A Diretora de Inteligência Nacional, Tulsi Gabbard, entregou um conjunto confidencial de provas irrefutáveis diretamente ao Departamento de Justiça Americano com evidência provando sem sombra de dúvida de que Barack Obama orquestrou e fabricou a farsa do Russiagate ou Spygate para sabotar Donald J. Trump. De acordo com um briefing presidencial desclassificado de dezembro de 2016, Barack Obama sabia que a narrativa do conluio Trump-Rússia era uma farsa.

Obama sabia que era uma farsa e ele estava pessoalmente envolvido na fabricação e politização da inteligência para criar a narrativa de conluio Trump-Rússia. Na terça-feira, o presidente Trump disse que Obama é culpado de traição: “Barack Hussein Obama é o líder. Hillary Clinton estava ali com ele, assim como o sonolento Joe Biden… e o resto deles também. Comey, Clapper, Brennan, Susan Rice e todo o grupo. Isso foi traição…eles tentaram roubar a eleição…”

A farsa da Rússia…Rússia…Rússia que a mídia fake news gritou por anos, para fazer lavagem cerebral nos americanos, foi uma mentira conscientemente criada pela Administração Obama para minar a legitimidade e o poder do Presidente dos Estados Unidos devidamente eleito, Donald Trump.

Eles estão tão fodidos… A própria Inteligência de Obama disse-lhe que Vladimir Putin preferia Hillary Clinton porque eles tinham chantagem sobre ela. Este documento prova que Putin preferia Clinton a Trump nas eleições de 2016. Moscou estava a reter material prejudicial para alavancar uma administração Clinton.

Nunca foi Trump o fantoche de Putin, era a corrupta Hillary Clinton. Isso é significativo por que desafia a narrativa amplamente propagada pela mídia de que a Rússia procurou ativamente garantir a vitória de Trump em 2016, sugerindo em vez disso que Putin tinha controle sobre Hillary.

Trump elogia muito Tulsi pela exposição de Obama e da sua Cabala, e pelos seus esquemas para anular as eleições de 2016. Observe como Trump diz que eles sabiam há muito tempo, diz que mais documentos estão chegando e diz que ainda não vimos nada. Aperte o cinto. O acerto de contas está sobre nós. Será que as investigações criminais contra Obama nos EUA revelarão sua participação na eleição fraudulenta de Lula no Brasil?

Flashback dos debates de 2020. Trump diz que não houve transição depois de 2016, e Obama, Hillary e Biden estiveram envolvidos num golpe de Estado. Ele também diz que ele “pegou todos eles”. Trump sabia o tempo todo. Ele finalmente está em posição de atacar o Deep State.

O presidente Trump compartilhou um vídeo de IA de Obama sendo preso e jogado na prisão. Trump está apenas trollando, ou isso é uma divulgação suave? Obama financiou todo o programa nuclear do Irã para iniciar a Terceira Guerra Mundial com Israel. As elites maçônicas Illuminati, como Obama, sempre se acharam “intocáveis” e acima da lei. NÃO MAIS!

O Deep State (estado profundo) é um governo paralelo constituído por redes secretas de poder das elites maçônicas que operam independentemente da liderança política de um estado, em busca de sua própria agenda e objetivos. Os membros destas redes estão ligados não só entre si, mas também a redes de outros países autocráticos e também de democracias. Num governo “democrático”, o Deep State é composto por funcionários eleitos (políticos) e não eleitos (juízes, burocratas) pelo povo.

Os agentes do Deep State estão infiltrados em todas as instituições do governo americano e Trump terá que caçar e demitir um a um para conseguir “drenar o pântano”. São esses agentes que protegem os crimes das elites maçônicas globalistas. Em 10 de julho foi noticiado que o governo Trump iniciou demissões em massa no Departamento de Justiça, FBI, CIA e outras agências do estado. O expurgo do pântano está em andamento.

Presidentes, governadores e prefeitos vem e vão mas os funcionários não eleitos indicados ou contratados costumam ficar por muitos anos. Juízes e outros burocratas que foram nomeados nos governos globalistas de Bill Clinton, George W. Bush, Barack Obama e Joe Biden podem atrapalhar ou impedir a agenda “America Primeiro” de Donald Trump.

Agora Trump, e seus nomeados, podem remover quaisquer maus atores à vontade, sob o pretexto de “eficiência do governo”. Os americanos estão sedentos de resultados, mas Trump e sua equipe ainda não limparam totalmente a casa. Os juízes ativistas dos democratas estavam obstruindo Trump o tempo todo a mando do Deep State.

Prisão para Barack Obama: O homem que autorizou o golpe contra Trump. 1

O patrimônio líquido de Barack Obama disparou de US$ 10 mil em 1990 para mais de US$ 270 milhões em 2025 sem explicação lógica. Sua fortuna é a recompensa pela traição. Obama é um agente fabricado de interesses globalistas, inserido no mais alto cargo dos Estados Unidos para facilitar uma transferência silenciosa de poder do povo para a elite.

E enquanto milhões perderam suas casas, seus empregos e seus direitos sob sua administração, Obama construiu um império financeiro tão grande, tão inexplicável, tão grotescamente desconectado de qualquer fonte de renda legítima, que exige nada menos que uma investigação federal completa e um julgamento criminal.

O presidente Trump pediu a prisão de Barack Obama por dirigir e autorizar o Russiagate/Spygate. O Spygate, no entanto, é uma operação internacional envolvendo a Itália. Se Obama cair, seus cúmplices na Itália cairão. O establishment italiano agora está realmente com medo.

Se um democrata fosse presidente, e eles mostrassem documentos provando que Trump e sua administração estavam envolvidos em uma conspiração traiçoeira, seria primeira página, 24 horas por dia, 7 dias por semana. Mas quando Trump diz que Obama, o messias dos democratas, é culpado de “traição” e produz os documentos para apoiá-lo, as pro$tituta$ da mídia fake news mal o tocam. A maior história do planeta, e estão a ignorá-la.

