No Universo, fora da Terra, entre as demais raças estelares da 5D, existe esta classificação: raças primárias e raças secundárias. Uma raça primária é aquela que é a base de outras, criada com a intenção, o foco, a consciência do que chamaríamos do “Eu Unificado” ou “Fonte Original”. Uma raça secundária é aquela que foi criada utilizando manipulação genética em laboratório ou conceitos de controle mental, seja com o objetivo de criar uma nova raça para fins construtivos ou para fins de exploração.

Neste caso, a raça Lyriana e suas variantes, incluindo as raças Taygeteana e Antariana, são raças primárias, porque são o resultado da intenção da Fonte Original, utilizando a intenção-atenção das consciências interessadas em viver uma experiência como membros dessa raça. A raça humana é da família da raça Lyriana, mas seu DNA foi modificado e seu funcionamento limitado a 3D usando o método de controle mental por outra raça regressiva (Reptilianos). Portanto é classificada como raça secundária.

Porém, cada ser humano e cada corpo humano tem dentro de si tudo o que é necessário para se ativar genética e conscientemente. A única coisa que limita o ser humano é a ideia de que ele é limitado. Os Reptilianos da antiga Atlântida criaram a Raça Adâmica ou Homo Sapiens manipulando a percepção dos Lyrianos que eles capturaram e mantiveram em cativeiro, e a partir daí a sua própria mente modificou o DNA. Isso aconteceu antes do grande dilúvio. Os Reptilianos tentaram fazer a modificação genética em laboratório, mas não deu certo devido a forte conexão que os Lyrianos tem com a Fonte. Eles fizeram isso para ter escravos humanos dóceis e obedientes.

Os humanos são uma raça secundária que se originou de uma raça primária extraterrestre! 1

Do ponto de vista da ciência genética da Federação Galáctica, o ser humano terrestre não é considerado uma espécie. Eles catalogam as espécies da seguinte forma:

1.) Espécies Primárias, que são aquelas que são fragmentos holográficos do todo, do Eu unificado (Fonte), que são aquelas que se manifestaram a partir daí em planos superiores.

2.) Espécies Secundárias, que são aquelas que foram criadas/alteradas por alguma das espécies Primárias com uma finalidade específica. Usando a imposição de uma intenção maior de alteração do DNA por parte de quem utilizará o corpo final.

Uma espécie que seria Primária é aquela que não foi alterada por mais ninguém, que segundo os registros, sempre esteve perdida nas brumas do tempo. É considerado a criação da Fonte ou do Eu unificado original. O humano se enquadraria na segunda classificação. Os Taygeteanos e Antarianos, que são da raça primária Lyriana. Já os humanos da Terra foram adaptados dos Lyrianos.

Os humanos da Terra são uma raça secundária, mas não por causa de mudanças genéticas que os Reptilianos da Atlântida fizeram em laboratório (porque o DNA sempre retornará a seu padrão natural), mas por causa de alterações genéticas feitas com a imposições de controle mental.

Da aplicação de crenças e da manipulação do que é possível e do que não é, impondo uma estrutura de valores e ideias colocadas artificialmente com vista a provocar alterações genéticas. A genética é o resultado da percepção e este é o resultado do caráter e da personalidade. A personalidade é o resultado de experiências de vida e outras vidas passadas. A genética nunca determinará a pessoa ou sua consciência. A genética é apenas um reflexo da consciência.

Como os seres humanos são de origem Lyriana mas sua genética está restrita à 3ª densidade, eles cairiam na classificação de raça secundária. Mas sendo o nível de consciência do indivíduo o que determina a densidade a ser percebida, ele também determinará a ativação dos seus próprios genes. Como a raça humana está limitada à 3ª densidade tanto pelas frequências impostas artificialmente pela Lua como pela percepção da consciência, o seu DNA está limitado, mas ainda completo.

Mas se uma pessoa da Terra estiver dentro de uma nave antigravidade e atravessar o Cinturão de Van Allen, ela passará da 3ª passa para a 5ª densidade em pouco tempo, e todo o seu DNA será inexoravelmente ativado, dando-lhe todos os atributos e características da raça primária-Lyriana à qual pertence. O despertar da consciência individual e coletiva, o aumento inexorável da frequência da 3ª para a 5ª densidade provocará a destruição de todos os valores e características que definiram a raça humana durante centenas, senão milhares de anos.

Ao estar consciente do que realmente está acontecendo ao seu redor, ao funcionar na 5ª densidade e ao ativar os seus genes de 2 cadeias de 22-23 cromossomos para um sistema original de 12 cadeias de 24 cromossomos, a raça humana não pode mais ser considerada como tal. Enquanto estiverem confinados à 3ª densidade e dentro dessa Matrix Lunar, a raça humana continuará a ser única na Galáxia, uma vez fora, não será mais única.

Desse ponto de vista, o fim da raça humana como tal acontecerá quando a Terra voltar a sua frequência original 5D. Tudo o que está fora da Terra está em 5D. Ao atravessar a cerca etérica do Cinturão de Van Allen, o DNA da pessoa será ativado e ela se lembrará de quem foi em suas encarnações passadas, pois o véu do esquecimento na alta 5D é bem mais fraco do que na pastosa e baixa 3D.

O MEDO PRIMORDIAL

Texto da Taygeteana Swaruu de Erra

A Igreja Católica aceitou a reencarnação até a Idade Média, por volta do ano 800. Foi então que o Alto Clero do Vaticano decidiu modificar os conceitos em torno da encarnação porque, como exploravam as pessoas de maneira terrivelmente intensa e em todos os sentidos, um grande número de pessoas comuns cometia suicídio. Assim, implementaram os conceitos de não-reencarnação e punição extrema para aqueles que cometessem suicídio. Era considerado um pecado capital imperdoável que enviava a pessoa diretamente para o inferno.

