Disseram-nos que se tratava de “salvar o planeta”. Mas e se o movimento climático nunca tivesse sido sobre carbono? Das mansões milionárias de Al Gore aos mercados de carbono trilionários, o episódio “O Novo Roubo Verde” do canal Forgotten History revela como o ambientalismo se tornou o modelo de negócio mais lucrativo da história moderna. Este episódio mergulha fundo na intersecção entre política climática, finanças globais e controle político, expondo como as mesmas corporações que alimentaram a antiga economia energética agora estão lucrando com a economia verde e as mudanças climáticas.

Traçamos a história desde “Uma Verdade Inconveniente” e o nascimento dos créditos de carbono, passando pelo Sistema de Comércio de Emissões da União Europeia, a Agenda 2030 da ONU e a Lei de Redução da Inflação do governo Biden, revelando quem realmente lucra quando os governos tributam, comercializam e regulam em nome da “justiça climática”.

O que acontece quando a luta para “salvar a Terra” se torna um mercado? Quem se beneficia quando cada quilômetro, refeição e respiração têm um preço? Para onde está indo realmente os bilhões arrecadados com os impostos de carbono? As mesmas elites maçônicas que fingem estar preocupadas com o meio ambiente são as responsáveis pelos rastros químicos nos céus do mundo todo para o controle climático.

O presidente Trump denunciou publicamente, várias vezes, a farsa que são os carros elétricos, a transição energética verde, as energias solar e eólica, o ESG, o Net Zero e o imposto sobre carbono. E as elites maçônicas do Fórum Econômico Mundial, junto com suas pro$tituta$ comunistas na mídia, ONU, ONGs e Partido Democrata ficaram furiosos.

A farsa fraudulenta sobre as mudanças climáticas

“O MET Office do Reino Unido foi novamente pego publicando temperaturas de estações meteorológicas que nem existem. A solicitação de liberdade de informação mostrou que seus dados eram uma mentira”.

O Serviço Meteorológico Nacional do Reino Unido utilizou mais uma vez dados fraudulentos. Eles usam os mesmos dados em artigos da mídia tradicional para dizer que este é o ano mais quente já registrado, apesar de todos saberem que mal viram o Sol o ano todo devido aos Chemtrails. Tudo sobre as mudanças climáticas é uma farsa. Trump estava certo.

Este pequeno quadrado branco representa o CO2 produzido pelo homem: 0,0016% da atmosfera. Enquanto isso, eles nos taxam, nos ameaçam, nos condicionam e controlam todos os aspectos de nossas vidas com base em uma farsa alarmista sobre as “mudanças climáticas”. Emissões líquidas zero significam o fim da vida neste planeta. Mostre isso aos seus amigos idiotas alarmistas climáticos.

O Sistema de Aposentadoria de Funcionários Públicos da Califórnia para funcionários estaduais perdeu 71% de seu investimento de US$ 468 milhões em um fundo de private equity de energia e tecnologia “limpa”, mostram os registros estaduais, mas a CalPERS não explicou como. Essas perdas são um grande problema para os contribuintes da Califórnia, que são o suporte para pensões estaduais subfinanciadas, mas também para os funcionários públicos que confiam na CalPERS para administrar seus planos de aposentadoria de forma responsável.

A CalPERS não perdeu apenas US$ 330 milhões. Esse dinheiro foi removido estrategicamente por meio de uma operação globalista de lavagem de dinheiro disfarçada de “fundo ESG de energia limpa”. Este não foi um investimento fracassado. Foi uma transferência de riqueza sob a cobertura de painéis solares e palavras da moda neutras em carbono. US$ 468 milhões foi comprometido pela CalPERS a partir de 2007. Agora, em 2025, apenas restam US$ 138 milhões. 71% se foram. Funcionários públicos trabalharam décadas por esse dinheiro. E as elites? Eles saíram mais ricos, intocáveis, protegidos por escudos legais e contratos ocultos.

Os chamados investimentos foram para empresas de fachada criadas para falir, mas apenas depois do dinheiro ter passado por vários canais com taxas elevadas, muitos dos quais sem responsabilidade corporativa e nenhuma saída de produto. Enquanto o público via “projetos solares” e vídeos de relações públicas de turbinas eólicas, a capital real passou por Luxemburgo, Ilhas Cayman e Cingapura. Esse é um exemplo do lucrativo golpe das mudanças climáticas.

Leia mais: Elites roubaram US$ 330 milhões de trabalhadores da Califórnia usando um fundo verde falso.

