O Holocausto Judeu foi uma colaboração nazista-sionista. Os sionistas têm um longo histórico de sacrificar judeus comuns para promover seu objetivo oculto: uma distopia comunista mundial. Gaza não é exceção. O exército israelense recebeu ordens para atacar israelenses em 7 de outubro.

Um soldado das Forças de Defesa de Israel (FDI) deu um passo à frente em julho de 2025 e testemunhou ao Knesset, o equivalente ao Congresso dos EUA em Israel, que sua unidade na Brigada de elite Golani recebeu uma ordem “estranha” do vice-comandante do batalhão para cancelar todas as patrulhas em 7 de outubro, ao longo da cerca onde o Hamas logo entrou e atacou seu posto avançado e civis israelenses.

O depoimento corrobora reportagens do jornal israelense Haaretz, logo após o ataque de 2023. O Haaretz relatou em 27 de dezembro de 2023 em “O que aconteceu no Posto Avançado de Paga?“:

“Antes das 5 da manhã, um aviso foi recebido de um dos postos de observação, indicando uma interferência significativa na cerca da fronteira. A patrulha deveria então ir até aquele local e verificar se havia ocorrido alguma infiltração. De acordo com o sargento do pelotão R., seu comandante o proibiu de se mover em direção à cerca da fronteira.”

‘Recebemos ordens dos comandantes da Brigada Golani em 7 de outubro para cancelar todas as patrulhas ao longo da fronteira de Gaza 5:20 AM até às 9:00 AM.’ – Soldado israelense testemunha perante o comitê do Knesset.

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu essencialmente transformou o Hamas na força que é hoje, fornecendo milhões de dólares em dinheiro em malas aos mercenários do Hamas, ao mesmo tempo em que ele lançava insultos ao Hamas por ser o “pior dos piores terroristas” do planeta. O Hamas é a oposição controlada criada pelo Mossad para aterrorizar os judeus e fazer Israel posar de vítima.

Leia mais: Soldado israelense testemunha que em 7/10/23 sua unidade recebeu ordem para cancelar patrulhas na cerca onde o Hamas, apoiado por Netanyahu, derrubou e invadiu Israel.

A principal causa do antissemitismo no mundo atual é o fato do Estado sionista de Israel afirmar representar todos os judeus e estar cometendo um genocídio em Gaza em nome de todos os judeus. Israel ostenta a Estrela de Davi, o símbolo do brasão da Casa Rothschild que foi colocado na bandeira israelense, em seus tanques e aviões enquanto mata mulheres e crianças em Gaza. Isso é feito para fomentar o antissemitismo constantemente.

Os sionistas são satanistas, são Sabatianos Frankistas, que se escondem por trás do judaísmo para praticar crimes contra a humanidade e depois se fazem de vítimas coitadinhas usando a propaganda do Holocausto nazista que eles mesmos ajudaram a criar. O extermínio de judeus europeus pelos nazistas só foi possível com a ajuda dos líderes sionistas em Londres.

Os sionistas satanistas sacrificaram milhares de judeus num ritual satânico para fundar seu Estado sionista na Palestina. Se os judeus, que se acham tão inteligentes, não entenderam isso até hoje é por que são ingênuos e estúpidos e nada mais são do que gado para o abate. Os líderes sionistas são servos do Império Britânico e dos jesuítas.

“Exploramos o Holocausto e o antissemitismo para proteger Israel de críticas. É um truque que usamos.” ~ Shulamit Aloni – Ex-Ministra da Educação de Israel. Em 2000, recebeu o Prêmio Israel.

Os sionistas sacrificaram milhões de judeus para justificar a existência de Israel? 1

Na década de 1950, o Mossad conduziu ataques terroristas de bandeira falsa contra a comunidade judaica iraquiana e culpou os árabes para provocar a transferência de 110.000 judeus do Iraque para Israel entre 1950 e 1951, disse o historiador israelense Avi Shlaim. Foi realizado um ataque com granada à sinagoga Masuda Shemtov, em Bagdá. Em seu livro, Shlaim descreve como ele foi um dos que fugiram da violência na região.

Mais de 800.000 judeus partiram ou foram expulsos de países do Oriente Médio e Norte da África entre 1948 e o início da década de 1980. A maioria deles se estabeleceu em Israel. Após a segunda guerra mundial, os sionistas conduziram ataques terroristas contra judeus para enganá-los e fazê-los migrar para Israel, onde estaria supostamente “protegidos”. É o mesmo manual que os sionistas fizeram com os nazistas.

Tucker Carlson disse que não há evidências genéticas que provem que os judeus que vivem em Israel hoje são os mesmos descritos nas escrituras. Ele questiona como qualquer grupo étnico pode reivindicar o direito a um país e de onde esse direito se origina. “Eles são geneticamente os mesmos?” “Que tal tirar a dúvida com o teste de DNA da 23andMe? Ah, é proibido em Israel. Que estranho, não é?”

O teste genético da empresa 23andMe é fortemente regulamentado em Israel. Com ele é possível fazer uma análise de ancestralidade dos judeus sionistas israelenses que se dizem ser o “povo escolhido por Deus”. Mais de 90% dos israelenses são judeus Askhenazi, descendentes dos antigos khazares, povo de origem turcomana que dominava uma vasta área no sul da Rússia e na Ucrânia, no que era conhecido como Khazaria. Durante os séculos VIII e IX, os khazares se converteram ao judaísmo por motivos estratégicos, para isolá-los da luta religiosa consumindo seus impérios vizinhos.

Os Khazares convertidos ao judaísmo que conseguiram fugir, se estabeleceram primeiro na Alemanha, dando origem aos judeus Askhenazi que não tem uma gota sangue semita. Eles são falsos judeus. Alguns pesquisadores alegam que o rei e as elites dos Khazares, mesmo depois de convertidos ao judaísmo, faziam sacrifícios humanos aos deus Ball/Moloch.

Uma pesquisa genética revisada por pares da Johns Hopkins, realizada por um respeitado médico judeu, mostra que 97,5% dos judeus que vivem em Israel não têm absolutamente nenhum DNA hebraico antigo. Eles não são semitas e não têm nenhum laço de sangue antigo com a terra da Palestina. São impostores.

Netanyahu mandou os soldados do FDI se afastarem da cerca da fronteira para que os mercenários do Hamas tivessem tempo para romper a cerca em maior número e atacar os civis nos Kibutzim e no festival de música que os soldados da FDI foram encarregadas de proteger. A matança de israelenses dentro do Israel pelos mercenários do Hamas deu ao genocida Netanyahu a desculpa para invadir Gaza, assassinar os palestinos e roubar suas terras. Para os sionistas satanistas, os judeus e os palestinos são gado.

