“Nada neste mundo funciona da maneira que você pensa. Bancos não emprestam dinheiro, governos não têm o poder de protegê-lo, a polícia não está aí para servi-lo, instituições de ensino superior, faculdades e institutos educacionais, não estão aí para educá-lo. Toda a superestrutura da civilização no mundo ocidental é uma combinação de esquemas brilhantemente elaborados e bem planejados para direcionar as mentes das pessoas de forma a servir seus senhores.”
Jordan Maxwell, Matrix do Poder: Segredos do Controle Mundial
No mundo de hoje, a maioria das pessoas acredita ser um indivíduo livre com direitos inalienáveis. No entanto, existe um sistema oculto de controle, um sistema que transforma seres humanos vivos em entidades corporativas conhecidas como Espantalhos, escravizando-os a uma intrincada teia de comércio, ficção jurídica e dívida perpétua, sem seu conhecimento e consentimento.
Essa “Ilusão do Espantalho”, cuidadosamente construída, é um dos enganos mais diabólicos da história, projetada para destituir indivíduos de sua soberania para enriquecer uma pequena elite financeira. Este artigo explora as origens do Espantalho, como ele impacta sua vida e por que seu governo “democrático” te trata como um escravo, te obriga a pagar tantos impostos e a obedecer as “autoridades”.
Muitos “governos” do mundo estão listados como corporações em vários bancos de dados comerciais e existem apenas para lucro financeiro, fingindo servir ao povo. São corporações se passando por governos e seus cidadãos, e tudo que eles acham que lhes pertencem, são propriedade da corporação.
E seu status de “propriedade” ou “escravo” da corporação que finge ser governo está na forma que seu nome está escrito em LETRAS MAÍSCULAS em sua certidão de nascimento, carteira de identidade, carteira de motorista e qualquer documento emitido por órgãos públicos. O termo Recursos Humanos nos lembra que somos considerados um ativo a ser administrado, mais uma parte dos recursos de uma corporação.

Cartão ID único amplia controle tecno-social absolutista sobre o escravo brasileiro.
É bom você prestar muita atenção nas informações que coloquei neste texto. Informações que NUNCA, JAMAIS serão mostradas na mídia, escolas ou universidades pois não é de interesse dos controladores ocultos da fazenda humana. Esse é o maior golpe já feito contra a humanidade, e foi tramado pelo Vaticano séculos atrás.
As elites maçônicas globalistas tem usado repetidamente o pretexto de “espalhar a democracia” para invadir países, apenas para colocar essas nações sob seu controle financeiro, político e espiritual. Estas invasões são frequentemente seguidas pela instalação de regimes fantoches que servem os interesses das corporações globais e das instituições financeiras, deixando as populações locais empobrecidas e privadas de direitos.
O que a maioria das pessoas não percebe é que o sistema em que nascemos não foi construído para nós, foi construído sobre nós. Desde o início, sua existência não foi registrada como uma vida humana, mas como um instrumento financeiro. Seu nascimento não foi visto como uma celebração da vida, mas a conversão legal da sua existência num ativo econômico.
- No momento em que seu nome foi digitado em LETRAS MAÍUSCULAS na certidão de nascimento, sua identidade foi legalmente dividida: uma versão viva e respirando, a outra uma ficção corporativa — um Espantalho, atribuído para fins comerciais.
- Esse nome em letras maiúsculas se tornou o gancho para um título, rastreado por um número CUSIP ((Código Universal de Identificação de Títulos) e inserido em um sistema de negociação global sem seu conhecimento ou consentimento.
- Você não nasceu em liberdade, você nasceu em um inventário — listado, calculado e monetizado como receita futura para uma elite financeira privada.
Esse foi um sistema de mercantilização projetado, que permite que seu governo e seus parceiros acessem seu potencial, sua mão de obra e sua produtividade, como se estivessem extraindo petróleo do solo. Você não estava registrado em uma nação. Você era registrado em um livro-razão.
Cada pessoa se torna um ativo financeiro ao nascer. Por meio da sua certidão de nascimento, seu nome é convertido em uma entidade legal em LETRAS MAIÚSCULAS — não você, mas uma versão corporativa sua usada para abrir um Trust (Fundo) secreto Cestui Que Vie.
Bancos, tribunais, governos e prisões acessam esse fundo e lucram enormemente com a sua existência, enquanto você vive na ignorância. Quando você compra uma casa, é multado, faz um empréstimo ou até mesmo é preso, seu fundo paga primeiro, e você paga depois.
- Seu nome é negociado como uma mercadoria.
- Seu trabalho é garantia.
- Sua vida é uma fonte de renda.
- Você não é o devedor — você é o ativo. E nunca te contaram.
DECLARADO MORTO, MAS FINANCEIRAMENTE ATIVO
De acordo com termos jurídicos obscuros enterrados em documentos públicos, você é declarado legalmente morto poucos dias após seu nascimento, mas apenas em ficção jurídica. O Estado mantém seu “patrimônio” — o valor atribuído à sua vida — em uma conta fiduciária. Essa conta é administrada por funcionários treinados nessa estrutura financeira oculta, e os ativos associados ao seu nome são negociados ativamente em mercados globais.
Esta parte do sistema se esconde à vista de todos. A ideia de declará-lo “morto” é uma solução legal que permite ao Estado reivindicar a propriedade sobre o potencial econômico da sua vida. Sua identidade é dividida — você vive, mas seu valor financeiro é administrado como um patrimônio separado, de propriedade do Estado.
O ESPANTALHO E O CESTUI QUE VIE TRUST
Seu nome em letras maiúsculas, também chamado de Espantalho, está diretamente vinculado a um Fundo Cestui Que Vie, uma estrutura que remonta a séculos. Esse fundo funciona como um veículo financeiro para abrigar o valor gerado pela sua identidade legal. Juízes, banqueiros e certos funcionários sabem como acessar e usar esses fundos, usando-os para liquidar dívidas, financiar instituições e negociar internacionalmente, sem nunca informá-lo.
Essa confiança acumula centenas de milhões em atividades de fluxo ao longo da sua vida. E nunca lhe dizem que ela existe. Aqui reside o engano central: uma estrutura jurídica e financeira que gera riqueza a partir da sua existência, sem o seu conhecimento ou benefício. Você é o motor do sistema — mas outra pessoa detém as chaves.

O GOLPE DA HIPOTECA – COMO SEU FUNDO COMPRA SUA CASA DUAS VEZES
Você quer comprar uma casa. Um banco lhe “empresta” dinheiro e paga o vendedor. Mas, nos bastidores, o banco é imediatamente reembolsado do seu Fundo Fiduciário. Então, embora você acredite estar endividado, a verdade é que a casa já foi paga, com o seu patrimônio oculto.
Mas isso não é tudo. O empréstimo original assinado é copiado e vendido diversas vezes, retirando fundos do seu fundo repetidamente. Você acaba pagando pela mesma casa dez vezes mais. O processo de hipoteca não é uma transação, é uma armadilha. O banco se apresenta como um credor, mas atua como um extrator, usando seus próprios recursos ocultos contra você. Este parágrafo revela como o sistema financeiro lucra com a sua ignorância e multiplica seus ganhos às suas custas.
SEU CARRO, NÃO É REALMENTE SEU
Ao comprar um veículo, você recebe um recibo de compra, não um título de propriedade completo. O Certificado de Origem do Fabricante (MCO), a escritura real, é enviado ao Estado, não a você. Isso significa que você não é o verdadeiro dono do seu carro, o Estado é que o é. Você está apenas alugando-o, e as taxas de registro são pagamentos anuais disfarçados de impostos.
Enquanto isso, o preço total daquele carro já foi extraído do seu Trust (Fundo). A propriedade é um mito neste sistema. Mesmo quando você “compra” algo, você está pagando para usar o que já foi pago. O Estado e os bancos agem como proprietários de imóveis que você acredita serem seus.
O SISTEMA DO ESPANTALHO: FICÇÃO JURÍDICA, ESCRAVIDÃO REAL
Para entender seu status legal atual, você precisa entender este princípio: você não está se relacionando com o governo como cidadão, você está interagindo como uma entidade corporativa. É por isso que os tribunais não o veem como homem ou mulher, mas como o NOME EM LETRAS MAIÚSCULAS. Esse nome não é seu. É deles.
- Essa construção, conhecida como Espantalho, é a base da sua escravidão legal. Ela permite que corporações, tribunais e governos interajam com você como um ativo administrável, que pode ser tributado, multado e vigiado sem violar direitos humanos, por que, tecnicamente, você não é humano aos olhos deles. Você é uma ficção corporativa.
- Cada documento com esse nome, de contas de serviços públicos a multas de trânsito, de hipotecas a notificações judiciais, é endereçado não a você como indivíduo soberano, mas à embarcação comercial que eles criaram quando você nasceu.
- O brilhantismo do golpe é que eles nunca precisaram de correntes físicas. Criaram contratos que escravizam mentes. Condicionaram a obediência por meio de documentação. E ensinaram gerações a equiparar legalidade à moralidade.
Leia mais:
Corporações se passando por governos
Quando pensamos em governos, pensamos em órgãos organizacionais que representam o povo de uma determinada nação ou mesmo grupo de nações. Os governos vêm em muitas variedades diferentes – houve monarquias, repúblicas, democracias, nações comunistas e vários outros tipos – mas não importa qual forma “governo” possa assumir, tendemos a acreditar que seu propósito é fornecer a infraestrutura necessária para que uma sociedade administre seus negócios, para o bem ou para o mal.
Quando um governo cria uma “lei”, então, em teoria, essa “lei” deve ser vinculativa para aqueles que são membros daquela nação em particular. É assim que a maioria de nós foi ensinada a pensar. As corporações, por outro lado, são negócios. Elas não representam o povo, nem necessariamente fornecem quaisquer serviços vitais. Em vez disso, o objetivo das corporações é ganhar dinheiro, e esse é o “resultado final”. Quando uma empresa elabora uma política corporativa, isso se destina apenas a fins internos e é vinculativo apenas para os funcionários da referida empresa e para mais ninguém.
