Estima-se que todos os anos 8 milhões de crianças desapareçam — uma a cada quatro segundos. Muitas são forçadas ao trabalho forçado ou à escravidão sexual, outras são levadas por motivos tão depravados que a maioria das pessoas nem consegue imaginá-los: abuso ritual, cerimônias ocultas e a mercantilização da inocência. Este não é um crime aleatório. É sistêmico, organizado e protegido.
Mas os governos e a mídia não perguntam o que acontece com elas. Existe um enorme comércio global de tráfico infantil sobre o qual a grande mídia não noticia pois protege as elites maçônicas pedófilas. A mídia vive noticiando epidemias virais fabricadas pela OMS e Bill Gates mas não noticia a verdadeira epidemia que assola o mundo que é a pedofilia desenfreada na sociedade e o consumo de Adrenocromo pelas elites.
Em 1999, o cineasta Stanley Kubrick fez seu último filme, De Olhos Bem Fechados, no qual denuncia a elite pedófila e satânica. O filme ainda não foi visto na íntegra. Segundo o roteirista David Avery, os 24 minutos restantes parecem envolver tráfico de crianças pela elite pedófila. Será que o mistério de De Olhos Bem Fechados finalmente será revelado? Antes de entrar no assunto do filme quero explicar algumas coisas sobre o culto satânico pedófilo das elites.
Dos templos às salas de reuniões
A exploração de crianças não é um “problema moderno”. É um padrão antigo, uma das moedas de poder mais antigas da história humana. No mundo antigo, era praticada abertamente. Civilizações, dos cananeus aos astecas, praticavam o sacrifício de crianças, acreditando que a oferta de inocência garantiria o favor divino, a fertilidade, a vitória na guerra ou a proteção contra desastres. Os altares eram públicos, os sacerdotes eram celebrados e os rituais eram legitimados pela religião e pela cultura.
Avançando para os dias de hoje, os rituais são ocultos, mas a crença central não mudou: a de que a força vital de uma criança, sua pureza, energia e inocência, pode ser consumida, corrompida ou aproveitada para servir às ambições dos poderosos. Os templos foram substituídos por salas de reuniões, propriedades privadas, iates e complexos insulares.
Os sacerdotes agora são políticos, bilionários, celebridades, magnatas da mídia e agentes de inteligência; pessoas que exercem influência. E em vez de apelar aos deuses, os sacrifícios de hoje servem aos deuses da ganância, do controle e da chantagem. É por isso que a luta contra o tráfico não pode ser separada da luta contra a elite maçônica globalista. Uma não pode existir sem a outra. E até que destruamos os círculos protegidos onde esse abuso é normalizado, o ritual continuará.
Tráfico como indústria
Para a maioria das pessoas, “tráfico de pessoas” evoca imagens de salas obscuras, becos escuros e criminosos operando à margem da sociedade. Essa imagem não está errada, mas é incompleta. Na realidade, o tráfico é uma indústria. Um negócio global multibilionário com cadeias de suprimentos, redes de distribuição, estratégias de marketing e logística corporativa. A única diferença é que seu “produto” é a vida humana.
As crianças vêm de todos os cantos do mundo: de zonas de guerra e campos de refugiados, de zonas de desastres naturais causados por geoengenharia, de vilarejos empobrecidos e até mesmo de lares instáveis em subúrbios ricos. Alguns são sequestrados por ONGs de “cuidado de crianças”, orfanatos ou agências governamentais que trabalham para as redes de tráfico infantil da CIA/Mossad/MI6/Vaticano, outros são vendidos por parentes por desespero ou coerção, e muitos são aliciados online, atraídos por predadores que se passam por amigos ou empregadores.
A partir daí, o processo começa:
• Rotas de Trânsito — As vítimas são transportadas por uma rede de casas seguras, empresas de transporte, agentes de fronteira corruptos e empresas de fachada.
• Pontos de Distribuição — Hotéis, casas de massagem, “agências de modelos”, orfanatos falsos, casas de espetáculo.
• Compradores — A “base de clientes” inclui todos, desde predadores de baixo escalão a altos funcionários, celebridades, chefes de cartéis e membros da elite global.

