A corrupção está minando o sistema judiciário ao redor do mundo, negando aos cidadãos o acesso à justiça e o direito humano básico. A corrupção judicial geralmente se divide em duas categorias: interferência política no processo judicial por parte do poder legislativo ou executivo e suborno. Todos perdem quando a justiça é corrompida, em particular os pobres, que são forçados a pagar subornos que não podem pagar. A corrupção judicial significa que a voz dos inocentes não é ouvida, enquanto os culpados agem impunemente.

Subornos e influência política no judiciário corroem a coesão social: um sistema para os ricos e outro para os pobres fragmenta as comunidades. Se o dinheiro, influência e acordos secretos são a base da justiça, simplesmente não existe justiça. O suborno não só torna a justiça inacessível, ele arruína a capacidade do sistema de justiça de lutar contra a corrupção e servir como um farol de independência e responsabilização. Não existe “independência judicial” quando os juízes cedem a pressão para decidir a favor dos interesses políticos.

A não nomeação de funcionários judiciais por mérito pode levar à seleção de um poder judicial flexível e corruptível. Juízes “problemáticos” podem ser transferidos ou ter casos delicados transferidos para juízes mais flexíveis. O suborno, outro fio condutor da corrupção judicial, pode ocorrer em toda a estrutura do processo judicial. Os juízes podem aceitar subornos para atrasar ou acelerar casos, aceitar ou negar recursos, influenciar outros juízes ou simplesmente decidir um caso de uma determinada maneira.

Os funcionários judiciais podem solicitar subornos por serviços que deveriam ser gratuitos, os advogados podem cobrar “taxas” adicionais para agilizar ou atrasar casos, ou para direcionar clientes a juízes conhecidos por aceitar subornos. Os fatores que afetam a susceptibilidade de um juiz incluem, mas não estão limitados a, salários baixos. No meio de tanta corrupção, juízes ativistas de esquerda são nomeados. Associações profissionais ligadas às atividades judiciais, como a Ordem dos Advogados, são consultadas para a nomeação de novos juízes e servidores federais. Mas e se a Ordem dos Advogados for uma organização corrupta?

A interferência de políticos ou funcionários públicos também pode comprar cobertura “legal” para peculato, nepotismo, clientelismo e decisões políticas ilegais. Tal interferência pode ser tão flagrante quanto ameaças físicas e intimidação, e tão sutil quanto a manipulação de nomeações judiciais, salários e condições de serviço. A corrupção no poder judicial inclui qualquer influência inadequada na imparcialidade dos processos e sentenças judiciais e pode estender-se ao suborno de juízes para decisões favoráveis, ou a nenhuma decisão.

A corrupção judicial inclui o uso indevido de fundos e poder judicial, como quando um juiz contrata familiares para trabalhar no tribunal ou manipula contratos de construção e equipamento judicial. Isso também pode ocorrer na alocação tendenciosa de casos e em outros procedimentos pré-julgamento, como quando funcionários judiciais subornados “perdem” arquivos e evidências. Pode influenciar qualquer julgamento ou acordo judicial, e a execução – ou não – de decisões e sentenças judiciais.

Está evidente que o sistema jurídico está a servir os seus próprios interesses e os do Estado, em vez de fazer justiça ao público. Os tribunais civis estão mais focados em defender seu próprio território do que em proteger os direitos e a segurança dos cidadãos. O governo não está mais servindo aqueles que deveria proteger devido a sua justiça e política de dois níveis.

Saturno e a advocacia

No filme “Advogado do Diabo” (1997) um jovem e talentoso advogado da Flórida chamado Kevin Lomax (Keanu Reeves) foi convidado para trabalhar em um poderoso escritório de advocacia da cidade de Nova York chamado Milton, Chadwick & Waters, cujo presidente é John Milton (Al Pacino). Seus advogados, com interesses e clientes do mundo inteiro, defendem principalmente narcotraficantes, ditadores, empresas que lavam dinheiro e criminosos ricos.

John Milton é na verdade Satanás e ele usa seu exército de advogados e juízes corruptos como o ministério do diabo para dominar a humanidade. A empresa representa um caminho para riqueza e poder que, em última análise, leva à corrupção moral e à destruição espiritual. O interessante foi a profissão que o diabo escolheu para corromper e dominar o mundo, a advocacia.

O campo do direito com seus advogados, juízes e assessores jurídicos está intimamente associado ao planeta Saturno, cuja cor é o preto. Nas sociedades secretas da Cabala, que são obcecadas com a dualidade, Saturno é Satanás, a personificação do mal, o rei das trevas, a estrela com chifres (anéis) que é o oposto de Júpiter, a personificação do bem e da sabedoria divina. Saturno e Júpiter nos tempos babilônicos eram chamados de “os Grandes Gêmeos”, Júpiter sendo associado à cor branca, e Saturno a cor preta.

Mas isso não quer dizer que todos os advogados e juízes sejam malignos. Alguns deles são, como acontece com outras profissões, mas o fato é que a Maçonaria se infiltrou profundamente no sistema judicial.

Ordem dos Advogados: A raiz do nosso judiciário corrupto e sem lei? 1

Escolas, Tribunais, Igrejas e o Culto de Saturno. Estas três instituições têm mais semelhanças e origem comum do que seria de esperar. – Eric Dubay

A Ordem dos Advogados e seu poder sobre o judiciário

“Bar association” é a denominação em inglês para a Ordem dos Advogados, uma entidade que congrega e regulamenta profissionais do direito. O termo “bar” significa a grade física (bar) que antigamente separava o público do juiz, jury e advogados em um tribunal, simbolizando a profissão e o sistema judicial. Exemplos incluem a American Bar Association (ABA) nos Estados Unidos e a International Bar Association (IBA).

A Ordem dos Advogados é uma organização privada que exerce grande poder governamental sem qualquer base constitucional ou responsabilização pública. Os advogados e juízes são membros da Ordem dos Advogados. Esses juízes têm autoridade para estabelecer normas locais do tribunal, e os mencionados criaram uma norma local que impede cidadãos comuns de representarem qualquer outra pessoa em seu tribunal ou de “exercerem a advocacia sem licença”.

A ABA/American Bar Association (Ordem dos Advogados dos Estados Unidos), foi fundada em 21 de agosto de 1878. É uma associação voluntária de advogados e estudantes de direito, não restrita a nenhuma jurisdição específica dos Estados Unidos. As atividades mais importantes declaradas pela ABA são o estabelecimento de padrões acadêmicos para faculdades de direito e a formulação de “códigos de ética” modelo relacionados à profissão jurídica. A ABA possui 410.000 membros.

Para obter uma licença, é necessário apresentar o número de inscrição na Ordem dos Advogados. Para quem não sabe, a Ordem é simplesmente um “Sindicato dos Advogados”, e funciona como um clube privado. A ABA está conectada a National Lawyers Guild que é uma associação de esquerda radical composta por advogados, estudantes de direito, trabalhadores jurídicos e advogados penitenciários. A ABA não uma organização imparcial e neutra em questões políticas, muito pelo contrário, seu viés é 100% de esquerda.

Quando os advogados são admitidos na Ordem, tendo consciência disso ou não, eles prestam juramento solene ao Crown Temple (Templo da Coroa) que fica na City de Londres. Isso se deve simplesmente ao fato de que 190 associações de advogados e ordens de advogados em 170 países, escritórios de advocacia e estudantes de direito são membros da International Bar Association (IBA), localizada nas Inns of Court da Crown Temple, que fica fisicamente situada em Chancery Lane, atrás da Fleet Street, em Londres. Embora neguem veementemente, todas as Ordens dos Advogados nos EUA, como a American Bar Association, a Florida Bar ou California Bar Association, são franqueadas da Coroa.

As instituições mais antigas do Reino Unido para formação jurídica são as Inns of Court na City de Londres, que oferecem educação e treinamento jurídico para advogados desde o século XIV. No entanto, para educação formal em nível universitário, a faculdade de direito da Universidade de Edimburgo iniciou sua história com a fundação de uma Cátedra de Direito Civil em 1710, e as Universidades de Oxford e Cambridge formam estudantes de direito desde os primórdios de sua fundação.