Esta é mais uma confirmação de que redes de mídia como CNN, MSNBC, The Washington Post e várias outras são um braço de manipulação pública do Partido Democrata, e estão envolvidos em engano insondável para executar cobertura para os democratas. Dado que a mídia são cúmplices da conspiração e, conscientemente, promoveram a falsa narrativa da Rússia com provas ZERO, faz sentido por que estão a evitar a maior história da história dos EUA.

Leia mais: Poderia Barack Obama ter orquestrado a “farsa da Rússia”, o que Donald Trump chamou de “o crime do século”?

As redes de mídia fake news também são culpados e não querem denunciar seus próprios crimes. Mentiram aos americanos e ao mundo a mando de Obama, numa tentativa de derrubar as eleições de 2016 e subverter a vontade do povo americano. Os jornalistas e apresentadores da mídia são igualmente culpados. Eles são um inimigo do povo e uma ameaça.

Eles são o braço de propaganda do regime traiçoeiro. Eles também deveriam ser punidos. A mídia mentiu sobre o Russiagate, sobre o Covid e suas vacinas tóxicas “seguras”, sobre os laboratórios de armas biológicas que Obama financiou na Ucrânia, a fraude eleitoral de Biden, o Irã e TUDO mais. Se alguém ainda acredita que eles estão sendo sinceros sobre a lista de Epstein, depois de ignorar essa história por mais de 10 anos, é deliberadamente um retardado.

O relatório lançado por Tulsi Gabbard provou que Obama “CONSPIROU PARA SUBVERTER A VONTADE DO POVO AMERICANO”. Tulsi disse: “O presidente Obama, Hillary Clinton, Brennan, Clapper, Comey e outros, incluindo seus porta-vozes na mídia, mentiram conscientemente.”

Neste momento a Diretora de Inteligência Nacional está se referindo apenas ao escândalo do Russiagate, ela ainda revelará outros escândalos envolvendo Obama, como o Italiagate, o Pizzagate, a falsa identidade de Obama e sua “mulher”, o falso Joe Biden eleito ilegalmente, o uso indiscriminado de assinatura automática por funcionários de Biden, os laboratórios de armas biológicas que Obama financiou na Ucrânia, o Plano de 16 anos para destruir os EUA e o mundo e vários outros crimes que estão documentados.

Leia mais: Os escândalos do governo Obama. O presidente democrata queridinho da mídia deixou a economia dos EUA em frangalhos.

George Papadopoulos solta a bomba: Obama orquestrou a mentira da conspiração com a Rússia

Donald Trump pede a prisão de Obama pelo Spygate: um confronto para os associados italianos de Obama?

Texto do jornalista italiano Cesare Sacchetti

Tulsi Gabbard aparece diante dos microfones da Fox News, entrevistada pela jornalista de televisão Maria Bartiromo, com uma voz calma e firme enquanto faz declarações de alcance simplesmente devastador.

A diretora do Departamento de Inteligência Nacional está essencialmente anunciando oficialmente o que já foi dito em diversas ocasiões nos últimos anos: que o chamado Russiagate ou Spygate nada mais foi do que uma armação arquitetada principalmente pela ex-secretária de Estado Hillary Clinton, que precisava desesperadamente desacreditar Trump para bloquear seu caminho para a Casa Branca.

Nos círculos do Deep State de Washington, eles não estavam acostumados com a ideia e a possibilidade de que, depois de muitos anos, um candidato presidencial capaz de quebrar o falso duopólio entre republicanos e democratas pudesse finalmente surgir. Nas salas do Conselho de Relações Exteriores, um dos círculos mais influentes de Washington, com forte influência dos oligarcas Rockefeller, não apenas os presidentes, mas também suas linhas de política externa eram decididas com antecedência.

Por mais de um século, a doutrina de Washington foi a de uma nação que decidiu construir um império e comprimir cada vez mais o espaço soberano dos vários países europeus, reduzidos a pouco mais que colônias a partir de 1945.

Trump foi o homem que arriscou perturbar o equilíbrio construído por esses círculos, e então o Partido Democrata de Hillary Clinton começou a conceber a “ideia” de que o candidato republicano era um homem gerenciado e dirigido por Vladimir Putin para impedi-lo de se tornar presidente e, assim, acusá-lo falsamente de “traição”.

Barack Obama: O homem que autorizou o golpe contra Trump

Na Casa Branca, o então presidente Barack Obama sabia de tudo. Já houve uma reunião em setembro de 2016 com a presença do ex-diretor da CIA, o corrupto John Brennan, que informou Obama sobre o plano de Hillary Clinton para desacreditar Trump por meio do dossiê falso elaborado pelo ex-agente de inteligência britânico, Christopher Steele.

O infame dossiê inventa as mentiras mais surreais contra Trump, começando com a alegação de que o presidente ordenou que duas prostitutas russas urinassem na cama do hotel de Moscou onde Barack Obama dormiu para insultar o presidente democrata. Obama sabia dessas manobras subversivas e ilegais contra Donald Trump, mas não fez nada para impedir a conspiração que havia sido armada contra o empresário nova-iorquino.

Em vez disso, Obama usou sua autoridade presidencial para anular a opinião negativa que os serviços haviam dado sobre o cenário de que Trump era um agente do Kremlin. Ninguém nas diversas agências de inteligência americanas, incluindo a NSA, o Departamento de Segurança Interna, o DHS, a CIA e o próprio FBI, endossou a ideia de que os russos conseguiram subverter o resultado das eleições americanas por meio de ataques cibernéticos fantasmas.

Donald Trump venceu a eleição simplesmente porque o movimento que ele construiu, Make America Great Again, deu voz a todos os americanos marginalizados que por muitos anos não tiveram representação em Washington.

Barack Obama estava perfeitamente informado.

Ele sabia que o chamado Russiagate não passava de uma armação política ridícula contra o presidente Trump, mas, mesmo assim, cometeu um dos atos mais flagrantes de traição que um presidente poderia cometer, instruindo as diversas agências de inteligência de seu país a ignorar as conclusões objetivas de seus relatórios e alegar que Moscou havia anulado a eleição.

