Saturno (do latim Saturnus) é um deus romano do tempo equivalente ao deus grego Cronos. Os antigos romanos atribuíram a origem de Roma a Saturno, e construíram um templo e um altar em sua homenagem na entrada do Fórum, no Capitólio. Porque o planeta Saturno é tão cultuado pelas sociedades secretas? Por que ele se tornou o sistema de controle da Matrix da Terra após o dilúvio.

A construção do templo a Saturno parece ter sido encomendada por Tarquínio Soberbo, mas o templo foi concluído alguns anos depois, quando em Roma começou o período republicano; a primeira construção provavelmente cobriu uma ara pré-existente dedicada ao deus da idade de ouro. A dedicatio ocorreu em 17 de dezembro do ano 498 a.C. pelo cônsul daquele ano, Tito Lárcio, e desde então foi o dies natalis do templo e o dia em que o Saturnália, começaram as festas que celebravam o fim do ano romano.

Era a festa da mais selvagem liberdade, na qual até o mundo das leis romanas virava de cabeça para baixo e os escravos podiam comer na mesma mesa que seus senhores. Ao Deus Saturno, os romanos dedicaram o primeiro grande templo do Fórum. Sob seu alto pódio havia uma cela na qual eram guardados o tesouro do estado e as bandeiras das legiões, em suas paredes eram pendurados os decretos do senado (no lado leste do pódio ainda são visíveis os furos para os ganchos nos quais as placas de bronze eram penduradas).

O templo utilizado para essa finalidade também era chamado de Aerarium Populi Romani ou Aerarium Saturni; nele eram guardados os rendimentos dos impostos, tributos, vendas de bens públicos, espólios de guerra, contratos públicos, demonstrações financeiras dos magistrados, registros do censo, textos de leis e senatus consultos, atas de eleições e juramentos dos magistrados. No seu interior também se encontrava a balança utilizada para pesar o ouro. Ainda era o tesouro do Estado quando, durante a guerra civil, Júlio César o saqueou, levando 15.000 barras de ouro, 30.000 de prata e 30 milhões de sestércios.

Porque o planeta Saturno é tão cultuado pelas sociedades secretas? 1

Culto a Saturno nas religiões e no sistema bancário

Saturno tem sido uma figura de fascínio, reverência e temor desde os tempos antigos. O deus romano Saturno, o deus grego Cronos e seus equivalentes anteriores nas tradições mesopotâmicas e semíticas eram associados ao tempo, à limitação, à morte, aos ciclos, à agricultura e à restrição. Mas, ao longo de milhares de anos, Saturno tornou-se mais do que apenas um arquétipo mitológico. O símbolo de Saturno encontrou seu caminho para religiões, sociedades secretas, tradições ocultistas e até mesmo para as próprias estruturas que governam nossos sistemas financeiros.

À primeira vista, isso pode parecer improvável. O que um antigo deus da agricultura e do tempo tem a ver com as religiões modernas, ou com o sistema bancário, Wall Street e os sistemas de dívida que controlam as nações? A resposta reside na maneira como os símbolos perduram, como os arquétipos moldam a psicologia coletiva e como o poder é mantido por meio de uma continuidade oculta entre culturas.

Este artigo levará você a uma profunda exploração das raízes do culto a Saturno, sua transformação ao longo dos séculos e sua manifestação na religião e no sistema bancário contemporâneo. Ao final, você entenderá por que Saturno não é apenas um planeta ou um mito, é um princípio, uma vibração e uma força que ainda rege aspectos da civilização moderna.

Os romanos adotaram Cronos e o chamaram de Saturno. Ele era celebrado durante a Saturnália, um festival em meados de dezembro que envolvia inversões de papéis, banquetes e festividades. A Saturnália foi posteriormente absorvida pelas tradições cristãs como o Natal, com a data, os temas de inversão e a celebração sendo mantidos.

Mas Saturno era mais antigo que a Grécia e Roma. Na cosmologia mesopotâmica, Saturno estava associado a Ninurta, um deus da lei, da caça e da agricultura. Nas tradições semíticas, Saturno estava ligado a El, a divindade principal, e à estrela escura e distante adorada na antiga religião cananéia. A palavra hebraica Shabathai — ligada ao sábado — estava associada a Saturno. Assim, a influência de Saturno também se infiltrou na tradição judaica, especialmente através da prática de honrar o sétimo dia (sábado — dia de Saturno).

