Todas as grandes religiões socialmente aceitas foram criadas pelas elites no poder com o único propósito de controlar o comportamento das massas, e cada uma delas foi cuidadosamente projetada para se encaixar no contexto dos antigos sistemas de crenças e tradições da cultura à qual cada religião seria atribuída. Aqueles que impuseram novas religiões usaram o medo como principal mecanismo impulsionador para orientar o comportamento da população a seu favor.

Eles forçaram conceitos de extrema dualidade que exigiam que a população se conformasse às suas regras e leis. Por exemplo, eles seriam punidos das formas mais horríveis concebíveis caso se comportassem mal, enquanto seriam recompensados e bem tratados se agissem como servos obedientes e humildes de seus senhores supremos. Todos conhecemos a velha frase que diz que a história foi escrita pelos vencedores e é exatamente assim.

A religião dogmática foi o primeiro sistema de controle imposto à humanidade e surgiu na época do reinado de Akhenaton, que era um extraterrestre da raça Elohi (Homo Capensis) da estrela Asterope nas Plêiades. O Moisés bíblico era Akhenaton, que fundou o culto monoteísta do deus Aton. Os Elohi são “parentes distantes” dos humanos Lyrianos. Eles têm um crânio muito maior que o dos humanos, mas não uma densidade cerebral maior.

A população dos Elohi se encontrava principalmente no Peru, Egito e nos Montes Cárpatos entre 10.000 a.c. até 1.000 a.c. Alguns Elohi viviam no Egito na época do reinado de Akhenaton. Arqueólogos descobriram no Peru, crânios alongados que eram dos Homo Capensis.

Quem foram os "deuses" na antiguidade e como as religiões surgiram? 1

Como surgiu o conceito de “deuses” na antiguidade? Há 12.500 anos aconteceu o cataclismo do dilúvio que destruiu as avançadas civilizações da Atlântida e Lemúria, que foram fundadas e habitadas por diferentes raças estelares. A Matrix 3D foi criada logo após o dilúvio pelas raças da Federação Galáctica. Depois de algum tempo, quando o clima se acalmou e as águas baixaram, a primeira civilização humana foi criada no Egito.

Os humanos da Raça Adâmica (Homo Atlantis) que eram escravos dos Reptilianos da Atlântida, fugiram quando as águas inundaram a Atlântida e se refugiaram nas terras altas da Irlanda e Escócia. Antes do dilúvio, no Planalto de Gizé havia um antigo porto espacial da Federação Galáctica com vastas estruturas na superfície e no subsolo. Após o dilúvio, as raças da Federação voltaram ao Egito para reconstruir seu porto espacial e alguns milhares de humanos que estavam na Irlanda e Escócia desceram para o Egito e foram ajudados pelas raças da Federação.

Assim surgiu a civilização egípcia pré-dinástica que era mais avançada do que a civilização humana atual. Naquela época algumas raças estelares viviam entre os humanos no Egito e por causa de suas tecnologias avançadas eram vistos como “deuses”. A Lua tinha sido colocada na órbita da Terra pela Federação para estabilizar o eixo do planeta devido ao ganho de massa de água que causou uma mudança de polos.

A Lua baixou a frequência natural 5D da Terra para a artificial 3D, criando um forte “véu do esquecimento”, que se deve à forte diferença de frequência e vibração entre outros lugares no universo, os reinos superiores e a Matrix terrestre de baixa vibração. Assim, os humanos da 3D não se lembravam de suas vidas passadas. A frequência existencial e a vibração na Terra são artificialmente mantidas baixas por seres manipuladores que continuamente mantêm as pessoas em uma mentalidade de vítima, de sobrevivência e medo para explorá-las.

Os antigos egípcios reverenciavam as raças estelares da Federação em agradecimento por terem lhes ensinado a agricultura, astronomia, matemática entre outras coisas. Naquela época no Egito não havia uma religião ou culto no sentido moderno. Os egípcios viam as raças da Federação, com suas naves espaciais e tecnologias médicas e de construção, como tendo poderes “mágicos” além dos humanos, ou seja, de seu ponto de vista, eles eram “deuses”.

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As raças estelares da Federação que fundaram a primeira civilização humana no Egito não queriam que os humanos os tratassem como “deuses” pois eles eram apenas mais pessoas. Entre essas raças estavam os Taygeteanos da estrela Taygeta e os Elohi da estrela Asterope nas Plêiades. Mas sempre tinha uma ou outra pessoa estelar que gostava de ser tratada como um “deus” pelos humanos.

