A conversa sobre Israel mudou rápido. Há pouco tempo, criticar abertamente Israel era suicídio político nos Estados Unidos e em grande parte do mundo ocidental. Se você questionasse suas ações ou sua influência, era imediatamente rotulado de antissemita, teórico da conspiração, racista ou pior.
A difamação de reputação era um resultado garantido de ousar dizer qualquer coisa contra a nação sionista fundada pela família bancária Rothschild, e a grande mídia (sob controle de judeus sionistas) fazia questão de bajular Israel. Mas a mordaça está caindo.
Nos últimos meses, vimos uma onda de figuras proeminentes desafiando abertamente a narrativa. Milhões de americanos estão começando a dizer o que antes era impensável:
• Não gostamos do que Israel está fazendo.
• Não queremos financiar suas guerras.
• Estamos cansados de um Congresso que parece servir aos interesses israelenses antes dos americanos.
Esta é uma mudança monumental, vinda de todo o espectro político. Durante décadas, a conversa foi bloqueada pelo medo, pelo estigma e pela influência do sionismo evangélico na política americana. Mas agora, as paredes estão rachando.
O sionismo cristão foi um golpe arquitetado pelos banqueiros Rothschild, através da falsa Bíblia Scofield, que foi usada como arma para reescrever a percepção cristã americana, conectando apoio inquestionável ao estado de Israel na doutrina evangélica.
Foi através da lavagem cerebral dos cristãos americanos que os satanistas Rothschild conseguiram assumir o controle das Igrejas Cristãs Evangélicas. Israel é controlado basicamente pelos Frankistas Sabbateanos, como os Rothschild, já que foi criado por eles. Foram os Frankistas Sabbateanos, que são satanistas, que assumiram o movimento sionista, que estabeleceu Israel. Vou falar sobre isso mais á frente.
Marjorie Taylor Greene lançou um ataque total a AIPAC e Israel, acusando AIPAC de tentar removê-la do escritório por que ela se opõe a Israel. Ela afirma que Israel está cometendo genocídio em Gaza e promete que nunca aceitará nenhum suborno da AIPAC. Greene declara que os americanos estão cansados da influência de Israel e diz que está pronta para desmontá-la completamente.
Marjorie Taylor Greene has launched an all-out attack on AIPAC and Israel, accusing AIPAC of trying to remove her from office because she opposes Israel.
She claims Israel is committing genocide and vows never to accept any funding from AIPAC.
Greene declares that Americans are… pic.twitter.com/uF3GWEsqOL
— Shadow of Ezra (@ShadowofEzra) August 8, 2025
Vários “representantes” do povo americano no Congresso recebem suborno da AIPAC e servem aos interesses de Israel. O lema deles é “Israel Primeiro” e não “América Primeiro”. Israel usa suborno financeiro e também chantagem sexual para garantir a fidelidade de seus fantoches políticos. A rede pedófila da CIA/Mossad usava Jeffrey Epstein e Ghislaine Maxwell para chantagear políticos e burocratas americanos.

Israel está totalmente envolvido no assassinato do presidente John Fitzgerald Kennedy. Os arquivos JFK recém-lançados deixaram claro a interferência estrangeira de Israel no governo americano. Aqui está um pouco do que foi lançado:
O presidente John F. Kennedy e o procurador-geral dos EUA, Bobby Kennedy, forçaram o Conselho Sionista Americano a se registrar como agente estrangeiro, impedindo-os de fazer doações (subornar) autoridades americanas. JFK foi assassinado em 22 de novembro de 1963 e seu irmão RFK foi assassinado em 5 de junho de 1968. O AIPAC substituiu o Conselho Sionista Americano sem qualquer oposição.
Carta assinada por Donald Rumsfeld.

O arquivo JFK: 104-10326-10014: “Israel estava por trás do assassinato de JFK.”

Os americanos de origem judaica estabeleceram uma série de associações cujo objetivo é determinar o curso da política externa dos Estados Unidos. A mais famosa e poderosa dessas associações é o Comitê Americano de Assuntos Públicos de Israel (AIPAC), que praticamente comprou, com “doações de campanha”, a maioria dos deputados e senadores democratas e republicanos do Congresso Americano.
Leia mais:
Os Arquivos Kennedy e a tentativa da CIA de encobrir o papel de Israel no Golpe de 63.
O lobby judeu sionista realmente controla as decisões políticas e militares dos Estados Unidos?
— Stylo Urbano (@stylourbano9) December 25, 2025
A pirâmide do poder romano é composta por três cidades estado:
- Vaticano (o poder religioso) – Entidade soberana em Roma, ela exerce influência sobre a bússola moral, doutrinária e cultural do mundo. Além da religião, é guardião de arquivos antigos, conhecimento esotérico e redes diplomáticas centenárias que alcançam a formulação de políticas e a educação globais.
- City de Londres (o poder financeiro) – Uma milha quadrada independente dentro de Londres, opera sob suas próprias leis e governa o coração das finanças globais. Aqui, são geridos os sistemas bancários centrais, os mercados de dívida internacionais e os contratos legais que vinculam as nações. Os mercados modernos de derivativos, os empréstimos condicionais do FMI e a aplicação de políticas do Banco Mundial remontam a este lugar.
- Washington D.C. (o poder militar) – Um distrito federal fora da jurisdição de qualquer estado, abriga o Pentágono e todo o espectro de agências militares e de inteligência dos EUA. A partir daqui, são coordenadas alianças militares globais, operações secretas e redes de vigilância.
Um grau de separação – A rede visível
Cada um desses polos se conecta diretamente à moderna rede burocrática e corporativa…
Finanças (City of London) >> Banco de Compensações Internacionais, Federal Reserve, cartéis de Wall Street e agências globais de classificação de crédito.
Fé/Doutrina (Vaticano) >> Agências das Nações Unidas ligadas à política humanitária, redes globais de ONGs e sistemas educacionais que moldam narrativas sociais.
Força (Washington DC) >> Estruturas de comando da OTAN, fornecedores de defesa, parcerias de inteligência e o aparato de segurança interna.
Desde 1871, Washington, D.C. é a capital da Corporação dos Estados Unidos, não a capital constitucional. Ela tem sido comparada à City de Londres e ao Vaticano — uma zona soberana, com suas próprias leis, interesses e estrutura de poder. É o coração do pântano do Deep State. O poder militar do Deep State é Washington, D.C. que está sob o controle do estado terrorista de Israel, ou seja, dos Rothschild que controlam o Federal Reserve.
Trump está declarando abertamente que Washington D.C. será “libertada”, ou seja, federalizada. Ao federalizar Washington D.C., Trump efetivamente quebra sua tríade de entidade corporativa soberana com a City de Londres e o Vaticano. Não é mais uma “Corporação Soberana”, tornando a Lei de 1871 nula.
É uma redefinição jurisdicional silenciosa que recupera a capital como uma verdadeira sede constitucional de governo. A Trindade Profana acaba de se tornar um Dueto Profano sem controle militar. Sem D.C. o Dueto é impotente e pode ser destruído. Ao federalizar Washington D.C. e assumir o controle total do Federal Reserve, Trump retira o controle que os sionistas de Israel exercem sobre os Estados Unidos.
Leia mais: Trump ameaça federalizar Washington, D.C. – O que isso realmente significa?