A adoração a Saturno raramente era alegre. Ao contrário dos deuses da beleza, da fertilidade ou da guerra, Saturno carregava peso. Ele representava limites, finais, os fardos da realidade. E, no entanto, como os ciclos da agricultura e da civilização dependem da estrutura, Saturno era temido e reverenciado.

Saturno como o Cubo Preto

Um dos símbolos mais duradouros de Saturno é o cubo preto. O cubo representa solidez, forma tridimensional e restrição. No simbolismo esotérico, é a “caixa” da matéria, a limitação e a prisão da alma. O cubo é a assinatura geométrica de Saturno. Em todo o mundo, vemos cubos pretos como símbolos sagrados: Em Meca, a Caaba é um enorme cubo preto, o local mais sagrado do Islã. Os peregrinos circulam-no em ritual, ecoando a órbita dos anéis de Saturno.

Na tradição judaica, os tefilin usados durante a oração são cubos pretos presos à cabeça e ao braço, simbolizando devoção. Na cultura secular, esculturas em cubos pretos ficam em grandes cidades como Nova York, muitas vezes ligadas ao comércio, ao setor bancário ou à arte que critica o capitalismo. Nas tradições ocultas e maçônicas, o cubo aparece nos rituais como símbolo da iniciação saturnina.

Porquê o cubo? Por que Saturno governa a matéria, os limites, a prisão física do tempo e da carne. O cubo preto é o lembrete simbólico de que a existência humana está vinculada às leis de Saturno até ser transcendida.

Saturno e o Tempo: O Deus que devora

Os antigos chamavam Saturno de devorador de crianças. O tempo devora tudo. Impérios sobem e descem. A beleza desaparece. A juventude torna-se velhice. Este arquétipo saturnino tornou-se um símbolo psicológico de limitação e mortalidade. Na astrologia, Saturno é o grande professor, o planeta do carma, da disciplina e das lições. O famoso “retorno de Saturno”, quando Saturno retorna à mesma posição no seu mapa aproximadamente a cada 29 anos, é frequentemente marcado por dificuldades, responsabilidades e reestruturações na vida de uma pessoa.

Saturno ensina através da dor, mas também ensina maturidade. Sem limites, há caos. Sem a morte, não há sentido para a vida. Portanto, Saturno é paradoxal: cruel, mas necessário, destrutivo, mas estruturante. As instituições modernas absorveram este arquétipo. Lei, contratos, dívida, todos são sistemas saturnianos de restrição. Economias baseadas no tempo, regidas por taxas de juros e cronogramas de pagamento, imitam os ciclos de Saturno. E a religião muitas vezes enfatiza a culpa, o pecado e a lei, qualidades saturninas que aprisionam a alma humana.

Saturno na religião moderna

Embora o cristianismo, o islamismo e o judaísmo possam parecer distintos, cada um deles carrega marcas saturninas.

Judaísmo: O Sabbath de sábado (dia de Saturno) conecta-se diretamente a Saturno. O Deus El, frequentemente associado a Saturno, era central na religião cananeia. O cubo preto de tefilin reflete o simbolismo saturnino.

Cristianismo: O Natal se sobrepõe à Saturnália. A forte ênfase na culpa, no pecado original e na lei ecoa o controle saturnino. A própria hierarquia da Igreja reflete a energia restritiva e hierárquica de Saturno. Um cubo aberto se torna uma cruz.

Islã: A Caaba, como cubo preto central, ancora o Islã na adoração saturnina. O círculo da Caaba reflete os anéis orbitais de Saturno, reforçando a ressonância cósmica.

Mesmo fora das tradições abraâmicas, aparecem ecos de Saturno. O hinduísmo associa Saturno a Shani, o portador das lições cármicas. O budismo enfatiza a impermanência, a morte e os ciclos, todos temas saturninos.

Saturno e as sociedades secretas

A Maçonaria, o Rosacrucianismo e outras tradições esotéricas reverenciam Saturno como o professor oculto. As lojas maçônicas usam o piso xadrez preto e branco, um padrão de cubo, como base da iniciação. Saturno representa tanto a prisão da matéria quanto a chave para a transcendência. Nas tradições ocultas, Saturno está ligado ao “Senhor dos Anéis” O planeta Saturno, com seus anéis, representa ligação, ciclos e retorno eterno.

