A Apollo 11 foi, supostamente, a primeira missão espacial a pousar na Lua. A viagem espacial, que a NASA afirma que ocorreu entre 16 e 24 de julho de 1969, foi a quinta missão tripulada de seu Programa Apollo. A missão aconteceu durante a Guerra Fria, no contexto da corrida espacial entre os Estados Unidos e a União Soviética, quando ambas nações competiam por supremacia tecnológica no espaço.

A equipe da Apollo 11 era composta por Neil Armstrong, o comandante, Edwin “Buzz” Aldrin, o piloto do módulo lunar, e Michael Collins, o piloto do módulo de comando. Todos os três maçons. O Programa Apollo foi estabelecido pela Nasa em resposta ao desafio do presidente John F. Kennedy de levar um homem à Lua e trazê-lo de volta à Terra antes do final da década de 1960.

O pouso lunar supostamente aconteceu em 20 de julho de 1969. Armstrong e Aldrin passaram cerca de 2 horas e 15 minutos na superfície lunar, coletando amostras, instalando experimentos científicos, e tirando fotografias. Collins permaneceu em órbita lunar no módulo de comando. A tripulação iniciou a viagem de volta, reentrando na atmosfera terrestre e pousando no Oceano Pacífico em 24 de julho de 1969.

Qual o real motivo da NASA ter falsificado a missão Apollo 11 e o pouso na Lua? 1

Segundo diz a NASA, o maçom Buzz Aldrin realizou três caminhadas espaciais como piloto da missão Gemini 12 de 1966 e, como piloto do Módulo Lunar Eagle na missão Apollo 11 de 1969, ele e o comandante da missão, Neil Armstrong, foram as duas primeiras pessoas a pousar na Lua.

Ele é o último membro sobrevivente da tripulação da Apollo 11. Todos os supostos “astronautas” que pisaram na Lua eram maçons. Os astronautas da NASA são atores interpretando um papel. Aqui está o maçom Buzz Aldrin fazendo o sinal maçônico do 666 com a mão.

Nada disso aconteceu realmente pois tudo não passou de um teatro encenado pela NASA com a ajuda do famoso cineasta Stanley Kubrick. Porque a NASA e o governo americano falsificaram o pouso na Lua e continuam a sustentar essa mentira até hoje? Qual o verdadeiro motivo do presidente John F. Kennedy ter criado um programa espacial para levar astronautas americanos até a Lua? O que o 4º Reich nazista tem a ver com tudo isso?

Funcionários da Kmart na Carolina do Norte (EUA) assistindo a farsa do “pouso na Lua” em 16 de julho de 1969. Todos acreditaram que a farsa foi “real” só por que apareceu na TV.

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JFK e o acobertamento do programa espacial secreto dos EUA.

O presidente Dwight D. Eisenhower sancionou a Lei Nacional de Aeronáutica e Espaço em 29 de julho de 1958, criando formalmente a NASA. Em uma nota especial enviada ao Congresso em 2 de abril de 1958, o presidente Eisenhower solicitou uma NASA civil para supervisionar o programa espacial dos EUA. A verdade é que Eisenhower criou a NASA para distrair os americanos e o mundo com um falso programa espacial, que ocultava o verdadeiro Programa Espacial Secreto dos EUA, o SSP.

JFK – John F. Kennedy (1917-1963) adquiriu um profundo conhecimento sobre discos voadores e suas origens durante o seu serviço militar para o Escritório de Inteligência Naval em 1942, e sua viagem subsequente à Alemanha ocupada em julho de 1945 como convidado do Secretário da Marinha dos EUA James Forrestal.

James Forrestal tornou-se membro fundador do Grupo de Estudos Especiais Majestic 12 ou MJ-12, criado em setembro de 1947 pelo presidente Harry S. Truman para supervisionar a pesquisa e o desenvolvimento da questão dos discos voadores, como era conhecida na época. Como membro do Congresso e amigo pessoal de Forrestal, que se tornou o primeiro Secretário de Defesa em setembro de 1947, Kennedy aprendeu muito sobre um programa de pesquisa e desenvolvimento que havia sido criado para OVNIs capturados, alguns dos quais eram de origem extraterrestre.