O lobby sionista maçônico recebeu LICENÇA PARA MATAR em virtude do escudo ético fornecido pelo antissemitismo após a perseguição nazista, que foi financiada, coincidentemente, por certos conspiradores maçônicos, como os autoproclamados cristãos sionistas da poderosa dinastia americana Rockefeller, com o propósito preciso e oculto de causar o holocausto judeu necessário para o nascimento do Estado de Israel, assim como o ataque de 11 de setembro de 2011 foi fundamental para a Primavera Árabe e o ataque do Hamas de 7 de outubro de 2023, na limpeza étnica já planejada da Palestina.

O poder sionista nasceu com a Loja Judaica B’Nai B’Rith e a Declaração Balfour. Foi precisamente na Palestina, aliás, que a Declaração Balfour dos britânicos testemunhou a primeira demonstração de poder do lobby sionista, que iniciou seus esforços globais de persuasão e corrupção em 1843, em Washington, com a fundação da associação judaica independente B’Nai B’Rith, que é um dos tentáculos do Império Britânico.

Lorde Visconde Alfred Milner, um funcionário imperial britânico, foi um dos principais autores da ” Declaração Balfour de 1917 “, que prometia a Palestina aos sionistas como contrapartida pela ajuda judaica em arrastar os EUA para a Primeira Guerra Mundial. O plano foi emitido em nome do Secretário de Relações Exteriores, Arthur James Balfour. Lord Milner era homossexual e provavelmente também pedófilo. Lord Balfour era bissexual, ocultista (devoto do paranormal) e alega-se que também era sadomasoquista.

O movimento sionista cria e sustenta o “lobby de Israel” para alargar o seu alcance ideológico e político, moldando a política externa e interna nos países onde opera. Ela fornece apoio material para limpeza étnica e genocídio, canalizando milhões a cada ano por meio de instituições de caridade que ajudam no roubo de terras e crimes de guerra.

Ela transforma crianças e jovens em leais ideológicos por meio de uma vasta rede de escolas, sinagogas, grupos de jovens e programas de recrutamento de colonos, incluindo excursões Birthright, a jornada Masa e o Programa Soldado Solitário. Além de tudo isso, o movimento sistematicamente envia seus adeptos para a sociedade em geral como agentes vitalícios da ideologia sionista. Isto não é uma metáfora. É infiltração.

Os sionistas sacrificaram milhões de judeus para justificar a existência de Israel? 2

Enquanto isso, o “povo escolhido” de Israel persegue os cristãos até mesmo no Natal. Os judeus sionistas ODEIAM os cristãos, mas quando querem arrancar dinheiro dos cristãos ingênuos e estúpidos dos Estados Unidos, fingem ser seus “melhores amigos.”‘ A polícia israelense lançou uma forte repressão às celebrações de Natal, ordenando que os cristãos se dispersassem, apreendendo instrumentos musicais e detendo participantes por supostamente perturbar a ordem pública.

As celebrações de Natal no bairro cristão de Wadi Nisnas, em Haifa, foram invadidas pela polícia israelense, com a polícia dispersando à força a multidão, confiscando equipamentos musicais e detendo organizadores e um homem vestido de Papai Noel.  Segundo relatos, a polícia entrou num centro cultural e ordenou que aqueles que celebravam o nascimento de Cristo cessassem e desistissem imediatamente, chamando as festividades cristãs de “perturbação da ordem pública.”

Os sionistas não são nazistas, os sionistas são piores que os nazistas. Os bancos de Londres e Nova York da família judaica sionista Rothschild financiaram Hitler e os nazistas. E os mesmos Rothschild financiaram a criação do Estado de Israel. Os jesuítas Illuminati e a Coroa Britânica criaram Hitler e os nazistas para aterrorizar os judeus da Europa e forçá-los a se mudarem para a Palestina.

Os Rothschild são agentes a serviço dos jesuítas Illuminati e Coroa Britânica. Sionismo e nazismo são os dois lados da mesma moeda. Adolf Hitler escapou para a Patagônia na Argentina em 1945, onde viveu por vários anos até sua morte. Os lideres sionistas de Israel sabiam que Hitler estava escondido na Argentina e não fizeram nada a respeito, pois sem ele, não existiria o Estado de Israel.

A entidade sionista criada em 1948 por meio do financiamento dos Rothschild, atentados terroristas como o do Hotel King David em Jerusalém e limpeza étnica da Palestina funciona como o centro de controle final do Deep State globalista, protegido até que todos os outros tentáculos sejam cortados primeiro.

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O ex-ministro das Finanças de Israel, o sionista Bezalel Smotrich, afirmou que o direito internacional não se aplica por que o Estado judeu é a expressão do “povo eleito”. Fala-se muito na mídia sobre o chamado “antissemitismo”, mas nada sobre o ódio e o racismo desenfreado que os sionistas nutrem contra o restante do mundo.

Segundo Smotrich: “O direito internacional não se aplica aos judeus… essa é a diferença entre o povo escolhido e os outros.” Não eram os nazistas que se achavam a raça superior sobre todas as outras? Então está explicado pois os sionistas e os nazistas são os dois lados da mesma moeda.

O sionismo cristão é outra aberração criada pelos satanistas para enganar os cristãos trouxas e fazê-los adorar o Estado terrorista de Israel e defendê-lo a todo custo. O sionismo cristão se baseia em uma infinidade de mentiras. Igrejas evangélicas foram alvos para obter seu apoio à agenda sionista. Os dois principais agentes desse esquema foram John Nelson Darby (1800-1882) e Cyrus Scofield (1843-1921). O que Darby plantou, Scofield regou e disseminou. A teologia que desenvolveram serviu à agenda ao fazer diversas afirmações:

  • Deus queria que os judeus retornassem à Palestina e a conquistassem.
  • Deus tem dois planos de salvação: um através do Evangelho de Jesus Cristo, e o outro, uma garantia reservada aos judeus, seu “Povo Escolhido”.
  • Os cristãos não devem se envolver em política, educação, negócios ou artes, pois esses são assuntos “mundanos” que devem ser deixados nas mãos de pessoas “mundanas”. (As consequências dessa doutrina são muito visíveis na cultura americana atual.)
  • Deus lida com a humanidade de maneiras diferentes em diferentes períodos históricos ou “dispensações”, das quais existem sete. A atual, “Graça” sob Jesus Cristo, é apenas a sexta das sete dispensações.
  • A Igreja Cristã está condenada a um fracasso inevitável, o que levará ao fim da Dispensação da Graça.
  • O fim desta era dispensacionalista será marcado pela Tribulação — perseguição mundial sob o Anticristo por um período de sete anos; contudo, os cristãos não precisam se preocupar com isso, visto que Jesus arrebatará os crentes da Terra e eles não estarão aqui para vivenciar esse arrebatamento.
  • A Terra então vivenciará uma era judaica; os sacrifícios rituais judaicos de animais serão reinstituídos; Jesus reinará por mil anos a partir do templo reconstruído de Salomão em Jerusalém.