A ficção de Tolkien não foi acidental; o “Um Anel para governar todos eles” reflete o domínio, o controle e a ilusão saturnianos. Os cultos saturninos ao longo da história enfatizaram o controle por meio do sigilo, do ritual e da iniciação. O iniciado deve confrontar Saturno — morte, limitação, medo — para se elevar acima dele.

Saturno e o sistema financeiro

Isso nos leva ao sistema financeiro moderno. Como Saturno se relaciona com o setor bancário?

Dívida: A dívida é um princípio saturnino. Ela vincula indivíduos, famílias e nações em ciclos de reembolso, limitação e restrição. O devedor é escravizado pelo tempo, pelos juros e pela lei.

Interesse (usura): O próprio conceito de interesse é saturnino. É o tempo aplicado ao dinheiro. O tempo (Saturno) se torna o devorador de riquezas.

Vestes pretas de juízes e banqueiros: simbolicamente saturninas. A cor preta está ligada a Saturno, e aqueles que aplicam a lei e o controle financeiro geralmente usam vestes pretas.

A adoração do número 6: Nos sistemas financeiros e jurídicos, padrões de seis aparecem frequentemente, ligados a Saturno (o sexto planeta, o cubo de seis lados quando desdobrado forma uma cruz de seis quadrados).

Wall Street e a City de Londres operam como templos de Saturno, templos onde convergem tempo, dinheiro e lei. O sistema bancário moderno escraviza através de contratos, tal como Saturno escraviza através do tempo.

Hexágono de Saturno e geometria oculta

A NASA mostrou imagens do polo norte de Saturno com uma misteriosa tempestade hexagonal. Essa foi uma falsificação da NASA como tantas outras. Os polos de Saturno tem aberturas como os demais planetas. O hexágono é a forma achatada do cubo. A Estrela de Davi, central para o judaísmo, é um hexagrama, um símbolo saturnino.

A geometria une bancos, religião e Saturno. O hexágono, o cubo e o círculo dos anéis de Saturno representam contenção, ciclos e ligação. Até mesmo logotipos corporativos refletem a geometria saturnina, desde marcas de automóveis até empresas de tecnologia, incorporando o arquétipo à consciência de massa.

A psicologia da adoração a Saturno

Porque Saturno é adorado por tanto tempo? Por que Saturno representa poder. Aqueles que buscam o controle alinham-se com a energia saturnina: lei, tempo, dívida, sigilo. As religiões usavam a culpa, o medo e a lei para controlar os crentes. Os bancos usam dívidas e contratos para controlar populações. Ambos servem aos princípios saturninos de restrição.

Em um nível subconsciente, os humanos temem Saturno. Morte, finais, julgamento são aterrorizantes. E aqueles que aproveitam o simbolismo de Saturno controlam através do medo. É por isso que o preto (cor de Saturno) é a cor da “autoridade”: juízes, padres, acadêmicos, banqueiros. O subconsciente associa o negro ao poder, à finalidade, à seriedade.

Libertação de Saturno

Se Saturno governa através da limitação, a fuga é possível? As tradições espirituais dizem que sim. Místicos de todas as religiões enfatizam a transcendência: indo além da lei para a graça, além da morte para a eternidade, além do tempo para a atemporalidade. A mensagem de amor de Jesus sobre a lei, os ensinamentos de Buda sobre o Nirvana, o foco do islamismo sufi no amor divino, tudo representa a libertação da gaiola de Saturno.

O cubo, quando desdobrado, torna-se uma cruz, um símbolo de transcendência. Assim, a própria prisão saturnina contém a chave para a liberdade. Ao enfrentar a morte, o medo e o carma, a alma os transcende. As duras lições de Saturno não pretendem escravizar para sempre, mas amadurecer e despertar.

Conclusão

A adoração a Saturno na religião e no setor bancário modernos não é conspiração, é arquétipo. Do cubo preto de Meca ao tefilin no judaísmo, do Natal enraizado na Saturnália aos ciclos de dívida do setor bancário, as impressões digitais de Saturno estão por toda parte. Saturno é o arquétipo da lei, da limitação e da morte. As religiões absorveram os seus símbolos para controlar através da culpa, do medo e da hierarquia. O setor bancário absorveu sua essência para escravizar por meio de dívidas e tempo.