As Inns of Court são as quatro associações profissionais de advogados (barristers) que qualificam e regulamentam os advogados (barristers) na Inglaterra e no País de Gales. Outros Inns of Court, como o Middle Temple e o Inner Temple, também têm origens que remontam ao século XV. Todos os barristers devem ser membros de uma das quatro Inns: Gray’s Inn, Lincoln’s Inn, Middle Temple e Inner Temple. Elas oferecem educação, eventos, bibliotecas, acomodações e até mesmo refeições formais (jantares).

As Inns of Court e o Crown Temple utilizam o sistema bancário e judicial da City de Londres, um território soberano e independente que não faz parte da Grã-Bretanha (assim como Washington, D.C., não faz parte dos estados norte-americanos, nem é um estado), para fraudar, coagir e manipular o povo americano. Esses banqueiros e advogados da Fleet Street cometem crimes na América sob o disfarce e a aparência da lei. Eles são conhecidos coletivamente como a “Coroa”. Seus advogados são, na verdade, advogados da Templar Bar. A Ordem dos Advogados se originou na City de Londres que é controlada há séculos pelo Vaticano.

A City de Londres é o principal centro financeiro internacional. É o lar de mais de 250 bancos estrangeiros e se posiciona efetivamente como a maior lavanderia de dinheiro sujo do mundo, a capital do crime global. É o coração e o motor do paraíso fiscal offshore, com Jersey, Guernsey e a Ilha de Man como seus centros de coleta europeus, o Caribe e outros países captando bilhões de dólares americanos de todo o mundo. Embora existam razões válidas e legais para contas offshore, ela tem uma lista de clientes obscura: terroristas, barões da droga, traficantes de armas, políticos e ditadores corruptos, corporações e empresas, milionários e bilionários – a maioria com algo a esconder.

O jornal The Independent noticiou que a City de Londres é o centro mundial de lavagem de dinheiro do narcotráfico, segundo um especialista em crimes de renome internacional. Além disso, todos os especialistas financeiros renomados concordam que, devido às leis financeiras incrivelmente frouxas do governo britânico, o mercado imobiliário londrino se baseia, em grande parte, no dinheiro lavado do crime organizado de todo o mundo, envolvendo paraísos fiscais ocultos, a maioria dos quais britânicos.

Ditadores comunistas, políticos e juízes corruptos de vários países enviam os milhões ou bilhões que eles roubaram da população de seus países para serem “lavados” nos paraísos fiscais da Coroa Britânica. Vários escritórios de advocacia servem como lavanderia de dinheiro do tráfico de drogas e tráfico humano e vários juízes protegem essas redes criminosas.

Quem foi primeiro narcoestado do mundo? A Grã-Bretanha, a mesma que exporta seu sistema jurídico para o mundo todo através das Inns of Court na City de Londres. A Coroa Britânica controlava a Companhia das Índias Orientais que plantava ópio na Índia e depois contrabandeava para a China para vendê-lo ilegalmente aos chineses, nos séculos XVIII e XIX. O dinheiro do tráfico de ópio financiou a Marinha Britânica e a expansão do Império Britânico.

Uma movimentada sala de empilhamento na fábrica de ópio em Patna, na Índia.

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Milhões de pessoas na Índia e na China estavam viciadas em ópio devido às atividades de cultivo e contrabando britânicas. Os britânicos sabiam dos danos que o ópio causa às pessoas viciadas nele. Foi uma ação deliberada que eles estavam dispostos a tomar para enriquecer, assim como os atuais traficantes sabem o perigo que estão infligindo à sociedade. E não só na China ou na Índia, mas os britânicos também forneceram ópio a todos os países, especialmente onde a plantação era uma atividade económica dominante.

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Plantações de açúcar, plantações de café, plantações de chá e plantações de algodão, espalhadas por todo o planeta, estavam comprando ópio dos britânicos. Os fazendeiros compravam ópio dos britânicos, que vendiam aos trabalhadores das plantações para torná-los viciados. Era praticado para fazer os trabalhadores trabalharem em condições horríveis, com longas horas de trabalho árduo. Os trabalhadores foram forçados a comprar sua dose diária de ópio dos proprietários das plantações a um preço alto, mantendo-os eternamente endividados.

Era um círculo vicioso para os infelizes trabalhadores, e a única saída era morrer devido a uma overdose de ópio. Os britânicos travaram duas guerras com a China, conhecidas como Guerras do Ópio, em 1842 e 1856 para promover a sua agenda. Sob o pretexto de “defender o livre comércio”, mesma desculpa que os britânicos usam até hoje, as guerras foram travadas, mas, na verdade, foram orquestradas para forçar os chineses a aceitar que os britânicos comercializassem ópio na China continental para continuar a envenenar sua população.

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As Inns of Court na City de Londres, a “capital do crime global” são um grupo de quatro instituições de considerável antiguidade que historicamente foram responsáveis ​​pelo ensino jurídico no Reino Unido. Seus respectivos órgãos dirigentes, os bancos, exercem o direito exclusivo de admitir pessoas para a prática jurídica por meio de uma convocação formal para a Ordem dos Advogados. São elas: Inner Temple e Middle Temple (ambos localizados na área conhecida como The Temple), Lincoln’s Inn e Gray’s Inn — todos localizados nas proximidades das Royal Courts of Justice, na divisa entre a City de Londres e Westminster.

A Grã-Bretanha se considera “a principal potência branda do mundo”. Para expandir o seu domínio pelo mundo, os britânicos aceitaram estudantes estrangeiros nas escolas e universidades do Reino Unido, um esforço que é considerado uma prioridade de segurança nacional. Os estrangeiros que foram estudar direito nas Inns of Court retornaram aos seus países e fundaram associações de advogados.

Ao longo do tempo, milhões de estrangeiros recebem educação britânica e vários líderes mundiais estudaram no Reino Unido. Após a formatura, esses ex-alunos são observados de perto pelo governo britânico com o propósito de formar uma rede de pessoas em posições de influência em todo o mundo que possam promover os objetivos da política externa britânica, e a advocacia foi o meio perfeito para os britânicos se infiltrarem no sistema de justiça de outros países, e corrompê-los por dentro.

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A atual Rainha da Inglaterra não é a “Coroa”, como todos fomos levados a acreditar. Em vez disso, são os banqueiros e advogados que constituem a verdadeira Coroa ou Crown Temple. Os monarcas aristocratas da Inglaterra não reinam absolutos desde o reinado do Rei João, por volta de 1215. Toda a soberania real da antiga Coroa Britânica passou, desde então, para o Crown Temple (Templo da Coroa) em Chancery. Os EUA não são a nação livre e soberana que o governo federal afirma ser. Se isso fosse verdade, os americanos não seriam controlados pelo Templo da Coroa por meio de seus banqueiros e advogados.

Os governo americano está sendo controlado e manipulado por esse poder estrangeiro privado, pois os banqueiros e advogados nos EUA são uma franquia que jura lealdade à Coroa em Chancery – a Temple Church (Igreja do Templo) da Coroa e seu coro, localizados em Chancery Lane – um corpo manipulador de banqueiros e advogados da elite da City de Londres, que violam a lei americana impondo contratos fraudulentos “legais” – mas totalmente ilegais – ao povo americano. Os bancos governam a Temple Church e os advogados executam suas ordens controlando o judiciário e suas vítimas.

Como o primeiro coro da Temple Church foi construído pelos Cavaleiros Templários, este não é um sistema de governo novo. O coro, ou chancelaria, do Inner Temple (Tribunal do Templo Interior) da Coroa era onde o Rei João estava, em janeiro de 1215, quando os barões ingleses exigiram que ele confirmasse os direitos consagrados na Magna Carta. Este templo na City de Londres era a sede dos Cavaleiros Templários na Grã-Bretanha, onde a Ordem e a Regra foram estabelecidas pela primeira vez, ficando conhecidas como Código.

Com que autoridade a “Coroa” usurpou a soberania natural do povo americano? É aceitável que a Suprema Corte dos EUA decida questões constitucionais nos EUA? Como isso pode ser considerado “constitucional” quando essa mesma Suprema Corte é nomeada (e não eleita) e paga pelo Governo Federal? O sistema jurídico (judiciário) americano é controlado pelo Crown Temple (Templo da Coroa) a partir da independente e soberana City de Londres.

