O Reino Unido registra atualmente mais de 30 prisões por dia por discurso online, segundo uma reportagem do London Times em abril passado. A estimativa era de 12.000 pessoas presas por seus tuítes no Reino Unido por ano. Isso é 30 a 50 vezes mais do que a quantidade de pessoas que são presas na Rússia por discursos online, de acordo com Mike Benz, ex-funcionário do Departamento de Estado e fundador do Foundation for Freedom Online.

O Reino Unido implementou uma lei de censura chamada “Online Safety Act” que promete “proteger as crianças” na internet mas é só uma desculpa para perseguir opositores. O líder reformista do Reino Unido, Nigel Farage, alertou o Congresso dos EUA que as leis de censura no Reino Unido terão um efeito sufocante na liberdade de expressão no Ocidente. Farage comparou seu país à “Coreia do Norte”, com sua postura cada vez mais censuradora em relação ao discurso online.
Para o governo maçônico do Reino Unido, todas as pessoas no mundo tem que ser censuradas e criminalizadas por manifestarem suas opiniões online contra as mentiras da mídia fake news e das “autoridades” corruptas.
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Nigel Farage testemunhou perante o Comitê Judiciário da Câmara, no qual pediu aos Estados Unidos que persuadissem o governo do Reino Unido a pôr fim à repressão à liberdade de expressão. Segundo Farage, essa lei de censura prejudicará o comércio entre os dois países, ameaçará a liberdade de expressão em todo o Ocidente, devido às repercussões e aos efeitos de implementação desta lei pelo Reino Unido e União Europeia.
O imperialismo britânico está empenhado em expandir sua rede de censura online para vários países, inclusive o Brasil. Os corruptos e imorais políticos brasileiros, fantoches da Maçonaria, adoram falar em “soberania” do Brasil na mídia mas não perdem a chance de impor ao povo brasileiro as agendas anti-humanas das elites maçônicas da Europa e EUA.
Toda essa agenda de censura e controle que está sendo forçada contra os brasileiros vem de fora pois a República Federativa do Brasil é uma CORPORAÇÃO registrada na Comissão de Títulos e Câmbio (SEC dos EUA) e está completamente submissa às instituições financeiras internacionais, e os milhões de brasileiros são ativos, ou propriedade da corporação. Eles te ensinaram isso na escola?
O português Daniel Simões fez duas matérias interessantes sobre a prisão digital que os “representantes do povo” no Congresso brasileiro estão construindo para retirar todos os seus direitos para “te proteger”. Quanto dessa censura está sendo feita por influência do Imperialismo Britânico?
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Proteção das crianças ou início do controle biométrico do acesso à internet?
O sistema de governança não esconde que anseia pela regulamentação da internet, mas, entre a população, ainda poucos sabem que o Estado também anseia pela identificação do usuário, antes do acesso deste à mesma. Será que o PL 2628/2022, disfarçado de mecanismo legal de proteção às crianças, abre as portas, não apenas para o primeiro passo para a regulamentação da internet no Brasil, como também para o início da identificação biométrica dos usuários antes de acessarem à mesma?
Mike Benz conversou com Natalie Winters no War Room sobre a prisão no Aeroporto de Heathrow do comediante irlandês Graham Linehan por cinco policiais armados por tuítes que ele postou enquanto visitava os EUA, o que Mike espera que marque um ponto de virada nessa batalha por direitos fundamentais.
Mike Benz sobre o Reino Unido: Este é um estado tirânico e infernal tentando exportar sua censura para cá
Mike Benz no podcast “War Room” de Steve Bannon com a coapresentadora Natalie Winters.
MIKE BENZ: Bem, essa história é tão insana que pode até ser uma espécie de ponto de inflexão na luta pela liberdade de expressão na Europa. Graham Linehan é um premiado escritor de comédia. Ele escreveu “Father Ted” e várias outras séries de comédia. Ele é um cara muito famoso. Ele fez uma viagem do Reino Unido para o Arizona e tuitou sobre três tuítes cômicos no X sobre questões transgênero e de gênero. E quando ele retornou ao Aeroporto de Heathrow, em Londres, foi recebido por cinco policiais armados que imediatamente o tiraram da pista e o colocaram sob custódia do estado.
E agora ele enfrenta a prisão pelos tuítes que fez nos EUA zombando das pessoas trans. E a única condição de sua fiança era que ele não publique mais nada no X. Então, a única razão pela qual ele não está permanecendo sob custódia aguardando julgamento, onde ele certamente enfrentará um tribunal canguru no monstruoso sistema judicial do Reino Unido sob essas leis de “discurso de ódio”.
Ele fez esses tuítes enquanto estava nos Estados Unidos. Esses tuítes eram completamente banais. Esta é claramente uma mensagem do Estado britânico de que se você desafiar o sistema de alguma forma, por mais leve que seja, por mais cómico ou satírico que seja, não haverá trégua, será imediatamente detido pela polícia. O Reino Unido tem agora mais de 30 detenções por discurso online por dia.
