O presidente Donald Trump concedeu um “perdão total e completo” ao ex-presidente de Honduras, Juan Orlando Hernández, que estava cumprindo pena de 45 anos nos EUA por tráfico de drogas e porte ilegal de armas. Juan Orlando Hernández foi solto nesta segunda-feira nos Estados Unidos após receber um perdão presidencial de Trump.
Trump: “Concedi um perdão total e completo ao ex-presidente Juan Orlando Hernandez que, segundo muitas pessoas que respeito muito, foi tratado de forma muito dura e injusta”. A mídia está se divertindo com esse perdão, mas Trump tem um bom motivo para fazer isso. No primeiro mandato de Trump, Juan Orlando Hernández esteve colaborando na guerra contra os cartéis em Honduras, que estavam sob controle da CIA/Deep State.
Donald J. Trump
“Se Tito Asfura vencer a eleição para Presidente de Honduras, como os Estados Unidos têm muita confiança nele, em suas políticas e no que ele fará pelo Grande Povo de Honduras, nós o apoiaremos muito. Se ele não vencer, os Estados Unidos não jogarão dinheiro bom fora, por que um líder errado só pode trazer resultados catastróficos para um país, não importa qual seja. Tito será um Grande Presidente, e os Estados Unidos trabalharão em estreita colaboração com ele para garantir o sucesso, com todo o seu potencial, de Honduras! Além disso, concederei um Perdão Total e Completo ao ex-presidente Juan Orlando Hernández, que, segundo muitas pessoas que respeito muito, foi tratado com muita dureza e injustiça. Isso não pode acontecer, especialmente agora, depois que Tito Asfura vencer a eleição, quando Honduras estará a caminho de um Grande Sucesso Político e Financeiro VOTE EM TITO ASFURA PARA PRESIDENTE E PARABÉNS A JUAN ORLANDO HERNANDEZ PELO SEU PERDÃO IMPERDÍVEL. Obrigado pela sua atenção a este assunto. FAÇA HONDURAS GRANDE NOVAMENTE!”
PRESIDENTE DONALD J. TRUMP

O Deep State britânico controlou a maioria dos presidentes americanos, e a fundação da Agência Central de Inteligência (CIA) em 1947 ajudou a manter o controle sobre a Casa Branca. A CIA é a agência de inteligência mais notória de todas as 17 Agências da Comunidade de Inteligência dos EUA. Ela surgiu do antigo OSS (Escritório de Serviços Estratégicos). A CIA é o coração pulsante do Deep State americano.
A CIA é infame pelo controle da produção, distribuição e o tráfico internacional de drogas (heroína, cocaína e todas as demais drogas, a origem dos imensos recursos necessários para financiar suas operações (Black Ops) ilegais e subversivas), tráfico e comércio ilegal de armas, tráfico de crianças para as elites pedófilas, subversão estrangeira e derrubada de governos eleitos legalmente, instalação de ditadores marionetes (mudança de regime) e ocultação da existências de extraterrestres.
De acordo com o ex-agente da CIA Kevin Shipp, este Deep State ou Governo Oculto Paralelo que atua nos bastidores emprega 1.271 organizações, 1.931 empresas privadas, milhares de pessoas e tem cerca de 10 mil locais de coleta de informações em todo os EUA. Funciona fora da lei, sem nenhuma supervisão. Nem o público e nem o Congresso dos EUA sabe o tamanho desse monstro!

A Grã-Bretanha foi o primeiro narcoestado do mundo e criou o primeiro cartel de drogas através da Companhia Britânica da Índias Ocidentais, que produzia ópio na Índia e o vendia na China, deixando milhões de chineses viciados na droga. Os lucros do ópio financiaram a expansão do Império Britânico pelo mundo.
Após a Segunda Guerra Mundial, a Coroa Britânica passou para a CIA a responsabilidade de criar e controlar cartéis de drogas na América Latina e outros locais, ficando com a City de Londres e suas filiais bancárias nos paraísos fiscais nas ilhas do Caribe, a incumbência de lavar os bilhões do dinheiro sujo do narcotráfico. Os cartéis são a força que financia os políticos corruptos nas mãos da Maçonaria.
