma para eles, e agora o carma explode bem na cara deles dentro de sua própria casa. Espero que eles tenham aproveitado bastante! A Federação Galáctica cometeu um grave erro ao nomear raças não Lyrianas e não emocionais como mentoras da humanidade. Uma espécie nova e altamente emocional.

Isso não é culpa da Federação em geral, mas daqueles 12 que foram presos, todos eles de raças lógicas e não emocionais que não têm o direito de orientar raças emocionais. Os 12 estavam no cargo há décadas e desenvolveram um monopólio sobre o que é legal, e se qualquer ação referente à Terra seria correta.

Todos os 12 foram acusados ​​de traição à Federação Galáctica, e aos melhores princípios em que ela foi fundada, e conspiração contra outros membros da Federação e associação criminosa com membros conhecidos da Cabala da Terra, o que inclui uma longa lista de atrocidades. Foram esses 12 que infiltraram os 6.000 soldados ciborgues zumbis da Cabala dentro da Viera para que a sede da Federação lhes service como base se operação no espaço.

A prisão dos 12 ex-membros do Conselho na Vieira foi a motivação por trás dos recentes ataques dos mercenários do SSP da Cabala dentro da Viera, que tentou resgatá-los e assumir o controle da grande nave novamente. Todos eles foram levados pelos felinos Urmah para interrogatório. Os gatos ainda não compartilharam suas descobertas, mas o interrogatório deles é completo, pois eles também usam o lado astral, então nada pode escapar deles.

Os Andromedanos não emitiram nenhuma declaração sobre o que aconteceu por que ainda estão processando os eventos em suas mentes e estão em choque, já que o restante das raças estelares ainda não retornou às suas órbitas habituais ao redor da Terra, provavelmente porque não querem ter nada a ver com toda essa confusão. Você não pode simplesmente acreditar que a negatividade irá embora se você olhar para o outro lado e fingir que nada está acontecendo. Você não é negativo só porque está farto de abusos e decidiu se defender e tomar medidas defensivas.

Se você apenas recuar e esperar que o carma faça justiça, sinto muito mas coisas não funcionam assim. Você deve ser o carma do seu agressor, o universo não sabe o que é bom e o que é mau, simplesmente é, então é seu trabalho como um ser pensante e sensato decidir por si mesmo o que é bom e mau. Esses são valores que você dá às coisas e eventos, não ao universo, então é seu trabalho fazer justiça e não apenas esperar pacificamente que isso aconteça, por que não acontecerá.

Esse ensinamento pseudoespiritual de dar a outra face ou esperar que o universo faça justiça por si só, através do carma, é mais uma das manipulações religiosas da Cabala da Terra para forçar as pessoas a serem submissas e fáceis de controlar. O culto da Nova Era é um exemplo perfeito dessa manipulação pois foi criada pelos jesuítas.

Coloquei abaixo uma transcrição dos dois vídeos de Mari sobre esse assunto.

Notícias Espaciais 86. Conflito extenso e feroz na nave biosfera Viera. Parte 1

Mari Swa: Estou escrevendo isto na manhã de 20 de junho de 2025.

A Tríade formada por Antaria, Urmah e Taygeta, juntamente com o Conselho de Alcyone, desde 21 de maio de 2025, tomaram todo o espaço aéreo e espacial ao redor da Terra, eliminando os antigos 12 representantes locais da Federação Galáctica, que foram infiltrados pela Cabala maligna da Terra. Até a última sexta-feira, 13 de junho de 2025, quase não houve resistência das antigas forças locais da Federação Galáctica estacionadas na nave biosfera Andromedana Viera.

Como podem atestar aqueles que me acompanham de perto. Enquanto me preparava para transmitir meu 84º episódio de notícias espaciais, recebi uma transmissão de um indivíduo muito irritado, repugnante e desconfiado, com aparência militar, que se identificou como membro do alto comando Alfrateano e, por isso, concordei em falar com ele.