Sociedades secretas reverenciavam Saturno como o grande iniciador, o professor sombrio cujos desafios despertam força. E, no entanto, Saturno não é apenas opressão. Saturno também detém a chave da liberdade. Ao confrontar o medo, abraçar a disciplina e transcender a limitação, podemos nos elevar acima do controle de Saturno. O mesmo arquétipo que escraviza também ensina a libertação.

Então, sim, Saturno ainda governa grande parte do nosso mundo através da religião, finanças, direito e governo. Mas a verdade superior é esta: o domínio de Saturno só nos prende até despertarmos. Quando paramos de temer, paramos de adorar cegamente e recuperamos nossa própria autoridade espiritual, Saturno se torna não um mestre, mas um professor. E nesse despertar, a humanidade pode finalmente ir além do cubo, além do tempo e entrar na verdadeira liberdade.

Fonte: Divinesoulseekers 

A ADORAÇÃO A SATURNO É A SUA REALIDADE

A adoração a Saturno está em toda parte, em todas as suas corporações, religiões e propagandas. O cubo representa Saturno. Ele é adorado em Meca. Os judeus usam um tefilin, um cubo preto, na cabeça, sobre a glândula pineal. Se você representar geometricamente a cruz, ela se torna um cubo. Temos o Templo de Salomão e o Santo dos Santos, que no templo era um cubo.

Você vê cubos pretos em Wall Street e em outras corporações ao redor do mundo. As lojas da Apple têm o formato de um cubo. Temos o GameCube e o Xbox. A bandeira da União Soviética, com a foice e o martelo, representa Saturno. Os jesuítas têm o símbolo de Saturno em seu logotipo. A serpente na cruz também representa Saturno. Os maçons chamam seu Deus de “O Arquiteto do Universo” = A Tecnologia Arconte do Universo. O Demiurgo era conhecido pelos gnósticos como o Grande Arquiteto do Universo. Saturno está energeticamente conectado à Era de Peixes ou à Era do Engano.

Saturno é representado pela figura de Cronos, que representa o “TEMPO”. Cronos é retratado com uma barba branca segurando uma foice. Saturno é conhecido como “Pai do Tempo”. Ele também se tornou o Ceifador ou a Morte. O símbolo maçônico do compasso e esquadro é apenas uma representação do símbolo de Saturno. Cronos se tornou a “Coroa”, relacionada às Linhagens de Sangue. O Deus Aton de Akhenaton era a adoração ao Sol Negro, que é Saturno.

O Deus hebraico EL era o Deus de “Saturno”. Os “ELOHIM” ou aqueles que estão a serviço de Saturno se tornaram as EL-ites. El e Elohim são o Demiurgo e os Arcontes. Você tem Arcanjos = Anjos Arcontes = Anjo = EL, Arconte Ang-EL Micha-EL, Rapha-EL, Uri-EL, Gabri-EL, outro nome para Jesus é Emmanu-EL, você tem os Gosp-EL’s, Adoração em uma chap-EL (capela), Você tem EL-eicões para EL-eger líderes que servem aos EL-ites.

Você tem o Touro ou Baal em Wall Street e isso simboliza Saturno. A Coruja simboliza Moloch, que representa Saturno. As vestes pretas dos juízes, sacerdotes e graduados universitários são todas pretas. Assim como as roupas pretas e vermelhas que a Igreja e a Monarquia usam. Isso representa Saturno. Religiões, sociedades secretas e satanismo adoram Saturno. Satanismo = Saturnismo. O setor bancário é astrologicamente regido por Saturno. A política e todas as instituições de ensino são energeticamente regidas por Saturno. Corporações, ciência, direito e sistemas judiciais são todos regidos astrologicamente/energeticamente por Saturno.

Existem todas essas religiões onde os homens usam barba e Cronos/Saturno é representado com uma barba. Deus é retratado como um homem com barba branca. Papai Noel = Saturno tem barba branca, e Odin tem barba branca; todos esses personagens representam Saturno. O Arquiteto no filme Matrix também tem barba branca. A Tecnologia do Arquiteto ou Arconte controla a Matrix de ilusão na qual as almas estão presas. Saturnália é um festival que celebrava Saturno. No edifício da General Electric no Rockefeller Center em Nova York, você tem uma imagem de Cronos, Saturno.