O que aconteceu naquela época pode ser definido como um verdadeiro golpe de estado que o ex-presidente Obama ordenou contra o recém-eleito presidente dos Estados Unidos para preparar o terreno para um falso impeachment contra Trump. Em janeiro de 2017, apenas 13 dias após a posse de Trump, chegou o falso relatório, assinado pelos vários diretores das agências mencionadas, que acusaram falsamente o presidente republicano de “conluio” com os russos.

As duas figuras mais envolvidas nessa tentativa de realmente subverter o resultado das eleições de 2016 são o já mencionado Brennan e o ex-diretor do FBI James Comey, que recentemente foi investigado por agências de inteligência americanas por compartilhar uma imagem no Instagram com o código “86 47”, onde 86 significa “matar” e 47 é uma referência ao 47º presidente, Donald Trump.

Prisão para Barack Obama: O homem que autorizou o golpe contra Trump. 2

A mensagem codificada de Comey

Talvez Comey esperasse essa iniciativa de Trump de desclassificar os documentos e, em pânico, chegou ao ponto de ameaçar publicamente o presidente Trump de morte. O medo do ex-diretor do FBI pode ser explicado por uma razão bastante simples. No centro dessa conspiração está esse mesmo escritório de investigação.

O papel da Itália no Spygate

Embora seja verdade que, em dezembro de 2016, a agência investigativa americana tenha expressado uma opinião negativa sobre a suposta interferência russa nas eleições americanas, nos meses anteriores o departamento trabalhou duro para alimentar essa invenção por meio do outro lado do escândalo, o italiano, que até hoje parece simplesmente crucial para rastrear cada fio dessa elaborada conspiração.

Hillary Clinton queria associar Donald Trump à Rússia, e quem correu em seu auxílio foi, em particular, uma figura enigmática como o infame professor maltês Joseph Mifsud, na época professor no Link Campus, que hoje acabou no olho do furacão devido aos diplomas fáceis concedidos a alguns policiais por iniciativa do ex-reitor Vincenzo Scotti, ex-ministro do Interior de DC em 1992.

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José Mifsud

O Link Campus é um lugar peculiar. Está repleto de agentes de inteligência da Anglosfera, e é lá que, em março de 2016, um ex-assessor de Trump, George Papadopoulos, chega. Ele morde a isca do professor maltês, que sugere que Papadopoulos poderia obter os e-mails comprometedores de Hillary Clinton.

Mifsud obviamente não tinha nada em mãos, mas o ex-consultor da campanha de Trump não pareceu fazer perguntas, tanto que nos meses seguintes, ele incautamente confidenciou, aparentemente devido a uma suposta embriaguez, a um diplomata australiano, Alexander Downer, que o professor do Link Campus estava prestes a lhe passar material comprometedor sobre Hillary Clinton.

Downer, no entanto, não é qualquer diplomata. Ele é muito próximo da Fundação Clinton e, assim que recebe essa informação de Papadopoulos, correu para repassá-la ao FBI, que a partir daquele momento, em junho de 2016, tinha o pretexto de abrir uma falsa investigação contra Donald Trump, que mais tarde será apelidada de Furacão Crossfire.

O papel de Renzi no Spygate

Por meio do Furacão Crossfire, o FBI começou a espionar ilegalmente a campanha de Trump, mas Washington usou o lado italiano para incriminar Trump não apenas por meio de Joseph Mifsud, ainda foragido e protegido pelos serviços de inteligência italianos, mas também pelo próprio governo da época, o de Matteo Renzi.

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Essa revelação foi feita não apenas pelo próprio Papadopoulos, mas também por outras fontes de inteligência americanas que concordam com o papel que o ex-primeiro-ministro desempenhou ao disponibilizar informações de inteligência italiana na tentativa de incriminar Donald Trump. Quem pagou o preço por essa complexa operação transatlântica foi uma figura já comentada em mais de uma ocasião, o engenheiro Giulio Occhionero, que tinha uma empresa nos Estados Unidos, a Westlands Securities.

Em fevereiro de 2018, Occhionero escreveu ao Congresso dos EUA e ao então embaixador dos EUA em Roma, Lewis Eisenberg, para denunciar como a polícia postal italiana e sua divisão de TI, CNAIPC, haviam hackeado os servidores de sua empresa em uma possível tentativa de depositar os e-mails infames de Clinton em seus servidores e, assim, usar o engenheiro romano, próximo ao Partido Republicano dos EUA, para “fortalecer” a acusação contra Trump de ser manipulado pelos russos.

Júlio Occhionero

Em abril de 2016, já havia ocorrido uma interessante troca de mensagens entre o ex-adido diplomático do FBI na embaixada americana, Kieran Ramsey, e Nunzia Ciardi, uma policial postal que ressurgiu durante os anos de vigilância dos chamados ativistas “antivacina”, na qual Ramsey agradeceu a Ciardi por ajudá-lo a localizar os servidores de e-mail GMX usados por Occhionero.

Esse interesse americano no engenheiro em abril de 2016 e essa assistência italiana merecem uma investigação mais aprofundada, especialmente considerando que na época não havia nenhuma investigação judicial do Ministério Público de Roma sobre Occhionero e não está claro por que as autoridades americanas e italianas estavam interessadas em saber a localização dos servidores de e-mail de Occhionero.

Segundo o já citado Papadopoulos, foi o próprio Matteo Renzi quem autorizou a operação, tendo recebido o pedido de assistência de Barack Obama durante o encontro dos dois na Casa Branca, em setembro de 2016. Ele então concordou em envolver os serviços secretos italianos para impedir o avanço de Donald Trump.

Isso ressalta a complexidade dessa operação, que envolveu a participação de vários governos estrangeiros, principalmente da Itália e da Grã-Bretanha, que queriam impedir a todo custo a ascensão de Trump à presidência, pois tal eventualidade colocaria definitivamente fim ao chamado bloco euro-atlântico e ao consequente fim do império americano, pedra angular da chamada governança maçônica global. Os riscos eram muito altos e os atores envolvidos nessa conspiração são figuras de alto perfil.