A CIA e corruptos políticos americanos, tanto democratas como republicanos, ajudaram a transformar o México, Colômbia, Cuba, Venezuela, Honduras, Nicarágua, Bolívia e Brasil em narcoestados. Por décadas os narcopolíticos e narcoditadores da América Latina foram protegidos pela CIA e presidentes americanos corruptos a mando do Deep State britânico mas essa vida boa acabou.
A “Guerra as Drogas” do passado foi uma farsa para enganar o público, e o presidente Trump foi o primeiro a usar o poderio militar americano para destruir os cartéis da CIA. O Deep State britânico está em pânico, Trump está desmantelando suas redes de tráfico de drogas e tráfico humano. O Deep State britânico está reagindo e pressionará por tumultos e guerras, mas Trump já está colocando as coisas em prática para combater tudo isso. O Dia da Libertação está se aproximando.
Rússia e China se distanciaram do narcoditador Maduro no auge de seu confronto com os EUA. Segundo o Wall Street Journal, a Venezuela perdeu o apoio dos seus aliados mais fortes. Rússia, China e Irã decidiram não intervir no conflito
🚨Rusia y China se han distanciado de Maduro en el punto álgido de su enfrentamiento con EE.UU.
Según el Wall Street Journal, Venezuela ha perdido el respaldo de sus socios más fuertes.
Rusia, China e incluso Irán han decidido no intervenir en el conflictopic.twitter.com/hPNWVl6cSn— Mundo Libre (@MundoLibreOK) December 2, 2025
A City de Londres e suas dependências no Caribe, como as Ilhas Virgens Britânicas e Ilhas Cayman, mantiveram os principais bancos do mundo à tona por meio da proteção do narcotráfico e seus vastos fluxos financeiros desde a década de 1970. Nunca tivemos uma guerra bem-sucedida contra as drogas por que, literalmente, Wall Street e a City de Londres não a queriam. Vamos voltar a 1999, quando Richard Graasso, chefe da Bolsa de Valores de Nova York, foi à Colômbia e se encontrou com o chefe financeiro das FARC, o grupo terrorista do narcotráfico.
Graasso elogiou a sofisticação financeira do comandante e disse que esperava que o encontro marcasse o início de uma nova relação entre as FARC e os Estados Unidos. Qual era essa relação? O dinheiro sujo que circula pelo sistema bancário e fornece liquidez essencial, especialmente em tempos de crise. Quando você olha para a Venezuela, está olhando para um pilar fundamental nesse nexo financeiro e político.
Como ela passou a desempenhar esse papel? Graças aos britânicos. O antecessor e mentor de Nicolas Maduro, Hugo Chávez, se inspirou em quem? Tony Blair, primeiro ministro da Grã-Bretanha. Pouco antes de sua eleição para a presidência da Venezuela em 1998, Chávez disse: “Nos últimos anos, tenho revisto minhas posições e estou muito próximo da tese do primeiro-ministro britânico Tony Blair quando ele fala da Terceira Via.”
E durante toda a sua ascensão ao poder, Chávez foi preparado por diplomatas britânicos na Venezuela e elogiado pela imprensa britânica. Maduro está dando continuidade a essa tradição. A Venezuela não é apenas mais uma ditadura socialista. É um nó em uma rede de tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e fluxos financeiros que sustenta não apenas o regime de Maduro, mas também uma parte significativa do sistema bancário offshore do qual o Império Britânico depende. E é isso que Trump tem como alvo.
É por isso que os britânicos cortaram o compartilhamento de informações sobre a Venezuela, não por que se importem com Maduro ou com a democracia venezuelana, mas por que Trump está mirando no dinheiro sujo. Pense no grupo de ataque de porta-aviões, o USS Gerald Ford, no Caribe. Ele está lá apenas por causa de seu poder de fogo?
Pense na enorme capacidade de vigilância eletrônica que esse grupo de porta-aviões possui. Toda vez que os militares americanos atacam um barco de drogas, pode apostar que as linhas de comunicação criptografadas entre os traficantes e seus superiores em Londres se iluminam. Adivinhe quem está rastreando isso e montando um retrato detalhado de todo o aparato?