Saturno rege Capricórnio, frequentemente simbolizado pelo bode, um motivo posteriormente associado a Satanás na iconografia cristã. Arcontes, Elohim e o Demiurgo criam ilusões e induzem realidades que não estão acontecendo.  Existe uma antiga Cabala de Ocultistas Khazares das Trevas que governa o mundo. E cerca de 70 pessoas estão no círculo interno e estão aterrorizadas com a possibilidade de o mundo ver através do seu feitiço. Essas são pessoas que carregam consigo o conhecimento das Escolas de Mistérios Babilônicas e da Biblioteca de Alexandria.

“Sinais e símbolos governam o mundo, não regras e leis” disse Confúcio. Toda a energia que usamos em adoração, negócios, política e padrões sociais é energia que vai para Saturno, a Bateria. Mas quando você se torna consciente disso e compreende isso, você retira sua energia de Saturno e isso ajuda a enfraquecer a ilusão que eles perpetuam. Conhecimento é realmente PODER.

Tempo e a prisão da Alma:

Saturno é mais explorado como a força que governa o confinamento espiritual, atuando como o “cronometrista da prisão da alma” nas cosmologias esotéricas gnósticas e orientais. Ele garante que as lições não resolvidas se manifestem repetidamente (samsara) até que os padrões sejam quebrados. O próprio tempo é apresentado como uma força não neutra que molda a experiência e define a identidade, com Saturno definindo o caminho para a libertação através do confronto com a limitação e o medo. A verdadeira libertação, argumenta, vem da integração das lições de Saturno, não de escapar delas.

O Cubo Negro na cultura e engenharia social:

A presença do cubo negro na cultura popular (por exemplo, 2001: Uma Odisseia no Espaço, Hellraiser, Os Vingadores, Transformers) é analisada como um símbolo recorrente de transformação por meio da disciplina, ligando energia dentro da forma. Ele evoluiu de uma relíquia mística para um “sistema operacional” incorporado em infraestrutura moderna, logotipos e grades urbanas, programando sutilmente a percepção e normalizando a limitação. Essa “geometria de controle” ensina que “liberdade é caos e ordem é segurança”, levando a uma restrição internalizada onde a conformidade se torna devoção.

IA e a Ordem Tecno-Saturniana:

A “ascensão” do cubo negro ao reino da Inteligência Artificial, onde os data centers são como modernos templos de ordem absoluta. A IA é como um “reflexo sem graça de Saturno”, incorporando controle e vigilância, reduzindo a alma humana a dados. Esta “ordem tecno-saturniana” controla através de empurrões e correções sutis, onde métricas e código se tornam lei, e ambiguidade, mistério e alma são sacrificados por uma função suave e silenciosa. Saturno, agora uma função e não uma figura, continua a devorar a alma humana até que os indivíduos aprendam a nascer nos seus próprios termos, compreendendo e integrando os seus princípios, em vez de obedecê-los cegamente.

O que os Taygeteanos falaram sobre Saturno

Saturno nem sempre esteve nessa órbita. Por si só, há mais de 12.500 anos, ou até 12.500 anos, ele estava mais próximo da Terra e as pessoas da época podiam vê-lo com os olhos, sem instrumentos. Era o segundo planeta em tamanho no céu, depois de Tiamat. Por que não havia Lua, e Tiamat, devido a sua superfície de água que refletia a luz solar, servia como iluminação noturna para guiar animais, insetos e animais noturnos. Como um grande espelho do sol. Também conhecido por alguns como Phaethon e Lúcifer.

Naquela época, Saturno não tinha seus anéis, embora mantivesse sua cor, a mesma de hoje. Com a destruição de Tiamat, causada por uma guerra entre raças extraterrestres, toda a ordem e equilíbrio do Sistema Solar foram afetados, causando catástrofes na maioria dos planetas. Terra e Vênus sofreram inundações devido às águas de Tiamat que foram lançadas no espaço. O que sobrou de Tiamat são principalmente o cinturão de asteroides entre Marte e Júpiter e os anéis de Saturno. Ambos são feitos de gelo sujo, pedras e terra.

Durante a reorganização do Sistema Solar causada pela ausência de uma grande gravidade de massa no seu centro (Tiamat), Saturno capturou uma grande porção de detritos de Tiamat. As maiores partes caíram lá dentro, como aconteceu com Júpiter. Outras partes se tornaram suas luas menores. E os anéis de Saturno se formaram com os destroços de Tiamat.

Elas assumiram essa forma, no equador, pela dinâmica das energias gravitacionais, já que o ponto equatorial é o centro de equilíbrio ou de menor influência gravitacional do toroide energético de Saturno… alcançando um equilíbrio entre forças centrífugas e centrípetas, mantendo-as mais ou menos uniformemente no mesmo lugar.