Em 27 de outubro de 2025, o Comitê Judiciário do Senado dos EUA, sob a liderança do senador Chuck Grassley, iniciou uma investigação há muito esperada contra a Fundação Bill e Melinda Gates, trazendo à luz décadas de corrupção. O alvo: dezenas de milhões de dólares desviados de doações isentas de impostos e canalizados diretamente para entidades controladas pelo Partido Comunista Chinês, laboratórios militares e projetos de infraestrutura ligados à dominação global.

O Judiciário do Senado dos EUA está investigando a Fundação Bill & Melinda Gates por fazer doações e pagamentos diretos ao Partido Comunista Chinês (PCC) e seus aliados, violando as regras do IRS contra “instituições de caridade” que financiam governos estrangeiros sob o estatuto sem fins lucrativos 501(c)(3) da Fundação.

Segundo relatos, em 2023, a Fundação Gates “destinava aproximadamente US$ 11,7 milhões a vários setores do governo chinês controlado pelos comunistas, além de US$ 2 milhões a uma empresa que o Departamento de Defesa (DOD) determinou que trabalha com as forças armadas chinesas e outros US$ 6,7 milhões a universidades estatais que ajudam a sustentar o regime do presidente chinês Xi Jinping”.

Segundo relatos, a Fundação Gates classifica a maioria de suas doações ao governo chinês como “iniciativas de saúde pública relacionadas a pesquisa, conscientização sobre saúde global e saneamento, entre outras áreas”. De acordo com as declarações fiscais da Fundação Gates do ano fiscal de 2022, a organização sem fins lucrativos forneceu aproximadamente US$ 23 milhões em financiamento para mais de 20 entidades chinesas diferentes, algumas das quais foram rotuladas como “governos estrangeiros”.

Interessante. Isso coincide com a mudança repentina de opinião do alarmista climático Bill Gates que passou a criticar a visão “apocalíptica” das “mudanças climáticas”. Ele estava ajudando o Partido Comunista Chinês a destruir a independência energética americana e esteve envolvido também na farsa pandêmica do Covid e na fraude eleitoral de 2020 contra Trump. Gates está sendo investigado pelo governo Trump por seus vários crimes contra a humanidade.

A histeria das mudanças climáticas foi empurrada pela China para restringir a economia americana com regulamentações pesadas, enquanto a China podia queimar tanto carvão e despejar tanta poluição quanto possível para superar a economia americana. Bill Gates e outros globalistas pressionaram os EUA para conseguir acordos de fabricação na China. Agora que Bill Gates está a ser investigado por basicamente enviar subornos ao PCC, ele está recuando na histeria climática. Ele não será o último a fazer isso.

A Fundação Bill & Melinda Gates canalizou enormes somas de dinheiro para empresas que trabalham na redução das emissões globais de CO2, incluindo financiando uma tecnologia para escurecer o Sol e redirecionar seus raios para fora da atmosfera, sem o consentimento da população e sem realizar testes de impacto ambiental de curto, médio e longo prazo.

O psicopata Gates mudou sua estratégia sobre mudanças climáticas, afastando-se de alertas apocalípticos e caminhando em direção a um novo impulso por investimentos massivos em vacinas. Ele agora diz que o foco deve ser “salvar vidas” com novas iniciativas de vacinas voltadas para pessoas em algumas das regiões mais pobres e vulneráveis do mundo. Até quando esse genocida de merda que envenenou milhões de pessoas pelo mundo com vacinas tóxicas continuará andando livre?

O bilionário eugenista das vacinas tóxicas, tão amado pelas pro$tituta$ da mídia fake news, retratou-se publicamente da farsa das mudanças climáticas, e Trump está se regozijando com seu “arrependimento”. Gates simplesmente foi encurralado. Não é difícil perceber por quem.

Donald J. Trump

Eu (NÓS!) acabamos de vencer a Guerra contra a Farsa da Mudança Climática. Bill Gates finalmente admitiu que estava completamente ERRADO sobre o assunto. Foi preciso coragem para fazer isso, e por isso somos todos gratos. MAGA!!!

As elites globalistas do Fórum Econômico Mundial e Bill Gates declararam publicamente que, para criar um “mundo melhor” com menos “mudanças climáticas” e mais “sustentável”, os governos ao redor do mundo devem bloquear a luz solar usando chemtrails. Isto é, utilizar aviões para pulverizar nos céus milhares de toneladas de metais pesados e produtos químicos tóxicos para criar nuvens e cobrir o Sol.