Ele me tratou mal, assim como todos os outros da minha equipe, exigindo que nos retirássemos imediatamente da nave Viera, ou suas numerosas forças nos eliminariam a todos. Ele foi desagradável e impunha tudo o que dizia sem sequer me deixar falar, mas eu disse chega e minha resposta foi um sonoro não, não vamos deixar a Viera. Segundos depois, recebemos pedidos de socorro de nossas forças especiais Hashmallim na Viera, que estavam lá investigando os 12 membros presos do Conselho local da Federação e os servidores de comunicação.

Havia 24 guerreiros felinos com eles. Estavam sendo atacados de todas as frentes dentro das instalações da Viera. Tudo o que eu podia fazer era dar a ordem de mandá-los para o inferno, destruir todos eles. Meu tenente que estava presente no local respondeu com um “entendido”. Então, comecei a ouvir, por cima das comunicações, gritos, tiros e explosões. Centenas de soldados inimigos equipados com incontáveis ​​drones e robôs, incluindo cães-robôs, haviam se escondido dentro da Viera e agora tentavam ativamente nos expulsar à força. Corri para o CIC, o centro de informações de combate desta nave, e cercada de hologramas 3D, comecei a estudar a situação junto com meu general de comando, Goriel.

A situação era caótica e terrível. Eles começaram a isolar meus homens ali, tentando flanqueá-los, destruindo as paredes da nave Viera no processo. À medida que avançavam, movi minhas forças para conter a manobra de flanqueamento inimiga, enquanto os 24 felinos Urmahs os enfrentavam diretamente. O intenso combate durou quase meia hora, visto que cenários de combate defensivo costumam ser muito perigosos e complexos, especialmente em um ambiente urbano como o de Viera.

Durante esse combate, eles usaram inúmeros cães-robôs idênticos aos conhecidos na Terra, fabricados pela DARPA, uma empresa de defesa americana. Os cães-robôs eram muito rápidos e fortemente armados, mas foram ineficazes contra nossas forças Hashmallim e Urmah, especialmente quando os felinos começaram a desmembrar os robôs com as próprias mãos, ou melhor, com as garras levantadas, arrancando suas pernas e jogando-as.

Agora sabemos que esses tipos de robôs, que são muito perigosos, têm membros frágeis e também descobrimos que sua bateria é bastante vulnerável se acessada, pois está localizada na parte inferior, atrás de uma pequena porta. Suas câmeras frontais também podem ser facilmente ofuscadas com espuma de extintor de incêndio, lama ou tinta, deixando-os inutilizáveis.

Após meia hora de combate feroz dentro da Viera, as forças inimigas foram repelidas, mas com uma grande perda de vidas do seu lado. Nenhum Hashmallim ficou ferido, mas um dos leões Urmah sofreu uma concussão quando uma grande placa de concreto caiu sobre sua cabeça durante o combate. Ele se recuperou bem e mais tarde se orgulhou de dizer que nem mesmo um prédio desabando sobre ele poderia detê-lo.

O concreto, ou melhor, a rocha líquida solidificada é um material de construção comum em grandes espaçonaves, especialmente em espaços projetados para fazê-los parecer como se estivessem em seu planeta natal. No final desta onda, chegaram ao local novos membros das forças especiais Taygeteanas Hashmallim, vindos das naves estelares Asterope e Atla, totalmente armados e equipados com inúmeras naves de ataque STAC, veículos blindados de transporte de pessoal, bem como uma grande força-tarefa do exército Antariano.

Tudo isso enquanto os felinos Urmahs reuniam suas forças, mas não posso dizer exatamente quantos. Apenas algumas horas após a primeira onda de ataque inimigo, uma segunda e uma terceira onda chegaram com força, desta vez tentando resgatar os 12 membros do Conselho local da Federação Galáctica que estavam sob nossa custódia. Mais uma vez, nossas forças, desta vez muito maiores e com muito mais membros repeliram facilmente ambos os ataques sem relatar feridos. Infelizmente a nave biosfera Andromedana Viera sofreu sérios danos em seu interior.

As investigações após o ataque descobriram dados muito interessantes e reveladores. Antes de tudo, tenha em conta que o que está acontecendo não é como costuma ser feito fora da Terra, faz parte da natureza invasiva da Cabala da Terra, que exporta seus terríveis hábitos para fora do planeta. Os atacantes que se escondiam dentro da enorme Viera se identificaram como Alfrateanos, no entanto, após uma investigação mais aprofundada, pudemos ver claramente que eram todos humanos, ex-mercenários militares a serviço da Cabala da Terra.

