As informações a seguir são baseadas em um relatório publicado originalmente pelo A Midwestern Doctor. Os principais detalhes foram simplificados para maior clareza e impacto. Leia o relatório original aqui. As vacinas não acabaram com as doenças infecciosas, os engenheiros sim. Água limpa, encanamento funcionando e o fim do esgoto nas ruas fizeram o trabalho pesado. Então as vacinas chegaram e levaram o crédito.

Mas e a poliomielite? Você não vai acreditar como venderam esse milagre para o mundo. Este relatório desmascara as maiores mentiras usadas para promover vacinas, e o que realmente fez todos esses casos de poliomielite desaparecerem. Tudo começa com propaganda. A agenda da vacina não é orientada pela ciência, é orientada pelas relações públicas.

Empresas de relações públicas usam psicologia, emoção e repetição para programar o público. O objetivo delas? Fabricar o seu consentimento. Foi assim que eles tornaram as injeções tóxicas “seguras e eficazes”. Por exemplo, o pico de 2021-2022 no gráfico abaixo deveu-se em parte à campanha exagerada com a qual fomos bombardeados para nos pressionar a ser cobaias de “vacinas” experimentais, pelas quais muitos estavam sendo prejudicados ou mortos.

O grande golpe das vacinas: Como enganaram o mundo e lucraram com as mentiras. 1O manual farmacêutico sempre se baseou em uma coisa: Relações Públicas. A estratégia tem sido a mesma: criar pânico e vender a cura. Se a Big Pharma controla a mídia, as plataformas de tecnologia e o governo, quem resta para responsabilizá-los? Lembras-te disto: A Pfizer patrocinou a mídia e as redes sociais para censurar a verdade e o governo rotulou tudo que não seguisse a falsa narrativa pandêmica de “desinformação.”

As relações públicas (PR) são uma indústria invisível maciça (por exemplo 20 Bilhões foram gastos na América em 2023) que continuamente molda nossas percepções da realidade para seus clientes corporativos e governamentais. Resumidamente, PR é a ciência incrivelmente refinada de manipular o público, e essencialmente é o que está entre propaganda e marketing.

Leia mais: A vasta conspiração farmacêutica para censurar a dissidência online. Milhões de dólares foram gastos para armar a mídia e redes sociais contra todos nós.

Nos Estados Unidos, empresas, sindicatos, associações comerciais e outras organizações investem bilhões de dólares a cada ano para pressionar o Congresso e agências federais a fazer o que eles querem. Os gastos com lobby federal atingiram o recorde de US$ 4,4 bilhões em 2024.

Grandes empresas e organizações contratam empresas de lobby ou empregam lobistas internos para se reunir com funcionários do governo, buscando influenciar a tomada de decisões do governo. Este gráfico mostra as despesas totais em atividades de lobby pelas 10 principais indústrias que investiram mais em lobby no Congresso e agências federais dos EUA em 2023.

Os dois maiores gastadores na indústria farmacêutica estavam o grupo de lobby líder da indústria, Pharmaceutical Research and Manufacturers of America, e a associação de gerentes de benefícios farmacêuticos Pharmaceutical Care Management Association. É assim que funciona os governos “democráticos”, a base de suborno/propina.

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A máquina genocida farmacêutica controla os governos “democráticos” com seus juízes e políticos corruptos que recebem milhões em suborno/propina. A Big Pharma é controlada por maçons de grau 33. Nos EUA cerca de 72 vacinas são obrigatórias para crianças. Isso é um ENVENENAMENTO premeditado da população pelo governo em conluio criminoso com a Big Pharma. Robert F. Kennedy Jr disse que nenhuma dessas 72 vacinas obrigatórias para crianças já foi testada quanto à segurança.

A Moderna retirou abruptamente sua solicitação de aprovação do FDA para sua “vacina experimental” combinada contra COVID após o FDA fazer uma solicitação básica: apresentar os dados que comprovam a segurança e a eficácia da vacina. A Moderna não conseguiu cumprir. A gigante da biotecnologia admitiu que não possui os dados de eficácia necessários para justificar a aprovação.

Porque submeter uma vacina para aprovação sem dados básicos de eficácia? Porque apressar seu lançamento no mercado para adultos com 50 anos ou mais sem comprovar que ela realmente funciona ou é segura? O momento da retirada não poderia ser mais suspeito. Ela ocorre apenas um dia após a FDA anunciar que doses de reforço anuais contra a COVID-19 para adultos saudáveis ​​com menos de 65 anos exigiriam novos ensaios clínicos, um afastamento significativo da aprovação automática dos anos anteriores.

A situação financeira da Moderna não contribui para sua credibilidade. Com os lucros da vacina contra a COVID despencando e a confiança dos investidores abalada, especialmente após a nomeação de Robert F. Kennedy Jr. como Secretário de Saúde e Serviços Humanos, a empresa busca desesperadamente novas fontes de receita. Esse desespero é evidente. Suas ações já sofreram uma queda brutal, caindo quase 60% no último ano.

Com um histórico construído mais em lobby agressivo e poderes de emergência fornecidos pelo ilegítimo governo Biden, do que em dados de segurança de longo prazo, a mais recente iniciativa da Moderna parece menos com ciência e mais com controle de danos.

O presidente Donald Trump basicamente disse que as GRANDES FARMACÊUTICAS controlam todo mundo: “Decidi que preciso QUEBRAR o sistema. É o lobby mais poderoso do mundo, as empresas farmacêuticas. Elas detêm um poder tremendo sobre o Senado, a Câmara e os governadores… sobre todo mundo.”

O SV40 (Vírus Símio 40) foi descoberto pela primeira vez em vacinas contra a poliomielite distribuídas entre 1951 e 1955. Posteriormente, foi revelado que esse vírus, derivado de rins de macacos, contaminou milhões de doses administradas a um público desavisado. Décadas depois, pesquisadores associaram o SV40 a cânceres agressivos, incluindo tumores cerebrais, mesoteliomas e cânceres ósseos.

E agora — 75 anos depois — esse mesmo vírus foi detectado em alguns lotes de vacinas contra a COVID. Coincidência? De jeito nenhum. Quem foi o responsável pelo desastre original do SV40? As mesmas instituições que os “deuses da ciência” Anthony Fauci e Bill Gates controlavam. O envolvimento do Dr. Fauci em experimentos médicos perigosos e antiéticos se estende por décadas. Este homem esteve à frente da crise do HIV/AIDS, injetando medicamentos tóxicos e mortais aos pacientes, enquanto bloqueava tratamentos mais seguros e eficazes.