Tulsi Gabbard não perdeu tempo.

A Diretora do Departamento de Justiça solicitou oficialmente ao Departamento de Justiça que investigue o ex-presidente Barack Obama por autorizar um plano tão subversivo contra o presidente Trump. O próprio presidente Trump não tem sido nada diplomático. Nas redes sociais, ele compartilhou um vídeo gerado por IA mostrando a prisão de Obama, o que provocou uma reação imediata e acalorada de Matteo Renzi, que falou em “notícias falsas” e no “dano” imaginário que o soberanismo traria a vários países.

O ex-presidente democrata, diretamente questionado, tentou reiterar o que os próprios documentos oficiais negavam, ou seja, que agências de inteligência alegaram que a Rússia havia interferido nas eleições americanas. Não havia verdade nessa alegação ridícula, e a conclusão inevitável não pode ser que Obama ordenou que a CIA, o FBI e a NSA fabricassem um relatório falso para desacreditar Trump.

Vídeo de IA mostra Obama sendo preso na frente de Trump

Se o soberanismo está causando danos, como afirma Matteo Renzi, certamente não é ao povo, mas às elites maçônicas que fizeram de tudo para minar a soberania de seus países e entregá-la a centros de poder maçônicos supranacionais, muitas vezes desconhecidos do público, mas que nas democracias liberais são os verdadeiros detentores do poder. Talvez seja esta eventualidade que mais assusta o ex-primeiro-ministro, cuja carreira política, após o fim do mandato imposto de cima por Giorgio Napolitano, entrou no seu crepúsculo e agora entra no seu declínio definitivo.

Se um presidente dos EUA for oficialmente indiciado por autorizar uma conspiração para atacar o presidente Trump, então é muito improvável que os outros conspiradores italianos que fizeram parte desse golpe possam escapar ilesos. Esse deve ser o cenário que assombra muitos peões do Deep State italiano que tiveram seu cordão umbilical amarrado ao pântano do governo paralelo de Washington. Agora, todas as proteções do passado estão desaparecendo, e os negócios inacabados provavelmente serão resolvidos em breve.

Fim do texto

IMPÉRIO BANCÁRIO BRITÂNICO ENTRA EM PÂNICO: Os arquivos de traição de Obama EXPÕEM a guerra secreta do Fed contra a América.

Tulsi Gabbard divulgou relatórios PROVANDO que Barack Obama deu DIRETAMENTE a ordem para publicar a farsa do conluio na Rússia sabendo que não havia EVIDÊNCIAS para apoiá-la. Obama não apenas sabia sobre a farsa da Rússia, ele a dirigiu. Leia mais aqui. Lançamento completo do documento abaixo:

Gabbard confirmou que está encaminhando todos os documentos ao DOJ/FBI para investigação criminal e tem evidências irrefutáveis de que Obama estava envolvido em atividades criminosas e em uma conspiração traiçoeira. Trump e sua equipe vão atrás do golpista Obama. A mídia fake news está em PÂNICO! A CNN cortou Gabbard quando ela começou a delinear os documentos que provam que Obama e seus comparsas cometeram TRAIÇÃO!

Estão no modo de controle de danos. Eles DESESPERADAMENTE não querem que essa informação se espalhe. Gabbard disse na cara dos corruptos da mídia que eles conscientemente empurraram a mentira de conluio da Rússia e estavam envolvidos num golpe de anos. Gabbard está forçando a mídia a mostrarem os seus próprios crimes.

O presidente Donald Trump sofreu impeachment pela Câmara dos Representantes dos EUA em 13 de dezembro de 2019. Isto foi 1.057 dias após a posse de Trump. A farsa do Russiagate foi usada por Obama, Hillary, pelos democratas e pela mídia fake news para derrubar Trump. Como tantas outras coisas que estavam acontecendo na época, o impeachment também girou em torno da Ucrânia e da Rússia, com Trump supostamente solicitando ao golpista Zelensky sujeira sobre o corrupto Joe Biden.

Trump reagiu, dizendo em sua conta no Twitter que o inquérito de impeachment era “um golpe.” Ele disse que a intenção era “tirar o poder do povo, seu voto e suas liberdades”. Mas o golpe do impeachment dos democratas falhou. Trump foi absolvido no Senado em 5 de fevereiro de 2020 e continuou no cargo. Obama tentou impedir Trump de se tornar presidente em 2016. Tendo falhado, ele orquestrou outro golpe para retirá-lo da presidência. Tendo falhado, ele orquestrou outro golpe em 2020 para roubar a eleição de Trump e colocar seu fantoche, o falso Joe Biden, na presidência.

Leia mais: Quem eram os “Homens das Sombras”? Qual foi a ligação de Obama com eles para derrubar o presidente Trump através de um golpe?

Tulsi Gabbard, sob a autoridade do Presidente Trump, apresentou-se perante o povo americano e declarou o que a história registará como o o ato mais traiçoeiro já cometido por um presidente dos EUA em exercício, a autorização de uma tentativa secreta de assassinato em seu sucessor.  Obama, durante os últimos 30 dias de sua presidência, recebeu sinal verde uma operação ultrassecreta destinada a eliminar fisicamente Donald J. Trump antes que ele pudesse prestar juramento em 2017.

O codinome da trama é Operação Silêncio, um título que agora parece o epitáfio de todo agente do Estado Profundo envolvido nesta traição monstruosa. De acordo com os documentos agora parcialmente desclassificados revisados por Gabbard e altos funcionários do governo Trump, a Operação Silêncio foi um protocolo de assassinato, executado em fases compartimentadas e envolvendo coordenação de alto nível entre elementos desonestos dentro da CIA, NSA e Departamento de Defesa.

