A humanidade está preparada para o que está por vir? O rápido avanço da Inteligência Artificial (IA) e da robótica levou a um intenso debate sobre o “fim do trabalho”, com projeções sugerindo uma transformação massiva do mercado de trabalho global até 2030. Enquanto alguns especialistas preveem que a IA pode tornar obsoletos empregos tradicionais, repetitivos e até mesmo alguns cognitivos, outros argumentam que ela levará a sociedade a uma era pós-trabalho, onde a abundância porá fim a luta pela sobrevivência.

O desenvolvimento da Inteligência Artificial e os robôs humanoides está se acelerando a um ritmo que a maioria das pessoas não consegue conceber, e os sistemas de IA estão começando a escrever e otimizar o código para a próxima geração de IA. A máquina está a melhorar a máquina, o que significa que o progresso já não é simplesmente exponencial, mas está a compor a inteligência, construindo-se sobre si mesmo.

A ideia de que o rápido progresso na IA e na robótica humanoide poderia inaugurar uma era de tamanha abundância que instituições tradicionais como dinheiro, bancos e governos se tornariam relíquias do passado tem cativado a imaginação de muitos, principalmente de Elon Musk, que acredita que a IA e a robótica eliminarão a pobreza, tornarão o trabalho opcional e o dinheiro irrelevante em poucos anos, como vista na série de ficção científica “A Cultura”, de Iain M. Banks, onde uma IA superinteligente administra uma sociedade humana sem escassez, empregos, dinheiro e doenças.

Essa perspectiva otimista postula que melhorias exponenciais nas capacidades da IA, combinadas com robôs humanoides fabricados em série, impulsionarão a produtividade a níveis em que bens e serviços serão produzidos em quantidades ilimitadas a um custo próximo de zero, desvinculando a sobrevivência humana do trabalho e das trocas econômicas.

Dentro de poucos anos, uma parte significativa do trabalho humano não exigirá mais a participação humana como acontece hoje. Não porque os humanos não tenham talento ou valor, mas porque robôs e IA executarão tarefas de forma mais rápida, mais precisa, mais consistente e com um custo marginal próximo de zero. Direito, finanças, administração, investigação, logística, análise, design e até mesmo elementos da medicina e da educação já estão a ser remodelados em tempo real.

O que as pessoas farão quando os robôs e Inteligência Artificial acabarem com seus trabalhos? 1

A ilusão reconfortante é que este é um futuro distante, mas não é. A mudança está acontecendo agora, o que está ficando para trás é a nossa prontidão psicológica para absorver o que isso significa. Não existe nenhum cenário sério em que a IA não acabe por gerir a maioria dos sistemas que sustentam a civilização moderna.

Portanto, a pergunta que muitos fazem é: o que acontece comigo quando minha função se torna redundante? Se um robô ou IA podem me substituir no trabalho, como posso me sustentar financeiramente e o que acontece com meu senso de propósito? Serei obrigado a depender das migalhas do governo corporativo através  de uma “bolsa família”, outro nome para renda básica universal?

Helix 02, o robô auxiliar para trabalhos domésticos ou trabalhos em áreas comerciais.

Os robôs humanoides poderão substituir a mão de obra humana em fábricas, fazendas, construção civil, atendimento ao público, limpeza, entrega, logística entre outras funções.  A mão de obra barata deixará de existir. Muitos, mas não todos os trabalhos feitos por humanos serão substituídos por IA e robôs. Todas as civilizações extraterrestres avançadas que vivem na abundância são automatizadas e nenhuma delas possuem dinheiro e economia. O dinheiro é a raiz de todos os males e é a religião mais antiga da Terra.

