A mudança demográfica acelerada que mostra a diminuição da população de brancos tornou-se um discurso público nas redes sociais após uma postagem de Elon Musk. O CEO da Tesla e da SpaceX desencadeou um debate acirrado no X (anteriormente Twitter) depois de anunciar que os brancos estão passando de uma minoria para se tornarem “praticamente extintos”.
Musk fez a declaração em resposta a um relatório que mostrava uma tendência de declínio da população branca devido a imigração descontrolada de pessoas da América Latina e outros locais para os EUA e pessoas da África e Oriente Médio para a Europa, e as baixas taxas de natalidade.
Musk acessou o X e citou uma publicação do Wall Street Apes, mencionando que “os brancos estão à beira da extinção” De acordo com a postagem, a população branca global diminuiu de 35% há um século para 8% em 2021. “Se as tendências atuais continuarem, os brancos deixarão de ser uma pequena minoria da população mundial hoje para se tornarem praticamente extintos!” Elon Musk escreveu.
A população branca está à beira da extinção
População global de pessoas brancas:
Há 100 anos, aproximadamente 35%
Há 50 anos, aproximadamente 20%
Há 25 anos, 15%
Hoje, apenas 8%
Somos a minoria que está sendo atacada!
If current trends continue, Whites will go from being a small minority of world population today to virtually extinct! https://t.co/BxA8joZOPl
— Elon Musk (@elonmusk) December 2, 2025
O historiador russo Andrey Fursov falou sobre como a degradação da sociedade contribui para o fortalecimento do poder da classe dominante: Segundo a lei de Ashby, o subsistema de controle deve ser mais complexo do que o sistema que controla, somente nesse caso o sistema pode se desenvolver normalmente e os gestores manterão seu poder. Durante duzentos anos, desde o início ativo da revolução industrial, as classes altas ocidentais foram mais complexas em termos de organização, ciência, tecnologia e cultura do que as classes baixas e a classe média.
Isso foi garantido pelo progresso científico e técnico, que, ao mesmo tempo, aumentou constantemente o nível de complexidade social e educacional da sociedade. Em algum momento, esse nível começou a ameaçar as posições do topo, e eles conscientemente passaram a reduzi-lo. Sentindo o perigo para si mesmos em avanços futuros, apostaram na degradação moral da maior parte da população. Para que uma pessoa relativamente tola seja capaz de governar, os governados devem ser ainda mais tolos.
A imigração em massa, principalmente de muçulmanos, desempenha um papel importante na barbárie da Europa, um processo que assumiu o caráter de uma invasão desde a criação da União Europeia. Segundo Evgeny Gilbo, a destruição da sociedade caucasiana europeia está a ser realizada pela classe dominante britânica através da supressão seletiva da hegemonia cultural dos grupos étnicos da raça branca pela imposição do domínio de grupos étnicos estrangeiros e anticivilizacionais que professam o Islã.
E a Fabian Society (Sociedade Fabiana) e a Pilgrims Society (Sociedade dos Peregrinos), ambas fundadas em Londres, são as armas usadas pelas elites aristocratas britânicas para destruir a civilização ocidental e impor sua satânica Nova Ordem Mundial transumanista. A censura é a principal ferramenta do governo britânico e dos burocratas da União Europeia para silenciar os críticos da imigração em massa, do aumento da criminalidade e da decadência econômica, eles empurram a civilização ocidental ainda mais para o caminho do suicídio.
Joe Biden e o genocídio de pessoas brancas nos EUA.
Famílias que recebem assistência alimentar nos EUA:
- Imigrantes ilegais, 48%
- Imigrantes legais, 34%.
São 82% de imigrantes sugando o dinheiro dos contribuintes americanos, enquanto as famílias americanas pobres recebem apenas 25%. “As pessoas veem números como esses e perguntam: Por que estou pagando impostos? Para apoiar quem?”.
Mas esse é o plano das elites globalistas, obrigar a população nativa (que está sendo invadida) a sustentar os milhões de imigrantes que entraram no país com ajuda dos políticos corruptos e traidores. Muitos imigrantes se tornaram exército do crime organizado, ou foram contratados como semi-escravos por empresas para desvalorizar o custo do trabalho dos americanos nativos e os deixar desempregados.