Além disso, como se pode imaginar, a ideia de que só existe uma vida coloca as pessoas em terrível estresse e medo, que é o que a Cabala de Roma sempre deseja. Podemos também traçar a estrutura histórica do medo da morte até o nascimento do materialismo. Embora tenha suas raízes na Grécia Antiga, surgiu principalmente durante a mecânica newtoniana, onde o universo é equiparado à matéria. Possui três características principais:

1. Materialismo

2. Reducionismo

3. Determinismo.

Nesse conceito, a mente e a consciência são o resultado da matéria, neste caso, como resultado de processos neuronais químicos e elétricos. Outras realidades são descartadas. Hoje em dia, grandes pensadores já refutaram o materialismo com argumentos, e ele só é aceito em círculos estritamente ligados à Matrix ou à ciência. O problema é que qualquer coisa fora da estrutura do materialismo newtoniano-descartesiano não pode ser verificada pelo método científico. É aqui que a ciência, como existe na Terra, é considerada por nós (Taygeteanos) e por outras raças estelares como apenas mais uma religião, por ser dogmática.

O problema com a religião científica dogmática vai além da simples incapacidade de verificar o que não está dentro da 3D ou da Matrix 3D, outras realidades, mas também da aceitação de teorias que carecem de qualquer validade científica, baseadas em suas próprias regras de verificação e aceitação. Exemplos disso são a evolução das espécies de Darwin e a teoria da relatividade de Einstein. Ambas as teorias, que formam a base da sociedade da Matrix, não atendem aos padrões estabelecidos pela própria ciência da Terra. Portanto, são teorias não comprovadas, mas são tratadas como regras fixas.

Então, depois dessa grande reviravolta introdutória, o medo da morte e a ideia de que não há nada depois da morte, que retornamos ao nada, à escuridão, à inconsciência, à destruição do ego, é simplesmente uma crença sem qualquer validade científica. Esse paradoxo de Fermi é pior que patético. Não há vestígios de civilizações extraterrestres? Bem aqui, na órbita do planeta Terra, parece um estacionamento de shopping center com tantas naves espaciais.

O medo da morte também deriva logicamente do esquecimento, “o véu do esquecimento” que existe apenas na Terra. Forças negativas têm usado essa característica da 3D para gerar ainda mais medo. Para outras raças, e muitas outras como os Alfrateanos ou Centauri, que são 100% geneticamente idênticos aos humanos da Terra, é impossível negar a existência da reencarnação e da vida, ou a existência da consciência no mundo intermediário, no entre-vidas. Mais uma vez, é quase impossível verificar isso no mundo 3D; cabe a cada indivíduo buscar e reunir todas as peças e assumir a responsabilidade de decidir no que acreditar.

Estar na 3D, nessa Matrix, cria o ego, como já dissemos, e continuo a repetir: o ego é o resultado da destruição do Si Mesmo. Aqui você pode ver isso muito claramente, porque o Si Mesmo seria sua verdadeira e imperecível identidade. O ego é sua personalidade finita traumatizada pela vida na Matrix. A maioria das pessoas na 3D ainda opera com ideias fortemente bidimensionais, cuja principal característica é a dualidade (2a = dual = dualidade). É daí que vem.

Pessoas ainda em um estado primitivo e evolutivo da alma pensam apenas em três coisas, e isso se transfere para a 3D, onde o ego se estabelece, ou seja, a compreensão de que se tem uma identidade separada dos outros. Na 1D, não há consciência da separação. A 2D começa. Essas três coisas são: 1. Isso é comestível? 2. Isso vai me comer? E 3. Posso acasalar com isso? Isso mantém a maioria das pessoas na 3D em um estado constante de alarme, de medo, sentindo que tudo está atacando-as e que elas precisam sobreviver para transmitir seus genes para a próxima geração.

Um pensamento constante de gazela, continuamente procurando por tigres e leões. Mas uma pessoa na 3D, da perspectiva de seu organismo, de seu cérebro mais primitivo e inconsciente que governa suas reações, não vê a diferença entre um tigre faminto correndo atrás dela e sua declaração de imposto de renda anual. Isso os mantém em um estado de estresse constante que os impede de raciocinar ou se conectar com a Fonte. Sem essa conexão, sem essa introspecção, eles sempre temerão a morte, pois não têm tempo nem mesmo para sentar e refletir sobre as coisas mais importantes da vida.

Eles aceitam apenas o que lhes é dito externamente; é para isso que servem as religiões, para controlar a espiritualidade, inclusive a religião da ciência moderna. Cabe a cada indivíduo decidir no que acreditar, mas existe um consenso geral, da 4D, 5D e além, de que a morte não existe. Apenas o corpo morre, e é muito fácil deixá-lo. Diz-se que é como sair de um carro: você entra, você sai do corpo.

Mesmo em acidentes graves, quando o nível ou o limiar da dor ultrapassa um certo ponto, estabelecido pela pessoa antes de encarnar, sua consciência deixa o corpo e ela só vê o terrível acidente de carro de fora, como espectadora. Existem saídas predefinidas durante a vida, pontos onde a pessoa pode partir ou morrer. É como uma saída de rodovia; ela tem saídas programadas. Cabe a você decidir se pega uma ou continua para a próxima. Você decide isso no período entre vidas.

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Renato Cunha
O blog Stylo Urbano foi criado pelo estilista Renato Cunha para apresentar aos leitores o que existe de mais interessante no mundo da moda, artes, design, sustentabilidade, inovação, tecnologia, arquitetura, decoração e comportamento.

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