O Sistema do Federal Reserve, que emite as notas de dólar fiduciárias dos EUA, é financiado e controlado pela Coroa da Suíça, sede e origem legal das cartas constitutivas das Nações Unidas, do Fundo Monetário Internacional, da Organização Mundial do Comércio e, mais importante, do Banco de Compensações Internacionais (BIS). Até Hitler respeitou seus banqueiros da Coroa ao não bombardear a Suíça. O BIS em Basileia, Suíça, controla tudo. Os bancos centrais das nações do G7. Quem controla o ouro controla o mundo.

A cidade do Vaticano em Roma, a City de Londres na Inglaterra e Washington D.C. nos EUA são todos centros globalistas de poder. O Vaticano é o poder religioso, a City de Londres é o poder financeiro e Washington é o poder militar. Os Jesuítas Illuminati controlam as três cidades estados. A Ordem dos Advogados não é uma organização imparcial e neutra em questões políticas, muito pelo contrário, seu viés é de esquerda.

O Vaticano e a Coroa Britânica estão utilizando as Associações de Advogados como Cavalo de Troia para controlar o judiciário dos países ocidentais e espalhar o comunismo? O sistema de justiça civil serve aos interesses da Maçonaria.

“O verdadeiro objetivo da Maçonaria é criar todos os pré-requisitos necessários para o triunfo da revolução comunista.”

Christian Rakowsky, membro dos Illuminati

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Quem criou e financia o comunismo pelo mundo?

A Revolução Bolchevique foi uma farsa? O golpe de Lenin em 1917 foi pouco mais que uma “revolução colorida”, um evento encenado e orquestrado por serviços de inteligência britânicos? Fortes indícios sugerem que sim. Na década de 1920, proeminentes exilados russos acusaram a Grã-Bretanha de conspirar para a queda do czar Nicolau II. George Buchanan, embaixador britânico na Rússia de 1910 a 1918, dedicou 16 páginas de suas memórias de 1923 a negar essa acusação. Mas a acusação era verdadeira.

Os serviços secretos britânicos haviam desestabilizado a Rússia, assim como haviam desestabilizado a França em 1789 com a revolução francesa. Eles haviam se infiltrado e instrumentalizado os bolcheviques, assim como haviam instrumentalizado o movimento jacobino contra Luís XVI. Embora o czar fosse tecnicamente aliado da Grã-Bretanha na Primeira Guerra Mundial, as elites britânicas temiam que uma Rússia vitoriosa ameaçasse a hegemonia global britânica. O bolchevismo ofereceu a solução, demolindo o outrora poderoso império do czar e mergulhando a Rússia no caos e na guerra civil.” — RICHARD POE

O livro “Como os britânicos inventaram o comunismo (e culparam os judeus)” do escritor Richard Poe é uma história não contada de Karl Marx, Leon Trotsky, MI6 e a Revolução Russa. A pesquisa de Poe é bem interessante mas ele pecou em algumas coisas. A Coroa Britânica não inventou o comunismo, foram os jesuítas em suas Reduções (Missões) no Paraguai nos séculos XVII e XVIII. Karl Marx, Vladimir Lênin, Joseph Stalin e Leon Trotsky eram nomes falsos. Eles foram treinados no comunismo pelos jesuítas e financiados pelos banqueiros Rothschild e Rockefeller. Todos os quatro eram maçons. Todas as elites financeiras e corporativas são maçons. Esses quatro líderes comunistas estavam a serviço dos interesses das elites maçônicas da Coroa Britânica e do Vaticano.

O Vaticano e a Monarquia Britânica usaram os bancos dos Rockefeller e Rothschild em Wall Street para financiar o golpe anti-russo de Vladimir Lênin em Petrogrado em 1917. Os revolucionários bolcheviques eram principalmente judeus asquenazes, e a missão deles era destruir a dinastia Romanov para a Grã-Bretanha e destruir a igreja ortodoxa russa para o Vaticano, essa última eles quase conseguiram. Os britânicos queriam controlar a riqueza da Rússia e, ao mesmo tempo, enfraquecer a Rússia e a Alemanha

Lenin visitou Londres pelo menos quatro vezes, começando em 1902, quando tinha 32 anos. Os outros anos foram 1905, 1908 e 1911. Ele recebeu financiamento substancial de bancos membros da Pilgrims Society em Londres e Nova York. Na primavera de 1917, Lenin chegou de trem a São Petersburgo. Poucos meses depois, o czar Romanov e toda a sua família e funcionários foram assassinados, desencadeando a tomada do poder pelos bolcheviques.

Karl Marx, Vladimir Lênin, Joseph Stalin e Leon Trotsky com a mão oculta, símbolo dos maçons. A revolução comunista foi orquestrada em Londres pelas elites maçônicas satânicas da Pilgrims Society e Coroa Britânica para se espalhar pelo mundo. Eles tiveram apoio do Vaticano/jesuítas. As primeiras vítimas da praga comunista foram a Rússia e a China, matando milhões de pessoas. A Rússia conseguiu se livrar da praga comunista britânica, a China infelizmente não.

A conexão de Karl Marx com os maçons e os Illuminati 4

Em seu artigo de 2014, “As Origens Britânicas dos Jacobinos Franceses”, Alpaugh observa que os clubes jacobinos radicais da França foram conscientemente modelados a partir de uma organização britânica já existente, a Sociedade Revolucionária de Londres. Este era um grupo de intelectuais ingleses que começou a se reunir na London Tavern, em Bishopsgate, em 1788, ostensivamente para celebrar o centenário da Revolução Gloriosa de Guilherme III. Logo ficou claro, porém, que seu verdadeiro objetivo era incitar a revolução nos dias atuais.

Em 25 de novembro de 1789, quatro meses após a tomada da Bastilha, o rei Luís XVI ainda estava no trono, demonstrando toda a disposição para trabalhar com a nova Assembleia Nacional na formação de uma monarquia constitucional. Infelizmente para Luís XIV, e para toda a França, os acontecimentos tomaram um rumo fatídico naquele dia, que pôs fim a qualquer possibilidade de cooperação.

O catalisador dessa catástrofe foi uma carta da Sociedade Revolucionária de Londres à Assembleia Nacional Francesa que foi lida em voz alta para os membros. Ela inspirou diretamente a formação dos chamados clubes jacobinos, dos quais emergiriam Danton, Marat, Robespierre e o Reinado do Terror.

Os chamados “jacobinos ingleses” ofereceram a seus discípulos franceses um cálice envenenado de “cosmopolitismo, internacionalismo e universalismo” (nas palavras de Alpaugh), instando os idealistas franceses a deixarem de lado os interesses mesquinhos de seu próprio país em favor dos interesses mais amplos da humanidade. Mas os interesses mais amplos da humanidade defendidos pelos “jacobinos ingleses” revelaram-se pouco mais que uma cortina de fumaça para os interesses imperialistas britânicos.

A imagem mostra o czar Nicolau II da Rússia (à esquerda) e o rei George V do Reino Unido (à direita). Eles eram primos de primeiro grau e frequentemente confundidos devido à sua forte semelhança física. George V traiu seu primo Nicolau II, deixando que ele e sua família fossem brutalmente assassinados pelos comunistas.

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O Vaticano controla a Coroa Britânica, o Templo da Coroa na City de Londres e o sistema judiciário na maioria dos países. Dizia-se que o sol nunca se punha no Império Britânico (e pode ser que ainda não se ponha). Dos quase 200 países existentes, os britânicos invadiram todos, exceto 22. Isso representa cerca de 90% de todos os países.

Mongólia, Costa do Marfim, Bolívia e Suécia estão entre o seleto grupo que chegou a 2013 sem uma invasão britânica. Aqui está o mapa mostrando onde (rosa) os britânicos invadiram. Os impérios americano e britânico são os únicos impérios globais até agora e ambos estiveram sob o controle do Império Romano, ou seja, do Vaticano. Todos, ou quase todos, desses países em rosa incorporaram o sistema judicial britânico através de franquias da Ordem dos Advogados. Vários deles foram corrompidos pela praga comunista.