Seus equipamentos também eram bastante reveladores, já que seus cães-robôs e drones foram claramente fabricados na Terra, assim como seus outros robôs de combate e drones experimentais, que se destacaram neste confronto por sua flagrante ineficácia e vulnerabilidade. Por outro lado, o armamento usado por esses mercenários era altamente avançado, mas também fabricado na Terra, e incluía veículos blindados de transporte de pessoal Stryker, canhões e rifles de plasma, bem como granadas sônicas comprimidas e lançadores de plasma explosivos, todos de fabricação humana.

Eles também estavam equipados com dispositivos de interferência de ondas cerebrais, dispositivos geradores de confusão e medo, armas de energia direcionada e bloqueadores de comunicações disruptivos, todos eles altamente ineficazes contra nossos dispositivos muito mais avançados e contra medidas ativas que protegiam nosso pessoal. Podíamos ver que aqueles que nos atacavam eram forças da Cabala na Terra e seu programa espacial secreto, já que seu pessoal era completamente humano e não tinha nada a ver com os Alfrateanos, que ficaram muito alarmados o tempo todo, caso os confundíssemos com os agressores.

Eles nos transmitiram o tempo todo que não eram eles, e que estavam do nosso lado e colocaram suas naves em uma formação defensiva quadrada enquanto repetiam sua mensagem continuamente. Não somos nós, não somos nós, por outro lado, nossas forças Hashmallim na época da primeira onda de ataques estavam equipadas apenas com o rifle de plasma de energia ponto zero padrão de Taygeta e algumas outras armas cinéticas e nada mais. O que nos deu vantagem sobre o inimigo foram várias coisas, primeiro a eficácia e o poder destrutivo do rifle de plasma padrão, que não precisa de recarga e tem vários níveis de poder destrutivo.

É um rifle avançado movido por um pequeno, mas poderoso reator de energia ponto zero. O mais importante é que nossos métodos e dispositivos de comunicação e conhecimento da situação derrotaram a chamada névoa da guerra, proporcionando a cada Hashmallim uma visão clara e em tempo real do campo de batalha, enquanto o inimigo estava em total confusão. Todas as nossas forças estavam equipadas com o escudo de campo de força pessoal padrão, que repele quase todos os impactos diretos. Embora, como vocês sabem por nossas perdas anteriores, ele não seja perfeito.

Tudo isso nos proporcionou uma vantagem assimétrica, mesmo que nossas forças estivessem em menor número na proporção de 10 para 1. Logo após tudo isso terminar, recebemos outro pedido de socorro, seguido por uma transmissão de um grupo de agentes da Cabala que haviam acabado de sequestrar 30 Andromedanos em outro lugar da Viera. Eles exigiram que entregássemos os 12 representantes da Federação Galáctica que havíamos prendido ou eles eliminariam seus reféns, um por hora.

Em meados de sábado, 14 de junho de 2025, estávamos enfrentando uma terrível situação de reféns dentro da Viera envolvendo civis Andromedanos. Eu encarreguei nossa unidade de forças especiais de elite e altamente treinada, os Lobos Azuis de nave Alcyone, de gerenciar a situação. Eles se posicionaram de forma estratégica, enquanto o capitão Goriel e eu tentamos negociar com os sequestradores. Apenas segundos depois de começarmos a falar com seu líder, eles foram todos eliminados simultaneamente por tiros sincronizados e precisos dos lobos azuis e tanto as negociações quanto o problema terminaram tão rapidamente quanto começaram.

Nessas circunstâncias, não negociamos, usamos força esmagadora. Os traumatizados, mas ilesos, Andromedanos foram levados por seus companheiros para recuperação. Agora devo descrever o Viera. Ela é uma nave espacial de 811 km de comprimento em forma de ponta de flecha e 300 km em sua base, onde seus motores estão localizados.

