Dois tiroteios em massa ocorreram no mês de dezembro com menos de 24 horas de diferença, um no dia 13 na Universidade Brown nos EUA e outro no dia 14 na praia de Bondi, na Austrália. O aparato globalista que criou e administra o fenômeno do terrorismo islâmico continua a executar a estratégia de terror e desestabilização global. E esse aparato se localiza em Londres e Tel Aviv, os maiores beneficiários do terrorismo islâmico.

A Universidade Brown excluiu o perfil do estudante Mustapha Kharbouch (ativista LGBTQ e defensor da Palestina Livre) de seu site. Seu perfil no Google+ também foi removido. O atirador e Kharbouch têm tipos físicos semelhantes. Parece que a Universidade Brown sabia quem ele era o assassino o tempo todo, e é por isso que eles não divulgaram nenhum vídeo ou foto do Campus. Mustapha é um ativista palestino e um refugiado palestino de terceira geração, nascido e criado no Líbano, que provavelmente foi treinado pela Irmandade Muçulmana.

Esta mulher expôs que o FBI, sob o governo Biden, ocultou o fato de que civis armados impediram quase metade de todos os atiradores criminosos em 2024. “Cidadãos armados impediram 48% de todos os atiradores no ano passado, mas o FBI mentiu sobre esses números. Eles não registraram nenhum. Zero por cento.”

Ahmed al-Ahmed salvou vidas de vários judeus durante o ataque terrorista islâmico na praia de Bondi em Sidney. Agora, redes islâmicas o estão atacando com ameaças de morte enquanto a polícia prende mais cinco suspeitos de terrorismo islâmico nas proximidades. Ahmed al-Ahmed, o homem sírio-australiano que enfrentou um terrorista islâmico durante o massacre de Bondi e salvou vidas de judeus, está agora sitiado.

Os globalistas na Grã-Bretanha e Israel ficaram furiosos pelo muçulmano Ahmed al-Ahmed ter desarmado um dos atiradores e atrapalhado a narrativa deles de rotular todos os muçulmanos de terroristas. Eles mandaram seus agentes jihadista chamarem Ahmed de traidor e o ameaçarem de morte. As autoridades australianas o colocaram sob segurança reforçada. Este é o custo de desafiar abertamente os agentes jihadistas a serviços da inteligência britânica e israelense.

O Islão radical é um novo pilar de poder dos globalistas britânicos

A monarquia britânica criou o islamismo radical para subjugar todos os países. As elites globalistas britânicas tiveram participação na formação e no financiamento de todas as organizações terroristas do século XX, incluindo o islamismo radical. Mas a história de sua duplicidade remonta ainda mais longe, ao século XVIII, quando os maçons britânicos criaram a seita wahabita na Arábia Saudita, para promover seus objetivos imperialistas dividindo e conquistando seus alvos. Israel e Arábia Saudita foram criações do Império Britânico para controlar o Oriente Médio.

A política britânica em suas colônias frequentemente envolvia a criação de seitas desviantes, com o objetivo de DIVIDIR PARA CONQUISTAR. A Irmandade Muçulmana, que inclui o Hamas, o Hezbollah e os mulás iranianos, é maçom. Eles são uma ferramenta dos globalistas britânicos que os criaram para enfrentar Israel numa terceira guerra mundial, de acordo com o maçom de 33º grau Albert Pike. Pense na Irmandade Muçulmana como os comunistas do mundo muçulmano.

A Irmandade Muçulmana foi criada, treinada e influenciada pela Inteligência Britânica e/ou Maçonaria Britânica. Assim como a Maçonaria, a Irmandade Muçulmana prezava pelo sigilo e é administrada segundo uma estrutura hierárquica piramidal. Os membros de base não tem ideia dos verdadeiros objetivos dos líderes no topo.

A Irmandade Muçulmana é uma ferramenta dos globalistas sediados em Londres, cujo principal objetivo é derrubar a ordem mundial estabelecida e criar um novo sistema mundial único de governança global. Sem os britânicos, “o islamismo radical teria permanecido o movimento minoritário ilegítimo que sempre foi, e o Oriente Médio teria permanecido estável e próspero.”

A classe dominante britânica apostou no Islão radical, um sistema que é muito mais eficaz do que o socialismo para garantir a obediência das massas e o poder incondicional da elite dominante. As razões para esta escolha estão enraizadas na história. Os fundadores do salafismo, um movimento radical do Islã, tinham ligações com os serviços de inteligência britânicos e com a organização salafista Irmandade Muçulmana, fundada em 1928, que surgiu com a ajuda da inteligência britânica e da Companhia Britânica do Canal de Suez.