Os aviões estão lançado injeção de aerossol estratosférico (ISA) contendo dióxido de enxofre, bário, alumínio, estrôncio e grafeno que são conhecidos por causar chuva ácida, doenças respiratórias, danos neurológicos e destruição ambiental. Os metais pesados lançados na atmosfera reagem com as ondas eletromagnéticas emitidas pelas antes HAARP para causar eventos climáticos extremos como chuvas torrenciais, tornados, ciclones, calor extremo e incêndios.

Tudo para “salvar o planeta das mudanças climáticas” dizem eles. Esses comunistas vagabundos da mídia e ONGs que berram sem parar sobre “mudanças climáticas” fingem que os Chemtrails, que são vistos nos céus de todo planeta, não existem.

A transição energética verde é uma farsa dos governos e do Fórum Econômico Mundial. 10

Embora os supostos “defensores do meio ambiente” geralmente usem os termos renovável, sustentável e verde para descrever seus esforços, o segredo sujo é que  grande parte dos resíduos de painéis solares  e turbinas eólicas acabam em aterros sanitários. A fibra de vidro, as resinas, o alumínio e outros produtos químicos, juntamente com as pás das hélices de turbinas eólicas gigantes, se tornarão um grande problema em um futuro próximo.

A discussão sobre o que fazer com equipamentos solares e eólicos desgastados é outro tópico geralmente omitido nos projetos Net Zero, que muitas vezes se concentram nos supostos benefícios dos projetos, mas descontaram ou ignoraram os custos ambientais.

Leia mais: O golpe “verde” – O que acontece com todos os resíduos solares e eólicos?

A verdade é que nenhuma das fontes de energia utilizadas atualmente no mundo é “sustentável” pois todas causam impactos ambientais. A produção em larga escala de energia eólica e solar estão longe de ser “sustentáveis” e seu rótulo de “energia verde” não passa de propaganda enganosa. E todo o impacto ambiental que é causado na fabricação e descarte dos milhares de painéis solares e torres eólicas obsoletos ou danificados? Quando estão avariados são enviados para os aterros pois é 10 vezes mais barato do que reciclá-los.

Toda essa conversa fiada sobre “transição energética verde” é uma farsa dos governos, bilionários e do Fórum Econômico Mundial. Não passa de um grande esquema de lavagem de dinheiro com os impostos dos contribuintes. As contas de energia elétrica nos países europeus que adotaram usinas de painéis solares  e torres eólicas como matriz energética dispararam.

Leia mais: A transição energética verde é uma farsa dos governos e do Fórum Econômico Mundial.

Quem poderia imaginar que painéis solares e turbinas eólicas fabricados na China contêm “código malicioso” que pode causar apagões nos países ocidentais? Especialistas americanos descobriram dispositivos de comunicação ocultos, chamados de “interruptores de segurança”, embutidos em inversores de energia que são usados ​​no mundo todo para conectar painéis solares e turbinas eólicas à rede elétrica. Eles também são encontrados em baterias, bombas de calor e carregadores de veículos elétricos.

As empresas chinesas Huawei e a Sungrow dominam o mercado global de inversores de energia. Esses dispositivos de comunicação ocultos podem permitir que o Partido Comunista Chinês desative remotamente ou até mesmo destrua infraestruturas energéticas críticas, gerando alarmes sobre guerra cibernética e segurança nacional. O PCC fez isso para desligar remotamente usinas eólicas e solares nos EUA, Europa e outros países e causar apagões como os vistos na Espanha e Portugal.

As democracias ocidentais acreditaram realmente que a ditadura chinesa, que assassina seu próprio povo, teria alguma moralidade? Toda essa farsa de “transição energética verde” serviu apenas para expandir a influência da China comunista sobre o mundo, pois é a maior fabricante mundial de painéis solares, turbinas eólicas, conversores de energia, carros elétricos e baterias. Além disso é a maior produtora de Terras Raras.

Leia mais: Interruptores de segurança secretos encontrados em painéis solares exportados da China: “Eles podem destruir a rede elétrica.”

A miragem da “energia verde”: Os custos ocultos por trás da propaganda dos carros elétricos

Na Suécia, um trecho de apenas dois quilômetros de rodovia eletrificada permite que veículos elétricos sejam carregados enquanto transitam — um protótipo para 3.000 quilômetros dessas estradas planejados até 2045. Tudo soa elegante, moderno, “Verde” e “progressivo”, como algo saído do sonho de um futurista. Eddie Grant certa vez cantou: “Nós vamos arrasar na Electric Avenue”.