Embora seja grande, não é de longe a maior nave desse tipo existente, no entanto, é tão grande que é comparável ao tamanho do estado da Flórida ou de todo o Vietnã ou até mesmo um pouco maior. Tem todos os seus lugares habitáveis ​​localizados em sua borda externa que circunda uma grande área natural selvagem no centro, com centenas de quilômetros de comprimento e às vezes dezenas de quilômetros de largura, embora se estreite conforme você avança.

Seu interior abriga vários tipos de paisagens e climas, todos controlados artificialmente, mas são indistinguíveis daqueles encontrados na superfície de um planeta. Inclui uma floresta tropical, uma floresta de pinheiros de alta altitude e uma extensa selva tropical e subtropical, a maior do interior.

Depois do resgate dos reféns Andromedanos, nossas naves de assalto STAC vasculharam o interior da Viera, de cima a baixo para detectar mais inimigos escondidos nas florestas e selvas e qualquer movimento adicional deles, e certamente havia muitos mais lá. Estimamos que havia pelo menos 6.000 inimigos escondidos nas florestas e selvas da Viera e no subsolo. Descobrimos isso da maneira mais difícil quando um muito sofisticado canhão antiaéreo de plasma guiado por computador foi disparado contra duas de nossas naves de assalto aéreo STAC, danificando gravemente uma delas, a STAC 151.

Os tiros de canhão que não acertaram a SATC 151 atingiram o teto do Viera, criando um grande buraco no espaço e causando uma descompressão que poderia ter tido consequências catastróficas. Da mesma forma, incontáveis ​​disparos de armas de pequeno porte inimigas direcionados às nossas naves STAC também atingiram o teto da Viera, destruindo suas lâmpadas solares e sistemas de geração de clima. A Viera havia se tornado um ninho de inúmeros mercenários e fuzileiros espaciais da Cabala ou como quer que sejam chamados, que estavam lá escondidos da população civil Andromedana e sob a proteção dos 12 representantes da sombria Federação Galáctica.

A situação piorou repentinamente e parecia que estávamos enfrentando uma guerra de atrito prolongada e terrível. O cenário estava começando a se assemelhar a uma versão espacial da Guerra do Vietnã ou pelo menos tinha potencial para ser assim. Enquanto isso, numerosas forças militares Antarianas deslocaram a população civil Andromedana em direção à proa da nave e assumiram posições defensivas, impedindo que novas situações de reféns se desenvolvessem, e impedindo que os mercenários da Cabala que estavam na parte florestal da nave entrassem nas áreas habitáveis ​​da Viera.

Tudo isso é muito impróprio para os Andromedanos, de seu modo de vida e da espiritualidade que eles afirmam demonstrar, mas é uma consequência de não cuidar de sua casa adequadamente e permitir que outras forças assumam suas instalações sem controle. É uma consequência de ter emprestado sua casa, sua nave, como base local para a Federação Galáctica em toda a sua escuridão, e eu não acredito que essa luta poderia ter sido facilmente evitada, pois as forças das trevas que buscam controlar a Terra nunca desistiriam voluntariamente de seu principal posto avançado fora dela, nem mesmo no espaço aéreo ou no espaço sideral.

Eles naturalmente acabariam resistindo ferozmente. Infelizmente para os Andromedanos, eles agora estão experimentando como é viver na Terra e diretamente em uma zona de conflito, tudo trazido diretamente para sua casa. Muito mais coisas aconteceram e estou apenas começando a compartilhar com vocês. Continuarei com a parte dois no meu próximo vídeo, notícias espaciais 87.

Notícias Espaciais 87. Urmah à solta. Conflito extenso e feroz na nave biosfera Viera. Parte 2

Mari Swa: Estou escrevendo isto na manhã de 20 de junho de 2025.

Para entender melhor do que estou falando, recomendo assistir aos episódios 81 e 86 do Space News, especialmente o episódio 86, já que esta é uma continuação direta do anterior. Como relatei no meu episódio anterior, Notícias Espaciais 86, a Cabala que governa a Terra e a maligna e sombria Federação Galáctica por trás dela conseguiram estabelecer um grande exército de ocupação na área selvagem a bordo da nave biosfera Andromedana Viera, pelas suas costas, enquanto os representantes Andromedanos declararam que não sabiam nada sobre eles, já que a Viera é um centro multicultural.