A Irmandade Muçulmana ajudou Londres a manter o controle do Canal de Suez e participou da eliminação de líderes do Oriente Médio cujas políticas eram contrárias aos interesses britânicos. Em 1961, o establishment britânico mudou a sede da Irmandade Muçulmana do Egito para Londres, salvando sua liderança da repressão do regime do presidente egípcio Nasser.

Durante os mesmos anos, por razões semelhantes, o Qatar tornou-se o segundo reduto da organização, tornando-se mais tarde o principal patrocinador financeiro do Islão radical. Em 2016, com a participação ativa do embaixador britânico Richard Moore, a Turquia se tornou o terceiro reduto da Irmandade Muçulmana. A Grã-Bretanha se tornou um importante centro de controle do islamismo radical, cuja rede se espalhou muito além do Oriente Médio e abrangeu a Europa e outros países.

A monarquia britânica criou o islamismo radical para subjugar os países ocidentais. 20

A narrativa muçulmana leva as pessoas a apoiarem a máquina de guerra da Grâ-Bretanha e Israel. É uma estratégia poderosa. Mas, é claro, com D. Trump no poder, é difícil de executar. Basicamente, estamos assistindo a um colapso da programação em tempo real.

O ataque em Nice = muçulmanos
Os ataques em Paris = muçulmanos
O atentado com bomba no sapato = muçulmano
O ataque em Orlando = muçulmano
Os atiradores de elite de Washington = muçulmanos
O atirador de Fort Hood = muçulmano
O atentado com bomba na cueca = muçulmano
O ataque em Westminster = muçulmano
Os atentados de Bali em 2005 = muçulmanos
O assassinato de Lee Rigby = muçulmanos
O bombardeio ao navio americano USS Cole = Muçulmanos
Ataque na Ponte de Londres = Muçulmanos
Atentados nos trens de Madri = Muçulmanos
Ataques ao Charlie Hebdo = Muçulmanos
Ataques em San Bernardino = Muçulmanos
Atentados em Surabaya = Muçulmanos
Atentados com faca no shopping de Minnesota = Muçulmanos
Atentados de 7/7 = Muçulmanos
Atentados no teatro de Moscou = Muçulmanos
Atentados na Maratona de Boston = Muçulmanos
Ataque no aeroporto de Ancara = Muçulmanos
Atentado na Manchester Arena = Muçulmanos
Atentados no voo 103 da Pan Am = Muçulmanos
Invasão da embaixada iraniana = Muçulmanos
Sequestradores do voo da Air France = Muçulmanos
Atentado na boate de Bali em 2002 = Muçulmanos
Atentados em Batta Meena = Muçulmanos
Atentados à embaixada em Beirute = Muçulmanos
Ataque à embaixada dos EUA na Líbia = Muçulmanos
Massacre yazidi de 2014 = Muçulmanos
Decapitação de padre francês = Muçulmanos
Atentados em Buenos Aires = Muçulmanos
A Equipe Olímpica Israelense = Muçulmanos
A Embaixada dos EUA no Quênia = Muçulmanos
Os autores dos atentados às Torres Khobar = Muçulmanos
Os autores dos atentados contra os fuzileiros navais em Beirute = Muçulmanos
Os autores dos atentados à escola de Besian = Muçulmanos
Os autores do primeiro atentado ao World Trade Center = Muçulmanos
A decapitação de Daniel Pearl = Muçulmanos
Os sequestradores do Achille Lauro = Muçulmanos
Os autores dos atentados de Bombaim = Muçulmanos
Os sequestradores do 11 de setembro = Muçulmanos

Salafistas-jihadistas wahabitas se referem a um movimento islâmico sunita ultraconservador que combina a ideologia puritana do Wahabismo (original da Arábia Saudita) com a ideia de jihad ofensiva, buscando um retorno literal aos primórdios do Islã (“salaf”) e frequentemente defendendo a luta armada contra inimigos percebidos, sendo uma vertente extremista que difere do Islã tradicional e é repudiada por muitos muçulmanos.