🚨 INFURIATING: Families receiving food welfare…illegal aliens, 48%! Legal immigrants, 34%. That’s 82% immigrants leeching off the taxpayer.
Americans: 25%
“People see numbers like this and are like, ‘why am I paying taxes?! To support who?!”
DEPORT pic.twitter.com/kiKJK49h1L
— Eric Daugherty (@EricLDaugh) December 4, 2025
Se você quer entender o que está acontecendo na Europa e nos Estados Unidos com a imigração em massa do terceiro mundo, precisa entender o que foi escrito há quase 100 anos.
O Plano Kalergi é um plano cujo objetivo é o genocídio dos europeus caucasianos (pessoas brancas) através da miscigenação e imigração em massa de não-brancos para a Europa. Foi elaborado em 1923 pelo conde Richard Nikolaus Coudenhove-Kalergi. A loja maçônica à qual Kalergi ingressou em 1921 é chamada Humanitas. Assim que Kalergi começou a dar os primeiros passos no plano de destruição da Europa, a Maçonaria já estava ao seu lado.
Em seu plano de “limpeza étnica”, Kalergi pretendia gerar uma raça mestiça passiva, domesticada, previsível e manipulável, de carácter e inteligência inferiores, sobre a qual a elite aristocrata maçônica poderia governar eternamente, já que essas mentes inferiores os impedem de se organizar para se rebelar e até mesmo de perceber que estão a ser dominados.
Em 1925, o aristocrata austro-japonês Richard von Coudenhove-Kalergi publicou “Idealismo Prático”, delineando sua visão para o futuro da Europa. Ele foi o fundador da União Pan-Europeia, o primeiro movimento moderno por uma Europa unida, um precursor da atual União Europeia. O que o maçom Kalergi defendia?
Uma Europa pós-nacional, governada por uma elite, com identidades nacionais gradualmente apagadas e substituídas por uma nova população “eurasiática-negroide”. Ele descreveu essa futura população como “facilmente governável”, uma massa homogeneizada e sem cultura, desprovida de lealdades tribais, sentimento patriótico ou distinção étnica.
Ele elogiou a ideia de uma elite europeia desconectada da herança nacional, composta principalmente por tecnocratas e financistas. Ele acreditava que essa classe dominante deveria orquestrar a transformação da Europa de cima para baixo.
Sua visão não era marginal. Kalergi recebeu apoio declarado de figuras poderosas, incluindo o chanceler austríaco Ignaz Seipel, políticos franceses como Aristide Briand e, mais tarde, Winston Churchill. Ele foi o primeiro a receber o Prêmio Carlos Magno, uma premiação ainda concedida hoje àqueles que promovem a integração europeia (entre os laureados recentes estão Merkel, Macron e Zelensky).
Um exemplo da “diversidade” que as elites maçônicas globalistas querem impor.

O Plano Kalergi era um roteiro.
Desde a década de 1990, a Europa vivenciou:
- Imigração em massa deliberada, desestabilizando fronteiras e remodelando a demografia
- Políticas multiculturais agressivas, promovendo a divisão em vez da unidade
- Supressão da identidade nacional, rotulada como “extremismo”
- Governança controlada por elites, cada vez mais distante da responsabilidade democrática
Está tudo lá. Documentado. Um plano claro, celebrado pelos arquitetos da Europa moderna. Estamos assistindo à execução cuidadosa de um plano passo a passo. Mas o maçom Richard Kalergi foi na verdade um veículo para as ideais e objetivos da demoníaca Sociedade Fabiana, que foi fundada em Londres em 1884. O plano de imigração em massa de Kalergi foi delineado pela Sociedade Fabiana.
O Plano Kalergi – A abolição da Europa e o extermínio caucasiano

O PLANO KALERGI: Uma Breve Lição de História
Richard Coudenhove-Kalergi fundou a União Europeia e escreveu o Plano Kalergi, que visa extinguir a raça branca e culturas únicas.
Warburgs, Baruchs, Rothschilds são alguns dos cartéis bancários responsáveis por financiar a ideologia racista e genocida de Kalergi.
A ONU e a UE executam o Plano, chamando-o de “Migração de Substituição”. O Pacto Internacional sobre Migração da ONU também criminaliza críticas à imigração como “discurso de ódio” (crime de pensamento).