E não se trata apenas de sexo. A indústria inclui trabalho forçado, extração de órgãos e, em seus aspectos mais obscuros, abuso ritual e exploração oculta. Como qualquer indústria, o tráfico é sustentado pela demanda. E a demanda é protegida pelo poder. Quanto mais alto na cadeia, mais o tráfico se sobrepõe à política, às finanças, às agências de inteligência e ao crime organizado. As redes são protegidas por pessoas que se beneficiam delas, seja financeiramente, politicamente ou por meio de chantagem.
É por isso que grandes crises frequentemente derrubam operadores de baixo e médio escalão, mas deixam o poder real intocado. Os CEOs desse setor não comandam esquinas, eles comandam governos, bancos e impérios de mídia. Se quisermos acabar com isso, não podemos simplesmente resgatar as vítimas, precisamos desmantelar a própria infraestrutura. E isso significa seguir o rastro de dinheiro, poder e proteção até o topo.
Os milhões desaparecidos
A cada ano, estima-se que 8 milhões de crianças desapareçam em todo o mundo. Esse é o número de habitantes na Suíça. As explicações oficiais variam de fugas a disputas de custódia e sequestros por estranhos. Mas aqui está a verdade incômoda: ninguém consegue explicar completamente para onde todas elas foram. Muitas acabam sendo encontradas mas outras nunca mais são vistas.
Algumas são encontradas tarde demais. Algumas são escondidas à vista de todos, forçadas a novas identidades, traficadas através de fronteiras ou transferidas por sistemas de acolhimento propícios à exploração. E algumas desaparecem em redes clandestinas tão bem protegidas que nem mesmo as autoridades policiais conseguem tocá-las.
E então há as possibilidades mais sombrias:
• Extração de órgãos para o mercado negro.
• Exploração sexual para clientes pagantes e para fins de chantagem.
• Abuso ritual satânico em círculos onde o poder é limitado por segredos compartilhados e culpa mútua.
Gostamos de acreditar que, se algo tão monstruoso estivesse acontecendo em grande escala, seria impossível escondê-lo. Mas isso não é verdade; ele se esconde justamente porque é protegido pelas “autoridades”. As redes responsáveis por esses desaparecimentos estão entrelaçadas com política, finanças, inteligência e crime organizado. Quanto mais alto você sobe na cadeia, maior a probabilidade de encontrar influência e imunidade.
O silêncio é ensurdecedor. Governos, ONGs e veículos de comunicação podem divulgar certas histórias de resgate “seguras”, casos que podem ser resolvidos sem tocar nos poderosos. Mas eles não tocam o cerne do sistema. E nunca fazem a pergunta mais perigosa: Onde estão os milhões desaparecidos?
Até que exijamos implacavelmente uma resposta, esses milhões continuarão desaparecendo. E os poderosos continuarão contando com a nossa descrença para encobrir seus crimes depravados.
A obsessão da elite pela inocência
Porque crianças? Porque, em todas as épocas e culturas, os círculos de poder mais depravados se fixam nelas? No mundo antigo, as crianças eram vistas como a oferenda mais pura aos deuses. Sua inocência, sua força vital inexplorada, era considerada o sacrifício supremo para garantir bênçãos, poder ou proteção. Civilizações de Canaã a Cartago e à Mesoamérica praticavam isso abertamente, acreditando que a pureza tinha poder.
Essa crença nunca morreu. Simplesmente se tornou clandestina. No tráfico moderno, a obsessão por crianças não se resume apenas à perversão sexual. Nos círculos mais secretos e bem protegidos, ela está ligada a três motivos interligados:
• Dominação espiritual — Na inversão máxima do bem, a destruição da criação mais sagrada de Deus — a inocência de uma criança — é vista como um triunfo sobre Ele. Na ideologia satânica, nada é mais valorizado do que a corrupção daquilo que Deus tornou puro.
• Sistemas de crenças ocultas — Certas práticas ritualísticas, enraizadas em antigos cultos de sangue, sustentam que o sofrimento de uma criança libera energia espiritual que pode ser aproveitada. É aí que surgem o adrenocromo, os rituais de sangue e o sacrifício simbólico.
• Chantagem e controle — A forma mais vinculativa de lealdade é a culpa compartilhada em um ato imperdoável. Quando todos no círculo estão comprometidos, ninguém pode se voltar contra os outros.
Para os círculos satânicos de poder, não há maior ato de desafio a Deus do que ferir o reflexo mais puro de Sua criação. É por isso que a luta contra o tráfico de crianças não é apenas uma batalha política ou criminosa, é uma guerra espiritual.
Rachaduras no muro
Quando você entende que o tráfico de crianças não é apenas uma atividade criminosa, mas uma guerra satânica contra a criação de Deus, as vitórias contra ele assumem um peso diferente. Não são apenas operações policiais, são batalhas espirituais; momentos em que a luz vence a escuridão.
Ao longo dos anos, o histórico de Trump nessa frente tem sido consistente e agressivo. Ele assinou leis históricas anti-tráfico, como a FOSTA-SESTA, para paralisar redes de aliciamento online, criou o primeiro cargo na Casa Branca dedicado exclusivamente ao combate ao tráfico de pessoas e apresentou projetos de lei bipartidários que o tratam como crime organizado.
Seu governo resgatou milhares de crianças migrantes desaparecidas, reformulou a verificação de patrocinadores para manter predadores afastados e lançou repressões transfronteiriças contra cartéis que alimentam o tráfico. Do desmantelamento de grandes redes nacionais aos ataques às redes internacionais que as protegem, a mensagem tem sido a mesma: esta guerra será travada em todas as frentes, sem concessões.
Os poderosos querem que acreditemos que esta guerra não pode ser vencida, que a máquina é grande demais, a rede está muito arraigada. Mas essas vitórias provam o contrário; o mal não tem espaço infinito quando confrontado diretamente e, implacavelmente, cede.
E é por isso que a conscientização importa. Por que falar importa. Por que se recusar a desviar o olhar importa. Cada olho que se abre, cada verdade que se espalha, cada sobrevivente que encontra justiça, é mais um golpe contra um sistema maçônico satânico que depende do silêncio para sobreviver.
A linha na areia
Chega um ponto em que uma sociedade precisa decidir o que tolerará ou não, e, na questão das crianças, essa linha deve ser absoluta. Por muito tempo, os mais depravados e poderosos se esconderam atrás de dinheiro, status e sigilo por serem membros de sociedades secretas como a Maçonaria, enquanto cometiam crimes contra a mais sagrada das criações de Deus.
Eles corromperam os mais puros, profanaram os inocentes e transformaram a vida humana em moeda corrente. A história nos conta o que acontece quando pessoas boas se calam. Dos altares dos antigos sacrifícios às salas de reuniões modernas, o mal sobrevive não porque é forte, mas porque é protegido pelo medo, pela descrença e pela cumplicidade daqueles que nada sabem e nada fazem.
Essa era acabou.
Esta é a linha na areia. Não desviaremos o olhar. Não nos dirão que o problema é “grande demais” ou “complexo demais” para ser enfrentado. Não descansaremos até que todas as crianças estejam seguras e todas as redes, por mais protegidas que estejam, sejam destruídas.
A luta contra o tráfico de crianças não é uma causa secundária. É A CAUSA, por que atinge a própria raiz da estrutura de poder que mantém o mundo escravizado. Se vencermos aqui, destruiremos os alicerces do seu controle satânico. Esta é a batalha pela alma da humanidade. Uma batalha que não podemos perder.
O mistério de Olhos Bem Fechados revelado: Kubrick falou demais sobre a elite pedófila?
Texto do jornalista italiano Cesare Sacchetti
Roger Avery, roteirista de Pulp Fiction, o famoso, ou infame, filme de Quentin Tarantino, falou sobre isso novamente recentemente. Avary, entrevistado pelo popular apresentador de rádio Joe Rogan, fez uma pausa para comentar sobre o último filme de Stanley Kubrick, De Olhos Bem Fechados, considerado por muitos sua obra-prima absoluta.
Na época, quando o filme foi lançado em 1999, a imprensa deu a ele uma descrição puramente hedonista e erótica, retratando o filme como parte de uma jornada de transgressão empreendida pelo protagonista da história, o médico nova-iorquino Bill Harford, interpretado por Tom Cruise, que, junto com sua então esposa, tanto no filme quanto na vida real, Nicole Kidman, embarca em uma verdadeira jornada iniciática.
De acordo com Roger Avary, que tem o roteiro original, o filme foi centrado em uma rede de pedofilia de elite e a cena final do filme pretendia retratar os personagens de Tom Cruise e Nicole vendendo seu filho para a rede. Depois que o estúdio assistiu a uma versão do filme, eles exigiram que Kubrick removesse as referências sobre a rede pedófila da elite. Kubrick reagiu e acabou morto antes do lançamento do filme.
🚨 THEY KILLED HIM OVER THIS!?
The co-writer of Pulp Fiction reveals to Joe Rogan that the original script of EYES WIDE SHUT was about the discovery of an ELITE PEDO RING. 🤯
After the studio watched a cut of the movie they demanded Kubrick remove the pedo references. Kubrick… pic.twitter.com/uPeXaUmdMU
— TUPACABRA (@TUPACABRA2) July 8, 2025
Kubrick pensava em fazer este filme desde o início da década de 1960, quando comprou os direitos do romance no qual a história é baseada, a obra chamada “Dream Double”, de Arthur Schnitzler. Naquela época, Kubrick já havia se tornado um dos diretores mais importantes de sua geração.
Kubrick: um diretor que conhecia o poder
Seus filmes demonstraram não apenas uma técnica cinematográfica magistral, mas uma profunda compreensão dos poderes que governam a sociedade contemporânea. Stanley Kubrick sabia tudo sobre as técnicas de programação mental usadas por várias agências de inteligência americanas, mesmo na época de seu filme Laranja Mecânica, estrelado por Malcolm McDowell.
A cena da lavagem cerebral em Laranja Mecânica
O diretor mostra ao público o tipo de lavagem cerebral que organizações como a CIA infligiram e continuam a infligir em suas vítimas para controlar seu comportamento e assim dar à luz aqueles escravos mentais que foram discutidos em uma contribuição anterior dedicada ao laboratório instalado na ilha de Epstein, administrado pela agência Langley e pelo inevitável Mossad.
O cineasta sabia que os vários serviços usavam uma violência terrível contra as vítimas do programa MK Ultra, e ele mostra ao público o tipo de abuso que eles usam através dos olhos do protagonista de Laranja Mecânica. Em seu filme posterior, O Iluminado, as referências às técnicas de programação do pensamento se tornam ainda mais explícitas.
No filme, que é baseado e amplamente adaptado de um romance de Stephen King, em uma cena no agora lendário Overlook Hotel, os dois gêmeos fantasmagóricos podem ser vistos aparecendo em uma sala com um pôster dizendo Monarch nas paredes.
O pôster na sala Shining com a inscrição Monarch.