Acontece que muitos dos “governos” do mundo estão listados como corporações em vários bancos de dados comerciais. Isso representa uma reviravolta muito interessante no que diz respeito ao que a grande maioria das pessoas acredita ser verdade sobre seu “governo”. Devemos perguntar: será que estes “governos” servem verdadeiramente o povo? Ou eles existem apenas para lucro monetário e fingem representar o povo? E se essas empresas “países” visam principalmente obter lucro monetário, então onde isso deixa as pessoas?
A República Federativa do Brasil é, afinal, uma Empresa-Governo registrada na Comissão de Títulos e Câmbio (SEC dos EUA) e está completamente submissa às instituições financeiras internacionais, tem de apresentar à S.E.C. relatórios anuais do Orçamento de Estado e está categorizada, atualmente, como país de elevadíssimo risco de investimento.
Em 15 de novembro de 1889, os maçons republicanos, que foram financiados pelos banqueiros Rothschild, instauraram a República Federativa do Brasil para governar o Brasil. Em 2002, a República Federativa do Brasil foi registrada como Corporação-Estado na Comissão de Títulos e Câmbios (S.E.C) dos EUA. O português Daniel Simões fez uma interessante matéria a respeito disso e também um vídeo chamado A Maçonaria e a Corporação Estado República Federativa do Brasil.
Segundo Daniel Simões, a República Federativa do Brasil registrou-se no S.E.C. em Março de 2002, durante o governo do socialista Fernando Henrique Cardoso, que é membro do exclusivo e elitista Comitê dos 300, que era liderado pela falecida Rainha Elizabeth II. O Comitê dos 300 existe para governar o planeta das sombras, por meio de chantagem, exploração e terrorismo.
Embora tenha sido registrado no S.E.C. em 2002, a República Federativa do Brasil vem funcionando como corporação desde o início do século XX. Após o Golpe da República que derrubou o imperador D. Pedro II, a Maçonaria instalou a farsa da democracia liberal no Brasil para enganar o povo brasileiro, como fez em várias outras Corporações-Estado. O verdadeiro poder por trás da democracia liberal são as elites maçônicas financeiras.
Toda revolução é sempre orquestrada pelas elites maçônicas. O povo não saiu as ruas exigindo que o Imperador D. Pedro II abdicasse, pondo fim a monarquia no Brasil. Os maçons republicanos queriam explorar o povo brasileiro ainda mais que a monarquia. A democracia liberal maçônica criou uma casta de políticos e juízes corruptos que acabou sendo muito mais cara de manter do que a monarquia. A democracia liberal não é mais capaz de dar respostas ao povo, e as corruptas classes políticas não passam de fantoches das elites financeiras e corporativas.
Captura de tela mostrando o status corporativo do Brasil e suas agências. Leia mais aqui.

Compreendendo a Lei Cestui Que Vie de 1666 sobre a existência da vida
Cestui Que Vie (CQV), um termo jurídico francês que significa “aquele que vive”, refere-se ao beneficiário de um fundo fiduciário ou apólice de seguro com direitos de propriedade e renda.
Em 1666, após eventos catastróficos, a Grande Peste de 1665 e o Grande Incêndio de Londres em 1666, que causaram a morte ou deslocamento de centenas de milhares de cidadãos britânicos, o governo britânico promulgou o Ato Cestui Que Vie. Essa legislação visava restabelecer o conceito legal do CQV, que havia se tornado crucial na identificação de herdeiros ou proprietários legítimos de imóveis.
Segundo essa lei, a propriedade privada era colocada sob custódia do Estado até que os herdeiros ou proprietários aparecessem, a Lei Cestui Que Vie de 1666. Esta “Lei de Prova de Vida” declarou que todos os homens e mulheres estavam legalmente mortos, perdidos no mar ou além mar, um conceito enraizado na Lei do Almirantado Marítimo Internacional, que foi baseada na Lei Canônica do Vaticano, e que atualmente domina todas as nações do mundo.
Em sua essência, a Lei do Almirantado serve como uma ferramenta para mercantilizar a humanidade. Ao registrar indivíduos como embarcações e aplicar princípios marítimos em terra, surgiu uma estrutura onde:
- As pessoas são ativos para exploração, não seres soberanos.
- Os sistemas financeiros operam como mecanismos de controle.
- Os sistemas jurídicos priorizam os contratos em detrimento da justiça.
As origens do Espantalho: Um truque jurídico
O conceito do Espantalho remonta a séculos, com suas raízes no direito romano e posteriormente aprimorado pelo direito consuetudinário inglês. Um dos momentos críticos na criação dessa ficção jurídica foi a aprovação da Lei Cestui Que Vie de 1666, em Londres. Essa lei declarou que qualquer pessoa de quem não se tivesse notícias por sete anos seria presumida morta e seus bens seriam depositados em custódia pelo Estado.
Embora originalmente destinado a lidar com o caos do grande incêndio e da Peste Negra de Londres, os princípios por trás dessa lei nunca foram revogados. Em vez disso, foram expandidos e usados para criar ficções jurídicas, entidades corporativas que representam pessoas reais. A manifestação moderna desse sistema começa com sua certidão de nascimento, que marca a criação do seu Espantalho.
Quando seu nascimento é registrado, uma entidade corporativa é criada em seu nome. Essa entidade é distinta de você como ser vivo e é representada por seu NOME EM LETRAS MAIÚSCULAS em documentos legais. Essa persona corporativa é usada para interagir com os sistemas jurídico e financeiro, efetivamente tornando você uma entidade comercial aos olhos da lei.
Sua certidão de nascimento: Um título no sistema financeiro globalista
O que a maioria das pessoas não percebe é que sua certidão de nascimento é um instrumento financeiro, não apenas um registro de nascimento. Quando seu nascimento é registrado, um Trust (Fundo) Cestui Que Vie é criado em seu nome, e seu futuro trabalho se torna garantia para a dívida nacional. Os governos tratam cada nascimento como um ativo e criam um título com base em seus potenciais ganhos futuros. Esse título é então vendido nos mercados financeiros, gerando vastas quantias de dinheiro.
Nesse sistema, seu NOME EM MAIÚSCULAS representa seu Espantalho, uma entidade corporativa vinculada ao seu número de Seguro Social ou identificação equivalente. Cada interação que você tem com o sistema jurídico, bancos ou agências governamentais sob essa identidade perpetua esse esquema financeiro.
O sistema financeiro não opera mais com dinheiro real. Ouro e prata foram substituídos por um sistema de crédito e dívida, sem que nada de valor tangível seja trocado. Cada transação apenas quita a dívida; nada jamais é realmente pago. Isso garante que você permaneça em dívida perpétua, desempenhando, sem saber, seu papel na máquina financeira global.
A Lei do Almirantado e a armadilha legal: Transformando pessoas em cargas
Um dos aspectos mais cruciais da Ilusão do Espantalho é a estrutura legal em que ela opera. Em vez de serem regidos pelo Direito Comum, que se baseia em direitos naturais e justiça, os indivíduos estão sujeitos à Lei do Almirantado, um sistema originalmente concebido para reger o comércio marítimo.
Sob a Lei do Almirantado, você não é visto como um ser humano, mas como uma embarcação ou carga. É por isso que os documentos legais estão repletos de terminologia marítima:
- Quando intimado a comparecer ao tribunal, você “atraca” como um navio chegando ao porto.
- Sua certidão de nascimento simboliza o “atracadouro” de uma nova embarcação no comércio.
- A palavra “moeda” (corrente-marítima) reflete o fluxo de dinheiro no mar do comércio.
Ao operar sob a Lei do Almirantado, o sistema legal evita reconhecer seus direitos como pessoa viva. Em vez disso, trata você como uma mercadoria, uma ficção corporativa sujeita às regras do comércio. Esse truque legal permite que tribunais e agências governamentais exerçam controle sobre você sem o seu consentimento.
Eles presumem que você concordou em representar seu Espantalho e, portanto, está vinculado a todas as obrigações financeiras e legais que lhe são impostas. A Lei Bancária é conhecida como “Direito Marítimo Internacional do Almirantado” – Esta Lei Marítima foi baseada no “Direito Canônico” do Vaticano. E o Vaticano é a sede da Cabala Illuminati.
O direito marítimo/almirantado foi originalmente desenvolvido a partir dos tribunais almirantados britânicos. O direito marítimo/almirantado é ensinado e aplicado pela Ordem dos Advogados (BAR – British Accredited Registrar). Todo advogado e juiz precisa ser aprovado no exame da Ordem dos Advogados. Eles não aprendem a Constituição ORGÂNICA ORIGINAL de 1787 (direito constitucional – a Lei da terra).
British Accreditation Registrar (BAR)
Em meados do século XVII, a Coroa da Inglaterra estabeleceu um registro formal na City de Londres, onde os advogados eram credenciados por ordem da Coroa. A criação desta primeira Associação Internacional de Advogados permitiu que advogados de todas as nações fossem formalmente reconhecidos e credenciados pela única sociedade de credenciamento reconhecida.
A partir disso, a sigla BAR foi criada, denotando (informalmente) o British Accreditation Registrar (Registro Credenciado Britânico), cujos membros se tornaram uma força poderosa e integral dentro da Associação Internacional de Advogados (IBA). Embora sua existência tenha sido repetidamente negada, a sigla BAR representava os advogados britânicos que eram membros da IBA, que era maior.
Hoje, cada estado corporativo no Brasil tem sua própria Ordem dos Advogados. Somente advogados licenciados da Ordem dos Advogados têm permissão para entrar livremente na área que separa os advogados do tribunal, pois todos os advogados da Ordem dos Advogados são oficiais do próprio tribunal. Isso lhe diz alguma coisa?
Essas leis do Almirantado Marítimo têm jurisdição apenas sobre o “Espantalho” (entidade morta), não sobre o homem ou mulher vivos em terra. Mais uma vez, o homem ou a mulher vivos foram transformados em uma corporação em seu nome. Observe que todos os seus registros (certidão de nascimento, extratos bancários, contas); licenças (carteira de motorista, certidão de casamento, licença comercial, etc.); documentos municipais, estaduais e federais, todos têm seu nome em letras maiúsculas. Você é considerado um bem móvel para a Cabala bancária, mera propriedade da qual eles lucram, administram e controlam.