As leis que nos escravizam ao Império Romano do Vaticano e à Coroa Britânica. 6

A praga comunista criada pelos jesuítas é espalhada pelo mundo pela Monarquia Britânica através de seus agentes maçons como os Rockefeller, Rothschild, George Soros e outros bilionários globalistas e suas Fundações e ONGs. As revoluções comunistas na Rússia e China não aconteceram organicamente. Exigiram muito dinheiro e organização, e adivinha de onde veio grande parte disso? Dos bancos de Wall Street de propriedade dos oligarcas Rockefeller e Rothschild.

O bilionário esquerdista George Soros é um fiel servo da Monarquia Britânica e através de sua Fundação Open Society financia políticos, juízes e procuradores ativistas, ONGs e grupos terroristas de esquerda nos EUA e restante do mundo. Um novo relatório indica que toda uma rede de instituições de caridade ligadas a Soros canalizou US$ 40 milhões na ascensão política do comunista nova-iorquino Zohran Mamdani para a prefeitura de Nova York, em um esquema de sonegação fiscal.

Sempre que uma figura obscura como Mamdani ascende na esquerda, geralmente podemos presumir que Soros está envolvido financeiramente de alguma forma. O filantropo bilionário tão amado pela esquerda canaliza dinheiro através de uma complicada rede de comitês de ação política federais e estaduais, bem como organizações sem fins lucrativos, para apoiar financeiramente dezenas de promotores ativistas visando aumentar as taxas de criminalidade nos EUA.

Nos últimos anos, George Soros vem financiando discretamente uma revolução na reforma da justiça criminal nos EUA, distribuindo dezenas de milhões de dólares a candidatos progressistas em disputas para promotor público em todo o país em meio a movimentos para abolir a fiança, proteger criminosos e cortar o financiamento da polícia. É curioso, a esquerda alega odiar bilionários, mas nunca recusa receber dinheiro de Soros e de outros bilionários globalistas. Os comunistas são pro$tituta$ dos oligarcas. George Soros era um traficante de drogas da Rainha Elizabeth II segundo Lyndon LaRouche. Soros é uma fachada para as operações de guerra econômica britânicas.

O homem que criou a lenda de George Soros foi Lord William Rees-Mogg: proeminente jornalista britânico, amigo e confidente da Família Real, amigo próximo e sócio comercial de Lord Jacob Rothschild e pai do político britânico Jacob Rees-Mogg. Descendente de uma antiga família de nobres proprietários de terras, Rees-Mogg sabia que o globalismo sempre foi o credo da aristocracia europeia, cuja única lealdade verdadeira é para com suas famílias. Restaurar o feudalismo é o verdadeiro objetivo oculto do globalismo e o comunismo é a arma utilizada para isso.

Por que a mídia deu cobertura zero ao fato de Soros, um agente de uma potência estrangeira, a Grã-Bretanha, através de sua rede de organizações com isenção de impostos, fundações e sua “generosidade” pessoal, estar comprando políticos, chefes de polícia, juízes e celebridades da mídia? Essa é uma corrupção política da mais alta ordem.

Leia mais: Como os britânicos inventaram George Soros.

Enéas avisou sobre George Soros, Fernando Henrique Cardoso, Lula e Ciro Gomes: o teatro das tesouras. 

O Dr. Enéas Carneiro do partido PRONA 56 fazia discursos visionários que refletiam a realidade exata dos acontecimentos. Por isso era taxado de louco e ridicularizado pelas pro$tituta$ da mídia fake news. Neste vídeo curto, Dr. Enéas já expunha o teatro das tesouras, bem como a identidade narcotraficante de George Soros, apoiador dos candidatos da esquerda brasileira. Não por acaso, Soros – o maior gestor de fundos do Partido Democrata dos EUA financia mídias e influenciadores de esquerda nos quatro cantos do planeta através de sua ONG Open Society Foundations.

Fernando Henrique Cardoso e seu apadrinhado Lula foram financiados pelo agente britânico Soros. Enéas também comenta que FHC, Lula e Ciro Gomes teriam assinado documento de submissão do Brasil às grandes potências Britânica e Americana. Hoje, o projeto de governança por entidades corruptas não eleitas de ONGs esquerdistas vai se materializando a passos largos com táticas de fazer inveja ao NAZlFASClSM0.

O Império Britânico transformou os EUA em seu fantoche

Em 13 de abril de 1919, um destacamento de cinquenta soldados britânicos abriu fogo contra manifestantes em Amritsar, na Índia, matando centenas de pessoas. Os soldados eram indianos, vestindo uniformes britânicos. O comandante deles era inglês. Quando o Coronel Reginald Dyer deu a ordem, cinquenta indiano abriram fogo contra seus próprios compatriotas, sem hesitar, e continuaram atirando por dez minutos.

Isso se chama “soft power” (poder brando). O Império Britânico foi construído sobre ele. O poder brando é a capacidade de seduzir e cooptar outros para que façam o que você quer. Alguns chamariam isso de controle mental. Por meio do uso do poder brando, um país pequeno como a Inglaterra pode dominar países maiores e mais populosos. Até mesmo os poderosos Estados Unidos ainda cedem à influência britânica de maneiras que a maioria dos americanos não entende.

Por mais de cem anos, os americanos tem sido implacavelmente empurrados rumo à globalização, contrariando seus próprios interesses. A pressão pelo globalismo vem principalmente de grupos de fachada britânicos que se fazem passar por centros de estudos americanos e associações de advogados. Os mais proeminentes entre eles é o Conselho de Relações Exteriores (CFR), que promove a unidade anglo-americana e o globalismo, e a A Ordem dos Advogados dos Estados Unidos (ABA) que criou um cartel jurídico para controlar os tribunais.

Os líderes britânicos na virada do século XX reconheceram que a Inglaterra não podia mais se dar ao luxo de policiar seu império global. Eles elaboraram um plano para transferir o custo do império para os Estados Unidos. O plano era que os americanos policiassem o mundo, às suas próprias custas, enquanto a Grã-Bretanha daria as cartas, mantendo o controle da política imperial. Essa é a essência do Atlantismo. Um grupo secreto chamado Mesa Redonda foi formado em 1909, em parte com fundos do Rhodes Trust, para colocar esse plano em ação.

Aproximadamente de 1909 a 1945, a Mesa Redonda gradualmente inseriu os Estados Unidos em uma teia de interdependência com a Grã-Bretanha. Isso ocorreu, em primeiro lugar, com a criação do Conselho de Relações Exteriores (CFR) em 1921, para exercer controle indireto sobre a política externa americana. Em segundo lugar, foram estabelecidas entidades transnacionais, como a ONU, a OTAN e a aliança de inteligência  Five Eyes (Cinco Olhos), que atrelaram ainda mais os EUA ao destino da Grã-Bretanha.

Dessa forma, os britânicos garantiram o apoio dos EUA a quaisquer operações militares futuras que desejassem empreender. Tendo garantido a cooperação dos EUA, o próximo passo foi a descolonização, conceder autogoverno às colônias britânicas, para que a Inglaterra não precisasse mais arcar com o ônus de policiá-las e defendê-las sozinha.

O radicalismo da ABA está em desacordo com a Constituição dos EUA. 

Durante décadas, os americanos foram levados a acreditar que seu sistema jurídico é construído sobre princípios de justiça, equidade e estado de direito. Mas essa não é a verdade. A verdade é muito feia. O sistema judicial que existe hoje foi sequestrado e instrumentalizado contra as mesmas pessoas que deveria proteger. E no cerne dessa corrupção? A Ordem dos Advogados dos Estados Unidos (ABA) e todo o cartel jurídico que controla os tribunais.

A ABA não é uma instituição neutra e apolítica. É uma  organização radicalizada e ideologicamente capturada que exerce enorme influência sobre as nomeações judiciais, o ensino jurídico e toda a prática da advocacia. Senadores republicanos, incluindo Eric Schmitt, Ted Cruz, Marsha Blackburn, Josh Hawley, Bernie Moreno e Mike Lee, pediram ao presidente Trump que removesse completamente a ABA do processo de nomeação judicial e a procuradora-geral Pamela Bondi fez exatamente isso. Mas remover a ABA das nomeações judiciais não é suficiente. A própria Ordem dos Advogados precisa ser abolida.