Essas doutrinas, cujo principal resultado foi o “sionismo cristão”, podem parecer tediosas para ateus e agnósticos, mas são, no entanto, extremamente relevantes para o estado atual do mundo. Elas são defendidas por teólogos renomados e são visões predominantes em muitas igrejas evangélicas conservadoras. Sem a ampla disseminação dessas ideias, talvez não tivesse havido a criação do Estado de Israel em 1948, nem o 11 de setembro, nem as guerras no Oriente Médio.

Leia mais: A Guerra contra o Cristianismo, Parte II: A Abominação e a Blasfêmia do Sionismo Cristão.

O pastor “sionista cristão” John Hagee, que recebe suborno do governo israelense, declara que os judeus são um “povo escolhido” que ESTÁ ACIMA DE TODOS OS OUTROS NA TERRA, incluindo os americanos. Ele disse que essa singularidade foi escolhida por Deus, chamando os judeus de “menina dos olhos de Deus”.

A conspiração global é multifacetada: Lavagem de dinheiro do Vaticano e City de Londres, imposição do petrodólar saudita, trabalho escravo na indústria chinesa, as revoluções coloridas e fraudes eleitorais financiadas por George Soros, os cartéis de drogas da CIA, armas biológicas, tráfico infantil e todos fantoches manipulados pelo nó central em Tel Aviv, que instrumentaliza a culpa do Holocausto, subornos do AIPAC e chantagem do Mossad para controlar completamente a política externa americana.

Israel é uma fortaleza da Cabala e criou a Opção Sansão, uma política sionista de retaliação nuclear maciça em caso de ameaça catastrófica à sua existência. Os sionistas tem centenas de armas nucleares apontadas para as capitais do mundo, prontas para serem lançadas para queimar tudo se o parasita sionista for ameaçado de destruição. A Opção Sansão mostra que o Estado de Israel foi criado pelos globalistas britânicos para iniciar uma guerra nuclear contra os países muçulmanos do Oriente Médio.

Espiões israelenses roubaram tecnologias de armas nucleares dos Estados Unidos para que Israel pudesse construir seu arsenal secreto de armas nucleares. Os sionistas venderam essa tecnologia americana para países comunistas como China e Coreia do Norte, inimigos dos EUA. Além disso, Benjamin Netanyahu ajudou o governo de George W. Bush a orquestrar e executar os atentados terroristas do 11 de setembro de 2001 nos EUA. Essa é a alta traição do país que se diz ser o “maior aliado” dos EUA.

Em 22 de setembro de 1979, um satélite dos EUA detectou algo assustador: um misterioso flash duplo sobre o Atlântico Sul, a assinatura inconfundível de uma explosão nuclear. Mas os testes nucleares foram proibidos.

Este documentário investiga o antigo silenciamento por trás do desenvolvimento secreto do arsenal nuclear de Israel. Desde urânio roubado dos EUA e acordos secretos de armas, até à cumplicidade dos EUA e à ameaça tácita da “Opção Sansão”, e como Israel evitou todas as leis internacionais destinadas a prevenir a proliferação nuclear.

Enquanto o Irã é vilipendiado por uma bomba que não possui, Israel está armado, irresponsável e intocável. Esta é a história de como os sionistas de Israel conseguiram a bomba nuclear e como o governo americano deixou isso acontecer.

Moeda comemorativa da aliança sionista nazista. O nazismo e o sionismo formaram uma aliança que tem suas raízes a partir da década de 1930. O sionismo naqueles dias precisava de judeus para habitar o futuro estado de Israel e o nazismo provou ser seu aliado mais precioso.

Hitler começou a perseguir os judeus e favoreceu sua expulsão da Alemanha. A Alemanha nazista chegou a assinar um tratado com o lobby sionista chamado Haavara que previa a migração forçada de judeus europeus (a grande maioria é asquenaze) para a Palestina.

O exército israelense recebeu ordens para atacar israelenses em 7 de outubro.

Max Blumenthal, do Grayzone, discute sua investigação sobre as ordens militares israelenses para bombardear casas de civis israelenses e os ataques de helicóptero contra carros civis e bases israelenses, enquanto lutavam para expulsar militantes palestinos do sul do país em 7 de outubro.

O judaísmo é obviamente muito mais antigo que o sionismo, e houve sionismo cristão desde o início, alimentado pelo antissemitismo e pelo desejo de expulsar os judeus da Europa. O Secretário de Relações Exteriores da Grã-Bretanha, Arthur Balfour, da Declaração Balfour, era um grande antissemita.

O sionismo, na verdade, precisa do antissemitismo para justificar sua existência, portanto, os sionistas não querem derrotar o antissemitismo, mas sim usá-lo para fortalecer o Estado terrorista de Israel que foi criado pelo Império Britânico para fazer cumprir a “profecia” do Armagedon, uma grande guerra entre Israel e os países muçulmanos, onde milhares de judeus seriam sacrificados. O sionismo, da mesma forma que o nazismo e comunismo é satanismo.

Todo o plano de causar três grandes guerras mundiais, para instalar o reino satânico da Nova Ordem Mundial maçônica, foi idealizado no século 19. Uma carta que se diz ter sido escrita em 1871 pelo maçom Albert Pike, “previu” a Primeira, a Segunda e a Terceira Guerra Mundial. O maçom Albert Pike, um adorador de Lúcifer, escreveu uma carta ao maçom Giuseppe Mazzini, em 1871, que explica com clareza o delinear o plano dos Illuminati para três guerras mundiais.