Fonte: De autoria de Mark Keenan via AmericanThinker.com

Mas antes de nos lançarmos de cabeça nesse futuro elétrico, devemos parar e perguntar: será que tudo isso está realmente ajudando o meio ambiente?

A resposta, inconvenientemente, é um sonoro NÃO. Veículos elétricos  não são  o milagre sustentável que são propagandeados — este artigo detalha o impacto ambiental oculto da produção de baterias, a ineficiência dos sistemas de energia “Verde” e a agenda mais profunda por trás do impulso global em direção aos veículos elétricos e aos mandatos de sustentabilidade impulsionados pela ONU.

A narrativa predominante de transporte “Emissão Zero CO²” desmorona diante de evidências documentadas, dados da própria indústria e da própria ciência.

Os impulsionadores corporativos e políticos do “movimento verde” abrem questões mais amplas de liberdade pessoal, controle econômico e verdade na ciência ambiental.

Por que os carros elétricos são um falso ambientalismo

A verdade é que os carros elétricos não representam um verdadeiro progresso ambiental, mas sim um triunfo do marketing corporativo — ou, dependendo da sua opinião, uma completa farsa. Os compradores são informados de que estão salvando o planeta, mas os materiais necessários para a construção de milhões de baterias de íons de lítio — lítio, ródio, cobalto — precisam ser extraídos e refinados em grandes operações industriais movidas a diesel e carvão.

Essas áreas de mineração e processamento, particularmente nas áreas rurais da China e da Mongólia, deixaram para trás uma grave contaminação do ar, da água e do solo. Trata-se de problemas ambientais reais — não da imaginária “crise” de CO² sobre a qual os burocratas globais woke preferem falar.

Em um  artigo recente , descrevo como 2.000 cientistas de mais de 30 países assinaram uma declaração afirmando que não há emergência climática “produzida por emissão de CO2” — um documento que também assinei.

No livro  Climate CO² Hoax,  detalho que o ambientalismo moderno foi sequestrado por uma agenda de controle político de tipo comunista alinhada aos enganosos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU; e também foi criado para nos obrigar a comprar milhões dos chamados produtos verdes, como veículos elétricos.

“Comprar um carro elétrico [caro] para salvar o planeta” é uma das grandes mentiras de marketing do nosso tempo — uma mentira devastadora, como eu a chamo, uma mentira tão grande que confunde o público.

Além disso, quando uma onda de frio atinge um veículo elétrico, ele pode perder de  10% a 50%  de sua autonomia e pode levar de duas a três vezes mais tempo para carregar. Considere esta imagem: um campo de lixiviação de lítio tão tóxico que um pássaro que pousa nele morre em minutos. É disso que é feita a sua bateria “ecológica”. No entanto, somos instruídos a nos parabenizar por salvar o meio ambiente.

Acima, a imagem de um campo de lixiviação de lítio. É disso que as baterias dos seus veículos elétricos são feitas. É tão neurotóxico que um pássaro pousando nele morre em minutos. Adivinhe o que isso faz com o seu sistema nervoso? Dê um tapinha nas costas por salvar o meio ambiente.

A pegada de carbono de um veículo elétrico é pior que a do diesel

Os governos agora estão pressionando para eliminar os carros a gasolina e diesel até 2035 em favor dos veículos elétricos.

Mas quando você considera os custos de energia e poluição da mineração e da manufatura, a pegada de carbono de um VE é  pior  do que a de um veículo a diesel.

Mesmo após a produção, a maioria dos veículos elétricos funciona com eletricidade gerada a partir de combustíveis fósseis. Apesar de décadas de subsídios, a energia eólica fornece menos de 5% da energia global e a solar, apenas 1%.

De acordo com um estudo da Comissão Europeia, a eficiência total da energia elétrica “do poço à tomada” — após contabilizar as perdas de produção e distribuição — é de apenas  37%. O sonho elétrico, então, é profundamente ineficiente.

Marketing, não milagres

A primeira ilusão veio com o “híbrido”.

O livro Climate CO2 Hoax desafia os leitores a questionar uma das narrativas mais arraigadas do nosso tempo. É ao mesmo tempo um aviso e um apelo à recuperação do ambientalismo genuíno – enraizado na resiliência local, na verdade e na gestão da Terra – antes que seja irreparavelmente substituído pelas agendas fabricadas daqueles que têm mais a ganhar.

Esses carros ainda são movidos a gasolina; a pequena bateria é carregada pelo próprio motor a combustão queimando derivado de petróleo. Um híbrido que faz 22,8 km/l não é mais limpo do que um carro convencional com a mesma quilometragem. Um planeta cheio de híbridos continuaria 100% dependente do petróleo.