A maçônica Washington D.C.: A guerra secreta de Trump contra as forças satânicas que governam a América.
Por mais de um século, os Estados Unidos operaram sob um regime financeiro que não é apenas inconstitucional, mas explicitamente predatório por natureza. Estabelecido em 1913 sob o pretexto de estabilidade e modernização, o Sistema do Federal Reserve foi, na verdade, uma tomada hostil da soberania monetária dos Estados Unidos por um cartel de banqueiros privados sem qualquer lealdade ao povo ou à Constituição.
A Primeira Guerra Mundial começou logo depois que John Davison Rockefeller fez seu fantoche, o presidente Woodrow Wilson, assinar o Federal Reserve Act, que criou o Federal Reserve Bank (FED) em 1913, que é de propriedade privada dos Rockefeller e outros banqueiros europeus que são agentes dos Rothschild, Coroa Britânica e Vaticano. O governo Trump está pondo fim ao controle do FED sobre o povo americano.
“Dê-me o controle do dinheiro de uma nação e eu não me importo quem faça suas leis.” – Mayer Amschel Rothschild
As famílias bancárias que controlam o FED

Os nazi-sionistas vem controlando os Estados Unidos há décadas através da infiltração silenciosa em todos as áreas do governo. O governo americano e o Federal Reserve são controlados pelos banqueiros Rothschild que também controlam Israel. E Trump sabe muito bem disso.
Trump seguiu esta estratégia. Ele se declarou um “amigo” de Israel, mas quando Israel pediu a Trump para travar suas guerras, Trump sempre dizia não. Trump retirou o que há de mais importante ao sionismo. Ele tirou dele o apoio militar dos EUA. Trump zombou dos sionistas messiânicos enquanto lutava contra a outra alma do judaísmo liberal-progressista de George Soros.
As principais instituições do governo americano estavam sob o comando de judeus sionistas. Como isso foi possível?

O estado terrorista de Israel controlava nas sombras a máquina de guerra dos EUA.
Desde 1948, cerca de US$ 280 bilhões de dólares em impostos dos contribuintes dos EUA foram investidos na operação de limpeza étnica e ocupação de Israel na Palestina. Foram US$ 150 bilhões de “ajuda” direta e US$ 130 bilhões em contratos de “defesa”.
Porque o povo americano é OBRIGADO, pelos seus “representantes políticos”, a sustentar o Estado sionista criado pelos banqueiros Rothschild? Será porque eles criaram o Sistema de Reserva Federal que imprime seu dólar fiduciário?

O Advogado do Diabo: Benjamin Netanyahu
Quando o satanista Netanyahu menciona a vontade de Deus, o deus a que se refere é Baal (também conhecido como a Grande Coruja ou Moloch), o deus que esses khazarianos acreditam que exige que o adorem por meio de derramamento de sangue constante, dolorosos sacrifícios humanos e assassinatos em massa, e que, se “venderem suas almas” a Baal (também conhecido como Lúcifer ou Satanás), serão recompensados com riquezas incríveis, fama e grande poder.
Quando “vendem suas almas”, o que na verdade acontece é que suas almas são arrancadas e eles se tornam desumanos ou sem alma, assumindo as características de Baal, ou seja, tornam-se cada vez mais psicopatas e malignos. Netanyahu e o governo Bush estiveram por trás dos atentados terroristas de 11/9/2001 nos Estados Unidos.
Netanyahu quer exterminar a população de Gaza para não ter que pagar por suas terras que servirão como uma nova rota comercial que ele quer construir para competir com o Canal de Suez. Netanyahu está envolvido em vários crimes contra a humanidade. Ele é um demônio usando uma fachada humana.
Leia mais: A invasão de Gaza, o Mashiach e a busca desesperada por um grande Israel
Em Moçambique, um massacre contra cristãos está acontecendo. O grupo terrorista ISIS, que foi criado e apoiado pelo Mossad de Israel, está decapitando cristãos. Eles nos contam tudo sobre a chamada “emergência antissemita”, mas não nos dizem nada sobre a perseguição aos cristãos feitas pelos sionistas. Israel criou organizações terroristas como ISIS, Hamas e AL-Qaeda como “oposição controlada”.

Em 1990, Netanayahu disse: “Os Estados Unidos são um bezerro de ouro e nós o sugaremos até secar, o cortaremos em pedaços e o venderemos pedaço por pedaço até que não reste nada além do maior estado de bem-estar social do mundo, que criaremos e controlaremos. É isso que fazemos com os países que odiamos. Nós os destruímos muito lentamente.”

Mas os idiotas úteis dos cristãos americanos que adoram Israel ignoram isso. O homem que foi pioneiro do sionismo (que não é judaísmo), Theodore Herzl, era ateu. Ele quis procurar uma terra que pertencesse aos “verdadeiros judeus”. Mas é claro que todos sabemos hoje que o que vemos como Israel foi criado pela “Família Rothschild”.
Que, claro, controla o Federal Reserve, que controla o setor bancário, quem controla as corporações, que controlam o governo, que controla a grande mídia e o sistema educacional. Parte desse plano massivo para emburrecer e controlar mentalmente o povo americano foi a compra e consolidação de toda a mídia de massa americana em seis grandes veículos de comunicação de massa que são controlados por judeus sionistas.
Essas seis corporações de mídia sob controle sionista funcionam como um cartel ilegal de notícias e deveria ser desmantelado pelas leis antitruste por infligir espionagem e propaganda ilegal como arma de guerra contra o povo americano. Todos nós fomos enganados sobre Israel.

A gigante farmacêutica Pfizer e o estado de Israel trabalharam em vacinas que continham nanorrobôs e óxido de grafeno sete anos antes da “pandemia” do coronavírus. E quem foram os responsáveis pela bioarma chamada de “vacina do Covid”? Todos eles são judeus sionistas, o tal “povo escolhido por deus”.


Os três maiores fundos de investimentos do mundo, BlackRock, Vanguard e State Street foram fundados por judeus sionistas. O fundador e CEO da BlackRock é Larry Frank. O fundador do Vanguard Group é John C. Bogle e o fundador da State Street Company é Kaspii Cohen. Eles são os “judeus da corte” que servem de fachada para as elites aristocratas da Nobreza Negra de Roma, que controlam a Maçonaria/Jesuítas/Vaticano.
A BlackRock, Vanguard e State Street são os financiadores da agenda de despovoamento das elites satânicas Illuminati, através dos mandatos de vacinação. Esses três fundos de investimentos são donas das maiores empresas de mídia, empresas farmacêuticas e corporações do mundo.
— Stylo Urbano (@stylourbano9) December 25, 2025
Em nenhum lugar da Bíblia se menciona a “Estrela de David”. Isso porque em Atos 7:43 e Amós 5:26, ela é mencionada como a estrela do culto sacrificial ao demônio Moloque/Baal. A estrela de seis pontas, no antigo brasão vermelho dos satanistas Rothschild foi colocada na bandeira de Israel.
Os Rothschild são judeus Askhenazi descendentes dos antigos khazares, povo de origem turcomana que se converteu ao judaísmo por imposição do Czar da Rússia. Os khazares faziam sacrifícios humanos ao deus Moloque/Baal. O ESTADO DE ISRAEL FOI FUNDADO EM 1947 POR SIONISTAS QUE SÃO SATANISTAS KHAZARES.

Os Khazares eram um povo guerreiro de origem turcomana que dominaram uma vasta área no sul da Rússia e na Ucrânia, no que era conhecido como Khazaria. Durante os séculos VIII e IX, os khazares se converteram ao judaísmo por motivos estratégicos, para isolá-los da luta religiosa consumindo seus impérios vizinhos.
Esta manobra inteligente forneceu-lhes um véu protetor, sob o qual eles não só poderiam sobreviver à turbulência religiosa, mas também ganhar uma posição vantajosa no tabuleiro de xadrez geopolítico da época. Mas em 965, o príncipe russo Svyatoslav Igorevich derrotou o exército Khazar e tomou sua capital Itil, levando ao colapso o estado parasitário Khazar.

Os Khazares convertidos ao judaísmo que conseguiram fugir, se estabeleceram primeiro na Alemanha, dando origem aos judeus Askhenazi que não tem uma gota sangue semita. Eles são falsos judeus. Alguns pesquisadores alegam que o rei e as elites dos Khazares, mesmo depois de convertidos ao judaísmo, faziam sacrifícios humanos aos deus Ball/Moloch. A antiga Khazaria ficava no mesmo local onde está hoje a Ucrânia.