A segurança nacional e a segurança financeira são inseparáveis. As armas financeiras são as verdadeiras armas do império Britânico. Quando Trump ataca a Venezuela, ele não está realmente atacando um governo. Ele está atacando a estrutura financeira que mantém o sistema imperial britânico funcionando.

Se você está se perguntando por que os democratas e a grande mídia estão tentando sabotar o secretário de Guerra dos Estados Unidos, Pete Hegseth, e quebrar a cadeia de comando, é porque Trump está usando o Departamento de Guerra para neutralizar ameaças do Deep State britânico à humanidade, tanto estrangeiras quanto domésticas. O pânico do inimigo conta a história. Eles estão apavorados com o poderio das Forças Armadas dos EUA sendo usado contra eles, coisa que nunca aconteceu antes.
De todas as ações militares que os EUA realizaram ao longo das décadas, defender o povo americano de narcoterroristas criados pela CIA que estão envenenando e assassinando milhões parece, de fato, um uso apropriado das forças armadas. É como se os democratas, servos do Deep State britânico, quisessem que os americanos fossem envenenados.

POR QUE ISSO É IMPORTANTE?
A CIA não apenas “tolerou” o tráfico de drogas, ela o construiu, o protegeu e os presidentes americanos anteriores a Trump o aprovaram. Por décadas, a Agência Central de Inteligência tratou as redes de narcotráfico da América Latina e da Ásia como ativos estratégicos, não como inimigos, que financiam grande parte da obscuridade deste mundo.
Dos oleodutos de heroína do Triângulo Dourado que financiaram guerrilheiros anticomunistas no Laos e no Vietnã, aos aviões da Air America que transportavam ópio nas décadas de 1960 e 1970, aos Contras na década de 1980, traficando abertamente cocaína para os Estados Unidos, com denunciantes da DEA que mais tarde confirmaram que a Agência bloqueou as investigações para proteger o fluxo de dinheiro que mantinha os rebeldes nicaragüenses armados.
O padrão nunca para, apenas muda de geografia.
Quando os EUA invadiram o Afeganistão em 2001, o Talibã havia reduzido a produção de ópio a quase zero. Em dois anos de ocupação americana, o cultivo de papoula explodiu em mais de 4.000%. Tropas americanas e da OTAN foram literalmente designadas para proteger esses campos. Os fuzileiros navais brincavam abertamente sobre as “patrulhas da papoula”. Pilotos relataram ter visto contratados da CIA em terra coordenando com senhores da guerra que controlavam a colheita.
Em 2017, o Afeganistão fornecia 90% da heroína do mundo, e os lucros ajudavam a financiar os próprios insurgentes que os soldados americanos combatiam. Todos os presidentes, de Reagan a Obama e Biden, foram informados sobre esses acordos. Eles não ficaram “surpreendidos” com parceiros traficantes de drogas, eles os herdaram, os expandiram e os protegeram. O que nos leva a Juan Orlando Hernández, ex-presidente de Honduras.
Hernández não era um narcotraficante qualquer que Trump decidiu perdoar de repente. Ele é apenas um fantoche. Ele foi um agente de inteligência dos EUA por vários governos americanos, que comandou rotas de cocaína por mais de quinze anos, enquanto a DEA, o Departamento de Estado e a CIA o classificavam como um “parceiro cooperativo”.
Seu julgamento em Nova York provou que autoridades americanas sabiam que ele estava recebendo milhões em subornos dos cartéis, e ainda assim o mantiveram no poder por que ele lhes entregou o controle das rotas de cocaína de Honduras. Se um informante totalmente exposto como Hernández começasse a revelar os nomes dos oficiais e agências americanas que armaram, financiaram e protegeram sua operação, as consequências atingiriam os mais altos escalões de várias administrações.
O perdão de Trump não foi um favor a um narcotraficante, é uma tática de negociação para fazer com que um monstro criado pelo Deep State dos Estados Unidos, que todos os presidentes desde pelo menos Reagan alimentaram silenciosamente, comece a revelar nomes. Estamos testemunhando a maior OPERAÇÃO DE FRAUDE DA HISTÓRIA.