Outras aeronaves eram alemãs e demonstravam o quão perto a Alemanha nazista chegou para usá-las como arma para o esforço de guerra. Após o “suicídio” (assassinato) de Forrestal pela CIA em maio de 1949, Kennedy ficou excluído do circuito de informações por mais de uma década. Depois de ser eleito presidente dos EUA em novembro de 1960, ele foi avisado pelo ex-presidente Eisenhower sobre o quão poderoso e perigoso o Grupo MJ-12 havia se tornado.

O presidente Harry S. Truman estabeleceu o MJ-12 para investigar a atividade de OVNIs após a queda de duas naves dos Greys de Zeta Reticuli em Roswell no Novo México, em julho de 1947. Em 1953, Truman passou o poder para seu sucessor, o presidente Dwight D. Eisenhower. Truman também entregou a Eisenhower um arquivo bastante robusto sobre o ultrassecreto MJ-12, que Truman estabeleceu por Ordem Executiva Classificada.

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Eisenhower compartilhou com JFK, em particular, conselhos sobre a melhor forma de obter acesso às informações necessárias. Como presidente, Kennedy iniciou uma série de esforços para aprender sobre as operações do MJ-12 e o que estava acontecendo dentro dos programas confidenciais de engenharia reversa em andamento em instalações ultrassecretas, especialmente aquelas controladas pela CIA, como a Área 51.

JFK foi bloqueado a todo momento pelos agentes do MJ-12, especialmente seu primeiro diretor da CIA, Allen Dulles. Após Kennedy  chegar a um acordo, em 12 de novembro de 1963, com Nikita Khrushchev sobre missões espaciais e lunares conjuntas entre EUA e União Soviética, ele finalmente conseguiu um meio de forçar o MJ-12 e a CIA a compartilhar as informações necessárias sobre OVNIs com outros setores do governo americano.

Kennedy foi assassinado pela CIA e Israel 10 dias depois. Kennedy sabia que o Deep State que controla o governo americano nas sombras tinha construído um Programa Espacial Secreto Corporativo com o trilhões de dólares dos contribuintes americanos através do Orçamento Negro do Pentágono e CIA.

John F. Kennedy serviu como 35º presidente dos Estados Unidos de janeiro de 1961 até seu assassinato em novembro de 1963. Eisenhower contou ao presidente JFK sobre o Tratado de Greada que ele fez com os Greys de Orion (Etorthans) e alertou JFK sobre o perigo do Majestic 12, a CIA e o complexo industrial militar. Bill Holden, que serviu como chefe de carga do Força Aérea Um, viajou com Kennedy para a Europa no verão de 1963.

Ele perguntou a JFK: “O que você acha dos OVNIs, Sr. Presidente?”

Um Kennedy sóbrio respondeu: “Gostaria de contar ao público sobre a situação alienígena, mas minhas mãos estão atadas.”

O que precisa ser enfatizado é que o assassinato de Kennedy marcou um golpe do Grupo MJ-12, afiliado à CIA e ao Complexo Industrial Militar dos EUA , sobre o qual Eisenhower havia alertado. O 4º Reich nazista se transferiu da Alemanha para os Estados Unidos com a Operação Paperclip criado pela Office of Strategic Services (O OSS foi substituído pela CIA). O Vaticano ajudou milhares de nazistas a fugiram da Alemanha, fornecendo documentos e passaportes falsos.

Caso Roswell, NASA e o Programa Espacial Secreto dos EUA.

A base secreta nazista na Antártida e os acordos com extraterrestres.