A carta de Mazzini estava em exposição no Museu Britânico Biblioteca em Londres até 1977, antes de ser retirada inexplicavelmente da vista do público. O interessante das “previsões” de Albert Pike, é que em 1871 não havia nazistas, sionistas, bolcheviques nem Estado de Israel. Olhe o que o maçom Pike disse sobre a Terceira Guerra Mundial:

“A Terceira Guerra Mundial deve ser fomentada, aproveitando as diferenças causadas pela ‘agentur’ dos Illuminati entre os sionistas políticos e os líderes do mundo islâmico. A guerra deve ser conduzida de tal forma que o Islã (o mundo árabe muçulmano) e o sionismo político (o Estado de Israel) se destruam mutuamente.”

O estado de Israel foi criado pelo Império Britânico para ser destruído numa Terceira Guerra Mundial com os países muçulmanos do Oriente Médio. A população israelense seria sacrificada como gado pelas elites satânicas que controlam Israel. Os maçons satanistas se escondem por trás da fachada de líderes religiosos e políticos judeus, cristãos e muçulmanos. Benjamin Netanyahu de Israel e seu “inimigo” Ali Khamenei do Irã são maçons satanistas enganando a população de seus países. Ambos são servos do Império Britânico e dos jesuítas do Vaticano.

O demônio Benjamin Netanyahu, que participou dos atentados terroristas do 11/09/2001 nos EUA, continua com sua ladainha cansativa que já dura 33 anos de que o Irã poderá em breve ser capaz de atacar cidades americanas com armas nucleares. Eles está dizendo o que os sionistas pretendem fazer com sua Opção Sansão.

Netanyahu diz que o Irã está a desenvolver mísseis balísticos intercontinentais com um alcance estimado de 8.000 quilómetros e, com mais 3.000 quilómetros, poderão chegar à cidade de Nova Iorque, Washington, Boston e Miami. Esses são os mesmos mísseis que Israel fabricou com a tecnologia roubada dos EUA e depois vendeu para a China e Coreia do Norte.

Ele alerta especificamente que até mesmo a casa do presidente Trump em Mar-a-Lago estaria dentro do alcance. O demônio sionista está ameaçando o povo americano e o presidente Trump colocando a culpa no Irã sendo que é Israel que possui secretamente centenas de mísseis balísticos intercontinentais. Os sionistas satanistas atacariam os EUA e colocariam a culpa no Irã para arrastar os EUA para sua Terceira Guerra Mundial.

O Estado moderno de Israel foi criação do Império Britânico

Sem a Maçonaria britânica, não existiria o Estado moderno de Israel. Na década de 1860, o movimento britânico-israelita teve início dentro da Maçonaria em Londres. Seu objetivo era estabelecer um Estado judaico-maçônico na província turca da Palestina. Inicialmente, famílias judaico-maçônicas britânicas, como os Rothschild e os Montefiore, forneceram o capital para construir a infraestrutura necessária para a onda de imigração prevista.

As raízes do israelismo britânico são obscuras, mas parece ser um movimento criado para fins políticos, em oposição a algo em que os cristãos genuinamente (e erroneamente) acreditavam. Nos primórdios do movimento sionista, alguns políticos britânicos abraçaram o israelismo britânico e apoiaram a realocação dos judeus para a Palestina, pois acreditavam que isso cumpriria as “profecias” mais rapidamente e apressaria a segunda vinda de Cristo.

O fundador do sionismo em sua forma moderna, patrocinada pelos britânicos, não é Theodor Herzl (1860-1904), mas um certo Moses Hess (1812-1875). Hess converteu Friedrich Engels ao comunismo e escreveu partes da Ideologia Alemã de Karl Marx. Em 1861, Hess escreverá Roma e Jerusalém, que ataca Moses Mendelssohn pela ideia de que o judaísmo é uma religião e uma cultura. Para Hess, o judaísmo é uma raça no sentido de sangue e solo e, portanto, deve ter uma pátria.

O ministro das Relações Exteriores britânico, Lord Palmerston, promoveu o sionismo em 1840, vinte anos antes do “pai do sionismo” Theodor Herzl nascer. Lord Palmerston escreveu que os judeus desejavam retornar à Palestina (mas os judeus não sabiam nada sobre isso), e um mês depois, os britânicos desembarcaram tropas na Palestina pela primeira vez.

O interesse de Lord Palmerston pelo sionismo foi estimulado durante a crise do Oriente Médio de 1840, quando a França apoiou um sátrapa rebelde do sultão otomano. Os britânicos descobriram que, embora os franceses fossem os protetores oficiais dos católicos romanos no Império Turco e os russos os patronos dos ortodoxos, os britânicos não tinham nenhum grupo de anglicanos ou puritanos para patrocinar. Os britânicos voltaram sua atenção para armênios e judeus.

Palmerston ordenou que diplomatas britânicos protegessem as comunidades judaicas, já que a Grã-Bretanha era “a guardiã natural dos judeus”. Isto deu aos britânicos um pé na porta no Oriente Médio, e também na Rússia, incluindo a Polónia russa, onde residiam então 50% dos judeus do mundo. Nessa época, o genro de Palmerston, o Conde de Shaftesbury, escreveu que “pode-se afirmar com segurança que os judeus contemplam uma restauração do solo da Palestina”.

O escritor e historiador Anton Chaitkin acrescenta:

“A monarquia britânica, seus primeiros-ministros e o Ministério das Relações Exteriores fabricaram o Israelismo Britânico no século XIX, a partir de versões anteriores da história. Afirmavam que a Rainha Vitória descendia do Rei Davi bíblico e, portanto, da árvore genealógica davídica que deu origem a Jesus. Ensinavam que as tribos de Israel migraram para o norte da Europa; que, segundo essa suposta genealogia, os britânicos são o verdadeiro Povo Escolhido e, consequentemente, o Império Britânico é o império de Deus. Os judeus modernos, de acordo com essa narrativa britânica, não são os hebreus históricos do Israel do Antigo Testamento, mas sim os próprios britânicos. No entanto, segundo o mito do Israelismo Britânico, num salto lógico, os judeus precisam ser enviados para a Palestina para cumprir as profecias, serem massacrados numa guerra contra os muçulmanos e provocar o Fim dos Tempos. Para alimentar essa mitologia, a família real solicitou à Grande Loja da Maçonaria Britânica a criação do Fundo de Exploração da Palestina.”

O que Anton Chaitkin descreve em “israelismo britânico” é apenas mais uma variação do sionismo, que acaba no mesmo lugar que o sionismo tradicional: os judeus étnicos realocados para a Palestina. No entanto, Chaitkin ignora o fato de que os jesuítas criaram os falsos planos proféticos futuristas que sustentam o sionismo. O mais revelador é que o israelismo britânico surgiu da Maçonaria britânica, portanto, podemos presumir que o israelismo britânico se originou com os jesuítas, considerando que os jesuítas controlavam a Maçonaria e a Grã-Bretanha.