Escravização financeira: O sistema de controle baseado em dívidas
As implicações financeiras do Espantalho são impressionantes. Os governos usam esse sistema para gerar enormes quantias de riqueza, criando dívidas nacionais em seu nome. Cada certidão de nascimento se torna um título negociado em mercados globais, gerando crédito para governos e instituições financeiras. No entanto, o ônus de pagar essa dívida recai sobre você, o devedor involuntário.
Por meio de impostos, empréstimos e multas, você é continuamente lesado pelos fundos necessários para sustentar esse sistema. Quando você contrai um empréstimo ou hipoteca, o banco não lhe empresta dinheiro de verdade. Em vez disso, ele usa seu Espantalho para criar crédito do nada, cobrando juros sobre algo que nunca existiu.
Esse ciclo perpétuo de dívida garante que você continue sendo um escravo financeiro. Cada dinheiro que você ganha, cada imposto que você paga e cada transação financeira que você realiza alimenta esse sistema de controle, feito para te escravizar.
A Lei do Almirantado Marítimo – Jordan Maxwell
Reivindicando sua soberania: O caminho para a liberdade
A boa notícia é que você pode se libertar da Ilusão do Espantalho. O processo exige conhecimento, dedicação e disposição para desafiar as premissas impostas pelos sistemas jurídico e financeiro. Aqui estão alguns passos para resgatar sua soberania:
1. Entenda a diferença entre você e seu Espantalho
O primeiro passo é reconhecer a distinção entre você como ser vivo e seu Espantalho, a entidade corporativa. Isso requer estudar como funciona a identidade jurídica e entender como o sistema foi construído.
2. Corrija sua situação jurídica
Para reivindicar seus direitos, você deve declarar sua condição de homem ou mulher vivos. Isso pode envolver a apresentação de uma declaração juramentada de veracidade, a notificação às autoridades competentes e a recusa em aceitar contratos ou obrigações impostas ao seu Espantalho.
3. Recuse a integração
Em processos judiciais, sempre se recuse a ser identificado como seu Espantalho. Declare claramente que você está aparecendo como um ser vivo, não como a entidade corporativa representada pelo seu NOME EM LETRAS MAIÚSCULAS. Isso impede que o tribunal exerça jurisdição sobre você sob a Lei do Almirantado.
4. Faça valer seus direitos de direito consuetudinário
De acordo com a Lei consuetudinária, seus direitos são inerentes e não podem ser retirados sem o seu consentimento. Aprenda as máximas da Lei consuetudinária, como “O consentimento faz a lei”, e use-as para se proteger de reivindicações injustas.
Conclusão: O poder do conhecimento
A Ilusão do Espantalho é um dos maiores enganos da nossa época. Ao converter indivíduos vivos em entidades corporativas, o sistema aprisiona as pessoas em um ciclo perpétuo de dívida e controle. Mas o conhecimento é a chave para a libertação.
Ao entender como sua identidade jurídica foi manipulada, você pode recuperar sua soberania e se libertar das amarras do sistema. Esta jornada não será fácil, mas cada passo que você dá em direção à liberdade é um passo em direção à recuperação do seu verdadeiro eu. Você está pronto para retomar o controle da sua vida? A jornada começa agora.
Mercadoria Humana. Você está morto, não sabia?
A classificação das categorias de pessoas baseia-se no direito romano, sobre o qual se baseiam os sistemas jurídicos da maioria dos países do mundo. Em outras palavras, sua estrutura jurídica baseia-se nos princípios da escravidão, visto que o antigo direito romano descreve com precisão o sistema escravista.
O direito romano e escravidão estavam intimamente ligados, pois os escravos eram considerados propriedade segundo a lei romana e não tinham direitos legais. Eles poderiam ser submetidos a castigos corporais, exploração sexual, tortura e execução sumária. O código marítimo mais antigo é creditado à ilha de Rodes, que se diz ter influenciado o direito romano.
Alguns aspectos-chave da escravidão romana:
- Fontes de escravos. Os escravos vinham de muitas nacionalidades diferentes, incluindo cativos de guerra, vítimas de pirataria, órfãos abandonados e pessoas pobres.
- Tipos de escravidão. Havia dois tipos principais de escravidão: urbana e rural. Os escravos rurais eram trabalhadores agrícolas não qualificados, enquanto os escravos urbanos desfrutavam de vidas mais confortáveis e eram frequentemente empregados em profissões qualificadas, como professores, médicos e contadores.
- Caminhos para a liberdade. Os escravos podiam esperar obter liberdade por meio de um dos vários caminhos bem definidos, como a alforria testamentária, que era uma disposição no testamento do proprietário quando ele morria.
- Proteção legal. Com o tempo, os escravos ganharam maior proteção legal, incluindo o direito de apresentar queixas contra os seus senhores.
A escravidão na Roma antiga era definida pela redução de seres humanos à propriedade.

A imagem representa a estratificação social da Roma Antiga, dividindo a população em cidadãos e não cidadãos, e detalhando as classes dentro de cada grupo.
Não Cidadãos:
- Escravos: Indivíduos sem liberdade, considerados propriedade e sem direitos legais.
- Libertos: Ex-escravos que haviam conquistado a liberdade, mas ainda mantinham certas obrigações para com seus antigos senhores.
Cidadãos:
- Plebeus (Clientes): A maioria da população romana, incluindo agricultores, artesãos e comerciantes. Os clientes eram plebeus que se associavam a um patrício em troca de proteção e apoio.
- Nobilitas (Patrícios e Plebeus Enriquecidos): A elite romana, composta pelos patrícios (descendentes das famílias fundadoras de Roma) e plebeus que haviam acumulado riqueza e poder, muitas vezes através do comércio ou do serviço militar.
- Senadores e Administradores do Império: O topo da hierarquia social, composto por membros da Nobilitas que ocupavam cargos políticos e administrativos de alto nível no governo romano, como senadores, cônsules e governadores de províncias.
No mundo moderno, também existem meios de classificar as pessoas de acordo com o direito romano. É possível reconhecer a qual classe uma pessoa pertence escrevendo seu nome completo em um documento.
1. maría luisa gómez escrito em letras minúsculas (Capitis Diminutio), um ser humano vivo que responde apenas ao Criador e pode exercer livremente sua vontade.
2. María Luisa Gómez com iniciais em maiúsculas (Capitis Diminutio Minima), o indivíduo mantém seus direitos de cidadão e liberdade, mas há uma mudança em seu status familiar.
3. María Luisa GÓMEZ, o sobrenome em letras maiúsculas (Capitis Diminutio Media), o indivíduo perde seus direitos de cidadão, mas sua liberdade de movimento não é afetada.
4. MARIA LUÍSA GÓMEZ escrito em letras maiúsculas (Capitis Diminutio Maxima), o indivíduo perde seu status de cidadão, direitos civis e liberdade, e se torna um escravo. Levou consigo todos os direitos de cidadania e todos os direitos familiares. Um escravo em cativeiro, destituído de direitos, tem um estatuto equivalente a propriedade morta, sendo uma mera “coisa”. Nomes em LETRAS MAIÚSCULAS são encontrados em lápides de cemitérios, em navios comerciais, em sinalização corporativa e em documentos de ficção jurídica, como carteiras de motorista, e assim por diante.
Um homem ou mulher em “junção” a uma “pessoa” torna-se o “morto-vivo”, legalmente falando. Por definição, eles são incompetentes e incapazes de possuir direitos e responsabilidades vitais. Consequentemente, as suas propriedades de título patrimonial são perdidas e são-lhes concedidos benefícios e privilégios limitados e revogáveis.
A “ignorância deles é negligência”, e enquanto eles andam no submundo dos legalmente mortos, eles estão sujeitos aos “Sumos Sacerdotes de Baal”, ou ao “Diabo de Veste Negra”, que faz um “julgamento” sobre aquele que desistiu de sua vida, e ao fazê-lo o Sacerdote lança uma maldição, nos tempos antigos a morte, nos tempos modernos dívida, e a vítima é sacrificada.
Toda “pessoa” é devedora por padrão, e todo homem ou mulher que sofre “junção” a uma “pessoa” torna-se “fiador” no sistema de dívida-dinheiro da servidão, sacrificando sua energia viva por meio daquela utilidade fictícia “transmissora”, alimentando a Cabala bancária parasitária que defende o lema romano: “Aquele que quer ser enganado, que seja enganado.”
O Vaticano e o Culto Romano são essencialmente a primeira corporação do mundo, piratas. A Santa “Sé” é um “depósito de salvamento”. A bula papal Unam Sanctum e Cestui Que Vie declaram que todos no mundo estão “perdidos no mar” ou mortos e o Vaticano possui o título de sua propriedade. Por meio da emissão de bulas papais, criou-se o mais elaborado sistema de engano por meio do que hoje é conhecido como Códigos Comerciais Uniformes (UCC), ou as leis corporativas que transformam nossa existência física em uma escravidão abjeta.
O Vaticano também é o nexo central para todas as atividades corporativas. Corporações públicas e privadas são braços deste corpo central por extensão. A City de Londres e Washington D.C. estão ligadas ao Vaticano e acredita-se que seus estatutos são mantidos lá. A grande maioria das corporações do mundo está registrada em Washington D.C. O Papa é o chefe “soberano” deste sistema corporativo e eclesiástico hierárquico. A mais alta autoridade viva na terra, o “chefe”.
Para se entender o motivo pelo qual os governos “democráticos” se acharam no direito de negar os direitos humanos e liberdades de expressão a milhões de pessoas, que ganhou força com a farsa pandêmica do Covid, assista a esse vídeo.
As Nações Unidas são o Governo Mundial Único das elites maçônicas. Qualquer coisa que saia da ONU não é para o bem da humanidade. As Nações Unidas são uma Cidade-Estado Soberana, assim como a Cidade do Vaticano, que administra a Santa Sé, a Corporação da City de Londres, que administra a Corporação da Coroa, e a Corporação Municipal do Distrito de Columbia, que administra a Sociedade Anônima dos Estados Unidos. Além disso, o CERN-LHC é a 5ª Cidade-Estado Soberana.