Walker S2 – O primeiro robô humanóide do mundo capaz de trocar baterias autônomas

A noção de dependência em massa do Estado deveria preocupar a todos, ainda mais que o governo é controlado por quadrilhas de bandidos do pior tipo. No entanto, não podemos ignorar a realidade estrutural de que a arquitetura econômica sob a qual vivemos durante décadas está prestes a terminar. E isso é uma coisa ruim? acho que não…

O sistema atual tem funcionado menos como um mercado livre de indivíduos capacitados e mais como uma sofisticada exploração fiscal ao ar livre. A própria estrutura foi concebida para extrair: imposto sobre o rendimento, imposto sobre as sociedades, imposto sobre a propriedade, imposto sobre ganhos de capital, imposto sobre heranças, inflação que funciona como tributação oculta e conformidade regulamentar incorporada em cada transação. Do berço ao túmulo, a produtividade é constantemente desviada para o sistema.

Chamamos isso de normal porque nascemos nisso. Trabalhe feito louco para ganhar dinheiro e entregar uma parte substancial dele ao Estado e confie que isso será administrado com “sabedoria”. Grande parte da fraude e do desperdício agora expostos em governos e instituições não surgiu por acidente. Ela prosperou precisamente porque a complexidade a protege. Quanto mais opaca for a estrutura, mais fácil será extrair dela.

A IA tem o potencial de desmantelar essa complexidade; sistemas altamente automatizados, em tempo real e transparentes deixam muito menos espaço para a opacidade burocrática. Quando transações, orçamentos e processos podem ser rastreados, auditados e otimizados instantaneamente, as camadas que existem apenas para mediar, ocultar e extrair tornam-se desnecessárias.

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Talvez o que estejamos a testemunhar não seja apenas uma mudança de mão-de-obra, mas o início do fim de um modelo de civilização construído principalmente em torno da extração do trabalho do escravo assalariado. Isto não significa automaticamente libertação, depende inteiramente de quem controla os sistemas. A IA pode centralizar o poder ou pode expô-lo. Pode consolidar o feudalismo digital ou pode forçar a transparência que torna a corrupção em grande escala estruturalmente insustentável.

A tecnologia amplifica a intenção, por isso devemos ficar atentos à direção que ela toma, porque ela refletirá rapidamente a consciência daqueles que a guiam. Se as máquinas reduzirem o desperdício, eliminarem vastas redundâncias burocráticas e otimizarem a alocação de recursos, desaparecerá a necessidade de manter os seres humanos em modo de sobrevivência perpétua simplesmente para sustentar sistemas ineficientes.

Durante séculos, a maior parte da vida humana girou em torno de arranjar trabalho para conseguir dinheiro para sobreviver. Os humanos que se acham superiores aos animais, são os únicos seres vivos deste planeta que precisam de dinheiro para sobreviver. Organizamos nossos dias em torno de um trabalho que não gostamos só para ganhar dinheiro, competir com os outros, manter um status ilusório e pagar contas e impostos sem fim a um governo que é formado basicamente por quadrilhas de políticos corruptos sob controle da Maçonaria.

Basicamente, a vida humana é trabalhar para sobreviver e pagar impostos às elites maçônicas financeiras, que são satanistas pedófilos, e que controlam os governos “democráticos”. Os bancos criam dinheiro do nada para cobrar altos juros emprestando dinheiro que não possuem as pessoas, e não o fazem para ajudar as pessoas. Fazem isso para ajudar os oligarcas. Aqueles que não conseguem pagar suas hipotecas porque as taxas de juros subiram ou porque perderam seus empregos ou outros motivos têm suas casas tomadas. Essa é a essência do sistema bancário babilônico.

Nossas identidades se fundiram com nossas profissões e nosso valor ficou emaranhado com a produtividade. Mas e se os robôs e a IA assumirem os trabalhos chatos e repetitivos, analíticos e administrativos que consomem grande parte do nosso tempo? E se o tempo livre se tornar a verdadeira riqueza do futuro? Tempo para criar filhos. Tempo para aprender e explorar coisas novas. Tempo para criar, pensar, construir relacionamentos, redescobrir a curiosidade. Todo o tempo do mundo para você fazer o que quiser. Tempo é o verdadeiro luxo!