Foi o Império Britânico que criou o Estado terrorista de Israel e depois o jogou no colo dos Estados Unidos para sustentá-lo e protegê-lo, e é o que os políticos corruptos americanos tem feito até hoje. Israel não é responsabilidade dos americanos e sim dos britânicos mas foi preciso décadas de lavagem cerebral do povo americano para acreditarem que Israel é seu “melhor aliado”.

O líder sionista Rudolf Kastner (1906-1957) ajudou Adolf Eichmann a enviar 460.000 judeus de Budapeste para Auschwitz.

Fonte: HenryMakow.com

Durante o Holocausto,  a vida judaica não tinha valor a menos que promovesse a causa sionista. “Uma cabra em Israel vale mais do que toda a Diáspora”, disse Yitzhak Greenbaum, chefe do “Comitê de Resgate” da Agência Judaica. Os gentios foram doutrinados a  acreditar que os judeus são vítimas inocentes da perseguição e intolerância dos gentios. Não lhes dizem que os judeus são vítimas de outros judeus, os judeus Sabatianos Frankistas ou cabalistas como Benjamin Netanyahu, que os usam como peões, escudos humanos e sacrifícios satânicos.

Sabatianos Frankistas referem-se a seguidores de movimentos messiânicos heréticos no judaísmo, originados com Sabbatai Zevi (século XVII) e continuados por Jacob Frank (século XVIII), que acreditavam na vinda do Messias, desafiavam leis judaicas e culminaram em conversões (muitas vezes secretas, como os Dönmeh no Islã) e no desenvolvimento de doutrinas heterodoxas baseadas na Cabala, buscando a “salvação através do pecado”.

Os adeptos do Sabatianismo e, posteriormente, do Franksimo, tornaram-se instrumentais no lançamento das bases do sionismo. Os Sabatianos Frankistas Sionistas são a Sinagoga de Satanás e servem aos interesses do Império Britânico.

Jacob Frank concluiu que o único caminho para uma nova sociedade ou ordem mundial, era através da inversão de cada lei moral, e a destruição total das instituições e culturas atuais. Ele declarou que o dever de cada franquista era o de participar em sacrifício ritual, estuprar e matar crianças, comer carne e beber sangue humano, praticar incesto e sodomia, fazer trocas de esposas entre outras perversões. Mayer Rothschild se converteu ao Frankismo.

“O antissemitismo é indispensável para nós na gestão de nossos irmãos inferiores”, dizem os Protocolos dos Sábios de Sião  (9-2), uma “falsificação” que se assemelha ao projeto da Nova Ordem Mundial que se desenrola hoje. Sionistas e judeus comunistas são Sabatianos Frankistas ou satanistas. Eles odeiam os judeus ortodoxos e conspiram contra eles há mais de 300 anos.

A liderança judaica sionista cria o antissemitismo para impedir a assimilação dos judeus. Eles  financiaram Adolf Hitler e o nazismo na Alemanha.  O Holocausto é o melhor exemplo de Sabatianos Frankistas sacrificando outros judeus para alcançar seu objetivo de um Estado judeu, a futura capital de sua distópica Nova Ordem Mundial. Assim, os sionistas não tiveram escrúpulos em sacrificar os israelenses com a “vacina” tóxica do COVID.

Jornalista judia expõe o segredo obscuro da história de Israel.

Os Illuminati são satanistas compostos pelos jesuítas, judeus Sabatianos Frankistas e seus lacaios maçons gentios. Os satanistas são camaleões que assumem a identidade de seus alvos, destruindo-os por dentro. Judeus comuns são os bodes expiatórios dos satanistas que estão impondo a loucura à humanidade. Esses judeus enganados têm sido indiferentes ao que o sionismo está fazendo em seu nome.

Rudolf Kästner, o líder sionista na Hungria, fez um acordo com Adolf Eichmann. Por permitir que 1700 sionistas escolhidos a dedo fossem para a Palestina, ele ajudaria a transferir 460.000 judeus húngaros para campos de concentração.  Kastner agiu com a aprovação da Organização Sionista Mundial em Londres. Ele foi assassinado em 1957 para abafar o escândalo.  Banqueiros judeus sionistas em Londres e Nova York  financiaram o Partido Nazista.

É um ultraje que Israel afirme representar os judeus e acuse seus oponentes de “antissemitismo”. Isso pode explicar por que os sionistas envenenaram judeus com as vacinas do Covid em Israel.  Há um cisma não reconhecido no povo judeu, onde  os sionistas (Sabatianos Frankistas) ajudaram os nazistas a matarem milhares de judeus na Europa, e assumiram o controle dos remanescentes. No entanto, devido ao antissemitismo organizado por eles, os judeus se apegam erroneamente à sua liderança sionista. Estão sendo crucificados como todos os outros.

Assim como o feminismo não representa as mulheres, o sionismo não representa os judeus. Louis B. Marshall (1856-1929), conselheiro dos banqueiros judeus Kuhn Loeb, disse em uma carta datada de 26 de setembro de 1918: “O sionismo é apenas um incidente de um plano de longo alcance: é meramente um pretexto conveniente para pendurar uma arma poderosa.” O “plano de longo alcance” é a escravização satânica da humanidade.

Os sionistas sacrificaram milhões de judeus para justificar a existência de Israel? 7

Como reagiriam os judeus que dedicaram suas vidas a uma “pátria nacional” a essa notícia? Ou à informação de que a Suprema Corte de Israel está repleta de simbolismo maçônico, concebido para servir à Nova Ordem Mundial? Em seu livro “Vítimas do Holocausto Acusam”,  o rabino Shonfeld chamou os sionistas de “criminosos de guerra” que usurparam a liderança do povo judeu, traíram sua confiança e, após seu extermínio, colheram os frutos morais. Quanto mais judeus morriam, mais forte se tornava o argumento moral a favor de Israel.