Eles conseguiram instalar lentamente seu povo, sem suspeitas, até reunirem um exército de 6.000 ou mais pessoas. O problema é que eles se entrincheiraram no subsolo da área selvagem de Viera, nas vastas áreas que consistem principalmente de floresta tropical e subtropical, e implantaram unidades de guerrilha dentro dela, muito semelhante ao que os vietcongues fizeram durante a Guerra do Vietnã. Eles exigiram a reintegração dos antigos 12 representantes da Federação Galáctica e nossa saída incondicional da Viera.

Se não atendêssemos às suas exigências, atacariam a população civil Andromedana por um período prolongado e continuariam a nos atacar. Os Andromedanos, devido à sua cultura e modo de ser, dependiam de nossa ajuda, a tríade Antaria, Urmah e Taygeta, com o Conselho de Alcione, para expulsá-los de sua grande nave, já que não tinham como se defender. Continuarei relatando o que aconteceu em seguida, exatamente onde parei no episódio 86 de Notícias Espaciais.

Os Antarianos isolaram a população Andromedana em direção à proa da nave o melhor que puderam, evitando assim outra situação de reféns. Enquanto as forças Taygeteanas e Urmah estudavam a situação. Foi determinado que a tarefa de retirar os milhares de mercenários humanos de dentro da Viera deveria ser confiada a unidades de forças especiais Urmah, enquanto os Hashmallim de Taygeta deveriam se deslocar para posições defensivas que isolariam todo o perímetro do conflito. Ao mesmo tempo, eles avançaram em direção ao centro da Viera, onde os mercenários estavam posicionados com veículos blindados avançados (APCs) onde quer que pudessem ser usados, concentrando assim as forças inimigas na menor área possível.

As forças Taygeteanas também forneceriam cobertura aérea o tempo todo com nossas naves de assalto STAC avançadas. Os Urmah entraram em ação com nada menos que 600 guerreiros de elite, que também forneceriam aos seus três melhores superguerreiros tudo o que precisassem. Esses três tigres de superelite estariam na vanguarda durante toda a operação. Essa unidade de elite Urma é chamada de Deuses Felinos da Guerra. A unidade Urmah embarcou em 100 naves de assalto STAC Taygeteanas, fornecidas pelas naves estelares Asterope e Atlas, e voaram diretamente para o coração da Viera, em suas selvas mais profundas, onde pousaram onde quer que encontrassem uma área livre o suficiente.

Os Urmahs saíram correndo de suas rampas dianteiras com equipamentos e armaduras completos sob intenso fogo inimigo em repedidas ocasiões.  As aeronaves de assalto STAC decolaram novamente em uma nuvem de poeira, neblina e folhas voando, seus motores rugindo e suas armas respondiam ao fogo, fornecendo cobertura ativa para os felinos no chão, enchendo a selva com barulhos ensurdecedores de guerra. Os Urmah haviam sido liberados, a guerra na selva é para o que eles são mais bem treinados, é o território deles, e onde os tigres especialmente, brilham mais.

Enviar 600 guerreiros Urmah de elite para a Viera só poderia ter um resultado: a devastação total do inimigo em menos de 48 horas. No início, eles trabalharam furtivamente, eliminando os inimigos um por um, com suas garras livres, silenciosamente e sem armas. Eles rastejaram por trás silenciosamente, perseguindo-os como os felinos que são, então os arrastaram de onde estavam para os arbustos em menos de um segundo, onde os eliminaram de maneiras horríveis que não consigo descrever aqui no YouTube.

Naquele momento, a maioria dos soldados inimigos nem sabia o que estava enfrentando, o que os espreitava das profundezas da selva, muito menos que aquilo estava acontecendo. Enquanto nossa nave de assalto STAC circulava a área, bloqueava todas as suas comunicações com contramedidas eletrônicas. As naves STAC também forneceram imagens aéreas em tempo real da situação das forças terrestres Urmah e Taygeteanas, bem como dados de sensores de penetração no solo e radar com a localização exata de cada túnel, suas entradas, profundidade, estrutura e um mapa detalhado, além do número de soldados inimigos dentro.