É quase irônico que talvez precisemos de robôs e IA para restaurar um ritmo de vida mais humano. É claro que existem possibilidades distópicas: controle centralizado, governança algorítmica sem consentimento, arquiteturas de vigilância que monitoram cada coisa que você fizer ou disser online. Esses riscos são reais, mas a ruína não é inevitável. Estou otimista de que talvez tenhamos evitado o cenário do “Grande Reinício” do Fórum Econômico Mundial.

Desde que os arquivos de Jeffrey Epstein foram lançados, milhões de pessoas começaram a entender que a sociedade é controlada por uma “elite” de satanistas pedófilos canibais que viviam na obscuridade. E esse culto satânico vem escravizando a humanidade há séculos através do poder financeiro. Quando tecnologias inovadoras ameaçam seu poder de controlar as massas, eles as suprimem ou as usam contra a população.

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Os banqueiros judeus sionistas Rothschilds aparecem nos arquivos de Epstein mais de 11.000 vezes. O satanista pedófilo Jeffrey Epstein disse em um de seus e-mails: “Eu represento os Rothschilds”. Os Rothschilds e os Rockefeller financiaram a duas guerras mundiais, a criação da ONU e o satânico Estado de Israel. Os Rothschilds, que são satanistas pedófilos, controlam a maioria dos Bancos Centrais do mundo.

Prepare-se pois essa é a maior verdade que alguém te contará……..

A verdadeira ruptura não será tecnológica, mas psicológica. Se sua identidade é definida por sua profissão e essa profissão desaparece, quem você é? Se o trabalho, o dinheiro e a sobrevivência não são mais o princípio organizador da sua vida, o que a substitui? O mundo como o conhecemos está se dissolvendo, e um novo paradigma está se formando mais rápido do que a maioria das pessoas consegue processar.

Fingir que isso não está acontecendo não protegerá ninguém, e resistir cegamente também não impedirá o processo. A única resposta racional é começar a se preparar mental, emocional e espiritualmente para um futuro em que, com sorte, ser humano possa voltar a ser o propósito principal, e não um escravo de propriedade do governo corporativo que é controlado pelo Vaticano, que é controlado por seres não humanos.

E essa é a verdade mais chocante de todas: Será que a humanidade está pronta para o que realmente significa ser humano? Os robôs e a IA podem criar um mundo de abundância onde as pessoas não precisarão trabalhar para sobreviver, e o sistema capitalista, o dinheiro, os bancos e os governos se tornarão obsoletos. A humanidade teria que abandonar a fraude maçônica da “democracia liberal”, que nunca deu certo, e substituí-la por um sistema holístico de conselhos hierárquicos, como acontece com todas as civilizações avançadas fora da Terra. Fiz um post sobre isso e está no final.

O governo americano suprimiu mais de 6000 invenções inovadoras, através da Lei do Sigilo das Invenções de 1951, que podem melhorar a qualidade de vida da população mundial. Ao final do ano fiscal de 2023, havia 6.155 ordens de sigilo de patentes em vigor, destacando a relevância contínua da Lei de Sigilo de Invenções nos tempos atuais. O sigilo é aplicado deliberadamente para obter vantagens políticas e corporativas.

Muitas invenções revolucionárias que poderiam melhorar a qualidade de vida das pessoas foram suprimidas pelo Deep State pelo simples motivo que desafiam o status quo, ou seja, o interesse de grandes empresas e bancos. E o pior é que várias dessas tecnologias inovadoras suprimidas estão sendo utilizadas nas bases militares e cidades subterrâneas que o Deep State vem construindo secretamente desde o início da década de 1950.

Além da robótica e IA avançadas, existem duas tecnologias suprimidas pelo Deep State que podem criar abundância ilimitada e elas são a energia Ponto Zero e os replicadores industriais. Os replicadores podem simplesmente substituir toda a cadeia produtiva da indústria e a necessidade de escavar minerais na Terra. Robôs, objetos, máquinas ou equipamentos podem ser materializados pelas replicadoras. É o fim total da escassez. Você projeta um carro no computador com ajuda da IA e a replicadora materializa quantos vc pedir. Leia mais aqui e aqui.