Bill Gates, um bilionário da tecnologia sem nenhuma qualificação médica, há muito tempo brincar de deus com as políticas globais de saúde. Sua obsessão por campanhas de vacinação em massa deixou um rastro de devastação pela África, Índia e além. Paralisia, esterilização e mortes se seguiram aos programas financiados por Gates — mas a grande mídia, controlada pelas mesmas elites que lucram com essa corrupção, se recusa a expor a verdade.

Fauci, Gates e seus aliados globalistas cometerem crime de genocídio. Eles:

  • Coagiram o mundo a tomar uma vacina experimental sem dados de segurança em longo prazo.
  • Censuraram e destruíram médicos e cientistas dissidentes que tentaram alertar o público.
  • Bloquearam tratamentos que salvam vidas, como ivermectina e hidroxicloroquina, para protegerem os lucros da indústria farmacêutica.
  • Injetaram conscientemente substâncias tóxicas em bilhões de pessoas.

Isso não é negligência. É assassinato premeditado. A mídia não informa. Ela desinforma e faz controle mental pois é paga para isso. Quer destruir alguém? Não pergunte se a pessoa é culpada, pergunte por que ela gosta do crime. É assim que as relações públicas funcionam. Elas constroem muros invisíveis que prendem e guiam você. E é assim que os céticos da vacina são difamados. É tudo intencional. E a maioria das pessoas cai nessa. Repetidamente.

“Seguro e eficaz” é apenas um slogan de marketing. Não é uma afirmação científica. Não há dados concretos. Apenas uma frase vaga repetida até se tornar verdade absoluta. E se você questionar isso, você será rotulado como uma ameaça à humanidade. Mas por trás das cortinas? Os dados mostram claramente danos reais.

O secretário do HHS, Robert F. Kennedy Jr., delineou seu novo plano ousado para mudar o sistema médico que serve a Big Pharma para um que realmente serve as pessoas. Kennedy disse que as notícias de TV quase não criticam a indústria farmacêutica. De acordo com Kennedy, esse silêncio foi comprado com dólares de anúncios farmacêuticos. A Big Pharma não anuncia apenas nas notícias da TV, disse ele. Eles querem “controlar o conteúdo.”  A Big Pharma compra os políticos e a mídia.

Kennedy revelou que o fundador da Fox News, Roger Ailes, uma vez lhe disse que 75% de sua receita de anúncios de notícias noturnas veio de empresas farmacêuticas. O dinheiro vem da Pfizer e de outros gigantes farmacêuticos inundando a mídia com anúncios. As redes de mídia sabem que têm que seguir a linha. Eles têm de nos assustar sobre doenças infecciosas. “A outra coisa sobre os anúncios farmacêuticos é que a empresa recebe uma dedução fiscal sobre eles. Pagamos pelos anúncios e pelo produto” disse Kennedy.

Leia mais: RFK Jr. denuncia como a Big Pharma controla toda mídia com dinheiro de propaganda.

O que ele quer dizer com isso é que os contribuintes estão sendo atingidos DUAS VEZES. Primeiro, o povo americano paga a conta para as próprias drogas através do Medicare, Medicaid e outros programas governamentais. E, além disso, as empresas farmacêuticas anulam o custo de seus anúncios de TV como uma despesa comercial, reduzindo sua conta fiscal. Assim, os contribuintes estão pagando a conta dos produtos e também subsidiando as campanhas publicitárias. Isso sequestrou as redes de notícias, silenciando efetivamente as investigações e enterrando a verdade sobre os erros da Big Pharma.

Os estados do Texas e Novo México tiveram o maior aumento na vacinação contra sarampo (MMR) até agora em 2025. Eles também tiveram o “maior número de casos de sarampo”. Isso levanta sérias questões sobre o que realmente está causando esses surtos de sarampo, e se a “solução” convencional das vacinas está piorando o problema.

O JonFleetwood mantém exclusivamente uma lista atualizada de padrões preocupantes que ligam infecções por sarampo às recentes campanhas de vacinação contra a tríplice viral (sarampo, caxumba, rubéola) lideradas pelo governo americano.

Leia mais: Coincidência? Os dois estados “mais vacinados” com tríplice viral lideram os casos de Sarampo em 2025 nos EUA

A máfia farmacêutica usa as vacinas para causar doenças nas pessoas para depois lucrar com a venda de seus medicamentos. Essa é uma indústria que lucra com as doenças e não com a cura. Quanto mais pessoas doentes, maior serão os lucros. A Big Pharma é uma indústria demoníaca que faz parte da agenda de despovoamento das elites.

As campanhas de vacinação servem para causar doenças na população para garantir os lucros da Big Pharma e render subornos as “autoridades” no governo. As campanhas de vacinação basicamente são campanhas de estupro financiadas pelos governos “democráticos”.

A diretora de inteligência nacional do governo Trump, Tulsi Gabbard divulgou provas confidenciais: o ilegítimo governo Biden utilizou a infraestrutura antiterrorismo federal para rastrear e rotular cidadãos americanos de ameaças terroristas simplesmente por se oporem às ditadura médica do COVID-19.

De acordo com os documentos:

  • Os pais que se opuseram à obrigatoriedade da vacinação nas escolas foram sinalizados como uma “ameaça” e criminalizados,
  • Cidadãos que questionaram as políticas da COVID online foram rastreados, censurados, difamados e até ameaçados,
  • Veteranos que resistiram a injeções forçadas foram monitorados como “riscos” a segurança nacional.

Eles não eram criminosos nem terroristas mas o ilegítimo governo Biden os tratava como inimigos do Estado. Este não é um governo protegendo o povo. É um regime que pune a dissidência contra a máfia farmacêutica. E essa é a definição de tirania.

Agora a máscara caiu. A narrativa da “saúde pública” entra em colapso. O governo Biden não estava lutando contra um vírus. Estava lutando contra a população. Usando a COVID-19 como história de capa, eles criaram uma lista negra de pessoas que se recusaram a obedecer e ser envenenadas pelas vacinas “seguras e eficazes”:

  • Questionou os mandatos tirânicos? Você será taxado como uma ameaça ao poder do Estado e a Big Pharma.
  • Manifestou-se contra a vacinação obrigatória e a perda de seus direitos básicos? Você está taxado como um herege “anti-ciência” e “anti-vacina”.