Leia mais: Governo Trump se distancia da Ordem dos Advogados dos EUA e encerra todo tratamento especial que ela recebia do Departamento de Justiça.

Ordem dos Advogados: A raiz do nosso judiciário corrupto e sem lei? 7

Cerca de 190 associações de advogados e ordens de advogados em 170 países, escritórios de advocacia e estudantes de direito são membros da International Bar Association (IBA) que promove as agendas do Fórum Econômico Mundial, ONU e Clube Bilderberg como DEI, mudanças climáticas, ESG, Net Zero, imposto de carbono entre outras. A IBA é uma agência a serviço do Vaticano e Coroa Britânica para espalhar pelos seus membros as agendas anti-humanas das elites globalistas. Tem um ditado que diz que o melhor lugar para o diabo se esconder é na Igreja. Mas outro lugar perfeito para o diabo se esconder é na IBA e seus membros.

A Ordem dos Advogados controla o Judiciário, e esse é o problema. Toda a profissão jurídica funciona como um clube exclusivo, que existe não para proteger os direitos individuais, mas para manter o poder. Advogados e juízes são formados pelas mesmas instituições corruptas, instruídos com as mesmas leis complexas e condicionados a acreditar que servem à “justiça” quando, na realidade, servem  a um sistema burocrático inchado, criado para suprimir a liberdade .

Quem cria as leis? Quem as aplica? Quem as interpreta? Quem decide se você terá justiça? Os advogados filiados a Ordem dos Advogados, uma organização privada sem qualquer base constitucional ou responsabilização pública. É um sistema fechado onde eles criam as regras, aplicam as regras e depois dizem por que as regras não podem ser alteradas. Não é um sistema de justiça, é um sistema de controle. E, claro, eles têm imunidade. Isso significa que, não importa quão grave seja a privação dos direitos dos cidadãos, ou quão profundamente essa ação cause danos irreparáveis ​​às vidas, os criminosos da Ordem dos Advogados e aqueles de toga preta são intocáveis.

As entidades judiciais responsáveis ​​por reclamações em cada estado são administradas por membros do próprio “clube” e, portanto, a grande maioria das reclamações contra a Ordem dos Advogados são sumariamente rejeitadas, sem nunca mais serem analisadas. Apenas uma fração de 1% (esse número oscila entre 0,22% e 0,38%) dos advogados com reclamações contra eles são disciplinados. Este é um jogo viciado. A ABA exerce um controle absoluto sobre a profissão jurídica, ditando quem pode exercer a advocacia e quais regras devem seguir.

Os juízes, quase sempre escolhidos entre os membros da Ordem dos Advogados, não são árbitros imparciais da justiça. São executores de uma estrutura legal concebida para servir ao próprio sistema, e não ao povo. A Ordem dos Advogados garante que os juízes que se desviem das normas, que ousem julgar com base em verdadeiros princípios constitucionais em vez de precedentes legais fabricados pelo establishment, sejam colocados em listas negras e ostracizados.

É por isso que o judiciário é tão desrespeitoso. Esses supostos “juízes” de toga preta aprovam automaticamente a destruição dos direitos individuais enquanto se escondem atrás de jargões jurídicos e precedentes. Quando os advogados fazem um juramento de “defender a lei”, estão jurando lealdade a um sistema que nunca deveria ter existido. Para ser advogado no Brasil, é necessário concluir o curso de Direito, ser aprovado no Exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e obter o registro na OAB. O mesmo procedimento acontece no Reino Unido, França, Itália, EUA, Argentina e outros países.

É na City de Londres, sede da Maçonaria Britânica, supervisionada pela Monarquia Britânica e pelo Duque de Kent, que a Maçonaria Mundial é governada. Isso inclui a Ordem Maçônica do Grande Oriente e o Rito Escocês. Todas as ordens de advogados do mundo estão diretamente vinculadas à International Bar Association e ao Inns of Court no Templo da Coroa, na City de Londres. Todas as leis, advogados e sistemas judiciais dos Estados Unidos surgiram de um sistema extremamente duvidoso e antidemocrático que favorece os maçons ricos e mantém os plebeus na ignorância.

Ordem dos Advogados: A raiz do nosso judiciário corrupto e sem lei? 8

Os Estados Unidos foram construídos sobre um sistema de direito consuetudinário. Antes da Ordem dos Advogados, antes que esse cartel judicial assumisse o controle, o sistema jurídico era muito mais simples e muito mais justo. Você não precisava de um diploma de direito para se defender em um tribunal.  As pessoas se representavam. A justiça era decidida por um júri de pares, não por um burocrata de carreira de toga que não responde a ninguém.

Os tribunais de direito consuetudinário foram concebidos para serem rápidos, eficientes e justos. Não exigiam milhões de dólares em honorários advocatícios nem anos de litígio. Não permitiam artimanhas legais nem manipulação de leis. Tratavam-se de justiça genuína, onde um júri de cidadãos comuns decidia o que era certo e o que era errado. Compare isso com os tribunais de hoje, onde seu destino é determinado não por seus pares, mas por juízes e advogados que são financeiramente incentivados a prolongar os processos por anos. Onde as leis, e não a moral, ditam o resultado dos casos. Onde o processo, e não a justiça, reina supremo.

O resultado? Um sistema onde, em 95% dos casos, eles erram. Eles privam as pessoas de seus direitos inalienáveis, negam-lhes o devido processo legal e destroem vidas em nome da legalidade. E quando você tenta denunciar esses crimes? Boa sorte. Juízes protegem juízes. Advogados protegem advogados. A raposa cuida do galinheiro. Toda a estrutura da Ordem dos Advogados deve ser desmanteladas. Chega de monopólios jurídicos. Chega de elites judiciais ditando nosso destino. Devemos retornar a um sistema onde a justiça pertença ao povo, não aos advogados do Culto de Saturno.

Isso significa: Abolir a Ordem dos Advogados e eliminar a exigência de licença estadual para advogados. Acabar com a imunidade judicial e responsabilizar os juízes por seus crimes. Restaurar os tribunais de direito comum, onde os cidadãos, e não os advogados, determinam a justiça. Garantir que todos os casos, especialmente aqueles que envolvem direitos fundamentais, sejam decididos por júris, e não por juízes.

Ordem dos Advogados: A raiz do nosso judiciário corrupto e sem lei? 9

O Departamento de Educação dos EUA permite que um braço da ABA credenciasse praticamente todos os cursos de Direito do país. Quase todos os tribunais supremos estaduais exigem que os futuros advogados obtenham um diploma de um programa de Direito credenciado pela ABA para prestar o exame da Ordem, que determina se eles podem se tornar advogados. Isso significa que a ABA detém um monopólio virtual no ingresso na profissão jurídica nos EUA, da mesma forma que a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e em outros países.

Ela usa esse monopólio para promover a extrema esquerda e privar os americanos de advogados e juízes dedicados à Constituição dos EUA. Talvez o exemplo mais óbvio sejam as exigências discriminatórias do DEI. A ABA exigiu que todas as faculdades de direito ensinem DEI (Diversidade, Equidade e Inclusão). Em virtude da recusa do governo Trump em financiar universidades que utilizam políticas DEI, a ABA suspendeu temporariamente essas exigências, mas não se pode confiar que ela não as reintroduza sorrateiramente. A esquerda controla a maior parte do sistema jurídico e vários indicadores comprovam isso.

É importante entender que “direito de esquerda” é uma contradição em termos. O esquerdismo, como teoria política, opõe-se fundamentalmente aos próprios conceitos de justiça e direito, enquanto usa esses termos com diferentes definições para confundir e manipular o que é simples. O princípio dominante da esquerda é o poder, não a justiça. É por isso que a esquerda exige o DEI para impor uma hierarquia discriminatória de pessoas baseada em suas identidades de grupo atribuídas pelo governo, em vez de seus direitos naturais iguais e que são preexistentes a qualquer governo.