Kubrick era um homem que não deixava nada ao acaso em seus sets. Cada objeto, cadeira, cinzeiro ou pintura era escolhido com meticulosa atenção, pois o diretor não só queria recriar o cenário ideal para seu filme por meio desses objetos, como também transmitir mensagens, que cabiam ao espectador compreender ou não.
Na cena em questão, você vê um cartaz com a palavra Monarch escrita, e Monarch nada mais era do que o nome de outro programa da CIA por meio do qual a agência programava suas vítimas, sempre com base em abusos e torturas horríveis.
Acredita-se, portanto, que O Iluminado nada mais seja do que a visão de um experimento da CIA que gradualmente transforma seu protagonista, Jack Torrance, interpretado por Jack Nicholson, até que ele se transforme em um assassino implacável que quer matar sua própria família sem motivo aparente.
Kubrick tinha um profundo conhecimento do que acontecia nos bastidores. Ele sabia que os poderes que governam este mundo usam a violência e a mentira para se manterem no poder, e também sabia muito bem quem eram os verdadeiros mestres do globalismo e da Cabala Illuminati.
Kubrick, os judeus e os símbolos de Olhos Bem Fechados
O mestre americano era notoriamente de origem judaica, mas não tinha admiração ou respeito por seu povo. Foi justamente seu roteirista, Frederic Raphael, quem revelou esse histórico em 1999, quando disse ao New York Post que Kubrick acreditava que “Hitler estava certo sobre quase tudo” e que considerava A Lista de Schindler, o filme de outro diretor de origem judaica, Steven Spielberg, um filme ruim, embora Spielberg possa ser considerado um porta-voz mais orgulhoso do mundo sionista e judaico.
Stanley Kubrick