Os Rothschild e outros banqueiros judeus Askhenazi fazem parte da máfia khazariana. Israel foi criado por ordens do banqueiro Walter Rothschild, que exigiu que a Inglaterra, através da Declaração Balfour de 1917, criasse o “Estado Judeu” para que pudesse invadir países ricos em petróleo do Oriente Médio, e anexar seus territórios. Dessa forma os globalistas Rothschild poderiam controlar as maiores reservas de petróleo do mundo.
Mas Israel foi criado para um propósito mais diabólico, o de iniciar a Terceira Guerra Mundial no Oriente Médio, contra o Irã. Os judeus em Israel seriam sacrificados nessa guerra nuclear para o estabelecimento da Nova Ordem Mundial. E para fazer isso as elites maçônicas Illuminati precisavam ter o controle total dos Estados Unidos.

Os banqueiros sionistas Rothschild da Inglaterra, e a família Rockefeller dos EUA, financiaram Adolf Hitler e o Partido Nazista através de seus bancos em Wall Street e grandes empresas americanas. O sionismo é o irmão gêmeo do nazismo. Vários soldados alemães e integrantes da elite nazista eram judeus Askhenazi. Sem Hitler e os nazistas não teria sido possível fundar o estado sionista de Israel na Palestina e a sede das Nações Unidas em Nova York.
Leia mais:
A história secreta e proibida da aliança entre sionismo e nazismo
Arquitetos da Decepção – A conexão entre o sionismo judeu e o nazismo alemão


O estado “Rothschild” de Israel perdeu a narrativa depois que iniciou o genocídio da população palestina que vive no maior campo de concentração do mundo em Gaza. Quando se vê uma mudança narrativa tão coordenada e multiplataforma, raramente é orgânica. Isso tem todos os sinais de uma campanha deliberada para preparar o público para algo maior.
Nada na geopolítica acontece por acaso. Cada movimento é premeditado, pré-planejado e roteirizado. O alinhamento repentino de comentários de figuras influentes contra os horrores de Gaza nas mãos das Forças de Defesa de Israel (IDF) e a exposição da perseguição aos cristãos em Israel, nada disso acontece no vácuo. Isso faz parte de uma operação psicológica maior na guerra contra o Deep State, por que Israel é um de seus pilares centrais.
Se o presidente Trump está se preparando para tomar medidas decisivas em relação a Israel, precisará do apoio de sua base. Até agora, essa base tem sido majoritariamente pró-Israel, e mudar essa lealdade exige educação, narrativa e timing preciso. O que estamos vendo agora é esse processo em andamento. E isso é um sinal de que estamos nos aproximando do fim da batalha contra uma conspiração maligna que tem manipulado os cordões do mundo por tempo demais.
Laura Aboli Official – @LauraAboli_X
“Ninguém Dormirá”: O Momento em que Começou…
Não acredito que a repentina onda de críticas abertas a Israel seja aleatória. Um interruptor foi acionado, um tiro de largada foi dado, e acredito saber exatamente quando aconteceu…
Ao final de seu discurso de aceitação do Comitê Nacional Republicano, em 18 de julho de 2024, Trump não saiu do palco ao som da playlist habitual da campanha. Em vez disso, as notas finais que a plateia ouviu foram Nessun Dorma (“Ninguém Dormirá”), a famosa ária que termina com a declaração Vincerò! – “Eu vencerei!”.
Na ópera, ela é cantada por um homem que guarda um segredo, certo de que a verdade será revelada em breve. Acredito que aquele momento foi o gatilho para a próxima fase da operação: a divulgação de “red-pilling” (pílula vermelha) ao público sobre Israel como um dos pilares centrais da estrutura de poder global.
Porquê? Por que Nessun Dorma carrega uma segunda camada de significado. Foi usado com destaque no filme “A Soma de Todos os Medos”, de 2002, baseado em um romance de Tom Clancy. O Jack Ryan de Clancy foi parcialmente inspirado pelo Dr. Steve Pieczenik, ex-especialista em guerra psicológica do Departamento de Estado, que repetidamente afirmou que a presidência de Trump fazia parte de uma operação militar de contrainsurgência, trabalhando ao lado de Julian Assange contra o Deep State.
Pieczenik há muito tempo fala abertamente sobre o papel de Israel no 11 de Setembro, seu controle sobre o Congresso por meio do AIPAC, e até descreveu a operação “Q” um ano antes do surgimento dos primeiros Q drops. Na abertura do filme, durante a Guerra do Yom Kippur, em 1973, um avião de guerra israelense carregando uma bomba nuclear é abatido sobre as Colinas de Golã.
O dispositivo não detonado permanece enterrado por décadas até ressurgir na Síria, desencadeando uma cadeia de eventos projetada para desencadear uma guerra catastrófica entre os EUA e a Rússia por meio de táticas de bandeira falsa. Q drops fizeram referência direta ao filme, perguntando: “De onde veio o material no filme? De que país?” A “bomba nuclear” é israelense, acabando nas mãos de neonazistas alemães: os dois inimigos mais poderosos unidos por um dispositivo de destruição final.
Mas há um simbolismo mais profundo aqui… A “bomba nuclear” não é apenas uma arma, é a própria verdade. A verdade de que a devastação da Segunda Guerra Mundial e a narrativa do Holocausto se tornaram o pretexto político e moral perfeito para a fundação do Estado sionista, e que os próprios nazistas foram fortalecidos pelas mesmas redes financeiras ligadas à criação de Israel.
Se essa verdade for totalmente revelada, será politicamente nuclear. Detonará uma das narrativas mais protegidas do século XX e reformulará as origens da geopolítica moderna. A recente onda de denúncia dos crimes de Israel não é uma indignação orgânica, é o condicionamento necessário das massas antes da detonação.
Nessun Dorma não foi apenas música, foi o pontapé inicial para o despertar das massas para a verdade sobre Israel. Trump estava sinalizando: “Ninguém dormirá”. Todos despertarão para a verdade e quando ela for revelada: Vincerò! — Eu vencerei. Nós venceremos.
The Night the Truth Bomb Was Armed
Not long ago, openly criticising Israel was political suicide in the United States and much of the Western world. If you questioned its actions or its influence, you were immediately branded anti-Semitic, a conspiracy theorist, a racist, or… pic.twitter.com/cuETNSfJSc
— Laura Aboli Official (@LauraAboli_X) August 12, 2025
O Mito fabricado dos “Valores Judaico-Cristãos”
De alguma forma, nos acostumamos com essa frase e muitos não a questionam mais, mas a noção não vem das escrituras, foi uma invenção política do século XX.
Nas décadas de 1930 e 1950, as elites americanas construíram uma identidade de “tríplice fé”: protestante, católico e judeu, a fim de (supostamente) unificar o país contra o fascismo e, posteriormente, contra o comunismo. A Conferência Nacional de Cristãos e Judeus (NCCJ) literalmente percorreu os Estados Unidos com seus famosos “Trios da Tolerância”, onde um padre, um pastor e um rabino subiram ao palco pregando o conceito da tríplice fé. Dessa campanha de relações públicas surgiu uma nova frase: “Valores Judaico-Cristãos”.
Ninguém menos que George Orwell adotou a frase em 1939-1941, quando falou do “esquema moral judaico-cristão”. Nas décadas de 1940 e 1950, tornou-se parte da religião civil dos Estados Unidos. Eisenhower a invocou em discursos, e o livro “Protestante-Católico-Judeu”, do sociólogo Will Herberg, de 1955, a consolidou como modelo cultural. O objetivo dessa campanha cultural era obscurecer o que são doutrinas essencialmente irreconciliáveis.
O judaísmo nega as alegações centrais do cristianismo: que Jesus é o Messias, o Filho de Deus e o caminho para a salvação. O cristianismo, por outro lado, vê a antiga aliança como cumprida em Cristo e a nova aliança como vinculativa para todos. A aliança judaica se baseia na obediência à Lei e à justiça como reciprocidade, “olho por olho”, enquanto o cristianismo anula isso com a graça, perdão e o mandamento radical de “oferecer a outra face”.
Enquanto o judaísmo olha para um Messias ainda por vir, o cristianismo testemunha que Ele já veio e cumpriu a lei. Um enfatiza o ritual e a separação; o outro proclama a universalidade e a quebra de barreiras. Não se trata de divergências superficiais; são mundos morais completamente diferentes, mas a expressão “valores judaico-cristãos” foi criada precisamente para ocultar esse abismo e apresentar uma falsa unidade.
Assim como a Bíblia Scofield reprogramou os evangélicos americanos para verem o renascimento de Israel como um plano de Deus, a narrativa dos “valores judaico-cristãos” funcionou na esfera pública para normalizar a ideia de que judeus e cristãos estavam fundamentalmente alinhados. Juntos, esses projetos gêmeos tornaram natural para os cristãos apoiarem o estabelecimento de Israel em 1948 e aceitarem o apoio incondicional dos EUA desde então.
Em 1969, o pensador judeu Arthur A. Cohen chamou toda a construção pelo que ela realmente era: “O Mito da Tradição Judaico-Cristã”. Um mito, porém, com um propósito: garantir o apoio cristão a Israel. Portanto, quando políticos invocam “valores judaico-cristãos” hoje, lembrem-se da história. Nunca foi uma verdade religiosa atemporal.