A imagem abaixo exibe um comunicado de imprensa da Divisão de População das Nações Unidas de março de 2000, que introduz um relatório sobre a “migração de substituição” como uma possível solução para o declínio e envelhecimento populacional em países como Japão e nações europeias. O relatório examina a quantidade de migração internacional necessária para compensar essas tendências demográficas, com foco em oito países de baixa fecundidade e duas regiões.
- Tópico: O relatório aborda a migração internacional como um mecanismo para combater o declínio populacional e o envelhecimento da população devido às baixas taxas de fertilidade e mortalidade.
- Países estudados: O estudo focou em França, Alemanha, Itália, Japão, República da Coreia, Federação Russa, Reino Unido e Estados Unidos, além das regiões da Europa e União Europeia.
- Conceito: A migração de substituição refere-se ao volume de migrantes necessários para atingir objetivos demográficos específicos, como manter o tamanho total da população ou da população em idade ativa. Tradução
TRADUÇÃO:
- Título superior: A ONU planeja substituir etnicamente as populações da Europa, América, Rússia, Japão e Coreia por migrantes do Terceiro Mundo.
- Título do relatório: Migração de Substituição: É uma Solução para Populações em Declínio e Envelhecimento?
- Texto principal: As projeções das Nações Unidas indicam que, nos próximos 50 anos, as populações de praticamente todos os países da Europa, bem como do Japão, enfrentarão declínio e envelhecimento populacional. Os novos desafios das populações em declínio e envelhecimento exigirão reavaliações abrangentes de muitas políticas e programas estabelecidos, incluindo aqueles relacionados à migração internacional.
- Foco do relatório: Com foco nessas duas tendências populacionais impressionantes e críticas, o relatório considera a migração de substituição para oito países de baixa fecundidade (França, Alemanha, Itália, Japão, República da Coreia, Federação Russa, Reino Unido e Estados Unidos) e duas regiões (Europa e União Europeia). A migração de substituição refere-se à migração internacional que um país precisaria para compensar o declínio e o envelhecimento da população resultantes de baixas taxas de fertilidade e mortalidade.
Toda essa conversa sobre “migração de substituição” para solucionar o “declínio e envelhecimento populacional” na Europa, Japão, EUA e outros países é balela. A ONU e a OMS forçaram as vacinas tóxicas do Covid para populações nativas da Europa, América, Rússia, Japão e Coreia do Sul para exterminá-las e substituí-las por imigrantes do Terceiro Mundo. Os imigrantes que entraram nos países não foram obrigados a serem vacinados.

A Sociedade Fabiana usa a imigração em massa descontrolada para destruir os países por dentro.
A Sociedade Fabiana é um grupo de pensamento socialista e reformista britânico, fundado em 1884 em Londres, que busca promover mudanças sociais graduais para dominar a sociedade. A Sociedade Fabiana foi autorizada pela Coroa Britânica, com o propósito de instaurar um estado coletivista mundial único por meio do gradualismo (em oposição à revolução violenta). Isso se tornaria a base do que hoje é chamado de socialismo fabiano.
A palavra Fabiano deriva do general romano Fábio Cunctator, que usava estratégias cuidadosamente planejadas para desgastar lentamente seu inimigo ao longo de um longo período de tempo. As Sociedade Fabiana teve um papel crucial no desenvolvimento da ideologia do Partido Trabalhista e do socialismo britânico.
Isso é semelhante à maneira como o Socialismo Fabiano trabalha para implementar sua agenda de um estado mundial único. Não há diferença real entre o fabianismo e o comunismo leninista. O objetivo de ambas as ideologias é impor o coletivismo socialista. Os fabianos também desempenharam um papel importante na criação da Liga das Nações, precursora das Nações Unidas, e foram extremamente influentes na criação da própria ONU.
A política de encobrir os objetivos anti-humanos da Sociedade Fabiana ficou clara no primeiro emblema original fabiano de um lobo em pele de cordeiro. Isso deu lugar ao logotipo atual do fabianismo internacional com uma tartaruga e as palavras: “Quando eu ataco, eu ataco com força”. A tartaruga é um símbolo dos fabianos e representa seu objetivo de expansão gradual do socialismo e do comunismo pelo mundo todo.