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Os deuses da Mesopotâmia  incluem os Anunnaki, um grupo de divindades frequentemente representadas como humanos barbudos com asas de pássaros usando gorros com chifres e segurando uma bolsa. Anunnaki significa “aqueles que descem do céu”. As asas significam que eles podem voar e as bolsas que carregam em uma das mãos contem sementes para agricultura.

Essa imagem mostra o Faravahar, um dos símbolos mais conhecidos do zoroastrismo, uma das religiões monoteístas mais antigas do mundo. O zoroastrismo sofreu influência do atonismo de Akhenaton. A divindade suprema é Ahura Mazda, o “Senhor da Sabedoria”, que é o criador do universo e a personificação do bem. O deus Ahura Mazda, sempre representado com barba, está dentro de um disco com asas, o que significa que ele pode voar como um pássaro.

E o que as imagens acima realmente representam? Os “deuses” Taygeteanos e Engans que vinham das Plêiades para a Terra. Eles usavam barbas e desciam do céu para o Egito e Suméria em suas naves espaciais. Eles trouxeram sementes de vários tipos para os humanos e os ensinaram a agricultura entre outras coisas.

Essa civilização avançada no Egito durou de 10 ou 9 mil anos atrás até cerca de 1.367 A.C., quando se iniciou o reinado de Akhenaton e Nerfetiti, cuja revolução religiosa monoteísta fanática causou o fim da era de ouro da humanidade. O fanático culto monoteísta atonista que foi imposto ao povo egípcio por Akhenaton e Nerfetiti causou tantos problemas que a Federação Galáctica fechou seus portos espaciais no Egito e outros locais e impôs a Primeira Diretriz para isolar a humanidade do contato direto com a comunidade galáctica.

Foram Akhenaton e Nerfetiti que criaram a primeira religião dogmática na Terra, e eles nem eram humanos. Eles queriam que os egípcios parassem de reverenciar os “deuses” da Federação Galáctica e passassem a adorar seu deus Aton, da qual Akhenaton era o único representante na Terra, o que fazia dele o “ungido” do deus Aton e também uma divindade a ser adorada pelo povo. Akhenaton e Nerfetiti foram expulsos pelos egípcios junto com seus seguidores atonistas, mas o estrago já estava feito.

Akhenaton, Nerfetiti e seus seguidores atonistas queriam criar uma Nova Ordem Mundial e para fazer isso precisavam destruir a Velha Ordem Mundial criada pelos antigos “deuses” que eram as raças estelares da Federação Galáctica que governaram por milhares de anos a primeira civilização humana no Egito. Naquela época a Matrix 3D lunar estava em funcionamento e as pessoas não se lembravam de suas vidas passadas.

Depois que Akhenaton e Nerfetiti chegaram ao poder, eles impuseram a primeira religião dogmática no Egito com seu Culto de Aton de adoração a um único “deus”. As civilizações que surgiram depois na Mesopotâmia, Grécia, Itália e outras partes do mundo inventaram histórias sobre os “deuses”. Mas os “deuses” originais foram as raças estelares da Federação no Egito pré-dinástico.

Akhenaton e Nerfetiti criaram o maléfico conceito da religião dogmática para o controle das massas, e também criaram a primeira sociedade secreta com o Culto do Sol Negro (Saturno/Satanás) que governa a Terra até hoje. Ao estudar a simbologia em torno de cada figura histórica, podemos agora ver que pelo menos muitas das mais importantes foram fabricadas e nunca existiram na realidade, e este é o caso de quase todas as pessoas mais importantes da história que foram mais tarde e ainda são usadas como exemplos para as massas seguirem.

Isso é bastante lógico de observar por que quando as sociedades secretas querem fazer lavagem cerebral na população, é fácil impor uma falsa figura histórica, com suas falsas ações e eventos, para se encaixar na nova narrativa ou força para justificar por que um evento histórico previamente conhecido, ou um contexto desenvolvido no presente, acaba sendo claramente a favor das elites no poder.