Crescendo em Nova York, uma das cidades americanas e internacionais mais fortemente dominadas pela migração judaica, o artista desenvolveu um sentimento de aversão, senão desprezo absoluto, por seu povo, tanto que o levou a deixar os Estados Unidos e viver quase no exílio na Inglaterra, o lugar onde dirigiu seu último filme, De Olhos Bem Fechados. Em De Olhos Bem Fechados, há uma denúncia clara daqueles poderes e ambientes pelos quais o cineasta nutria uma profunda hostilidade.
É um filme que deve ser lido e interpretado através das lentes do simbolismo, pois do começo ao fim Kubrick utiliza toda uma série de imagens e referências que deixam claro que este filme é uma jornada iniciática e esotérica que o protagonista, Bill Harford, empreende até chegar à verdade última sobre os círculos satânicos que governam a sociedade.
Desde as primeiras cenas, vemos referências claras ao caminho que os iniciados maçônicos devem seguir quando a esposa de Bill é mostrada em pé entre duas colunas, uma referência aos pilares do Templo de Salomão que levam os nomes de Joaquim e Boez e que são encontrados em todas as lojas maçônicas.
Alice entre os dois pilares

A cena de abertura serve para fazer o espectador entender que o que está prestes a começar é uma jornada iniciática ao coração da Maçonaria e seus mistérios. Fica imediatamente claro que Bill é um homem muito ingênuo que não sabe muito sobre a natureza dos ambientes que frequenta, enquanto sua esposa, Alice, parece ser a pessoa que detém a verdade que seu marido desconhece.
Os Harfords vão a uma festa onde seu amigo e cliente de Bill está presente, Victor Ziegler, um bilionário da alta sociedade de Nova York interpretado por Sydney Pollack, que também é de origem judaica.
Ziegler e sua esposa dão as boas-vindas aos Harfords em sua festa

O personagem Ziegler não aparece na história original de Schnitzler. O próprio Kubrick o concebeu como um bilionário rico de origem judaica que desempenha um papel central na história. Ziegler é poder. Ele é o homem do mistério e é o homem que, como veremos mais adiante, desempenhará um papel central na jornada iniciática de Bill Harford.
Sua casa é destino de festas brilhantes, onde se reúnem todas as figuras mais proeminentes da sociedade nova-iorquina. Entre eles, há um muito particular, cujo nome é Szandor, uma clara referência a Szandor LaVey, o infame fundador da Igreja de Satã, que por sua vez era de origem judaica Ashkenazi.
Szandor tenta seduzir Alice, que está intoxicada pelo álcool, enquanto Bill encontra um velho amigo na festa, um ex-aluno de medicina, Nick Nightingale, que nesse meio tempo se tornou um pianista contratado por Ziegler e provavelmente outras figuras proeminentes da elite de Nova York.
Depois da festa, os Harfords voltam para casa e discutem sobre fidelidade conjugal, e Bill, percebendo que sua esposa estava pronta para traí-lo, começa a questionar quem sua esposa realmente é até que uma emergência envolvendo a morte de um de seus pacientes o força a sair no meio da noite para a casa dele.
O médico interpretado por Tom Cruise parece ser tomado pela ideia de infidelidade, talvez decepcionado com sua esposa, até que é abordado por uma prostituta de rua, Domino, que o seduz e o leva para seu apartamento. Bill recebe uma ligação de sua esposa antes de consumar sua escapada, então ele retorna para a rua e começa a caminhar pelas ruas de Nova York até ver seu amigo Nick Nightingale, que ele conheceu na festa de Ziegler, tocando em uma boate.
O médico chega para se despedir, mas Nick precisa sair mais cedo porque recebe uma ligação de pessoas importantes que precisam de seus serviços. Bill fica intrigado, e o simbolismo está praticamente em toda parte nesta cena. O nome Nightingale significa rouxinol em inglês, e é exatamente como um rouxinol que o pianista cantará e revelará ao seu jovem amigo que ele deveria ir a um baile de máscaras naquela noite para tocar.
Nick explica a Bill que essas não são “festas” comuns. Para entrar, é necessária uma palavra-chave: Fidelio, uma clara referência à famosa ópera de Beethoven, na qual a esposa se sacrifica para salvar o marido preso, uma espécie de antecipação do que acontecerá naquela noite.
Bill e Nick leram a senha, Fidelio, para entrar na festa.