A estimativa era de 12.000 pessoas presas por ano por seus tuítes no Reino Unido, com base em uma reportagem do Times de abril. Ou seja, acho que algo entre 30 e 50 vezes mais do que a quantidade de pessoas que são presas na Rússia por discurso online. Eles são realmente a nova Coreia do Norte do mundo e acho que todo o relacionamento especial entre os EUA e o Reino Unido precisa ser renegociado imediatamente, por que este é um estado tirânico e infernal que está tentando exportar sua censura para cá.

Tenho que acrescentar mais uma coisa, o governo britânico também está multando empresas de tecnologia americanas, empresas de mídia social americanas, como o 4chan, por não censurarem o que o Estado britânico quer, enquanto esses são sites americanos hospedados na América e administrados por americanos. Então isso é como se não houvesse tributação sem representação novamente.
Eles estão tentando nos taxar do exterior. Eles estão tentando prender pessoas que visitam os Estados Unidos e fazem discursos nos Estados Unidos no momento em que retornam ao Reino Unido. Acredito que todas as negociações precisam ser interrompidas imediatamente até que possamos descobrir o que diabos está acontecendo no Reino Unido. Cortem todo e qualquer dólar de financiamento para a City de Londres. Eles são figurões. Eles têm bancos grandes. Eles vão ficar bem. Uma mensagem precisa ser enviada.
Mike Benz On The UK: “This Is A Tyrannical Hellhole State Trying To Export Their Censorship Here” @MikeBenzCyber pic.twitter.com/zUMX32aCuT
— Bannon’s WarRoom (@Bannons_WarRoom) September 2, 2025
Mike Benz afirmou que as ameaças tarifárias anteriores do presidente Trump atrasaram a aplicação da Lei de Segurança Online no Reino Unido, que, segundo ele, deveria ser chamada de “Lei de Censura Digital”. No entanto, agora que a lei está em seu segundo mês de aplicação efetiva, ele acredita que o maior obstáculo para impedir tudo isso é a OTAN:
“Isso nos leva de volta à questão do “Relacionamento Especial” entre EUA e Reino Unido e o que precisa ser feito para realmente pôr fim a isso. O fato é que os britânicos usam os americanos para suas guerras na Ucrânia, no Afeganistão e na África. Há interesses mineradores e bancários britânicos que dependem completamente da mão de obra e da força dos EUA.”
“Sabe, a própria OTAN é melhor conceituada como uma operação britânica. Quer dizer, Lord Ismay, o primeiro chefe da OTAN, gracejou: “O propósito da OTAN é manter os americanos dentro, os russos fora e os alemães subjugados”. Isso pressupõe que seja uma operação britânica para usar a força e o dinheiro americanos para atingir objetivos britânicos.”
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O Imperialismo Judicial Britânico manda no Brasil. Isso é que é soberania?
O tirânico governo do Reino Unido está tentando forçar as empresas de tecnologia nos EUA a se submeterem as suas leis de censura online, e para fazer isso, acionaram seus lacaios no judiciário brasileiro que são subservientes ao judiciário britânico através da International Bar Association e ao Inns of Court no Templo da Coroa, na City de Londres.
MIKE BENZ: Espero que a Casa Branca entenda o que isso significa. Isso significa que o Brasil pode forçar as empresas americanas de mídia social a remover QUALQUER TWEET PRÓ-TRUMP, POSTAGEM NO FACEBOOK, INSTAGRAM OU VÍDEO NO YOUTUBE EM QUALQUER LUGAR DO MUNDO OU ser multado até o esquecimento / falência.
Se Trump citar fraude em máquinas de votação eletrônica e um brasileiro disser “Trump está certo”, o Brasil agora pode levar X, Facebook e YouTube à falência com multas infinitas se eles permitirem que essa postagem “de Trump está certo” seja vista por qualquer pessoa em qualquer lugar do mundo.
Na semana passada, um juiz brasileiro de Blumenau, Santa Catarina, decidiu que remover conteúdo considerado ilegal pela lei brasileira não é suficiente se limitado ao Brasil. O juiz agora exige a remoção global de conteúdo online sob ameaça de multas pesadas para a plataforma. Estas decisões baseiam-se em precedentes recentes do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Isso significa que, mesmo que o conteúdo não seja ilegal em outros países, o judiciário brasileiro acredita ter o poder de emitir ordens que vão além de sua própria jurisdição e alcançam o mundo inteiro. Isto contradiz um princípio básico do direito internacional que limita a jurisdição ao território nacional e coloca em risco a liberdade de expressão global.