O presidente Truman assinou formalmente a autorização para criar a Operação Paperclip em agosto de 1945, mas a corrida para importar cientistas nazistas começou antes mesmo do fim da guerra. Os nazistas na Alemanha desenvolveram as naves discoidais Haunebu para seu programa espacial secreto. Quando os cientistas nazistas foram importados para os EUA, eles se infiltraram em todos as áreas do governo americano e assumiram o controle de seu complexo militar industrial sem disparar um tiro, dando inicio a uma espécie de 4º Reich nazista.

O programa espacial secreto nazista se fundiu com o programa espacial secreto americano, construindo frotas de naves antigravidade para os programas espaciais secretos da Força Aérea e Marinha dos Estados Unidos. Quando John F. Kennedy se tornou presidente, ele foi informado por Eisenhower sobre essa realidade mas não podia expô-la publicamente.

Os nazistas tinham desenvolvido seus discos voadores muito antes dos americanos, com ajuda de alienígenas, mas o Deep State precisava dos grandes recursos financeiros e industriais americanos para criar seu Programa Espacial Secreto Corporativo (SSP). Por isso a OSS criou a Operação Paperclip. Quem estava financiando os nazistas eram os oligarcas Rockefeller e Rothschild, que também controlavam o governo americanos nos bastidores através de seu Federal Reserve.

OVNIs nazistas sobrevoaram Washington e levaram à infiltração da SS no programa espacial dos EUA

Discos voadores nazistas, os Haunebu, sobrevoaram Washington DC e outras grandes cidades dos EUA no início da década de 1950. Esses eventos supostamente levaram a negociações secretas com um grupo dissidente nazista da SS baseado na Antártida, e a acordos que resultaram na infiltração deles em um programa espacial secreto dos EUA.

Clark McClelland teve uma carreira de 34 anos trabalhando para a NASA e suas contratadas aeroespaciais, de 1958 a 1992, antes de sua autorização de segurança não ser renovada devido às suas pesquisas contínuas sobre OVNIs. McClelland passou muito tempo trabalhando com cientistas nazistas da Operação Paperclip e aprendeu diretamente com eles como a SS nazista havia sobrevivido à guerra, construído naves espaciais avançadas na Antártida e se infiltrado no programa espacial americano.

As frotas de discos voadores avistadas sobre Washington, D.C., em fins de semana consecutivos em julho de 1952, estão entre os casos de OVNIs mais bem documentados de todos os tempos. Milhares de testemunhas, juntamente com inúmeras fotografias, rastreamentos de radar e pilotos, relataram discos voadores sobrevoando a capital do país em três fins de semana consecutivos.

O Major Donald Keyhoe e outros importantes pesquisadores de OVNIs da época consideraram que o voo de uma frota de naves sobre o Capitólio em Washington era a melhor evidência até então de extraterrestres visitando a Terra.

A Força Aérea dos EUA realizou uma coletiva de imprensa em 29 de julho de 1952, e o Major-General John Samford afirmou que tudo se devia a uma “inversão de temperatura”. Até o Presidente Truman se envolveu quando solicitou um relatório ao Projeto Bluebook e recebeu a explicação oficial da Força Aérea. Grande parte da mídia e do público em geral ficou confusa com a explicação oficial da Força Aérea, mas respeitosamente ignorou a questão por preocupações com a segurança nacional.

Por mais de sessenta anos, o segredo sobre quem realmente sobrevoou Washington, D.C. e outras grandes cidades americanas em 1952 foi mantido em segredo. A SS nazista não foi aniquilada na Segunda Guerra Mundial, como todos haviam ouvido após o avanço dos exércitos aliados em Berlim e a capitulação, em 8 de maio de 1945, do governo alemão remanescente, liderado pelo Almirante Karl Donitz.

Em vez disso, a SS nazista havia conseguido estabelecer bases remotas de operações na Antártida e na Patagônia (Argentina) para continuar o desenvolvimento secreto de tecnologias de discos voadores, que em 1952 iniciaram sobrevoos de grandes cidades americanas para intimidar o governo Truman a capitular às exigências da SS nazista.

