A Heritage Foundation expõe que Hugo Chávez estava trabalhando com Nicolás Maduro para financiar protestos políticos nos Estados Unidos e forneceu o dinheiro para criar o movimento Black Lives Matter. Hugo Chávez deu um milhão de dólares a um dos fundadores do Black Lives Matter para protestos de rua nos Estados Unidos. Após receber o dinheiro, apenas alguns meses depois, o BLM foi fundado e começou a criar tumultos nas ruas de cidades americanas.
O BLM trabalha diretamente com o Partido Democrata, inclusive usando a principal plataforma democrata de arrecadação de fundos, o ActBlue. Isso significa que os regimes de Cuba e Venezuela trabalharam com agentes e organizações Democratas para financiar o caos e os protestos nos Estados Unidos. INSANO. O Partido Democrata está literalmente trabalhando para derrubar os Estados Unidos.
O narcoditador Maduro com Opal Tometi, co-fundadora da Black Lives Matter, que está com o braço levantado.

“O cartel venezuelano, liderado por Maduro antes de sua prisão, estava tentando criar problemas dentro dos Estados Unidos. Era um plano cubano para inundar nossas ruas com narcóticos e minar os Estados Unidos por dentro. A outra parte desse plano era gastar dinheiro, treinar e fomentar uma decadência política neste país. Por exemplo, conversei com um desertor venezuelano de alto escalão, um escalão muito alto, em outubro. Ele me disse que estava presente quando Hugo Chávez, antes de morrer, deu milhões de dólares a um dos fundadores do Black Lives Matter para apoiar as revoluções bolivarianas nas ruas dos EUA. Isso foi meses antes da fundação do BLM.”
“O cartel venezuelano, que era liderado por Maduro antes de sua prisão, estava sendo usado para treinar e apoiar a decadência política nos Estados Unidos. Essa fundadora foi fotografada diversas vezes com Maduro. Ela levou Maduro ao Harlem. Ela escreveu um relatório apoiando uma das eleições fraudulentas de Maduro. Então, seja por meio da dissidência política ou pelo tráfico de drogas, o cartel venezuelano, que não é realmente um regime, não é realmente um governo, estava tentando criar problemas dentro dos Estados Unidos da mesma forma que fez no Chile em 2019 e na Colômbia em 2021. Em toda a região, com protestos de rua.”
– Mike Gonzalez, pesquisador sênior da Heritage Foundation
HOLY CR*P 🚨 Heritage Foundation exposes Hugo Chavez was working with Nicolas Maduro to fund political decent in America, and provided the money TO START BLACK LIVES MATTER
Hugo Chavez gave one of the founders of Black Lives Matter a million dollars FOR STREET PROTESTS IN… pic.twitter.com/5D7toTB5NX
— Wall Street Apes (@WallStreetApes) January 7, 2026
Black Lives Matter recebeu US$ 20 milhões do narcoditador Maduro
O narcoregime venezuelano de Nicolás Maduro financiou o movimento Black Lives Matter com mais de 20 milhões de dólares nos Estados Unidos, através de malas enviadas a Opal Tometi, uma das fundadoras da organização racista, segundo uma extensa reportagem do Washington Examiner.
O Washington Examiner descobriu profundas ligações entre o regime chavista na Venezuela e o Black Lives Matter (BLM), uma organização que se apresenta como “defensora dos direitos raciais”, mas que, segundo evidências documentadas, tem servido como veículo para agendas marxistas estrangeiras.
Tudo começou no final de 2012, quando o comunista golpista Hugo Chávez, membro do Foro de São Paulo de Lula e Fidel Castro, ordenou a entrega de pelo menos 20 milhões de dólares em malas cheias de dinheiro vivo para Opal Tometi, uma das três cofundadoras do BLM, juntamente com Patrisse Cullors e Alicia Garza.
Segundo um ex-alto funcionário venezuelano que desertou e testemunhou a reunião, o objetivo era “projetar o projeto revolucionário bolivariano nas ruas dos Estados Unidos”, ou seja, semear o caos e a divisão para corroer os EUA por dentro. Este depoimento não surge do nada. O desertor, próximo ao círculo íntimo de Chávez, descreveu um encontro em Caracas onde Tometi chegou acompanhado por três outras mulheres afro-americanas e pelo ator Danny Glover, um conhecido simpatizante de regimes comunistas como os de Cuba e Venezuela.
Em seu leito de morte devido a um câncer, Chávez viu o movimento Black Lives Matter como a ferramenta perfeita para exportar sua ideologia anti-imperialista. As conexões não param por aí. Em 2006, Chávez já havia convocado, no Fórum Social Mundial em Caracas, a criação de uma “quinta coluna” da esquerda nos EUA para sabotar suas políticas. O movimento Black Lives Matter (BLM) se encaixava perfeitamente nesse papel.
A fundadoras do Black Lives Matter Global Network Foundation usaram indevidamente milhões de dólares em doações para comprar casas e carros de luxo.