O médico então sai em busca de uma fantasia veneziana e vai até uma loja chamada “arco-íris”, outro símbolo usado por vários círculos luciferianos e pedófilos maçônicos.
A Loja de Fantasias do Arco-Íris

Quem aluga a fantasia para ele é Milich, pai de uma adolescente que o próprio Milich prostitui para os ricos que visitam sua loja. Bill então segue para o palácio onde a festa está sendo realizada, e Kubrick mostra aqui uma representação fiel das Torres Mentmore, um dos palácios históricos dos Rothschild na Grã-Bretanha, e a mensagem do diretor é muito clara.
Torres Mentmore

Quem organiza essas “reuniões” são os banqueiros mais importantes do planeta, que controlam toda a sociedade ocidental há dois séculos. Uma vez na entrada, Bill revela a senha para participar e, uma vez lá dentro, o jovem médico testemunha uma cerimônia satânica. À sua frente está o mestre de cerimônias vestido como um papa medieval, cercado por moças mascaradas que mais tarde participarão da orgia subsequente.
Ao fundo, você pode ouvir cânticos ortodoxos sendo cantados ao contrário, porque várias cerimônias satânicas costumam usar cânticos e orações cristãs pronunciados ao contrário. Bill olha ao redor e vê uma multidão de pessoas usando máscaras venezianas.
Os homens e mulheres mascarados na cerimônia satânica do filme

Essas são exatamente as mesmas máscaras vistas em uma festa real dos Rothschild realizada em 1972. A máscara parece ser usada quase por convenção e para respeitar o voto de sigilo absoluto que os participantes de tais ritos ocultos devem observar. Ninguém deve revelar o que o outro está fazendo. Todos devem permanecer em silêncio.
Durante a cerimônia, Bill é notado por dois indivíduos mascarados, um homem e uma mulher, que parecem reconhecê-lo e acenam para ele, quase como se quisessem sugerir que são os Zieglers e sabem de sua presença ali.
Os dois personagens mascarados que reconhecem Bill

Não demora muito para que Bill seja chamado perante o Grão-Mestre de Cerimônias, que está sentado em um trono atrás do qual está representada uma águia dupla, que é o símbolo do 33º grau da Maçonaria, um sinal de que o homem é o mais alto na hierarquia da Maçonaria.
A cadeira do Grão-Mestre com o símbolo do 33º grau da Maçonaria

O Grão-Mestre prepara uma armadilha para ele, exigindo uma senha para participar de atos sexuais que, na verdade, não existem, e Bill, que alega tê-la esquecido, enfrenta uma punição iminente até que uma das mulheres que o alertaram a noite toda se apresenta e se oferece para tomar seu lugar em um provável sacrifício ritual.
Imediatamente nos vem à mente a referência à obra citada de Beethoven, na qual uma mulher se oferece para salvar o marido. O jovem sai da cerimônia chocado, mas antes de ir embora o Grão-Mestre o avisa. Ninguém deve violar os segredos da “irmandade”, e quem o fizer enfrentará uma punição terrível.
Bill, assustado e intrigado, começa a investigar até que Ziegler o chama e revela que estava lá naquela noite fatídica, testemunhou toda a cena e também sabe sobre a morte, presumivelmente de overdose, da mulher que se ofereceu para salvá-lo.
Harford percebe que está lidando com poderes obscuros, mas Ziegler tenta tranquilizá-lo dizendo que ninguém foi morto, mesmo que ele o faça entender que as pessoas que estavam lá naquela noite eram muito poderosas e que se ele soubesse seus nomes, provavelmente perderia o sono facilmente.
Ao voltar para casa, Bill percebe que sua esposa, Alice, encontrou a máscara que usou na festa e, então, cheio de remorso, ele confessa tudo. O filme termina em uma loja de brinquedos com o casal e sua filha, Helene, que parece estar se afastando dos pais para encontrar alguns homens mais velhos, que são o mesmo grupo de pessoas vistas na festa de Ziegler no início do filme.
Os mesmos homens vistos na festa de Ziegler são os mesmos que a garotinha Helena segue no final do filme.


Parece ser outra mensagem que a menina está prestes a receber para aqueles círculos poderosos que Bill tinha visto naquela noite antes de ser descoberto e ameaçado.
Há uma exposição de pedofilia da elite na parte que falta em De Olhos Bem Fechados?
O mistério do filme reside aqui. O filme está incompleto. Vinte e seis anos depois, a versão completa ainda não foi vista. Sabe-se que, assim que Kubrick mostrou seu filme aos executivos da Warner Brothers, iniciou-se uma discussão acalorada, pois eles queriam cortar seu filme, pedido ao qual o diretor se opôs tenazmente, defendendo seu direito de publicar sua obra na íntegra, conforme estipulado em seu contrato.
Apenas cinco dias após essa discussão, em 7 de março de 1999, Kubrick foi encontrado morto, presumivelmente vítima de um ataque cardíaco, embora suas filhas não acreditem que sua morte tenha sido natural.
Segundo Avery, esses 24 minutos faltantes mostram claramente como a filha dos Harfords é vendida ao culto satânico que Bill havia visto naquela noite frenética, hipótese também confirmada por outras fontes que revelam que essa parte faltante também inclui um ritual no qual a menina, Helena, é morta pelos membros do culto, que no final removem suas máscaras e revelam suas identidades como presidentes, banqueiros, intelectuais, artistas e todas as figuras mais proeminentes da sociedade liberal.
De Olhos Bem Fechados foi a denúncia de Kubrick de como os mestres que dominam este mundo nada mais são do que uma cabala de poderosos maçons e pedófilos que protegem uns aos outros. O próprio Kubrick revelou isso a Nicole Kidman durante as filmagens de seu filme, mas a Warner Bros. ainda não quer que a verdade sobre os 24 minutos perdidos seja conhecida.
Nicole Kidman falou sobre uma conversa que teve com Stanley Kubrick. Ela conta que ele lhe disse que os pedófilos estão comandando o mundo. Ela continuou dizendo que o diretor foi quem lhe ensinou como o mundo funciona e quem está no comando dos bastidores durante as filmagens do filme De Olhos Bem Fechados.
“Stanley me disse que o mundo é governado por pedófilos”, disse Nicole Kidman durante a promoção de Big Little Lies, da HBO, em Los Angeles. “Ele estudou sociedades secretas a vida toda, era fascinado por elas, e disse que a elite, as sociedades ultrasecretas, são cheias de homens com uma certa predileção. Elas estão unidas, meio que ligadas, pela pedofilia. Todos eles conhecem os segredos obscuros uns dos outros. Não há saída para nenhum deles. É um vínculo para a vida toda. Mesmo que um deles quisesse se endireitar, se arrepender, por assim dizer, ele não consegue. Seus colegas o derrubarão. Eles estão nisso até a morte, levando o mundo à ruína. Foi mais ou menos assim que Stanley explicou, mas era tudo muito complexo. Provavelmente não estou fazendo justiça.”
Os atores que participaram do filme estão vinculados por um contrato e não podem dizer o que há na parte faltante da obra, sob pena de consequências legais graves e provavelmente algo pior. A declaração de Avary, no entanto, talvez seja um sinal de que o mistério de 26 anos pode acabar em breve. Talvez seja o momento de ver o filme completo do mestre. A elite pedófila não é mais tão intocável como era em 1999.
Fim do texto