Os nazistas invadiram a capital dos EUA em 1952 com suas tecnologias superiores e pressionaram os governos Truman e Eisenhower a negociar um acordo secreto. Os discos Haunebu superavam em muito as aeronaves americanas. Em 12 de julho de 1952, o Presidente Truman observou vários OVNIs e ficou completamente impressionado com sua capacidade de manobrar melhor que o caça a jato avançado da Força Aérea e da Marinha dos EUA, o F-4D.

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Jatos americanos foram enviados para abater um deles. Nenhum deles conseguiu voar na velocidade dos discos voadores alemães. Após a fracassada Missão High Jump, os cientistas nazistas da Operação Paperclip foram convidados a negociar em reuniões. Os nazistas usaram isso a seu favor em algumas incursões públicas sobre Washington, D.C. e bases militares altamente secretas, para citar algumas.

Eisenhower finalmente cedeu e assinou um tratado com eles. Sociedades Ocultas Nazistas infiltraram-se em todas as corporações de alta tecnologia e posições de poder dentro do complexo militar industrial americano. Eles têm se envolvido em todos os programas e projetos espaciais ocidentais desde então.

A NASA e o falso pouso na Lua de Stanley Kubrick

Mas por que falsificar os pousos na Lua? Qual seria a motivação? Os cientistas nazistas desenvolveram tecnologia avançada de discos voadores já em 1943, alguns anos antes dos americanos. O governo dos EUA trouxe esses mesmos cientistas nazistas para o país a fim de construir essas máquinas voadoras altamente avançadas. A ideia de que alienígenas estão invadindo a Terra é uma história de fachada inventada pela CIA para esconder essa tecnologia.

Depois que John Kennedy conheceu a tecnologia dos discos voadores no início de sua presidência, ele percebeu que seus avanços tecnológicos poderiam resolver muitos dos problemas urgentes do mundo. Ele viu que o lançamento dessa tecnologia exótica apontaria o caminho para energia barata e sustentável, entre outras coisas. Tendo conhecimento dessas naves avançadas, JFK fez seu famoso discurso pedindo à NASA que pousasse um homem na Lua antes do final da década de 1960.

Se tratava de uma manobra de JFK para fazer com que a NASA e o governo secreto divulgassem sua tecnologia de naves avançadas. Como era óbvio para todos que a tecnologia padrão de foguetes não levaria o homem à Lua e de volta à Terra, JFK pode ter pensado que a CIA seria forçada a divulgar a tecnologia por trás dos discos voadores para concretizar sua visão de chegar à Lua até o final da década de 1960. Mas o Deep State o substituiu por um fantoche obediente.

Após o assassinato de Kennedy em 1963, a NASA iniciou um novo plano que resolveria o problema iniciado por JFK. Esse novo plano permitiu ao Deep State nazista manter suas naves avançadas em segredo e ainda fazer com que parecesse que foguetes convencionais haviam levado o homem à Lua e trazido de volta. A NASA falsificou todos os pousos na Lua para esconder o Programa Espacial Secreto Americano (SSP), do público mundial.

A manobra de JFK visava libertar essa tecnologia avançada das mãos insidiosas do governo paralelo mas ele foi ingênuo em achar que conseguiria isso. Kennedy foi assassinado em 1963 e a NASA contratou Stanley Kubrick para dirigir as cenas de ficção por acreditarem que ele era o mais habilidoso no uso de efeitos especiais para cinema na década de 1960.

Parece que Kubrick negociou em troca um orçamento quase ilimitado para fazer seu filme de ficção científica, 2001: Uma Odisseia no Espaço, e um acordo que lhe permitia fazer qualquer filme que quisesse pelo resto de sua vida, sem qualquer supervisão. 2001: Uma Odisseia no Espaço foi a produção mais cara de sua época (10 a 12 milhões de dólares), e o presidente da MGM declarou publicamente que nunca viu uma versão bruta nos quatro anos que levou para ser feita.