As elites do Culto do Sol Negro (Cabala Illuminati) que sãos seguidores de Akhenaton, criaram o judaísmo, cristianismo, islamismo e outras religiões para gerar conflitos eternos entre as pessoas. É o clássico “dividir para conquistar”. Quando os sacerdotes e as elites atonistas foram expulsos do Egito, alguns deles foram para a Itália e se misturaram com os etruscos para fundarem o Império Romano, que alguns séculos depois se tornou o Vaticano, a sede dos Illuminati.

O cristianismo foi formado a partir do judaísmo mosaico/talmúdico, ou atonismo egípcio. Aton era o deus monoteísta do faraó Akhenaton. Os atonistas do Egito, por meio do rei Akhenaton, expulsaram os amenistas panteístas do Egito (Amon egípcio, Amen, Culto Estelar e outros deuses panteístas) e formaram um Culto Solar monoteísta chamado Aton. Akhenaton tornou-se o rei-deus-sol e sacerdote de Aton, reutilizando e renomeando os símbolos dos ídolos e divindades amenistas. Os druidas da Irlanda e os amenistas do Egito eram um Culto Estelar, que adorava e estudava o sol, a lua, os planetas e a natureza.

“A teosofia secreta do druidismo irlandês era central para a teologia dos amenistas tebanos, bem como para os sacerdotes do sol do Baixo Egito.”

– Michael Tsarion (As Origens Irlandesas da Civilização, Vol 1)

O judaísmo era de origem egípcia. A maioria dos judeus se converteu ao judaísmo. Supostamente Moisés escreveu a Torá hebraica e os cinco primeiros livros do Antigo Testamento. Moisés também prestou a devida atenção à disseminação e transmissão da Tradição Oral secreta, que teve influência particular no Talmude Babilônico.

Mas Moisés era Akhenaton, e assim surgiram gerações de alterações e edições deste Antigo Testamento, de modo a ocultar os principais dignitários da “Sagrada Família de Akhenaton”, e que seu deus era Aton. Akhenaton era “aquele que foi expulso do Egito“. O cristianismo foi formado para substituir o judaísmo talmúdico, para que o judaísmo talmúdico pudesse operar em segredo.

“O rastro do passado, da descendência de Akhenaton e seu Culto, teve que ser ocultado, e o judaísmo mosaico ofereceu uma cobertura imperfeita. Era um risco, visto que uma leitura atenta da religião judaica eventualmente expõe suas raízes egípcias. Cristo viria de um reino celestial muito acima dos confins do mundo. Ele rejeitaria os fariseus, e eles o rejeitariam e condenariam. Cristo seria aceito pelas nações gentias do Ocidente e tudo ficaria bem. Uma nova Igreja para uma nova era, uma nova doutrina a ser imposta ao mundo ocidental por imperadores sagrados. Nada mais de Torá ou Talmude, e quase nenhuma menção ao Egito. Quando o “Cristo” de Paulo aparentemente rejeita o Antigo Testamento, o caminho está aberto para uma religião dissidente com novos convertidos e adeptos.” 

– Michael Tsarion (As Origens Irlandesas da Civilização, Vol 2)

O deus de Akhenaton (Moisés) era Aton, o “deus da luz”. O mesmo deus era adorado pelos “israelitas” como Adon. Adon era Jeová, criado para ser como um “deus-vulcão”, um deus do fogo consumidor, do trovão e do relâmpago. Mas Aton e Adon são a mesma divindade, isto é, do Egito, e seu sacerdote era Akhenaton, o rei da décima oitava dinastia que foi expulso do Egito junto com milhares de atonistas. Ou seja, Jeová era para Moisés, assim como Aton era para Akhenaton.

ISRAEL é uma combinação dos termos Ísis, Rá e El. “Ísis” era a deusa da lua e a “Mãe arquetípica adorada sob vários títulos em todo o mundo”. “Rá” era Amon Rá dos Cultos do Sol. “El” é uma palavra semítica para “deus” e “Elohi” é uma variação hebraica de “Elohim” (Deuses), ambas frequentemente usadas em nomes compostos para se referir ao Deus de Israel. A combinação “El Elohi” é uma redundância que se refere ao “Deus de Israel” ou “o poderoso Deus de Israel”.

Como disse acima, Akhenaton era da raça estelar Elohi das Plêiades, o que fazia dele um “deus” para os humanos. Foram os Elohim que fundaram a primeira civilização humana na Terra. Os homens barbudos com asas retratados em esculturas da Suméria, a quem os estudiosos chamam de Annunakis, são os Elohim (deuses) que vieram das Plêiades M45, ou seja, os Taygeteanos e Engans.