Os documentos traçam um cronograma perturbador:

  • Fase I: Vigilância e infiltração da equipe de transição de Trump.
  • Fase II: Interrupções de comunicação, alavancagem de chantagem e segmentação psicológica.
  • Fase III: Fase de execução final — “remoção física”, usando equipes secretas de operações secretas recrutadas em programas internacionais classificados.

Segundo fontes próximas à investigação, a tentativa estava marcada para o semana de 15 de janeiro de 2017, e só falhou devido a violação de última hora de dentro do Centro de Comando de Segurança Nacional, onde um denunciante desafiou ordens diretas e expôs a ordem de morte à contra-espionagem militar. Sem esse ato de coragem, Donald J. Trump não estaria vivo hoje.

Desde o anúncio de Tulsi Gabbard, Obama recusou todas as perguntas da imprensa, enquanto fontes relatam que pelo menos três escritórios de advocacia sediados em DC foram contratados por ex-funcionários do governo Obama em poucas horas do briefing de Gabbard.

Entretanto, as redes de mídia fake news estão entrando em colapso sob o peso da sua própria cumplicidade. CNN, MSNBC e The Washington Post estão em pleno pânico, chamando as revelações de “fabricadas,” “manipuladas,” ou pior, “gerado por IA.” O desespero deles só confirma o que o povo americano já sabe: O Quarto Estado nunca estava observando o governo, estava trabalhando para ele.

Barack Obama, outrora protegido pelo mito dos meios de comunicação social e pelo isolamento do Deep State, é agora o suspeito central da traição mais vergonhosa, perigosa e criminosa alguma vez registada na história política dos EUA. Mas desta vez, o sistema de justiça responde a Trump.

O Plano de 16 anos para destruir a América e o mundo.

Matteo Renzi e Barack Obama são maçons a serviço dos jesuítas/Vaticano. Hillary Clinton e Barack Obama orquestraram a farsa do Russiagate/Spygate em 2016 para impedir que Donald J. Trump se tornasse presidente dos EUA. Os satanistas Hillary Clinton e Barack Obama foram escolhidos pela Cabala Illuminati (Maçonaria/Jesuítas/Vaticano) para destruir os Estados Unidos e o mundo numa guerra nuclear envolvendo a Coreia do Norte, China, EUA, Rússia, Irã e Israel.

O plano de 16 anos levaria o mundo para a ditadura satânica da Nova Ordem Mundial. Mas Donald Trump pôs fim ao plano quando venceu Hillary na eleição em 2016. Seriam 8 anos de Obama seguido por 8 anos de Hillary. O Deep State lançou a operação terrorista do Coronavírus para derrubar Trump, utilizando votos pelo correio e urnas eletrônicas hackeadas.

Obama participou do golpe eleitoral para instalar seu fantoche, o falso Joe Biden. O Deep State precisava derrubar Trump para continuar com seu plano de 16 anos. Como presidente, Obama transformou agências federais em armas para atingir oponentes e proteger aliados. Outros escândalos sublinharam ainda mais as práticas corruptas do vigarista Obama.

Prisão para Barack Obama: O homem que autorizou o golpe contra Trump. 5

Da mesma forma que Joe Biden, Barack Obama foi selecionado para ser presidente pelo Deep State, portanto, a grande mídia o vem protegendo e encobrindo suas mentiras e escândalos ao longo de toda a sua carreira. Obama é o presidente mais falso da história, protegido por uma mídia que bajula todas as suas palavras.

Sua vida é totalmente falsa. Ele nasceu no Quênia e, portanto, era um presidente falso e ilegítimo. Sua certidão de nascimento, os locais onde estudou, suas filhas e esposa foram falsificadas pela CIA. Obama é um “Candidato da Manchúria” que foi treinado pela CIA para se tornar presidente dos EUA e destruir o país por dentro. O Joe Biden original foi o vice de Obama.

O Show de Biden - Biden morreu em 2019 e foi substituído por atores 1

Várias vezes Donald Trump disse que Barack Obama era uma completa fraude. Sua certidão de nascimento foi falsificada pela CIA, para que ele pudesse se tornar senador e depois presidente, e seu nome verdadeiro é Barry Soweto. Obama foi um personagem totalmente fabricado pela CIA para iniciar o Plano de 16 anos. Obama ficou furioso com Trump por ele ter dito na TV que sua certidão de nascimento era falsa.

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Ele é gay, sua esposa é um transexual e suas duas supostas filhas são de um casal de amigos. Obama é um personagem inventado pelo Deep State para enganar as massas, como tantos outros. Saiba mais sobre Obama aquiaqui e aqui. Obama é um grande fã da censura na Internet, por que além de comunista, ele é um gay enrustido e apenas seus chantagistas podem saber disso!

Em 2014, a comediante Joan Rivers lançou uma bomba respondendo a um repórter da TMZ que perguntou se os EUA elegeriam um presidente gay. “Já temos isso com Obama, então vamos nos acalmar, ” disse Rivers, antes de adicionar, “Você sabe que Michelle é uma travesti.” Quando solicitada a esclarecer sua observação, ela articulou lentamente, “Um trans-gen-der. Todos sabemos.” Pouco tempo depois de dizer isso, Joan Rivers morreu misteriosamente numa cirurgia simples.

A juíza Rosenberg, nomeada por Obama, nega o pedido do governo Trump para divulgar o depoimento de Epstein no julgamento. A atitude de Trump é uma obra-prima. A imprensa o acusou durante semanas de ocultar os documentos de Epstein e, agora, com esse pedido, negado por Rosenberg, Trump demonstrou que é o Partido Democrata que quer manter o conteúdo desses arquivos em segredo de Estado. Será porque o nome de Obama está na lista junto com outros políticos democratas que visitavam a “ilha dos pedófilos” de Epstein?

O verdadeiro Joe Biden, que foi vice de Obama, morreu em janeiro de 2020 e o Deep State o substituiu por clones, sósias, CGI e atores com máscara de silicone para montar o SHOW DE BIDEN. Ele era um presidente fantoche cujas cordas eram controladas pelo Deep State. A presidência do falso Joe Biden foi inteiramente administrada por assinatura automática. Leia mais aqui e aqui. Quem esteve no comando do SHOW DE BIDEN por 4 anos?