A Bíblia Scofield foi criada para manipular os cristãos evangélicos em favor de Israel
A Bíblia Scofield foi projetada para fragmentar o cristianismo, servindo como um prelúdio estratégico para a orquestração da criação de Israel pelo Deep State, projetada para manipular as massas por meio do cisma religioso. Ao incorporar a teologia dispensacionalista, mudou subtilmente o apoio cristão ao sionismo, fragmentando as crenças tradicionais e alinhando-as com uma agenda geopolítica. O sionismo, assim, torna-se seu veículo, uma ferramenta para controlar narrativas e influenciar paisagens religiosas e políticas globais… “O Estado de Israel” não é o Israel bíblico… É um falso ídolo… uma Torre de Babel…
É uma criação política moderna, nascida da engenharia do Deep State, da influência maçônica e das manobras geopolíticas apoiadas pelos Rothschild e Rockefeller. A Bíblia Scofield foi usada como arma para reescrever a percepção cristã americana, conectando apoio inquestionável a esse estado moderno na doutrina evangélica. Essa confusão tem sido usada para manipular a política externa dos EUA há décadas e quando alguém ousa falar, a máquina de censura da AIPAC ataca, rotulando-os de “antissemitas”, mobilizando agentes políticos, destruindo suas carreiras, mirando seus negócios, até mesmo perseguindo suas famílias.
Esse é o golpista, o judeu russo Cyrus Ingerson Scofield, que foi pago pelos banqueiros Rothschild para enganar os ingênuos cristãos evangélicos americanos e fazê-los aceitar e desejar a criação do estado moderno de Israel e protegê-lo a todo custo.

É um jogo de poder que visa assustar todos os outros e fazê-los ficar em silêncio. A história e a cultura judaicas não são monolíticas, mas está claro que, como um povo moldado por uma religião que rejeita Cristo (judaísmo), a influência política e cultural de Israel muitas vezes se alinha com a subversão da ordem natural, apagando distinções, achatando hierarquias e impulsionando o igualitarismo liberal moderno. É por isso que Israel promoveu políticas na América que enfraquecem a identidade nacional, a moralidade e a soberania…
Geopoliticamente, Israel tem sido um passivo líquido para os EUA, atraindo o país para guerras intermináveis e usando o seu poder de lobby para influenciar a política americana. O moderno Estado de Israel foi lançado no Oriente Médio como uma granada geopolítica, garantindo instabilidade perpétua ao deslocar populações e desencadear conflitos religiosos e territoriais intermináveis. A sua própria existência, apoiada pelo poder ocidental, mantém a região presa em ciclos de guerra que servem interesses globalistas, não a paz.
Os judeus sionistas em Israel xingam, debocham e cospem nos padres e cristãos devotos nas ruas de Jerusalém mas exigem a ajuda financeira e militar dos cristãos americanos para travarem suas guerras contra os países muçulmanos no Oriente Médio. É preciso acabar com o lobby sionista no Congresso, proibir a dupla cidadania para políticos, cortar laços geopolíticos e rejeitar a propaganda teológica da Bíblia Scofield que cega os cristãos evangélicos para a realidade.
O ponto principal é que a lealdade do Congresso é com o povo americano, não a um Estado político construído pelos interesses de banqueiros. Em sua posse, Trump prestou juramento sobre duas Bíblias puras do Rei James… sem notas de Scofield, sem edições sionistas… uma rejeição silenciosa da armadilha teológica centenária que liga o cristianismo americano ao apoio cego ao Israel moderno.
O que é o sionismo cristão? É bíblico ou uma mentira completa?
O Próximo Alvo de Tucker Carlson: A Ilusão Evangélica
Por décadas, um enorme bloco de cristãos americanos, particularmente evangélicos, foi condicionado a acreditar que apoiar Israel é um “dever sagrado”, até mesmo um requisito para a salvação. Essa crença não surgiu do nada. Foi fortemente moldada pela Bíblia Scofield; uma obra com anotações para impulsionar uma agenda sionista, financiada e promovida por aqueles com interesse em alinhar o cristianismo americano aos objetivos políticos israelenses.
A última entrevista de Tucker Carlson com a Madre Agapia rompe com esse condicionamento. Ela descreve em termos humanos e crus a perseguição que os cristãos enfrentam em Israel, uma realidade raramente reconhecida, e muito menos discutida, na mídia americana. Não se trata apenas de muçulmanos palestinos. Trata-se de cristãos sendo assediados, cuspidos e atacados. Igrejas vandalizadas, cruzes profanadas… E tudo sob um governo que os cristãos americanos foram ensinados a ver como seu aliado mais próximo na fé.
Isso é dizer a verdade estratégica. Faz parte de um despertar mais amplo; não apenas sobre o que Israel está fazendo em Gaza, mas sobre a falsa narrativa teológica que tem amarrado milhões de cristãos americanos à servidão política a um Estado que despreza abertamente sua fé.
A questão levantada por Tucker é uma que os evangélicos agora precisam enfrentar: Se Israel trata os cristãos como inimigos, por que os cristãos ainda tratam Israel como algo sagrado?
O “arrebatamento pré-tribulacionista” — a crença de que os cristãos serão levados antes de uma tribulação de sete anos — não é uma doutrina antiga. Foi inventada no início da década de 1830 pelo pregador anglo-irlandês John Nelson Darby durante uma série de conferências proféticas.
Sua estrutura dispensacionalista foi posteriormente incorporada à Bíblia de Referência Scofield de 1909, cujas notas de estudo fundiam teologia com uma agenda política. Ao vincular o retorno de Cristo à sobrevivência do moderno Estado de Israel, as anotações de Scofield remodelaram a crença evangélica americana — transformando milhões em soldados rasos e inabaláveis do sionismo.