A Cidade-Estado das Nações Unidas possui um conjunto predefinido de direitos humanos legalizados. A Declaração de Direitos Humanos da ONU define como os advogados, globalmente, veem as pessoas no mundo. Os direitos humanos que ela define são principalmente aqueles que dizem respeito à conversão de humanos em Corporações – Espantalhos – e escravos financeiros e legais da ONU, meras ficções da lei.
A ONU escreve essas coisas em seus direitos humanos usando uma linguagem jurídica “através do espelho”. A Declaração Universal dos Direitos Humanos da ONU codifica a escravização total da humanidade sob a Nação das Nações. O documento não foi apenas um instrumento de terrorismo, mas também codifica e foi um ato de guerra contra a humanidade.
O que a população de todos os países não sabem é que são súditos subordinados ao Papa de Roma, à Ordem dos Jesuítas, à Nobreza Negra Papal e ao Império Romano. O sistema de Lei Marítima ou Lei do Almirantado que atualmente domina todas as nações do mundo é um sistema secretamente criado para contradizer a Lei Comum constitucional libertária, também conhecida como Lei da Terra (lei protestante tradicional).
Leia mais: O dinheiro dos seus impostos está sendo enviado para o Banco do Vaticano?
A Lei Marítima do Almirantado se baseia na Lei Canônica do Vaticano, que é a continuação do Império Romano. Também deve-se notar que o maçom e jesuíta Adam Weishaupt, o cofundador dos illuminati da Baviera, era professor de direito canônico. O sistema de Leis do Almirantado (lei comercial ou lei do mar) foi secretamente estabelecido por Roma por meio do Rito Escocês da Maçonaria e dos Cavaleiros de Malta para que todas as nações da Terra estivessem submetidas ao Papa e a Roma.
“Homem Natural vs. Pessoa Artificial, Direito, Dinheiro e Bancos” Parte 1
“Homem Natural vs. Pessoa Artificial, Direito, Dinheiro e Bancos” Parte 2
“Homem Natural vs. Pessoa Artificial, Direito, Dinheiro e Bancos” Parte 3
“Homem Natural vs. Pessoa Artificial, Direito, Dinheiro e Bancos” Parte 4
“Homem Natural vs. Pessoa Artificial, Direito, Dinheiro e Bancos” Parte 5
“Homem Natural vs. Pessoa Artificial, Direito, Dinheiro e Bancos” Parte 6
A City de Londres e o golpe jurídico para escravizar as pessoas
Quando letras MAIÚSCULAS são usadas em qualquer lugar de um nome, isso sempre se refere a uma entidade legal/ficção, empresa ou corporação, sem exceções. Por exemplo, PAULO SILVA.
Trata-se de uma entidade/ficção jurídica criada e de propriedade do Governo que a criou. Legalmente, somos considerados uma ficção, um conceito ou ideia expressa como um nome, um símbolo. Essa pessoa jurídica não tem consciência; é uma pessoa jurídica, ENS LEGIS, um nome/palavra escrito em um pedaço de papel. Isso remonta a 1666: A City de Londres é uma Cidade-Estado Independente, assim como o Vaticano é uma Cidade-Estado Independente, assim como Washington, D.C. é uma Cidade-Estado Independente.
A Coroa é uma associação sem personalidade jurídica. Porque sem personalidade jurídica? É privada. A Ordem dos Advogados do Templo fica na City de Londres, e todo advogado chamado à Ordem dos Advogados jura fidelidade à Ordem dos Advogados do Templo. Você não pode ser chamado sem jurar fidelidade.
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Então… como a Cabala Bancária ganha dinheiro com você? A história começa com o conhecimento da diferença entre a Lei da Terra e a Lei do Mar.
A Lei da Terra (Direito Civil): A lei da terra é para as pessoas que vivem na terra; portanto, as leis variam de país para país, dependendo da cultura e dos costumes das pessoas que vivem na terra.
A Lei do Mar (Lei Marítima/Almirantado): A lei do comércio, bancos e dinheiro usados para o mundo inteiro. A Lei Marítima, Almirantado, Comercial, Bancária ou Monetária é a jurisdição dos tribunais e dos casos relativos a navios e transporte marítimo. A Cabala Bancária criou um esquema para trazer a Lei Marítima/Almirantado (a lei do mar) para a terra para lucrar com as pessoas.
A única saída é resgatar sua entidade morta (Espantalho) que a Coroa criou, tornar-se o executor e então colapsar o fundo chamado Cestui Que Vie e perdoar suas dívidas e então se retirar da Lei do Almirantado que o mantém sob custódia. Com a Lei CQV de 1666 a Coroa criou uma ficção jurídica. É por isso que você sempre precisa de representação quando envolvido em questões legais, porque você está morto.
A ficção jurídica é uma construção no papel, um patrimônio em custódia. Quando você recebe uma conta ou intimação judicial, ela é sempre escrita em letras maiúsculas, semelhante às lápides em cemitérios. Letras maiúsculas significam morte. Eles estão escrevendo para a ficção jurídica dos mortos. Uma ficção jurídica foi criada quando alguém informou ao governo que havia um novo navio na cidade, com base no seu nascimento.
As certidões de nascimento nos são emitidas pelo médico, assim como os navios recebem certidões de atracação no cais. É sobre comércio. Durante 9 meses você esteve na água do ventre de sua mãe. Sua mãe tem um canal de parto, assim como um navio. O navio se move pela corrente marítima, assim como nós nos movemos pelo canal de parto.
Todas essas informações se relacionam com a forma como o público em geral ainda está legalmente vinculado à Lei do Almirantado Marítimo Internacional. Por meio dessa antiga construção jurídica, podemos ser facilmente controlados e enganados. Aprender sobre sua ficção jurídica ajuda você a se libertar. Caso contrário, você será apenas um navio flutuando no mar do comércio. Os pais são enganados para registrar o nascimento de seus bebês.
Por volta de 1837, a Lei de Nascimentos, Óbitos e Casamentos foi promulgada no Reino Unido e o cargo de Registrador Geral foi estabelecido. Sua função era coletar todos os dados das igrejas que mantinham os registros de nascimento. A legislação brasileira sobre Nascimentos, Óbitos e Casamentos teve o seu marco inicial no Decreto nº 5.604, de 25 de abril de 1874, que regulamentou os registros civis.
Regis – da Rainha ou da Coroa. Todas as pessoas são vistas como sob custódia da “Coroa”. Isso permite que as pessoas atuem no comércio e aceitem os benefícios oferecidos pelo Estado. Precisamos entender quem somos como homens e mulheres e como podemos nos relacionar no sistema. A City de Londres é um centro de mercados, onde os comerciantes trabalham. Depois, há o Direito Mercantil. Vem do Direito do Almirantado.
Portanto, onde há comércio e dinheiro, também há “justiça” e “dano”. É preciso entender a falência antes de entender o judiciário. Aceitamos o pedido de intimação, mas SOMENTE os mortos podem ser intimados. Há uma obrigação de aceitar qualquer responsabilidade que tenha sido criada.
Atuamos no Almirantado. Uma declaração de inocência, ou QUALQUER declaração, admite jurisdição. O seu Espantalho, também conhecido como ficção jurídica, é sempre culpado. Advogados e solicitadores ganham a vida criando controvérsias. Ao criar uma controvérsia, você se torna responsável pelo caso.
Honra e desonra. Para permanecer honrado, é preciso aceitar uma reivindicação e resolvê-la (extingui-la). Em seguida, adicionam-se condições, como “Aceito com prova da reivindicação e com prova da perda” . Isso devolve a responsabilidade a eles. A ficção jurídica é sempre culpada. Somente no Tribunal Superior o homem ou a mulher real pode comparecer. Os jogos são disputados em quadras, daí o nome “tribunal”. É um jogo com atores (que atuam em atos).
Deve ser tratado como um jogo e apenas como um negócio. Dramas de tribunal são desinformação. As pessoas precisam aprender a agir como uma criação de Deus e não como uma criação do Homem.
Construção do Vaticano abrange dois milênios, começando com o Circo de Nero (40-64 d.C.) e a primeira Basílica de São Pedro (324 d.C.) sobre o túmulo de São Pedro. Os principais projetos subsequentes incluem o Palácio do Vaticano do século XV, a Capela Sistina de 1477 e a reconstrução monumental da Basílica de São Pedro de 1506 a 1626. O moderno estado independente da Cidade do Vaticano foi criado pelo Tratado de Latrão de 1929, que foi assinado entre o Papa Pio XI e Benito Mussolini.
O sistema governamental mundial de Estados-nação é, na realidade, uma perpetuação ilegal do modus operandi ilegal do Império Romano. O papa realmente acredita que possui todos os bens, todas as almas nesta terra por causa das bulas papais e da feitiçaria a elas associada. “Todos os caminhos levam a Roma”. A cidade de Roma era originalmente conhecida como “Saturnia” ou “A Cidade de Saturno”. A Igreja Católica Romana retém grande parte da adoração a Saturno em seus rituais. Saturno se relaciona com Satanás e, em vários dicionários ocultistas, Saturno é associado ao mal.
A pirâmide do poder romano é composta por três cidades estado:
- Vaticano (o poder religioso) – Entidade soberana em Roma, ela exerce influência sobre a bússola moral, doutrinária e cultural do mundo. Além da religião, é guardião de arquivos antigos, conhecimento esotérico e redes diplomáticas centenárias que alcançam a formulação de políticas e a educação globais.
- City de Londres (o poder financeiro) – Uma milha quadrada independente dentro de Londres, opera sob suas próprias leis e governa o coração das finanças globais. Aqui, são geridos os sistemas bancários centrais, os mercados de dívida internacionais e os contratos legais que vinculam as nações. Os mercados modernos de derivativos, os empréstimos condicionais do FMI e a aplicação de políticas do Banco Mundial remontam a este lugar.
- Washington D.C. (o poder militar) – Um distrito federal fora da jurisdição de qualquer estado, abriga o Pentágono e todo o espectro de agências militares e de inteligência dos EUA. A partir daqui, são coordenadas alianças militares globais, operações secretas e redes de vigilância. Mas D.C. não está mais sob o controle do Vaticano.