Esta foi uma perseguição política secreta usando toda a força do estado de vigilância federal. É autoritarismo, pura e simplesmente.

Joe Rogan lança uma bomba de verdade catastrófica: mais de 470.000 americanos podem ter sido mortos pela vacina de mRNA da Pfizer contra a COVID-19, mais do que a quantidade de americanos mortos na Primeira Guerra Mundial, na Segunda Guerra Mundial e na Guerra do Vietnã juntos. Apoiado por dados ajustados pelo VAERS, pesquisadores do MIT e do Departamento de Saúde da Flórida, este não é apenas um estudo, é um número de mortes.

Um aumento de 36% na mortalidade por todas as causas entre os que receberam a vacina da Pfizer expõe um crime farmacêutico de proporções históricas. E o pior? A Moderna ainda nem foi contabilizada. Ninguém foi responsabilizado. Nenhum julgamento. Nenhuma justiça. Apenas silêncio. Agora, expomos a máquina de execução da Big Pharma, e nomeamos todos os cúmplices.

Joe Rogan lançou uma bomba de verdade tão grande que destruiu a narrativa cuidadosamente construída sobre segurança farmacêutica, cumplicidade da mídia e covardia política. Em seu famoso podcast, Joe Rogan expôs uma estatística tão devastadora que deveria estar gravada em pedra:

“Os dados ajustados pelo VAERS mostram que entre 470.000 e 600.000 americanos podem ter morrido devido às vacinas de mRNA.”

— Joe Rogan , citando dados do VAERS, pesquisadores do MIT e do Departamento de Saúde da Flórida.

Rogan acrescenta mais uma adaga: “Esta é só a Pfizer, então nem é a Moderna. Só a Pfizer provavelmente matou mais de 470.000 americanos. Eles descobriram um aumento de 36% na mortalidade por todas as causas entre os que receberam a vacina da Pfizer em comparação com a Moderna.”

A Pfizer sozinha matou quase meio milhão de americanos. E a mortalidade por todas as causas aumentou 36% em comparação com seu único concorrente. Então, como chamamos isso? Não é medicina. Não é ciência. Mas sim um extermínio monetizado. A suposta cura foi muito pior que a doença. A vacina nunca foi uma questão de saúde. Foi uma questão de controle, lucro e poder. E agora temos a contagem de mortes para provar isso.

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O número de pessoas que morreram ou ficaram gravemente doentes devido à inoculação com vacinas contra a COVID-19 é desconhecido. É impossível estabelecer a percentagem exata, uma vez que plataformas como o VAERS admitem que não recolhem nem 1% dos casos reais de miocardite, abortos espontâneos, ataques cardíacos, coágulos sanguíneos, acidentes vasculares cerebrais, incapacidades permanentes, etc.

Essa quantidade de 470.000 e 600.000 americanos mortos pelas vacinas do COVID é no mínimo 10 vezes menor que o número real de mortos. A campanha de vacinação contra a Covid-19 foi um crime contra a humanidade.

O novo diretor da FDA, Dr. Martin Adel Makary, disse que o ilegítimo governo Biden escondeu dados iniciais ligando as vacinas do COVID à miocardite em meninos adolescentes saudáveis. Agora, potencialmente dezenas de milhares (talvez centenas de milhares) de homens jovens saudáveis provavelmente sofrem de miocardite para aumentar os lucros da máfia farmacêutica com a venda de medicamentos para tratá-los.

Dr. Makary do FDA: “A teoria de que uma jovem saudável precisa de 50 ou 60 reforços Covid ao longo de toda a sua vida é uma teoria não comprovada… (continua). Não vamos cegamente carimbar vacinas para adolescentes todos os anos perpetuamente, esses dias acabaram.”

Um vídeo raro de 1994 mostra David Rockefeller fazendo campanha pelo despovoamento da Terra: O clipe fica ainda mais perturbador quando ele menciona o ano de 2020. “O impacto negativo do crescimento populacional em todos os ecossistemas da Terra torna-se assustadoramente claro”.

“As Nações Unidas podem e devem desempenhar um papel fundamental para ajudar o mundo a encontrar uma forma satisfatória de estabilizar a população mundial”, afirma Rockefeller. Tradução: “A ONU deveria encontrar uma forma de despovoar e esterilizar a população” E o que vimos? O excesso de mortes disparou e as taxas de natalidade despencaram.

O medo do sarampo também era uma campanha de relações públicas. O secretário de Saúde e Serviços Humanos do governo Trump, Robert F. Kennedy Jr., foi responsabilizado por um surto mortal de sarampo em Samoa pela mídia. Era uma mentira descarada. Crianças morreram lá porque enfermeiras erraram na administração da vacina. E depois tentaram encobrir o ocorrido. RFK Jr. não teve nada a ver com isso. A mídia escondeu a verdade e reescreveu a história para atacar ele e outros críticos da vacina. E em todas as redes sociais, as pessoas simplesmente repetiram a mentira.

Não foram as vacinas que retardaram a propagação de doenças infecciosas, foi o saneamento básico. O esgoto a céu aberto nas ruas, falta de higiene, comida estragada e trabalho infantil na miséria. Foi isso que realmente alimentou surtos mortais. Parece óbvio, não é? Quando a higiene melhorou, as taxas de mortalidade despencaram, antes da introdução das vacinas. A escarlatina, a principal causa de morte, desapareceu sem nenhuma vacina. Mas, de alguma forma, as vacinas ainda levaram o crédito.

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Os historiadores da ciência médica consideram as infecções por varíola como uma doença dos pobres e empobrecidos, onde as comunidades de favelas estão repletas de saneamento insalubre, água e alimentos contaminados e outras condições de vida debilitantes. Por outro lado, porque a varíola é facilmente transmitida através do ar, água e fluidos corporais, as classes altas também foram infectadas e muitos membros famosos da realeza britânica e europeia são conhecidos por terem contraído o vírus.