A Janela de Shaw
A imagem abaixo mostra o vitral da “Janela de Shaw”, projetada por George Bernard Shaw em 1910, que representa a mudança. A destruição do status quo faz parte da ideologia fabiana desde os primórdios do fabianismo. Ela foi retratada na “Janela de Shaw” que mostra Sidney Webb e George Bernard Shaw despedaçando a Terra. Tony Blair revelou essa janela de vitral em 2006 na Biblioteca Shaw da London School of Economics and Political Science, onde permanece em exposição permanente. Bernard Shaw é o homem barbudo à direita, vestido de verde.
E, como que para sinalizar que essa destruição ocorrerá de forma furtiva, o então brasão fabiano de um lobo em pele de cordeiro surge acima da Terra. Os dois fabianos com os martelos (que representam o comunismo) moldam o mundo e reescrevem a história factual com uma história falsa. Eles orquestram a destruição de todos os países, bem como a destruição de grupos raciais por meio de casamentos inter-raciais. O painel inferior representa pessoas que acreditam na história falsa reescrita e que adoram apenas uma religião luciferiana por que todas as outras religiões foram abolidas.

A conexão entre a Sociedade Fabiana e a Corporação da City de Londres
A City de Londres, na Inglaterra, é uma corporação composta por maçons, entidades privadas, independentes e soberanas que ocupam 3,1 quilômetros quadrados no coração de Londres. A área está localizada dentro das antigas muralhas romanas de Londres.
No século passado, a City de Londres, com a cooperação da Sociedade Fabiana e de famílias de banqueiros, financiou a tomada do poder pelos comunistas na Rússia. A biografia do comunista judeu Trotsky menciona alguns dos empréstimos concedidos por esses financistas britânicos, alguns datando de 1907.
O status de corporação da City de Londres na Inglaterra deriva de um produto simples e engenhoso que eles continuam a vender com sucesso ao longo dos séculos. Os monarcas e governos, em desespero, buscaram empréstimos financeiros e, em troca, a City extraiu privilégios e liberdades, isentando o restante da Inglaterra de regras e leis.
A Corporação da City de Londres tornou-se um paraíso fiscal que nada mais faz do que garantir que os ricos e poderosos permaneçam ricos à custa de todos os outros. O que eles vendem é a fuga: das leis, regras e impostos de outras jurisdições, geralmente tendo o sigilo como sua principal oferta. A City de Londres é a maior lavanderia de dinheiro sujo do mundo e é quem controla a Coroa Britânica e o Império Britânico.
É na City de Londres, sede da Maçonaria Britânica, supervisionada pela Monarquia Britânica e pelo Duque de Kent, que a Maçonaria Mundial é governada. Isso inclui a Ordem Maçônica do Grande Oriente e o Rito Escocês. A trindade do poder globalista são as três cidades estado corporativas: City de Londres (poder financeiro), Washington D.C. (poder militar) e Cidade do Vaticano (poder religioso).
Tanto o Império Britânico como o Império Americano estão sob o controle do Império Romano, ou seja, a Igreja Católica Romana (Vaticano). Roma ainda governa o mundo. O ditado “todos os caminhos levam a Roma” continua valendo.

Os fabianos trabalham com muitos políticos e organizações renomados, além de veículos de comunicação e partidos políticos na Grã-Bretanha, Austrália, Canadá, Estados Unidos e também em países do continente europeu. A Sociedade Fabiana é de natureza socialista e um movimento secreto cujo propósito é destruir todas as identidades raciais e culturais, todos os países nacionais e acabar com a democracia, utilizando os princípios do socialismo democrático e do gradualismo, com o objetivo final de instaurar o comunismo.
O comunismo é a ditadura total e o assassinato de pessoas sem necessidade. Todos os membros concordam com sua agenda de longo prazo, que acredita que o socialismo pode ser melhor alcançado por meio da introdução lenta e gradual de ideias de reforma. Eles utilizam a técnica chamada “gradualismo”, bem conhecida e comprovadamente eficaz, que demonstra que, se a mudança ocorrer lentamente o suficiente, a maioria das pessoas aceita a nova realidade como normal.