Seu radicalismo de esquerda faz com que a ABA, sistematicamente, contrarie todo o sistema jurídico americano, em desacordo com a Constituição dos EUA. Isso representa uma ameaça existencial para o país, como ilustrado recentemente pelas dezenas de juízes ativistas federais que a ABA ajudou a promover e que decidiram que o presidente eleito por 80 milhões de americanos pode ser obstruído por juízes não eleitos. Com juízes ativistas como esses que a ABA promove, os Estados Unidos perderão rapidamente os últimos resquícios de sua ordem constitucional.

Dezenas de juízes federais ativistas, a maioria nomeados por Obama e Biden, tentam usurpar o poder executivo ao anular decisões tomadas pelo presidente Trump. “Injunções ilegais em todo o país por juízes radicais de esquerda podem muito bem levar à destruição do nosso país! Essas pessoas são lunáticas, que não se importam, nem um pouco, com as repercussões de suas decisões muito perigosas e incorretas,” Trump escreveu no Truth Social.

“O perigo é incomparável! Estes Juízes querem assumir os Poderes da Presidência, sem terem obtido 80 milhões de votos”, continuou. Trump ainda caracterizou as ações dos juízes ativistas como de querer todas as vantagens de ser presidente sem correr nenhum risco. Karoline Leavitt, alegou que houve um “esforço concertado da extrema esquerda” para escolher juízes que estavam “claramente agindo como ativistas partidários” para lidar com casos envolvendo a administração republicana.

Expulsos do poder pelos eleitores americanos, os democratas estão recorrendo a juízes ativistas para desafiar Trump. Os juízes dos tribunais federais inferiores não têm autoridade constitucional para governar por liminar e minar o poder executivo, mas mesmo assim eles estão tentando encerrar os esforços de reforma de Trump com uma saraivada de liminares. Tudo isso significa uma espécie de golpe judicial contra o presidente em exercício e contra os milhões de americanos que votaram nele. E a comunista ABA aplaudiu o golpe judicial pois é subserviente aos interesses dos advogados e banqueiros da City de Londres que desejam derrubar de Trump.

Leia mais: Sindicato Criminoso Judicial exposto: Traidores apoiados pelos britânicos devem enfrentar as consequências por sua conspiração para derrubar os Estados Unidos.

Nayib Bukele, presidente de El Salvador, disse que “juízes ativistas de esquerda” destruíram El Salvador, então ele fez o impeachment desses juízes radicais em 2021 para consertar o país. Simples assim! Bukele acabou com o circo do ATIVISMO JUDICIAL da esquerda que transformou El Salvador no pais mais perigoso do mundo.

“Se você não destituir os juízes corruptos, NÃO PODERÁ consertar o país. Eles formarão um cartel (uma ditadura judicial) e bloquearão todas as reformas, protegendo a corrupção sistêmica que os colocou em seus cargos”. – Nayib Bukele

“A única maneira de restaurar o governo do povo nos Estados Unidos é destituir os juízes. Ninguém está acima da lei, incluindo os juízes. Foi o que foi necessário para consertar El Salvador. O mesmo se aplica a América”. – Elon Musk

O presidente Trump disse: "estamos lutando contra um inimigo invisível". Quem seria? 13

“A Evolução da Operação Arctic Frost”

Novos arquivos do FBI confirmam o que antes era considerado uma “teoria da conspiração”. O codinome era Arctic Frost — uma operação do FBI de 2022 que tinha como alvo o presidente Trump, membros republicanos do Congresso e centenas de organizações conservadoras. Agora, arquivos do FBI recém-divulgados confirmam que a operação foi muito maior do que qualquer um imaginava. Novos arquivos do FBI revelam que Jack Smith tinha como alvo todo o aparato político republicano.

Jack Smith é um advogado esquerdista americano que atuou no Departamento de Justiça do governo Biden como um Procurador especial. A esposa e sogra de Smith têm conexões com George Soros, o agente da Coroa Britânica. A Operação Arctic Frost, lançada por Jack Smith e pelo governo Biden, foi uma tentativa de eliminar o movimento MAGA de Trump e perseguir muitas das principais figuras do partido republicano.

O Comitê Judiciário da Câmara, liderado pelos republicanos, divulgou novos documentos sobre a Operação Arctic Frost, que revelaram que a investigação foi muito mais abrangente do que se pensava anteriormente. Qual foi o crime? Não houve crime. Smith e a equipe de Biden estavam tentando erradicar o MAGA do país, eliminando mais de 100 de seus líderes estaduais e nacionais.

Desde que assumiu seu segundo mandato, o presidente Donald Trump emitiu uma série de ações executivas visando grandes escritórios de advocacia, incluindo medidas como revogando autorizações de segurança na Perkins Coie ou cancelando contratos federais com Susman Godfrey, argumentando que estes são necessários para evitar abusos do sistema jurídico e dos tribunais federais.

O presidente Trump acredita que advogados e escritórios de advocacia devem ser responsabilizados quando se envolvem em conduta ilegal ou antiética, especialmente quando sua má conduta ameaça nossa segurança nacional, segurança interna, segurança pública ou integridade eleitoral,” afirma uma ficha informativa da Casa Branca detalhando a lógica por trás de algumas das ações de Trump em relação aos escritórios de advocacia.

Um exemplo de “conduta flagrante” levantada na ficha informativa é o envolvimento de um ex-advogado da Perkins Coie na “criação de um dossiê falso para interferir nas eleições presidenciais de 2016,” descrevendo tal comportamento como “muito comum na profissão jurídica.” Em 2016, enquanto representava a então Secretária de Estado Hillary Clinton, Perkins Coie desempenhou um papel na encomenda do dossiê Steele, que fazia alegações agora desacreditadas de que Trump tinha conspirado com a Rússia para influenciar o resultado das eleições presidenciais.

Ordem dos Advogados: A raiz do nosso judiciário corrupto e sem lei? 11

A procuradora-geral dos EUA, Pam Bondi, nomeada por Trump e esteio da sua administração, escreveu um carta a Ordem dos Advogados dos Estados Unidos anunciando que reduzirá significativamente o papel que eles desempenham na avaliação das escolhas judiciais de Trump, citando um “viés” em seus processos de classificação. A ABA “não orientará mais os indicados a fornecer isenções permitindo que a ABA tenha acesso a informações não públicas, incluindo registros da Ordem dos Advogados”, ela escreveu. “Os indicados também não responderão aos questionários preparados pela ABA e não participarão de entrevistas com a ABA.”

“A ABA não funciona mais como um árbitro justo das qualificações dos indicados’, e suas classificações invariavelmente e demonstravelmente favorecem os indicados apresentados pelas administrações democratas”, alegou Bondi. “A recusa firme da ABA em corrigir o viés em seu processo de classificação, apesar das críticas do Congresso, da Administração e da academia, é inquietante.”

Chad Mizelle, Chefe de Gabinete do Departamento de Justiça, disse no X que:

“A Ordem dos Advogados dos Estados Unidos avalia os indicados com base na política, não nas qualificações. Alguns membros do comitê da ABA até decidiram que Clarence Thomas, um dos maiores juristas do nosso tempo, não estava “qualificado” para servir como juiz. Esse é apenas um exemplo. A ABA tornou-se pouco mais do que um grupo de defesa de esquerda. Sob a liderança de @AGPamBondi, nós os trataremos como tal.”

Por muito tempo, nos disseram que o sistema jurídico é complexo demais para que pessoas comuns o entendam. Que precisamos de “profissionais jurídicos qualificados” para nos guiar por ele. Que a justiça é algo que apenas alguns poucos com credenciais podem administrar. Isso é mentira. Atualmente não existe uma nação onde a justiça seja acessível, onde o povo, e não as elites jurídicas não eleitas, determinava seu próprio destino. Chegou a hora de retomá-lo. Abolir a Ordem dos Advogados e restaurar o direito consuetudinário.

Leia mais: A administração Trump e todos os estados republicanos devem abandonar a Ordem dos Advogados dos Estados Unidos (American Bar Association).