A vacina contra a varíola é frequentemente alardeada como um milagre. Mas, na realidade, foi um desastre. A vacina original contra a varíola causou tantos ferimentos que o público se rebelou contra ela. Em 1885, mais de 100.000 pessoas marcharam na cidade de Leicester na Inglaterra contra a obrigatoriedade da vacinação. Então Leicester interrompeu as vacinas e combateu a varíola com higiene e quarentena. Sim, é verdade.

A famosa história de uma luta bem sucedida para afastar uma epidemia de varíola que assola a Inglaterra na década de 1880 é o caso da cidade de Leicester.  O governo britânico já havia ordenado um programa de vacinação em massa em todo o país com pouco efeito. Nas cidades, vilas e aldeias onde a vacina foi mais fortemente introduzida, as infecções graves do vírus da vacina e as mortes aumentaram.  O prefeito e os moradores de Leicester decidiram tomar o assunto em suas próprias mãos.

Em vez de cumprir a agenda de vacinas do governo, o povo da cidade empreendeu uma gigantesca cruzada de limpeza para melhorar o saneamento da cidade, o abastecimento de água, a drenagem das ruas, as instalações públicas e os edifícios, etc.  Moradores suspeitos de adquirir varíola foram removidos da população em geral e colocados em quarentena em instalações limpas, a fim de reduzir a transmissão do vírus.

O resultado foi que a epidemia de varíola nunca se infiltrou em Leicester nem deixou a cidade em ruínas, como havia feito com outras aldeias. A poliomielite na verdade “desapareceu” graças a uma mudança na definição, não a uma vacina. Em 1955, os critérios para o diagnóstico da poliomielite foram alterados, discretamente, bem a tempo para a vacina Salk.

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De acordo com as novas regras, a paralisia deveria durar mais de 60 dias e ser confirmada em laboratório. Puf! Os casos de “poliomielite” desapareceram. Não por causa da vacina, mas porque as regras mudaram . Viu como é fácil manipular essas coisas? E a vacina oral contra a poliomielite causa poliomielite. É um vírus vivo. Ele se espalha. Ele sofre mutação. Desde 1979, todos os casos de poliomielite nos EUA vieram da própria vacina. Globalmente, causa cerca de 1.000 casos por ano, e ninguém fala sobre isso. Isso é… estranho.

Acontece que o DDT e outras toxinas podem ter sido os verdadeiros culpados pela doença. Casos de poliomielite aumentaram após campanhas de pulverização de DDT. O dano neurológico parecia idêntico ao da poliomielite. Parece algo que vale a pena investigar. Mas… Nós simplesmente não falamos sobre isso. Não deveríamos fazer essa pergunta. Porquê? Por que isso destruiria o mito da vacina salvadora, e, em vez disso, exporia o envenenamento industrial.

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Acredite ou não, a imunidade de rebanho da vacina é, na verdade, um mito. Disseram que se todos nos vacinássemos, protegeríamos uns aos outros. Mas as vacinas raramente impedem a transmissão. Elas perdem o efeito. Elas falham. E criam dependência, forçando vacinas para o resto da vida a manter a ilusão de imunidade.

Não existe imunidade de rebanho com vacinas. Simplesmente não é possível. Basta olhar para a vacina contra catapora. Ela destruiu a imunidade natural e causou uma epidemia de herpes zoster. As vacinas “milagrosas” falham consistentemente na prevenção da transmissão de doenças.

Insistir que precisamos de vacinas porque “não temos cura” é o truque mais velho que existe. A Big Pharma alega que os vírus são “incuráveis” para mantê-lo com medo e, assim, poder vender vacinas. É tão simples quanto isso. Mas, ao longo da história, tratamentos naturais como a ozonioterapia, a luz UV e até mesmo a ivermectina demonstraram real poder antiviral. Eles simplesmente não se encaixam no modelo de negócios da máfia farmacêutica então foram atacados.

Já se passaram décadas de pesquisas sobre autismo. Bilhões de dólares foram investidos em pesquisa. Mas eles ainda dizem: “Não sabemos a causa”. Eles estão apenas enrolando. E qualquer médico ou cientista que tente relacionar vacinas ao autismo é colocado na lista negra. O silêncio é puramente político. Não há ciência aqui. Isso não é algo que um sistema de saúde universal resolverá.

Se o sistema for corrupto, financiá-lo mais não o salvará. Nosso sistema atual está falhando porque é corrupto. Mais subsídios = mais inchaço = mais poder para as pessoas que silenciam as verdadeiras curas. Sem responsabilização, o “SUS para todos” torna-se apenas um “Monopólio para a indústria farmacêutica”. E se o governo está fornecendo seu plano de saúde, o que o impede de exigir que você faça algo para mantê-lo? Nossa!

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Aqui está mais um exemplo da “justiça” ao serviço do poder. Estado de direito, democracia, liberdade de expressão é tudo mentira. O advogado alemão Reiner Fuellmich foi preso ilegalmente pelo governo alemão e condenado a 3 anos e 9 meses de prisão por ter ousado denunciar a fraude pandêmica do coronavírus, a agenda de despovoamento das elites e as mentiras da mídia, governos e máfia farmacêutica.

A audiência de Robert F. Kennedy Jr. no Congresso Americano foi o ponto de virada. Políticos corruptos e hipócritas financiados pela indústria farmacêutica o atacaram com todos os truques sujos possíveis. Mas o público percebeu. O muro de mentiras que eles ergueram ao nosso redor está caindo. Milhões assistiram em tempo real enquanto o sistema tentava destruir RFK Jr. mas eles falharam.

RFK Jr. mostrou a lista de políticos corruptos que o atacaram na audiência no Congresso e que recebiam “doações”, outro nome para suborno, da máfia farmacêutica. Essas são as “pro$tituta$ da Big Pharma” que fingem representar o povo americano.

Sim, a propaganda deles é forte. E, às vezes, funciona. É por isso que estamos onde estamos. No entanto, a verdade é mais forte. A COVID foi a maior campanha de relações públicas da história e ainda assim fracassou sob o peso da verdade pública. A propaganda deles quebrou alguma coisa. As pessoas sentiram as mentiras. E agora a onda da verdade está surgindo e seus muros estão desmoronando.

O secretário de Saúde e Serviços Humanos, Robert F. Kennedy Jr., declarou que os estudos federais sob a Comissão Make America Healthy Again estão definidos para confirmar uma ligação das vacinas com o autismo até março de 2026. Kennedy enfatizou que o objetivo dos estudo é de entregar descobertas definitivas que irão remodelar radicalmente a política de saúde pública.