O Batismo de Cristo é uma pintura do mestre renascentista italiano Piero della Francesca, concluída por volta de 1448-1450.

“O rio, a árvore, a pomba e o Batizador — antigos símbolos pagãos apropriados pelo cristianismo. O nome Asur (que significa “Osíris”) vem do egípcio Asar, que significa “árvore sagrada”. A relação de Osíris com o Freixo sugere uma conexão druídica. O Freixo era uma árvore proeminente no druidismo. O Freixo estava associado ao elemento fogo e, portanto, à purificação.O aniversário original de Jesus foi posicionado pelos mitólogos da Igreja no mês de julho. Isso visava alinhar o nascimento de Jesus (o Sol) com o surgimento da estrela Sírius. Eventualmente, porém, o aniversário foi transferido para dezembro, a fim de ocultar a conexão entre o Jesus cristão e o Osíris egípcio.”

—–Michael Tsarion (Origens Irlandesas da Civilização, Vol. 1)

Fonte: Druidas, Arianos, Cristãos e Serpentes

Conhecimento é poder e história em geral também é conhecimento. A Cabala Illuminati não quer que as pessoas saibam de onde realmente vêm e o que tinham antes, e o melhor exemplo disso é que hoje a Cabala não quer que as pessoas saibam que a energia livre esteve disponível em seu passado, recente e distante, pois elas também gostariam de ter hoje, e a energia livre significa liberdade para as pessoas. Portanto, menos poder para as elites no poder.

Portanto, dessa forma, manipular as percepções e o conhecimento das pessoas sobre seu passado é um requisito essencial para um controle populacional eficaz. Você não pode criar uma nova realidade para as pessoas, uma nova Matrix, quando as pessoas ainda se lembram da última e esse é o tipo de exploração que só pode ocorrer dentro de um reino existencial onde as pessoas não conseguem se lembrar de suas vidas passadas, ou seja, onde há um forte “véu de esquecimento”.

Tendo compreendido tudo isso, fabricar religiões para controle populacional faz muito sentido, pois com elas as sociedades secretas das elites podem manipular as pessoas explorando uma de suas essências mais profundas, se não a mais profunda, que é a necessidade de se expandir e ter uma conexão com a Fonte, como as almas que são.

Portanto, quando eventos da vida real ocorrem em uma progressão registrada, um novo paradigma deve ser criado com seu contexto histórico e religião seguindo de acordo para controlar efetivamente a população, e isso deve ser feito de tal forma que a expectativa de vida dos indivíduos que vivem nele e o que eles lembram não contradigam a nova narrativa, também tendo que apagar o passado recente.

E os poucos idosos que se lembram de como as coisas eram antes podem facilmente ser reprimidos socialmente para se submeterem e aceitarem novas narrativas, podem simplesmente ser enganados a acreditar que o que sabem não é a verdade, ou podem ser eliminados com epidemias de doenças e guerras fabricadas pelas elites. Da mesma forma, textos e documentos antigos que contradiziam as falsas narrativas que as elites queriam impor a sociedade com religiões, personagens e eventos fictícios foram destruídos, como foi o caso do incêndio da Biblioteca de Alexandria pelos romanos em 48 a.C..

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As religiões dogmáticas foram criadas para controlar como as pessoas se relacionarão com seu conhecimento interior, de que há muito mais na existência do que apenas o que está no mundo material, encerrando suas mentes e almas em um conjunto de regras cuidadosamente elaboradas que sempre estarão a favor das elites que as impôs. Acreditar na Fonte não é uma religião, pois a Fonte é apenas o conceito básico de maior unidade, que é a inclusão de literalmente tudo, incluindo religiões estabelecidas.

A religião só existe na Terra pois é um método de controle populacional. Para impor seu poder sobre o povo, os primeiros reis e rainhas usavam a religião e seus sacerdotes para legitimá-los como os “ungidos” por deus ou deuses para governar seu povo.  A Fonte não é um mecanismo de controle como as religiões. O conceito de Fonte gera total liberdade para decidir no que você quer acreditar com base no que melhor lhe convém. Então, de acordo com o nível de compreensão e evolução espiritual de cada pessoa, em sua consciência e conhecimento pessoal, eles acreditarão em qualquer coisa com uma frequência compatível com a deles.