A Sociedade Fabiana é de natureza socialista e comprovadamente eficaz, mostrando que, se a mudança ocorrer lentamente o suficiente, a maioria das pessoas aceita a nova realidade como normal. A Sociedade Fabiana almeja o controle total da agenda política, bem como da maioria dos aspectos da sociedade, incluindo educação, cultura, economia, direito, medicina e religião. Esse controle total da sociedade é premeditado e vem ocorrendo desde sua fundação.
Um exemplo disso é George Bernard Shaw, que detalhou os objetivos da reforma educacional em 1889, afirmando que os fabianos teriam “controle sobre todo o sistema educacional, da escola primária à universidade, e sobre todas as dotações educacionais”. Eles têm sido extremamente bem-sucedidos em alcançar seus objetivos, e isso se deu por meio de uma ampla gama de grupos interconectados em cada área.
A composição da Sociedade Fabiana é predominantemente formada por socialistas, comunistas e colaboradores sionistas antissemitas, gentios traidores, falsos judeus (globalistas) que utilizam gentios e judeus verdadeiros para promover seus objetivos. Banqueiros sionistas também possuem fortes laços com a sociedade, financiando-a e administrando-a nos bastidores.
O que a Sociedade Fabiana promove:
- Imigração em massa para países com o objetivo de destruir suas identidades.
- Implementação de legislação sobre crimes com agravante racial, incluindo crimes e desordem. Existem leis raciais criadas para silenciar os povos indígenas ou a maioria da população, enquanto o país é destruído pela imigração em massa.
- Destruição da família.
- Fornecimento de álcool e incentivo ao consumo de bebidas alcoólicas.
- Promoção do casamento entre pessoas do mesmo sexo.
- Promoção da educação sexual nas escolas.
- Substituição do bom senso e da razão pela correção política.
- Embrutecimento através da mídia de massa.
- Embrutecimento dos professores e do sistema educacional.
- Condicionar as crianças a não respeitarem seus pais.
- Destruir a história factual e substituí-la por uma história reescrita.
- As pessoas são tratadas como animais e podem ser mortas como animais, sem remorso.
- Pessoas “inúteis” devem ser mortas.
- Destruir todos os Estados-Nação e remover suas fronteiras.
- Criar a Nova Ordem Mundial.
- Estabelecer e promover a ONU.
- Obter o controle do sistema bancário.
- Criar confusão na mente das pessoas.
- Criar ódio entre todas as raças e religiões.
- Promover casamentos inter-raciais.
- Promover guerras que levem à Nova Ordem Mundial.
- Destruir o cristianismo e todas as outras religiões, unindo-as em uma única religião baseada nas ideias fabianas (Luciferianas) sobre o que a religião deveria ser.
- Para controlar, primeiro é preciso tornar o povo submisso. Isso causa uma perda de identidade e uma desmoralização gradual da vontade popular.
- Tornar as pessoas financeiramente dependentes do governo, garantindo que algum tipo de auxílio seja necessário para sua sobrevivência, como a Renda Básica Universal que é a mesma coisa que o Bolsa Família.
Lista de “Conquistas” Fabianas
- Os fabianos estão por trás da destruição dos países ocidentais e do controle dos países do Terceiro Mundo, ou seja, o domínio colonial da Grã-Bretanha, França e Holanda, etc.
- Os fabianos estão por trás da abertura das fronteiras para permitir a imigração para o Reino Unido e os Estados Unidos (1965) e da abolição da Política da Austrália Branca.
- Eles estão envolvidos na substituição do raciocínio de senso comum por um pensamento que não faz sentido.
- Eles tiveram algum sucesso com o currículo básico comum, cujo objetivo é emburrecer as pessoas.
- Eles estão envolvidos na expulsão de agricultores de suas terras na Europa e Estados Unidos, onde estão tentando transformar a terra novamente em área selvagem.
- Da Sociedade Fabiana surgiram o Partido Trabalhista Britânico, a London School of Economics e o Tribunal Internacional de Justiça em Haia.
Imigração, Raça e Multiculturalismo
Em sua criação, a Sociedade Fabiana era bastante anti-imigração, recomendando, em sua maioria, a restrição total da imigração. Com o tempo, essa política se inverteu completamente e, desde a década de 1950, as políticas pró-imigração, de fronteiras abertas e de combate à discriminação racial passaram a ser favoráveis às minorias étnicas.