O esforço abrangente faz parte da estratégia mais ampla do governo Trump para combater doenças crônicas na infância. As observações de Kennedy seguem o lançamento de novos dados do Centers for Disease Control and Prevention (CDC) mostrando que o autismo agora afeta 1 em cada 31 crianças nos Estados Unidos.

Leia mais: Robert F. Kennedy Jr. denunciou a explosão do autismo nos EUA.

RFK Jr.: “A partir de hoje (27/05) a vacina do Covid foi removida do calendário do CDC para crianças saudáveis e mulheres grávidas”.

O julgamento que abalou a máfia farmacêutica

Em uma decisão que ressoou pelos pilares de mármore da Suprema Corte como uma onda de choque jurídica, Robert F. Kennedy Jr. saiu vitorioso contra a conspiração corporativa mais poderosa do planeta, a Big Pharma. Um homem rotulado pela mídia como “anti-vacina” e “anti-ciência”, silenciado pela Big Tech, sabotado por lobistas, agora emergiu vitorioso contra seus caluniadores e perseguidores.

A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu oficialmente: a tecnologia da vacina de mRNA causou danos irreversíveis. Agora é uma questão de direito. Fato. Esta decisão não apenas atingiu o cerne da fraude farmacêutica, também ressuscitou a bússola legal e moral da nossa espécie: o Código de Nuremberg.

O caso começou com depoimentos de profissionais médicos silenciados por suas próprias instituições, famílias de vítimas descartadas como “efeitos colaterais raros” e denunciantes que arriscaram tudo para mostrar a podridão no cerne das gigantes farmacêuticas.

Os demandantes: uma coalizão de cidadãos afetados pela vacina, médicos da linha de frente, pesquisadores médicos e o homem que liderou o ataque, o Secretário de Saúde e Serviços Humanos, Robert F. Kennedy Jr.

Os réus: Pfizer, Moderna, GlaxoSmithKline, Johnson & Johnson e várias agências alinhadas ao governo que ajudaram a lançar a campanha médica em massa mais agressiva e pouco testada da história moderna.

As evidências não eram apenas contundentes, eram a própria condenação. E-mails mostrando a supressão de dados sobre eventos adversos. Relatórios internos alertando sobre a toxicidade da proteína spike. Pagamentos canalizados por meio de redes de lobby para silenciar a dissidência. Campanhas de mídia compradas e pagas pelas mesmas empresas que deveriam investigar.

O momento mais arrepiante ocorreu quando a Corte invocou o Código de Nuremberg, a mesma doutrina pós-Segunda Guerra Mundial criada para impedir a experimentação médica antiética novamente. O mesmo código que as instituições globalistas convenientemente ignoraram na corrida para injetar no mundo terapias genéticas experimentais.

O Tribunal reconheceu o que os organismos globais de saúde não reconheceram: que milhões de pessoas foram submetidas a injeções experimentais sem o devido consentimento informado. Que o medo e a coerção substituíram a liberdade. Que os direitos humanos não foram suspensos por declarações de emergência.

A reintegração do Código de Nuremberg não é simbólica. É a nova base para a responsabilização criminal. Qualquer empresa, instituição ou indivíduo que violar os princípios de autonomia corporal, padrões médicos éticos e transparência, agora está legalmente exposto.

Desde o início, Robert F. Kennedy Jr. foi censurado, ridicularizado, checado por covardes do Vale do Silício, rotulado como “teórico da conspiração” por âncoras de telejornais financiados pela indústria farmacêutica e traído por políticos de carreira cujos bolsos transbordavam com o dinheiro dos lobistas.

Mas a verdade tem uma vantagem: ela não pisca. Enquanto outros se ajoelhavam, Kennedy se manteve firme. Enquanto as agências de saúde desabavam na corrupção, Kennedy reuniu evidências, especialistas, depoimentos e a autoridade moral que nenhuma quantia de dinheiro poderia comprar. Sua atuação no tribunal não foi apenas um brilhantismo jurídico, foi um momento histórico de acerto de contas . Um homem. Contra a máquina. E a máquina piscou.

O Tribunal concluiu que nenhum benefício baseado na população poderia justificar o risco individual, especialmente quando o consentimento informado foi manipulado ou negado completamente. Isto não é remédio. É guerra com seringa. O que começou como um processo judicial se tornou um colapso total da credibilidade da Big Pharma. Os mercados de ações tremeram. CEOs desapareceram da vista do público. Governos em toda a Europa iniciaram revisões emergenciais de seus próprios programas nacionais de mRNA.

De repente, os meios de comunicação que antes publicavam anúncios diários sobre vacinas apagaram discretamente anos de artigos, o YouTube removeu milhares de vídeos de “fontes confiáveis” e conselhos médicos emitiram retratações para se protegerem. A decisão do Tribunal não destruiu apenas um produto, ela também eliminou o mito da onipotência farmacêutica.

Pfizer, Moderna, Johnson & Johnson — antes vistas como salvadoras da ciência — agora são empresas criminosas aos olhos do público. Seus logotipos, suas campanhas bilionárias, seus prêmios e menções ao Nobel? Inúteis. Manchados. Tóxicos. Enquanto a história se desenrolava em tempo real, a grande mídia ficou em silêncio e focou em fofocas de celebridades e pornografia do medo climático. Porque? Por que foram cúmplices. Financiados pelas mesmas gigantes farmacêuticas que o Tribunal acabou de condenar.

Bilhões fluíram para os cofres da mídia durante a distribuição da vacina, garantindo que as vozes dissidentes fossem silenciadas e que apenas a narrativa aprovada fosse transmitida. Isso não era jornalismo. Era propaganda. E agora está entrando em colapso, junto com a narrativa que protegia. E os “teóricos da conspiração” e os hereges “anti-vacinas” e os “anti-ciência” estavam certos.

A decisão marca não apenas o fim de uma era criminosa, mas o renascimento da medicina de verdade. Uma medicina baseada na ética, na liberdade e na verdade. A saúde deve retornar às mãos do povo, não das corporações. A liberdade médica é inegociável. As instituições que falharam conosco devem ser reestruturadas ou desmanteladas. As agências que mentiram devem ser expurgadas. E aqueles que lucraram com o sofrimento devem ser nomeados, envergonhados e julgados.