THE DEEPSTATE IS IN FULL PANIC ‼️
President Trump to give a “full and complete pardon” to former Honduran President Juan Orlando Hernandez, who is currently serving a 45-year sentence in the U.S. for drug trafficking and weapons charges
🔻 WHY IS THIS IMPORTANT?
The CIA Didn’t… pic.twitter.com/AiE1QuWxxQ
— MJTruthUltra (@MJTruthUltra) December 1, 2025
Um pouco da história da indústria do narcotráfico em Honduras e a razão por trás do perdão de Trump a Juan Orlando Hernández (JOH).
Honduras foi transformada num Estado narcotraficante com envolvimento significativo dos EUA, começando na era Reagan, e todas as administrações subsequentes o sustentaram, permitiram ou alimentaram silenciosamente através de uma mistura de prioridades da Guerra Fria, ajuda militar, parcerias de inteligência e cegueira seletiva aos laços de droga. Isto não é teoria da conspiração; é apoiado por relatórios desclassificados, investigações do Congresso e evidências de julgamento do próprio caso de JOH.
Os EUA efetivamente “criaram” o monstro da droga ao priorizar as operações anticomunistas em detrimento dos esforços antidrogas, transformando Honduras num centro de financiamento dos Contras que se entrelaçou com o narcotráfico: Honduras tornou-se o principal palco para o apoio da CIA aos Contras da Nicarágua (rebeldes que lutam contra o governo sandinista de esquerda).
Isto resultou em ajuda militar maciça (mais de 100 milhões de dólares anuais em meados da década), formação e logística, dando às Honduras a alcunha de “República do Pentágono”, à medida que as suas forças armadas se transformavam na instituição mais poderosa do país.
Companhias aéreas ligadas à CIA, como a SETCO (de propriedade do traficante hondurenho Juan Ramón Matta Ballesteros, um importante aliado do Cartel de Medellín) foram usadas para transportar armas e suprimentos para os Contras, ao mesmo tempo que contrabandeavam cocaína. Matta era um ativo da CIA.
O “efeito balão” dos anos 90 resultante da repressão dos EUA na Colômbia/México canalizou mais tráfego através das Honduras, enriquecendo as elites do narcotráfico que investiram na política (90% das campanhas financiadas ilicitamente na década de 2000). Em 2014 (presidência de JOH), Honduras transportava 87% da cocaína com destino aos Estados Unidos.
Trump chamou JOH de “amigo” por bloquear migrantes (caravanas de 2018) e o seu recente perdão sugere que JOH estava a colaborar com Trump na guerra contra os cartéis, incluindo o envolvimento da CIA/Deep State. Quando Biden chegou ao poder, querendo continuar com o lucrativo comércio de drogas, ele sabia que JOH não era mais confiável e então eles o extraditaram através do conluio entre seu sucessor, o presidente de extrema esquerda Xiomara Castro, e o secretário de Estado de Biden, Merrick Garland.
O Deep State de Biden fez acordos com chefões do tráfico, deixando-os sair da prisão e ir para as ruas americanas depois de fornecerem o testemunho necessário para garantir a condenação de Juan Orlando Hernández.

Por que Trump acabou de perdoar JOH – A evidência que ninguém menciona
Se as pessoas quiserem compreender por que razão Trump acabou de perdoar Juan Orlando Hernández, só precisam de olhar para uma coisa que ninguém na mídia está a mencionar: o registo da extradição.
Por que apesar de todos os rótulos que lhe foram atribuídos depois de 2021, “narco-presidente”, “criminoso”, “chefão de terno”, o fato inegável é que durante a sua presidência as Honduras entregaram mais traficantes de alto nível aos Estados Unidos do que em qualquer outro momento da sua história moderna, e o fez precisamente nos anos em que o governo Trump tentava quebrar a espinha dorsal logística dos cartéis e das redes de inteligência que os protegiam.
Entre 2014 e 2021, enquanto JOH estava no cargo, Honduras extraditou 27 traficantes para os Estados Unidos, incluindo os chefes das estruturas de tráfico mais poderosas do país – o clã Valle Valle, “Don H”, a família Montes Bobadilla, e uma longa lista de operadores regionais que controlaram corredores importantes durante décadas.