Leia mais: O Tratado de 1213. O Poder do Vaticano e das 3 Cidades-Estado

A Igreja do Templo de Londres e os Cavaleiros Templários
A cruz vermelha e a espada na bandeira da City de Londres são, na verdade, a bandeira dos Cavaleiros Templários. O Templo da Coroa na City de Londres refere-se à Igreja do Templo, construída pelos Cavaleiros Templários em duas partes: a Redonda e a Capela-mor. A Igreja Redonda foi consagrada em 1185 e inspirada na Igreja circular do Santo Sepulcro em Jerusalém. A Capela-mor foi construída em 1240.
O Templo da Coroa também é o nome da sede dos Cavaleiros Templários na Grã-Bretanha, onde a ordem e o governo foram estabelecidos pela primeira vez, o que ficou conhecido como Code (Código). A missão do guerreiro cavaleiro era proteger os peregrinos da Europa a caminho da Terra Santa. Atualmente, a Igreja do Templo é propriedade conjunta das Inner Temple e Middle Temple Inns of Court, bases da profissão jurídica inglesa. O Temple Bar, um portão de procissão ornamental, fica no meio da Fleet Street
Foram os Templários que emitiram o primeiro papel-moeda para uso público na Europa, e no processo, eles criaram o primeiro sistema bancário internacional, que os tornou muito ricos e poderosos. Também criaram inimigos que conspiraram para destruí-los. Os Templários possuíam 9.000 feudos por toda a Europa, além de muitos moinhos e mercados. A propriedade dos Templários foi confiscada e acabou se tornando o centro da profissão jurídica na Inglaterra. A igreja, às vezes chamada de “Igreja do Advogado”, foi destaque no best-seller e filme de sucesso de Dan Brown, “O Código da Vinci”.
A City de Londres ou Crown Corporation (Corporação da Coroa) não está sujeita à lei britânica, ela tem seus próprios tribunais, suas próprias leis, sua própria bandeira, sua própria força policial, exatamente como a cidade-estado do Vaticano e Washington DC. A Crown Corporation também está separada da cidade metropolitana, sua polícia dirige carros vermelhos e seus uniformes são diferentes dos da Polícia Metropolitana.
É o Templo da Coroa que controla o sistema jurídico/judicial dos EUA, Canadá e muitos outros países. Todos os advogados licenciados devem fidelidade e prestam juramento solene ao Templo da Coroa, quer saibam ou não. Isso se deve ao fato de que todas as Ordens de Advogados do mundo são signatárias e franquias da International Bar Association (Ordem dos Advogados Internacional), localizada no Inns of Court, fisicamente localizado na Chancery Lane, atrás da Fleet Street, na City de Londres. A Inns of Court usa o sistema bancário e judicial da City de Londres, um território soberano e independente que não faz parte da Grã-Bretanha.
Todas as ordens de advogados do mundo estão diretamente vinculadas à International Bar Association e ao Inns of Court no Temple da Coroa, na City de Londres. Sempre que você ouve alguém se referir à Ordem dos Advogados, está se referindo a um sistema britânico/maçônico que nada tem a ver com a soberania de um país ou com os direitos constitucionais de seu povo. É por isso que, quando você vai a um tribunal nos EUA, vê a bandeira americana com uma franja dourada, denotando o domínio internacional.
Inns of Court, em Londres, um grupo de quatro instituições de considerável antiguidade que historicamente foram responsáveis pelo ensino jurídico. Seus respectivos órgãos dirigentes, os bancos, exercem o direito exclusivo de admitir pessoas para a prática jurídica por meio de uma convocação formal para a Ordem dos Advogados. São elas: Inner Temple e Middle Temple (ambos localizados na área conhecida como The Temple), Lincoln’s Inn e Gray’s Inn — todos localizados nas proximidades das Royal Courts of Justice, na divisa entre a City de Londres e Westminster.
A falecida Rainha Elizabeth II não era a “Coroa”, como muitas pessoas acreditam. Em vez disso, são os Banqueiros e os Procuradores que constituem a verdadeira Coroa ou Templo da Coroa. Os aristocratas monarcas da Inglaterra não governam soberanos desde o reinado do Rei John I, por volta de 1215. Toda a soberania real da antiga Coroa Britânica, desde então, passou para o Templo da Coroa na Chancelaria.
É na City de Londres, a sede da Maçonaria Britânica, supervisionada pela Monarquia Britânica e pelo Duque de Kent, que a Maçonaria Mundial é governada. Isso inclui a Ordem Maçônica do Grande Oriente e o Rito Escocês. A Coroa é a diretoria da corporação, e a Grã-Bretanha é governada pela Coroa. A City de Londres controla o Banco da Inglaterra e se tornou um estado soberano em 1694, quando o rei Guilherme III de Orange privatizou o Banco da Inglaterra e o entregou aos Rothschild, que hoje governam o mundo financeiro.
A Coroa controla o sistema financeiro global e governa todos os países da Comunidade Britânica, bem como muitas nações que não fazem parte da Comunidade Britânica. A Coroa remonta ao Vaticano, que é chefiado pelo Papa, que é a figura de proa dos verdadeiros poderes constituídos, que são bastante desconhecidos do mundo em geral.
O Banco de Inglaterra controla o Federal Reserve dos EUA. Os Rothschilds são banqueiros do Papa e receberam o título de “Guardiões do Tesouro do Vaticano”. O Império da Coroa usa o direito comercial (também conhecido como direito marítimo internacional ou direito dos contratos) como meio de controle. Esta lei não se aplica a homens e mulheres soberanos e livres.
A Soberana Ordem Militar de Malta (SMOM) assumiu parte do poder e da riqueza da Ordem dos Cavaleiros Templários e do Templo de Salomão dentro do sistema romano. O SMOM controlou o poder bancário e militar do Vaticano durante centenas de anos através do primeiro banco central, o Banco do Vaticano. A Ordem dos Jesuítas subordinou a SMOM em 1798, auxiliada por Napoleão Bonaparte, seu fantoche.
O Vaticano ajudou a colocar a casa real de origem alemã Saxe-Coburgo-Gota na posição de Monarquia da Grã-Bretanha. O rei alemão da Inglaterra e do Canadá, George V Saxe-Coburg-Gotha, fabricou e assumiu o sobrenome inglês “Windsor” em 1917, e desde então a Casa de Windsor ainda governa o Reino Unido e as Nações da Commonwealth. A casa Saxe-Coburg-Gotha é uma dinastia alemã que serve de forma encoberta ao Papa da Igreja Católica e ao Sacro Império Romano.
Rainha do Reino Unido e Canadá está governando ilegalmente sob falso pretexto e falsa representação
A Rainha Católica Ilegal do Reino Unido, Canadá e Comunidade Britânica

Após subordinar a SMOM em 1798, mesmo destino acabaria por acontecer ao próprio Vaticano depois de suprimir os jesuítas em 1773. A Ordem dos Jesuítas assumiu o controle do Papado em 1814, auxiliada por Napoleão, e se vingou mais uma vez da perseguição.
A SMOM controlou Londinium (City de Londres) durante um bom tempo, mas a Ordem dos jesuítas assumiu o controle em 1825, auxiliados pela família Rothschild, que se tornou a força econômica mais poderosa da Inglaterra. A Coroa Britânica está sob controle do Vaticano desde que o Rei John I fez a concessão da Inglaterra ao Papa Inocêncio e à Igreja Romana, em 15 de maio de 1213.
O Cavaleiros de Malta estão principalmente envolvidos no trabalho para e com as famílias da Nobreza Negra (realeza sem trono ativo), o Vaticano e as diversas Ordens Papais e Reais, especialmente os jesuítas que, em última análise, controlam o Vaticano e a Ordem Militar de Malta. Os núcleos internos de controle mais poderosos do SMOM são os Ordem da Jarreteira e a Sociedade dos Peregrinos.
O controle do Banco da Inglaterra através da The Worshipful Company of Mercers é o que controla a economia global. A economia dos EUA é totalmente controlada pelos Mercers e pelo Banco da Inglaterra desde 1868. A City de Londres controla a economia dos EUA através do Royal Institute for International Affairs que posteriormente controla o Conselho de Relações Exteriores (CFR). O CFR definiu a política externa dos EUA desde a sua criação.
A City de Londres controla a Federal Reserve dos EUA, o Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional. A City de Londres controla a política monetária do Tesouro dos EUA que comanda todas essas três organizações globalistas através do Fundo de Estabilização Cambial. Os judeus foram levados a posições de poder no setor bancário em 1066 pelos monarcas normandos anglo-saxões. Para isso, aceitaram ser controlados.
Todos os “Bancos de Guerra”, conhecidos como Bancos Centrais, são controlados pelo Banco de Compensações Internacionais (BIS) na Suíça, que é controlado por membros da Soberana Ordem Militar de Malta (SMOM) do Vaticano. O Tratado de Paris de 1763 designou Jorge III, o Rei da Grã-Bretanha e Irlanda, como “Arqui-Tesoureiro e Príncipe Eleitor do Sacro Império Romano”. Os Rothschild ostentam o título de “Guardiões do Tesouro do Vaticano”.
O Tesouro do Vaticano, é claro, detém a riqueza imperial de Roma. A riqueza imperial cresce na proporção de suas vitórias na guerra, como sugere a bula papal Regimini Militantis Ecclesiae que foi emitida pelo Papa Paulo III em 27 de setembro de 1540 e marcou a aprovação oficial da Companhia de Jesus, também conhecida como Jesuítas. Para o Papado, a Igreja em Guerra é mais necessária do que a Igreja em Paz.