Em 2015, Tometi convidou pessoalmente Nicolás Maduro, sucessor de Chávez, para um evento no Harlem, em Nova York, durante a Assembleia Geral da ONU. Lá, Maduro dividiu o palco com Danny Glover e um dos cofundadores do BLM, que o abraçaram calorosamente em frente a um retrato gigante do ditador. Naquele mesmo ano, Tometi viajou para a Venezuela como observador eleitoral para as eleições parlamentares, um processo boicotado pela OEA, ONU e UE devido a fraudes evidentes.
Em vez de denunciar as irregularidades, Tometi elogiou o sistema venezuelano como “um dos melhores do mundo” e redigiu um manifesto em nome do movimento Black Lives Matter apoiando a “revolução bolivariana”. “Cumprindo meu dever como cidadã global”, ela tuitou, ignorando as execuções extrajudiciais e a fome que já assolavam o país.
Essa aliança não é coincidência, mas parte de uma rede marxista hemisférica orquestrada pelo Foro de São Paulo, promovido pela Venezuela. O BLM participou de seus encontros, fortalecendo laços com ditaduras que oprimem seus próprios povos, incluindo milhões de afrodescendentes venezuelanos massacrados pela repressão chavista.
Embora o movimento Black Lives Matter arrecade milhões em doações corporativas, US$ 90 milhões somente em 2020, seus líderes compram mansões luxuosas e desviam fundos para consultorias familiares, deixando as filiais locais e as vítimas da violência policial com as migalhas. A Amazon e a Microsoft são algumas das corporações americanas que financiaram o BLM para fazer propaganda comunista, protestos violentos, incêndios em estabelecimentos comerciais e erosão da lei.
De uma perspectiva conservadora, essa revelação expõe a hipocrisia da esquerda: pregam a justiça racial enquanto apoiam tiranos que atropelam os direitos humanos. O movimento Black Lives Matter não é um movimento orgânico pela igualdade; é uma extensão da agenda chavista para desestabilizar o Ocidente, financiada com petrodólares sujos de um narcoestado sancionado pelo tráfico de drogas.
O regime de Maduro financiou o movimento “Black Lives Matter”
Cuba transformou um motorista de ônibus em ditador da Venezuela
Nicolás Maduro não era o homem mais poderoso da Venezuela. Os militares o odiavam. As elites zombavam dele. Então, como um ex-motorista de ônibus se tornou o ditador do país mais rico da América do Sul? A resposta está em um quarto secreto de hospital em Havana, Cuba. Enquanto Hugo Chávez agonizava, os irmãos Castro orquestraram um plano de sucessão para salvar sua própria economia.
Esta é a história real de como o futuro da Venezuela foi trocado pela segurança cubana, a “Presidência Fantasma” de 2013 e como um motorista de ônibus superou os generais em manobras. Quando Hugo Chávez agonizava em um hospital de Havana em 2012, o futuro da Venezuela não foi decidido em Caracas. Foi decidido em uma sala privada por Fidel Castro e Raúl Castro. A escolha deles? Um ex-motorista de ônibus chamado Nicolás Maduro.
Por que Maduro? A maioria dos analistas esperava que Diosdado Cabello, o poderoso líder militar, assumisse a presidência. Mas os Castros viam Cabello como uma ameaça nacionalista que poderia cortar o fornecimento de 100 mil barris de petróleo gratuito que a Venezuela enviava diariamente para Cuba. Maduro era diferente. Ele era “o homem de Havana” e o fantoche perfeito para substituir um outro fantoche, Hugo Chávez. Tudo o que Maduro fez contra os Estados Unidos foi a mando dos Castro de Cuba.
A Casa Branca divulgou os nomes dos financiadores do grupo terrorista Antifa que realizam protestos violentos nos Estados Unidos. Os americanos financiaram os protestos com mais de US$ 100 milhões lavados pelos democratas.
“Encontramos uma rede de ONGs.”
– George Soros, da Open Society Network
– Arabella Funding Network
– The Tides Funding Network
– Neville Roy Singham e sua rede
– Hansjörg Wyss, um bilionário doador na Suíça
– Dinheiro estrangeiro adicional
– Reid Hoffman (nomeado por Trump)
“Há também grandes financiadores de esquerda, alguns deles não cidadãos deste país, como o Sr. Hansjörg Wyss, na Suíça, que estão injetando dinheiro em todo esse ecossistema.”
Os motins em Los Angeles são financiados por bilionários, sindicatos, carteis e pela China.
“Identificamos dezenas de organizações radicais, não apenas as organizações descentralizadas da Antifa, mas dezenas de organizações radicais que receberam mais de US$ 100 milhões dos investidores da Riot Inc. Acho que o mais chocante é que descobrimos que mais de 100 milhões de dólares em verbas públicas dos contribuintes americanos foram parar nessas redes de financiamento.”
White House released names funding Antifa, protests and violence in America
We paid for our own protests with over $100 million laundered by Democrats
“We found a network of NGOs”
– George Soros, the Open Society Network
– Arabella Funding Network
– The Tides Funding Network
-… pic.twitter.com/609sGhQOzW— Wall Street Apes (@WallStreetApes) January 7, 2026

