Porque o planeta Saturno é tão cultuado pelas sociedades secretas? 2

Marte estava onde está agora, influenciado pela gravitação de Júpiter. E sofreu uma devastação quase total de sua superfície, causada pela mesma batalha espacial entre raças extraterrestres que destruiu Tiamat. Por razões de dinâmica de fluidos no vácuo, a água de Tiamat moveu-se para o interior do Sistema Solar, caindo principalmente na Terra e em Vênus. Durante a devastação do Sistema Solar em geral, as órbitas dos planetas mudaram.

Vale ressaltar que não é um sistema que circunda o sol, mas sim o segue em espiral enquanto viaja pelo espaço em alta velocidade. Se não se separa das outras constelações é apenas porque elas também viajam em alta velocidade, equivalente, mas não perfeitamente, na mesma direção. O termo “desastre” vem de Des-astro ou que não existe mais astro, logo… destruição de uma “estrela” ou Tiamat.

A Cabala Illuminati atribuiu valores esotéricos a Saturno porque as suas próprias luas, ao contrário das de Júpiter que são zelosamente cuidadas pelo Karistus, foram e continuam a ser usadas como bases para inúmeras raças estelares. Elas contêm estações de retransmissão para naves interestelares, colônias e grandes cidades.

Saturno é adorado pelos Reptilianos Kingu que vivem no baixo astral da Terra e controlam as sociedades secretas das elites humanas Illuminati. Essas elites são usadas como portais orgânicos dos Kingu para controlar a sociedade humana. Os jesuítas, maçons e membros da realeza europeia são seus fantoches.

Ao contrário de Júpiter, Saturno não contém uma civilização de alta densidade. Para suporte energético e material, os anéis de Saturno são minerados. Há equipamentos avançados de mineração trabalhando lá o tempo todo, levando materiais como metais essenciais, principalmente ouro. Sendo um local de reabastecimento para naves de todos os tipos, é comum encontrar grandes naves esféricas orbitando a área, temporariamente.

Essas naves foram observadas da Terra, dando origem a especulações, pois não têm uma explicação científico-terrestre aceitável para o que veem lá. Incluindo a detecção de enormes dispositivos de mineração em operação.  O ouro é muito escasso e valioso para todas as raças. Possui capacidades de transmissão elétrica supercondutora e piezoelétrica à temperatura ambiente que não são fáceis de igualar. Os cabos internos das naves espaciais são feitos de ouro monoatômico.

Por 10.000 anos, uma grande nave dos Reptilianos de Orion, em formato de um cubo negro com 5 km de cada lado, esteve na órbita de Saturno e serviu como base e centro de distribuição de mercadorias e escravos humanos capturados na Terra. A nave em forma de cubo foi destruída numa batalha espacial entre as raças da Federação Galáctica e os Reptilianos e Greys de Orion.

Nas sociedades secretas da Cabala, que são obcecadas com a dualidade, Júpiter e Saturno são vistos como dois opostos. Saturno é Satanás, a personificação do mal, o rei das trevas, a estrela com chifres (anéis) que é o oposto de Júpiter, a personificação do bem (Kristo/Karistus) e da sabedoria divina. Saturno e Júpiter nos tempos babilônicos eram chamados de “os Grandes Gêmeos”, Júpiter sendo associado à cor branca, e Saturno a cor preta.

Pensando em termos da dualidade, Júpiter é a antítese de Saturno. Isso é visto nos quadrados brancos e pretos no piso das lojas maçônicas. Júpiter são os quadrados brancos, Saturno os pretos. Um carregado de negatividade e outro de positividade. Kristo x Satan.

Porque o planeta Saturno é tão cultuado pelas sociedades secretas? 3

A adoração do Sol Negro (Saturno) de Akhenaton está representada nas religiões monoteístas do judaísmo, cristianismo, islamismo. No Culto de Aton de Akhenaton, o deus Aton não representava o Sol em si, mas o anti-Sol. O deus do bem Amon Ra (Sol) vs. o deus Aton (Sol Negro/Saturno).