A Bíblia de Referência Scofield listou seu editor como “Rev. C. I. Scofield, D. D.” (Doutor em Teologia). No entanto, Scofield nunca frequentou uma faculdade ou seminário; nem há evidências de que ele tenha recebido um doutorado HONORÁRIO. Quando uma Bíblia de referência começa com uma mentira, é um mau sinal…
Cyrus I. Scofield: O Homem que Reformulou a Crença Evangélica
Cyrus Ingerson Scofield (1843–1921) é lembrado por sua Bíblia de Referência Scofield (1909), que incorporou a teologia dispensacionalista de John Nelson Darby e, com ela, o sionismo político, à leitura diária de milhões de cristãos americanos. Mas por trás da imagem piedosa havia um homem muito diferente:
• Credenciais duvidosas — Scofield nunca frequentou o seminário, nunca obteve um diploma em teologia e não há registro de doutorado honorário. O “D.D.” em sua Bíblia foi autoconcedido.
• Passado jurídico duvidoso — Após servir no Exército Confederado, ele foi implicado em esquemas de falsificação, fraude e apropriação indébita no Kansas, incluindo o uso indevido de fundos como advogado. Ele teria fugido para o Canadá para evitar ser processado.
• Abandono da família — Scofield abandonou sua primeira esposa e filhos, deixando-os na pobreza. Registros judiciais mostram que sua esposa se divorciou dele por deserção em 1883.
• Poderosos apoiadores sionistas — No final do século XIX, Scofield se conectou com Samuel Untermeyer, um rico advogado sionista e figura influente na política e no setor bancário dos EUA. Untermeyer e outros patronos da elite ajudaram a financiar e promover a publicação da Bíblia de Scofield.
• Influência em massa — Ao enquadrar o retorno dos judeus à Palestina como o cumprimento de uma profecia e um pré-requisito para o retorno de Cristo, as notas de estudo de Scofield reestruturaram a teologia evangélica dos EUA, criando um vínculo político-religioso inquebrável com o Estado de Israel décadas antes de sua existência.
O resultado? Milhões de cristãos americanos passaram a acreditar que apoiar Israel não era apenas politicamente sábio, mas também divinamente ordenado; um condicionamento teológico que ainda molda a política externa dos EUA hoje.

O Sionismo Cristão e o Estado Rothschild de Israel
A maior organização pró-Israel nos Estados Unidos, a Cristãos Unidos por Israel (CUFI), não é composta de judeus, mas de cristãos evangélicos, com um total de adesão de 7 milhões, mais de 2 milhões de membros a mais do que a totalidade da comunidade judaica dos EUA.
A CUFI é apenas uma das muitas organizações ao longo da história americana que promoveram o Estado de Israel e o Sionismo, alegando que um etnoestado judeu na Palestina é um requisito para o cumprimento da suposta “profecia do fim dos tempos” e necessário para que “Jesus Cristo retorne à Terra”, um evento ao qual os cristãos muitas vezes se referem como “Segunda Vinda” ou “arrebatamento”.
Enquanto organizações como a CUFI e seus predecessores há muito viram a criação do Estado de Israel em 1948, e a posterior vitória e conquista israelense de Jerusalém em 1967, como o cumprimento da profecia bíblica, há uma profecia que esta seita de cristãos evangélicos acredita ser a única coisa entre eles e a Segunda Vinda. Estima-se que haja mais de 20 milhões destes cristãos, muitas vezes referidos como Cristãos Sionistas, nos Estados Unidos e eles são um bloco de votação chave e fonte de doações políticas para o Partido Republicano.
Esses sionistas cristãos, bem como extremistas sionistas religiosos em Israel, acreditam que a mesquita de Al Aqsa e a Cúpula da Rocha devem ser substituídas por um Terceiro Templo Judaico para “inaugurar o fim dos tempos”. Estes dois grupos de diferentes religiões, desde o século 19, têm repetidamente formado uma aliança oportunista, a fim de garantir o cumprimento de suas respectivas profecias. Esta aliança, baseada em uma obsessão mútua com a aceleração da vinda do Apocalipse, continua até hoje.
O Sionismo Cristão não acontece apenas nos EUA, mas em outros países, como o Brasil. As igrejas evangélicas apoiam histericamente o Estado Rothschild de Israel. E o mais patético nisso tudo é que os cristãos são tratados como leprosos pelos judeus em Israel, que literalmente cospem na cara deles, mostrando todo seu desprezo. Isso foi filmado várias vezes.
Como os sionistas assumiram o controle das Igrejas Cristãs Evangélicas da América?
Desde que foi publicada pela primeira vez em 1909, a Bíblia de Referência Scofield transformou dezenas de milhões de americanos em sionistas intransigentes. Quando John Hagee, o fundador da Christians United for Israel (CUFI), disse que “50 milhões de cristãos evangélicos crentes na Bíblia se unem a cinco milhões de judeus americanos que se unem em nome de Israel”, era da Bíblia Scofield que ele estava falando.
Embora a Bíblia de Referência Scofield contenha o texto da Versão Autorizada do Rei James, não é a Bíblia protestante tradicional, mas os comentário no rodapé de Cyrus Ingerson Scofield que são problemáticos. Mais do que qualquer outro fator, são as notas de Scofield que induziram gerações de evangélicos americanos a acreditar que Deus exige seu apoio acrítico ao moderno Estado de Israel.
Cyrus Ingerson Scofield (19 de agosto de 1843 – 24 de julho de 1921) escreveu uma Bíblia anotada que popularizou o dispensacionalismo (o bem-estar dos judeus) entre os cristãos fundamentalistas.
A Nova Bíblia de Estudo Scofield

ABENÇOANDO ISRAEL, AMALDIÇOANDO SEUS CRÍTICOS
Central para a crença sionista cristã é o comentário de Scofield (em itálico abaixo) sobre Gênesis 12:3: “Abençoarei os que te abençoarem.” Em cumprimento intimamente relacionado à próxima cláusula, “E amaldiçoarei os que te amaldiçoarem. Maravilhosamente cumprido na história da dispersão. Invariavelmente, ele se saiu mal com as pessoas que perseguiram o judeu, bem com aqueles que o protegeram. O futuro provará ainda mais notavelmente esse princípio.”
Os cristão evangélicos sofreram lavagem cerebral com as notas de rodapé e títulos colocados na Bíblia Scofield criada pelo judeu russo Cyrus Ingerson Scofield a mando dos banqueiros Rothschild, para promover a criação do Estado de Israel. O Sionismo Cristão é baseado em uma infinidade de mentiras com muitas camadas.
O fundamentalismo cristão foi infiltrado e sequestrado pelos agentes dos Rothschilds e sua agenda sionista. Dois agentes principais neste esquema foram John Nelson Darby (1800-1882) e Cyrus Ingerson Scofield (1843-1921). O que Darby plantou, Scofield regou e disseminou. A teoria e o culto do Sionismo Cristão que eles desenvolveram serviram perfeitamente à agenda sionista dos Rothschilds.