Prisão para Barack Obama: O homem que autorizou o golpe contra Trump. 8O Presidente Trump foi chamado de “teórico da conspiração” pela mídia fake news depois de compartilhar uma publicação de outra conta do Truth Social sobre a alegação, “Não há Joe Biden—ele foi executado em 2020.” O post alegou que o que o público vê não é uma pessoa real, mas clones, dublês corporais e entidades robóticas e sem alma feitas para personificar Biden.

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O casal Jill e Joe Biden originais foram substituídos por impostores. Um software de reconhecimento facial, conhecido pela sua precisão, concluiu com mais de 99% de probabilidade que o atual “Biden” é um indivíduo completamente diferente. Recentemente foi exposto que a “Presidência” de Biden foi inteiramente administrada por assinatura automática. Trump disse: “Quem controla o Autopen controla a presidência“.

Leia mais: O Fato do Século! A eleição de 2020 foi um GOLPE: Dominion, votos roubados e o caso Brunson expondo a maior fraude da história dos EUA!

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O Presidente Sombra por trás do falso e ilegítimo Joe Biden

Numa entrevista, Obama falou na cara de todos sobre seu desejo de ter um terceiro mandato como um “Presidente Sombra” controlando o falso governo Biden nos bastidores. Ele disse cada palavra em vídeo. E foi isso o que aconteceu. Depois que saiu da presidência, Obama comprou uma mansão em Washington, D.C., de onde controlava remotamente o falso governo Biden.

TERCEIRO MANDATO DE OBAMA: A NBC News relatou que a mão de Obama está guiando a abordagem do governo Biden para IA. O que pode dar errado?

Obama disse uma vez que se ele fosse servir um terceiro mandato, seria por trás dos bastidores. Isso levou muitos a acreditar que Obama estava controlando a Casa Branca de Joe Biden. Então, que tipo de influência Obama tinha sobre Biden? Trump pediu que a Diretora de Inteligência Nacional, Tulsi Gabbard, revelasse ao público quem estava controlado a assinatura automática de Biden. Essa é uma das próximas revelações sobre Obama.

O golpista Obama está pressionando por um maior controle federal sobre o discurso online, pedindo limites mais rígidos sobre o que os americanos podem dizer em todas as plataformas digitais. Ele argumenta que o governo deveria ter o poder de “impor restrições” ao conteúdo online para combater o que considera “desinformação” e “informação errada”. Ele diz que o governo decidirá quais vozes serão consideradas violentas.

A conspiração internacional contra Donald Trump: Porque o escândalo do Italiagate é fundamental?

Obama e o Deep State de Washington DC precisavam derrotar Trump e retomar o poder dos EUA então, com ajuda da CIA, FBI e dos governos da Itália, Alemanha, Suíça e China, eles orquestram uma mega fraude eleitoral para roubar a eleição de Trump. A inteligência italiana, juntamente com depoimentos sob juramento dos EUA, confirma que a eleição presidencial de 2020 nos EUA foi roubada. Depois do Russiagate, Obama participou do Italiagate.

Satélites controlados pela Itália adicionaram votos a Biden para derrotar Trump. O falso Joe Biden não era o presidente legítimo dos EUA. A Leonardo Aerospace, Defesa e Segurança, juntamente com um funcionário do Departamento de Estado dos EUA, a CIA, cidadãos italianos e um funcionário da Dominion, estiveram todos envolvidos no roubo fraudulento da eleição presidencial de 2020 nos EUA.

Joe Biden, uma vez empossado como presidente ilegal dos Estados Unidos, ordenou que Mateo Renzi, o ex-primeiro-ministro da Itália, derrubasse o atual primeiro-ministro italiano, Giuseppe Conte. Isso foi feito pagando Conte com milhões de dólares em dinheiro para mantê-lo em silêncio. Fiz dois posts sobre o Italiagate:

Italiagate – A conspiração internacional contra Donald Trump

Os globalistas criaram a operação terrorista do Covid e o Italiagate é o escândalo que pode explodir seus planos

O procurador federal dos EUA, John Durham, tinha em sua posse documentos que comprovam que Barack Obama movimentou ilegalmente US$ 400 milhões em dinheiro vivo através da Embaixada de Dubai com a ajuda dos italianos. Eles roubaram US$ 400 milhões dos Estados Unidos e depositaram o dinheiro em uma conta do Merrill Lynch em Genebra, Suíça. Os envolvidos nesses crimes atrozes assassinaram cinco funcionários do governo italiano somente em março para encobrir seus crimes.

O GOLPE DE ESTADO DA AMÉRICA – Testemunho da Inteligência Italiana e Americana de que a eleição americana de 2020 foi roubada do presidente Donald Trump

“Algo aconteceu, estamos assistindo a um golpe de Estado nos Estados Unidos da América.”

• A China está comprando políticos em todo o mundo, comprando propriedades e, em alguns casos, países inteiros.

• Na Itália, a Leonardo, uma empresa de defesa, recebeu pessoas estranhas de Frankfurt e de Frankfurt na Embaixada dos EUA.

De acordo com a Inteligência Italiana, elas estavam na Leonardo para alterar os resultados da eleição presidencial de 2020. Tratou-se de uma tentativa calculada de derrubar presidências e controlar países inteiros.

• Uma carta entregue pessoalmente a Donald Trump na véspera de Natal de 2020, descrevendo como a eleição foi roubada.

• Arturo D’Elia se dispôs a depor.

Larry Johnson, chefe da CIA e do Departamento de Estado, revela em uma gravação de áudio que houve uma operação para resgatar Arturo — mas ela nunca aconteceu e foi soterrada.

• John Durham está de posse de documentos relacionados à transferência de US$ 400 milhões em dinheiro por Barack Obama da Embaixada de Dubai para o Banco Merrill Lynch em Genebra, Suíça.

• Após o golpe, cinco funcionários do governo italiano, incluindo um embaixador, foram assassinados.