O comunismo e o sionismo são apenas “incidentes em um plano de longo alcance” para criar uma ditadura de “governo mundial” dedicada a Lúcifer, administrada pelos banqueiros maçons na City de Londres. Em 25 de novembro de 1940, um navio que transportava refugiados judeus da Europa nazista, o “Patria“, explodiu e afundou na costa da Palestina,  matando 252 pessoas

O exército sionista “Haganah” alegou que os passageiros explodiram o navio em protesto contra a recusa britânica em permitir o desembarque. Anos mais tarde, a Haganah admitiu que, em vez de deixar os passageiros irem para as Ihas Maurício,  explodiram  a embarcação por seu valor propagandístico. “Às vezes é necessário sacrificar alguns para salvar muitos“, disse Moshe Sharett, ex-primeiro-ministro israelense, em uma cerimônia em memória das vítimas do navio Patria, em 1958. 252 pessoas assassinadas por aqueles em quem confiavam. Que fanatismo, não é mesmo? Mas os sionistas têm o sangue de muito mais judeus em suas mãos.

Ex-membro da AIPAC EXPÕE mitos sobre o sionismo. O judeu Rich Forer foi um sionista do AIPAC e se tornou um ativista pró-Palestina. Ele também desmascara a propaganda que geralmente é espalhada entre os judeus.

Durante o Holocausto,  a vida judaica não tinha valor a menos que promovesse a causa sionista.  “Uma cabra em Israel vale mais do que toda a Diáspora”, disse Yitzhak Greenbaum, chefe do “Comitê de Resgate” da Agência Judaica. O rabino Moshe Shonfeld acusa os sionistas de colaborarem direta e indiretamente com o massacre nazista dos judeus europeus.  As acusações constam do seu livro   “As vítimas do Holocausto acusam”   (1977), que está disponível online.

O rabino Shonfeld chama os sionistas de “criminosos de guerra” que usurparam a liderança do povo judeu, traíram sua confiança e, após seu extermínio, colheram os frutos morais.  Shonfeld afirma: “A abordagem sionista de que o sangue judeu é o óleo de unção necessário para o funcionamento do Estado judeu não é coisa do passado. Ela continua em vigor até os dias de hoje.” 

Outros livros sobre este tema escritos por judeus incluem Edwin Black,  “The Transfer Agreement”;  Ben Hecht,  ” Perfidy ” ; M.J. Nurenberger  , “The Scared and the Damned” ; Joel Brand,  “Satan and the Soul” ; Chaim Lazar,  “Destruction and Rebellion” ; e o rabino Michael Dov Ber Weismandel,  “From the Depth”. O sionismo, em sua essência, não é um movimento judaico. Nas palavras do veterano político israelense Eliezar Livneh, “A herança sionista já tinha algo de falho desde o início.”

Os sionistas sacrificaram milhões de judeus para justificar a existência de Israel? 8

DESTAQUES CHOCANTES DO LIVRO DO RABINO SHONFELD:

  • Enquanto os judeus europeus eram reféns dos nazistas, os líderes sionistas na América provocavam e enfureciam Hitler deliberadamente. Começaram em 1933, iniciando um boicote mundial aos produtos nazistas. Dieter von Wissliczeny, tenente de Adolf Eichmann, contou ao rabino Weissmandl que, em 1941, Hitler ficou furioso quando o rabino sionista americano Stephen Wise, em nome de todo o povo judeu, “declarou guerra à Alemanha”. Hitler caiu no chão, mordeu o tapete e jurou: “Agora eu os destruirei. Agora eu os destruirei.” Em janeiro de 1942, ele convocou a “Conferência de Wannsee”, onde a “solução final” começou a tomar forma.
  • O rabino Shonfeld afirma que os nazistas escolheram ativistas sionistas para comandar os “Judenrats” e para atuarem como policiais judeus, ou Kapos. “Os nazistas encontraram nesses ‘anciãos’ o que esperavam: servos leais e obedientes que, movidos pela ganância por dinheiro e poder, conduziram as massas à destruição.” Os sionistas eram frequentemente intelectuais, muitas vezes “mais cruéis que os nazistas”, e mantinham o destino final dos trens em segredo. Em contraste com os sionistas seculares, Shonfeld diz que os rabinos judeus ortodoxos se recusaram a colaborar e cuidaram de seus rebanhos perseguidos até o fim.
  • O rabino Shonfeld cita inúmeros casos em que sionistas sabotaram tentativas de organizar resistência, resgate e ajuda humanitária. Eles minaram um esforço de Vladimir Ze’ev Jabotinsky (1880-1940) para armar judeus antes da guerra. Impediram um programa de judeus ortodoxos americanos para enviar pacotes de alimentos aos guetos (onde a mortalidade infantil era de 60%), alegando que violava o boicote. Frustraram uma iniciativa parlamentar britânica para enviar refugiados para as Ilhas Maurício, exigindo que fossem para a Palestina. Bloquearam uma iniciativa semelhante no Congresso dos EUA. Ao mesmo tempo, resgataram jovens sionistas. Chaim Weizmann, o chefe sionista e posteriormente primeiro presidente de Israel, disse: “Toda nação tem seus mortos na luta por sua pátria. O sofrimento sob Hitler são os nossos mortos.” Ele disse que eles “eram pó moral e econômico em um mundo cruel.”
  • O rabino Weismandel, que estava na Eslováquia, forneceu mapas de Auschwitz e implorou aos líderes judeus que pressionassem os Aliados a bombardear os trilhos e os crematórios. Os líderes não pressionaram os Aliados porque a política secreta era aniquilar os judeus não sionistas. Os nazistas perceberam que os trens da morte e os campos estariam a salvo de ataques e, de fato, concentraram sua atividade industrial na região. (Veja também William Perl,  “A Conspiração do Holocausto “.)

Nada do que foi dito acima visa absolver os nazistas de responsabilidade. No entanto, o Holocausto poderia ter sido evitado, ou ao menos atenuado, se a liderança sionista tivesse agido com honra. É ultrajante que Israel afirme representar o povo judeu, e ainda mais ultrajante que muitos judeus caiam nessa farsa. Nem todos os judeus fazem parte da Sinagoga de Satanás Sionista, mas aqueles que fazem expõe os judeus não sionistas a atrocidades propositalmente.

Na década de 1960, a filósofa judia Hannah Arendt foi caluniada e ostracizada quando concluiu que “quase sem exceção, a liderança judaica cooperou com os nazistas”. Sionistas sacrificaram judeus não sionistas no Holocauto.

Mark Weber –  Sionismo e o Terceiro Reich 

Robert Sepehr –  O Satanismo Secreto Está no Coração dos Illuminati  e  da Religião Proibida , que descreve os Sabateanos e seu fundador, Sabbatai Zevi.