A produção do filme abrangeu o mesmo período do primeiro programa Apollo. Ambos começaram em 1964, com o filme lançado em 1968 e os supostos pousos na Lua mostrados ao mundo em 1969. Os mesmos efeitos especiais e anomalias visuais podem ser vistos claramente tanto em 2001: Uma Odisseia no Espaço quanto nos pousos na Lua.

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No início de 1964, Stanley Kubrick tinha acabado de terminar sua sátira negra Dr. Fantástico e estava querendo fazer um filme de ficção científica. Enquanto dirigia Dr. Fantástico, Kubrick pediu permissão à Força Aérea dos EUA para filmar um de seus bombardeiros B-52 para o filme. O Pentágono recusou. O filme, Dr. Fantástico, era sobre um esquadrão de voo que recebera ordens de voar para a Rússia e lançar bombas nucleares naquele país. O Pentágono leu o roteiro de Kubrick e rejeitou seu pedido para filmar o interior e o exterior de um B-52.

O motivo da rejeição foi que o filme de Kubrick era claramente uma sátira às forças armadas e à política nuclear dos EUA. O Pentágono não queria ajudar Kubrick nessa empreitada satírica. Sem se deixar intimidar pela rejeição, Kubrick utilizou diversos efeitos especiais para criar o B-52 em voo. Ao assistir a Dr. Fantástico hoje, esses efeitos especiais parecem antiquados, mas em 1963 pareciam muito bons.

É possível que alguém na NASA tenha visto o que Kubrick havia feito em Dr. Fantástico e, admirando sua habilidade, tenha designado Kubrick como a pessoa mais qualificada para dirigir o pouso da Apollo na Lua. Se ele conseguiu fazer isso tão bem com um orçamento limitado, o que poderia fazer com um orçamento ilimitado? Ninguém sabe como os poderosos convenceram Kubrick a comandar os pousos da Apollo.

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Talvez tenham comprometido Kubrick de alguma forma. O fato de seu irmão, Raul Kubrick, ser o líder do Partido Comunista Americano pode ter sido uma das estratégias utilizadas pelo governo para conseguir a cooperação de Stanley. Kubrick também tinha a reputação de ser um negociador notoriamente desagradável. Teria sido muito interessante ser uma mosca na parede durante as negociações entre Kubrick e a NASA.

No fim das contas, parece que Stanley Kubrick forjou os pousos na Lua em troca de duas coisas. A primeira foi um orçamento praticamente ilimitado para fazer seu filme de ficção científica definitivo: 2001: Uma Odisseia no Espaço, e a segunda foi que ele poderia fazer qualquer filme que quisesse, sem supervisão de ninguém, pelo resto da vida. Com exceção de seu último filme, De Olhos Bem Fechados, Kubrick conseguiu o que queria.

É inacreditável como a produção de 2001: Uma Odisseia no Espaço se assemelha ao programa Apollo. A produção do filme começou em 1964 e prosseguiu até o lançamento de 2001: Uma Odisseia no Espaço em 1968. Enquanto isso, o programa Apollo também começou em 1964 e culminou com os primeiros pousos na Lua em 20 de julho de 1969.

Também é muito interessante notar que o cientista Frederick Ordway trabalhava para a NASA e para o programa Apollo e também foi o principal conselheiro científico de Kubrick em 2001: Uma Odisseia no Espaço. Ninguém sabe quantas coisas ele tentou, mas no final Kubrick decidiu fazer tudo com uma técnica cinematográfica chamada Projeção de Tela Frontal.

É no uso dessa técnica cinematográfica que as impressões digitais de Kubrick podem ser vistas em todo o material fotográfico e de vídeos da missão Apollo 11 da NASA. Leia toda a história de como Kubrick usou efeitos especiais de Hollywood para encenar o pouso na Lua aqui.

Foguetes são inúteis para viagens humanas espaciais

O cientista de foguetes alemão Wernher von Braun (1912-1977), ajudou a projetar o foguete V-2, o primeiro míssil balístico guiado de longo alcance do mundo. Nas décadas de 30 e 40, von Braun desenvolvia foguetes para o exército nazista. Ele foi um dos milhares de nazistas importados para os EUA pela Operação Paperclip. von Braun foi colocado como diretor do centro de voos espaciais da NASA em 1960.