Componentes da Ideia:

  • Salafismo: Um movimento que prega o retorno aos ensinamentos dos “ancestrais piedosos” (salaf al-salihin) dos primeiros tempos do Islã, buscando pureza e rejeitando inovações (bid’ah).
  • Wahabismo: Uma escola de pensamento sunita puritana e ultraconservadora fundada por Muhammad ibn Abd al-Wahhab, que busca o monoteísmo puro e é a base ideológica da Arábia Saudita.
  • Jihadista: Adere à interpretação de que a “jihad” (luta) inclui a guerra santa (jihad ofensiva) contra o que consideram inimigos do Islã, justificando a violência.

O Wahabismo é uma forma de Salafismo, sendo a vertente mais conhecida e financiada globalmente, que se autodenomina salafista.  A vertente jihadista do salafismo-wahabismo interpreta esses preceitos de forma radical, defendendo a violência para impor sua visão de mundo islâmica. Esses grupos extremistas (como Al-Qaeda, ISIS) praticam atos sanguinários que são condenados pela maioria dos muçulmanos e não representam os ensinamentos autênticos do Islã, que valoriza a paz e a luta interna (jihad al-nafs).

Em resumo, enquanto o wahabismo é uma ideologia de base, o salafismo é um movimento mais amplo, e o termo “salafista-jihadista” descreve a ramificação extremista que usa esses preceitos para justificar o terrorismo. As maiores vítimas dos terroristas islâmicos são os próprios muçulmanos no Oriente Médio.

A Grã-Bretanha e Israel promovem o fundamentalismo islâmico para impedir a paz na Palestina e outros objetivos imperialistas. A Irmandade Muçulmana criada pelos britânicos tem sido uma ferramenta partilhada por diferentes agências de inteligência ocidentais, começando pelos nazistas, seguidos pela CIA e sionistas israelenses.

De 1967 até o final da década de 1980, Israel ajudou a Irmandade Muçulmana a se estabelecer nos territórios ocupados.  Ajudou Ahmed Yassin, o líder da Irmandade, a criar o Hamas, apostando que o seu carácter islâmico enfraqueceria a OLP. Israel e os EUA criaram o Hamas, o Hezbollah e a Al Qaeda. Israel criou o Hamas para manipular os palestinos e os judeus.

O fenômeno do terrorismo islâmico é orquestrado por Londres e Tel Aviv. 7

O primeiro ministro britânico Keir Starmer é um maçom e membro da Sociedade Fabiana de Londres. Starmer literalmente transformou a Grã-Bretanha numa ditadura, com o apoio do Rei Carlos III, e está censurando e prendendo os britânicos que se manifestam nas redes sociais ou em manifestações contra a imigração em massa, contra o islamismo radical, contra o aumento de crimes cometidos pelos imigrantes ilegais, contra o governo usar o dinheiro dos cidadãos britânicos para sustentar imigrantes e a lista é longa.

Enquanto crimes graves ligados à imigração ilegal dominam a preocupação pública e são rotineiramente silenciados por políticos e pela grande mídia, um homem foi condenado a 18 meses de prisão não por agressão, não por incêndio criminoso, não por incitar um motim, mas por 2 tweets com apenas 33 visualizações (número maçônico) sobre o terrorismo islâmico na Europa.

Quando a liberdade de expressão se torna crime e o contexto deixa de importar, o sistema legal deixa de proteger o público e passa a proteger o poder. Quem decide qual discurso é aceitável? E o que acontece quando a sua opinião for a próxima? Ao acelerar o processo de islamização, a classe dominante britânica demonstra cada vez mais abertamente a sua proximidade com o mundo islâmico.

O  rei Carlos III está particularmente comprometido em promover o islamismo e é patrono do Centro de Estudos Islâmicos em Oxford. O estranho amor de Carlos pela religião árabe pode ser explicado pelo fato de que, enquanto Príncipe de Gales, ele secretamente se converteu ao Islã.

O Grande Mufti de Chipre, Nazim Al-Haqqani, afirmou isto em 1996: “Você sabia que o Príncipe Charles se converteu ao Islão. Sim, sim. Ele é muçulmano. Não posso dizer mais nada. Mas aconteceu na Turquia. Ah, sim, ele se converteu, tudo bem.”Rumores sobre a conversão do Carlos ao islamismo continuam controversos. No entanto, o fato das autoridades terem sido forçadas a negá-los é resultado das declarações e ações de Carlos.

Confirmando tais rumores, Carlos tomou medidas para conceder ao Islã um estatuto especial. Ele criou um grupo de doze “homens sábios” para aconselhá-lo sobre questões de religião e cultura islâmicas. A natureza secreta de suas reuniões gerou considerável especulação, especialmente por que não existem grupos semelhantes para outras religiões no Reino Unido.