Henry Makow –  Judeus nazistas (sabatistas) foram responsáveis ​​pelo Holocausto

Entrevista com David Icke – Infiltração sionista do judaísmo, imigração armada e mídia alternativa convencional

Perfídia: A história que os sionistas tiveram que suprimir

Fonte: Henry Makow

O livro Perfídia, escrito pelo dramaturgo Ben Hecht em 1961, é a declaração mais contundente até hoje sobre a intercambialidade entre a camarilha britânico-sionista que governou Israel durante seus primeiros anos e a liderança dos nazistas. No livro, Hecht apresentou extensos trechos do famoso julgamento de Kastner, de 1953, no qual as atividades pró-nazistas de Rudolf Kastner, chefe de uma filial húngara do chamado Comitê de Resgate da Agência Judaica durante a Segunda Guerra Mundial e, posteriormente, porta-voz do Ministério do Comércio e Indústria do recém-criado Estado de Israel, foram reveladas em detalhes excruciantes.

Num julgamento que abalou Israel até aos seus alicerces, Kastner, um dos membros do círculo íntimo da elite sionista em torno do primeiro-ministro israelita David Ben-Gurion durante a década de 1943-53, foi revelado como o principal agente sionista dos nazistas que exterminaram os judeus da Hungria. Um tribunal israelita demonstrou que Kastner enganou sistematicamente a liderança dos 800.000 judeus da Hungria, fazendo-os acreditar que os nazistas estavam interessados ​​apenas na remoção em massa dos judeus, e não no extermínio em massa.

Em troca deste engano genocida, Kastner teve permissão para selecionar a dedo um pequeno grupo de 388 judeus da elite sionista , na sua maioria da sua própria família, para fugir para a Palestina. O livro de Hecht detalhou a colaboração de Kastner com Heinrich Himmler, Adolf Eichmann e outros com tamanha precisão que foi suprimido, censurado e retirado das bibliotecas. A esposa de Hecht, que após a morte dele tentou republicar o livro, sofreu pressão e ameaças do lobby sionista nos Estados Unidos.

Trechos de  Perfídia  são reproduzidos abaixo. Começamos com o depoimento de Adolf Eichmann sobre as atividades de Kastner, que Hecht citou de  “Confissões de Eichmann”, publicadas nas edições de 28 de novembro e 5 de dezembro de 1960 da revista Life.

Na Hungria, minhas ordens básicas eram deportar todos os judeus do país no menor tempo possível. Agora, depois de anos trabalhando atrás de uma mesa, eu havia saído para o campo de batalha e vivenciado a dura realidade. Como Muller disse, eles me enviaram, o próprio “mestre”, para garantir que os judeus não se revoltassem como no Gueto de Varsóvia. Uso a palavra “mestre” entre aspas porque as pessoas a usavam para me descrever. Já que haviam enviado o “mestre”, porém, eu queria agir como tal. Decidi mostrar o quão bem um trabalho pode ser feito quando o comandante o apoia integralmente. 

Ao enviar os judeus em uma operação relâmpago, eu queria dar o exemplo para futuras campanhas em outros lugares… Em obediência à diretiva de Himmler, concentrei-me agora nas negociações com as autoridades políticas judaicas em Budapeste… entre elas, o Dr. Rudolf Kastner, representante autorizado do Movimento Sionista. Este Dr. Kastner era um jovem da minha idade, um advogado frio e calculista e um sionista fanático. Ele concordou em ajudar a impedir que os judeus resistissem à deportação, e até mesmo manter a ordem nos campos de concentração, se eu fechasse os olhos e deixasse algumas centenas ou alguns milhares de jovens judeus emigrarem ilegalmente para a Palestina.

Era um bom negócio. Para manter a ordem nos campos, o preço… não era muito alto para mim. Confiávamos um no outro perfeitamente. Quando estava comigo, Kastner fumava cigarros como se estivesse num café. Enquanto conversávamos, ele fumava um cigarro aromático após o outro, tirando-os de uma caixa de prata e acendendo-os com um isqueiro também de prata. Com seu grande refinamento e discrição, ele próprio teria sido um oficial da Gestapo ideal. A principal preocupação do Dr. Kastner era possibilitar que um grupo seleto de judeus húngaros emigrasse para Israel.

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Na verdade, havia uma forte semelhança entre nossas atitudes na SS e o ponto de vista desses líderes sionistas imensamente idealistas… Acredito que Kastner teria sacrificado mil ou cem mil de seu sangue para alcançar seu objetivo político… “Podem ficar com os outros”, ele dizia, “mas deixem-me ficar com este grupo aqui.” E como Kastner nos prestou um grande serviço ao ajudar a manter a paz nos campos de deportação, eu permitia que seu grupo escapasse. Afinal, eu não me importava com pequenos grupos de cerca de mil judeus… Esse era o “acordo de cavalheiros” que eu tinha com Kastner. (pp. 260-261)

Um dos cúmplices de Eichmann no extermínio, o coronel da SS von Wisliczeny, discorreu sobre a natureza dessa relação entre sionistas e nazistas. Nosso sistema consiste em exterminar os judeus por meio dos judeus. Concentramos os judeus nos guetos — por meio dos judeus; deportamos os judeus — pelos judeus; e gaseamos os judeus — pelos judeus. (p. 261). Hecht desenvolve esses pontos mais detalhadamente no corpo do texto. A Solução Final foi decidida em Berlim em 1941: o extermínio total de todos os judeus, antes que a derrota militar alemã pusesse fim a essa possibilidade.

Os coronéis da SS em Budapeste tinham um problema complexo para resolver ao cumprirem sua parte do acordo de aceleração do trabalho. Como capturar e deportar oitocentos mil judeus para serem exterminados em Auschwitz com apenas 130 membros da SS como supervisores? E apenas cinco mil gendarmes húngaros…

A única maneira possível de levar os judeus da Hungria para Auschwitz dentro do prazo era mantê-los na ignorância sobre seu destino. Mais ainda, era preciso fazer todo o possível para espalhar a ilusão de que os alemães na Hungria de Horthy eram pessoas desprovidas de intenções assassinas… (Uma citação de Eichmann anos depois): 

“Estávamos particularmente preocupados com a Hungria. Os judeus húngaros tinham sobrevivido à guerra relativamente ilesos por severas restrições. Queríamos vasculhar a Hungria com extrema minúcia antes que os judeus pudessem realmente despertar para o nosso plano e organizar a resistência partidária.” A SS lançou sua ofensiva de desinformação em um primeiro encontro com os líderes judeus da Hungria… Com os líderes judeus devidamente drogados, os alemães começaram a prisão em massa dos judeus com cautela…