“O General Jesuíta, o Papa Negro, tem sido o homem mais poderoso do mundo desde que o Papa Pio VII restaurou a Ordem ou “Companhia” em 1814. Devido à supressão da Ordem pelo Papa Clemente XIV em 1773, os Jesuítas deram início aos Illuminati da Baviera com um de seus soldados, Adam Weishaupt. Os Illuminati absorveram a Casa Judaica de Rothschild, criando um colosso de riqueza em todo o mundo, sujeito ao General Jesuíta. Com este braço financeiro em funcionamento, os Jesuítas então declararam guerra ao Vaticano, incluindo o Papa, os Reis Católicos Romanos da Europa e a Ordem dos Dominicanos. Esta Inquisição e Cruzada foram chamadas de “Revolução Francesa e Guerras Napoleônicas”. Por vinte e cinco anos, os agentes maçônicos do General Jesuíta, particularmente na pessoa de Napoleão Bonaparte, conduziram a guerra. Bonaparte também puniu os Cavaleiros de Malta, expulsando-os de sua ilha natal para a Rússia.“
Eric Jon Phelps: “Assassinos do Vaticano”, 2ª ed., p. 582
Durante a supressão da Ordem dos Jesuítas de 1773 a 1814 pelo Papa Clemente XIV, o General Ricci (Décimo Oitavo Superior Geral da Companhia de Jesus, 1758 – 1775) fundou em 1776 a Ordem dos Illuminati na Baviera, um reduto jesuíta, com seu soldado, Adam Weishaupt, unindo a Casa de Rothschild com a Companhia de Jesus.
Há um Papa Branco como um Homem de Frente, e o Verdadeiro Papa é o General Jesuíta, o Papa Negro. Jorge Mario Bergoglio foi o primeiro Papa Branco jesuíta da história. A simbologia do Papa Branco e Papa Negro é totalmente maçônica.

Advogados e juízes são sacerdotes do Culto de Saturno
Na astrologia e em contextos mitológicos, Saturno é frequentemente associado a morte, leis, justiça, tempo, autoridade, obediência, controle e limitações, representando o arquétipo do “guardião das regras”. Saturno é o deus dos bancos e da “justiça”. Preto é a cor de Saturno por isso os juízes, advogados, padres e rabinos usam vestes pretas. Eles são sacerdotes do Culto da Morte de Saturno (Sol Negro) quer saibam ou não.
A adoração a Saturno contribuiu para a divisão social ao promover conflitos. O simbolismo e a adoração têm sido usados para manipular e controlar as pessoas, criando divisões baseadas em crenças e ideologias. Essa divisão serve as elites maçônicas do Culto de Saturno, que visa subjugar a humanidade para servir aos seus propósitos.
O objetivo das elites maçônicas do Culto de Saturno é manter a humanidade escravizada na Terra, enganando-nos e nos explorando fisicamente, mentalmente e espiritualmente. Eles acreditam que, ao fazer controle mental e causar todo tipo de sofrimento e medo podem garantir que nossas almas permaneçam presas aqui, alimentando as egrégoras demoníacas do astral inferior que essas elites prestam culto, em troca de poder e riqueza. A Terra é um reino satânico.
A Lei Cestui Que Vie de 1666 declarou que todos os homens e mulheres estavam legalmente mortos, perdidos no mar ou além mar, um conceito enraizado na Lei do Almirantado ou Lei Marítima, que foi baseada na Lei Canônica do Vaticano, e que atualmente domina todas as nações do mundo. Nomes em LETRAS MAIÚSCULAS são encontrados em lápides de cemitérios pois significam morte. Quando estão em certidões de nascimento, e qualquer documento emitido por órgãos públicos, representam a ficção jurídica dos mortos.
Um homem ou mulher torna-se um “morto-vivo”, legalmente falando. Por definição, eles são incompetentes e incapazes de possuir direitos e responsabilidades vitais. Em sua essência, a Lei do Almirantado serve como uma ferramenta para mercantilizar e escravizar a humanidade.
A “ignorância deles é negligência”, e enquanto eles andam no submundo dos legalmente mortos, eles estão sujeitos aos “Sumos Sacerdotes de Baal”, ou ao “Diabo de Veste Negra”, que faz um “julgamento” sobre aquele que desistiu de sua vida, e ao fazê-lo o Sacerdote lança uma maldição, nos tempos antigos a morte, nos tempos modernos dívida, e a vítima é sacrificada.
A Ordem dos Advogados e o Judiciário são uma armadilha criada pelas elites maçônicas do Culto da Morte de Saturno para escravizar a humanidade com suas ficções jurídicas ilegais. A “justiça” deles é uma completa fraude, feita para explorar, roubar, humilhar e oprimir as pessoas comuns. Isso podemos ver claramente no Brasil, que se tornou uma ditadura do judiciário.
Que esperança há para uma sociedade que é controlada por satanistas e não tem a mínima ideia? A Maçonaria é a Igreja de Satanás disfarçada de organização fraterna. As ações da Maçonaria são orientadas para uma agenda maior de domínio global por uma elite “iluminada”. Os maçons controlam o tribunal, e portanto, o sistema jurídico.
A Maçonaria infiltrou-se no sistema judicial ao colocar juízes, procuradores e advogados em cargos-chave. Enquanto isso continuar não haverá justiça, pois essas pessoas estão acima da lei, porque elas SÃO a lei. Maçons/Illuminati usam o sistema de justiça para perseguir dissidentes políticos e geralmente escolhem a dedo juízes federais e estaduais.
No filme “Advogado do Diabo” (1997) um advogado excepcionalmente competente da Flórida chamado Kevin Lomax (Keanu Reeves) recebe uma oferta de emprego de uma poderosa firma de advocacia em Nova York, cujo presidente é John Milton (Al Pacino). Essa firma de advocacia, com interesses e clientes do mundo inteiro, defende principalmente narcotraficantes, ditadores, empresas que lavam dinheiro e criminosos ricos. John Milton é na verdade Satanás e ele usa seu exército de advogados e juízes corruptos como o ministério do diabo para dominar a humanidade.
Jamais encontrarás justiça num mundo onde os criminosos fazem as regras.

Os maçons estão presentes em todos os partidos políticos e no judiciário. A democracia não é o governo do povo. É o governo da Maçonaria. Os juízes não são funcionários a serviço do povo que paga seus altos salários. Eles são militantes a serviço da esquerda progressista e da Maçonaria. Isso explica perfeitamente por que não existe um judiciário “independente” e por que temos um judiciário que viola as leis para encobrir os crimes dos poderosos.
O judiciário tem a tarefa de preservar a dominação de poucas famílias oligarcas que são as que detêm o poder real e são as verdadeiras gestoras da democracia. O judiciário é o braço armado do Vaticano e das elites do Fórum Econômico Mundial, ONU, Clube de Roma, Comitê dos 300, Grupo Bilderberg e demais organizações globalistas.
A Maçonaria constitui um Estado dentro do Estado, o chamado Deep State, pois esta sociedade secreta exige que seus “irmãos maçons” sigam as diretrizes da Maçonaria mesmo quando estas entram em conflito com as do Estado. A natureza da Maçonaria é irremediavelmente subversiva e trabalha para os interesses das elites financeiras e corporativas, e não para o povo.
Juízes e advogados maçons protegem as elites criminosas, cartéis de drogas, redes de tráfico humano e outros esquemas criminosos. Os tribunais civis são uma farsa e a única forma de haver justiça é através de tribunais militares. O presidente Trump sabe disso e está implementando tribunais militares em dezenas de cidades santuário nos EUA para lidar justamente com políticos, juízes, procuradores e advogados criminosos, que protegem cartéis de drogas, redes de tráfico humano e fraude eleitoral.

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A Companhia Britânica das Índias Orientais inventou o comércio internacional de drogas
A Companhia Britânica das Índias Orientais foi pioneira no comércio internacional de drogas ao exportar ópio da Índia para a China no final do século XVIII para financiar suas operações militares e déficits comerciais. A Companhia Britânica das Índias Orientais, inicialmente fundada pela Rainha Elizabeth I para comercializar especiarias, passou a usar o ópio como mercadoria primária após enfrentar a concorrência no mercado de especiarias e o colapso do Império Mughal na Índia.
Esta mudança levou a empresa a tornar-se um império corporativo e o primeiro cartel internacional de drogas, utilizando os seus exércitos privados para proteger os seus interesses e contando com as receitas do ópio para apoiar as suas vastas despesas militares. O comércio de ópio da empresa com a China, que era tecnicamente ilegal, criou um problema significativo de drogas e acabou levando às Guerras do Ópio, resultando no controle britânico sobre os principais portos chineses e na cessão de Hong Kong.
O comércio de ópio financiou a expansão do Império Britânico na Índia, com o governo indiano eventualmente assumindo o comércio após a dissolução da empresa. Foi a Coroa Britânica que inventou o comércio internacional de drogas, e também o tráfico humano, duas atividades criminosas.
Pela primeira vez na história da humanidade, drogas viciantes estavam sendo fabricadas e exportadas em escala industrial. E a Coroa Britânica estava por trás do primeiro cartel internacional de drogas. O ópio financiou o Império Britânico e o interessante é que a City de Londres é a sede da International Bar Association (Ordem dos Advogados Internacional) e referência no sistema judiciário.
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Suspensão de direitos e corrupção Cestui Que Vie Trust
Um Cestui Que Vie Trust, também conhecido como “Fide Commissary Trust” ou “Foreign Situs Trust”, é um trust testamentário fictício e temporário criado durante o reinado de Henrique VIII por meio da Lei Cestui Que Vie de 1540 e atualizado por Carlos II em 1666. Este trust foi criado para o benefício de pessoas presumivelmente perdidas ou abandonadas no mar e, portanto, presumivelmente mortas após sete anos. Estatutos posteriores estenderam essa proteção para incluir falidos, menores, incapazes, hipotecas e empresas privadas.
O objetivo de um Cestui Que Vie Trust era constituir um patrimônio temporário para alguém incapaz de reivindicar sua condição de vivo e capaz. Desvios da origem e função do trust são inválidos. Um Cestui Que Vie Trust tradicionalmente dura setenta anos, refletindo a duração aceita do patrimônio. Um Cestui Que Vie Trust não pode ser criado sem a comprovação das presunções subjacentes.
Em 1534, antes da 1ª Lei Cestui Que Vie (1540), Henrique VIII declarou a primeira propriedade do tipo Cestui Que Vie com a Lei de Supremacia que criou a Propriedade da Coroa. Em 1604, setenta anos depois, Jaime I da Inglaterra modificou a propriedade como União da Coroa. No século XVIII, a Coroa era vista como uma empresa. No entanto, no início do século XIX, por volta de 1814, com a falência da empresa (1814/15), ela se tornou uma Corporação da Coroa totalmente privada, controlada por famílias de banqueiros privados europeus.