Porque há tanta corrupção e injustiça no mundo? Devido ao sistema judiciário maçônico! A Maçonaria, com sua lógica elitista, corrupta, traiçoeira, revolucionária, manipuladora e globalista, é incompatível com a existência de um estado soberano e no serviço a população. Todo político, policial, militar, juiz e funcionário público que for membro de uma sociedade secreta está traindo sua nação.

O Poder Judiciário não é outra coisa senão o braço armado das finanças internacionais e da Maçonaria. O Legislativo, Executivo e Judiciário são ILEGÍTIMOS pois servem aos interesses da Maçonaria e não ao povo. Como em todas as democracias liberais, o Judiciário não é um órgão que responde aos interesses da nação e cujo objetivo final é a proteção da justiça.

No Brasil, os juízes ativistas do Supremo Tribunal de Justiça (STF) deram um golpe eleitoral com ajuda do Vaticano, USAID, CIA e governo Biden para colocar o ex-presidiário Lula na presidência, um defensor de carteis de drogas como o PCC e Comando Vermelho. Além disso os togados do STF ignoram a Constituição completamente, protegem líderes do narcotráfico, prendem pessoas inocentes e soltam bandidos aos montes, ganham milhões vendendo sentenças, prenderam o ex-presidente Bolsonaro com acusações e um julgamento falsos, causaram grande insegurança jurídica no país, impediram transparência nas eleições e impuseram uma ditadura judicial com perseguição política para proteger o bandido Lula.

E a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) não deu um pio sobre todos esses crimes dos juízes ativistas na mais alta corte de “justiça” do país. Nem a ABA e a IBA se pronunciaram sobre a ditadura judicial no Brasil.

Ordem dos Advogados: A raiz do nosso judiciário corrupto e sem lei? 12

No Brasil, os juízes ativistas da esquerda deram um golpe de Estado e nos Estados Unidos estão tentando fazer o mesmo. Quando os maçons se infiltram em todos os cantos das instituições do Estado, eles mudam a sua agenda e os seus objetivos, que são incompatíveis com os do bem comum. Aqueles que não são maçons, por exemplo, são descartados das diversas competições para ascender ao topo do Estado, assim como aqueles que não fazem parte desta sociedade secreta dificilmente terão uma carreira no judiciário, órgão profundamente contaminado pela infiltração maçônica, como na política.

“A Maçonaria constitui um Estado dentro do Estado, o chamado Deep State, pois esta sociedade secreta exige que seus “irmãos maçons” sigam as diretrizes da Maçonaria mesmo quando estas entram em conflito com as do Estado. A natureza da Maçonaria é irremediavelmente subversiva e trabalha para os interesses das elites financeiras e corporativas, e não para o povo.” 

“Os juízes não são funcionários a serviço do povo que paga seus altos salários. Eles são militantes a serviço da esquerda progressista e da Maçonaria. Isso explica perfeitamente por que não existe um judiciário “independente” e por que temos um judiciário que viola as leis para encobrir os crimes dos poderosos.” 

“O judiciário tem a tarefa de preservar a dominação de poucas famílias oligarcas que são as que detêm o poder real e são as verdadeiras gestoras da democracia liberal. O judiciário é o braço armado das elites do Fórum Econômico Mundial, ONU, Clube de Roma, Comitê dos 300, Grupo Bilderberg e demais organizações globalistas.”

Cesare Sacchetti, jornalista italiano.

Porque a mídia não denuncia como o “sistema de justiça” é controlado pela Maçonaria? Não denuncia pois a mídia também é controlada por maçons. O verdadeiro poder que governa a Máfia é a Maçonaria e as finanças internacionais. Podemos confiar em juízes e advogados que são maçons?

Os maçons são obrigados a mentir e até mesmo a cometer perjúrio para proteger outros maçons. Eles também são obrigados a obedecer até mesmo a ordens que sabem ser imorais. De acordo com o MANUAL DE MAÇONARIA de Ronanyne, página 183:

“Você deve ocultar todos os crimes de seus irmãos maçons, exceto assassinato e traição, e estes somente por sua própria escolha, e caso seja convocado como testemunha contra um irmão maçom, certifique-se sempre de protegê-lo. Prevarique [falsifique], não diga toda a verdade sobre o caso dele, guarde seus segredos, esqueça os pontos mais importantes. Pode ser perjúrio fazer isso, é verdade, mas você está cumprindo suas obrigações e lembre-se de que, se cumprir rigorosamente suas obrigações, estará livre de pecado.” (Edmond Ronayne, “Manual Maçônico”, página 183)

Advogada do Comando Vermelho se reúne com o juiz ativista Alexandre de Morais no STF para pedir proteção aos narcotraficantes. O Brasil se tornou um narcoestado com a ajuda de advogados e juízes corruptos. Os carteis do CV e PCC estão sendo protegidos pelo golpista Lula e seus advogados no STF. Mais de 200 milhões de brasileiros viraram reféns de uma narcoditadura de toga preta. A OAB, ABA e IBA estão achando tudo lindo!

Essas duas fotos mostram o Supremo Tribunal de Justiça da Grã-Bretanha com as mesas no formato de um grande “olho que tudo vê” maçônico onde os juízes se sentam. Os maçons adoram esfregar seus simbolismos na cara das pessoas.

Dentro do STJ – Supremo Tribunal de Justiça em Brasília, vemos o mesmo “olho que tudo vê” maçônico dentro de uma mão. Da mesma forma que Washington D.C. nos EUA, Brasília foi idealizada e projetada por maçons.

Recebi um vídeo no Telegram que fala sobre a Ordem dos Advogados. Achei interessante e coloquei a transcrição abaixo:

“Tudo bem, vamos falar sobre algo que pode parecer complicado, mas é um argumento central que pode abalar os próprios alicerces do nosso sistema jurídico. É sobre a Ordem dos Advogados e por que sua autoridade pode ser completamente nula desde o início. Fique comigo porque isso é profundo. Então, quando pensamos no sistema jurídico, pensamos em juízes, advogados e tribunais, certo? E você provavelmente presume que todos fazem parte do governo que opera de acordo com a constituição. Mas e se eu lhe dissesse que a entidade que controla quase todos os advogados e juízes, a Ordem dos Advogados, é na verdade um clube privado, uma organização não governamental.

É aqui que o problema começa. Este é um argumento estrutural central que venho desenvolvendo. A Ordem dos Advogados foi criada sem o que se chama de consideração legal dos pesos e contrapesos que são fundamentais para a nossa constituição. Pense nisso. Os fundadores dos Estados Unidos estavam obcecados em separar os poderes legislativo, executivo e judiciário, para evitar que qualquer grupo tivesse demasiado controle. Eles queriam um sistema onde o poder fosse equilibrado. E, em última análise, o poder vinha do povo. Mas onde a Ordem dos Advogados se enquadra nisso? Em lugar nenhum. Não é um ramo co-igual do governo.

Não existe um órgão de equilíbrio que represente a autoridade do direito consuetudinário do povo para verificar o poder da Ordem dos Advogados. Em vez disso, esta organização privada conseguiu inserir-se tanto no sistema legislativo, influenciando as leis, como no sistema judiciário, controlando quem pode ser advogado ou juiz. No entanto, permanece quase completamente imune à responsabilização pública. Você não pode votar nele. Você não pode usar a Lei de Liberdade de Informação para ver seus registros.

Cruzaram uma linha constitucional entre o que deveria ser autoridade governamental delegada e o que é claramente um interesse privado. Isso nos leva ao conceito jurídico de falta de consideração. Em termos simples, qualquer contrato ou acordo só é válido se ambas as partes derem algo de valor em troca. Isso é chamado de consideração. Se um lado obtiver todo o poder e o outro lado não obtiver nada, nenhuma supervisão, nenhuma responsabilidade, então o contrato será nulo desde o início.

Void Ab Initio, como dizem os advogados. Então vamos aplicar isso. A autoridade da Ordem dos Advogados não emana do povo. Vem de uma estrutura autorregulada. Eles fazem suas próprias leis. Eles impõem suas próprias leis e punem qualquer um que as quebre. Não existe um órgão de reciprocidade, nenhum grupo externo que limite ou revise as suas ações de uma forma significativa. O Judiciário, que deveria ser o mecanismo de controle, está lotado de membros da Ordem dos Advogados. É um ciclo fechado. Esta não é apenas uma pequena questão de procedimento.