Mas os alemães pressentiam problemas. Chegavam notícias de que grupos judaicos se reuniam secretamente, tentando organizar resistência armada. Outros incrédulos fugiam para o outro lado da fronteira, em direção a áreas que ofereciam refúgio aos judeus. O êxodo poderia aumentar. Eis que surge uma resposta para o problema alemão: Rudolf Kastner. A personalidade de Kastner é, sem dúvida, uma vantagem aos olhos dos nazistas. Ela pode ser utilizada. Mas mais importante do que quem Kastner é, é o que ele é. Ele é o representante da Agência Judaica da Palestina e membro do Partido Mapai de Ben-Gurion…

Ele dará continuidade à “política de elite” de Weizmann (a política enunciada pelo líder sionista Chaim Weizmann em 1937, de que os judeus da Europa eram “pó… em um mundo cruel… Eles devem aceitar seu destino… Apenas um ramo sobreviverá. Eles devem aceitá-lo.” — ed.) e, após alguns protestos modestos, se contentará com o resgate de um grupo seleto de seiscentos. Com a aprovação de Eichmann, o Dr. Kastner altera um pouco o acordo original. Em vez de escolher judeus de quaisquer “cidades periféricas”, ele escolhe trezentos e oitenta e oito judeus somente de Kluj (a aldeia natal de Kastner – nota do editor).

Eles são os “melhores”, os membros mais importantes da comunidade judaica de Kluj – principalmente sionistas. Possivelmente, eles são membros de um culto fechado de sabateanos-frankistas.  Ele inclui também a sua própria família… Kastner sabe a verdade sobre a Solução Final, sobre o plano da SS de deportar todos os oitocentos mil judeus da Hungria para Auschwitz para serem cremados… Se Kastner disser uma palavra sequer dessa verdade a um único judeu condenado em Kluj, toda a Solução Final estará arruinada. Os vinte mil judeus de Kluj derrubarão seus poucos guardas e fugirão para a Romênia, a cinco quilômetros de distância…

 Kastner caminha entre os vinte mil judeus da cidade… ajuda a acalmar os agitadores. Ele conta com a ajuda da organização sionista. Em Kluj, os sionistas são os líderes da comunidade judaica… A autoridade fala. As línguas sábias se agitam. Os respeitados deslumbram seus vinte mil ouvintes com sua respeitabilidade. E o dia está salvo — para a autoridade. Eles partirão para a vida, seus vinte mil ouvintes para a morte… (pp. 95-109)”

A RELAÇÃO KASTNER-AGÊNCIA JUDAICA-NAZISTAS

Um judeu que escapou de Auschwitz deu mais detalhes sobre a relação de trabalho entre Kastner, a Agência Judaica e os nazistas.

“Sou judeu. Apesar disso — aliás, por causa disso — acuso certos líderes judeus de um dos atos mais horrendos da guerra. Esse pequeno grupo de traidores sabia o que estava acontecendo com seus irmãos nas câmaras de gás de Hitler e comprou a própria vida com o preço do silêncio. Entre eles estava o Dr. Kastner, líder do conselho que representava todos os judeus na Hungria… Consegui avisar os líderes sionistas húngaros com três semanas de antecedência que Eichmann planejava enviar um milhão de judeus para suas câmaras de gás… Kastner foi até Eichmann e disse: ‘Sei dos seus planos; poupe alguns judeus de minha escolha e eu ficarei calado.'” 

Eichmann não só concordou, como vestiu Kastner com um uniforme da SS e o levou para Belsen para localizar alguns de seus amigos. E a sórdida negociação não terminou aí. Kastner pagou a Eichmann vários milhares de dólares. Com essa pequena fortuna, Eichmann conseguiu comprar sua liberdade quando a Alemanha entrou em colapso, para se estabelecer na Argentina… (pp. 261-262)

Hecht também apresentou provas convincentes de que a Agência Judaica (o órgão governamental oficial do Estado de Israel) e o Comitê Conjunto de Distribuição ocultaram sistematicamente e deliberadamente informações da imprensa e dos governos mundiais sobre o extermínio em massa de judeus por Hitler, que as declarações juramentadas escritas por Kastner imediatamente após a guerra foram as únicas responsáveis ​​pela absolvição, nos Julgamentos de Nuremberg, de assassinos genocidas como Kurt Becher, e que as atividades de Kastner foram apenas uma variante um tanto extrema da atitude hegemônica da liderança sionista de David Ben-Gurion, Moshe Sharett e outros, que Hecht frequentemente identifica como nada mais do que fantoches britânicos.

Após observar que o juiz que presidia o processo por difamação movido por Kastner contra um jornalista que o acusava de colaborar com os nazistas enfatizou que as funções de Kastner durante a guerra eram “parte integrante das funções gerais da SS”, Hecht documentou o extremo desconforto político sentido pela elite pró-britânica do círculo de Ben-Gurion como resultado da exposição de Kastner e do fracasso do julgamento por difamação.

À medida que aumentava a possibilidade, em Israel na década de 1950, de que Kastner fosse julgado por colaboração nazista e que todo o grupo Mapai fosse acusado da mesma forma, Rudolf Kastner foi repentinamente assassinado — por um jovem que, como observou Hecht, havia trabalhado para a inteligência israelense apenas alguns meses antes do assassinato.

Duas anedotas adicionais do livro Perfídia, de Ben Hecht.  Uma testemunha no processo por difamação movido por Kastner contra seu acusador forneceu documentos que comprovavam que, durante a guerra, as potências aliadas se recusaram a bombardear os crematórios de Auschwitz, embora instalações industriais e afins próximas tivessem sido atingidas por bombardeios. Pode-se supor que dezenas de milhares de judeus teriam escapado da morte se essa operação tivesse sido realizada.

Hecht conclui seu livro com um relato do caso de Joel Brand. Brand, membro de um Comitê de Resgate Judaico na Hungria, havia negociado um acordo de troca com Adolf Eichmann, pelo qual Eichmann desativaria os planos de extermínio dos judeus húngaros em troca de vários milhares de caminhões para a Alemanha.

Em plena colaboração com a inteligência britânica, Hecht destaca que a direção da Agência Judaica — incluindo David Ben-Gurion, Moshe Sharett e Ehud Avriel — ordenou a prisão de Brand pelos britânicos na Síria, quando ele foi ao Oriente Médio para defender seu caso em favor do acordo. Brand ficou detido por quatro meses e meio. Desnecessário dizer que o acordo com Eichmann foi sabotado por essa operação britânico-sionista. Quase um milhão de judeus pereceram como resultado.

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Renato Cunha
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