Plano de três etapas do grupo de reflexão sionista Rothschild para produzir uma religião mundial:
#1 Degradar o cristianismo com infiltração e mudanças na Bíblia para fazer com que os cristãos adorem os judeus e ignorem a Lei de Deus. Os sionistas forneceram empréstimos para as principais igrejas em troca de mudanças doutrinárias e infiltraram seminários com teorias judaicas para produzir ministros anticristãos “modernistas” para minar a fé, enfraquecendo o apelo do cristianismo e mudando o foco da adoração para os judeus, longe dos Dez Mandamentos. A TV ajudou imensamente.
#2 Organizações específicas (como o Conselho Nacional de Igrejas) seriam formadas como estrutura para mais denominações de CULTO e religiões de CULTO reunidas sob uma bandeira de CONTROLE.
#3 Para dar às igrejas um motivo para a unificação, causas sociais, aceitáveis dentro da moral da maioria das denominações e religiões, seriam promovidas como pontos de encontro para “ação unida”. = FUNDO PARA ISRAEL E AS GUERRAS DOS SIONISTAS ROTHSCHILDS BRITÂNICOS.
Como os cristãos evangélicos foram enganados pelos satanistas Rothschild
O sionismo evangélico, ou sionismo cristão, é um movimento religioso e político que defende o apoio ao Estado de Israel e ao retorno dos judeus à Terra Santa como parte de um cumprimento de profecias bíblicas para o fim dos tempos e a Segunda Vinda de Cristo. Essa crença, com raízes no dispensacionalismo, se manifesta como um forte apoio político a Israel por parte de certos grupos evangélicos, especialmente nos Estados Unidos e no Brasil.
Os Rothschilds são os líderes do satanismo global e têm financiado a maior parte do mal neste mundo, que levou bilhões de pessoas ao sofrimento. Eles também financiaram a Bíblia de Estudo Scofield, que está repleta de centenas de notas de rodapé promovendo uma nova doutrina: o dispensacionalismo. Essa nova doutrina foi inventada por John Nelson Darby, cuja família era proprietária do Castelo Leap, onde 150 cadáveres foram encontrados nos porões e esqueletos foram enterrados dentro das paredes.
Darby estava envolvido em sociedades ocultistas e era funcionário dos Rothschilds. Já Cyrus Ingerson Scofield era um advogado criminalista condenado, especialista em fraude e falsificação. Esses homens criaram a doutrina do dispensacionalismo, que se espalhou por meio da Bíblia de Estudo Scofield. Essa nova Bíblia foi enviada gratuitamente ao Instituto Bíblico Moody, nos Estados Unidos, onde gerações de pastores foram treinadas para espalhar essa nova mensagem. Qual era a essência desse falso evangelho?
• O mal precisa aumentar — não resista a ele.
• O Anticristo governará — apenas aceite-o.
• Satanás dominará o mundo — não há nada que você possa fazer.
• Sua única esperança é escapar — espere pelo arrebatamento.
• Jesus retornará e governará mais tarde — não agora.
• Um novo estado político-militar de Israel precisa ser estabelecido.
• Cristo retornará a um templo físico nesse estado e reinará a partir dele.
• Só então haverá paz.
Esse engano demoníaco varreu as igrejas cristãs evangélicas como um incêndio. Tornou-se a narrativa incontestável.
- Questione-o — e você será silenciado.
- Rejeite-o — e você será expulso.
- Promova-o — e você será ricamente recompensado.
Assim, as igrejas evangélicas foram transformadas num culto de covardes e escapistas, escondidos debaixo de suas camas, esperando o arrebatamento. Foi uma das conquistas satânicas mais eficazes da história. E assim foi feito, com a Bíblia Scofield em mãos. A mensagem era: “Não se incomodem. O mundo está condenado. O mal vencerá. É só esperar que Jesus volte no fim dos tempos e conserte tudo, arrebatando os escolhidos.”
O sionismo cristão evangélico e o genocídio em Gaza
A participação do sionismo cristão no genocídio em Gaza está se tornando óbvia. Nos Estados Unidos, desempenha um papel ideológico, teológico e financeiro significativo ao permitir e justificar as ações do Estado israelense contra os palestinos. Este apoio está enraizado numa forma de teologia pública que funde colonialismo e escatologia, legitimando o apartheid e a violência israelitas como parte de um projeto moral “divino”.
O sionismo cristão promove uma visão de mundo maniqueísta onde Israel é visto como o cumprimento da profecia bíblica, muitas vezes ligada a crenças dispensacionalistas sobre o fim dos tempos e a Segunda Vinda de Cristo. Isso cria uma estrutura moral que apoia as ações de Israel como redentoras e necessárias, independentemente de seu custo humano, crueldade e sofrimento.
O sionismo cristão atua como um “colonialismo moral”, sustentando agendas políticas que apoiam a colonização israelense e a negação da existência palestina. Ela evoca narrativas bíblicas que pedem a destruição dos palestinos, comparando-os aos amalequitas, e justifica a violência extrema como divinamente sancionada.
Sendo o maior bloco eleitoral religioso nos EUA, os sionistas cristãos exercem uma influência significativa no apoio do governo americano a Israel, incorporando as suas motivações religiosas em políticas que permitem o apoio militar e financeiro contínuo às campanhas de Israel em Gaza e outros países do Oriente Médio.