Wernher von Braun e a NASA sabiam que seus foguetes de baixa tecnologia não podem transportar humanos com vida para além do super radioativo Cinturão de Van Allen. Os astronautas cozinhariam dentro da nave. Somente as naves do SSP podem atravessá-lo, pois geram um toróide de proteção ao seu redor, usando a antigravidade ou outro sistema de nave interestelar.

A NASA continuou a promover os perigosos foguetes movidos a propelentes líquidos altamente inflamáveis para ocultar a tecnologia antigravidade nas naves do SSP. A Space X de Elon Musk tem como principais clientes a NASA e o Pentágono, ou seja, o governo americano. A Space X recebe bilhões em subsídios e contratos com o governo americano para continuar encenando missões espaciais feitas com foguetes de baixa tecnologia que explodem em chamas. Quem será idiota de “explorar o espaço” dentro de uma bomba dessa?

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Mas existe outro motivo importante pela qual a NASA nunca pousou na Lua. Os nazistas foram os primeiros a descobrir que a Lua é uma grande nave espacial, quando foram até lá com suas naves Haunebu. Eles viram o holograma que imita uma superfície lunar no lado voltado para a Terra e quando sobrevoaram o lado oculto, viram sua superfície metálica exposta.

E mais atrás da Lua está escondida a nave biosfera Viera, sede local da Federação Galáctica. Ninguém nunca pisou ou irá pisar na superfície lunar pois é um holograma. A superfície da Lua é totalmente metálica. Quem viajou realmente até a Lua, mais precisamente para seu interior, foram os militares do Programa Espacial Secreto dos EUA.

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Durante a Segunda Guerra Mundial, a SS nazista perseguiu implacavelmente seu sonho de criar um império industrial paralelo que usaria milhões de escravos para construir super armas de guerra e viagens espaciais. À medida que a guerra se aproximava de seu clímax fatídico em 1945, a SS nazista dedicou seus recursos, cada vez mais escassos, a realocar o que pudesse de sua infraestrutura industrial para bases secretas na Argentina e na Antártida, na esperança de um dia realizar seu sonho.

Em suas bases secretas na Antártida, os nazistas sobreviventes progrediram muito rapidamente e foram capazes de derrotar a Operação Highjump do Almirante Byrd, uma expedição naval punitiva de 1947 projetada para localizar e destruir a(s) base(s) secreta(s) da SS na Antártida. Apenas alguns anos depois, no início da década de 1950, os nazistas pressionaram os governos Truman e Eisenhower a assinar acordos secretos.

Ativos nazistas então se infiltraram e assumiram grande parte do complexo industrial militar dos EUA e um programa espacial corporativo emergente foi chamado de Conglomerado Corporativo Interplanetário (ICC). O princípio ideológico fundamental da SS nazista, o uso de trabalho escravo, foi continuado pelo Complexo Industrial Militar dos EUA infiltrado pelos nazistas, tanto em bases militares subterrâneas profundas quanto em elementos corporativos de um programa espacial secreto.

A Alemanha nazista foi derrotada com sua rendição formal em 8 de maio de 1945, mas a elite nazista escapou para conquistar os EUA. Na década imediatamente posterior à Segunda Guerra Mundial, os nazistas conseguiram tomar o poder nos EUA por meio de um golpe silencioso dos agentes da Operação Paperclip.

Quando Truman e Eisenhower assinaram tratados com as Sociedades Dissidentes Nazistas em 1952 ou 1953, foi então que os já bem posicionados agentes da Operação Paperclip (nas Forças Armadas, na Indústria Corporativa, na Inteligência e nos Programas Espaciais Secretos e Públicos estabelecidos) facilmente alcançaram posições mais poderosas e influentes no enorme complexo industrial dos EUA, que cobiçavam para expandir suas operações no espaço e formar o que mais tarde se tornaria o ICC.