• Isso coincide com o relatório de Marco Polo sobre o PCC usando a empresa de defesa italiana Leonardo SpA para roubar tecnologia aeroespacial dos EUA.

A Leonardo SpA tinha negócios com a mesma UBS Securities que injetou US$ 400 milhões na Staple Street Capital, proprietária da Dominion Voting Systems, poucas semanas antes da eleição presidencial de 2020.

• Isso coincide com o depoimento sob juramento do advogado da Suprema Corte da Itália sobre interferência nas eleições de 2020.

• Isso coincide com o discurso do General Thomas McInerney sobre Leonardo e foi sobre interferência eleitoral estrangeira com a Itália mudando votos.

Declaração juramentada confirma que as eleições presidenciais dos EUA de 2020 foram roubadas do presidente Trump e do povo americano. Um satélite militar da Leonardo SpA foi usado para transferir votos de Trump para Biden em vários estados onde Biden estava perdendo na votação total.

Transcrição da Declaração Geral:

“Eu, Prof. Alfio D’Urso, Advogado da Via Vittorio Emanuele, Catânia, apresento a seguinte declaração juramentada dos fatos relatados em diversas reuniões com um alto funcionário dos serviços de segurança do exército:

Arturo D’Elia, ex-chefe do Departamento de TI da Leonardo SpA, foi acusado pelo Ministério Público de Nápoles por manipulação tecnológica de dados e implantação de vírus nos principais computadores da Leonardo SpA em dezembro de 2020. Sob instruções e direção de funcionários americanos que trabalham na Embaixada dos EUA em Roma, realizou a operação para transferir dados das eleições americanas de 3 de novembro de 2020, com uma margem significativa de vitória de Donald Trump para Joe Biden, em vários estados onde Joe Biden estava perdendo no total de votos.

O réu declarou que trabalhava nas instalações da Leonardo SpA em Pescara e utilizou recursos de criptografia de guerra cibernética de nível militar para transmitir votos transferidos via satélite militar da Torre Fucino para Frankfurt, Alemanha. O réu jura que, em alguns casos, os dados podem ter sido alterados para representar um número maior do que o total de eleitores registrados.

O réu declarou estar disposto a testemunhar perante todos os indivíduos e entidades envolvidos na troca de votos de Donald Trump para Joe Biden, quando estará em total proteção para si e sua família. O réu declara que obteve, em local não divulgado, o backup dos dados originais e dos dados alterados mediante instrução para fornecer provas em tribunal neste caso. Declaro e juro que os fatos acima foram relatados na minha presença.”

Datado em 6 de janeiro de 2021, em Roma, Itália.

Os envolvidos no roubo da eleição presidencial dos EUA de 2020 assassinaram cinco funcionários do governo italiano somente em março para encobrir seus crimes.

A ELEIÇÃO ROUBADA: Declaração sob juramento confirma que as eleições presidenciais dos EUA de 2020 foram roubadas do presidente Trump e do povo americano. Um satélite militar da Leonardo SpA foi usado para transferir votos de Trump para Biden em vários estados onde Biden estava perdendo na votação total.

O jornalista Mike Benz publicou informações chocantes sobre como o Departamento de Estado de Joe Biden interferiu na eleição de 2022 no Brasil ao promover semicondutores feitos pela Nuvoton, uma empresa taiwanesa, usados ​​em máquinas de votação do TSE. O “Presidente Sombra”, o comunista Barack Obama, ajudou no golpe de estado contra o povo brasileiro, para derrubar Bolsonaro e colocar o ex-presidiário Lula na presidência?

Já que o falso Joe Biden não mandava em nada, era apenas um fantoche de quem controlava o Autopen. “O Governo Sombra do Brasil” – Como a CIA e USAID colocaram Lula na presidência. O ilegítimo governo Biden financiou a fraude eleitoral no Brasil, através da USAID/CIA, para empossar o ilegítimo governo Lula.

O Departamento de Eficiência Governamental (DOGE) do governo Trump revelou que 4,7 trilhões de dólares em pagamentos que foram feitos através do Departamento do Tesouro do governo Biden eram indetectáveis. Para onde foram os trilhões em impostos dos americanos? Todo ou parte dele foi para os cofres do Banco do Vaticano, da Coroa Britânica e da City de Londres. Provavelmente, o dinheiro dos impostos dos brasileiros terá o mesmo fim no ilegítimo governo Lula, pois o Brasil é uma corporação sob controle do Vaticano.

O comunista Obama, que orquestrou o golpe contra Trump, participou do golpe contra Bolsonaro? Trump disse que Bolsonaro é seu aliado, então é certo que Obama queria destruir Bolsonaro também. Toda a quadrilha internacional que ajudou o ex-presidiário Lula se foi. O Papa jesuíta Bergoglio morreu, o ilegítimo governo Biden é passado, Obama será processado e preso, a USAID foi fechada e a CIA está sendo desmantelada pelo governo Trump.

Lula e sua quadrilha acham que serão protegidos pelo Partido Comunista Chinês, que está em total colapso financeiro devido as tarifas de Trump. O PCC ajudou o Partido Democrata na fraude eleitoral para eleger o falso Joe Biden e pagará muito caro por isso. Foi o governo Biden/Obama quem colocou a quadrilha do PT/PSDB na presidência do Brasil, e é o governo Trump que tem o poder para derrubá-los.

O ilegítimo governo Biden/Obama simplesmente ameaçou Bolsonaro e os generais militares que o apoiavam para aceitarem o golpe. Se recusassem, o governo Biden/Obama usaria todos os recursos para travar uma guerra contra o Brasil. O golpista Lula não tem condições de lutar contra Trump, que está desmantelando o poder do Deep State nos EUA.

Foi a USAID/CIA que ajudou as carreiras políticas dos criminosos Fernando Henrique Cardoso e Lula, para que transformassem o Brasil numa colônia de exploração. O grande problema de Lula e seus comparsas criminosos no STF é que Trump quer destruí-los e eles não podem fazer nada contra. Lula sabe que é impopular há vários anos e ele e seu partido só vencem eleições com a fraude eleitoral “democrática” do TSE/STF.