Ao longo dos séculos, as pessoas foram doutrinadas a acreditar que religião é espiritualidade, mas são coisas bem diferentes.  A espiritualidade é a dimensão interior que nos conecta diretamente com a Fonte. É a respiração que sopra em nós e nos enche de vitalidade, aquilo que ninguém pode nos dar nem pode nos tirar. E funciona como um trampolim que nos leva a ir além de nós mesmos, desidentificando-nos do ego – ou eu ilusório – que antes pensávamos que definia a nossa identidade.

E embora a religião seja articulada através de profetas, instituições, rituais, liturgias e crenças religiosas, a espiritualidade é secular, ou seja, livre de qualquer corrente religiosa ou “intermediários”. E a espiritualidade não é herança do Judaísmo, do Cristianismo ou do Islamismo. Nem de filosofias orientais como o hinduísmo, o budismo, o taoísmo ou qualquer outro “ismo”. A espiritualidade é a nossa natureza essencial.

As pessoas acham que se você não tiver uma religião e crença num deus você é um ateu. O ateísmo é a negação da crença em deuses, mas as crenças sobre a alma variam entre os ateus. Muitos ateus, especialmente os materialistas, não acreditam na alma porque a consideram imaterial e “sem evidências científicas”. No entanto, uma pessoa pode se considerar ateia mesmo acreditando em algo como uma alma, espírito, ou outros fenômenos espirituais, pois a definição central do ateísmo é a ausência de crença em divindades.

Os ateus materialistas não acreditam em almas, ou qualquer outro tipo de existência imaterial, considerando a consciência como um produto da matéria. Eles acreditam que quando uma pessoa morre tudo acaba pois não existe alma. A matéria em si não existe. A matéria é apenas uma ilusão, é o valor que atribuímos à energia potencial com nossa consciência e nossos acordos perceptivos de alma.

Tudo o que existe é o mundo astral e o mundo material é uma manifestação do astral. Todas as almas são fractais da Fonte e usam o mundo material e corpos físicos para seu auto aprendizado e expansão da consciência. O conceito de “Deus” só existe na Terra. As raças estelares na 5D sabem que o mundo material é uma ilusão composta por energia, frequência e vibração. Eles sabem que todas as almas com autoconsciência são a Fonte experimentando inúmeros corpos em inúmeros planetas.

Leia mais: Matrix 3D – Que diferença há entre religião e espiritualidade?

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É isso que uma alma é: a Fonte, o sinal da Fonte.

Não importa o quão convincente seja, o reino material nada mais é do que uma ilusão, porque nenhuma alma jamais deixou os reinos astrais. Não há para onde retornar, ou apenas em uma experiência pessoal, particular a cada alma. O corpo biológico material é apenas um tradutor para limitar a vasta capacidade perceptiva de uma alma a uma estreita largura de banda dos cinco ou seis sentidos físicos.  A ilusão de estar em um corpo, ou de ser um corpo, é muito convincente, muito forte mesmo, e esse é o objetivo principal: proporcionar essa experiência.

Mas você é uma alma, você está livre de todos os conceitos de tempo e espaço. Tudo o que você realmente é está no éter, nos mundos espirituais, e o que percebemos como alguém, como nós mesmos em um corpo, é apenas a tradução para o chamado mundo material que a biologia nos dá. Tudo o que você realmente é e tudo o que você experimenta, e toda a sua memória, não está em seu corpo. Seu cérebro, sistema nervoso e DNA em todas as suas células são os tradutores do mundo espiritual para o mundo material.

Seu DNA e cada uma de suas partes cristalinas agem como antenas que se ativam ou começam a vibrar quando uma frequência corresponde à delas, e o código de DNA específico em cada célula é sintonizado em uma alma específica como um receptor especializado. Você está vivenciando o chamado mundo material através do seu corpo, mas você não é o seu corpo, como quando um drone é usado para ir a lugares distantes e de difícil acesso e seu operador vê através das câmeras do drone e manipula objetos usando o braço e a mão mecânicos do drone. Toda a atenção do operador pode estar com o drone, mas o sujeito não está nele.