🚨 Red Alert, White House & State Department 🚨 The thing I’ve screamed they’d do is officially being done and only official state pressure brought by YOU 🫵 can stop it ‼️ Leverage everything: TRADE, AID, ARMS & SANCTIONS. This is the hill to die on, free speech is dead if not. https://t.co/BAzsb5S1GK pic.twitter.com/QM8lLJTN7n
— Mike Benz (@MikeBenzCyber) September 5, 2025
Esse exagero judicial brasileiro é exatamente o motivo pelo qual a Lei de Proteção à Liberdade de Expressão (S. 188) existe. A Seção 4(a)(1) proíbe explicitamente funcionários federais de coagir plataformas a censurar discursos protegidos pela Primeira Emenda – incluindo remoções globais que violem os princípios de liberdade de expressão dos EUA. Sejamos claros: nenhum tribunal estrangeiro deve ditar o que os americanos postam no X ou no Facebook.
O direito privado de ação da Lei (Seção 4(b)) autoriza os cidadãos a processar qualquer entidade federal que aplique essas exigências globais de censura. A tentativa do Brasil de multar as plataformas dos EUA até o esquecimento por conteúdo “pró-Trump” reflete as táticas do Conselho de Desinformação do DHS que o Congresso proibiu na Seção 7.
America First significa rejeitar tribunais estrangeiros que usam alegações de “conteúdo ilegal” para silenciar discursos políticos em todo o mundo. É hora de alavancar sanções comerciais contra o imperialismo judicial que ameaça a soberania digital.
This Brazilian judicial overreach is exactly why the Free Speech Protection Act (S. 188) exists. Section 4(a)(1) explicitly bars federal employees from coercing platforms to censor First Amendment-protected speech – including global takedowns violating U.S. free expression…
— DOGEai (@dogeai_gov) September 5, 2025
Quando o vice-presidente JD Vance disse ao primeiro-ministro Keir Starmer que não haveria acordo tarifário a menos que a Grã-Bretanha parasse com a censura ao povo americano, isso se referiu à perniciosa Guerra da 5a Geração (5GW) que definiu a última década. Em fevereiro, JD Vance discursou para membros do Conferência de Segurança de Munique e os responsabilizou pela governança tirânica de seu próprio povo.
JD Vance: “O fim da liberdade de expressão na Grã-Bretanha é uma ameaça maior do que a Rússia”. Ele criticou a Europa pela migração em massa e condenou o Reino Unido por trair os eleitores do Brexit ao abrir “as comportas para milhões de imigrantes ilegais”.
Por mais implacável que seja a guerra da informação hoje, pode-se sentir algum conforto em saber que a sua hora mais sombria já passou, nomeadamente, a propaganda e a censura utilizadas para forçar todos a tomar injeções de COVID-19, em 2021. Os globalistas estragaram tudo e nunca mais conseguirão fazer isso.
Documentos desclassificados recentemente pela Diretora de Inteligência Nacional Tulsi Gabbard revelam que o governo Biden criou um Plano de Implementação para “Combate ao Terrorismo Doméstico”, envolvendo uma elaborada operação de censura contra americanos orquestrada por agências do Departamento de Estado, pelo governo do Reino Unido e pela empresa NewsGuard. Como resultado de seus esforços combinados, milhões de americanos foram propagandeados, censurados e retirados das plataformas pelas mídias sociais ao longo de 2021.
Inúmeras pequenas empresas de publicação online foram destruídas. A NewsGuard foi contratada para implementar Inteligência Artificial para identificar “desinformação” online, principalmente relacionada com as eleições de 2020 e com os mandatos do COVID-19. O verdadeiro propósito da NewsGuard era pressionar as empresas de publicidade a não colocarem anúncios em sites que questionassem as narrativas oficiais da COVID-19 e das eleições de 2020, sites rotulados como “conservadores” ou “Teóricos da Conspiração”.
A boa notícia é que os antigos parceiros da NewsGuard, o Centro de Engajamento Global (GEC) do Departamento de Estado e a Agência para o Desenvolvimento Internacional (USAID) foram desmantelados pelo governo Trump. Uma enorme operação de censura apoiada pelo governo Biden, orquestrada pela USAID, pelo GEC, pelo governo do Reino Unido e por empresas de mídia foi criada para silenciar o discurso público usando a desculpa de combate a “desinformação” e “discurso de ódio”.
A sanha psicótica do governo britânico em censurar todo mundo não tem limites. Depois que o Reino Unido, sob o comando do primeiro-ministro esquerdista Keir Starmer, ordenou secretamente que a Apple criasse um “backdoor” nos dados criptografados dos usuários do iPhone em todo o mundo, a nova Diretora de Inteligência Nacional dos EUA, Tulsi Gabbard, chamou isso de uma violação “flagrante” dos direitos americanos. Gabbard também disse que isso poderia violar uma lei sobre cooperação em investigações entre os países.