Eram homens que movimentavam dezenas de milhares de quilos de cocaína através de uma arquitetura de narco-estado construída muito antes de JOH tomar posse, e a sua remoção desestabilizou os mesmos sistemas em que a CIA confiava discretamente desde a década de 1980 para obter receitas secretas, logística secreta e rotas negáveis através da bacia das Caraíbas.
Durante 2017-2019, o centro do primeiro mandato de Trump, foi exatamente quando ocorreram as extradições mais sensíveis:
Noé Montes Bobadilla, um dos principais fornecedores que abastecem os mercados dos EUA através do corredor do Caribe Oriental, foi enviado aos EUA em 2017.
Roberto de Jesús Soto, vinculado a grandes operações de pontes aéreas, seguiu no mesmo ano.
O clã Valle Valle já estava desmantelado. “Don H”, acusado de proteger as rotas utilizadas pela rede Sinaloa, já havia sido entregue.
Um por um, os pilares do antigo sistema de tráfico, o mesmo sistema que tinha estado interligado com as operações de inteligência dos EUA desde o Irão-Contras, foram removidos do solo hondurenho sob a supervisão de Hernández.
Esta é a parte que as pro$tituta$ imundas da mídia nunca dirão, por que força uma colisão com uma verdade incómoda: se JOH fosse genuinamente um presidente do cartel, alinhado com os fluxos e os protetores por detrás desses fluxos, nunca teria desmantelado a sua infra-estrutura extraditando os próprios homens que garantiam a continuidade. Você não entrega os traficantes que lhe pagam.
Você entrega os traficantes que ameaçam a aliança que você escolheu. E a aliança que escolheu, seja por estratégia, sobrevivência ou convicção, foi com o Departamento de Justiça de Trump, e não com as redes de inteligência que trataram Honduras como um palco permanente durante quarenta anos.
Isso não significa que JOH era um santo. Significa simplesmente que a narrativa foi invertida no momento em que Biden chegou ao poder. As mesmas agências dos EUA que cooperaram com ele durante o mandato de Trump retrataram-no subitamente como o mentor de um narco-Estado, baseando-se quase inteiramente no testemunho dos mesmos traficantes que ele extraditou.
O registro da extradição conta uma história que as manchetes nunca contarão: que JOH não estava protegendo os cartéis, ele estava os desestabilizando, numa região onde desestabilizar os cartéis também significa pisar nas históricas linhas de abastecimento, nos ativos políticos e nas relações secretas da CIA.
No momento em que JOH se aliou à guerra de Trump contra os cartéis, tornou-se inútil e perigoso para as pessoas que governaram a América Central nas sombras durante décadas. E no momento em que Trump regressou, fez o que Washington nunca esperou que alguém fizesse: ele inocentou o único presidente da América Central que realmente quebrou as suas redes em vez de as servir.
Hondurenhos envolvidos no comércio de narcóticos extraditados para os Estados Unidos sob o governo do presidente Juan Orlando Hernández (2014–2021)
2014
• 8 de maio: Carlos Arnaldo “El Negro” Lobo
• 10 de setembro: Juving Alexander Suazo Peralta (“Chancleta”)
• 18 de dezembro: Miguel Arnulfo Valle Valle
• 18 de dezembro: Luis Alonso Valle Valle
2015
• 23 de janeiro: José Inocente Valle Valle
• 23 de janeiro: Marlen Griselda Amaya Argueta
• 5 de fevereiro: Héctor Emilio Fernández Rosa (“Don H”)
• 15 de outubro: Wilmer Carranza Bonilla
2016
• 3 de fevereiro: José Raúl Amaya Argueta
• 3 de fevereiro: Carlos Emilio Arita Lara
• 2 de junho: Juan Carlos Arbizú Hernández (“Lanchita”)
• 13 de setembro: Sixto Obed Argueta García
• 13 de dezembro: Ludwing Criss Zelaya Romero
2017
• 27 de junho: Jairo Aly Arias Mejía (“Rei Arthur”)
• 22 de setembro: Noé Montes Bobadilla
• 25 de outubro: Sergio Neftalí Mejía Duarte (“El Compa”)
• 12 de dezembro: Arnulfo Fagot Máximo
• 20 de dezembro: Roberto de Jesús Soto García
2018
• 8 de fevereiro: Geffry Darío Guzmán Tobar
• 6 de novembro: Aristides Díaz Díaz
2019
• 9 de março: Osman Donay Martínez Guevara
• 26 de abril: José Adalid Amaya Argueta
2020
• (Nenhuma extradição registrada este ano)
2021
• 26 de fevereiro: José del Tránsito García Teruel
• 21 de outubro: Martín Adolfo Díaz Contreras
• 21 de outubro: Carlos Miguel Cordón López
• 27 de outubro: Fredy Donaldo Mármol Vallejo
• 14 de dezembro: Michael Adoph Dixon Rivers
Carta desclassificada escrita ao Presidente Trump pelo ex-Diretor de Inteligência Militar do regime Maduro. Confirmando:
1. O regime nunca foi soberano. Cuba e Irã o controlavam nas sombras.
2. O Cártel de los Soles (generais militares) transformou a Venezuela no maior centro de transbordo de cocaína do mundo.
3. As FARC, o ELN e o Hezbollah receberam passaportes venezuelanos, campos de treinamento e cobertura diplomática. Os grupos do Trem de Aragua foram deliberadamente exportados para os EUA como arma.
4. O sistema Smartmatic foi projetado em Caracas com o objetivo declarado de manter os socialistas no poder “para sempre” e, em seguida, disseminado discretamente em vários países, incluindo os EUA.
5. Agências e diplomatas dos EUA foram pagos ou pressionados a ignorar a construção de bases da China e da Rússia a 145 quilômetros da costa americana.
Tradução da carta de Hugo Carvajal Barrios, um ex-membro de alto escalão do regime venezuelano.
Prezado Sr. Presidente Trump e Povo dos Estados Unidos,
Meu nome é Hugo Carvajal Barrios. Por muitos anos, fui um membro de alto escalão do regime venezuelano. Fui um general de três estrelas em quem Hugo Chávez e Nicolás Maduro confiavam e servi como Diretor de Inteligência Militar e Deputado na Assembleia Nacional. Hoje, estou em uma prisão americana porque me declarei culpado voluntariamente dos crimes dos quais fui acusado: uma conspiração de narcoterrorismo. Escrevo para me redimir contando toda a verdade para que os Estados Unidos possam se proteger dos perigos que testemunhei por tantos anos.
Rompi publicamente com o regime de Maduro em 2017 e fugi do meu país, sabendo que enfrentava acusações criminais nos Estados Unidos. Ao fazer isso, tornei-me inimigo deles. Conhecendo os riscos, agi com a mais forte convicção para desmantelar o regime criminoso de Maduro e trazer liberdade ao meu país. Hoje, vejo a necessidade de me dirigir ao povo americano sobre a realidade do que o regime venezuelano realmente é e por que as políticas do Presidente Trump não são apenas corretas, mas absolutamente necessárias para a segurança nacional dos Estados Unidos.
1. Narcoterrorismo
Testemunhei pessoalmente como o governo de Hugo Chávez se tornou uma organização criminosa que agora é administrada por Nicolás Maduro, Diosdado Cabello e outros funcionários seniores do regime. O propósito desta organização, agora conhecida como o Cártel de los Soles, é usar drogas como arma contra os Estados Unidos. As drogas que chegaram às suas cidades por meio de novas rotas não foram acidentes de corrupção nem apenas o trabalho de traficantes independentes, foram políticas deliberadas coordenadas pelo regime venezuelano contra os Estados Unidos. Este plano foi sugerido pelo regime cubano a Chávez em meados dos anos 2000 e tem sido executado com sucesso com a ajuda das FARC, ELN, operativos cubanos e Hezbollah. O regime forneceu armas, passaportes e impunidade para que essas organizações terroristas operassem livremente da Venezuela contra os Estados Unidos.
2. Tren de Aragua
Eu estava presente quando decisões foram tomadas para organizar e armar gangues criminosas em toda a Venezuela para proteger o regime, entre elas o grupo conhecido como Tren de Aragua. Chávez ordenou o recrutamento de líderes criminosos dentro e fora das prisões para defender “a revolução” em troca de impunidade. Após a morte de Chávez, Maduro expandiu essa estratégia exportando criminalidade e caos para o exterior para atingir exilados políticos venezuelanos e reduzir artificialmente as estatísticas de crimes dentro da Venezuela.