Quando uma alma realmente se lembra do que é, é quando ela começa a parar de temer coisas e experiências nos reinos materiais, sabendo que tudo é ilusório a partir de sua verdadeira qualidade ilimitada e invulnerável como alma. O corpo traduz o sinal que vem da Fonte-Alma para o mundo físico. Do ponto de vista do corpo, como o sinal é a Fonte e nem entra no corpo, ele está em todo lugar, como as ondas de rádio.

A desconexão final da sua AUTOCONSCIÊNCIA ocorre na morte real do corpo. A consciência do Eu. A alma não perde sinal com a Fonte, apenas com o corpo. Uma alma não é algo separado da Fonte. É a própria Fonte, portanto, não pode ser perdida de si mesma. Você não pode separar uma alma da Fonte, ela é a Fonte. Se a alma é a Fonte, qual o sentido de ficar adorando divindades inventadas? É esse tipo de conhecimento que os controladores ocultos da Terra não querem que as pessoas saibam.

As pessoas que acreditam numa religião caem na armadilha na Matrix. De um ponto de vista, as pessoas religiosas estão tentando se conectar com a Fonte com base no que tinha à sua disposição, com base no conhecimento e no contexto de suas vidas e em seu estado pessoal de evolução espiritual. Elas sabem que são alma e que não são apenas o resultado de interações químicas e elétricas dentro de seu corpo físico, como a ciência materialista e determinista impõe com tanta força.

O Deus delas e seus múltiplos avatares são a representação da Fonte para elas. Em última análise, como a Fonte inclui tudo, seus deuses também são a Fonte. As pessoas religiosas estão simplesmente num estágio de evolução espiritual em que ainda precisam de um intermediário para se relacionar com a Fonte, pois seus corpos físicos os mantêm na ilusão de que são algo diferente da própria Fonte, com a qual, em primeiro lugar, estão tentando se conectar. Isso dá um significado correto, direto e forte à frase “Deus está dentro”.

A realidade como tal não pode ser a verdade última, pois ela sempre será relativa a outra coisa, relativa ao contexto de cada alma, à consciência e ao conhecimento que ela está vivenciando. Os pensamentos e imaginação geram ou manifestam a realidade. Aqueles que acreditam firmemente nas religiões estabelecidas e nas suas diversas formas consideram-nas uma realidade, a sua realidade inquestionável pela qual devem viver.

E com a sua forte fé acrescentada àquela que vem de pessoas com ideias semelhantes, seus avatares religiosos tornam-se perfeitamente reais, mas apenas para eles e para o seu grupo. Embora os avatares de uma religião sejam reais e tangíveis para seus crentes, eles não são reais para pessoas que creem nos avatares de outra religião. À medida que os conceitos que definem a realidade para esses grupos de pessoas religiosas estão sendo projetados e controlados pelos senhores da Matrix na Terra, você pode ver como um reino existencial pode ser criado usando apenas percepção e controle mental.

Se isso serve à evolução espiritual deles, então os beneficia, mas o que eles não podem fazer é usar a religião como desculpa para invadir e destruir a vida de outras pessoas. Nenhuma outra desculpa para a guerra foi usada mais do que a religião, mas ela sempre foi e tem sido uma desculpa, porque os controladores da Terra só geram guerra pelos benefícios que obterão da guerra em si. Tudo isto apesar de as mesmas religiões que usam a guerra como desculpa condenarem a própria guerra, como um paradoxo interessante.

As pessoas religiosas estão dentro de numa caixa espiritualmente controlada da qual dificilmente conseguem escapar, a não ser é claro, que se esforcem para sair dessa caixa, expandindo sua consciência e conhecimento.

O VÉU DO ESQUECIMENTO

A maioria das raças estelares não possui um “véu de esquecimento” tão forte como na Terra, pois a maioria de seus membros se lembra de pelo menos uma vida passada com bastante clareza, se não de muitas outras. Esse simples fato tem consequências importantes para a maneira como as pessoas fora da Terra percebem a vida e a existência, pois as suaviza enormemente, eliminando pelo menos grande parte do drama associado à morte, tanto a de entes queridos quanto a do próprio sujeito.

O véu do esquecimento obedece a algo muito simples. Não é uma máquina que apaga memórias, ou algo assim. É o mesmo mecanismo que apaga sonhos quando você acorda. O que está em planos de existência mais energéticos e leves não é compatível em frequência com o mundo material mais pesado, então não liga essas frequências mentais. A questão é que a memória não está no cérebro, está no campo etérico. Então, se essas frequências forem muito sutis, o cérebro não as decodifica.