O sionismo cristão desloca a realidade vivida e a história dos palestinos, incluindo os cristãos palestinos, ao enquadrar o estado de Israel como a única continuação de um Israel imaginado “bíblico”. Este apagamento ideológico sustenta a violência colonial e genocida, tornando o sofrimento palestiniano invisível ou justificado na sua teologia.
Muitas vozes cristãs palestinas rejeitam o sionismo cristão, vendo-o como uma distorção da mensagem cristã e uma forma de colonialismo cristão que se alinha com o imperialismo e o racismo ocidentais. Eles veem a violência genocida em curso em Gaza como tragicamente possibilitada por legados teológicos cristãos ocidentais intimamente ligados à ideologia sionista cristã.
Depois, há o dinheiro. Os sionistas cristãos enviam coletivamente apoio financeiro significativo a Israel, mas suas contribuições representam uma fração menor em comparação com as doações gerais de comunidades judaicas e cristãs mais amplas. As organizações sionistas cristãs gastam coletivamente dezenas de milhões de dólares todos os anos a fazer lobby por Israel e a enviar ajuda direta. Sua base de doadores chega a milhões, com alguns grupos tendo membros que excedem o número de judeus americanos.
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VOCÊ NÃO PODE COMETER GENOCÍDIO EM GAZA E DEPOIS SE ESCONDER
ATRÁS DO ANTISSEMITISMO E DO HOLOCAUSTO.
Por que a obsessão dos evangélicos dos EUA, e de outros países, com o “Israel abençoado” coloca em risco o mundo e a verdade. Até mesmo os críticos judeus da atual política estatal israelense expressam consternação com o analfabetismo histórico e a crueza teológica que alimentam essa ideologia em metástase nos círculos evangélicos americanos e também no Brasil.
O sionismo cristão prospera na ignorância, no analfabetismo bíblico, no fanatismo e na apropriação seletiva das escrituras. Embora frequentemente apresentado como antigo e imutável, é, na verdade, um fenômeno relativamente moderno, surgindo junto com a ascensão do sionismo político no final do século XIX.
Em vez de tratar as Escrituras como sacrossantas, ele distorce o cânone bíblico, transformando-o em uma ferramenta maleável – que deve se conformar aos imperativos ideológicos do momento. Em uma nação como os Estados Unidos, que esteve em guerra por quase 95% de sua existência, essa distorção frequentemente serve como cobertura teológica para uma doutrina de “guerra sem fim”, com versículos escolhidos a dedo usados para santificar a agressão geopolítica e a criação de novos inimigos.
Leia mais: Como o ‘Sionismo Cristão’ distorce as escrituras para servir a agenda do Império
Durante visita ao Brasil, o rabino ortodoxo David Weiss afirmou que o sionismo instrumentaliza símbolos religiosos para angariar apoio de setores cristãos (fanáticos ingênuos e ignorantes) e legitimar um projeto político desvinculado do judaísmo. Questionado pela Sputnik Brasil sobre a aproximação da direita brasileira com Israel, o rabino David Weiss, da organização judaica Neturei Karta International, afirmou que a aliança é sustentada por interesses ideológicos.
“O sionismo se aproveita da pauta cristã para angariar apoio. Isso é proposital. A criação de um Estado judeu é contrária às leis religiosas judaicas” disse ele. Durante visita ao Brasil, o rabino criticou como setores cristãos conservadores se tornaram base política e simbólica do apoio ao Estado Terrorista de Israel, algo que, segundo ele, também é explorado por Jair Bolsonaro e aliados, por exemplo.
“Pedimos aos líderes do mundo que, mesmo com a pressão, não ignorem o sofrimento do povo palestino. Assim como o apartheid caiu, esse regime também pode cair. O Estado de Israel é uma entidade criminosa. Deve haver uma Palestina livre, do mar ao rio.” – David Weiss
O rabino David Weiss alerta que, ao confundir judaísmo com sionismo, os próprios cristãos caem em uma armadilha perigosa. “O judaísmo é uma religião. O sionismo é um movimento político, nacionalista e materialista. Um não tem nada a ver com o outro. Apoiar o sionismo não é apoiar o povo judeu, é apoiar um regime criminoso que desrespeita a própria Torá.”
Segundo ele, o verdadeiro judaísmo sempre se opôs à criação de um Estado judeu. “Estamos em exílio espiritual. A Torá proíbe que os judeus criem um Estado próprio antes da chegada do seu Messias. Criar esse Estado foi um pecado, e usá-lo para explorar a boa-fé [a ignorância] dos cristãos é um pecado ainda maior.”
“Se realmente querem apoiar os judeus religiosos, deveriam estar do lado da Palestina. O Estado de Israel não representa o povo judeu — representa uma ideologia moderna e perigosa que se apropria da religião para cometer crimes.”
Os líderes sionistas são todos judeus maçons satanistas que enganaram os ingênuos cristãos evangélicos e também outros judeus.
Leia mais: ‘Sionismo se aproveita dos cristãos para angariar apoio’, diz rabino sobre aproximação com Israel
✡️❌ Rabino pede ação de líderes contra ocupação: ‘Não é um Estado judeu’
Durante sua passagem pelo Brasil, o rabino David Weiss apelou para que líderes políticos rompam o silêncio e ajam contra a ocupação israelense. “Imploramos a eles, que têm a capacidade de impor força e… pic.twitter.com/sa8Gz6yuwV
— Sputnik Brasil (@sputnik_brasil) July 21, 2025
O rabino David Weiss também denunciou repressão por parte do governo israelense contra judeus ortodoxos que se opõem ao sionismo. “Há 77 anos, judeus religiosos protestam nas ruas de Jerusalém e são brutalmente espancados pelo exército. Velhos rabinos, jovens e crianças são atacados. Recusam-se a servir ao exército porque é contra a nossa religião. Dizem que é porque querem estudar, mas a verdade é que o serviço militar é proibido pela Torá.”
“O mundo tem medo de se opor ao massacre em Gaza porque será acusado de antissemitismo, mas os sionistas são os verdadeiros antissemitas. Eles causam ódio contra os judeus ao confundirem o mundo, usando a estrela de Davi e o nome ‘Israel’ para dar aparência de santidade a seus crimes.”
🇮🇱📌 ‘Sionistas estão usando a crença cristã’, afirma Weiss sobre aproximação de Israel com a direita
Questionado sobre a proximidade de setores da extrema-direita brasileira com Israel, o rabino David Weiss afirma que o sionismo se apoia em narrativas cristãs para obter apoio… pic.twitter.com/plTkw0a3JX
— Sputnik Brasil (@sputnik_brasil) July 21, 2025
O Ministro das Finanças israelense, o sionista Bezalel Smotrich, afirmou que o direito internacional não se aplica porque o Estado judeu é a expressão do “povo eleito”. Fala-se muito na mídia sobre o chamado “antissemitismo”, mas nada sobre o ódio e o racismo que os sionistas de Israel nutrem contra o restante do mundo.
Ministro israelense Smotrich: “O direito internacional não se aplica aos judeus… essa é a diferença entre o povo escolhido e os outros.” Não eram os nazistas que se achavam a raça superior sobre todas as outras? Então está explicado pois os sionistas e os nazistas são os dois lados da mesma moeda podre.
🚨 Israeli Minister Smotrich:
“International law does not apply to Jews… that’s the difference between the chosen people and the others.” pic.twitter.com/uwIxOWucKS— SilencedSirs◼️ (@SilentlySirs) August 3, 2025
A História oculta da Máfia Khazariana incrivelmente maligna
por Preston James e Mike Harris
400-800 d.C. – Uma sociedade maligna emerge na Khazaria:
Os historiadores acreditam que os Khazars sejam descendentes da tribo turca, conhecida como hunos ou huno, que invadiu e devastaram a Europa a partir da Ásia por volta de 450 d.C. Os territórios dos hunos se estendiam, em certa época, da Ásia Central à Europa Central, da Sibéria e China ao norte da Índia.
Eles eram um agrupamento de tribos e linhagens resultantes do cruzamento com diversos povos. As elites dos Khazars praticavam as antigas artes negras babilônicas. Durante esse período, os Khazars ficaram conhecidos nos países vizinhos como ladrões, assassinos, bandidos de rua e por assumirem as identidades dos viajantes que assassinavam como uma prática ocupacional e modo de vida normal.
Os Khazars também tinham laços estreitos com o Império Bizantino, que fazia parte do Império Romano, centrado em Constantinopla, e havia cruzamentos entre eles. É possível que os Rothschilds tenham conexões de sangue “real” com o Império Romano. O imperador deposto, Justiniano II, fugiu para a Khazaria em 705, onde o rei (o “Khagan” ou “Kagan”) lhe deu abrigo e permitiu que ele se casasse com sua irmã.
Ela adotou o nome de Teodora e tornou-se imperatriz quando Justiniano foi restaurado ao trono bizantino. “Kagan” é um nome “judeu” comum hoje em dia. Uma princesa da khazaria chamada Tzitzak, filha do khagan Bihar, casou-se com o imperador bizantino Constantino V, e seu filho se tornou o imperador Leão IV, conhecido como Leão, o Khazar, que governou o Império Bizantino de 775 a 800. Houve casamentos entre a realeza do Império Romano Bizantino com a elite da Khazaria.
740 d.C. – O Ultimato é entregue pela Rússia e outras nações vizinhas:
Os líderes das nações vizinhas, especialmente a Rússia, receberam tantos anos de reclamações de seus cidadãos que, como grupo, entregaram um ultimato ao khagan Bulan da Khazaria. Eles enviam um comunicado ao rei de que ele deveria escolher uma das três religiões abraâmicas para seu povo, torná-la sua religião oficial do estado e exigiram que todos os cidadãos da Khazaria praticassem essa fé.
O Khagan Bulan teve que escolher entre o islamismo, o cristianismo e o judaísmo. O rei escolheu o judaísmo e prometeu permanecer dentro dos requisitos estabelecidos pela confederação de nações vizinhas liderada pelo Czar da Rússia. Apesar de seu acordo e promessa, o Khagan e seu círculo íntimo de oligarcas continuaram praticando a antiga magia negra babilônica, também conhecida como satanismo. Esse satanismo secreto envolvia cerimônias ocultas com sacrifícios de crianças, depois de “sangrá-las”, beber seu sangue e comer seus corações.
O segredo profundo e obscuro das cerimônias ocultas era que todas elas eram baseadas na antiga Adoração a Baal/Moloch, também conhecida como adoração à Coruja. Eles não seguiam a “Torá” judaica, eles adotaram o demoníaco Talmude Babilônico, que não é o livro sagrado dos judeus religiosos de Israel. Foi reformulado pelos Khazars para se adequar à sua religião exclusivamente pagã. O Talmud é o substrato sórdido de um sistema religioso terrivelmente desviado.
Lembre-se de que 90% daqueles que se autodenominam judeus são Askhenazis, os descendentes do Khazars e a maioria, se não todos, de sua liderança global são, na verdade, satanistas praticantes que usam a pedofilia como um sacrifício a Satanás por poder, riqueza e sucesso em seus empreendimentos secretos. O Talmudismo Babilônico se tornou a religião nacional da Khazaria e alimentou o mesmo mal pelo qual era conhecida antes.
Infelizmente, os khazars continuaram seus maus caminhos, roubando e assassinando aqueles de países vizinhos que viajavam pela Khazaria. Os ladrões Khazars muitas vezes tentavam assumir suas identidades depois de assassinarem esses visitantes e se tornavam mestres de disfarces e identidades falsas — uma prática que eles continuam até hoje, junto com suas cerimônias ocultas de sacrifício de crianças, que na verdade são a antiga adoração a Baal/Moloch.
965 d.C. – A Rússia e as nações vizinhas estão fartas e agem:
Por volta de 965 d.C., os russos lideraram um grupo de nações ao redor da Khazaria e a invadiram, a fim de impedir os crimes dos Khazars contra seu povo, que incluíam o sequestro de seus filhos pequenos e bebês para suas cerimônias de sacrifício de sangue a Baal/Moloch. O rei khazariano e sua corte interna de criminosos e assassinos passaram a ser conhecidos como Máfia Khazariana (KM) pelos países vizinhos.
Os líderes Khazars tinham uma rede de espionagem bem desenvolvida, por meio da qual obtinham aviso prévio e escapavam da Khazaria para nações europeias a oeste, levando consigo sua vasta fortuna em ouro e prata. Eles se esconderam e se reagruparam enquanto assumiam novas identidades. Em segredo, eles continuaram seus rituais satânicos de sangue infantil e sacrifício e confiaram em Baal/Moloch para lhes dar o mundo inteiro e todas as suas riquezas, como alegaram que ele lhes havia prometido, desde que continuassem sangrando e sacrificando crianças e bebês por ele.
A Máfia Khazariana planejou uma vingança eterna contra os russos por terem os expulsado da Khazaria. Os judeus Ashkenazi (92% dos judeus do mundo) são descendentes dos khazars e, de acordo com suas próprias pesquisas genéticas, não são semitas. Os khazars, um grupo étnico turco, se converteram ao judaísmo entre os séculos VII e IX. No século X, eles foram forçados a se mudar para a Alemanha e Itália, depois que o príncipe russo Svyatoslav Igorevich derrotou a Khazaria, onde fica hoje a Ucrânia.
A ascensão do nazismo foi possível com a completa cooperação do lobby sionista, dos Rothschild, dos jesuítas/Vaticano e da realeza europeia. Hitler era um agente dos Rothschild. O nazismo e o comunismo foram criados pelos Jesuítas/Vaticano e financiados pelos bancos de Wall Street controlados pelos Rockefeller e Rothschild. TODOS os líderes bolchevique eram judeus Askhenazi sionistas que foram financiados por Wall Street.
A missão deles era invadir a Rússia, assassinar a família real Romanov e milhões de cristãos russos e roubar seus recursos naturais para os Rothschild. Essa era a vingança da Máfia Khazariana. As revoluções do nazismo na Alemanha e comunismo na Rússia e China foram financiados pelos bancos de Wall Street. Quando Vladimir Putin chegou ao poder, ele expulsou os ricos oligarcas judeus Askhenazi da Rússia e também expulsou o Banco Central dos Rothschild. Por isso o Deep State dos EUA fez com que a CIA e OTAN financiassem e armassem a Ucrânia para invadir a Rússia e derrubar Putin.