Adrenocromo e Lush
Há séculos as elites da Cabala Illuminati (Maçonaria/Jesuítas/Vaticano) participam de rituais satânicos onde crianças de diferentes idades são estupradas, torturadas e sacrificadas para apaziguar as entidades demoníacas do baixo astral que eles adoram, em troca de riqueza, poder e fama. Basicamente, vivemos numa sociedade satânica pois aqueles que governam o mundo nas sombras, controlando os bancos, religiões, corporações e governos, são todos satanistas pedófilos canibais.
As elites Illuminati controlam o tráfico internacional de crianças através de agências de inteligência como CIA/Mossad/MI6, governos, ONGs, orfanatos e cartéis de drogas. As crianças traficadas de vários países do mundo servem para diferentes fins, um deles é para a produção de Adrenocromo, a droga preferida das elites. Existem fazendas de extração de Adrenocromo pelo mundo, e a China, Israel e Ucrânia são grandes fornecedores. Já o Lush é uma coisa diferente.
A sociedade na Terra foi projetada especificamente para agradar entidades obscuras do astral inferior, principalmente demônios, já que esses são os piores tipos deles. Os governos e seus políticos obedecem a sociedades secretas que, por sua vez, adoram e obedecem a essas entidades demoníacas, porque é isso que fazem o tempo todo, ritual após ritual, oculto e aberto, tudo para aproximar essas entidades do baixo astral do reino material, para que possam se alimentar e se banquetear com o sofrimento da população em dificuldades.