O precedente estabelecido pela Suprema Corte dos EUA agora serve como referência jurídica para a justiça internacional . Outras nações seguirão o exemplo, ou enfrentarão conflitos. O que começou como um processo judicial tornou-se uma resistência global. Uma resistência alimentada pela verdade, não pela ideologia. Por fatos, não pelo medo.

Robert F. Kennedy Jr. não venceu apenas uma batalha judicial, ele expôs um império que lucra com a desgraça humana. Ele desenterrou uma mentira que se estendeu por nações, destruiu vidas e devorou ​​a confiança pública. A queda da Big Pharma não é o fim. É o início de um despertar global, uma reestruturação total do poder e um lembrete para todas as instituições.

Remdesivir: o medicamento letal autorizado por Conte e Speranza usado em pacientes com Covid

Em Bergamo e na Lombardia na Itália, entre Fevereiro e Abril de 2020, medicamentos como o Remdevisir, utilizado para o Ébola, e o Midazolam, também utilizado para a eutanásia e a injeção letal nos Estados Unidos, foram administrados a doentes com gripe “Covid”. Até o momento, ninguém perguntou a Giuseppe Conte e Roberto Speranza por que eles autorizaram o uso dessas drogas que eram conhecidas por terem efeitos letais nas pessoas. Da política ao judiciário, todos estão em silêncio.

Texto do jornalista italiano Cesare Sacchetti

Já se passaram pouco mais de cinco anos desde aqueles momentos que mergulharam a Itália num estado de medo coletivo induzido pela (des)informação da mídia que tinha todo o interesse em desestabilizar o país. Não uma “pandemia”, como alguns ainda a definem impropriamente, mas uma verdadeira operação terrorista, como a definiu o Coronel Kvachkov, que desde os primeiros momentos forneceu uma versão muito clara dos acontecimentos.

Ainda há muitas perguntas sem resposta porque, infelizmente, as “autoridades competentes”, sobretudo o polêmico judiciário, não buscam outra resposta além daquela falsa dada há cinco anos pelo governo dos maçons Giuseppe Conte e Roberto Speranza.

Essa falsa narrativa afirma que muitas pessoas internadas em hospitais na época morreram do chamado Sars-Cov2, que ainda não foi isolado, conforme confirmam os mesmos autores dos testes de PCR para identificar a suposta positividade ao vírus, ou seja, os virologistas Drosten e Corman.

Nunca foi assim, e se você olhar com mais cuidado até mesmo os boletins do ISS que saíram naquela época, perceberá que as próprias autoridades de saúde pública foram forçadas a admitir que a COVID não era o monstro perigoso que continuamente fazia vítimas, como a grande mídia tentava nos fazer acreditar, e como ainda tenta, em parte, nos fazer acreditar hoje.

Se você ler, por exemplo, o boletim do ISS de março de 2020, verá que muito poucas mortes são atribuídas à chamada COVID e, portanto, fica bem claro que, se as pessoas estivessem morrendo nos hospitais, a causa não poderia ter sido um dos muitos vírus da gripe chamados COVID naquela ocasião.

A verdade, portanto, não deve ser buscada na chamada “doença”, mas nos “tratamentos” que o governo de Giuseppe Conte e Roberto Speranza decidiu administrar aos pacientes que testaram positivo naquele período para o chamado Sars-Cov-2.

Medicamentos usados ​​para tratar a gripe COVID

Descobrir-se-á assim que já em fevereiro de 2020, quando praticamente nada se sabia oficialmente sobre a chamada Covid, o governo Conte já parecia muito bem orientado sobre as terapias a administrar aos doentes que tinham aquela gripe. Um dos primeiros a fazê-lo foi um atento jornalista alemão, Howard Steen, que recentemente escreveu um artigo interessante sobre o assunto.

Neste artigo surge um fato interessante, mantido em segredo pela opinião pública italiana e obviamente bem escondido pela mídia que, ainda hoje, como mencionado anteriormente, repete as mentiras de cinco anos atrás. De fato, um ato administrativo foi submetido às autoridades alemãs para obter informações mais precisas sobre um fornecimento de drogas que saiu da Alemanha com destino à Itália nos primeiros meses de 2020.

A pessoa que enviou esta solicitação de acesso aos estados foi o estatístico Tom Laursen, que queria saber mais sobre a entrega do medicamento Remdesivir pelo Instituto Robert Koch, o RKI, a mais alta autoridade de saúde pública alemã, às autoridades do governo italiano que já estavam solicitando este medicamento específico naquela época para tratar pacientes de Covid.

O seguinte foi aprendido a partir dos documentos.

O intercâmbio entre o Instituto Robert Koch (RKI) e as autoridades italianas ocorreu principalmente no âmbito do Sistema de Alerta e Resposta Precoce da União Europeia (SARP) e incluiu, entre outras coisas, relatórios sobre o número de casos e as medidas tomadas na Itália. No início de fevereiro de 2020, o RKI recebeu um pedido bilateral de fornecimento de Remdesivir para o tratamento de pacientes na Itália, por meio do Grupo de Trabalho Permanente de Centros de Competência e Tratamento (STAKOB). Além disso, a situação atual na Itália foi apresentada a organismos internacionais, como o Comitê de Segurança Sanitária (HSC).

O governo Conte, portanto, queria esse mesmo medicamento para pacientes de Covid, embora o Remdesivir fosse um medicamento usado para tratar o vírus Ebola, contra o qual não havia dado resultados muito eficazes. Se você ler as diversas publicações científicas sobre os efeitos adversos desse medicamento antiviral, o quadro que surge é quase devastador.

No estudo publicado em 5 de agosto de 2021 pelos dois pesquisadores indianos Anika Singh e Ashwin Kamath, do departamento de farmacologia do Kasturba Medical College, em Bangalore, é relatado que este medicamento causou efeitos colaterais muito graves nos rins, tanto que insuficiência renal e morte foram bastante frequentes em pacientes que receberam Remdesivir mesmo antes do início da chamada “pandemia”.