Foram instruídos a enviar milhares de membros para fora do país. Isso foi coordenado através do Ministério do Interior, do Ministério de Prisões, da Guarda Nacional e das forças policiais nacionais. O Tren de Aragua tornou-se o mais eficaz e de crescimento mais rápido.
Quando a política de fronteiras abertas de Biden-Harris se tornou amplamente conhecida, eles aproveitaram a oportunidade para enviar esses operativos para os Estados Unidos. Agora eles têm pessoal obediente e armado em solo americano. Para financiar suas operações, eles foram explicitamente instruídos a continuar sequestrando, extorquindo e matando. Todo crime que eles cometem em seu solo é um ato ordenado pelo regime.
3. Contra-inteligência e espionagem contra os Estados Unidos
Eu estava presente quando a inteligência russa veio a Caracas para propor a Hugo Chávez a interceptação de cabos submarinos de internet que conectam a maior parte da América do Sul e ilhas do Caribe com os Estados Unidos com o propósito de penetrar nas comunicações do Governo dos Estados Unidos. Em 2015, avisei Maduro que permitir que a inteligência russa construísse e operasse um posto secreto de escuta na Ilha de La Orchila um dia atrairia bombas americanas. Ele me ignorou.
Durante vinte anos, o regime venezuelano enviou espiões para o seu país, muitos ainda estão lá, alguns disfarçados de membros da oposição venezuelana. A inteligência cubana me mostrou suas redes dentro de suas bases navais na Costa Leste. Eles se gabavam de ter enviado milhares de espiões ao longo de décadas, alguns agora políticos de carreira. Diplomatas dos EUA e oficiais da CIA foram pagos para ajudar Chávez e Maduro a permanecer no poder. Esses americanos agiram como espiões para Cuba e Venezuela, e alguns permanecem ativos até hoje.
4. Smartmatic e Suas Eleições
A Smartmatic nasceu como uma ferramenta eleitoral do regime venezuelano, mas logo se tornou uma ferramenta para ajudar o regime a permanecer no poder para sempre. Eu sei disso por que coloquei o chefe de TI do Conselho Nacional Eleitoral (CNE) em sua posição, e ele se reportava diretamente a mim. O sistema Smartmatic pode ser alterado, isso é um fato. Essa tecnologia foi posteriormente exportada para o exterior, incluindo para os Estados Unidos. Operativos do regime mantêm relacionamentos com funcionários eleitorais e empresas de máquinas de votação dentro do seu país. Não afirmo que toda eleição é roubada, mas afirmo com certeza que as eleições podem ser manipuladas com o software e têm sido usadas para isso.
Povo dos Estados Unidos, não se engane sobre a ameaça que representa permitir que uma organização narcoterrorista vague livremente no Caribe e em toda a América Latina, fazendo todo o possível para prejudicar o povo americano, financiar o anti-americanismo em todo o continente e facilitar as operações de outras organizações terroristas e inimigos dos Estados Unidos dentro da Venezuela e agora dentro de suas fronteiras. O regime que servi não é meramente hostil, está em guerra com vocês, usando drogas, gangues, espionagem e até mesmo seus próprios processos democráticos como armas.
As políticas do Presidente Trump contra o regime criminoso de Maduro não são apenas justificadas, mas necessárias e proporcionais à ameaça. Ele pode até estar subestimando o que o regime está preparado para fazer para se agarrar ao poder. Eles têm planos de contingência para todos os cenários extremos para garantir que nunca cedam o controle. Eu apoio absolutamente a política do Presidente Trump em relação à Venezuela, por que é em legítima defesa e ele está agindo com base na verdade. Continuo pronto para fornecer detalhes adicionais sobre esses assuntos ao governo dos Estados Unidos.
Hugo Carvajal Barrios
Estados Unidos da América
2 de dezembro de 2025

A ligação de Fidel Castro com a nobreza ítalo-espanhola e o narcotráfico nas Américas.

