Este é um defeito fundamental porque não houve contraprestação legítima. Como não há equilíbrio de poder representando o povo, toda a sua reivindicação de autoridade é indiscutivelmente nula e sem efeito. Desde o início, esse argumento não é apenas uma reclamação. Constitui a base de uma contestação jurisdicional. Em primeiro lugar, questiona-se se eles tiveram alguma vez o direito de governar a profissão jurídica. Quando uma entidade privada exerce tanto poder governamental sem qualquer base constitucional ou responsabilização pública, não se trata apenas de uma desequilíbrio. É um colapso de todo o sistema concebido para nos proteger. E esse é o argumento que precisamos começar a denunciar em alto e bom som. O imperador está sem roupas e é hora de apontarmos isso.”

O judiciário administra o golpe do Vaticano da Lei Marítima do Almirantado 

As três jurisdições do Tribunal são as seguintes:

Tribunal eclesiástico, baseado na lei bíblica do Antigo Testamento, e trata de um ser humano de carne e osso. Esta é a lei da terra, pois terra e homem são a mesma palavra.

O direito canônico grego é o código de leis interno e organizado da Igreja. Embora baseado nas leis da jurisdição eclesiástica, o cânone também inclui artigos, seções e capítulos. A Igreja e a Santa Sé reivindicam o estatuto de pessoas morais. A jurisdição também abrange: Tribunais do Almirantado (militares) e Tribunais Marítimos (comerciais)

Essas jurisdições foram entregues ao Inner Temple depois que a Rainha Elizabeth I da Inglaterra construiu a Marinha Inglesa, financiada pela Casa Pallavacini da Santa Sé (Vaticano). Sob o comando da Coroa Privada, o Inner Temple, essa jurisdição passou para Washington D.C. nos contratos firmados após a Primeira Guerra Mundial. Isso fazia parte da moeda de troca que levou os Estados Unidos à Primeira Guerra Mundial, para a Grã-Bretanha, o governo precisava apoiar a criação de Israel. Logo, Israel é uma criação das famílias da Nobreza Negra por trás da Santa Sé.

A Lei do Almirantado e a Lei Marítima são jurisdições operadas pelo Inner Temple , que por sua vez está ligado à Santa Sé através dos Templários. Isso significa que o cânone grego bizantino opera através do Inner Temple pelo menos desde a Guerra Civil Inglesa, em nome da Santa Sé. Elizabeth I construiu a Marinha, financiada pela Casa Pallavacini em nome da Santa Sé , o que, por sua vez, conferiu ao Inner Temple o direito de supervisionar as jurisdições relacionadas ao Mar/Sé.

Levou mais tempo, até o Concílio Vaticano II, para que as sociedades secretas do Inner Temple, ligadas aos Templários, derrubassem o cânone romano e instalassem o grego. Portanto, Washington D.C., como sede da Marinha, em nome do Inner Temple, administra toda a carga marítima. É por isso que todas as nossas certidões de nascimento e governos são registrados na Comissão de Títulos e Câmbio (SEC) dos EUA.

A República Federativa do Brasil é, afinal, uma Empresa-Governo registrada na SEC e está completamente submissa às instituições financeiras internacionais, tem de apresentar à SEC. relatórios anuais do Orçamento de Estado e está categorizada, atualmente, como país de elevadíssimo risco de investimento. Os governos são corporações se passando por governos e seus cidadãos, e tudo que eles acham que lhes pertencem, são propriedade da corporação.

E seu status de “propriedade” ou “escravo” da corporação que finge ser seu governo está na forma que seu nome está escrito em LETRAS MAÍSCULAS em sua certidão de nascimento, carteira de identidade, carteira de motorista e qualquer documento emitido por órgãos públicos. Esse golpe da Lei Marítima do Almirantado é protegido pelos Tribunais de Justiça Civil.

Leia mais:

Quando um governo se torna uma corporação, o que você precisa saber.

Sua certidão de nascimento é um título no sistema financeiro globalista.

Ordem dos Advogados: A raiz do nosso judiciário corrupto e sem lei? 13

A mão oculta maçônica no sistema judiciário

Dentro das instituições legais e regulatórias do Reino Unido, uma questão antiga continua a intrigar, preocupar e dividir opiniões: a Maçonaria exerce influência indevida sobre os sistemas judiciais e regulatórios da Grã-Bretanha? Investigações históricas revelaram conexões preocupantes entre redes maçônicas e corrupção na aplicação da lei.

A Grande Loja Unida da Inglaterra (UGLE), fundada em 1717, mantém há muito tempo laços estreitos com o establishment britânico. A historiadora Marsha Keith Schuchard observa que a Grande Loja foi originalmente organizada pela administração Whig como um “contraponto legalista hanoveriano à revolta jacobita de 1715”, estabelecendo conexões políticas desde o seu início.

No final do século XX, a Maçonaria estava profundamente enraizada nas instituições britânicas. Como um advogado descreveu a Ordem dos Advogados na década de 1980, ela era “uma das instituições mais maçônicas do mundo”, com estimativas sugerindo que até 90% dos funcionários do sexo masculino com mais de trinta anos eram maçons.

As preocupações públicas sobre essa influência ganharam impulso significativo após trabalhos investigativos como “The Brotherhood” (1984), de Stephen Knight, e “Inside the Brotherhood” (1989), de Martin Short. Essas obras geraram ampla discussão sobre se os juramentos maçônicos e os laços de fraternidade poderiam potencialmente entrar em conflito com as obrigações profissionais, particularmente no sistema legal.

Em 1996, a crescente preocupação pública levou o Comitê de Assuntos Internos da Câmara dos Comuns a lançar um inquérito inovador sobre a “Maçonaria na Polícia e no Judiciário”, marcando o primeiro exame parlamentar sistemático da influência maçônica nas instituições jurídicas britânicas.

O Terceiro Relatório do Comité, publicado em Março de 1997, chegou a várias conclusões significativas. Embora tenha concluído que “não há nada nos juramentos (maçônicos) que pareça sinistro”, o Comitê reconheceu “uma percepção pública generalizada de que a maçonaria pode ter uma influência prejudicial ao sistema de justiça criminal”

Operação Tibério: Evidências concretas da corrupção maçônica

Embora o debate político sobre os requisitos de divulgação tenha evoluído, uma investigação confidencial da Polícia Metropolitana revelou conexões perturbadoras entre o crime organizado e a Maçonaria. A Operação Tibério, conduzida em 2002, mas vazada apenas para o The Independent em 2014, descobriu que organizações criminosas usaram conexões maçônicas para “recrutar policiais corruptos” dentro da Scotland Yard.

De acordo com o relatório, esse era “um dos aspectos mais difíceis de provar contra a corrupção do crime organizado”. A investigação identificou policiais em serviço no leste de Londres que eram maçons tentando descobrir quais detetives estavam investigando o crime organizado por meio de outros policiais que também eram membros da loja. O relatório implicou 19 ex-oficiais e 42 então em serviço em corrupção.

John Palmer, um criminoso de alto escalão, teria sido protegido da prisão por policiais corruptos ligados através de redes maçônicas. O Times informou que esta proteção foi documentada nos arquivos da Operação Tibério.

Leia mais: A mão oculta? Questões persistentes sobre a Maçonaria nos corredores do poder britânico.

Muitos escritórios de advocacia, juízes e advogados ligados á Maçonaria protegem as elites e políticos criminosos, cartéis de drogas, redes de tráfico humano e outros esquemas criminosos. Os tribunais civis são uma farsa e a única forma de haver justiça é através de tribunais militares para prender juízes, políticos e pessoas poderosas que comentem crimes contra a população e tem dinheiro e contatos para se safar.
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Renato Cunha
O blog Stylo Urbano foi criado pelo estilista Renato Cunha para apresentar aos leitores o que existe de mais interessante no mundo da moda, artes, design, sustentabilidade, inovação, tecnologia, arquitetura, decoração e comportamento.

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