Os nazistas queriam criar um “império de escravos”. Embora a SS nazista não tenha conquistado os EUA por meios militares durante a Segunda Guerra Mundial, ela o fez por meio de um golpe silencioso na década de 1950, onde se infiltrou e assumiu o controle de elementos importantes do complexo industrial militar dos EUA. O interessante é que o presidente Eisenhower assinou o Tratado de Greada com os Greys de Orion, representados pelos Etorthans, em 1954.

Consequentemente, em várias bases militares subterrâneas profundas na Terra e bases secretas em Marte e além, um “império de escravos” é usado pela Cabala para construir novas gerações de armas e naves espaciais avançadas para seu programa espacial secreto corporativo. O único motivo da existência da NASA é ocultar o SSP.

Os planetas Vênus e Marte foram colonizados pelo SSP entre os anos 60 e 70. Na Antártida funciona a principal base de operações do SSP na Terra. É de lá que suas naves saem ou entram no planeta. Em Marte está a maior base de operações do SSP, mas a Cabala montou outra base de operações secreta dentro da nave biosfera Viera.

O lema da SSP da Cabala é “O mundo não é o bastante”. A Cabala está usando o SSP como uma corporação privada de exploração espacial para invadir outros planetas e civilizações para roubar seus recursos. Segundo os Taygeteanos, Vênus foi invadida entre 1965 e 1975 pelo SSP usando a Guerra do Vietnã como cobertura. Essa invasão aconteceu dois anos depois que John F. Kennedy foi assassinado em 1963.

Entre 65 e 75, as naves do SSP saíram de uma base subterrânea na Antártida, transportando milhares de soldados americanos da Terra para Vênus e vice-versa com itinerários fixos. O transporte também era feito através de portais de salto na Antártida. Vênus se tornou um Planeta Resort tropical para as ricas elites da Cabala. O SSP pôde circular pelo espaço controlado pela Federação Galáctica com a permissão dos 12 representantes locais do Alto Conselho da Federação, baseados na nave biosfera Vieira.

Esses 12 representantes recebiam ordens do Alto Conselho em Saturno. Mas a tríade formada pelos Taygeteanos, Antarianos e Urmahs, que são raças membros da Federação, prenderam esses 12 representantes na Viera sob a acusação de estarem acobertando os inúmeros crimes da Cabala contra as pessoas da Terra e em outros planetas. Esses 12 representantes, membros de várias raças estelares, eram altamente respeitados e alguns eram até mesmo conhecidos ou notórios na mídia da Nova Era na Terra.

Os 12 eram responsáveis ​​por todas as ações envolvendo o planeta Terra. Esses representantes estavam no cargo há décadas e desenvolveram um monopólio sobre o que é legal, e se qualquer ação referente à Terra seria correta. Todos os 12 foram acusados ​​de traição à Federação Galáctica, e aos melhores princípios em que ela foi fundada, e conspiração contra outros membros da Federação e associação criminosa com membros conhecidos da Cabala da Terra, o que inclui uma longa lista de atrocidades.

Os 12 representantes locais da Federação Galáctica estavam escondendo sua verdadeira estrutura legal de quase todas as raças membro, por meio de contradições e obscuridades. Por isso, ninguém podia organizar um movimento que fosse verdadeiramente baseado nas regras e regulamentos da própria Federação Galáctica. A Cabala da Terra e a Cabala de Saturno ficaram furiosos com a prisão desses 12 representantes e resolveram armar uma guerra dentro da nave biosfera Viera, lar dos Andromedanos e sede local da Federação Galáctica, exigindo a soltura dos 12 criminosos. Esse é o tema do post abaixo.

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Renato Cunha
O blog Stylo Urbano foi criado pelo estilista Renato Cunha para apresentar aos leitores o que existe de mais interessante no mundo da moda, artes, design, sustentabilidade, inovação, tecnologia, arquitetura, decoração e comportamento.

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