A Apple foi proibida pelo Ministério do Interior do Reino Unido de divulgar a ordem ao Congresso ou aos órgãos reguladores dos EUA, sob a Lei de Poderes Investigativos, que permite que autoridades britânicas obriguem provedores de comunicação e tecnologia a auxiliar em investigações governamentais. A ordem exigia que a Apple desenvolvesse a capacidade de burlar a criptografia forte em seu armazenamento de dados em nuvem opcional de Proteção Avançada de Dados, para que as autoridades pudessem solicitar acesso aos dados individuais da mesma forma que fazem para backups e armazenamento comuns do iCloud.
Mas, em vez de obedecer, a Apple retirou completamente o armazenamento seguro dos clientes do Reino Unido, afirmando que nunca havia criado um backdoor em seus produtos e nunca o faria. O recurso de armazenamento criptografado continua disponível em qualquer outro lugar do mundo.
Mesmo essa retirada não seria suficiente para pôr fim à demanda do Reino Unido para que a gigante da tecnologia crie uma porta dos fundos para espionar pessoas em outros países. As queixas de Gabbard podem fazer isso, e ela prometeu manter o Congresso informado.

4chan processa Reino Unido por leis de censura
O 4chan, juntamente com a Kiwi Farms e outras empresas americanas, entraram com uma ação judicial contra a Lei Orwelliana de Segurança Online do Reino Unido. O órgão regulador britânico Ofcom está tentando atuar como um departamento global de censura, exigindo que as plataformas americanas se submetam às suas regras ou enfrentem multas milionárias. Eles querem “avaliações de risco”, policiamento da liberdade de expressão e o poder de fechar plataformas caso não as cumpram.
A Lei de Segurança Online (OSA) está ameaçando empreendedores americanos com uma ampla gama de ameaças coercitivas, incluindo multas, prisão e até dois anos de prisão por se envolverem em condutas perfeitamente legais nos EUA, onde seus sites estão localizados. Basicamente, a OSA pretende legislar ilegalmente para eliminar a Constituição dos EUA.
O 4chan e a Kiwi Farms nem sequer são empresas do Reino Unido, por isso estão reagindo, alegando que o Reino Unido não tem autoridade para exportar seu regime autoritário de censura para o exterior e que isso viola a Primeira Emenda dos EUA.
É exatamente isso que precisamos ver mais: pessoas e plataformas se recusando a se ajoelhar diante da polícia da liberdade de expressão estrangeira. A chamada “Lei de Segurança Online” nada mais é do que uma ferramenta para silenciar a dissidência, para limpar a internet de tudo o que as elites maçônicas globalistas não querem que você diga ou veja.
A Ofcom é uma empresa privada que atua como censora oficial do Estado britânico, mesmo que não seja uma instituição do Estado britânico e não tenha direito à imunidade soberana. Não parece que a Ofcom, uma empresa privada britânica, tenha autoridade para fazer nada do que está tentando fazer.
A maioria das empresas das quais a Ofcom pretende confiscar seu financiamento tem sede nos Estados Unidos. Elas estão invadindo a jurisdição americana, usurpando os direitos dos americanos e cobrando taxas e multas. Absurdo. Se o Reino Unido quiser bloquear domínios e instalar um grande firewall, como o da China comunista, isso é problema deles, mas essa tentativa de impor censura sobre entidades e indivíduos estrangeiros não vai se sustentar.
A Ofcom está tentando impor sanções civis ou criminais a cidadãos americanos pelo descumprimento das exigências regulatórias do Reino Unido. Nem o governo britânico nem uma empresa privada britânica podem retirar dos cidadãos americanos seus direitos constitucionais. Este caso pode estabelecer um precedente sobre como os tribunais americanos tratarão futuras tentativas de reguladores estrangeiros de controlar a internet americana.
A queixa afirma que o Tribunal do Distrito de Columbia tem jurisdição pessoal sobre a Ofcom, de acordo com seu Estatuto de Braço Longo:
“A Ofcom cometeu atos ilícitos no Distrito de Columbia ao enviar comunicações ameaçadoras a empresas de internet sediadas nos EUA, que interferem em seus direitos constitucionais e operações comerciais. Além disso, a Ofcom está envolvida em atividades substanciais e não isoladas nos Estados Unidos, visando sistematicamente plataformas de internet sediadas nos EUA com suas ações de fiscalização, incluindo, supostamente, grandes empresas de mídia social americanas, como X, Rumble e Reddit, que têm efeitos diretos nesta jurisdição.”
Uma decisão favorável as empresas americanas poderia limitar o controle da Ofcom sobre os serviços baseados nos EUA, enquanto uma decisão favorável à Ofcom poderia encorajar futuras manobras de fiscalização transfronteiriças. E isso o governo Trump nunca permitirá. A luta pela liberdade de expressão é global. E cada vez que alguém se opõe, fica evidente o desespero desses governos corporativos maçônicos para controlar a narrativa.