Para se lembrar de uma vida passada ou do sonho da noite passada, você precisa, de alguma forma, retê-las por tempo suficiente para que essa sutileza imprima uma reação no cérebro que possa trazê-las ao mundo físico como uma memória. O cérebro traduz o que está no campo e as traz para o mundo físico. Ele não produz memórias. Ele apenas as incorpora no mundo físico. Isso também acontece por meio de acordos pré-natais.

Uma alma é apenas um conjunto de ideias que definem o que “aquela pessoa” é e de onde ela vem. O que torna o conceito de Eu, de EGO, de uma “alma”, completamente dependente de um período de tempo e de um conjunto de ideias que a definem. O que também significa que ela deve ter um quadro definido de limitação aparente (porque são apenas mais ideias). E essa limitação aparente só pode ser dada com a ideia de ser finito como Ego, como Eu. E isso anda diretamente de mãos dadas com o véu do esquecimento, porque se nos lembrássemos de tudo, nos lembraríamos de que somos tudo, portanto, não seríamos mais uma pessoa, uma alma, seríamos a Fonte original!

Então, se você quer ser uma pessoa, precisa estar dentro de um quadro de esquecimento que define uma limitação. Isso serve para lhe dar uma sensação de clareza total de que você é algo e não outra coisa. A própria definição de estar dentro da Dualidade. Portanto, o véu do esquecimento, a sensação da passagem do tempo e a ideia de finitude são partes inseparáveis ​​do conceito que define uma alma.

Existe um véu de esquecimento em outras densidades, sempre existirá até a integração com o todo, com a Fonte original. Sempre haverá um véu de esquecimento, de uma forma ou de outra, enquanto a dualidade existir. Após a morte, a mente e a consciência se expandem, mas mesmo aí o véu do esquecimento permanece. Porque só se atinge um ponto de maior expansão, mas não até a Fonte, porque a sensação, a ideia de ser “algo” (uma alma, em qualquer caso) e não o todo ainda permanece.

Então, quando uma pessoa estava viva tinha uma consciência-memória de 42 a 52, ao desencarnar, ela terá uma consciência-memória de 2026 a 2982, mas ainda haverá limitações. Mas, comparada à memória-consciência de 42 a 52 que se tinha em vida, a expansão é alucinante. Mas a limitação do véu do esquecimento ainda está lá. Na Terra, a morte é o maior medo das pessoas pois normalmente não se lembram de suas vidas passadas. O véu do esquecimento é forte na Terra, assim como a ideia de que você só vive uma vez.

Esse véu do esquecimento, o apagamento completo ou quase completo da memória, é o mais próximo possível de uma redefinição total da personalidade. E, considerando as experiências fortes e emocionalmente intensas que as pessoas têm na Terra, não é difícil entender por que elas preferem esquecer quem foram em sua vida passada, juntamente com todos os seus erros e todas as coisas das quais se arrependem. Caso contrário, como poderiam viver consigo mesmos?

O apagamento da memória não é perfeito, pois todas as emoções e experiências de aprendizado de vidas passadas moldam e continuam a definir o indivíduo em sua vida presente, atuando desde tempos remotos, atuando nos recantos mais profundos do inconsciente e subconsciente de cada indivíduo. Tudo o que foi vivenciado e aprendido em vidas passadas é o que molda a personalidade, os traços e os atributos do indivíduo, em uma expansão constante da consciência e do conhecimento.

Esquecer quem fomos em vidas passadas o máximo possível é necessário para começar de novo, com uma nova identidade, uma nova pessoa, com um novo conjunto de experiências que contrastam e diferem daquelas da vida passada. Mas esse véu de esquecimento cria outro conjunto de problemas, pois o indivíduo se sente impotente e diminuído, constantemente isolado das forças integradoras da Fonte. O indivíduo pode facilmente cair em um modo de pensar puramente materialista e determinista, levando-o a acreditar que tudo o que é — incluindo sua consciência, sua percepção de sua própria existência e tudo o que o define como indivíduo — é meramente o resultado de seu cérebro biológico e material.