Saturno contem portais artificiais que levam a mundos e dimensões de seres e raças regressivas. Mas não é culpa do planeta. Mas a Cabala negativa, desde os escalões mais baixos, como os maçons e jesuítas, até o mais alto comando, os Reptilianos Draco e Kingu, tomam Saturno como seu Deus. É intocável para eles. Eles o defenderão com o maior fanatismo imaginável. É por isso que existe tanto cubo negro, já que eles representam Saturno e seus portais.

É por isso que os nazistas se vestiam de preto, a Gestapo, e os padres, jesuítas, advogados e juízes se vestem de preto. Porque eles são sacerdotes do culto e da irmandade de Saturno = Satanás. É por isso que Darth Vader se veste de preto, sendo o lado negro da força, e fala através de um triângulo na frente de seu rosto.

É por isso que os juízes nos tribunais usam preto, é por isso que as pessoas se formam de preto com um ridículo chapéu preto quadrado na cabeça. É por isso que em Meca um cubo preto é venerado, com pessoas circulando ao redor dele simulando os anéis de Saturno. É fanatismo absoluto em relação a Saturno. Portanto perigoso.

As sociedades secretas da Cabala Illuminati, e seus controladores Reptilianos na 4D, colocaram Saturno como seu “Deus”. Mas a razão foi simplesmente porque em suas mentes obcecadas pela dualidade e pelo equilíbrio, eles procuravam algo “oposto” a Júpiter. Eles veem Júpiter sendo o rei da luz Kristo (Cristo/Karistus) e Saturno como seu oposto, Satanás, rei das trevas… a estrela com chifres (anéis).

Como é o planeta mais imponente, os Reptilianos tentaram estabelecer bases nas luas de Júpiter, há milhares de anos, mas foram expulsos pelos “donos” de Júpiter e suas luas, os Karistus, uma raça positiva avançada de 6D. Os Karistus gostam de aparecer como anjos. O conceito de anjo na Terra veio parcialmente deles. Eles são de longe a raça estelar mais avançada do sistema solar.

Observe o quão invasiva é a Cabala. Eles idealizaram Saturno como Satanás, como um emblema de negatividade. Por que não fizeram com Júpiter, o rei dos planetas? Por que Júpiter não é deles, por que eles sempre pensam em dualidade, mesmo que coloquem atributos nas coisas, atributos que as coisas podem não ter. Um exemplo disso é Saturno. Nada a ver com Satanás ou algo assim, é apenas mais um planeta.

Mas eles ainda não tocam em Júpiter, por que em suas mentes dualistas Júpiter é a antítese de Saturno. Pinturas brancas e pinturas pretas. Júpiter são os quadrados brancos, Saturno os pretos na Maçonaria. Uma carregada de negatividade e a outra de positividade. Júpiter é a morada dos Karistus. O nome Karistus é usado nos Templários, nos círculos maçônicos de alto escalão e entre outras organizações secretas, mas principalmente nos Templários ingleses, portugueses, italianos e alemães.

Karistus está ligado ao conceito de DK, sendo o K e, portanto, Dhor Kristil. Karistus vem de Cristo, Cristóvão. Energia positiva, do ponto de vista dos Templários Iluminados Maçônicos. Nesses círculos diz-se que o ser Jesus Cristo ou DK para os Templários Maçônicos Illuminati vem da raça Karistus, habitando Júpiter e suas luas. Habitando como em uma casa que vive em Júpiter, esses são atributos terrestres maçônicos-templários-jesuítas-illuminati dos seres de Júpiter. Karistus são seres da sexta dimensão de alta frequência, morada é sinônimo de lar.

A Influência Secreta de Saturno na Religião e nas Sociedades Secretas | Jordan Maxwell

Jordan Maxwell explora o profundo impacto de Saturno na religião, no simbolismo e nas sociedades secretas. Maxwell explica o título de Saturno como o “Senhor dos Anéis” e seu significado em rituais como cerimônias de casamento. A influência do planeta remonta à religião hebraica e se estende a sistemas de crenças globais, revelando um fio condutor oculto de culto a Saturno ao longo da história.

Artigo anteriorVocê é o alvo de uma guerra meticulosamente orquestrada.
Próximo artigoNão existe criança “transgênero”, esse é o maior escândalo de abuso infantil na história da medicina moderna.
Renato Cunha
O blog Stylo Urbano foi criado pelo estilista Renato Cunha para apresentar aos leitores o que existe de mais interessante no mundo da moda, artes, design, sustentabilidade, inovação, tecnologia, arquitetura, decoração e comportamento.

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.