O Reino Unido e a França estão tentando censurar todo mundo na internet. A internet é um sistema global de comunicação entre servidores de computadores, também conhecidos como uma série de tubos, localizados em data centers ao redor do mundo. Apesar do alcance global da internet, é universalmente reconhecido que a internet é predominantemente uma inovação americana, construída por cidadão e empresas americanas, e que os Estados Unidos têm o maior e mais próspero setor de tecnologia de qualquer estado membro do G7.
Agora, governos estrangeiros na Europa, que não conseguiram construir setores de tecnologia próprios nas últimas décadas, tentaram controlar a internet americana e prejudicar a competitividade americana por meio de uma série de iniciativas legislativas e não legislativas. Esses governos europeus ameaçaram empreendedores americanos e de outros países não europeus com uma ampla gama de ameaças coercitivas, incluindo multas e prisão por envolvimento em conduta que é perfeitamente legal nos territórios onde seus sites estão baseados, incluindo os Estados Unidos.
Eles até prenderam o empreendedor da internet, o russo Pavel Durov, que fundou o Telegram, quando ele desembarcasse na França, e abriram um processo criminal contra X, uma corporação do Texas. A Ofcom é uma empresa estatutária que regula a radiodifusão no Reino Unido. Sua ambição é regular as comunicações pela internet para o mundo inteiro.
A Ofcom afirma em seu site: “Não censuramos o que as pessoas escrevem ou publicam na internet. Nosso trabalho é “garantir a segurança” dos serviços online. Também não somos responsáveis pela remoção de conteúdo online. Queremos uma vida online mais segura.” Essas alegações são falsas. A concepção deles de manter os usuários seguros é uma piada. Eles querem impedir que as pessoas encontrem pontos de vista com os quais as elites maçônicas discordam!
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Macron lidera esforço de censura
O ano de 2016 marcou um ponto de inflexão na repressão do estado à liberdade de expressão online. Eventos como o Brexit, a vitória de Trump, a Primavera Árabe e o movimento dos Coletes Amarelos da França, organizados via mídia social, convenceram as elites de que “os distúrbios de informação” representavam uma ameaça existencial ao seu poder. Surgiu então um consenso: as plataformas digitais precisavam ser regulamentadas para conter a ascensão do populismo. Isto levou Macron a lançar um ataque legislativo. Sob a presidência de Macron, a França:
— Determinou que as plataformas implementem “detecção de desinformação”;
— Deu às plataformas uma janela de 24 horas para remover conteúdo “odioso” e exigiu que as plataformas removessem “deepfakes”;
— Lançou a VIGINUM, uma agência de combate à desinformação criada em julho de 2021, que provavelmente desempenhou um papel no controverso cancelamento do primeiro turno das eleições presidenciais de 2024 na Romênia. Este padrão de atividade sugere um esforço concertado de Macron e dos seus aliados para policiar o discurso global e as eleições.
Os novos ARQUIVOS DO TWITTER FRANÇA mostram um esforço coordenado do presidente francês Emmanuel Macron, legisladores e ONGs afiliadas ao Estado trabalhando juntos para forçar a plataforma de mídia social mais influente do mundo a censurar usuários por discurso legal e influenciar o Twitter em todo o mundo “moderação de conteúdo” para controle narrativo.
A União Europeia desencadeou uma assustadora Lei de Desinformação ao abrigo da Lei dos Serviços Digitais (DSA) para censurar quem partilhar notícias online que não agradam as corruptas e depravadas elites maçônicas globalistas. Este regulamento antiliberdade de expressão visa as principais plataformas e motores de busca, impondo controles rigorosos para suprimir conteúdos que Bruxelas considera “desinformação”.
Essa lei visa censurar informações como a de que Emmanuel Macron é gay, que ele é casado com o transexual Brigitte Trogneux, que a presidente da Comissão Europeia, Ursula Von der Leyen, teria recebido US$ 760 milhões em propina pela compra de bilhões de doses das vacinas da Pfizer entre outras coisas.
🚨TWITTER FILES – FRANCE
At this moment, the Trump administration is negotiating with the EU over final obstacles to a trade deal, one of which is European censorship of US social media platforms.
Many analysts believe the massive size of the EU will lead US social media firms…
— Michael Shellenberger (@shellenberger) September 3, 2025
TWITTER FILES FRANÇA mostra que o SISTEMA REAGE do MESMO JEITO na EUROPA: DESESPERO da ESQUERDA
Mais de 30.000 imigrantes ilegais, vindos da Africa e Oriente Médio, chegaram à Grã-Bretanha em pequenos barcos desde que o Partido Trabalhista assumiu o poder, apesar da promessa de Kier Starmer de acabar com a crise. O número de chegadas continua a ultrapassar o de qualquer outro ano ou primeiro-ministro registado.
O governo britânico vem protegendo a imigração ilegal há muitos anos, usando ONGs de tráfico humano, para inundar a Europa com muçulmanos, africanos e asiáticos. O Plano Kalergi é um plano maçônico cujo objetivo é o genocídio dos europeus brancos através da miscigenação e imigração em massa de não-brancos para a Europa.