A classe dominante britânica e a islamização da Europa – Transcrição

O Reino Unido ocupa o primeiro lugar no ranking europeu de incidência de estupro, com um número alarmante de 109,06 casos por 100.000 habitantes, muito à frente da Suécia, com 68,50, e da França, com 59,00. O governo britânico PROTEGE gangues de imigrantes que sequestram mulheres e crianças britânicas para tráfico sexual.

A operação psicológica britânica para fraturar o MAGA 

Neste episódio, Barbara Boyd explora a alegada influência da inteligência britânica nos recentes ataques terroristas islâmicos e lutas internas entre influenciadores do MAGA como parte de uma operação de guerra psicológica destinada a minar a agenda America First do presidente Trump.

Boyd investiga o contexto histórico da guerra religiosa usada pelo Império Britânico e destaca a importância da nova Estratégia de Segurança Nacional de Trump, que se alinha com os princípios da Paz de Vestfália.

O vídeo também discute vários eventos e suas interconexões, enfatizando a natureza planejada desses distúrbios para desestabilizar a coalizão MAGA e, ao mesmo tempo, promover o desenvolvimento econômico mútuo como uma solução para uma paz duradoura.

Criada na década de 1930 como a nova face do Império Britânico, a atual Comunidade Britânica ocupa 12,2 milhões de milhas quadradas de território, abriga 2,4 bilhões de pessoas e representa 21% da área terrestre do mundo. A Austrália, Canadá, Nova Zelândia e África do Sul continuam sob controle da Coroa Britânica.

O fato é que o Império Britânico continua a exercer uma vasta influência de cima para baixo sobre os assuntos mundiais. O primeiro-ministro australiano Anthony Albanese, que é um maçom, está fazendo exatamente o que a inteligência britânica e israelense querem. Inundar o país com radicais islâmicos do Oriente Médio para causar o colapso da sociedade australiana, da mesma forma que estão fazendo na Europa e outros locais.

O fenômeno do terrorismo islâmico é orquestrado por Londres e Tel Aviv. 4

Em Sydney na Austrália as palavras “Allahu Akbar!” são entoadas por imigrantes muçulmanos em todos os lugares. As elites globalistas britânicas estão enviando seus invasores islâmicos aos países ocidentais para destruir sua sociedade. Anthony Albanese disse que o ataque terrorista em Bondi Beach não foi radicalização, mas motivado por crenças antissemitas fundamentais ao islamismo.

Ninguém no Oriente Médio bloqueia as ruas e praças para rezar e gritar “Allahu Akbar”. Eles fazem isso nos países ocidentais por que estão afirmando seu domínio religioso sobre a população local para depois impor a lei Sharia.

A mídia fake news na Austrália está desesperada para convencer o povo de que a imigração islâmica não deve ser restringida. Por exemplo, a jornalista Laura Tingle no podcast da ABC “Politics Now”, está tentando manipular o público alegando que o ataque a judeus numa celebração de Hanukkah por terroristas islâmicos “não têm nada a ver com religião”. As pro$tituta$ da mídia estão de mãos dadas com os governos de esquerda globalista para destruir a sociedade. Ambos estão sob o controle da Maçonaria.

O Estado moderno de Israel foi criação do Império Britânico

Sem a Maçonaria britânica, não existiria o Estado Sionista de Israel. Na década de 1860, o movimento britânico-israelita teve início dentro da Maçonaria em Londres. Seu objetivo era estabelecer um Estado judaico-maçônico na Palestina. Inicialmente, famílias judaico-maçônicas britânicas, como os Rothschild e os Montefiore, forneceram o capital para construir a infraestrutura necessária para a onda de imigração prevista.

As raízes do israelismo britânico são obscuras, mas foi um movimento criado para fins políticos, em oposição a algo em que os cristãos genuinamente (e erroneamente) acreditavam. Nos primórdios do movimento sionista, alguns políticos britânicos abraçaram o israelismo britânico e apoiaram a realocação dos judeus para a Palestina, pois acreditavam que isso cumpriria as “profecias” mais rapidamente e apressaria o “Fim dos Tempos”.

O fundador do sionismo em sua forma moderna, patrocinada pelos britânicos, não é Theodor Herzl (1860-1904), mas um certo Moses Hess (1812-1875). Hess converteu Friedrich Engels ao comunismo e escreveu partes da Ideologia Alemã de Karl Marx. Em 1861, Hess escreverá Roma e Jerusalém, que ataca Moses Mendelssohn pela ideia de que o judaísmo é uma religião e uma cultura. Para Hess, o judaísmo é uma raça no sentido de sangue e solo e, portanto, deve ter uma pátria.