Isso torna os indivíduos encarnados na Terra presas fáceis para todos os tipos de entidades malignas oportunistas, vivas ou não, que desejam controlar a percepção dos seres encarnados a fim de coletar sua energia vital e sua capacidades de manifestação. Essas entidades podem ser entendidas ou vistas como as elites, sociedades secretas e governos buscando controlar a população, ou como o resultado de agendas mais obscuras originadas de entidades do plano astral inferior, ou uma mistura de ambos, onde essas entidades trabalham através e com as elites e políticos no poder que governam a população para serem explorados.

Independentemente disso, aqueles que exercem poder sobre um grande segmento da população humana conseguiram criar estratégias manipulativas para controlar a população, e uma das mais fortes é a religião, cujos ensinamentos se adaptam à população que buscam controlar e cujas ideias básicas também evoluem com o tempo. A religião mais recente é a ciência, cujos ensinamentos se tornaram completamente dogmáticos, produzindo conclusões que sempre servem a seus mestres no poder e não aos fatos, perdendo assim sua própria essência como mecanismo de busca da verdade.

Um dos maiores mecanismos de controle populacional, além da religião, é o medo, embora eles andem de mãos dadas, é claro, pois sempre foi usado como um impedimento contra pensadores independentes e pessoas que desejam se separar do establishment, e é usado contra basicamente todos. Isso nos leva ao establishment e suas religiões, incluindo a ciência, para condicionar a população a temer a morte. Tornou-se quase um tabu, pois ninguém quer falar sobre a morte, mesmo que, gostemos ou não, todos tenham que enfrentá-la em algum momento, seja a morte de um ente querido ou ter que confrontar sua própria mortalidade.

Isso contradiz as religiões, mesmo se você olhar atentamente, que falam da morte como algo horrível e, ao mesmo tempo, dizem que você terminará em graça eterna ao lado do “Senhor”. Eu diria… bem, é terrível ou não? Muitas almas que estão encarnadas na Terra, estiveram ou estão encarnadas em raças estelares mais avançadas na 5D, mas devido ao forte véu do esquecimento da 3D elas não se lembram de onde vieram e suas experiências anteriores.

O corpo humano na Matrix 3D da Terra é um biotraje/portal orgânico/avatar para que diferentes consciências possam ter experiências no mundo físico:

  1. Almas que vieram diretamente da Fonte Original,
  2. Almas que estão encarnadas em corpos de alguma raça estelar na 5D, que utilizando cápsulas de imersão total, transferem o foco de atenção de seus corpos originais para seus avatares humanos na Terra. São as “sementes estelares”.

Por exemplo: Quando uma pessoa morre no planeta Temmer em Taygeta nas Plêiades, sua alma retorna para a Fonte onde planejará sua próxima encarnação em Temmer ou pode escolher encarnar em outro planeta, como a Terra. Quando essa alma encarna num corpo Taygeteano em Temmer, aos 13 anos começa a se lembrar quem foi em uma, duas ou três vidas anteriores no planeta e outros locais. Devido as lembranças de vidas passadas, essa pessoa entende que a morte é uma ilusão.

Se essa alma que encarnou várias vezes no planeta Temmer resolver encarnar na Terra vido diretamente da Fonte, ela estará sujeita ao forte véu do esquecimento e provavelmente ficará presa na armadilha de reencarnação devido ao controlo mental das religiões e forte apegos as crenças e ideias limitantes da Matrix 3D que foram criados pelos controladores não humanos da humanidade. Devido ao forte véu do esquecimento na Terra, os controladores podem manipular e controlar facilmente as pessoas.

Para evitar a armadilha de reencarnação da Terra, uma pessoa na 5D utiliza a tecnologia de cápsula de imersão total. Quando seu avatar humano morre, ela acorda dentro da cápsula e continua sua vida normalmente em seu planeta de origem. Quando os “deuses” extraterrestres vivam entre os humanos no Egito, não existia a tecnologia de cápsulas de imersão total pois não era necessária. Mas depois que os “deuses” abandonaram o Egito por ordens da Federação Galáctica, eles desenvolveram as cápsulas de imersão para poderem entrar na Terra como humanos. Veja o post abaixo:

Uma alma, muitos corpos, NPCs, portais orgânicos, cápsulas de imersão total.

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Renato Cunha
O blog Stylo Urbano foi criado pelo estilista Renato Cunha para apresentar aos leitores o que existe de mais interessante no mundo da moda, artes, design, sustentabilidade, inovação, tecnologia, arquitetura, decoração e comportamento.

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