Lula está encurralado e tentará dar um golpe cancelando as eleições de forma “democrática”, para ficar no poder até morrer, como fez o ditador Zelensky. O mandato de Zelensky expirou em março de 2024. O nazista Zelensky governa e leva uma nação inteira à ruína, sem sequer ter um mandato eleitoral, mas seu regime está entrando em colapso. Lula não foi eleito pelo povo brasileiro, mas pela CIA e governo Biden/Obama. O golpe de estado na Ucrânia em 2014 foi feito pela CIA e governo Obama/Biden.

Leandro Ruschel

A perseguição política contra a direita, no Brasil e nos EUA, foi arquitetada pelo deep state norte-americano — aparelhado pela esquerda. Agora o jogo virou, mas quase ninguém está comentando o que realmente importa. Quase toda análise sobre o embate entre o governo americano e o regime brasileiro fica na superfície, ignorando o cerne da questão. A mesma esquerda que hoje balança a bandeira da “soberania nacional”, reação típica de regimes autoritários quando punidos por sanções externas, abraçou de bom grado, no passado, a intervenção norte-americana que montou uma engrenagem de censura e repressão à direita, sobretudo no ambiente digital.

Já sabemos que a retórica da “moderação” de redes, do combate às “fake news” e ao “discurso de ódio” não surgiu espontaneamente, tampouco foi iniciativa genuinamente brasileira. Tudo foi gestado no Departamento de Estado dos EUA e nos seus tentáculos, como a USAID, em parceria com fundações globalistas bilionárias como a Open Society (George Soros) e Luminate Group (Pierre Omidyar), entre outras. A esquerda aparelhou o Estado americano para concentrar poder e promover um projeto globalista que, paradoxalmente, mina a própria soberania dos EUA.

As maiores ameaças a esse plano foram o movimento MAGA de Trump e o Brexit, que lançou um tiro de canhão na União Europeia, a joia do socialismo globalista. As redes sociais romperam o monopólio da velha imprensa, possibilitando o renascimento da direita no Ocidente. O deep state reagiu acionando sua máquina: acadêmicos criaram a “base científica” para justificar censura “em defesa da democracia”; laboratórios de internet, bancados por dinheiro público e filantropia ideológica, mapearam perfis conservadores a serem silenciados; e as agências de “fact-checking” assumiram o papel de Ministério da Verdade, ditando a “versão oficial” dos fatos.

Investidores militantes pressionaram Big Tech a implementar a censura sistemática, tarefa facilitada, já que boa parte de seus executivos compartilha a mesma visão ideológica. Em paralelo, diplomatas americanos fizeram lobby mundo afora para exportar esse aparato repressivo. O Judiciário brasileiro abraçou o modelo com entusiasmo. O timing não foi obra do acaso. Após a devastação econômica patrocinada pelo petismo e o terremoto moral exposto pela Lava Jato, o Brasil entrou em ebulição. Tornou-se imperativo controlar a narrativa.

Prisão para Barack Obama: O homem que autorizou o golpe contra Trump. 12

Não por outra razão, os manuais de “combate à desinformação” e “proteção da democracia” adotados pelo Judiciário copiam, ponto por ponto, o roteiro do Deep State norte-americano. O objetivo era cristalino: reverter as condenações de dezenas de figurões do establishment — investigados, julgados e presos no maior esquema de corrupção da história — e devolvê-los ao poder. Durante a eleição de 2022, o governo Biden foi além: mobilizou sua máquina diplomática para garantir a ascensão de Lula — algo reconhecido pelo ministro Luís Roberto Barroso.

Em evento do LIDE, em Nova York, Barroso afirmou ter pedido repetidas declarações de apoio dos EUA à “democracia brasileira”, ressaltando que isso influenciou os militares, “que não gostam de se indispor com os Estados Unidos”. Nenhum progressista falou em “soberania” quando essa intervenção se desenrolava entre 2019 e 2022. Mas o jogo virou.

O esquema totalitário que a esquerda globalista ergueu recaiu sobre Trump: sabotaram sua gestão, usaram todo tipo de manipulação para retirarem ele do poder em 2020 e, em 2024, ele foi alvo até mesmo de tentativas de assassinato. De volta ao poder, Trump iniciou a desarticulação do aparato esquerdista: a USAID foi esvaziada e ONGs vermelhas mundo afora perderam verbas.

É aí que está o drama do establishment brasileiro: o pilar americano de sua máquina de repressão ruiu. Esse é o pano de fundo das tarifas. Sob comando MAGA, pelo menos até 2029, os EUA não patrocinarão mais regimes de censura como o brasileiro. As tarifas são apenas uma alavanca de pressão. Além disso, Brasília se alinha ao eixo antiamericano — China, Rússia e Irã.

Leia mais: O governo Biden interferiu na eleição brasileira, então a CIA pressionou Jair Bolsonaro a ficar de boca fechada quando ele perdeu! 

Sem o respaldo de Washington, o regime brasileiro enfrenta um dilema: restaurar a democracia e preservar laços com os EUA, ameaçando perder o poder, ou aprofundar a repressão e isolar-se do Ocidente, trilhando o caminho de China, Rússia e Venezuela. Enquanto a militância de redação culpa Bolsonaro, o buraco é mais embaixo.

Com ou sem Bolsonaro, enquanto o regime censurar a direita e se alinhar a inimigos dos EUA, o conflito com Washington só vai escalar. Os sócios majoritários do regime brasileiro, representados pela velha oligarquia política, e pela elite empresarial e financeira, precisa encarar a realidade: manter Lula no Planalto custará cada vez mais caro.

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Renato Cunha
O blog Stylo Urbano foi criado pelo estilista Renato Cunha para apresentar aos leitores o que existe de mais interessante no mundo da moda, artes, design, sustentabilidade, inovação, tecnologia, arquitetura, decoração e comportamento.

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