O ministro das Relações Exteriores britânico, Lord Palmerston, promoveu o sionismo em 1840, vinte anos antes do “pai do sionismo” Theodor Herzl nascer. Lord Palmerston escreveu que os judeus desejavam retornar à Palestina (mas os judeus não sabiam nada sobre isso), e um mês depois, os britânicos desembarcaram tropas na Palestina pela primeira vez.

O interesse de Lord Palmerston pelo sionismo foi estimulado durante a crise do Oriente Médio de 1840, quando a França apoiou um sátrapa rebelde do sultão otomano. Os britânicos descobriram que, embora os franceses fossem os protetores oficiais dos católicos romanos no Império Turco e os russos os patronos dos ortodoxos, os britânicos não tinham nenhum grupo de anglicanos ou puritanos para patrocinar. Os britânicos voltaram sua atenção para armênios e judeus.

Palmerston ordenou que diplomatas britânicos protegessem as comunidades judaicas, já que a Grã-Bretanha era “a guardiã natural dos judeus”. Isto deu aos britânicos um pé na porta no Oriente Médio, e também na Rússia, incluindo a Polónia russa, onde residiam então 50% dos judeus do mundo. Nessa época, o genro de Palmerston, o Conde de Shaftesbury, escreveu que “pode-se afirmar com segurança que os judeus contemplam uma restauração do solo da Palestina”.

O escritor e historiador Anton Chaitkin acrescenta:

“A monarquia britânica, seus primeiros-ministros e o Ministério das Relações Exteriores fabricaram o Israelismo Britânico no século XIX, a partir de versões anteriores da história. Afirmavam que a Rainha Vitória descendia do Rei Davi bíblico e, portanto, da árvore genealógica davídica que deu origem a Jesus. Ensinavam que as tribos de Israel migraram para o norte da Europa; que, segundo essa suposta genealogia, os britânicos são o verdadeiro Povo Escolhido e, consequentemente, o Império Britânico é o império de Deus. Os judeus modernos, de acordo com essa narrativa britânica, não são os hebreus históricos do Israel do Antigo Testamento, mas sim os próprios britânicos. No entanto, segundo o mito do Israelismo Britânico, num salto lógico, os judeus precisam ser enviados para a Palestina para cumprir as profecias, serem massacrados numa guerra contra os muçulmanos e provocar o Fim dos Tempos. Para alimentar essa mitologia, a família real solicitou à Grande Loja da Maçonaria Britânica a criação do Fundo de Exploração da Palestina.”

O que Anton Chaitkin descreve em “israelismo britânico” é apenas mais uma variação do sionismo, que acaba no mesmo lugar que o sionismo tradicional: os judeus étnicos realocados para a Palestina. No entanto, Chaitkin ignora o fato de que os jesuítas criaram os falsos planos proféticos futuristas que sustentam o sionismo. O mais revelador é que o israelismo britânico surgiu da Maçonaria britânica, portanto, podemos presumir que o israelismo britânico se originou com os jesuítas, considerando que os jesuítas controlavam a Maçonaria e a Grã-Bretanha.

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O teatro do terrorismo islâmico continua a executar a estratégia de desestabilização global que beneficia apenas as elites maçônicas na Grã-Bretanha e Israel. Atacar judeus é a melhor maneira de racionalizar o sionismo. O assassinato de judeus numa celebração de Hanukkah numa praia de Sydney fortalece o caso de Israel.

O massacre de judeus na praia de Bondi na Austrália, que ocorreu precisamente quando o isolamento diplomático de Israel está mais agudo, devido ao genocídio dos palestinos em Gaza, serviu convenientemente para aterrorizar os judeus e criar simpatia aos olhos do mundo, de que Israel é o “único lugar seguro” para os judeus.

Leia mais: Jeffrey Epstein e o mistério das origens judaicas de Adolf Hitler

A grande maioria dos judeus que se estabeleceram em Israel foram para lá por que acreditaram nas mentiras dos sionistas que estariam mais “seguros”. Mas quem fez acordos com os nazistas foram os judeus sionistas, através do infame Acordo de Haavara (“acordo de transferência”).