As mesmas conclusões foram alcançadas por um grupo de pesquisadores brasileiros liderados pela Dra. Nayara Aparecida de Oliveira Silva, cedida à Universidade Federal de São Paulo, no Brasil. O estudo do Dr. Oliveira Silva afirma explicitamente que o Remdesivir foi responsável por problemas renais graves em pessoas que testaram positivo para COVID, e os efeitos colaterais superaram em muito qualquer benefício potencial, e pode-se dizer inexistente.

Os sérios problemas que esse medicamento causava, no entanto, eram conhecidos antes mesmo de ser administrado a pacientes com o coronavírus da gripe, quando em 2018 o Remdesivir foi administrado a um grupo de pacientes com ebola durante um teste financiado pelos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos.

Os resultados foram desastrosos, como pode ser visto no estudo assinado pelo Dr. Sabue Mulangu e um grande grupo de médicos e pesquisadores internacionais. Após apenas 28 dias, dos 154 pacientes que receberam esse medicamento antiviral, 79, ou 51,3%, morreram. Os números não deixam dúvidas. Remdesivir não cura absolutamente nada.

O Remdesivir mata e os efeitos começaram a ser sentidos em vários países do mundo, inclusive nos Estados Unidos, onde o jornalista americano John Beaudoin, após constatar o aumento anormal da mortalidade durante a “pandemia”, começou a se questionar sobre o que estava acontecendo e os motivos daquele inexplicável boletim de guerra vindo dos hospitais americanos.

Beaudoin também entrou com um pedido de acesso aos registros de óbitos de hospitais de Massachusetts de 2015 a 2022 e descobriu que uma das principais causas do excesso de mortes registradas de 1º de janeiro de 2021 a 30 de novembro de 2022 foi justamente a insuficiência renal causada pelo Remdesivir.

Nos hospitais americanos, já no início da “pandemia”, em maio de 2020, a FDA, a agência americana de medicamentos, havia autorizado o uso deste medicamento para pacientes com COVID, embora, como vimos, o medicamento em questão já fosse conhecido por causar sérios danos aos rins e outros órgãos, e embora não houvesse nenhuma razão séria para sugerir que pessoas sofrendo de gripe sazonal simples recebessem Remdesivir. Na história da farsa da pandemia, o local dos eventos parece ser claramente irrelevante. Não importa onde a gripe sazonal ocorreu no mundo.

As diversas instituições de saúde europeias e americanas estavam claramente agindo de acordo com diretrizes pré-estabelecidas que tinham pouco a ver com saúde e muito, se preferir, com política, considerando que em todos os países da Europa Ocidental e nos Estados Unidos, a grande mídia estava ocupada fazendo as diversas opiniões públicas acreditarem que nos hospitais as pessoas estavam morrendo como moscas de Sars-Cov2, enquanto que, se morriam, estavam morrendo por causa dos medicamentos que os vários governos haviam imposto para tratar a chamada Covid.

O Primeiro-Ministro, Conte, e o Ministro da Saúde, Roberto Speranza, não se desviaram em nada destas orientações, que, entre outras coisas, nas atas do inefável CTS, o comité técnico-científico, pareciam ser transmitidas pela aliança atlântica e pelos seus homens, como o General Bonfiglio no caso da Itália.

Governo Conte ordena remessas extraordinárias de Remdesivir

Conte, portanto, trabalhou para que essas remessas de Remdesivir viessem da Alemanha já em fevereiro de 2020, embora, vale lembrar, a Agência Europeia de Medicamentos, a EMA, não tivesse emitido nenhuma autorização naquela época para a distribuição desse antiviral.

No entanto, o primeiro-ministro tinha muita pressa em administrar esse medicamento imediatamente aos pacientes de Covid e, ignorando os vários estudos sobre a periculosidade do medicamento em questão, autorizou seu uso em hospitais italianos.

Nos diversos meios de comunicação da época, começamos a ver matérias como a do Milano Today de 12 de março de 2020, que relata que o antiviral para Ebola já estava em uso na Itália para pacientes de Covid.

Artigo do Milano Today de março de 2020

Seria interessante saber quais seriam esses supostos “estudos” que teriam demonstrado resultados “promissores”, quando na realidade já naquele período o Remdesivir não só não trazia resultados satisfatórios, como fazia o que já havia sido visto em 2018, quando foi administrado em pacientes que tinham Ebola.

Em outras palavras, estava causando vítimas e parece absurdo pensar que as diversas autoridades sanitárias autorizaram o uso de tal medicamento sem sequer ver os resultados desastrosos que já havia causado no passado, ou se tinham conhecimento dos efeitos do Remdesivir então entramos no campo do massacre voluntário, causado justamente para precipitar a população naquele estado de medo generalizado que foi mencionado antes, e consequentemente paralisar qualquer reação das pessoas agora verdadeiramente convencidas de que pessoas estavam morrendo como moscas pelo coronavírus da gripe.

Gilead Sciences: Empresa Farmacêutica da BlackRock e da Vanguard

Conforme relatado no artigo do Milano Today, a Gilead Sciences, empresa farmacêutica nas mãos da dupla habitual de fundos de investimento BlackRock e Vanguard, desempenhou um papel significativo na distribuição deste medicamento, que são os mesmos fundos que possuem empresas farmacêuticas como Pfizer e Moderna que distribuíram as vacinas da Covid em 2021 e 2022.

Sede de Gileade

Os lucros de toda a farsa pandêmica do Covid, como pode ser visto, sempre acabaram nos cofres desses fundos que usam o anonimato formal para esconder os ativos de várias famílias financeiras internacionais, como os habituais Rothschilds, Rockefellers, Warburgs, Schiffs e Morgans.

E é justamente entre esses nomes que se encontra uma publicação intitulada “Operação Lockstep”, distribuída 10 anos antes da operação terrorista do coronavírus pela Fundação Rockefeller, que já naquela época “imaginava” um cenário de pandemia que levaria os governos internacionais a implementarem exatamente as mesmas restrições vistas em 2020 até chegar a uma progressiva desapropriação dos Estados nacionais em favor da governança global, objetivo final do grande capital.

Leia mais: Operação Lockstep: A pandemia do coronavírus foi apresentada ao púbico em 2010 pela Fundação Rockefeller

Na Itália, como em outras partes do mundo, um roteiro pré-escrito estava sendo encenado e é nesse “roteiro” que se encontra a verdade sobre o massacre de Bérgamo em março de 2020.