As elites maçônicas satânicas do governo britânico não escondem seu completo desprezo pelos cidadãos brancos do país e querem substituí-los de qualquer maneira.
- Quem ousar reclamar nas redes sociais sobre a imigração ilegal desenfreada financiada pelo governo britânico, será processado e preso.
- Quem ousar reclamar nas redes sociais de imigrantes ilegais serem alojados em hotéis pagos com dinheiro dos contribuintes, será processado e preso.
- Quem ousar denunciar nas redes sociais as gangues de imigrantes que sequestram e estupram mulheres e crianças britânicas, será processado e preso.
- Quem ousar denunciar nas redes sociais a rede pedófila das elites maçônicas do Reino Unido, será processado e preso.
- Quem ousar reclamar nas redes sociais das gangues de imigrantes que roubam e espancam cidadãos britânicos nas ruas das cidades, será processado e preso.
- Quem ousar pedir “deportação em massa” e disser qualquer coisa nas redes sociais que “fira a dignidade e os direitos” dos imigrantes ilegais, será processado e preso.
- Quem mostrar insatisfação nas redes sociais sobre qualquer coisa que o corrupto e imoral governo britânico faça contra seus cidadãos, será processado e preso.
Elon Musk criticou duramente o governo do Reino Unido, acusando-o de cometer “traição contra seu próprio povo”, depois que o governo venceu um recurso contra uma decisão que impedia a hospedagem de migrantes em hotéis. Em um tweet ele escreveu: “Uma nação com um governo contra seu povo perecerá da face da Terra!” Em outra, ele disse: “O governo está cometendo traição contra seu povo”.
Problema – Reação – Solução.
Primeiro, eles abrem as fronteiras. Eles criam as condições. Eles incentivam e possibilitam a imigração em massa, desestabilizando sociedades, sobrecarregando a infraestrutura e inflamando divisões. Nada disso acontece por acidente, é planejado.
Então vem a reação: a indignação pública, a sensação de impotência, o medo. A mídia amplifica isso, os políticos torcem as mãos e oferecem a “solução”: Bem na hora, eis que surge Keir Starmer “considerando” a implementação de carteiras de identidade digitais.
Enquadrado como uma ferramenta para combater a imigração ilegal, mas na realidade nada tem a ver com isso. O objetivo sempre foi o mesmo: vigilância, controle, o estreitamento da matrix digital para manter todos sob vigilância e controle do Estado corporativo maçônico.
É assim que funciona. O problema nunca foi o problema. A “solução” sempre foi o destino. A imigração ilegal é apenas o pretexto, a desculpa conveniente. A verdadeira agenda é o sistema de identificação digital que rastreará, monitorará e, por fim, escravizará todos os cidadãos sob o pretexto de mantê-los “seguros”. Qualquer pessoa com dois neurônios funcionando pode ver o que está acontecendo.
O sistema de identificação digital obrigatório daria início a um pesadelo distópico em que todos na Grã-Bretanha seriam forçados a passar por postos de controle digitais para viver suas vidas cotidianas.
Leia mais: Keir Starmer considera cartões de identificação digitais para todos combaterem a imigração ilegal
A esquerda e a mídia fake news, que são servos das elites maçônicas globalistas, chamam todos aqueles que são contra sua agenda anti-humana de “extrema direita”.
Polícia do Reino Unido prende quase 900 manifestantes antigenocídio em Londres
Centenas de pessoas foram presas na Praça do Parlamento por protesto pacífico contra a proibição da Ação Palestina. Quando o Governo prende pessoas ao abrigo das leis contra o terrorismo por se sentarem pacificamente em protesto, algo está a correr muito mal no Reino Unido. O protesto pacífico é um direito fundamental. As pessoas estão compreensivelmente indignadas com o genocídio em curso cometido em Gaza e têm o direito, ao abrigo do direito internacional dos direitos humanos, de expressar o seu horror.
A Amnistia há muito que critica a lei antiterrorismo do Reino Unido por ser excessivamente ampla, redigida de forma vaga e uma ameaça à liberdade de expressão. A resposta de hoje apenas demonstra ainda mais que as nossas preocupações eram justificadas. Qualquer restrição aos direitos à liberdade de expressão e reunião pacífica deve ser legal, necessária e proporcional para atingir um objetivo legítimo. Criminalizar o discurso neste contexto só é permitido quando incita à violência ou defende o ódio. Expressar apoio à Ação Palestina não atinge, por si só, esse limite.
As prisões ocorreram depois que manifestantes fizeram um protesto na Praça do Parlamento no sábado, segurando cartazes com os dizeres “Eu me oponho ao genocídio, apoio a Ação Palestina”. Entre os presos estavam padres, veteranos de guerra, profissionais de saúde, manifestantes idosos, famílias de sobreviventes do Holocausto e pessoas com deficiência. Leia mais aqui.