O acordo tinha como objetivo ajudar a facilitar a emigração de judeus alemães, inicialmente os mais ricos, para a Palestina e, ao mesmo tempo, beneficiar empresas na Alemanha nazista. Entre 40% e 60% do capital de giro na economia da Palestina judaica na década de 1930 derivava do nazismo. Sem Hitler e os nazistas não haveria Estado de Israel. Tudo foi orquestrado por jesuítas e maçons. A realeza britânica ajudou Hitler.

As relações bizarras entre os nazistas e os sionistas

O que Hitler pensava do sionismo?

E o ataque terrorista do Hamas a Israel em 7 de Outubro de 2023, onde centenas de judeus foram mortos num festival de música perto de Re’im, foi uma bandeira falsa dos sionistas para causar simpatia por Israel e “justificar” uma guerra genocida em Gaza para suspostamente destruir o Hamas, que nada mais é do que uma oposição controlada do Mossad.

Entretanto, o massacre de judeus na Austrália por terrorista islâmicos não pode limpar a mancha indelével nas mãos do genocida Benjamim Netanyahu. Em pouco mais de dois anos, as campanhas militares de Israel mataram milhares de palestinos em Gaza, muitas delas crianças, uma escala de devastação que nenhuma tragédia distante pode obscurecer ou justificar.

O número real de palestinos mortos na Faixa de Gaza é 680 mil. O Hamas e o terrorismo islâmico servem como desculpa conveniente para os sionistas exigirem que os Estados Unidos continuem a enviar bilhões para “proteger” Israel.

Centenas de senadores e deputados no Congresso recebem suborno da AIPAC para continuar a enviar bilhões dos impostos dos americanos para sustentar a máquina de guerra de Israel contra os palestinos e países muçulmanos no Oriente Médio.

A ligação fabricada com o Irã versus a realidade

Quase imediatamente após o massacre na praia de Bondi, a maquinaria da desinformação ganhou vida. Vazamentos anônimos do complexo de inteligência militar colocaram os meios de comunicação israelenses em alta velocidade, desencadeando uma rodada frenética de acusações contra o Irã, o Hezbollah e o Hamas. Essas narrativas contraditórias, desprovidas de evidências consistentes, sugerem uma tentativa coordenada de encontrar um culpado que se encaixe em uma agenda política e não nos fatos.

A realidade no terreno cria um problema intransponível para esta narrativa. O agressor identificado, Naveed Akram, tem uma pegada digital que aponta decisivamente para a ideologia salafista-jihadista, uma visão de mundo violentamente hostil à República Islâmica do Irã e à fé xiita. Uma postagem no Facebook de 2022 mostra Akram estudando com um professor salafista, com livros de estudiosos wahabitas radicais como Bin Baz e Al-Uthaymeen visíveis ao fundo.

O fenômeno do terrorismo islâmico é orquestrado por Londres e Tel Aviv. 1

Até mesmo o canal anti-Irã IntelliTimes admitiu que o perfil era de um “ataque organizado patrocinado por um braço jihadista… inspirado pelo ISIS.” Culpar Teerã por um ataque enraizado na ideologia de seus inimigos jurados, responsáveis por milhares de mortes iranianas, não é apenas ilógico, mas uma difamação calculada. Explora a tragédia para alimentar a iranofobia, desviando a atenção do fato de os perpetradores aderirem ao mesmo extremismo contra o qual o Irã tem lutado durante décadas.

O Ministério das Relações Exteriores iraniano condenou explicitamente o ataque, afirmando que “o terrorismo e a matança de seres humanos, onde quer que ocorram, são inaceitáveis”. E quem está por trás dos salafistas-jihadistas e wahabitas radicais? As elites aristocratas britânicas e seus comparsas sionistas de Israel.

Bandeiras falsas e golpes

A rapidez com que os sionistas de Israel capitalizaram o ataque levanta questões mais sombrias sobre as suas origens. Não podemos ignorar a doutrina histórica do engano utilizada pela inteligência israelita para mudar alianças internacionais.

Benjamin Netanyahu, o mesmo que orquestrou os atentados terroristas do 11/09 em Nova York, exige que todos os governos ocidentais façam tudo o que estiver ao seu alcance para combater o anti-semitismo após o ataque de terroristas islâmicos na Austrália. Netanyahu disse que os líderes ocidentais fariam bem em prestar atenção aos “avisos” de Israel.

“Exijo ação deles agora.” Os judeus sionistas nos EUA e Europa estão usando o vitimismo para exigir uma censura total nas redes sociais e internet sobre qualquer um que fale sobre o genocídio dos palestinos em Gaza e contra as agendas do Estado terrorista de Israel.