Eles foram amplamente responsáveis pela Lei de Relações Raciais de 1965 e estabeleceram com sucesso a Comissão de Relações Comunitárias e a Comissão de Igualdade Racial na década de 1970, que possuíam fortes poderes de fiscalização. Durante o governo britânico de Blair-Brown, entre 1997 e 2010, os políticos manipulados pela Sociedade Fabiana finalmente introduziram mudanças drásticas e abrangentes nas políticas pró-imigração, incentivando e facilitando a imigração em massa com o propósito expresso de alterar a sociedade britânica.

Ao longo das últimas décadas, foram lançadas publicações fabianas com títulos como “O Grande Reequilíbrio: Como consertar a economia quebrada” (2013), que promove a ideia de que “a imigração é fundamental para nossa estratégia de crescimento”. As agendas da Sociedade Fabiana foram amplamente divulgadas. Essa ideia de “crescimento econômico”, seja ela real ou perpetuada para incitar o medo na população, não é o único fator que motiva a mudança nas políticas de imigração.
No início dos anos 2000, documentos do governo trabalhista britânico afirmavam que a política visava “maximizar os objetivos econômicos e sociais do governo”. A liderança da Sociedade sempre defendeu a destruição da cultura ocidental, especialmente a cultura britânica, sua origem. George Bernard Shaw, um fabiano famoso e muito vocal em suas opiniões, acreditava que era uma “boa estratégia política” destruir todas as catedrais, obras de arte e monumentos históricos para começar do zero.
Bernard Shaw, autor de muitos artigos para a Sociedade Fabiana, é possivelmente um dos melhores exemplos de sua agenda socialista. George Bernard Shaw descreveu Lenin como “O maior fabiano de todos”. Lenin esteve envolvido na Revolução Bolchevique, que derrubou o czar russo e sua família, assumiu o controle da Rússia e começou a suprimir os direitos das pessoas, como o porte de armas e a liberdade de expressão. Como resultado, pessoas foram enviadas para campos de concentração (Gulags) e morreram de fome. Este é o método fabiano, milhões de russos morreram.
Na década de 1950, houve um forte movimento para mudar a cultura britânica, promovendo o jazz afro-americano e, posteriormente, o reggae na década de 1960. Nos anos 70, houve uma recente onda de estilos musicais como o hip-hop e o rap, e essas músicas afro-americanas agora dominam o mundo ocidental, substituindo completamente a cultura e a música europeias. Essa introdução foi financiada pelo Congresso para a Liberdade Cultural, que tinha ligações com as fundações Rockefeller e Ford.
Com o crescente número de imigrantes que entraram na Grã-Bretanha, incluindo agora imigrantes asiáticos e do Oriente Médio, resistindo às tentativas de assimilação à cultura britânica, a ideia de multiculturalismo foi imposta aos europeus nativos. Essa ideia de multiculturalismo é simplesmente uma forma de integração forçada que garante que, ao longo das gerações, a cultura europeia seja completamente aniquilada.

A genialidade estratégica reside nessa agenda reformista de avanço lento, e hoje a maioria das pessoas que vivem na Grã-Bretanha e na Europa investe totalmente na ideia de multiculturalismo, e a destruição é garantida por que rejeitam sua própria cultura e identidade sem pensar duas vezes. A diversidade cultural imposta pelo Estado, mais conhecida como “multiculturalismo”, tornou-se a política estabelecida de todos os governos trabalhistas fabianos.
É preciso considerar que, se você destrói a identidade cultural de toda uma nação por meio de transformar à força a composição étnica e racial das populações indígenas, é preciso repensar cuidadosamente a definição aceita de genocídio. Atualmente, muitos comentaristas políticos têm apontado a alarmante e extremamente agressiva discriminação contra a população branca da Inglaterra. Ela tem sido descrita como “genocídio progressivo” de brancos e também como “mudança populacional genocida”.
A imposição do multiculturalismo por meio da imigração em massa nunca representou, e jamais representará, os melhores interesses ou as necessidades do povo britânico. Isso fica evidente ao analisarmos a própria fundação da Sociedade Fabiana e constatarmos que aqueles que estão ligados a ela e financiam seus projetos são globalistas e banqueiros ricos.