Essas tecnologias levantam dilemas éticos para a sociedade que a possui. É tão abrangente que, como acontece em muitas civilizações avançadas não humanas, tudo acaba dependendo dela. Tudo é feito para você e não há mais necessidade de se preocupar com nada. Tudo se torna fácil, tudo é cuidado, tudo é dado e tudo é feito para você. Isso pode destruir uma civilização inteira pois a alta tecnologia não traz felicidade.

Ela só deve ser usada quando necessário, para que você tenha tempo na vida para se expressar como alma através daquilo que você ama fazer. O interessante é que os Taygeteanos não utilizam robôs humanoides, mas outros tipos de robôs para fazer trabalhos chatos e repetitivos. Como eles possuem alta tecnologia, acabam valorizando mais tudo que é feito artesanalmente por alguém. Há milhares de anos os Taygeteanos começaram a depender muito da IA e outras tecnologias avançadas e isso quase causou o colapso da criatividade e da arte em sua sociedade.

Este é um exemplo de onde a ética entra em jogo, porque uma civilização como a de Taygeta nas Plêiades, que já passou por uma crise de criatividade industrial e informatizada, decidiu limitar o uso de computadores de IA a um ponto saudável, onde eles são úteis como ferramentas, mas não podem invadir outros aspectos mais espirituais da sociedade, como a música arte e artesanato.

Em Taygeta, as coisas criadas industrialmente têm valor e são consideradas um grupo específico de coisas e, criativamente, o artesanato manual e a arte são considerados um conjunto completamente diferente de padrões. O valor de tudo o que é criado manualmente por uma pessoa é mantido com o maior respeito, estima e apreciação. É por isso que eles apreciam muito mais os originais do que as réplicas de qualquer objeto ou coisa.

Os robôs e IA que estão disponíveis comercialmente são bem inferiores aos que a civilização subterrânea utiliza. A humanidade é mantida no atraso de propósito. Os reatores de energia Ponto Zero, os motores antigravidade, as cápsulas médicas (MedPods) e os replicadores industriais são tecnologias inovadoras que estão sendo suprimidas há décadas pois ameaçam o poder dos governos, bancos e corporações.

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Numa sociedade holística avançada, como a de Taygeta, não existe sistema monetário ou qualquer tipo de economia. Tudo está disponível gratuitamente e as pessoas não precisam trabalhar ou pagar impostos. Não existe classes sociais com ricos e pobres. Os Taygeteanos, que são parentes dos humanos da Terra, não fazem o trabalho duro, como construir edifícios e pontes à mão, nem passam horas e horas numa fábrica fazendo baterias de lítio para celulares ou qualquer outra coisa. O sistema de automação com IA desempenha um papel muito importante na sociedade de Taygeta para aliviar a carga de trabalho pesada.

Não há muito para as pessoas fazerem pois os robôs e IAs cuidam de tudo. Há uma abundância completa de recursos e todos estão exatamente onde querem estar e estão fazendo exatamente o que querem fazer. E ao fazer isso, eles também estão ajudando e contribuindo para sua sociedade em geral que é focada no “serviço aos outros”. O mesmo que a distribuição de bens e serviços. Fazendas, muitas delas automatizadas, mas outra ainda tem pessoas trabalhando no campo, por que gostam e por que sentem que estão servindo a sociedade dessa forma.

O sistema automatizado cuida de tudo o que os Taygeteanos precisam, especialmente coisas que eles não querem fazer. Quando sua sociedade foi automatizada em nível planetário, foi um grande evento, pois significou mais liberdade para todos. Também quando a automação foi implementada na fabricação e distribuição de bens e suprimentos. Assim, os Taygeteanos tiveram todo o tempo necessário para se dedicarem ao que mais gostam. Sua avançada sociedade tem mais de 850.000 anos.

Chega de democracia – Como funciona o sistema político holístico de conselhos hierárquicos das raças estelares?

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Renato Cunha
O blog Stylo Urbano foi criado pelo estilista Renato Cunha para apresentar aos leitores o que existe de mais interessante no mundo da moda, artes, design, sustentabilidade, inovação, tecnologia, arquitetura, decoração e comportamento.

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