O que é certo é que os Khazars, ancestrais de pelo menos 90% dos que hoje se autodenominam ‘judeus’, não tinham nenhuma ligação com a terra chamada Israel. Seu lar não era o Mar Morto, mas o Mar Cáspio, na região que ficou conhecida como Khazaria. Nos séculos após o fim da Khazaria, os Ashkenazi não falavam a língua semítica do hebraico, o que não é nenhuma surpresa, pois eles não eram hebreus. Eles desenvolveram sua própria língua, chamada iídiche.
Esta começou como uma língua germânica a partir de dialetos do sudeste do alto-alemão médio e se expandiu para a Europa Central e Oriental, a partir do século XII. Mais tarde, evoluiu para incluir elementos do hebraico, aramaico, línguas eslavas e outras influências. Mais uma vez, o iídiche, a língua dos Ashkenazi, não veio de Israel, mas da Alemanha e da Europa Oriental. As múltiplas influências linguísticas em sua língua também se espelharam nos genes dos antigos Khazars.
A “pátria judaica” na antiga Palestina foi, desde o início, um feudo Rothschild arquitetado pela rede global de sociedades secretas controlada por famílias mestiças e conhecida como Illuminati. Eles criaram Israel como seu brinquedo pessoal. Isso os torna mais ricos e lhes dá mais controle. A população judaica é tratada como forragem para ser usada e abusada conforme necessário. Eles chamaram seu plano de “sionismo”, e o planejamento e a manipulação começaram no século XIX e início do século XX por meio dos Rothschilds e seus serviçais, como Chaim Weizmann.
A união entre a Nobreza Negra de Roma com a Máfia Khazariana
As principais cidades do norte da Itália, como Veneza, Gênova, Milão, Turim, Florença, Bolonha, Verona, etc., foram o lar das primeiras corporações do mundo. Todas essas corporações foram estabelecidas sob a égide da Igreja Católica Romana ou Sacro Império Romano, o que significa que, ainda hoje, o Vaticano exerce comando e controle completos sobre a corporatocracia global por meio da Maçonaria, Ordem dos Jesuítas e Cavaleiros de Malta e seus “judeus da corte”.
A Nobreza Negra são as famílias aristocratas europeias que controlam o Vaticano. Em alguma momento no passado, a Máfia Khazariana, formada por ricos comerciantes e banqueiros judeus Askhenazis, fizeram um acordo com a Nobreza Negra e ganharam o título de “judeus da corte”. Entre os vários banqueiros judeus Askhenazis que são “judeus da corte”, os Rothschild se tornaram os mais poderosos, e ganharam outro título importante, o de “Guardiões dos Tesouros do Vaticano”. Os Rothschild são servos do Vaticano e junto com os jesuítas criaram a Ordem dos Illuminati na Baviera.
Mas de um veio o capital que facilitou a rápida formação de uma empresa corporativa global, bem como capitalizou os maiores bancos da Europa? Afinal, foi necessária uma infusão de capital para construir uma arquitetura corporativa necessária durante os estudos rudimentares da corporatocracia. E, especialmente quando a subsequente construção do enorme Complexo Industrial Militar global era o objetivo final para sustentar a economia de guerra perpétua.
A Nobreza Negra do Norte da Itália construiu suas fortunas por meio de quatro das maiores conquistas de todos os tempos. Herdou a riqueza acumulada do império mais voraz da história — o Império Romano; isto é, antes mesmo da existência do Império Britânico. Apoderou-se dos despojos das nove principais cruzadas ao Oriente Médio. Foram os beneficiários diretos da transferência sem precedentes de riqueza do Oriente para o Ocidente, corrida após as viagens do veneziano Marco Polo ao Império Mongol de Kublai Khan, após a Rota da Seda ser restabelecida.
A conclusão principal dessa história bem escondida é que o atual Sistema Econômico e Financeiro Global foi construído em torno das casas bancárias e corporações originais das famílias aristocratas da Nobreza Negra, todas elas incorporadas em todo o norte da Itália sob a proteção da Igreja Católica Romana.
Esse fato obscuro da história é um desenvolvimento muito significativo desde a forma como os oligarcas da Nobreza Negra e seus capangas da Máfia Khazariana estão secretamente juntos na corporatocracia que envolve o planeta como um polvo sugador de sangue. A CORPORAÇÃO é o principal meio pelo qual a Nobreza Negra do Norte e a Máfia Khazariana continuam a estuprar e pilhar as nações hoje com impunidade praticamente absoluta.
Uma pesquisa genética revisada por pares da Johns Hopkins, realizada por um respeitado médico judeu, mostra que 97,5% dos judeus que vivem em Israel não têm absolutamente nenhum DNA hebraico antigo. Eles não são semitas e não têm nenhum laço de sangue antigo com a terra da Palestina. São impostores.
Eles são descendentes dos khazars, tribos turcas, iranianas e mongóis que viviam no que hoje é o sul da Rússia, ao norte da Geórgia e ao leste da Ucrânia, e que se converteram ao judaísmo entre os séculos VII e IX.
Os verdadeiros donos da Palestina são o povo palestino que são descendentes dos antigos hebreus, e não os israelenses, que são os falsos judeus Ashkenazi de origem Khazariana. O Estado terrorista de Israel promove o anti-semitismo contra os palestinos, os exterminando sistematicamente para roubar suas terras.
Os planos dos sionistas incluem a fantasia de construir um “grande Israel”, dominando todo o Oriente Médio e manipulando os estúpidos Goyim americanos para lutarem e morrerem em seu nome, tomando todas as terras árabes para Israel e a Máfia Khazariana (KM). Por que? Para controlar todo o petróleo.
Um dos especialistas em khazars foi Benjamin Freedman, um judeu sionista que se afastou do sionismo em 1945 e descreveu os khazars como uma nação satânica e quem controla a mídia, a indústria farmacêutica, o sistema financeiro etc. Um dos principais fantoches da Máfia Khazariana é Benjamin Netanyahu, que está por trás dos atentados terroristas de 11 de setembro de 2001, e vários outros atentados nos EUA e pelo mundo.

