A conexão Fabiana-Rothschild
Há muitas evidências que sugerem que tanto Karl Marx (judeu maçom) quanto a Sociedade Fabiana foram financiados principalmente por pessoas com fortes interesses industriais e financeiros, e que isso foi organizado e conectado por meio da Escola de Manchester e de seu diretor, Harold Cox, que era membro da Sociedade Fabiana e editor do periódico trimestral Edinburgh Review.
A Escola de Manchester tinha um poderoso benfeitor na família bancária Rothschild (judaica), profundamente envolvida com a mídia, a indústria e as finanças, e com fortes laços com a cidade de Manchester, onde Nathan Meyer, o patriarca da família, iniciou seus negócios têxteis.
A família Rothschild e a Sociedade Fabiana tinham representantes em muitas organizações, juntamente com Lord Arthur Balfour, que era considerado um intermediário entre as duas. Alguns desses grupos incluíam a Liga Anglo-Americana, a Sociedade dos Peregrinos, o Imperial College e a Liga das Nações. Lord Rothschild também esteve pessoalmente envolvido na estruturação e no financiamento da London School of Economics, fundada pelos fabianos.
Essa ligação se estende até os tempos modernos, onde podemos observar a participação deles em organizações mais recentes, como o Instituto de Pesquisa Grantham sobre Mudanças Climáticas e Meio Ambiente, onde Sir Evelyn de Rothschild atua no conselho consultivo.
A conexão Fabiana-Rockefeller
Há também uma forte conexão entre os Rockefeller e a Sociedade Fabiana, que começou com a tese de David Rockefeller sobre o socialismo fabiano em Harvard. Ele então prosseguiu seus estudos em economia na London School of Economics, vinculada à Sociedade Fabiana.
Nas décadas de 1920 e 30, a Fundação Rockefeller doou milhões de dólares para a London School of Economics. Eles também financiaram e foram responsáveis pela elaboração das políticas externas americanas do pós-guerra. Uma parte importante da política que eles garantiram foi o Fundo Marshall de 13 bilhões de dólares para os governos socialistas da Europa, incluindo o governo trabalhista socialista fabiano, cujo primeiro-ministro na época era Clement Attlee, que tinha ligações com o New Fabian Research Bureau.
A última ligação dos Rockefeller foi o financiamento de muitos projetos fabianos através do Fundo Monetário Internacional (FMI), criado em 1944 em parceria com o Banco Mundial. Aqui estão alguns exemplos de empréstimos que o FMI concedeu a governos trabalhistas/fabianos: David Rockefeller
• US$ 250 milhões para o governo Attlee em 1947
• US$ 1 bilhão para o governo Wilson em 1969
• US$ 4 bilhões para o segundo governo Wilson em 1976
É importante notar que esse financiamento continua até hoje por meio de entidades como a Fundação para Estudos Progressistas Europeus, a Comissão Europeia e operações em âmbito da UE, como o Parlamento Europeu.
A teia de organizações fabianas
Os fabianos acreditam firmemente que “os fins justificam os meios”. Estas são apenas algumas de suas principais organizações, que exercem influência direta e indireta sobre as políticas públicas.
- The Royal Economic Society (RES).
- A London School of Economics (LSE).
- Imperial College London.
- Chatham House (a Sociedade Fabiana em Londres).
- The National Union of Students (NUS).
- National Institute of Economic and Social Research (NIESR).
- Oxfam.
- London Business School (LBS).
- The university of London.
- Economic and Social Research Council (ESRC).
- Social Science Research Council (SSRC).
- The John Smith Memorial Fund (JSMF).
- Runnymede Trust.
- Centre for Economic Policy Research (CEPR).
- The Institute for Public Policy Research (IPPR).
- Progress.
- The Smith Institute.
- Policy Network.
- The Creative Diversity Network (CDN).
- Policy Exchange.
- Global Forum on Migration and Development (GFMD).
- British Future.
- Migration Advisory Committee (MAC).
- UK Border Agency (UKBA).
Muitas das agendas e atividades dessas organizações são controladas sem o conhecimento ou aprovação do povo britânico em geral. Pode-se argumentar que isso frequentemente se opõe diretamente ao que as pessoas querem. É importante destacar o uso suspeito que fazem de organizações de caridade em seus esquemas para utilizar e explorar a generosidade do público para seus objetivos políticos.

