Este equipamento, localizado no nariz de cada nave de assalto STAC, também é usado na Terra para localizar e mapear túneis subterrâneos à medida que são descobertos. As unidades das forças especiais Hashmallim de Taygeta avançaram em veículos blindados em direção ao centro onde a ação estava ocorrendo sob forte cobertura aérea, as forças inimigas começaram a parecer cada vez mais sufocadas, especialmente porque as unidades das forças especiais devastaram seus túneis subterrâneos rasos usando informações das naves STAC.

No entanto, elas ofereceram forte resistência ao avanço das forças terrestres Taygeteanas, pois também estavam equipadas com armas cinéticas e de plasma de última geração. Ainda assim as forças Taygeteanas que avançavam e seus veículos blindados, tanto sobre rodas quanto sobre esteiras, prevaleceram facilmente, forçando o inimigo em retirada em direção ao centro de Viera, onde eles os esperavam, espreitando atrás de cada arbusto. Enquanto o conflito se desenrolava recebemos outra mensagem de vídeo da mesma pessoa horrível com quem falei antes de tudo começar, mas desta vez foram Goriel e Naysara que falaram com ele, me protegendo da má experiência e agradeço a eles por isso.

Aparentemente, ele estava em um lugar com paredes de terra para fazer parecer algum tipo de base subterrânea improvisada em Viera. Ele exigiu que retirássemos todas as nossas forças da Viera ou suas forças acabariam com todos os Urmahs lá e mostrou a eles uma série de imagens horríveis de Urmahs mortos e empilhados como prova. O problema óbvio com a autenticidade dessas imagens é que entre os mortos estavam vários leopardos e panteras, quando eles não participam de situação de combate, já que o combate é uma atividade exclusiva de leões e tigres, já que são de longe os maiores e mais fortes de todas as subespécies Urmah.

As imagens foram posteriormente analisadas e acabaram sendo apenas lixo CGI manipulado por computador. Goriel perguntou ao general sênior Urmah Corcas sobre o estado do campo de batalha até agora. Corcas afirmou que não havia baixas Urmah nem feridos. Enquanto estratégias de contramanipulação estavam sendo discutidas, como a possibilidade de desligar alguns dos painéis solares no teto do Viera para que os soldados inimigos pudessem ver que estavam dentro de uma nave estelar enorme ou o uso de alto-falantes suspensos abaixo das naves STAC para ordenar que se rendessem. Os Urmahs decidiram fazer tudo em um ataque devastador e final.

Eles varreram todas as posições inimigas com força avassaladora, devastando o que restava delas e tudo ao seu redor no processo, enquanto 600 leões e tigres de elite Urmah, armados com equipamento de combate completo, devastavam a área invencível, sem rival ou oposição. Neste ponto, quase 3.000 soldados inimigos, quase todos gravemente feridos, renderam-se aos Urmahs e às forças terrestres Taygeteeanas que chegavam em veículos blindados e foram detidos e levados sob custódia. Infelizmente, a maioria morreria em 2 horas, mas não devido aos ferimentos, como descreverei mais tarde.

A nave Viera havia sido libertada das forças mercenárias invasoras em um exemplo horrendo e impressionante de puro poder Urmah, tudo em menos de 48 horas, e é por isso que eles são considerados os predadores alfa da galáxia. Ninguém foi morto ou ferido neste incidente, eles simplesmente obliteraram o inimigo com força e estratégia avassaladoras, mas devo dizer que as forças Taygeteanas também tiveram muito a ver com a vitória, embora o trabalho pesado tenha sido feito pelos felinos, nosso papel neste conflito não deve ser subestimado. Nossas forças Taygeteanas não sofreram baixas e apenas alguns ficaram feridos, e estão se recuperando com sucesso a bordo das naves estelares Asterope e Atlas.

Também devemos relatar os danos sofridos em várias naves STAC e veículos blindados, todos em reparo e já colocados em serviço ativo para operações na Terra. Nenhum veículo Taygeteano, aéreo ou terrestre, foi perdido durante esta operação. O uso de drones e robôs inimigos foi ineficaz contra nossas contramedidas eletrônicas ativas, e as armas de energia direcionada de nossas naves de assalto STAC os tornaram inúteis, queimando seus computadores e chips, deixando-os fritos. Eles permaneceram como monumentos à inépcia humana da DARPA, deixados apodrecendo na lama enquanto as forças Taygeteanas e Urmahs os usaram como degraus para manter suas botas limpas.