O que é o Lush?
É a atenção criativa das pessoas que cria as egrégoras, que são aquelas entidades astrais parasitas chamadas de demônios ou o que quer que seja. Mas são egrégoras negativas que emergem do inconsciente humano e, como só existem se receberem a atenção adequada, como entidades, precisam de atenção constante da maneira e da natureza que as criaram em primeiro lugar: medo, terror e sofrimento. E essa atenção criativa, em consonância com a alimentação dessas entidades, é o que se conhece como “Lush”.
Lush é uma “energia” que é liberada por uma pessoa quando sente medo, sofrimento e estresse. E não confunda com Adrenocromo, que é algo real e uma substância feita de adrenalina concentrada no sangue, retirado de pessoas, principalmente crianças, que foram aterrorizadas e com medo de morrer. Isso é outra coisa. O sacrifício humano produz o Lush que alimenta as entidades demoníacas, e as guerras nada mais são do que mega rituais de sacrifício humano pois são potentes gerados de medo e sofrimento.
Tudo pode ser resumido nisso: MEDO. Tudo o que as pessoas temem e ocupa grande parte de sua atenção, elas manifestam isso pelos acordos coletivos que têm entre si sobre como essa realidade deveria ser. Sobre o que é possível e o que não é. As entidades do astral inferior que se alimentam do medo não são criadores. Eles são criados. Eles são projeções da psique humana. Sem conexão com a Fonte, eles não podem criar nada. Eles não são a Fonte. São a criação de outra pessoa. De uma mente coletiva e individual.
A alma é a Fonte, não apenas “uma conexão com…”. Então, eles não criam nada, apenas pegam o que já está lá e o distorcem conforme sua conveniência. Seres regressivos do baixo astral são criações ou manifestações de um inconsciente coletivo. Eles consomem Lush que é a atenção forte e constante de energia de baixa frequência de uma consciência, ou seja, energia criativa concentrada pelo medo e sofrimento. E é por isso que entidades sombrias e malignas precisam de Lush e se alimentam do medo.
É por isso que precisam aterrorizar pessoas e crianças pequenas. É isso que as mantém vivas. Lush é um medo concentrado, tangível e denso. As egrégoras demoníacas se banqueteiam com o Lush gerado pela atenção criativa baseada no medo e no sofrimento das pessoas. A verdadeira motivação, a razão pela qual as elites Illuminati criam guerras, pandemias, atentados terroristas, desastres naturais causados por geoengenharia será sempre para causar medo e sofrimento nas pessoas, para alimentar as entidades demoníacas do baixo astral.
Quem está causando tudo isso? Aqueles que se beneficiam do medo e sofrimento humano em todos os níveis, aqueles que “comem” Lush, que nada mais é do que a energia criativa da manifestação de realidades de seres conectados à Fonte Original, verdadeiros seres humanos. Esses seres não podem existir por si mesmos porque são egrégoras da criação humana, manifestadas diretamente como resultado da concentração da atenção criativa dos seres humanos.
A concentração criativa da manifestação da realidade formada a partir do medo é muito forte, justamente por causa de sua concentração ofuscante. Sem isso, essas entidades desapareceriam, pois não conseguem sustentar sua existência sozinhas. Eles precisam do sofrimento humano para se sustentar, porque são um produto da mente humana. São uma manifestação direta de todos os medos e apreensões que têm, concentrados em uma única forma de entidade. Se pararem de prestar atenção a ela, se dissolverão.
Onde estão e quem exatamente são? Não são locais; estão por todo o mundo. São energias que só se manifestam como algo em determinados momentos, quando as condições são adequadas, e sempre serão adequadas apenas pela intervenção direta da atenção criativa humana. Quando se unem para temer uma única coisa em um lugar específico, entidades visíveis podem emergir, como os demônios e aparições.
O medo concentra a atenção da pessoa completamente nisso, naquilo de que ela tem medo, então sua atenção criativa é definida e concentrada como um raio laser. Em comparação, o que uma pessoa deseja como algo positivo é, em média, bastante disperso, inconcreto e inconstante, o que faz com que as pessoas manifestem o negativo mais rapidamente do que o positivo. Mas isso se deve apenas à sua própria programação mental, porque quando se trata do negativo, elas entram em uma espiral viciosa onde, se uma pessoa sofre, ela não será capaz de ver nada além desse sofrimento, porque ela está sofrendo. Então, isso faz com que ela só seja capaz de ver e receber mais desse sofrimento.
Os humanos criam egrégoras negativas porque é para lá que voltam sua atenção. O medo centraliza a atenção naquilo que é temido, concentrando tudo ali. Portanto, também concentra todo o poder da manifestação ali. Portanto, seres regressivos e sem alma precisam se alimentar do medo de seres com alma. Lush não é algo tangível como uma substância. É apenas atenção criativa. Manifestar objetos e situações também significa manifestar seres, visto que tudo o que existe se manifesta, porque um ser com alma é parte da própria Fonte. Ele é quem cria tudo. E também o negativo.
Esses seres demoníacos do astral têm uma certa consciência, mas, como não têm conexão com a Fonte, dependem de seres que a possuem para que possam ser criados ou sustentados em uma realidade ilusória como a Matrix 3D. Eles não têm alma por que são regressivos, não são Fonte, não são amor, não são integração. Portanto, não podem se criar. Só podem ser produto de algo com consciência criativa, que é o mesmo que conexão com a Fonte. Ter uma alma equivale a ter uma conexão com a Fonte, que por si só equivale a ser a Fonte. É definido como ter amor.
O controle mental para manifestar uma egrégora coletiva negativa é uma estratégia de seres regressivos sem conexão com a Fonte para receber mais atenção criativa da população humana. Caso contrário, sem essa atenção, eles se dissolverão. É por isso que precisam “comer” a atenção humana.
Adrenocromo, o “elixir da juventude” das elites satânicas
O adrenocromo é extraído de crianças torturadas. Usada em rituais satânicos pelas elites do Deep State, esta droga alimenta o poder da Cabala Illuminati. Adrenocromo é um composto químico com fórmula molecular C9H9NO3 produzido pela oxidação da adrenalina (epinefrina) em mamíferos. O derivado carbazocromo é um medicamento hemostático. Apesar da semelhança nos nomes químicos, não tem relação com cromo ou chromium.
Adrenocromo (alternativamente chamado de Neuromelanina) é uma droga alucinógena suspeita de ter sido usada em Projeto MKUltra. O produto químico concentra-se especialmente no corpo durante períodos de alta estresse, como durante traumas e sofrimentos extremos.
A elite luciferiana sequestra crianças, estupra-as e tortura-as para concentrar a adrenalina/epinefrina nas suas glândulas pineais, e depois retira o adrenocromo das glândulas enquanto o sujeito está vivo (o Adrenocromo não dura muito em uma autópsia) e eles sacrificam a criança depois que a droga é extraída.
Alternativamente, a criança pode ser mantida viva para extrações repetidas. Eles mantêm as crianças em cativeiro como prisioneiras, escondidas em algum lugar, para um “tratamento de trauma de longo prazo”, enquanto traumatizam, torturam, estupram e extraem o sangue da criança com transfusões de sangue várias vezes, até que a criança finalmente morra devido ao abuso e à perda de sangue ou decidam matá-la em um de seus muitos rituais (mensais) de sacrifício satânico de criança.