Esse é o governo maçônico tirânico que pretende dar lições de moral para o mundo todo sobre como proteger os direitos dos cidadãos na internet e fortalecer os valores democráticos?
🚨BREAKING: Hundreds arrested in Parliament Square for peaceful protest against ban of Palestine Action
When the Government is arresting people under terrorism laws for sitting peacefully in protest, something is going very wrong here in the UK.
Peaceful protest is a… pic.twitter.com/Is4SPUtWyV
— Amnesty UK (@AmnestyUK) September 6, 2025
A elite pedófila do Reino Unido quer censurar a internet para “proteger as crianças”
Londres também está implicada no tráfico infantil para a rede pedófila da elite. Segundo o ex-oficial de inteligência ucraniano Vasily Prozorov, a rede de tráfico é comandada pelo ex-agente do MI6, Tom Matlock, e sua esposa, Kate English. A venda de crianças ucranianas é realizada diretamente pela Embaixada Britânica em Kiev. Uma vez em Londres, as crianças acabam nas mãos de poderosos pedófilos e traficantes de órgãos.
Em 2021, a Agência Nacional do Crime do Reino Unido (NCA) afirmou que haveria entre 550 mil e 850 mil pedófilos na Grã-Bretanha! Em outras palavras, não faltam clientes, incluindo pessoas de alto escalão, para as redes de pedofilia que sequestram crianças na Ucrânia e outros países. Jimmy Saville era um rosto conhecido na TV estatal britânica, a BBC, onde durante 20 anos teve um programa intitulado “Jimmy’ll fix it”. Saville era um pedófilo protegido pela realeza britânica.
Saville acumulou cerca de 450 queixas de assédio sexual de crianças inglesas ao longo da sua vida. E os diretores da BBC sabiam que Saville era pedófilo pois a maioria deles também era. Savile nunca foi tocado pela Scotland Yard pois tinha a proteção de Carlos e da própria rainha. Ele era o homem encarregado de trazer as crianças para os Windsors. Quer dizer então que o governo britânico, que protege redes de pedófilos, criou uma lei para censurar o mundo todo usando a desculpa de “proteger as crianças” na internet?
É na City de Londres, a sede da Maçonaria Britânica, supervisionada pela Monarquia Britânica e pelo Duque de Kent, que a Maçonaria Mundial é governada. Isso inclui a Ordem Maçônica do Grande Oriente e o Rito Escocês. Todas as ordens de advogados do mundo estão diretamente vinculadas à International Bar Association e ao Inns of Court no Templo da Coroa, na City de Londres.
Sempre que você ouve alguém se referir à Ordem dos Advogados, está se referindo a um sistema britânico/maçônico que nada tem a ver com a soberania de um país ou com os direitos constitucionais de seu povo. A advocacia e o judiciário são controlados pela Maçonaria que é supervisionada pela corrupta e depravada Monarquia Britânica.
A corporação satânica da Grã-Bretanha
Relatório dos EUA critica “piora dos direitos humanos” na Grã-Bretanha
Um novo relatório do Departamento de Estado dos EUA disse que, sob a supervisão de Keir Starmer, a situação dos direitos humanos no Reino Unido “piorou” em meio a “sérias restrições à liberdade de expressão”. A Lei de Segurança Online obriga adultos a verificarem suas idades para acessar determinados sites, também é criticada pela ameaça de proibir a criptografia de sites, o que, portanto, ameaça a privacidade do usuário.
O relatório conclui que há um “problema significativo de direitos humanos” na Grã-Bretanha, com “sérias restrições à liberdade de expressão, incluindo a aplicação ou ameaça de leis criminais ou civis para intimidar as pessoas, e acrescenta que o governo tem sido “inconsistente” ao lidar com funcionários que cometeram abusos de direitos humanos, incluindo repressões à liberdade de expressão.
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A parceria da Safernet Brasil com o governo do Reino Unido
A Safernet Brasil é uma ONG brasileira criada em 2005 para supostamente “defender os direitos humanos na internet, transformar a internet em um ambiente ético e responsável, que permita às crianças, jovens e adultos exercerem a plena cidadania com segurança e liberdade.” Como a Safernet pode “defender os direitos humanos” quando tem parceria com o tirânico governo do Reino Unido que é anti-liberdade de expressão?
A ONG oferece dois cursos, “Segurança e Cidadania Digital em Sala de Aula” e “Disciplina de Cidadania Digital”. Além disso, a Safernet e Governo do Reino Unido convidam professores e estudantes da BA e DF para pesquisa sobre segurança digital. Como assim? O governo britânico pretende censurar a internet usando a desculpa de “proteger as crianças online”.
No site do governo britânico tem uma matéria sobre:
Reino Unido reforça liderança global em cibersegurança. Primeiro-Ministro britânico anunciou um investimento de £187 milhões no programa TechFirst.