O uso de armas de energia e lasers de plasma foi extensivo durante este conflito, mas ambos os lados também empregaram muitas armas cinéticas padrão, uma vez que projéteis cinéticos não podem ser facilmente desviados ou neutralizados por campos de força e contramedidas eletrônicas. O conflito havia terminado. Quero compartilhar com vocês alguns pontos importantes sobre o que encontramos nos soldados inimigos capturados e eliminados, o que explica seu comportamento desafiador e descerebrado. Estamos desclassificando esta parte por que nunca foi a intenção de ser publicada, embora eu considere muito importante entender como esses soldados foram manipulados, sua atitude e por que tivemos que proceder com uma força tão avassaladora contra eles.

A primeira coisa que devo dizer sobre as forças inimigas é que eles não são Alfrateanos. Eles eram, ou alguns deles ainda são, completamente humanos e têm pouco ou nada a ver com os Alfrateanos, exceto que usaram sua identidade como disfarce para justificar sua entrada na nave Viera. Descobrimos que cerca de 80% dos soldados inimigos eram mercenários da América Central e os 20% restantes eram ex-soldados de operações especiais e militares de elite ativos da Cabala, ou seja, basicamente da OTAN, não apenas dos Estados Unidos.

Agora surge a grande questão: qual a motivação deles para continuar lutando contra um exército tecnológico tão bem organizado e avassalador quanto o nosso? A resposta a essa pergunta é extremamente importante, e é o que desclassificamos. Eles não são soldados normais, nem seres humanos normais. Eles não pensam mais, apenas reagem como robôs biológicos, e é por isso que continuaram nos atacando onda após onda, como zumbis com morte cerebral, mesmo quando os aniquilamos com eficácia avassaladora. A princípio, suspeitamos que havia algo errado com eles ao observar a íris dos soldados inimigos.

Em muitos casos estavam completamente destruídas, e nos perguntamos como eles conseguiam enxergar. Isso se aplicava tanto aos vivos quanto aos mortos. As autópsias que realizamos revelaram que eles estavam infestados por um pequeno verme parasita preto que se aloja em seus cérebros, especialmente ao redor das órbitas oculares, no nervo óptico e, em alguns casos, dentro do próprio globo ocular. Esse verme foi posteriormente isolado e analisado por nossos laboratórios a bordo da nave estelar Asterope.

Descobriu-se que se tratava de um verme geneticamente modificado e altamente sofisticado, baseado no Taenia solium da Cisticercose. Este verme geneticamente modificado destrói o córtex frontal por meio de invasão física e pelo uso de uma neurotoxina secretada que conseguimos isolar. Isso efetivamente controla suas vítimas por um período moderado de tempo até causar a morte. No entanto, enquanto isso, a vítima é facilmente influenciada por outros meios artificiais.

Os soldados zumbis não demonstraram lógica ou medo, nenhum interesse em sua segurança pessoal ou em salvar suas próprias vidas, e nenhuma empatia. Eles se comportaram como criaturas delirantes que continuaram a atacar apesar de seus membros perdidos. Além dos vermes, também encontramos implantes de chips de inteligência artificial dentro dos crânios de alguns soldados, também perto do córtex frontal, transformando-os em uma espécie de ciborgue. Os mercenários de baixo nível da América Central frequentemente tinham implantes de vermes, talvez por que fossem mais baratos ou mais fáceis de instalar, e seus comandantes ex-militares, etc., frequentemente tinham chips, embora tanto vermes quanto chips fossem encontrados em alguns deles, independentemente do tipo.

Também encontramos implantes artificiais colocados cirurgicamente em seus olhos, uma espécie de aprimoramento permanente da visão noturna para ciborgues, que também transmitiam dados de vídeo em tempo real para seus controladores. Também encontramos uma carga explosiva do tamanho de um grão de arroz, controlada por micro-ondas, alojada atrás de seus globos oculares para eliminá-los remotamente se capturados. Isso explica por que, embora quase 3.000 soldados inimigos, a maioria gravemente feridos, tenham conseguido se render, quase todos foram encontrados mortos minutos ou horas após a captura.