Desde 1581, houve uma segunda série de Cestui Que Vie Estates referentes à propriedade de “pessoas” e direitos que migraram para os Estados Unidos para administração, incluindo:
- Em 1651-52, a Lei para o Estabelecimento da Irlanda, que introduziu o conceito de “assentamentos”, inimigos do Estado e restrições de movimento em estados de “emergência”; e
- Em 1861, a Lei de Poderes de Emergência e,
- Em 1931-32, a Lei de Assistência de Emergência e Construção e,
- Em 2001, o Patriot Act
Desde 1591, houve uma terceira série de Cestui Que Vie Estates referentes à propriedade da “alma” e aos direitos eclesiásticos que migraram para os Estados Unidos para administração, incluindo:
- Em 1661-62, o Ato de Assentamento e,
- Em 1871, a Lei do Distrito de Columbia e,
- Em 1941, a Lei de Empréstimos e Arrendamentos.
Em 1815, com a falência da Coroa e do Banco da Inglaterra pelos Rothschild, pela primeira vez, os Cestui Que Vie Trusts do Reino Unido tornaram-se ativos depositados em bancos privados, tornando-se efetivamente “trusts privados” ou “Fide Commissary Trusts”, administrados por comissários (guardiões). A partir de 1835, com a Lei dos Testamentos, esses trusts privados também passaram a ser considerados “Secret Trusts”, cuja existência não precisa ser divulgada.
A partir de 1917/18, com a promulgação da Lei da Sedição e da Lei do Comércio com o Inimigo nos Estados Unidos e através do Reino Unido, os cidadãos da Comunidade e dos Estados Unidos tornaram-se efetivamente “inimigos do estado ” e “estrangeiros” que por sua vez converteram os fundos secretos privados “Fide Commissary” em fundos “Foreign Situs” (Privados Internacionais).
Em 1931, o Culto Romano, também conhecido como Vaticano, criou o Banco de Compensações Internacionais (BIS) na Suíça para o controle da propriedade reivindicada por Bancos Centrais privados associados em todo o mundo. Após a falência deliberada da maioria dos países, Bancos Centrais privados foram instalados como administradores e o sistema global Cestui Que Vie/Foreign Situs Trust foi implementado a partir de 1933.
Desde 1933, quando uma criança nasce em um Estado (propriedade) sob lei romana inferior, três Trusts Cestui Que Vie são criados com base em certas presunções, especificamente projetados para negar à criança para sempre quaisquer direitos de propriedade real, quaisquer direitos como uma pessoa livre e quaisquer direitos de ser conhecido como homem e mulher em vez de uma criatura ou animal, reivindicando e possuindo sua alma ou espírito.
Desde 1933, quando uma criança nasce, os Executores ou Administradores do Estado superior, consciente e voluntariamente, reivindica o bebê como bem móvel para o Estado. O contrato de escravatura do bebê é então criado honrando a antiga tradição de ter a impressão dos pés do bebê vivo na certidão de nascimento, ou uma gota de seu sangue, além de enganar os pais para que assinem a escritura de entrega do bebê por meio de significados legais enganosos na certidão de nascimento. Esta certidão de nascimento, como uma nota promissória, é convertida em um título de escravatura vendido ao banco privado do Estado e, em seguida, transferido para um segundo e separado Cestui Que.
(Vie) Trust por criança de propriedade do banco. Quando a nota promissória atinge o vencimento e o banco não consegue “apreender” a criança escrava, um penhor marítimo é legalmente emitido para “salvar” a propriedade perdida e, por sua vez, monetizado como moeda emitida em série contra o Trust Cestui Que Vie.
Os três Trusts Cestui Que Vie são a negação específica de direitos de Propriedade Real, Propriedade Pessoal e Propriedade Eclesiástica para a maioria dos homens e mulheres, correspondendo exatamente às três formas de direito disponíveis para a Galla dos Tribunais da Ordem dos Advogados. A primeira forma de direito é o direito comercial corporativo, que é efetiva devido ao 1º Trust Cestui Que Vie. A segunda forma de direito, a lei marítima e fiduciária, é efetiva devido ao 2º Cestui Que Vie Trust. A terceira forma de lei é a lei talmúdica e o culto romano, que é efetiva devido ao 3º Trust Cestui Que Vie do Batismo.
A certidão de nascimento emitida sob o direito romano representa o equivalente moderno às certidões de assentamento do século XVII e identifica o portador como um indigente e, na prática, um escravo romano. A certidão de nascimento não tem relação direta com os fundos secretos privados controlados pela rede bancária privada, nem pode ser usada para forçar a administração de um estado ou nação a divulgar a existência desses fundos secretos.
Como os Trusts Cestui Que Vie são criados como trusts secretos privados com base em múltiplas presunções, incluindo a falência em curso de certos estados nacionais, eles continuam sendo propriedade privada reivindicada dos bancos do Culto Romano e, portanto, não podem ser reivindicados ou usados diretamente.
Embora os fundos fiduciários secretos privados dos bancos centrais privados não possam ser abordados diretamente, eles ainda são constituídos com base em certas presunções legais, incluindo a reivindicação de propriedade sobre o nome, o corpo, a mente e a alma de crianças, homens e mulheres. Todo e qualquer homem e mulher tem o direito absoluto de repreender e rejeitar tais falsas presunções como detentor de seu próprio título.
Considerando que os fundos secretos dos bancos centrais privados são criados com base em falsas presunções, quando um homem ou uma mulher deixa claro seu registro de nascimento e reivindica seu próprio nome, corpo, mente e alma, qualquer fundo baseado nessas falsas presunções deixa de ter qualquer propriedade.
Qualquer Administrador ou Executor que se recuse a dissolver imediatamente um Trust Cestui Que Vie, após uma pessoa estabelecer seu status e competência, é culpado de fraude e violação fundamental de seus deveres fiduciários, exigindo sua remoção e punição imediatas.
O Império Romano nunca caiu, reinventou-se na Igreja Católica Romana
O Vaticano é uma das corporações mais poderosas do mundo. É poderoso porque controla a Coroa Britânica e quase todas as igrejas do mundo, especialmente as católicas. Além disso, o Vaticano opera sob o direito romano e controla a maioria dos tribunais ocidentais e alguns tribunais orientais. Nos EUA, quase todos os tribunais americanos são controlados pelo Templo da Coroa, uma corporação controlada pelo Vaticano. O Império Romano foi o período pós-republicano da Roma Antiga. Como estado, incluía grandes propriedades territoriais ao redor do Mar Mediterrâneo na Europa.
É por isso que sempre há um agente da Coroa no tribunal durante um julgamento. Qualquer país que tenha agentes da Coroa administrando seu sistema legal é controlado pelo Vaticano/Roma em grande parte. Isso significa que os Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Austrália e “países” que operam sob o sistema legal ocidental são todos “colônias” romanas. O Vaticano é uma corporação religiosa administrada por líderes religiosos leais ao Império Romano. Em outras palavras, Roma ainda governa o mundo!
Ela governa o mundo através da Coroa Britânica, da Igreja Católica Romana e do Vaticano. Não a chamaram de Igreja Católica Romana à toa. Ela está bem na sua cara e escondida à vista de todos. Estima-se que existam 1,2 bilhão de católicos romanos no mundo. Isso significa que o Vaticano/Roma tem cerca de 1,2 bilhão de “cidadãos”, ou mais precisamente, escravos.
Como quase todas as igrejas cristãs são controladas pelo Vaticano até certo ponto, o Vaticano/Roma tem mais de 1,2 bilhão de escravos para explorar e vender. Você entende agora por que Roma ainda governa o mundo? Cada país é uma plantação e “nós, o povo”, somos escravos
O Tratado Definitivo de Paz de 1783 afirma que o Rei George era o Arquitesoureiro e Príncipe Eleitor do Sacro Império Romano e dos Estados Unidos da América. Este vídeo mostra como o Culto Romano orquestrou o tráfico de escravos, depois a Guerra da Independência, depois a Guerra de 1812, depois a Guerra Civil, depois a Primeira Guerra Mundial, a Segunda Guerra Mundial e agora eles estão se preparando para a Terceira Guerra Mundial.
Toda guerra é comércio, e todo comércio é guerra. Todas as entidades fictícias operam sob a Lei Romana. A Coroa é de propriedade e operada pelo Culto Romano (e tem sido assim desde 1213):
A propriedade legal de todas as almas pelo Vaticano… desde 1306!
Fonte: stopthepirates
O Vaticano e os Papas, entre 1350 e 1550 d.C., promulgaram as bulas papais Unam Sanctum, Romanus Pontifex, Aeterni Regis e Convocation, e Trusts Cestui Que Vie. A bula papal reivindicava o planeta inteiro, os seres vivos nele e todas as almas perpetuamente (toda a Essência Eterna Encarnada). Os Trusts Cestui Que Vie, dos quais existem 3, constituem as bases para o estado babá, o sistema de seguridade social e são usados para “rastrear” sua PESSOA nos sistemas de escravidão dos poderes que existiam.
O 1º Trust do mundo
Unam Sanctum é um dos documentos mais assustadores da história e o mais citado como o principal documento dos papas reivindicando seu poder global. É um contrato de fideicomisso expresso. A última linha diz: “Além disso, declaramos, proclamamos, definimos que é absolutamente necessário para a salvação que toda criatura humana esteja sujeita ao Romano Pontífice”. Não é apenas o primeiro contrato de fideicomisso da história, mas também o maior já concebido, pois reivindica todo o planeta e tudo o que nele existe, transmitido em fideicomisso.
Tríplice Coroa de Baal, também conhecida como Tiara e Triregnum Papais
Em 1302, o Papa Bonifácio VIII emitiu sua infame Bula Papal Unam Sanctum, o primeiro Truste Expresso. Ele reivindicou o controle sobre todo o planeta, o que o tornou “Rei do mundo”. Em comemoração, ele encomendou uma coroa folheado a ouro em forma de pinha, com uma coroa elaborada em sua base. A pinha é um antigo símbolo de fertilidade e tradicionalmente associado a Baal, bem como ao Culto de Cibele. Ela também representa a glândula pineal no centro de nossos cérebros de natureza cristalina que nos permite acesso à Fonte, daí a grande pinha na Praça do Vaticano. Pense por que os Pontífices idolatrariam uma pinha.