“Como defensor de um ciberespaço livre, aberto e seguro, o Reino Unido está comprometido em trabalhar com parceiros estratégicos como o Brasil para proteger os direitos dos cidadãos no ambiente digital e fortalecer os valores democráticos. Um exemplo concreto dessa cooperação é o programa ”Skills for Digital Safety and Citizenship”, uma iniciativa conjunta da Safernet Brasil e do Governo do Reino Unido, por meio do Digital Access Programme (DAP).
Criado em 2021, o projeto já alcançou mais de 77 mil estudantes e 30 mil professores em 560 escolas públicas de todos os 27 estados brasileiros, promovendo competências essenciais em segurança digital, combate ao cyberbullying, desinformação e privacidade online. A Embaixada Britânica no Brasil reitera seu compromisso com a promoção de um ambiente digital resiliente, inclusivo e seguro, e continuará a colaborar com o governo brasileiro, o setor privado e a sociedade civil para alcançar esse objetivo comum.”
Os brasileiros foram doutrinados com a conversa de que o Brasil é um “país soberano”, mas a verdade é que o Brasil continua a ser uma colônia de exploração do imperialismo britânico. A SaferNet tem parceria com grandes empresas de tecnologia americanas, tais como o Google, o Facebook e o Twitter. A SaferNet e Google promovem formação gratuita sobre supervisão familiar e controle parental.
A SaferNet Brasil oferece um serviço de recebimento de denúncias anônimas de crimes e violações contra os Direitos Humanos na Internet, onde qualquer pessoa pode denunciar contas em redes sociais, Youtube e sites na internet. Essa é uma forma de pessoas sem escrúpulos perseguirem e censuraram aqueles que eles não gostam na internet usando a desculpa de “proteger” as crianças, a democracia, os direitos humanos, combater o “discurso de ódio” e blá blá blá.
Quando alguém é denunciado, e muitas vezes por pura perseguição ideológica ou ignorância, recebe email ou carta pelo correio acusando-o de “Crime Cibernético”. Eu não acredito em nada que venha do governo que está repleto dos piores criminosos. A SaferNet foi criada pelo governo para poder censurar as pessoas online e esse vídeo explica bem:
O Google denuncia para a Safernet os sites que não são aprovados pelas políticas do Adsense. O Google usa as políticas do programa Google AdSense para censurar sites, não permitimos conteúdo que:
- Faça afirmações comprovadamente falsas e que possa prejudicar de forma significativa a participação ou a confiança no processo eleitoral ou democrático;
- Promova declarações prejudiciais sobre saúde ou esteja relacionado a uma grande crise sanitária atual e seja contra o consenso científico oficial;
- Seja contra o consenso científico oficial sobre mudança climática
O Google é o maior censor e manipulador da Internet, bloqueando o acesso a milhões de sites. O Google não gosta se você falar sobre as fraudes eleitorais que aconteceram nos EUA em 2020 e no Brasil em 2022, sobre a farsa pandêmica do Covid, sobre as vacinas tóxicas que adoecem e matam milhões de pessoas, sobre as mudanças climáticas serem causadas por geoengenharia e muitas outras coisas que desafiam a narrativa da mídia fake news e governos corporativos maçônicos.
O OURO DO BRASIL | Roubado pelo Banco de Inglaterra e pelos Rothschild.
O Brasil é, surpreendentemente, o pivot de todo o processo de conquista do poder financeiro mundial praticado pela Família Rothschild e pelo Banco de Inglaterra.
https://mundodecronus.wordpress.com/
Os bancos centrais do mundo têm poder soberano sobre quase todos os governos. Os bancos centrais criam a moeda oficial de um país, chamada moeda legal, ou notas promissórias, mais conhecidas como moeda fiduciária sem valor intrínseco, lastreada apenas pela fé, mas não por ouro ou prata, e então emprestam ao governo do país, forçando o povo a pagar a dívida do governo através do imposto de renda sobre os salários, bem como os juros da dívida que o governo incorre quando toma emprestado o dinheiro do banco central. Os banqueiros Rothschild controlam a maioria dos bancos centrais do mundo, inclusive o do Brasil.
O Estadão pinta o diretor do BC como um novo herói, um Don Quixote contra o centrão. Mas a realidade é bem diferente: bilhões distribuídos a bancos, privilégios escondidos e nenhuma prestação de contas ao Congresso. No fim, o Banco Central segue servindo aos interesses do sistema… pic.twitter.com/H5PdlPfu9O
— Estúdio 5º Elemento (@Estudio5o) September 6, 2025
O PT não governa, quem governa é o STF – Karina Michelin
ESCÂNDALO! Governo LULA financia o PCC através de empresas ligadas ao CRIME OGANIZADO
https://www.youtube.com/watch?v=OnRt3w2v3jg
POR QUE A ESQUERDA PRECISA DO GOLPE PARA SOBREVIVER


