Essa necessidade constante de crianças para extrair a substância química de suas glândulas suprarrenais é a razão pela qual foi criada grandes redes de tráfico de crianças em todo o mundo, que compram e vendem crianças pois o adrenocromo se concentra mais facilmente nas glândulas das criança. De acordo com o FBI, há uma média de mais de 460.000 crianças desaparecidas nos Estados Unidos a cada ano.
No entanto, o número real pode ser significativamente maior, visto que foi recentemente revelado que o FBI nada mais é do que uma organização de fachada corrupta que encobre crimes para as elites luciferianas nos Estados Unidos. As elites acreditam que isso os impedirá de envelhecer e ficam chapados com o adrenocromo.
Use-o recreativamente, e sua própria produção de adrenalina será interrompida por meio da homeostase e de ciclos de feedback negativo, o que significa que, se você não tiver sangue de bebê torturado, entrará em um modo de abstinência abrupta, semelhante à abstinência de álcool, opiáceos ou benzodiazepínicos. É nisso que esses canibais pedófilos luciferianos de elite são viciados, como Mel Gibson mencionou, que bebês são quase como moeda na “sociedade pedófila” luciferiana.
No mercado clandestino, a produção natural de adrenocromo envolve a coleta do sangue de crianças aterrorizadas. Este método não é apenas ilegal, mas também moralmente repreensível. Ele aborda uma questão maior: o tráfico de pessoas e a exploração dos mais vulneráveis entre nós. A exploração e a brutalização de crianças por qualquer motivo, e muito menos para a produção de uma substância consumida pelos ricos, é um crime contra a humanidade. É imperativo que nos unamos como comunidade global para pôr fim a essas atrocidades.
A existência do comércio de adrenocromo nos obriga a confrontar verdades incômodas sobre nossa sociedade. Ela levanta questões sobre moralidade, ética e o valor que damos à vida humana. Mas a verdade é que vários governos pelo mundo estão envolvidos nesse comércio demoníaco. De acordo com o site thepeoplesvoice, um navio israelense que transportava o maior carregamento de adrenocromo já registrado foi interceptado pelas forças russas na base naval de Tartus, na Síria. Destino? Hollywood, EUA.
A carga foi rotulada como “ajuda médica humanitária.” Mas o que os agentes russos encontraram lá dentro foi tudo menos humanitário. Crio-latas seladas, unidades de armazenamento refrigerado de nível militar e frascos marcados com códigos de série vinculados a hospitais em zonas de guerra. A Força-Tarefa Adrenocromática de Putin informou o Kremlin poucas horas após a apreensão. As primeiras estimativas dizem que o lote foi refinado a partir do sangue de pelo menos 10.000 crianças —muitas supostamente colhidas do caos da Ucrânia, Síria e Gaza.
Putin vem soando o alarme há anos— alegando que Israel é o maior traficante de órgãos do mercado negro do mundo, operando uma rede paralela bárbara que coleta órgãos humanos de zonas de conflito e regiões atingidas pela pobreza para compradores de elite.
Por mais perturbadora que seja esta notícia, o fato é: Israel esconde-se à vista de todos há décadas— disfarçando-se de farol da democracia enquanto opera uma das redes de órgãos do mercado negro mais avançadas do planeta. Com a proteção total da inteligência ocidental, eles descaradamente roubam o sangue e os órgãos de crianças inocentes—de Gaza e órfãos da Síria e da Ucrânia.
O padrão é claro: onde há guerra, há caos e desespero, e as crianças são vítimas daqueles que servem as elites globalistas. Os militares russos encontraram “fábricas de adrenocromo” na Ucrânia onde dezenas de crianças ucranianas e russas eram mantidas prisioneiras para extração da substância apreciada pelas elites satânicas da Europa e EUA. As crianças foram sequestradas pelos nazistas do Batalhão Azov que servem ao ditador Volodymyr Zelensky.
Todas essas pessoas que fazem parte da elite Illuminati e que realizam rituais satânicos e sacrifícios humanos servem de portais orgânicos para entidades demoníacas do baixo astral que se alimentam do medo e sofrimento humano. Milhares de crianças que são sequestradas pela rede de tráfico humano da Cabala são enviados para bases subterrâneas nos EUA e Antártida para serem usadas como alimento ou escravos por alienígenas regressivos, que tem tratados com a Cabala.
O que esses invasores alienígenas querem não são os recursos naturais da Terra, mas explorar o corpo e a alma humana. Eles gostam de comer humanos e são seres tão regressivos que perderam toda a conexão com a Fonte e agora precisam manipular as pessoas com alma, que tem conexão com a Fonte, para que elas manifestem a realidade que os invasores desejam e precisam. Em outras palavras, o que eles querem é a alma da humanidade, já que não a possuem.
A Cabala e o comércio galáctico de escravos humanos.
A Terra está sob controle alienígena hostil há muito tempo, mas os governos escondem da população.
As guerras e a imigração ilegal servem para ocultar o tráfico humano por alienígenas?


































Wow!
Thank You for your near complete Understanding of this issue, as I have come to know, and also disseminating it in a very plain and concise manner.
As hard as it is to see and read these things, we must all together band together and EXPOSE THE EVIL, so Elohim can destroy it.
Thank God he is destroying these Evil “Shells” that house these Demons.
You explained WHY FEAR IS SO EVIL, VERY WELL. It feeds these soulless Demons through our giving attention to it.
Thank You again…Get The Word Out!
We all have a WAY OUT through Yahshua The Son of Elohim himself, who came and took all Sin into Hell where it belongs, and at the same time broke down the prison Bars and set every captive soul free!
In Yahshua’s Name We Rebike These Demons…and they flee, or like you said, ” They dissolve”