Também encontramos evidências de manipulação genética nos 20% restantes, provenientes de países que não são da América Central. Eles parecem ter aumentado sua capacidade mitocondrial após passarem por tratamento genético para supersoldados, e todos eles mostram evidências de estarem sob a influência de vários tipos de substâncias que aumentam o metabolismo e alteram o cérebro. Retornando às armas, eles também usavam frequentemente armas sonoras, tanto as vibratórias letais quanto aquelas projetadas para alterar a percepção de seus inimigos, induzindo medo e paralisia psicótica.

Felizmente, os equipamentos de combate e escudos de todas as nossas forças eram muito eficazes no combate a esse tipo de arma. Como uma observação interessante relacionada a isso, os Urmah, assim como seus parentes mais selvagens, os leões e tigres da Terra, também usam um rosnado subsônico muito alto, profundo e assustador ao perseguir suas presas. Esse rosnado profundo faz com que a presa perca tempo de reação devido ao intenso medo paralisante que induz, o que torna sua caçada mais fácil.

Ainda suspeitamos que possa haver células mercenárias escondidas na Viera, mas devem ser poucas e distantes entre si. Continuamos a vasculhar a área, mas com o passar dos dias, isso parece cada vez mais improvável. Quanto a Ekata, a lesma gigante de jardim altamente telepática e perigosa que reside nas áreas pantanosas de Viera, ela não foi encontrada em lugar nenhum e não foi vista durante este conflito. Nem a procuramos, mas também suspeitamos que ela possa ter algo a ver com essa confusão, se não com tudo.

Coloquei abaixo a transcrição de uma parte do vídeo que Mari fez sobre a estrutura política da Federação Galáctica.

Deixar este sistema solar, Sol 13, sozinho e sem associação política causou inúmeros problemas, pois é propenso e vulnerável a abusos. Diz-se que está sendo governado por um Alto Conselho da Federação na órbita de Saturno que supervisiona todo o sistema Sol 13, mas esses nunca respondem e não estão em lugar nenhum. É aqui, e por isso, que digo que não há nada além de obscuridade neste nível. Não estou me referindo a toda a Federação Galáctica em um contexto mais amplo, pois tem funcionado bem por muito tempo e este é exatamente o problema, pois isso não é bom para a Terra.

As outras constelações ou mesmo os níveis de aglomerados estelares da Federação Galáctica veem a Terra apenas como um problema isolado e não como uma fonte crescente do mal que está se infiltrando lentamente em outros planetas. Sendo que apenas aqueles que foram diretamente afetados estão cientes do problema e desejam fazer algo a respeito, enquanto os outros não se importam ou pensam que o problema não está em sua jurisdição. Por exemplo, as raças estelares que agora estão sendo diretamente afetadas pela Cabala maligna da Terra são todas culturas das Plêiades M45, pois foram infiltradas e estão em um processo de limpeza, e o povo de Antaria, que também foi diretamente afetado.

E há inúmeras outras raças de humanos Lyrianos não interestelares que também estão sendo afetadas pela maligna Cabala da Terra, mas os outros altos conselhos de outras constelações políticas os veem como sendo responsabilidade das raças interestelares que estão mais próximas deles, e isso significa nós, do Conselho de Alcyone nas Plêiades, o que significa que é nossa responsabilidade proteger e isolar essas culturas pré-industriais emergentes, e é exatamente isso que estamos fazendo.

Qual o real motivo da NASA ter falsificado a missão Apollo 11 e o pouso na Lua?

Artigo anteriorQual o real motivo da NASA ter falsificado a missão Apollo 11 e o pouso na Lua?
Próximo artigoCarros elétricos usados ​​”zero quilômetro” da China estão invadindo o Brasil.
Renato Cunha
O blog Stylo Urbano foi criado pelo estilista Renato Cunha para apresentar aos leitores o que existe de mais interessante no mundo da moda, artes, design, sustentabilidade, inovação, tecnologia, arquitetura, decoração e comportamento.

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.