Esse é o conceito de “Problema-Reação-Solução”, uma técnica de manipulação social onde um problema é criado ou amplificado para gerar uma reação pública, que então justifica a implementação de uma solução previamente planejada. As elites maçônicas usam essa mesma tática há séculos.

No Caso Lavon de 1954, agentes israelenses bombardearam alvos americanos e britânicos no Egito para incriminar muçulmanos.

O ataque de 1967 ao USS Liberty foi uma tentativa deliberada de afundar um navio militar americano e culpar o Egito para atrair os EUA para a guerra, matando 34 tripulantes e ferindo outros 171.

O atentado a bomba ao Hotel King David em Jerusalém em 1946 viu militantes sionistas disfarçados de árabes massacrarem 91 pessoas para destruir documentos incriminatórios.

O atentado terrorista ao World Trade Center de Nova York em 11/09/2001 foi um golpe orquestrado pelos sionistas de Israel e o governo de George W. Bush.

O assassinato do presidente John Fitzgerald Kennedy foi orquestrado pela CIA e Mossad. A lista de crimes do Estado terrorista de Israel é bem longa.

A Austrália é o mais novo teatro para tais operações. O contexto sugere que é possível. Meses antes do ataque, Israel instigou o fechamento da embaixada iraniana em Canberra, com base nas alegações da ASIO de conspirações “dirigidas pelo Irã”. No entanto, a polícia de NSW revelou mais tarde que investigações subsequentes sobre incidentes “antissemitas” não encontraram interferência estrangeira, rotulando muitos deles de trabalhos fabricados “criminosos”.

O fechamento da embaixada agora parece ter sido um ataque diplomático preventivo, removendo a supervisão iraniana e os canais diplomáticos baseados em inteligência que se mostraram vazios.

O heroísmo que destruiu a narrativa

Talvez a refutação mais potente à retórica incendiária “guerra civilizacional” de Netanyahu seja a identidade do herói do ataque. Ahmed al Ahmed, um muçulmano de 43 anos, pai de dois filhos, arriscou a vida para atacar o atirador, lutando para afastar seu rifle, apesar de sofrer ferimentos graves de bala. Agora se recuperando no hospital, suas ações, capturadas em imagens amplamente divulgadas e elogiadas por muitos, salvaram inúmeras vidas.

Num momento de profunda ironia, Netanyahu, famoso por espalhar o “câncer” da islamofobia durante décadas, elogiou o “judeu que atacou um dos assassinos,” saudando sem saber um homem muçulmano, embora mais tarde se tenha corrigido. A coragem de Ahmed corta a islamofobia que o ataque está sendo explorado para espalhar. A verdadeira clareza moral condena a violência onde quer que ela ocorra, contra civis judeus em Sydney e contra civis palestinos em Gaza, ao mesmo tempo em que rejeita narrativas sinistras que buscam inflamar a divisão.

As elites sionistas são satanistas que usam o judaísmo como fachada para cometer crimes contra a humanidade e quando são denunciados, eles se fazem de vítimas coitadinhas. Os sionistas são especialistas em usar o vitimismo como arma. Os sionistas firmaram acordos com os nazistas para aterrorizar e explorar os judeus europeus. Como os nazistas foram derrotados na Segunda Guerra, os sionistas passaram a utilizar terroristas islâmicos para continuar a:

  • Aterrorizar os judeus pelo mundo e fazê-los acreditar que Israel é o “único lugar seguro para viverem” e que devem proteger o Estado Sionista a todo custo.
  • Arrancar bilhões dos contribuintes americanos para financiar as guerras de Israel contra países inimigos muçulmanos no Oriente Médio e contra os palestinos.

Os demônios jesuítas do Vaticano exploraram o ódio que fomentaram entre muçulmanos e judeus e usaram o poderio militar do Império Britânico para criar o moderno Estado de Israel, para gerar guerras e conflitos sem fim no Oriente Médio.

Leia mais: A conexão jesuíta/vaticano com o sionismo e Israel, Parte 1 e Parte 2.

O eterno vitimismo dos judeus sionistas de Israel

O vitimismo só funciona até deixar de funcionar. Há um ponto em que o vitimismo deixa de proteger e começa a expor. Ninguém contesta que o povo judeu tenha sofrido enormemente ao longo da história (quem não sofreu?). Mas o que estou questionando não é o sofrimento em si, mas sim a alavancagem política e moral permanente construída sobre ele.