O marketing da Tesla de Elon Musk levou isso um passo adiante.

Musk escreve que a missão da Tesla é levar a humanidade de uma “economia de mineração e queima de hidrocarbonetos” para uma “economia elétrica solar”. Ele argumenta que, mesmo que os veículos elétricos usem eletricidade gerada por combustíveis fósseis, eles emitem menos CO² por quilômetro do que os carros convencionais.

Mas Musk omite cinco fatos cruciais:

  1. A readaptação da base industrial mundial  para desenvolver energia “verde” exige um novo e vasto gasto em combustíveis fósseis — fábricas, redes e sistemas de distribuição — todos ainda dependentes de diesel, carvão e mineração.
  2. O retorno sobre o investimento em energia (EROEI)  para energia solar e eólica é muito baixo para sustentar a civilização moderna sem subsídios.
  3. A mineração de terras raras  — lítio, cobalto, ródio, etc — continua devastadora para a terra, o ar e a água.
  4. O ciclo de vida completo  de um VE, da mineração à fabricação, transporte e eventual descarte, consome uma quantidade enorme de energia. O carregamento por energia solar mal chega à superfície desse custo embutido.
  5. O CO₂ em si não é o problema,  conforme detalhado no livro  Climate CO2 Hoax .

Como ex-especialista técnico do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, vi em primeira mão o que é a poluição real. O CO² não é fuligem, nem veneno, nem poluente. É um gás inodoro e um nutriente essencial para as plantas. A biosfera da Terra funciona com CO² — sem ele, plantações e florestas morreriam.

As mudanças climáticas, por sua vez, são naturais. A Pequena Era Glacial terminou por volta de 1800; um aquecimento modesto desde então dificilmente é motivo de alarme. Períodos de aquecimento e resfriamento têm caracterizado nosso planeta por bilhões de anos.

O custo físico de um carro “emissão zero”

A realidade da produção de veículos elétricos deve acabar com o mito. Uma única bateria de Tesla Model Y demanda recursos enormes — cerca de 12 toneladas de minério de lítio, 5 toneladas de minerais de cobalto, 3 toneladas de minério de níquel e 12 toneladas de minério de cobre. Aproximadamente 250 toneladas de solo devem ser movidas para produzir pequenas quantidades desses metais. Cada bateria também requer centenas de quilos de alumínio, aço, plástico e grafite.

As gigantescas máquinas Caterpillar usadas nessa mineração podem queimar centenas de galões de diesel a cada 12 horas. Uma vez concluído, obtemos o que chamamos de carro “Emissão Zero CO²” — construído com materiais em grande parte provenientes da China ou da África, muitas vezes extraídos com trabalho infantil.

As baterias da Tesla custam entre  US$ 5.000 e US$ 20.000  e duram cerca de dez anos. Um veículo elétrico leva cerca de sete anos para atingir a paridade de carbono “líquido zero” com um carro a gasolina — quando a vida útil da bateria está quase no fim e o ciclo recomeça.

A verdadeira agenda

A “revolução verde”, como tantas outras causas da moda, visa menos salvar o planeta do que consolidar o controle — sobre a energia, o seu dinheiro e a sua liberdade. A palavra “sustentável” foi sequestrada por interesses de megacorporações, banqueiros internacionais e instituições globais, como a ONU, o Fórum Econômico Mundial e a elite de Davos.

Por trás dos slogans da ONU, esconde-se uma visão totalitária de controle sobre as pessoas, ao estilo comunista: “sustentabilidade” como dependência perpétua, “neutralidade de carbono” como racionamento burocrático e “emergência climática” como ferramenta de centralização econômica. Carros elétricos não são uma libertação, são dispositivos de conformidade.

É hora de blefar: dirigir um carro elétrico não faz de você um defensor da natureza. Faz de você um cliente da farsa mais lucrativa da era moderna.

Mark Keenan is the author of Climate CO2 Hoax: How Bankers Hijacked the Environment Movement and The War on Men: How the New Gender Politics Is Undermining Western Civilization. A former UN technical expert, he writes on culture, science, and the ideological forces reshaping the West.

Governo Trump divulgará informações sobre o sistema de controle climático globalista.

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Renato Cunha
O blog Stylo Urbano foi criado pelo estilista Renato Cunha para apresentar aos leitores o que existe de mais interessante no mundo da moda, artes, design, sustentabilidade, inovação, tecnologia, arquitetura, decoração e comportamento.

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