Durante esse período, as autoridades governamentais italianas encomendaram grandes quantidades de medicamentos da Alemanha, como o já mencionado Remdesivir, que foi distribuído na Itália por meio da participação da Flamma SPA, uma empresa farmacêutica de propriedade da família Negrisoli, sediada perto de Bérgamo, onde ocorreu aquele pico anômalo de mortes, não encontrado em nenhuma outra parte da Itália.

A Flamma desempenhou um papel igualmente fundamental. Foi a empresa farmacêutica que assinou um acordo naquela época para permitir que o medicamento experimental usado contra o Ebola, também conhecido pelo nome comercial Veklury, chegasse à Itália e fosse distribuído em hospitais italianos.

O governo Conte evidentemente tinha todo o interesse em que o Remdesivir chegasse à Itália naquele período, assim como estava ansioso para que outro medicamento, o Midazolam, chegasse a Bérgamo naquele período, encomendado com urgência mais uma vez da Alemanha para ser entregue à Itália no mesmo período de março de 2020.

A história não contada do Midazolam foi discutida em outra contribuição. Foi um gerente italiano, Gabriele Ceratti, da empresa farmacêutica alemã que o produz, a B. Braun, quem revelou como o medicamento chegou em quantidades extraordinárias na época. A “urgência” do governo Conte era tão alta que o ministro Speranza autorizou sua distribuição mesmo que o rótulo do medicamento não estivesse em italiano, mas em alemão, em desacordo com as regulamentações atuais.

O uso de Midazolam é talvez ainda mais injustificado que o de Remdesivir. Na verdade, é uma benzodiazepina frequentemente usada nos Estados Unidos para realizar injeções letais ou eutanásia.

Uma enfermeira escocesa, Lesley Roberts, revelou em 2023 que o NHS havia ordenado a administração deste medicamento em quantidades claramente letais a vários pacientes de Covid, e Roberts claramente chegou à conclusão de que o governo britânico de Boris Johnson não tinha intenção de tratar pessoas com esta gripe, mas sim de matá-las e então culpar o chamado coronavírus.

Somente o governo Conte poderia autorizar o uso deste medicamento em hospitais italianos, como pode ser visto em um comunicado de imprensa publicado pela AIFA, a agência italiana de medicamentos, em abril de 2020, no qual foi anunciado que o antiviral em questão poderia ser usado em “programas de uso compassivo para o tratamento da doença COVID-19”.

AIFA e o uso “compassivo” do Remdesivir

O que significa “uso compassivo” para tratar uma doença? Que “compaixão” haveria em dar aos pacientes um medicamento que já era conhecido por ter efeitos devastadores nas pessoas que o recebiam?

As intenções do governo Conte eram tratar a gripe sazonal normal ou havia um propósito diferente do declarado; caso contrário, não está claro por que ele autorizou a distribuição de medicamentos que sabidamente causavam consequências graves nos pacientes aos quais eram administrados.

A verdade ainda pode ser encontrada e está nos corpos das pessoas que morreram naquele período em Bérgamo e nas outras províncias da Lombardia, assim como pode ser encontrada nos registros médicos dos hospitais lombardos que eles deram aos pacientes com o coronavírus. Os protocolos da COVID não surgiram do nada. Elas foram encomendadas pelo Ministério da Saúde e pela AIFA.

Eles estão nos sites oficiais do governo, e se algum magistrado quiser entender o que aconteceu naqueles meses, que comece por aí, mas foi visto que os magistrados, em vez de irem nessa direção, seguiram o fio da falsa narrativa da pandemia, como fez o Ministério Público de Bérgamo, que investigou Conte e Speranza por não terem fechado a Itália e a Lombardia prematuramente através das infames “zonas vermelhas”.

Da mesma forma, ninguém perguntou por que o Ministério da Saúde, que estava encomendando medicamentos letais para pacientes com COVID, se deu ao trabalho de emitir uma circular em abril que “desaconselhava” autópsias de pessoas que morreram de coronavírus, quando no papel era a primeira coisa a fazer para entender do que as pessoas realmente morreram.

Esta é uma decisão que não pode ser interpretada como sendo devida ao desejo de encobrir a verdade, de não fazer os italianos entenderem que aquelas pessoas em Bérgamo estavam morrendo não da COVID fantasma, mas dos medicamentos que lhes haviam sido administrados.

Cinco anos depois, as instituições ainda celebram o dia 18 de março como o “Dia Nacional em Memória das Vítimas do Coronavírus”, quando os italianos não eram “vítimas do coronavírus”, mas vítimas daqueles personagens nas instituições que os privaram de suas liberdades pessoais essenciais e depois os “trataram” em hospitais com drogas letais.

Ésquilo afirmou que na guerra a primeira vítima é a verdade, e é exatamente isso que os italianos esperam saber há cinco anos. Junto com isso, espera-se justiça. Os mortos de Bérgamo e dos italianos aguardam ambos.

Vacinas “seguras e eficazes” berraram 24h as pro$tituta$ criminosas da mídia fake news.

Um novo estudo descobriu que as vacinas do Covid podem reduzir a expectativa de vida em quase 30 anos.

Estudo com 85 milhões de pessoas descobre aumento de várias doenças após vacinação contra COVID-19.

Em 2021, a Maçonaria promoveu abertamente as vacinas do Covid a ponto de dar origem a iniciações em massa em lojas para aqueles que queriam receber a “vacina”. Poucas pessoas sabem, no entanto, que o homem que criou a primeira vacina do mundo contra a varíola no final do século XVIII, Edward Jenner, era um Venerável Mestre maçom, registrado na Royal Faith and Friendship Lodge nº 270.

Séculos se passam, mas os vínculos entre a Maçonaria e o envenenamento da população com vacinas tóxicas permanecem inalterados. Boris Johnson, Giuseppe Conte e Roberto Speranza são satanistas maçons, assim como vários outros políticos e juízes que participaram do envenenamento da população com as vacinas “seguras e eficazes”. NÃO EXISTE VACINA SEGURA. O que todas as pandemias e as vacinas tem em comum? MENTIRAS!

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Renato Cunha
O blog Stylo Urbano foi criado pelo estilista Renato Cunha para apresentar aos leitores o que existe de mais interessante no mundo da moda, artes, design, sustentabilidade, inovação, tecnologia, arquitetura, decoração e comportamento.

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