A 1ª Coroa de Terras da Coroa
O Papa Bonifácio VIII foi o primeiro líder na história a criar o conceito de um Trust, mas o primeiro Trust Testamentário, através de uma escritura e testamento criando um Espólio Falecido, foi criado pelo Papa Nicolau V em 1455, através da Bula Papal Romanus Pontifex. Esta é apenas uma das três (3) bulas papais a incluir a linha com o incipit “Para uma lembrança perpétua”. Esta Bula teve o efeito de transferir o direito de uso da terra como Propriedade Real, do Express Trust Unam Sanctum, para o controle do Pontífice e seus sucessores em perpetuidade. Portanto, todas as terras são reivindicadas como “terras da coroa”. Esta 1ª Coroa é representada pelo 1º Cestui Que Vie Trust, criado quando uma criança nasce. Ele nos priva de todos os direitos e benefícios sobre a terra.
A 2ª Coroa da Commonwealth
A segunda Coroa foi criada em 1481 com a bula papal Aeterni Regis, que significa “Coroa Eterna”, por Sisto IV, sendo apenas a 2ª de três bulas papais como escrituras de fundos testamentários. Esta Bula Papal criou a “Coroa de Aragão”, mais tarde conhecida como a Coroa da Espanha, e é a mais alta soberana e a mais alta administradora de todos os escravos romanos sujeitos ao governo do Pontífice Romano.
A Espanha perdeu a coroa em 1604, quando foi concedida ao Rei Jaime I da Inglaterra pelo Papa Paulo V após a aprovação bem-sucedida da “União das Coroas”, ou Commonwealth, em 1605, após a operação de bandeira falsa da Conspiração da Pólvora. A Coroa foi finalmente perdida pela Inglaterra em 1975, quando foi devolvida à Espanha e ao Rei Carlos I, onde permanece até hoje.
Esta 2ª Coroa é representada pelo 2º cestui Que Vie Trust, criado quando uma criança nasce e, pela venda da certidão de nascimento como um título ao banco central privado da nação, privando-nos da propriedade de nossa carne e condenando-nos à servidão perpétua, como uma pessoa romana ou escrava.
A 3ª Coroa da Sé Eclesiástica
A terceira Coroa foi criada em 1537 por Paulo III, por meio da bula papal Convocation, também destinada a inaugurar o Concílio de Trento. É o terceiro e último testamento e escritura de um fundo testamentário, criado para reivindicar todas as “almas perdidas”, perdidas para a Sé. Os venezianos auxiliaram na criação da 1ª Lei Cestui Que Vie de 1540, para usar esta bula papal como base da autoridade eclesiástica de Henrique VIII. Esta Coroa foi secretamente concedida à Inglaterra na coleta e “colheita” de almas perdidas.
A Coroa foi perdida em 1816, devido à falência deliberada da Inglaterra, e concedida ao Temple Bar, que ficou conhecido como Crown Bar, ou simplesmente Crown. As Ordens da Ordem dos Advogados têm sido responsáveis desde então por administrar a “colheita” das almas dos perdidos e condenados, incluindo o registro e a coleta de certificados de batismo representando as almas coletadas pelo Vaticano e armazenadas em seus cofres.
Esta 3ª Coroa é representada pelo 3º Cestui Que Vie Trust, criado quando uma criança é batizada. É a concessão, pelos pais, da certidão de batismo, título de propriedade da alma, à igreja ou ao Cartório de Registro Civil. Assim, sem o título legal sobre a própria alma, seremos privados de legitimidade e seremos tratados como coisas, carga sem alma, sobre as quais a Ordem dos Advogados agora tem o direito legal de aplicar a lei marítima.
O Trust “Cestui Que Vie”, o francês para “aquele que vive”.
Um Tust Cestui Que Vie (CQT) é um conceito fictício. É um Trust Temporário Testamentário, criado pela primeira vez durante o reinado de Henrique VIII da Inglaterra através do Ato Cestui Que Vie de 1540 e atualizado por Carlos II, através do Ato CQV de 1666, no qual um espólio pode ser efetuado em benefício de uma pessoa presumivelmente perdida ou abandonada no “mar” e, portanto, presumida “morta” após sete (7) anos.
Presunções adicionais, pelas quais tal Trust pode ser formado, foram adicionadas em estatutos posteriores para incluir falidos, menores, incompetentes, hipotecas e empresas privadas. O propósito original de um Trust CQV era formar um espólio temporário em benefício de outro por que algum evento, estado de coisas ou condição os impedia de reivindicar seu status como vivos, competentes e presentes perante uma autoridade competente.
Portanto, quaisquer alegações, históricos, estatutos ou argumentos que se desviem em termos da origem e função de um Trust CQV, conforme pronunciado por esses cânones, são falsos e automaticamente nulos e sem efeito. Um Beneficiário sob o Patrimônio pode ser um Beneficiário ou um Trust CQV. Quando um Beneficiário perde o benefício direto de qualquer Propriedade do Patrimônio superior depositada em um Trust CQV em seu nome, ele não “possui” o Trust CQV; ele é apenas o beneficiário do que os Trustees do Trust CQV escolhem fornecer.
Como todos os Trusts CQV são criados por presunção, com base na finalidade e função originais, tal Trust não pode ser criado se essas presunções puderem ser comprovadas como inexistentes. Desde 1933, quando uma criança nasce em um Estado sob lei romana inferior, três Trusts Cestui Que Vie são criados com base em certas presunções especificamente projetadas para negar, para sempre, à criança quaisquer direitos de propriedade real, quaisquer direitos de ser livre e quaisquer direitos de ser conhecido como homem ou mulher, em vez de uma criatura ou animal, reivindicando e possuindo sua alma ou espírito.
Os Executores ou Administradores do Patrimônio Superior, de livre e espontânea vontade:
1. Transferir os direitos de benefício da criança, como Beneficiária, para o 1º Trust Cestui Que Vie na forma de um Número de Registro, registrando o Nome, criando assim também a Pessoa Jurídica e negando à criança quaisquer direitos à Propriedade Real e,
2. Reivindicar o bebê como bem móvel para o Espólio. O contrato de bebê escravo é então criado honrando a antiga tradição de ter a impressão dos pés do bebê vivo na certidão de nascimento, ou uma gota de seu sangue, bem como enganar os pais para que assinem a transferência do bebê vivo por meio de significados legais enganosos na certidão de nascimento, que é uma nota promissória, convertida em um título de escravo, vendida ao banco de reserva privado do espólio e, em seguida, transferir para um 2º e separado Trust CQV, por criança, de propriedade do banco. Quando a nota promissória atinge o vencimento e o banco não consegue “apreender” a criança escrava, um penhor marítimo é legalmente emitido para “salvar” a propriedade perdida e é monetizado como moeda emitida em série contra o Trust CQV.
3. Reivindicar a alma da criança por meio da Certidão de Batismo. Desde 1540 e com a criação da 1ª Lei CQV, derivada do poder da Bula Papal do líder do Culto Romano, o Papa Paulo III, de 1540, quando uma criança é batizada e uma Certidão de Batismo é emitida, os pais presenteiam, concedem e transmitem a alma do bebê a um “3º” Trust CQV de propriedade do Culto Romano, que mantém essa valiosa propriedade em seus cofres desde então. Desde 1815, esta 3ª Coroa do Culto Romano e 3º Trust CQV representando Propriedade Eclesiástica tem sido administrada pela Ordem dos Advogados como os “Galla” reconstituídos responsáveis, como Ceifadores, por colher as almas.
Cada Trust Cestui Que Vie, criado desde 1933, representa uma das três Coroas que representam as três reivindicações de propriedade do Culto Romano: Propriedade Real (na Terra), Propriedade Pessoal (corpo) e Propriedade Eclesiástica (alma). Cada uma corresponde exatamente às três formas de direito disponíveis aos Galla dos Tribunais da Ordem dos Advogados: direito comercial corporativo (o juiz é o “senhorio”), direito marítimo e canônico (o juiz é o banqueiro) e direito talmúdico (o juiz é o sacerdote).
Qual é o verdadeiro poder de um “juiz” judicial?
Considerando o que foi revelado sobre os fundamentos do Direito Romano, qual é o verdadeiro poder oculto de um juiz quando estamos diante de um tribunal? É o seu conhecimento superior de processos e procedimentos ou de magia? Ou é algo mais simples e muito mais óbvio? É lamentável que grande parte do entusiasmo em torno de Espólios e Executores não tenha revelado deliberadamente que um Espólio, por definição, tem que pertencer a um Trust, para ser mais específico, um Trust Testamentário ou Trust CQV.
Quando recebemos documentos legais ou temos que comparecer em juízo, são esses mesmos Trusts CQV que têm nossos direitos convertidos na propriedade neles contida. Em vez de sermos o Trustee, o Executor ou o Administrador, somos meramente os Beneficiários de cada Trust CQV, a quem é concedido apenas o uso benéfico e equitativo de determinada propriedade, nunca o título legal. Portanto, se o Sistema Jurídico Romano presume que somos meramente os beneficiários desses Trusts CQV, quando vamos a juízo, quem representa o Trustee e o Cargo de Executor? Todos sabemos que todos os casos se baseiam na discrição do juiz, que frequentemente desafia procedimentos, estatutos e máximas da lei.
Bem, eles estão fazendo o que qualquer administrador ou executor, administrando um fundo na presença do beneficiário, pode fazer sob a Lei Romana e todos os estatutos, máximas e procedimentos são realmente para exibição, por que sob os princípios da Lei de Fundos, como inicialmente formados pelo Culto Romano, um administrador tem ampla latitude, incluindo a capacidade de corrigir quaisquer erros processuais, obtendo o consentimento implícito ou tácito do beneficiário, para obviar quaisquer erros. O juiz é o Nome real e legal. O juiz é o próprio fundo. Nós somos a imagem espelhada deles, os fantasmas, os mortos. É alta feitiçaria, trapaça e subterfúgio que permaneceram “legais” por muito tempo. Espalhe a palavra.
O dinheiro dos seus impostos está sendo enviado para o Banco do Vaticano?

