Em algum momento, o vitimismo deixou de ser uma realidade histórica e tornou-se uma postura padrão, invocada repetidamente para silenciar críticas, censurar o debate e deslegitimar qualquer pessoa que faça perguntas incômodas. O antissemitismo tornou-se um botão de anulação universal dos judeus sionistas:

  • Questionar a política externa? Antissemita.
  • Questionar a influência financeira? Antissemita.
  • Questionar o poder da mídia? Antissemita.
  • Questionar a doutrina religiosa? Antissemita.

A acusação não distingue mais entre ódio e análise. É usada de forma reflexiva, estratégica e muitas vezes desonesta, e estamos cansados ​​disso. Milhões de cristãos foram massacrados sob o comunismo no século XX e outros tantos estão sendo massacrados hoje pelos radicais islâmicos. Esse fato é pouco mencionado, não há um escudo moral permanente associado a ele e nenhum regime de censura global protege os cristãos do escrutínio ou do ridículo.

SIONISTAS: Cometem crimes de guerra e depois se fazem de vítimas.

Na verdade, o cristianismo é abertamente ridicularizado, atacado e culpado, especialmente no Ocidente “democrático” da Maçonaria. Portanto, a questão não é “quem sofreu mais”. Essa é uma competição grotesca em que ninguém ganha. A questão é: a quem é permitido sofrer para sempre, e a quem é dito para seguir em frente, calar a boca ou aceitar a culpa coletiva?

O vitimismo torna-se perigoso quando é herdado em vez de vivenciado, quando é institucionalizado em vez de lembrado e transformado em arma em vez de curado. Nesse ponto, deixa de ser sobre justiça e passa a ser sobre poder, e o poder protegido pela imunidade moral inevitavelmente abusa dessa proteção. O antissemitismo real existe, mas quando o termo é estendido para abranger críticas legítimas, a palavra perde o sentido.

Nenhum grupo deve estar acima do escrutínio, nenhuma história deve conceder imunidade permanente e nenhuma acusação deve estar imune ao próprio abuso. O vitimismo não é um direito de nascença e não é eterno. Quando se torna uma fantasia em vez de uma ferida, as pessoas começam a perceber, e uma vez que percebem, não conseguem mais ignorar.

Quando se grita “lobo” com muita frequência, as pessoas param de ouvir. Não por que se tornaram cruéis, mas porque a acusação foi diluída pelo uso excessivo.

Um judeu israelense expõe o outro lado da moeda do antissemitismo: o antigoyismo do Talmud Babilônico.

A imagem exibe uma definição de dicionário para o termo “goy” (gentio), apresentando uma definição neutra e, em seguida, uma definição pejorativa e ofensiva, ilustrada com exemplos de frases discriminatórias.

Termo definido: goy (singular) e goyim (plural).

Definição 1: Um termo usado por judeus para descrever uma pessoa não-judia (gentio).

Definição 2: Descrição de um ser subumano, inferior, besta ininteligente, gado, que só existe para servir aos judeus e que merece a morte.

“Uma unha judaica vale um milhão de vidas de gentios.”

O Talmude judaico é cheio de ódio contra os cristãos. Algumas coisas que o Talmud diz sobre os goyim:

(Baba Mezia 24a) “Se um judeu encontrar um objeto perdido por um goy (não judeu), ele não precisa ser devolvido.”

(Sanhedrin 57a) “Se um judeu assassinar um goy (não judeu), não haverá pena de morte.”

(Sanhedrin 57a) “O que um judeu roubar de um goy, ele pode ficar.”

(Baba Kamma 113a) “Os judeus podem usar subterfúgios para enganar um goy (não judeu).”

(Yebamoth 98a) “Todas as crianças dos goyim (não judeus) são animais.”

(Baba Mezia 114b) “Os goyim não são humanos. Eles são bestas.”

(Tosapoth, Jebamoth 94b) “Se você comer com um goy (não judeu), é o mesmo que comer com um cachorro.”

(Soferim 15) “Até mesmo os melhores dos ‘goyim’ deveriam ser mortos.”

(Sanhedrin 74b) “A relação sexual entre goyim (não judeus) é como a relação sexual entre animais.”

(Sanhedrin 107b) “Yashu (Jesus) era sexualmente imoral e adorava um tijolo.”

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Renato Cunha
O blog Stylo Urbano foi criado pelo estilista Renato Cunha para apresentar aos leitores o que existe de mais interessante no mundo da moda, artes, design, sustentabilidade, inovação, tecnologia, arquitetura, decoração e comportamento.

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